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 Quarentena

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Suzane
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   10.01.16 11:01

Não tinha sido uma grande ideia ter saído de seu esconderijo, mas o fez pensando que a baderna causada no prédio principal poderia ter chamado a atenção da maioria dos strigoi, quando estava do lado de fora do prédio tentou se esconder das criaturas aproveitaria o máximo a escuridão para andar sorrateiramente por entre os entulhos, carros qualquer que seja o obstaculo que talvez pudesse usar como um esconderijo, tudo isso na tentativa de chegar ao prédio, em ultimo caso usaria de suas habilidades, mas naquele momento só tentaria ser furtiva.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   11.01.16 0:54




Suzane

A garota não se intimidou perante os muitos strigoi que estavam alvoroçados pelas ruas. A garota seguiu firme e conseguiu sair do edifício, seu rosto escondido pelo capuz e a maneira cuidadosa com quem andava não despertou a atenção de nenhuma das criaturas. Suzane passou pelos pneus queimando, presenciou a morte de um homem e também de uma mulher. As criaturas eram agressivas. Enquanto caminhava, algo traiu a garota, ela não percebeu quando seus pés chutaram uma latinha de refrigerante, o barulho oco do alumínio rolando no asfalto chamou atenção de um strigoi, este olhou Suzane e caminhou na direção da menina, ele era rápido para um ser morto.


Neste instante um tiro pega em cheio a testa da criatura, um tiro de bala de prata, um homem de aparência cansada olhou a garota e gritou.

— Entre no prédio, precisamos de reforços!

Eff mandou uma granada na direção das muitas criaturas, era pouca granada pra muita criatura, mas Eff fez isto apenas para ganhar tempo. Após alguns segundos Eff adentrou o prédio, segurava firme uma espada e falou com Suzane.

— Sabe atirar? Pegue e mire a cabeça, vamos!


Suzane poderia fazer perguntas a Eff a vontade, e também poderia escolher não seguir o homem.

Helena

Helena usou seu único recurso para tentar salvar sua pobre vida. A garota gritou por Klaus, um grito poderoso, mas único. O lugar onde estavam era um labirinto de corredores fechados, só tinha uma saída e uma entrada. A voz de Helena percorreu uma grande extensão, mas foi traída pelas muitas paredes de tijolos.

Klaus

Klaus parecia desmotivado, tinha certeza que sua vida seria ceifada ali e ao responder Vincent o homem fora suicida, mas Vincent não pegou suas armas, apenas falou com sua voz estranha.

— Não desisti de Helena, porém acredito que irmos sem muitas armas e munições, nossas chances diminuem. Vá, eu voltarei com mais armas, mais granadas, o Mestre é poderoso e sobreviveu a luz solar, logo teremos que unir nossas forças.

Vincent seguiu para o lado oposto, não ia de elevador. Klaus tomou novamente o elevador, o mesmo subiu até parar no último andar, ao abrir as portas Klaus vislumbrou novamente o homem que havia visto lá embaixo. Os olhos de Klaus já haviam se acostumado ao escuro e por isto ele pode ver que a face do homem estava machucada, então Klaus entendeu que a aparência “humana” era obra de maquiagem. Klaus notou algo se mover nas sombras, era o Mestre, este falou através da criatura com o rosto machucado.



— Quero propor uma troca, quero seu corpo em troca da vida da garota, tem minha palavra que ela terá permissão para sair daqui ilesa.

A criatura era enorme, sua aparência era bizarra e seu olhar reluzia na escuridão, um olhar maligno. Klaus deveria decidir o que fazer.

[ Não vou mencionar que Klaus ouviu Helena, deixarei isto em aberto para que os jogadores se decidam.]
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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   12.01.16 12:32

Klaus havia escutado as últimas palavras de Vincent, apenas desviando olhar ao strigoi quando chegou próximo ao elevador. Vincent havia recusado a adaga que havia conferido a Klaus ao qual este, por sua vez, ocultou a mesma sobre seu sobretudo e então, um novo passo e já estava dentro do elevador. – Não se preocupe, vou ficar vivo até lá. Disse o homem. Klaus riria se pudesse, no entanto, dado a gravidade daquela situação, que chances haveriam de sucesso agora que toda a equipe praticamente havia sido morta? Inicialmente Questão, ao qual o homem havia retirado a sua vida com alguns disparos, em sequência, Megan, a garota que havia tentado proteger e que agora jazia próxima dali, também morta. Helena estava desaparecida e certamente não teria um fim diferente, ao menos, talvez Klaus tivesse alguma chance.



As portas haviam se fechado por detrás do homem que virou-se de fronte a elas e apoiou suas costas em uma das paredes do elevador. Em um rápido movimento Klaus visou verificar a quantidade de balas que lhe restavam e as armas típicas que carregava consigo. Sua pequena besta já havia se tornado inútil visto que as flechas já haviam sido disparadas então não seria nada importante mantê-la. Havia ainda uma pequena arma próximo a outro pulso que efetuaria um único disparo e se tornaria inútil logo depois. A lâmina que havia sido conferida por Vincent jazia próximo ao cinto de Klaus, facilitaria se precisasse sacá-la rapidamente. Haviam ainda dois pentes extras para cada Desert Eagle que certamente se esvaziam rápido se uma nova horda de criaturas aparecesse e ainda, duas granadas de luz que Klaus poderia utilizar.


Enquanto subia, o homem suspirava por um longo período. Klaus acompanhava pelo painel digital quantos andares havia subido e quantos ainda restavam para que chegassem ao último andar. O homem retirou o par de pistolas que tinha e assim que as portas se abriram, Klaus adiantou-se com as armas erguidas, imediatamente reconhecendo o homem que estava lá embaixo, afinal, como ele poderia ser rápido daquela forma? Klaus não saberia dizer no entanto manteve as armas erguidas, apontando ambas em direção ao homem. Klaus efetuaria alguns disparos sem pestanejar, mas fora quando notou algo se mover nas sombras e uma voz talvez gutural emanou da criatura.


[ Klaus ]- Uma troca... Balbuciou para si mesmo. Klaus não havia escutado Helena, as paredes haviam traído a voz da garota, no entanto, se houvesse alguma chance de vê-la viva, Klaus certamente faria o que certamente não havia conseguido com Megan ou até mesmo Questão, ainda que não os conhecesse bem. – Bem, já deu pra perceber que você não controla muito bem seus strigoi... Disse Klaus respirando profundamente mas ainda mantendo ambas armas erguidas, um dos focos seria a criatura com a maquiagem falha e o outro a enorme silhueta nas sombras.-.....vamos fazer o seguinte..você trás a garota pra cá, ilesa e então eu entrego minhas armas pra ela e ela parte pelo elevador, sabe, não quero correr o risco de concordar com algo furado em troca de nada. Klaus suspirou novamente.-...e certamente você não faz muito o meu tipo sabe...então gostaria que a guria estivesse aqui. Sei que você pode achar que eu não tenho saída nem nada, que poderia tomar e sequer eu teria chance de argumentar mas acho que você não vai querer um corpo depois que eu engolir uma granada né? Ahahah Klaus gargalhou e então estreitou seu olhar em direção ao homem. O homem apenas deixaria claro que ele teria uma contraoferta ao Mestre, no entanto, ele aceitaria?
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Suzane
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   17.01.16 1:20

   Andando pelo lugar Suzane se perguntava inúmeras vezes se aquilo foi o certo a se fazer, devido a duas mortes que acabou presenciando, foi somente quando sem querer alertou uma das criaturas com o barulho de uma latinha que ela chutou sem querer. Assustada com a reação daquele monstro e surpresa da forma em que a criatura se movimentou, quando ela pensou em sair correndo viu a criatura ser baleada na testa e alguém a mandando entrar no prédio, coisa que ela fez de imediato sem questionar, percebeu também que aquele homem estava bem preparado para aquela situação coisa que ela não estava.

   O que ela tinha na cabeça em sair do seu esconderijo com uma mochila nas costas e algumas moedas no bolso, claro usar de seu poder junto as moedas era meio infantil perto do homem que a ajudou naquele lugar. Respondendo ao homem de forma preocupada com toda aquela situação e segurando firme a arma que ele deu.

-Senhor eu não sei usar isso... Onde esta o resto do seu pessoal? Suzane achava que aquele homem estava com um exercito para matar os monstros, pois quando o viu invadindo aquele lugar , certamente ele estaria com um grande grupo de soldados ou seja lá o que for. Assim que guardou a arma em sua mochila ela continuava a indagar.
-O que vamos fazer agora?
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Helena 2
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   17.01.16 16:12


Os segundos passaram como horas e infelizmente não vi ninguém chegar, com meu grito, a criatura recuou um pouco e observou que havia deixado a porta aberta. Quando ele se virou, tentei correr, mas as correntes me puxaram para dentro novamente, respirei fundo e ajoelhei no chão, olhei para a porta e enchi os pulmões de ar, eu tentaria gritar novamente, mas iria conseguir?


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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   19.01.16 0:20


Suzane

A garota foi inteligente e obedeceu Eff, o homem pálido e de aparência cansada virou-se para olhar Suzane. Um facho de luz fraca fez com que Suzane notasse seu semblante cansado. Ele então falou, de forma rápida, tirando a arma da mão de Suzane.

— Na sua mochila, ela não tem serventia. Use isto então ou talvez você tenha algum dom especial que mate strigoi, mas lembre-se, só morrem se tiverem as cabeças arrancadas.

Eff então suspirou e entregou uma granada de prata e uma adaga pequena para Suzane.

— Sentir-me-ei mais aliviado, se mantiver isto com você. Estas criaturas não gostam de ultravioleta nem prata.

Antes que Eff responder a pergunta feita por Suzane, passos foram ouvidos, Eff direcionou a lanterna com luz ultravioleta e ouviu uma reclamação de Vincent.

— Sou eu, vira isto para lá. Klaus foi atrás de Helena, Megan está morta. Quem é esta ai?

Vincent se referia a Suzane e a garota poderia se apresentar, caso quisesse. Então Eff se vira para Suzane.

— Ele é um strigoi, mas está do nosso lado. Havia três lá dentro, só restam dois, isto se a Helena já não está morta também. Vamos, precisamos destruir o mestre, o tempo está acabando.

Eff retorna ao carro e pega mais munições e os três retornaram para o edifícios, antes Eff estava indo para lá, mas ao ver Suzane em apuros mudou de ideia. Não pegaram o elevador, mesmo que Vincent confirmasse que estavam funcionando, Eff achou mais seguro seguirem pelas escadas. A cada andar, uma placa indicava onde estavam, o prédio tinha dezessete andares, eram muitos degraus para subir. A medida que subiam, Eff ia ficando cada vez mais debilitado até que Vincent decide que não iriam seguir pelas escadas, foi quando um grito foi ouvido, ele atravessou as paredes, era um grito longe, de desespero. Vincent reconheceu a voz, era Helena, o que deveriam fazer? (Suzane vai decidir o que fazer). Lembrando que Helena está a uma parede de vocês.

Klaus

Klaus era uma criatura que não perdia o bom humor, nem em casos extremos. A naturalidade com que negociou com o Mestre foi invejável, mas a criatura não sabia exatamente com o que estava mexendo. O Mestre e sua voz de trovão respondeu.

— Quero seu corpo e terei, não tem mais negociação, você não é digno.

O homem de mais de dois metros de altura deu dois passos e ficou muito próximo de Klaus,


seus olhos vermelhos encararam Klaus e ele sentiu a proximidade de muitos strigoi, todos parados, como cobras, pronto para o bote. Ao redor do mestre, strigoi crianças, lembravam aranhas, pois estavam com as mãos encostas no chão, moviam-se como tal.


Um sussurro estranho era ouvido, Klaus estava sozinho. A boca do Mestre começou a abrir devagar e tentáculo saiu da mesma, apenas uma ponta, o mestre falou através de um strigoi que estava às costas de Klaus.

— Ultima chance de salvar a garota, dê-me seu corpo, não lute, dou-lhe minha palavra que nada de ruim irá acontecer com Helena.

Klaus tinha armas, granada e poderia, ao menos, ganhar tempo, mas seria viável? O Mestre controlava os strigoi, sem mestre, sem controle, Mestre ferido, strigoi sem controle, sem receber ordens. Klaus teria que usar toda sua astúcia e inteligência para sair ileso.

Helena

Com muito esforço, a garota novamente gritou. Seu grito foi ouvido por Vincent, Eff e Suzane. Thomas olhou a garota, mas algo estranho aconteceu, seus olhos ficaram vermelhos e ele saiu, como se estivesse sendo controlado,


Helena estava segura, por muito pouco tempo, mas continuava amarrada as correntes.
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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   19.01.16 22:07

Klaus havia descoberto muitas informações desde que tinha atendido aquele chamado em um rádio de baixa frequência.Tantas informações, tantos seres diferentes e enfim o Mestre daquelas criaturas estava bem ali na frente dele. O estranho homem havia recebido de Vincent muitas informações sobre os strigoi mas algo intrigava ele, até em que ponto chegava o controle do mestre sobre os Strigoi?


Questão não teve chance de se salvar, Megan não teve chance de se salvar e nem mesmo Klaus havia encontrado o pai da garota. Eff, onde estaria aquele maluco? Talvez também estivesse morto e Helena tivesse seguido o próprio destino. Klaus, um mercenário que havia adquirido a imortalidade, não, não que não pudesse morrer, ele podia, mas de alguma forma sua existência foi sentenciada a todo sempre. Um verdadeiro imortal onde todas as pessoas deveriam perecer e somente ele deveria viver, sozinho, vendo seus amores e entes queridos serem levados pelo tempo, não estaria na hora de dar um basta nisso?


Klaus estava em negociação com o mestre mas de alguma forma, ele estava apressado, de certo nervoso e parecia ter ficado mais ainda com as brincadeiras do mercenário em frente a morte certa.


Quando a negação do Mestre ecoou a mente de Klaus, era claro que Helena estava morta, todos estavam mortos e talvez até mesmo Vincent já devia ter recebido a punição daquela criatura mas e as outras pessoas que estavam refugiadas nos prédios e demais construções precárias, se elas caíssem, o que aconteceria? Outros viriam salvá-los? “ Que belo grupo eu fiz...”, pensou Klaus encarando a criatura a sua frente. Ele sequer respondeu a negação do Mestre mas a criatura não recuou, decidiu se aproximar, Klaus não a temia, já havia vivido tempo o suficiente para se deparar com a morte inúmeras vezes mas eis que parecia que a própria personificação dela estava ali, na sua frente a quem sabe uns dois passos de encostar nele, Klaus não desviaria sua atenção para a posição de seus pés frente a morte que estava ali, parada, encarando-o. Klaus saiu de seu perigoso devaneio enquanto escutava a movimentação de uma coisa, não, não apenas uma, várias, se movendo as suas costas e ao redor do mestre, o homem arriscou virar-se sua fronte para trás avistando algumas crianças, passariam despercebidas se não fossem tão grotescas. Um novo som e os olhos de Klaus voltaram-se atentos ao Mestre mas quem falou fora uma silhueta as suas costas, Klaus não ousou desviar o olhar.


[ --- ]- Ultima chance de salvar a garota, dê-me seu corpo, não lute, dou-lhe minha palavra que nada de ruim irá acontecer com Helena.


O semblante de Klaus tornou-se pesado e ele se viu obrigado a arfar uma grande quantidade de ar em seus pulmões. As palavras tinham peso, porquê negociar se você poderia tomar? Que chances Klaus tinha de que Helena estava viva? Nenhuma, as paredes haviam traído o grito da garota em apuros e graças ao calor do combate de outrora Klaus não foi nem mesmo capaz de proteger ninguém, nem Megan e nem Helena, ele estava sozinho e a morte parecia ser certa em sua frente. Os olhos de Klaus desviaram nas direções, não haveria uma rota de fuga, não haveria escapatória dessa vez, não para ele, nem mesmo em sua melhor ação suicida ele sairia ileso....


Mas levaria...


Quantos pudesse....


Com ele...


[ Klaus ]- Olha...eu cansei de lutar, já perdi colegas, pessoas que se tornaram especiais em tão pouco tempo... A voz de Klaus titubeou. -....e estou cercado, não tenho garantias de que Helena está viva mas se ainda há uma chance dela se salvar....eu vou fazer... Os olhos de Klaus tornaram-se pesados como se a frieza tomasse conta de si, se um certo brilho no olhar ele tivesse, se perderia, ele havia se conformado e feito uma dura decisão.




O mestre precisava morrer. Haviam pessoas em jogo mais importantes do que a vida dele ou até mesmo da Helena, havia muita coisa em jogo e Klaus não era sozinho, havia pessoas que ele queria proteger ainda que ele morresse ali, as pessoas que ele tinha consideração estariam salvas ainda que não tivessem conhecimento da batalha que ali estava acontecendo. Klaus suspirou e então, avançou.


O homem inclinou suas pernas rapidamente e visou saltar em direção ao mestre visando agarrar a língua da criatura, como usava luvas, talvez estivesse protegido para fazer o que havia planejado em pouco tempo, ou ao menos, planejado frente ao desespero.




[ Klaus ]- Você vai cair comigo aqui seu filho da puta! Megan, Helena, Questão, Eff! Chega! Vociferou Klaus enquanto havia visado saltar sobre a criatura. – Beijo de língua no primeiro encontro...não faz meu tipo e você nem cabelo tem. Disse Klaus em meio a um sorriso que beirava a insanidade. - Tenta falar agora, tenta! FALA!


Enquanto lançava-se sobre o mestre, Klaus tentava alcançar uma das granadas em suas vestes e então a pressionaria assim que alcançasse o botão. Se ela não feriria humanos, talvez não ferisse Klaus ainda que tivesse vivido muitas vidas. Talvez essa loucura enfim acabasse e as pessoas que precisavam de suprimentos se vissem livres finalmente. Assim que Klaus tivesse apertado o dispositivo na granada seus olhos pousariam sobre a criatura revestida em morte.




[ Klaus ]- Já vivi tempo de mais e você também. Após pressionar a granada, Klaus não fazia qualquer menção ainda de segurar o artefato mas ele tentaria alcançar, ainda que desajeitadamente a adaga recebida de Vincent e visaria estocar bem abaixo do maxilar da criatura, visando atravessar sua língua e atingir o “céu da boca”, conseguiria matar o mestre?


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Suzane
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   23.01.16 15:54

Suzane não teve tempo em guardar a arma, pois Eff pegava a arma de volta, no lugar dela ela achou melhor a garota ficar com apenas uma adaga pequena e uma granada. Suzane começava a ficar realmente preocupada ainda mais em saber que as criaturas só morreriam se tivessem a cabeça decepada.

-Senhor Eff, eu não tenho nenhum dom especial de arrancar cabeças...
Ela não ligava muito para a aparência do homem, pelo visto ele já estava muito cansado de tentar sobreviver naquele lugar quem sabe. Quando pegou a adaga e a granada ela teve mais uma surpresa inesperada, já não bastava ficar presa no lugar ela descobriu que Eff tinha um amigo monstro também. Meio receosa ela respondia ao Strigoi.

-Eu me chamo Suzane... A garota ficava encarando o strigoi com sua adaga em mãos, pensava em como sair daquela cidade, naquele momento ela escutou Eff dar suas explicações. Suzane esperou Eff retornar para o prédio, não entendeu o motivo de não pegarem o elevador, uma vez que se estivesse o tal mestre naquele lugar nenhum caminho estaria desprotegido, mas andando pelas escadas ela achou estanho a falta de segurança daquele lugar. Ela seguia calmamente pelas escadas tomava o máximo de cuidado possível para não ser pega por nenhuma criatura, mas ela percebeu que o Eff já não estava mais aguentando seguir em frente, não o culpava ele já estava muito debilitado.

Quando o strigoi domesticado sugeriu que deveriam sair das escadas para seguir por outro caminho, Suzane escutava um grito de desespero, não sabia o que estava acontecendo, com um aperto no peito um pouco assustada ela tentava recuperar o folego e olhava para os dois.

-Vamos ajudar...E sair deste lugar de uma vez por todas...
Suzane seguia furtivamente para a possível direção do grito, com sua adaga em mãos, esperava que os demais seguissem com ela, quando mais cedo terminasse com aquilo, mais cedo ela estaria em casa comendo qualquer coisa doce.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   28.01.16 10:08




Suzane

A garota ansiava por sair do lugar, não era de se esperar que fosse diferente afinal ninguém com sã consciência iria querer permanecer numa cidade infestada de vampiros/zumbis. Suzane ao ouvir o grito de Helena decide que deveriam ajudar e quando se dirigia para onde havia ouvido o grito a mão branca e gelada de Vincent segura seu pulso. Ele encara Suzane e fala, sua voz é grave, baixa e imperativa.

— Não temos tempo para seguir atalhos e acredite, você não está indo para o lugar certo.


Vincent virou-se então para uma parede que pelo tijolo havia sido erguida recentemente. Eff não entendeu muito menos Suzane e então Vincent sinalizou que se afastassem. Usando sua força descomunal o strigoi deu um soco potente na parede, um buraco foi aberto, mas o tamanho não era suficiente para que Suzane e Eff passassem. Vincent respirou fundo e novamente esmurrou a parede e mais uma boa parte foi ao chão então ele olhou para Suzane e Eff.

— Agora sim, Suzane, podemos ir ao encontro do grito. Suspeito que Helena ainda esteja viva.

Cabia a Suzane decidir se confiava em Vincent ou não. Eff por sua vez não pestanejou e adentrou o buraco. Do outro lado um quarto de hotel, algo que não pensavam encontrar ali. Uma tênue luz irradiava de um dos cantos e ouviam sons de corrente. Lá dentro, num quarto protegido do som estava Helena acorrentada e desesperada, sua vida fora poupada pela ação de Klaus, mas Thomas voltaria. O restante da iluminação do quarto era proporcionada por velas que tremeluziam calmamente. Havia rastros de sangue e um corpo recém sugado estava jogado no canto, ele se contorcia e parecia que não demoraria a se transformar completamente. Eff caminha até a sala onde estava Helena, olha a garota nos olhos e sorri de forma cansada.

— Vamos te tirar daqui, sabe onde está Klaus?

Não haveria mais ataques de strigoi, pois Klaus agiu de forma decisiva contra o mestre, mas sabemos que uma espécie sempre preza por sua sobrevivência. Quando Klaus  pulou sobre o mestre os strigoi avançaram e no meio da confusão a granada foi retirada de sua mão e seu corpo foi lançado para longe. O mestre pareceu maior ali de onde Klaus estava, mas aquilo não era nada perante a raiva que o homem sentia. O mestre olhou Klaus e misteriosamente os strigoi afastaram-se. Ele então falou.

— Seu corpo é precioso e agora não terás acordo ou qualquer outra coisa, pois sua vida...

As palavras do mestre foram interrompidas por tiros que explodiram a cabeça de cinco strigoi. Uma sombra branca saltou e posicionou-se à frente de Klaus. Vincent virou e falou num misto do que seria um sorriso.


— Parceiro, Helena ainda esta vida, Eff idem. Temos uma nova integrante, Suzane. Eles estão resgatando nossa garota. Agora vamos acabar com isto, como eu disse anteriormente.


Vincent estava pronto para receber as coordenadas de Klaus, havia com ele granadas suficientes para explodir o local, irônico, pois caso usassem Vincent pereceria ali, mas talvez esta era a intenção do strigoi, enfim encontrar sua paz. Já fora reanimado tantas vezes que nem mesmo saberia pontuar quantas vezes.
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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   28.01.16 22:14

Klaus não havia visto outra opção diante de sua situação. O homem havia pensado pouco e sua resposta foi imediata ao mestre de todas aquelas criaturas. Agressivamente, Klaus saltou sobre o mestre com o ímpeto de uma fera, visando utilizar a granada que lhe restava para levar o mestre a morte e com aquilo todo aquele inferno junto com ele mas algo inesperado ocorreu. O mercenário alcançou a granada e quando estava prestes a utilizá-la acionando um pequeno botão em sua extremidade, sentiu algo firme segurar seu pulso e com isso ele se vira “ desarmado”. - Droga! Vociferou entredentes pouco antes de sentir seu corpo pender no ar por alguns instantes. Klaus atingira a parede e a força empregada de certa forma vez com que ele escorregasse em meio ao piso do lugar até enfim atingir a parede.


[ Klaus ]- ….. Sem qualquer palavra a dizer, Klaus apoiou uma das mãos no piso do lugar e tentou erguer-se lentamente. Não haviam mais granadas para que pudesse utilizar, exceto a arma que lhe fora conferida por Vincent, ao qual havia segurado firmemente, ainda que seu corpo fosse arremessado pelo mestre. - Eu não vou desistir. Já não tinha acordo desde o início e eu já falei pra ti que você não faz meu gênero... Dizia Klaus enquanto visava passar uma das mãos em sua própria face.


Fora quando isto ocorrera que cinco estampidos atraíram sua atenção seguido de cinco corpos de strigois no chão fazendo com que o homem procurasse rapidamente qualquer que fosse o foco daqueles disparos. Klaus sequer pôde conter o sorriso em sua face enquanto olhava para seu parceiro de outrora. - Vincent. O sorriso de Klaus pareceu aumentar gradativamente as boas notícias de Vincent e o homem tratou de caminhar em direção ao mesmo de maneira lentamente, mantendo a faca em uma das mãos.


[ Klaus ]- Essas são ótimas novas Vincent! Exclamou Klaus em bom humor apesar de estarem cercados. Gradativamente, Klaus começou a desvencilhar-se de seu sobretudo de couro. - Só que parceirinho, teu dia não vai ser hoje entende? Tu já fez bastante, sei lá, procura uma...ahn...strigoi gente boa pra ti ou transforma uma.. Dizia ele em tom jocoso a Vincent. - Tu sabe que eu sou imune a essas paradas ai né? Dizia Klaus tomando para si duas granadas. - Ae monstrengo... referiu-se ao mestre.- Eu não curto muito o gênero da monstrosexualidade se é que me entende mas vou conceder a você uma dança de despedida pode ser? Mas sem beijo tá beleza? Dizia Klaus acionando os dois botões das granadas, dessa vez os strigoi certamente pensariam 10x antes de tirarem a granada de sua mão. - Ae Vincent, tu vai pro elevador, eu cuido de tudo agora, tu já fez demais e como aquele babaca ali quer meu corpo então eu não sou descartável. VAI! Gritou Klaus visando arremessar uma das granadas em direção ao mestre e outra na direção das crianças strigoi, imediatamente se apossaria de mais duas granadas e então chutaria a “ bolsa, roupas “ ou qualquer recipiente em que Vincent as havia trazido em direção aos Strigoi e em sequência, arremessaria as duas granadas já acionadas em direção as novas. - Boom! Se eram explosivas ou apenas granadas de luz ( creio nesta segunda ), Klaus ficaria parado, apenas com a lâmina que lhe fora conferida em mãos e então correria em direção ao mestre, isto é, ao que tivesse sobrado dele. - Vamos dançar!
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Suzane
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   31.01.16 20:00

Suzane já não estava muito confiante no Eff, pensava ela que ele estava com um exercito ali para exterminar com os monstros, mas o que via era apenas um bando suicida sem muitas chances de sobrevivência. Eff já estava acabado assim que ela começou a andar em direção ao grito foi parada pelo Strigoi domesticado, ele falou que ela estava indo para a direção errada, e não contente ele demolia boa parte da parede abrindo caminho para salvar sua amiga cativa.

Não perdendo seu tempo a jovem seguiu Eff, já no corredor olhava para os lados observando todo o lugar para evitar surpresas, quando viu a moça presa desesperada num quarto deixou que o Eff ajudasse a mesma, sem falar nada andou em direção a criatura que se contorcia e sem hesitar  golpeou a cabeça da criatura inúmeras vezes com a faca até ela morrer de uma vez por todas, não queria levar um golpe de um Strigoi e terminar igual a parede. Assim que terminou com a barbaridade foi ajudar a soltar a moça.

-Eff, se já encontrou sua amiga pode leva-la até o carro, fique lá com ela e me espere, você já não tem mais condições de seguir ... Suzane estava com medo de seguir sozinha mas não tinha outra maneira , vendo que Eff  estava muito debilitado, ele apenas se tornaria um peso morto e a moça pelo visto não estava em condições de encarar aquelas criaturas novamente.

-Onde se encontra o tal de mestre, e como é o Klaus, gordo, baixo, magro...? Assim que libertasse a moça presa, já seguia para o buraco na parede, querendo ou não ela obrigou Eff a voltar para o carro com sua amiga.
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Helena 2
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   03.02.16 22:20


Não era possível, no meio daquele inferno um anjo veio me ajudar? Só podia ser obra de algo divino, mas seja lá de quem fosse a obra, só tinha a agradecer, afinal eu teria um tempo, como me livraria daquela corrente, não fazia ideia, mas me livraria.

Gritei novamente, num último esforço e fiquei apreensiva com oq eu poderia surgir pela porta. Não ouvia nada. De repente um rosto conhecido, era Eff. Acho que nunca fiquei tão feliz em ver um estranho em minha vida. Olhei para ele, como faria para me soltar? Respondi sua pergunta prontamente.

— Klaus está com o Mestre, tenho certeza. O cara loiro saiu daqui hipnotizado, pelo que Vincent nos contou, só o mestre faz isto. Como Vincent está?

Usando um pedaço de ferro fino Eff conseguiu liberar meus pulsos, agradeci alisando os mesmos. Uma garota chegou ao local, não sabia quem era, mas se estava com Eff possivelmente era uma sobrevivente. Não gostei do que ela disse.

— Não sei quem é você, mas uma coisa eu sei, não vou pra carro nenhum e se você está interessada em ajudar, vamos todos juntos ajudar Klaus e Vincent. Não quero perder mais amigos.

Sai do quarto asqueroso e peguei uma vela, procurava minhas roupas. Após um tempo eu as achei. Vesti e olhei para Eff.

— Tem mais granadas? Só me restou uma. Klaus esta no andar do mestre, ouvi algo como o Mestre está atrás do corpo dele. Eu tenho balas, mas só uma granada. Vamos terminar com isto, não aguento mais este fedor de sangue.

Caminhei para perto da porta, se iriam me seguir eu não sabia, mas ser a donzela salva é que eu não seria. Faria tudo para voltar a ver Klaus e Vincent.


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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   06.02.16 23:33



Klaus realmente não gostou da ideia de Vincent, mas o que movia o strigoi era algo que ia muito além da compreensão do homem sem face. Vincent segurava uma arma e nela havia balas fatais para seus semelhantes. O strigoi olhou para Klaus, antes deste começar seu show e falou.

— Você é um bom homem, obrigado.

Vincent fingiu acatar a ordem de Klaus e virou-se na direção do elevador, neste intervalo Klaus utilizou-se de sua granada de luz. O Mestre estava fraco, seu corpo estava debilitado ele precisava, urgentemente, do corpo de Klaus. Os anos o fizeram ficar forte demais, mas os danos sofridos ainda estragam sua carcaça. Aquele corpo já não mais suportava seu poder. A ação de Klaus foi brilhante, o que Klaus não percebeu foi que Vincent agiu na hora certa. O strigoi impediu que o Mestre desviasse da granada que foi arremessada por Klaus. A granada bateu no rosto do Mestre e estilhaços da mesma atingiram Vincent. O mestre urrou, mas ainda não estava morto. Seus comandados olharam para Klaus, mas nenhum deles foi até o Mestre. O urro de dor do ser repugnante enchia o lugar. O local encheu-se de strigoi. Vincent estava seriamente ferido, mas algo estranho acontecia, suas feridas pareciam curar-se. O que Vincent era realmente? Os strigoi foram para cima de Klaus, não o deixariam sair vivo dali. As crianças estavam mortas, mas parecia que todos os strigoi foram atraídos para o local onde estava Klaus e Vincent. Línguas enormes saltavam, não demoraria e Klaus seria tocado por uma delas.

Helena e Suzane

Após as palavras de Suzane, Eff encarou a garota, mas talvez esta não percebeu o olhar do homem devido a pouca luz. Eff levantou-se e esperou Helena se vestir, sorriu ao ouvir as palavras da garota e então tocou o ombro de Suzane de forma suave. Sua voz estava cansada, mas destemida.

— A arrogância é o caminho mais rápido para a queda.

O homem deu uma leve corridinha e emparelhou-se com Helena.

— Chegou a hora garota, vamos acabar com esta praga.

Sem aviso um arrastar de pernas foi ouvido. Um homem grande, negro, saiu da penumbra. Ainda não estava completamente transformado. Ele agarra as pernas de Suzane, sua voz sai com dificuldade.

— Mate-me, por favor, não quero ser um monstro, não quero...

Cabia a Suzane decidir o que fazer. Lembrando que strigoi só morrem se tiverem a cabeça separada do corpo.

Outros arrastares de pés foram ouvidos e algo assombroso aconteceu. Muitos strigoi começaram a sair dos cantos ocultos do enorme quarto, inclusive o recém formado que um dia foi o médico do senhor Balesteros, mas para a incredulidade de Helena, Eff e Suzane, eles não pretendiam atacá-los, seguiam como hipnotizados. Eff segurou o ante braço de Helena.

— Estão indo para o mestre, Klaus corre perigo, vamos.

Os strigoi subiam as escadas, estavam dez andares abaixo de onde estava Klaus, porém utilizavam atalhos estranhos, labirintos camuflados na parede. Não atacariam e agora Helena deve montar uma estratégia de ataque para resgatar Klaus, pois o homem estava cercado por muitos strigoi e mais estavam chegando. O Mestre estava seriamente ferido e isto era ainda mais perigoso para Klaus.
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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   07.02.16 13:01

As palavras de Klaus para Vincent foram certas, ele queria que seu aliado fosse imediatamente para o elevador dessa forma o deixando para trás. A resposta de Vincent fez com que Klaus arqueasse uma sobrancelha, ao menos, era o que ele faria se tivesse uma no entanto, o homem simplesmente suspirou e então decidiu agir, arremessando algumas granadas em direção as crianças e chutando com toda a força que tinha a “bolsa/roupas” em direção ao maior grupo de strigois. Em sequência, ainda acometido pelo ímpeto o homem acionou duas granadas e as arremessou em direção a bolsa só então arremessando uma última granada na direção do mestre, no entanto, para sua clara surpresa, já havendo acionado o botão, Vincent permaneceu próximo do Mestre impedindo que ele se locomovesse.


[ Klaus ]- VINCENT! Gritou Klaus enquanto o urro repudiante preencheu o lugar e mais sons puderam ser escutados. Strigoi se aproximando. - Vincent seu maluco sai daqui! Gritou uma segunda vez quando notou o primeiro strigou aproximar-se de si. Imediatamente Klaus visou inclinar-se e manter a lâmina da adaga que lhe fora conferida com a parte cortante para baixo, segurando-a então de maneira inversa visando desferir um potente golpe de baixo para cima e então, aproveitando o ímpeto visaria descer a mesma adaga na direção inversa, em suas costas para um novo strigoi que deveria estar se aproximando. Certamente os ferimentos não os matariam mas como era a única coisa capaz de matá-los, também seria capaz de feri-los e fazer com que recuassem.


Um olhar de soslaio e Klaus pôde notar que Vincent estava bem e vivo, seus ferimentos pareciam diminuir, ao menos, a distância que Klaus estava achou que estavam, no entanto, não poderia atrelar-se apenas a observar o amigo sendo curado, agora era sua vez de sobreviver ali, o mestre não parecia dar mais trabalho mas ele ainda se mechia e seu urro fazia com que aqueles strigois cada vez mais preenchessem o lugar. “ Tenho que agir rápido “, pensou Klaus decidindo balançar a adaga que havia ganho de Vincent como quem balançava uma grande espada, ele não se importava de acertar seus inimigos em meio ao processo mas enquanto fazia isso tentava localizar onde estaria o mestre, se estaria inclinado, se estaria parado, mas uma coisa era certa, ele estaria gritando. A cada golpe desferido por Klaus a esmo visando atingir seus oponentes, ele próprio grunhia graças ao esforço que fazia mas caso caísse ali, certamente havia tempo para uma última piada e uma última ação.


[ Klaus ]- Ficou sem palavras? Rugiu Klaus quase que bestialmente enquanto visava correr em direção ao mestre. Ele visava alternar a adaga entre uma mão e outra desferindo golpes aleatórios e por vezes descoordenados, visando apenas afastar os strigois que estariam em seu encalço. Certamente não havia como chegar perto o suficiente do mestre mas havia alguém que podia. Klaus esboçou um breve sorriso, o melhor que tinha e então inflou ar para seus pulmões e prendeu a respiração, isso faria com que ele tremesse menos. Estreitou sua visão e deixou que um pouco de ar escapasse de seus pulmões, ainda que ambos ansiassem por ar pela breve corrida que Klaus iniciara ele visou jogar a adaga pra cima a uma curta distância e segurar a mesma pela lâmina e então, arremessou-a em direção ao mestre visando atingi-lo na altura da traquéia. - VINCENT! DESCULPA AI MESTRE, NÃO CURTO ORGIA NÃO!  Vociferou o homem então referindo-se a quantidade de strigois que haviam ainda ali, dessa vez Klaus usaria somente os punhos, decidindo virar seu corpo e desferir um golpe de punhos cerrados no queixo de um dos strigois próximos.
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Suzane
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   08.02.16 13:39

Suzane não entendia muito bem o que estava acontecendo, ela achou que a mulher estava em perigo e debilitada como Eff. Mas pelo visto foi apenas um susto do momento. A jovem apenas sorria com o que Eff comentava ao tocar em seu ombro, ela gostava de ser tratada como uma pessoa normal. Suzane não respondia a ambos estava cansada demais para algum tipo de discussão e não queria mais convence-los a desistir e ficar no carro esperando. 

Quando foi seguir a dupla alguém a agarrava nas pernas era um infectado, mais outro, quando aquilo iria acabar realmente, sem pensar demais na situação em que se encontrava, Suzane pegava a granada que tinha ganhado do Eff, quando se livrou do infectado ela entregava a granada e pedia para ele colocar a mesma na boca e tirar o pino da granada, era algo simples e fácil de se fazer. Ele não queria virar um monstro, pois bem ele mesmo que se mate.

O que Suzane viu depois que se afastou do infectado e seguiria a dupla, foi algo digno de filmes de zumbi, Ela ficou observando alguns strigoi andando pelo corredor seguindo para um caminho qualquer, a jovem se mantinha na defensiva esperando ser atacada à qualquer momento, com sua faca em mãos ela imaginava a ironia do momento.

Sorrindo em meio aquela bizarrice toda ela ainda pensava "Faz muito tempo que não jogo Resident Evil 2 só com a faca, mas se tivesse que imitar algo seria o Resident Evil 1" em meio aquilo tudo ela parava de escolher o modelo de jogo e perguntava para o Eff, qual era a forma de contagio daquelas criaturas. 
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   10.02.16 15:02


Aquilo parecia estar próximo do fim, mas eu não tinha tanta certeza, depois de tudo o que vivi nada me passava confiança, apenas Klaus, tinha que vê-lo, saber se ele estava bem. Foi então que o arrastar de pés típico dos strigoi me colocou em alerta máximo, segurei uma granada com uma mão e com a outra um revolver, estava pronta para agir, mas Eff me diz algo surpreendente. Forço os olhos e percebo, realmente, eles pareciam não nos enxergar, pareciam hipnotizados. Olhei para Eff e perguntei com seriedade.


— Eles são tipo uma força tarefa? Ajuda extra, é isto?

Continuei a caminhar e a seguir as criaturas. Usavam atalhos e aquilo parecia cortar um vasto caminho dentro daquela edificação. As vezes eu olhava para trás para ter certeza que Eff estava comigo.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   11.02.16 0:23




Eff respondeu prontamente a pergunta feita por Suzane antes de seguir bem de perto Helena.

— Eles introduzem vermes em seu corpo e estes crescem e viram estas coisas que você já viu de perto. A língua tem muito deles, se quiser jogue luz ultravioleta e vera como gostam do corpo humano.

Já ao lado de Helena Eff respondeu sua pergunta também.

— Sim, é uma força tarefa, a união traz a vitória.

Eff e Helena continuavam a seguir os strigoi, Suzane havia ficado para trás, pois fora impedida de seguir com ambos pelo que um dia fora o pai de Megan. O apelo do homem não comoveu, em nada, a garota. Suzane deixou o homem a mercê de sua sorte, porém este foi um grande erro.

O tempo que Suzane levou para agir de forma fria, foi o tempo que faltava para ele terminar sua transformação. Quando a garota virou de costas os olhos do homem brilharam num vermelho intenso.


No mesmo instante um dos strigoi que seguia caminho rumo ao mestre virou o rosto para Suzane, o ataque foi rápido e sem espaço para Suzane reagir. A língua da criatura encaixou-se com perfeição no pescoço de Suzane.

Eff andava bem próximo de Helena e ao virar para trás disse baixo.

— Helena, Suzane não está nos acompanhando, será que aconteceu alguma coisa?

Antes que Helena pudesse dizer alguma coisa, dois strigoi que estavam um pouco a frente se viraram. Olhos vermelho intenso encararam Eff e Helena. A recusa de Suzane em matar o homem que pediu socorro alertou ao mestre da presença de Eff, grande inimigo do Mestre. Ele o queria para si, ele mesmo o queria transformar. Agora muitos strigoi voltavam, agora o alvo era Helena e Eff. Suzane não tinha muito o que ser feito, pois fora infectada pela praga. Restava-lhe apenas a morte, talvez sua sorte mudasse, se Klaus conseguisse destruir o mestre, talvez Suzane voltasse ao seu normal, mas tudo dependia de Klaus ser bem sucedido contra o mestre.

Klaus

O homem agiu de forma brilhante. A adaga seguiu seu curso com maestria, perfeição e alojou-se na traqueia do mestre, não houve urro, mas algo muito estranho aconteceu. As criaturas que não foram acertadas por Klaus e Vincent paralisaram-se e juntaram-se ao mestre. Colocavam suas línguas no corpo deste e se olhassem direito veriam algo branco combrir o mestre. Não tocavam onde estava adaga. Vincent, já completamente curado olhou Klaus e falou.

— Precisa matar o que está dentro, precisa tirar dele, precisa me libertar. Não quero mais renascer, quero viver.

A mensagem era clara, Klaus tinha que separar a cabeça do corpo do mestre, precisava da espada que estava com Eff, mas onde estava Eff? Os strigoi que atacavam Helena, Eff e Suzane ficaram paralisados, não saiam do lugar, mas suas língua soltavam a gosma branca. Se olhassem com luz ultravioleta, veriam os muitos vermes que andavam pelo chão, seguiam para onde estava o mestre. Ele estava se curando e Helena e Eff não tinham muito tempo. Suzane tinha o pescoço sujo de sangue, mas o mais bizarro era que os vermes que deveriam estar consumindo seu sangue para transformá-la, estava saindo de seu corpo. Do ferimento muitos deles escorregavam e andavam por suas pernas e braços até alcançarem o chão. Talvez ainda havia forma de salvar a garota.
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Suzane
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   11.02.16 23:21

 Suzane foi pega de surpresa pelo infectado e agora estava infectada comprovando o que Eff acabava de comentar, que ironia era uma pergunta e não uma amostra grátis de como ser infectada. Machucada no pescoço ela manteve o foco na situação realmente estava em perigo, ela não era uma pessoa que se entregava fácil ou desistia da vida, qualquer oportunidade era valida, tinha um espirito inabalável na verdade não sabia se tinha alma, já que foi criada e modificada geneticamente em laboratório era difícil saber se era igual aos outros.

 A jovem percebeu que estava sozinha, fez uso de sua maldição sem se preocupar por fim querendo ou não já estava condenada por toda aquela nojeira, Suzane pegava na língua da criatura, sem perder seu tempo antes de ser completamente consumida em desespero pela infecção, ela pensava que o contagio se dava por milésimos de segundos ou com sorte alguns segundos quem sabe, o mais nojento era ver aquela coisa saindo de seu machucado, quando viu aquilo envolveu seu corpo com eletricidade e à manteria numa intensidade de 13. 800 Volts o necessário para matar qualquer ser e desintegrar aqueles vermes que estavam dentro e fora do seu corpo ou expulsa-los, acredite aquilo virou algo pessoal, sem contar que era muito bizarro, usaria o dobro ou triplo da energia inicial se preciso.  

 Quanto ao infectado a sua frente ela apenas despendia uma grande descarga elétrica centrada no strigoi, com aquela quantidade absurda de energia queria destruir o corpo por completo do monstro, cortar só a cabeça não bastava naquele momento, mas tomaria o devido cuidado para não expandir demais a eletricidade e afetar outras áreas do prédio desnecessariamente comprometendo a estrutura do lugar acredite um ponto em especial da estrutura seria útil se conseguisse sair daquele momento de descuido.
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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   13.02.16 17:55

Klaus havia segurado sua respiração por breves instantes com a finalidade de que antes de arremessar a adaga que lhe fora conferida por Vincent não errasse seu destino e assim o fez, resolvendo mirar na traquéia do que parecia ser o mestre de todas aquelas abominações. No entanto, nenhum urro e então Klaus preparava-se para atracar-se com o primeiro Strigoi que viesse em sua direção, fechando seus punhos e enrijecendo seu corpo, não seria uma batalha fácil. O homem então estreitou seus olhos e algo realmente estranho havia acontecido.




[ Klaus ]- Ahn? Estranhou Klaus apenas acompanhando uma quantidade significativa de Strigois aproximarem-se de seu mestre, projetando suas línguas pra fora e então chegando ao corpo do mestre. Ele estreitou ainda mais seus olhos no intuito de ver o que ocorria e algo semelhante a uma substância branqueada parecia começar a encobrir o corpo do mesmo mas fora quando isto ocorrera que Vincent se manifestou atraindo a atenção de Klaus.


“ Renascer? Tirar dele? Libertar? “ pensou Klaus encarando Vincent com uma expressão minimamente indecifrável. Fora só então que lembrou-se da espada que havia ficado com Eff, no entanto, onde ele estaria? Klaus ergueu uma das mãos levando até seu crânio, passando a mão ali de maneira suave. - O que exatamente está dentro dele Vincent? Indagou Klaus. Ele entendia que o mestre estava ao menos naquele momento fora de combate mas ainda assim, o que precisaria ser retirado dele? Algum artefato ou algo que perpetuasse sua vida? E com qual motivo Vincent renasceria? Toda aquela cidade estava condenada mas será que exatamente todos os Strigoi haviam parado de atacar? Klaus não sabia dizer, apenas limitou-se  a fazer uma nova pergunta a Vincent. - Você disse que Helena estava bem e uma nova pessoa havia se juntado ao grupo, você lembra em qual lugar o trio estava?


Klaus aguardaria ao menos uma previsão de Vincent. Não teria como sair vasculhando um prédio daquele tamanho sem ter ao menos um andar para começar. Se ele tivesse um ponto inicial imediatamente seguiria para o elevador do lugar, se ainda houvesse energia naquele andar após as explosões das granadas, certamente seria mais fácil para Klaus restringir a área de procura e com os Strigois parados seria mais fácil mas uma questão era clara, por quanto tempo ficariam parados?
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   21.02.16 19:37


As palavras de Eff me alcançaram, iria sugerir que voltássemos para nos certificar que a tal Suzane estava bem, acreditava que sim, pois ela se mostrou bem senhora de si quando me resgatou, mas não era certo nos abandonarmos, porém, não pude levar meu plano adiante, pois o strigoi que eu seguia infelizmente notou minha presença. Os olhos dele estavam diferente e olhei para Eff assustada. Tirei a arma da coxa e disparei no meio da cabeça dele, lembrei que Eff estava com a espada que antes esteve com Questão.


— Eff, o que faremos? Precisamos chegar até Klaus, imediatamente e também precisamos ver como está Suzane, o que faremos?

Eu estava sem ação, toda aminha valentia havia se perdido após ver os olhos daquela criatura horrenda.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   11.03.16 0:30



Um estranho avião pousou na cidade de Manhattan e com ele um mal se instalou na cidade. Muitos moradores foram isolados e quase todos foram transmutados em criaturas que eram uma mistura de zumbis com vampiros. Parecia ser o fim, porém um pedido de socorro foi enviado e cinco pessoas atenderam este chamado, das cinco, restaram apenas duas e em meio a este caos uma nova sobrevivente apareceu, assim como um misterioso infectologista e uma garota. Além disto, alguém impensável tornou-se aliado dos forasteiros. Megan, a menina que sonhou rever o pai, foi morta na frente de Klaus, um dos que prometeu ajudar Vincent, a misteriosa criatura que, apesar de ser um vampiro zumbi, está ao lado dos forasteiros.

Klaus

Klaus como sempre deu tudo de si, mas ele parecia confuso e desconfiado, talvez Vincent estivesse sendo muito obtuso. Após a pergunta de Klaus, Vincent o encarou, seus olhos estavam vermelho sangue e ele parecia nervoso. Os olhos de Vincent brilhava como os olhos dos gatos e ele então falou ofegante com Klaus.

— O mestre apenas usa a carcaça, o mestre não é suportável aos olhos, ele está ferido. Rasque a garganta dele, verá o que digo.

Klaus usando a pequena faca que tinha em mãos rasgou a garganta do mestre, algo que lembrava uma cobra virada ao contrario, só que bem grossa, saiu do loca e caiu no chão, estava frágil e se contorcia. A coisa tentava se refugiar de volta ao corpo, mas sabia que não era possível. Klaus notou os muitos vermes que circundavam a coisa e uma onda de lamúrias encheu o lugar. Vincent olhou novamente para Klaus e então falou.

— Isto precisa morrer, antes de ficar forte novamente, vou buscar a espada.

Vincent saiu como se obedecesse uma ordem, ele seguiu as larvas, sabia que assim chegaria até onde estava Helena e Eff, mas ainda estariam vivos? Algo lutava dentro de Vincent, ele tinha que ser forte, seria capaz de suportar a servidão impostas por tantos anos? Caso não, Helena e Eff corriam perigo.

Helena

O tiro de Helena acertou em cheio e Eff entrou em ação com sua espada, porém não foi preciso continuarem a combater as criaturas, um assobio longo encheu o lugar e as criaturas ficaram estáticas, o que havia acontecido? Vincent surge no final do corredor e sua voz sai pesada, ele parecia outra pessoa.

— Klaus....precisa..da espada, me sigam, mas tomem cuidado, pois estou me controlando para não os atacar.

O pedido de Vincent era claro e após alguns minutos estavam onde estava Klaus. Eff viu a criatura se contorcendo no chão, cada larva que ele consumia ele ficava maior e mais forte, não faltava muito para ele ter forças para tomar outro corpo. Eff jogou a espada para Klaus e foi neste momento que Vincent urrou alto, como um louco. Ele agarrou Helena e a apertou contra o corpo, olhou Klaus e falou ameaçador.

— Se o matar, eu a mato, você escolhe.

Ao mesmo tempo que disse isto, Vincent falou de volta.

— Faça o que for preciso, não dê ouvidos a eles, faça agora!

O que Klaus fará? Suzane conseguira suportar a situação que gerou para si? Saberemos assim que responderem!
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   14.03.16 7:49


O tirou brilhou e a vida, ou seja, lá o que aquelas criaturas tinham, deixou seu corpos, mas havia muitos ainda. Eff agiu de uma forma que eu ainda não tinha visto, sorri de canto e voltei ao combate, porém algo paralisou as criaturas e o dono da ação se fez presente, Vincent, ele estava de volta. Parece loucura, mas minha vontade foi abraçá-lo, porém o aviso de Vincent fez eu me retrair, olhei Eff e, como não tínhamos tempo para perguntas segui-o, na esperança de enfim ver Klaus.

Ao chegarmos onde estava Klaus e Eff lhe jogar a espada, meu intuito foi aproximar-me para ajudá-lo acabar com a criatura asquerosa que se movia no chão, porém Vincent, aparentemente, havia perdido o controle de seu corpo e, como sempre, era eu a vítima, mas desta vez eu não ia deixar barato. Ele prendia-me contra seu corpo, mas as vezes deixava os braços mais folgados e foi numa destas que não dei mole, peguei meu revolver e atirei, intuito acertar seu pé, mas não tinha certeza se conseguiria tal feito. As criaturas estáticas ao redor faziam aquele cenário ficar mais horrendo ainda. Olhei na direção de Klaus e falei com entusiasmo.

— Não se preocupe comigo, sei me virar, Eff me ajuda, acabe com esta porcaria, agora!


Meu coração estava acelerado, parecia que ia sair pela boca, mas não teríamos outra chance como aquela.
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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   14.03.16 17:11

Klaus e Vincent pareciam combinar a próxima ação a se tomar, no entanto, a clima naquele lugar aparentava tornar-se cada vez mais sombrio. Os strigoi permanecia estáticos, inertes e Vincent ainda possuía força o suficiente para falar e movimentar-se, no entanto, seus olhos se encontraram com os de Klaus que pôde notar o aspecto ferino nos olhos de seu parceiro, ainda que estivesse com uma considerável fadiga. - O mestre não é suportável aos olhos? Repetiu como uma indagação enquanto tentava compreender o que Vincent havia dito, no entanto, as palavras do homem em sequência fariam com que Klaus retirasse de suas vestes uma pequena faca que havia consigo e então, de maneira hesitante visou aproximar-se da criatura que parecia debater-se pouco a pouco.



Klaus segurou a faca com uma das mãos e com a outra, pressionou a parte não lâminada para dar mais firmeza ao corte e entender o que Vincent estava falando. Seus olhos se estamparam gradativamente conforme pôde contemplar uma silhueta semelhante a um apêndice no interior do que viria a ser o mestre. O cheiro que havia emanado da criatura era terrível e fez com que Klaus recuasse alguns passos, colocando as costas de seu braço próximo a boca, ou ao que viria a ser seus lábios e mandíbula.  O apêndice que escapou da criatura parecia frágil e de certo encolhido, um organismo completamente diferente do que Klaus pensava ser. O mercenário visou então, quando notara que a criatura parecia buscar o refúgio de sua casca, erguer uma das botas e pisar na extremidade da criatura para que esta não escapasse. - hehe...eu disse que não podia beijo de língua no primeiro encontro e você me aparece um negócio desse tamanho? Disse Klaus com um certo sarcasmo, no entanto, assim que deu por si referente a partida de Vincent, como se sua ficha tivesse caído, ele estava parado em meio a um cômodo destruído com inúmeras criaturas circundando-o. Era no mínimo aterrador.





“ Droga Vincent...talvez não fosse uma boa ideia....afinal de contas ficar sozinho”. Pensou Klaus enquanto decidia aguardar o retorno de seu parceiro. Será que os outros estariam bem?



Não demorou muito para que Klaus avistasse os demais companheiros, Vincent, Helena e Eff. - E ai pessoal! Exclamou Klaus visivelmente alegre por ter reencontrado o grupo. - Helena! Você tá bem? Indagou ele em sequência, no entanto, não havia tempo para propagar o diálogo. Eff jogou-lhe a espada e então o mercenário visou pegá-la rapidamente porém, pouco antes que pudesse tomar alguma atitude, as palavras de Vincent o alcançaram, o mestre havia enfim assumido o controle? - Vincent, cara, larga ela, tu não é desses bichos não, só sai daqui caramba! Vociferou Klaus enquanto direcionava o olhar em direção a estranha criatura. Rapidamente, Klaus visaria cravar a espada na criatura após visar pisar com o outro pé na outra extremidade da criatura e rasgá-la ao meio se fosse preciso.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   22.03.16 21:36

Bom, já que a Suzane não vai postar, aguardem a atualização, obrigada Helena e Klaus.
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Suzane
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   25.03.16 11:18

Não tinha muito oque fazer no momento, além de tentar fazer o que estava fazendo, ela apenas cuidou para não expandir a eletricidade até o teto  não tinha reparado se aquela estrutura tinha algum sistema de segurança contra incêndio, e o que ela menos queria era tomar um banho manifestando sua maldição, acredite aquilo seria muito descuido de sua parte, sem contar que realmente a deixaria muito vulnerável sem sua maldição.
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