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 Quarentena

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MensagemAssunto: Re: Quarentena   31.07.15 1:35

O grupo seguiu para dentro do bunker. Eles estariam, em tese, mais seguros lá dentro. Após descerem alguns degraus, depararam-se com uma figura um pouco assustadora no vidro. Klaus reconheceu, relatando que este era de confiança. O grupo não discordou, apagando as luzes para que este pudesse juntar-se a estes. Não se formou um breu total, mas uma penumbra bem escura, capaz de cada um ver ou sentir a presença do outro.

O susto anterior não seria nada se comparado ao que viria a seguir. Sons de passos e arrastar de móveis davam àquele momento um verdadeiro tom de filme de terror à cena. Questão armou-se com sua bengala-espada e a faca que empunhava na outra mão. Perguntou-se internamente se Vicent referia-se à arma que estava em seu domínio. De qualquer forma, não expôs seus pensamentos naquele momento, dado o clima tenso em que se encontravam.

As criaturas apareceram. Questão preocupou-se com Megan, pois esta era humana e, pelo que sabia, não era capaz de defender-se. Pelo menos, não a uma situação como aquela. Mas tranquilizou-se quando viu que Vicent a colocara em segurança. De supetão, o vigilante mascarado desferiu golpes contra quantas criaturas pôde. Acertou duas ou três, mas sabia que aquilo era inútil e que em breve todos eles pereceriam. Foi neste instante que ouviu o comunicado do aliado, para acender as luzes.

De fato, o acender da luz ultravioleta seria muito mais eficaz do que as armas brancas, embora estas sejam revestidas de um material eficaz contra as aberrações. Mas não tinham noção de quantas elas eram, podendo aquela quantidade considerável tratar-se de um pequeno comitê de boas vindas. O fato de que Vincent também era um deles passou pela sua cabeça, no sentido de que ao entrar em contato com a luz também pereceria. Mas isto não poderia o impedir. Talvez o sacrifício do ser fosse necessário.

Sem pestanejar, Vic Sage rumou para a parede onde continha um disjuntor, daqueles antigos onde há uma espécie de cano para ser puxado para cima ou para baixo. Ao trocar a posição do mesmo, Questão esperava que as luzes fossem acesas, e posteriormente, todas as criaturas fossem “incineradas” ou algo do gênero. Talvez Vicent tivesse algum tipo de resistência graças à roupa que usava, quem sabe? De toda forma, caso obtivesse êxito em sua investida, os heróis (poderiam ser chamados assim, afinal) sairiam vivos, incluindo Klaus, que não precisaria tirar a própria vida em razão da sobrevivência do grupo.

Cabe ressaltar que a possível morte de Vicent acarretaria sérios danos à trupe, pois perderiam o seu guia naquele local. Mas estavam na posse do livro achado por Megan, e na companhia da própria jovem, que era moradora do lugar e testemunhar ocular dos últimos acontecimentos.

(Não quero atrapalhar a ação de Klaus. Caso este realmente queira suicidar-se ou a narradora tenha outros planos, entrem em contato comigo para que eu modifique o post).
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   31.07.15 23:10


Olhei para Klaus, mas não disse nada, não tinha como argumentar, geralmente eu mesma salvo minha vida. Megan explorou o lugar com curiosidade e se assustou ao ver a criatura bem perto do vidro, mas confesso que ele era diferente. Com a chegada dele os barulhos aumentaram e ouvimos alguém da ordem, quem seria este? Olhei para Questão quando ouvi a coisa falar sobre espada, mas mantive meu silencio. Logo o salvador de Klaus mostroua que veio, sua agilidade em acabar com uam criatura foi formidável e neste instante acabei crendo nele, afinal ele decepou um iguala si. O homem sugere que apaguemos a luz ultravioleta, Questão vai até o lugar, mas apaga também a luz normal, ficamos em breu profundo, mas Vicent parecia acostumado a estas situações adversas.

O estrondo da porta vindo ao chão me assusta, mas me assustei menos porque estava no escuro. Como minha retina já havia se acostumado ao escuro, pude ver Vicent proteger Megan, e soltei o ar. As pessoas fazem coisas estranhas quando decidem ajudar umas as outras. Vicent sugere que acendemos a luzes, elas são mortais para ele, Klaus se entrega como um petisco e Questão acende as luzes, eu não tinha muito o que fazer, mas iria agir. Corri e empurrei Vicent pela janela assim como Megan.


Torcia para as janelas seem de madeira e cederem ao nosso peso. Segurava apenas o livro, não tinha arma em meu poder, mas não iria permitir que o nosso guia morresse. Torcia para tudo dar certo.


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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   02.08.15 22:29




Muitas das criaturas foram mortas e ninguém se feriu, porém Vicent não esperava a ação de Klaus. Assim que Questão acendeu as luzes, uma parte do braço do homem queimou, seu urro pode ser ouvido. Helena agiu de forma irresponsável, sua ação fez com que Megan e Vicent atravessassem a janela. Megan sofreu alguns cortes nas costas e Vicent levantou-se com agilidade e manteve a garota atrás de si. Haviam muitos strigoi do lado de fora. Vicent colocou uma arma especial na mão de Megan. Ela atirava uma espécie de laser ultravioleta, o strigoi falou com a  menina.

- Mire a cabeça.

Assim Megan e Vicent destruiu todos que estavam no local, era um beco que tinha uma enorme porta de aço em uma das paredes.
Questão, Klaus e Helena chegaram em seguida, Vicent olhou para eles e disse.

- Vocês pegam as armas de manhã, vão precisa delas, muito.  Agora precisamos ir, sigam-me.

Mais strigoi  se aproximavam, Vicent os guiou pelo corredor. Abriu a enorme porta de ferro. Um cheiro típico de bebida chegou até a narina de todos, estavam numa espécie de dispensa de bar. Muitos barris. Vicent habilmente acendeu aluz e puderam ver o lugar com mais calma. Muitos barris, garrfas de bebidas destiladas e um balcão de inox. Vicent mexeu numa curiosa engrenagem na parede e uma porta se mostrou. O homem olhou para eles e disse.

- Esta porta os levará ao metro. O mestre traidor trocara de vestimenta. Precisam adentrar o edifício Balesteros e pegarem o senhor Balesteros, isto não pode acontecer. As pessoas na balsa, elas ainda precisam de ajuda.

Vicent olhou para os três, mas seu olhar se demorou em Klaus que estava ferido. O strigoi se segurava e por isto falou afastando-se.


- Não precisa se ferir para expor seu sangue, sentimos ele vivo nas veias. O barulho nos desperta. Se não se moverem bruscamente, podem andar entre nós que somos incapazes de vê-lo. Deixá-los-ei sozinhos para que decidam o que fazer.

Vicent não contou aos três algo muito importante, mas não foi por maldade, ele realmente precisava de ajuda. Do lado de fora socos eram desferidos nas portas, seria assim a noite toda. Tinahm liberdade para fazerem o que quisessem.
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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   07.08.15 13:11

Um considerável tiroteio parecia ter se dado inicio naquele pequeno bunker ao qual todos haviam se refugiado, Klaus, por sua vez, havia tentado assumir uma postura verdadeiramente suicida para que a missão fosse bem sucedida, ainda que, muitas pessoas precisassem de ajuda, a atitude insana de Klaus era para justificar algo claro, sua aparência de volta. O que Vicent havia lhe dito quando ambos se encontraram motivava Klaus ainda mais, visto que, embora a aparência totalmente diferente que possuía, o homem já havia participado de inúmeras batalhas e talvez um comportamento suicida fosse o mais sensato naquele momento, ao qual Klaus havia se ferido para que até então o grupo tivesse alguma chance de sobrevivência sem sacrificar a peça-chave daquela confusão toda, Vicent.


Não demorou muito para que em meio a confusão, Klaus avistasse Vicent e Megan serem arremessados para o lado de fora do lugar, fazendo com que o homem, visando disparar alguns de seus projéteis em direção aos strigoi fosse ao parapeito do lugar, visando ver se ambos estavam bem após o ocorrido. Klaus tentou utilizar-se de uma pistola comum para atingir as criaturas que estavam um pouco mais distantes de Vicent, mesmo sabendo que não as pararia completamente porém, um atraso significativo certamente traria sobrevivência a dupla afinal, todos deveriam ajudar.


Gradativamente, o volume do “ primeiro “ ataque parecia diminuir e então, Klaus indagou todos próximo a ele. – Todos estão bem? Disse enquanto segurava o ferimento causado em seu braço, recolhendo uma parte de seu sobretudo até a parte cortada, o abotoando. Ainda que a face do homem fosse desfigurada deixando os ossos a mostra, o resto de seu corpo não era da mesma forma fazendo com que o simples abotoar de seu sobretudo deixasse firme a parte ferida. – Eu vou ficar bem mas acho que agora sou uma espécie de chamariz para essas criaturas... hehehe Disse Klaus enquanto visava deslocar-se a posição de Vicent e Megan.


[ Klaus ]- Vocês dois estão bem? Indagou o homem mais uma vez. – Será que aquelas criaturas não vão levar as armas enquanto estivermos fora? Disse Klaus enquanto visava seguir o homem apressadamente, observando-o então abrir uma grande porta de ferro fazendo com que um odor típico e já conhecido por Klaus invadisse suas narinas. Klaus avançou mas não antes de observar de maneira rápida um pequeno barril certamente já tendo ciência do conteúdo do mesmo, o homem tomou-o para si.  – Essa belezinha vai me ajudar a passar a noite. Disse enquanto avançava ainda mais com o grupo. Klaus permaneceu em silêncio, escutando as palavras de Vicent, porém ainda de forma mais atenta quando estas foram direcionadas e ele. – hehe...sabe como é...precisava dar um jeito nas coisas mas nem precisou, daqui um tempinho estará melhor...pelo jeito isso também deve afetar você também não é parceiro? Fica tranquilo que eu estou do seu lado e assim que tiver fácil pra fechar isso aqui eu fecho, mas aguenta mais um pouquinho. Klaus não era tolo, sabia das condições de se ferir e sabia que poderia afetar seu companheiro, no entanto, assim como ele era diferente das criaturas talvez fosse capaz de se segurar.


[ Klaus ]- Vicent, o que acha de irmos a balsa? O que vocês acham? Acho que eu e o Vicent aqui estamos marcados de alguma forma, ele por ser um “ traidor “ dessa ordem maluca e eu por estar ferido, por uma babaquice minha é claro, to achando que se eu andar com vocês vai dar muito problema.
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   08.08.15 20:45

- Não foi babaquice. Você foi muito corajoso, na verdade. – Disse para Klaus. - E desculpe por ter acendido as luzes, Vincent. Mas foi preciso naquele momento.

Parou por um breve instante, ouvindo o que foi dito posteriormente sobre qual posicionamento deveriam tomar.

- Acredito que devemos rumar para a balsa... Só chegamos até aqui por causa do comunicado inicial que recebemos destes.

Caso Helena e Vincent também concordassem, junto de Megan, o pequeno grupo provavelmente se deslocaria até a estação do metrô. Não sabiam como seria, mais provavelmente ou estaria deserta ou repleta daquelas pessoas “desanimadas” que encontraram acima na cidade. Esperava que não encontrassem problemas, mas estava preparado para caso precisasse defender a si e os outros que estavam consigo.  

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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   09.08.15 23:45


No final das contas, entre mortos e feridos, tudo saiu muito bem. Vicent se mostrou realmente um aliado. Após seguirmos com o mesmo para o local indicado, observei atentamente o lugar e suspirei, no fundo eu estava com fome, mas não falei nada. Aproximei-me de Klaus e perguntei baixo.

- Posso ajudar de alguma forma? Tenho antisséptico e uma faixa aqui comigo, sempre carrego isto.


Olhei para Megan e sorri, ela parecia estar muito bem. Enquanto aguardava a resposta de Klaus, refleti sobre o que falou Questão. Ele tinha razão, tínhamos um resgate a fazer. Olhei para Klaus, Vicent, Questão e Megan.



- Sou a favor de irmos até a balsa sim, mas devemos esperar o dia raiar, irmos até lá sob o sol, estamos no outono, ele não dura muito. Pelo mapa estamos próximo de lá. De manhã pegamos as armas, o carro e vamos juntos, separar só vai facilitar a conquista, o que acham?

Eu estava com muita fome, mas não fazia ideia e de onde ou como buscar comida. Não ia conseguir dormir sentindo tanta fome.

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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   16.08.15 21:52



Klaus, Helena, Megan e Questão haviam experimentado uma noite barulhenta, porém Vicent os vigiou a noite toda, todos conseguiram cochilar. O Sol demorou a brindar Manhattan com sua cálida luminosidade, mas Vicent estava de olho e quando os raios tocaram se mostraram através das frestas da porta, todos acordaram. Vicent estava recuado no escuro, observou Klaus então disse.

- Seguirei pelos trilhos do metrô, quando anoitecer retorno, diga a Megan que tome cuidado.

O homem desapareceu nas sombras. Megan foi a última a acordar e após um café da manhã improvisado com pães endurecidos e chá de hortelã, seguiram para a entrada da loja. Haviam muitos corpos de criaturas pelo chão, o estranho é que não havia mosquitos sobrevoando o mesmo e podiam notar que aqueles que eram tocados pelo sol, mesmo após terem suas cabeças separadas do corpo, estavam enegrecidos, queimados e se caso tivessem curiosidade, veriam que ao serem tocados viravam pó. A loja estava completamente revirada e havia muita gosma no chão. Muitas luzes foram quebradas, mas ainda havia muitas luzes ultravioleta à disposição do quarteto. Megan estava apreensiva e segurava firme a arma que Vicent lhe deu, era uma arma curiosa. Após pegarem todas as armas seguiram de carro até a famosa balsa de Manhattan, fazia um frio remoto. Ao chegarem a estação perceberam a balsa imóvel no porto, tudo estava escuro lá dentro e pela posição, o Sol tocava completamente a balsa, mas com certeza lá dentro não estaria tão iluminado. Klaus seguiu na frente, após este vinha Megan, logo após Helena e por último Questão. Estavam todos apreensivos. Ao pisarem na balsa não ouviram ou viram nada, não havia sinal de luta ou corpos de criaturas. Lá dentro, se dividiram. Cada um levava uma arma. Enquanto um deles explorava a parte mais escura ouviu alguma coisa, rapidamente alertou aos outros e então juntos, desceram uma escada que dava acesso ao subsolo da balsa, lá embaixo a terrível descoberta. O subsolo estava tomado de criaturas que pareciam estar em estado de hibernação. Moviam-se de maneira estranha. Todos ficaram estarrecidos ao vislumbrarem a cena, semq eu percebessem um homem aproximou-se deles, por trás, apontou uma arma para a nuca de Megan e falou baixo.

- Quem são vocês? Como chegaram aqui?

O homem tremia e nitidamente estava fraco. O jaleco que usava um dia fora branco. Sua feição era de alguém que não comia há muito tempo.

O esconderijo

Vicent seguia pelos trilhos do metrô, sua cabeça latejava e seu corpo sofra espasmos constantes. Sua sede estava quase incontrolável, mas resistiria. Por azar, uma das criaturas surgiu em seu caminho, ele não pensou duas vezes. Com um golpe certeiro decepou a criatura e avidamente pegou um dos vermes e sorveu-o devagar, suas estranhas retorceram-se, mas a cabeça parou de latejar instantaneamente. Após caminhar por um longo tempo, parou perante uma enorme porta de ferro. Lá dentro eles o aguardavam, não tinha o alimento e por isto eles ficariam, mais um dia, sem o alimento.

Edifício Balesteros

O senhor balesteros estava muito fraco, seu corpo não resistiria mais. Sua pele estava cinza e suas funções básicas estavam falhando, não passaria daquela noite. De repente bateram à porta, Bruce assustou-se. Um homem de aparência suspeita adentrou o lugar, mas estava acompanhado pelo atual braço esquerdo do Sr. Balesteros. O homem solicitou que Bruce se retirasse e neste instante o Mestre adentrou o lugar. Por mais uma vez o corpo de Balesteros foi poupado da morte física, tinham planos grandiosos para ele, planos estes que se concretizassem selaria um destino terrível para a humanidade.

[ Leaim o chat, por favor.]










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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   19.08.15 13:38

Klaus sorriu quando escutara as palavras de Helena se referindo aos ferimentos que ele havia causado em si. O homem retirou as bandagens improvisadas com a própria roupa e estendeu o braço a garota, ressaltando que, Klaus sorriria se pudesse mas assentira a cabeça afirmativamente enquanto visava responder a garota enquanto a mesma já deveria estar realizando os primeiros socorros no homem. – Obrigado, acho que eu não ia conseguir nunca fazer algo bem feito desse jeito hehe


Não demoraria muito para que o ferimento recebesse os cuidados de Helena, visto que, após isso e um novo agradecimento por parte do homem todos pareciam ter conseguido algum tempo de descanso após a imensa briga e balburdia que havia acontecido. Klaus encostou-se em uma das paredes do lugar, fechando seu sobretudo rapidamente em seu corpo e então, sem delongas esforçou-se ao máximo para ficar desperto e de olho, ao qual momento ou outro seu olhar recaia sobre Vicent que parecia completamente atento. Klaus estava cansado e não demorou muito para adormecer.


No dia seguinte, as primeiras frestas foram preenchidas com a luz do amanhecer fazendo com que um dos “ raios” certeiramente chegasse ao rosto de Klaus. – Que droga meu, já amanheceu? Disse o homem abrindo seus orbes e desviando o olhar em direção a todos os componentes do grupo, mas fora Vicent que atraiu sua atenção. Klaus assentiu afirmativamente com sua fronte e então balbuciou um obrigado para Vicent que logo desaparecera. Assim que todos despertaram, Klaus já estava de pé e pôde contemplar a garotinha despertar por último.


[ Klaus ]- Ei..Megan, o Vicent disse que volta a noite e ele disse que você tomar cuidado então não fique longe de nenhum de nós, tudo bem? Um café da manhã se deu início e Klaus mal conseguira tocar nos pães ou no chã, estava sem fome ou então a havia perdido logo que despertaram. Não se pronunciou durante o café, apenas quando o grupo decidira tomar o rumo em direção a entrada da loja. Haviam corpos, muitos deles espalhados pelo chão assim como uma estranha substância pelo chão, tudo parecia ter sido revirado . – Caramba...o pessoal deu uma baita festa aqui... Disse Klaus enquanto visava tocar um dos corpos tocados pelo sol, estranhamente, ele se desfez fazendo com que o mercenário dissesse uma frase verdadeiramente típica enquanto desviava o olhar aos membros do grupo. – Do pó....ao pó..é o que dizem né?


Klaus então seguiu até algumas das várias luzes que ainda restavam, retirando-as e as equipando, certamente, onde o homem pudesse manter uma luz para utilizar de maneira rápida, assim o faria enquanto o grupo claramente parecia equipar-se, Klaus seguiu até seu carro, estaria tudo em ordem? – Ahhhh meu bebê, que bom que está tudo bem com você...to tão feliz de te ver meu amigão.. Dizia o homem referindo-se ao carro. – Pessoal, me dá uns minutos que só vou fazer uma adaptação básica aqui, coisa simples mas que talvez seja útil.


A idéia de Klaus era simples, o homem substituiria as lâmpadas do farol de seu impala por lâmpadas ultra violetas, com alguma sorte na próxima noite seu carro seria útil em uma emboscada daquelas e certamente o homem tinha a perícia para utilizá-lo com maestria. Não demoraria mais do que 20 minutos para que Klaus instalasse as luzes e então seguissem em direção a uma balsa. O homem seguiu a frente, acelerando seu veiculo sem cerimônia pelo lugar, avistando a grande balsa. O homem parou o veículo bem a frente da balsa e suspirou, permanecendo alguns minutos ainda dentro do carro.


[ Klaus ]- Bem..vamos lá... Disse o homem enquanto saía do veículo e aguardava pelos outros membros do grupo. Klaus pôde notar claramente o sol lhes dando “ cobertura” mas certamente lá dentro a história seria outra. O homem decidiu avançar com a arma que havia recebido de Vicent outrora. A escuridão começava a galgar presença pouco a pouco, Klaus visava observar o chão e a estrutura do lugar. – Pessoal, vamos ter cuidado, alguma coisa me diz que vai dar problema... Mais alguns passos e momento ou outro Klaus virava para observar os membros do grupo atentamente , voltando-se para a frente de maneira atenta. Pouco a pouco sua respiração tornava-se ofegante conforme avançava, o grupo havia se dividido para explorar mais rápido o lugar. Klaus decidiu checar a sala de comando da balsa, procurando alguma espécie de diário de bordo ou então a última frequência transmitida pela embarcação a alguém. O homem visara buscar evidências de lutas e afins, algum diário do inventário que havia no lugar, quantos passageiros haviam frequentado o lugar ou mesmo qualquer informação de cunho interessante ao grupo ao qual Klaus certamente dividiria depois. Fora quando Klaus escutara um abruto ruído, decidindo retornar e avisar os outros. – Pessoal, escutei alguma coisa, se preparem, acho que vem problema. Exclamou Klaus enquanto descia as escadas mais afundo ao lugar, acessando o subsolo do lugar. Klaus ficou impressionado com o que havia visto, as criaturas estavam inertes, pareciam lentas, seria este o efeito da luz do sol? Vicent passava pela mesma coisa? Klaus só reparou que algo havia acontecido quando escutara um homem se manifestar, atraindo sua atenção consideravelmente.


( Quem são vocês? Como chegaram aqui? )



Klaus virou-se instintivamente em direção ao homem, olhando-a de maneira atenta. Klaus suspirou de maneira profunda enquanto o encarava atentamente, será que o homem não se sentiria um tanto quanto estranho a aparência de Klaus? – Olha cara, não estamos querendo problemas ta okay? È o seguinte, solta a menina e eu não atravesso sua fuça. Se soltar a menina a gente conversa numa boa, se não soltar eu mato você, você acaba matando a menina só que eu não conheço ela e nem ela me conhece direito. As palavras de Klaus saíam ásperas enquanto projetadas pelo homem.- Eu não vou me desarmar para simplesmente recolher o equipamento depois porque viremos bons amiguinhos então seja um cara gente boa e larga a menina, tu parece que tá bem doente e com fome nesse lugar então o que acha da gente ir bater um rango primeiro e depois conversar? O tom de Klaus parecia amenizado e arma que outrora estava a mostra fora guardada pelo mercenário.- E ai, temos um acordo? Como você conseguiu fazer essas criaturas ficarem assim e como sobreviveu tanto tempo? Pelo jeito a turminha aqui não atacou você, então pode explicar?
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   23.08.15 22:08


Klaus agradeceu a sua maneira o que fiz por ele, olhei – o e sorri de volta.



- Temos que cuidar um dos outros.

Finalizei o curativo e andei o lugar, procurava algo para comer, encontrei pão e chá, estranho, mas quem importa? Fiz e ofereci, apenas Megan aceitou. Molhei o pão no chá, comi, mas longe de satisfazer minha fome, porém por estar tão cansada não demorei a dormir.

Quanto tempo dormi? Não faço a mínima ideia, sei apenas que acordei com muito mais fome que antes, olhei ao redor e percebi que Klaus já havia acordado e achei graça dele tentar comer o pão, mas sem conseguir.

- Com a fome que estou, isto ai é um banquete.

Sorri para ele e fiquei de pé, não demorou para Megan despertar. Dei bom dia a garota e após o nosso belo café da manhã, seguimos para a loja. Não estava nada bonito. Tudo revirado e sujo, fedido! Peguei as luzes e armas e achei umas granadas diferentes, como será que funcionavam, sei que não eram convencionais. Guardei uma em cada bolso. Klaus ajustou algo em seu carro, era uma ideia bem inteligente.

Balsa

Quem já viu filmes de terror, sabe que lugares desertos e escuros são perigosos, mas não tínhamos outra alternativa. Mantinha-me na retaguarda de Megan. Nos separamos. Eu e Megan decidimos olhar no local onde os passageiros ficavam embarcados, olhamos debaixo das cadeiras e nos lugares mais escuros, minha vontade era dar um berro e perguntar onde estavam aqueles que pediram ajuda. Devagar avançávamos quando, de repente, Klaus nos alerta. Instintivamente seguimos a voz dele e chegamos a uma espécie de dormitório mórbido. As coisas estavam ali aos montes, uns deitados, outros andando devagar e parece que gemiam, que horror! Descuidei e Megan acabou ficando atrás de mim foi ai que ouvi a voz do homem, uma voz de alguém que definitivamente não estava bem.

Klaus controlou a situação e me mantive o mais imóvel possível, não queria que Megan se machucasse, um filete fino de suor escorreu pela lateral do meu rosto, eu estava com medo!

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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   30.08.15 23:06




Balsa

Klaus era um homem direto e que não aceitava ameaças, Megan estava na mira do desconhecido e Helena optou por manter-se imóvel, a garota estava nitidamente nervosa. O homem ouviu as palavras de Klaus e mesmo estando visivelmente atordado, soltou uma gargalhada.

- Não fará diferença você me matar, já estou ferrado mesmo. Reconheço sua voz, é o cara que atendeu ao chamado dos pobres coitados que estavam aqui. Não desçam, vamos subir. Teriam algo para comer? Estou faminto!

O homem afasta a arma da nuca de Megan e volta para a parte de cima onde o sol inundava o lugar, o calor era fraco, mas os raios UV que interessavam. O homem sentou-se em um dos bancos e ai puderam vislumbrar sua feição cansada. Ele olhou na direção de Megan e falou meio sem graça.

- Desculpe-me a abordagem, mas muita gente estranha tem andado por aqui, mais estranhos que estas criaturas pavorosas, meu nome é Eff, sou o cara que chamam quando coisas estranhas acontecem, mas confesso que nunca havia presenciado nada deste tipo. Estas coisas são uma mistura de vampiros com zumbis. Quando tocam sua pele, te infectam com uma espécie de lava que deposita dentro do hospedeiro uma criatura que se alimenta exclusivamente de sangue. As lavas se consumidas da maneira certa, prologam a vida e é por isto que precisamos combater o Mestre, ele quer um novo hospedeiro, um homem poderoso que vai destruir a humanidade, fará de todos escravos de sua vontade. Precisamos destruir Balesteros, aquele maldito.

Eff falava de forma amedrontada, o homem parecia ter visto coisa demais. Enquanto Helena, Megan e Klaus ouviam o relato do homem, notaram a ausência de Questão, no mesmo chamaram pelo homem e só então notaram que algo não estava bem com o colega. Questão estava encolhido no canto, a espada posicionada ao seu lado e ao levantar a cabeça para eles puderam notar seus olhos vermelhos, sua pele pálida e um suor pegajoso em sua face. Questão falou com dificuldade.

- Matem-me, não quero feri-los.

No mesmo instante os olhos de Questão fazem um movimento estranho e sua voz muda de tom, ele fala olhando para Klaus.

- Você será o próximo.

Questão novamente piscou, seu olhar era de desespero. Eff olhou de Megan para Helena e desta para Klaus, soltou uma insana gargalhada.

- Já matei a única mulher que me amou nesta vida, cortei a cabeça do meu filho e decepei meu melhor amigo, sua vez camarada, acredite, o mestre vê através deles, ele sabe tudo sobre você. Ele vai vir te buscar.

Questão ficou de pé, estava pronto para atacar Klaus, mas este estava na luz. O que Klaus faria? Helena e Megan estavam acuadas e Eff estava louco, mas falou algo importante com Helena.

- Eu sei como matar estas coisas, eu sei. Preciso chegar ao edifício Balesteros e matar Edgar Balesteros Júnior.

Megan arregalou os olhos e encarou Klaus e logo após Helena. Eff falou do local onde seu pai trabalha, a menina olhou chorosa para Klaus e Helena.

- Temos que salvá-lo, por favor.

O trio tinha que decidir o que fazer e como fazer. Deixariam Questão à mercê de sua sorte? O que farão com Eff?










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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   10.09.15 14:04

Megan havia se tornado uma refém, algo que claramente havia saído dos planos de Klaus, entretanto, o que estava ocorrendo de acordo com o plano até aquele momento? O mercenário havia se propagado contra o assustadiço homem e inicialmente projetou-se de maneira áspera contra o homem porém, talvez um tom ameno resolvesse a situação. Klaus havia indagado o homem de forma até brincalhona, recebendo claramente uma resposta pessimista por parte do mesmo fazendo com que Klaus franzisse o cenho, isto é, se tivesse um. O mercenário cogitou agir, entretanto, as palavras seguintes do homem atraíram a atenção de Klaus que certamente havia recolhido sua arma.


[ Klaus ]- Era você quem estava pedindo ajuda pela frequência? Indagou Klaus, notando uma postura um tanto quanto mais relaxada do homem enquanto Klaus parecia fazer o mesmo. – Eff, prazer eu acho...me chamo Klaus, espero que não se importe com a minha aparência e....ahh..quer saber, esquece, deixa pra lá, cansei de usar essa abordagem. O negócio é o seguinte.. Disse Klaus virando-se para Helena e então voltando o olhar em direção a Eff.- Eu já vi muita coisa nessa vida, aliás, já fui além das expectativas que eu tinha pra minha vida, mas...Balesteros? Quem é este cara? Megan...Helena? Conhecem-no ? Disse o homem de expressão nada convencional enquanto encarava ambas.  


[ Klaus ]- Olha Eff, será que poderia relatar o que já presenciou aqui e como descobriu toda essa informação? A quanto tempo está aqui? E também...que? Disse Klaus virando-se então para Helena e Megan, entretanto, onde estaria Questão? O homem será que havia investigado sozinho o lugar? Fora quando tais indagações chegaram a ciência de Klaus que o mercenário notou enfim a presença de Questão. – E ai cara, não fica andando por ai não, pode ter probl...ah mas que merda?! Vociferou Klaus enquanto já parecia armar-se novamente, a expressão de Questão era totalmente doentia. – Questão? Indagou uma nova vez. Seus olhos estavam avermelhados e sua expressão estava doentia, pálida.


[ Questão ]- Matem-me, não quero ferí-los.


As palavras do homem alcançaram Klaus e com isto ele virou-se em direção a Megan e Helena. – Eu...o próximo? Olha cara não sei o que você andou fumando mas não serei o próximo em nada.. Questão piscou seus grandes orbes avermelhados e sua voz havia mudado anteriormente de tom, parecendo uma nova vez assumir o aspecto “humano”. – Cara..essa não é uma boa hora pra contar sua vida...e...




Klaus observou atentamente Questão levantar-se, estaria ele sendo controlado? Mestre? Problemas? Saber tudo sobre Klaus? O que estaria de fato acontecendo naquele lugar. As palavras de Eff alcançaram Klaus, porém, este sequer movimentou suas orbes, ao qual estava fixa em direção a Questão. – Ae Questão, queria ter te conhecido em outros dias cara, tu parece ser um....uma criatura bacana mas não vai dar, quem sabe em outra vida, sei lá. Neste momento, Klaus disparou duas vezes em sequência na direção de Questão, na altura de seus joelhos, o intuito era de fazer com que o homem inclinasse seu corpo visto que Klaus havia mirado na rótula de seus joelhos.




[ Klaus ]- Sinto muito cara... E então, Klaus utilizou-se de uma arma que outrora havia se re-equipado com uma nova munição, só que desta vez direcionou-se a Questão, visando atingi-lo para mata-lo. Klaus descarregaria toda a munição da arma na direção de Questão, miraria peito, braços e principalmente na cabeça. Ele tinha que morrer. – Que droga.


A expressão de Klaus, se tivesse uma, seria de descontentamento, no entanto, apenas seu tom de voz havia mudado perante o homem, desviando seu olhar a Eff atentamente. – Perdemos um membro infelizmente mas, como descobriu toda essa informação? Indagou Klaus virando-se ao apelo de Megan, porém, apenas virou-se a Helena. Klaus não saberia o que dizer, porém, apenas virou-se para Megan. – Megan, sabe de alguma....atividade incomum de seu pai antes dessa confusão toda começar?  Ae Eff, tu vai precisar comer alguma coisa, você vai com a gente.
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   13.09.15 18:41


Era muita coisa para minha cabeça, mas muitas vezes você lucra bastante ao manter o silêncio. Agradeci muitas vezes por estar na companhia de Klaus, aquele ser estranho, mas que parecia sempre o que fazer. Por instinto segurei a mão de Megan, não que eu pudesse protege-la, mas sentia-me na obrigação de dar algum apoio. Eff, o cara insano me encarou e disse que sabia como destruir aquelas coisas, que precisava matar o chefe do pai de Megan, isto não seria coincidência!
Vi através do rosto, sem o direito de expressar-se de Klaus, ele estava triste e desnorteado, mas ainda era nosso porto seguro. Não olhei na direção onde jazia o corpo sem cabeça de Questão, não queria ter aquela imagem como lembrança.

- Klaus, sugiro que a gente se mande daqui. O pai de Megan trabalha neste lugar e o Eff disse que sabe como matar o tal Mestre. Devíamos aproveitar o Sol e avançar o máximo que pudermos, que você acha?

Mantive minha mão atada a de Megan e recusava-me a relaxar, queria sair daquele lugar. Olhei Eff e falei baixo.



- Exatamente porque quer matar o tal Balesteros Júnior? Ele é o Mestre?
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   29.09.15 8:55




Eff ficou com olhos vidrados ao ver a ação de Klaus para com Questão. O homem então se aproximou de Klaus e falou num tom sombrio.


- Não acredito em Deus, mas foi ele quem te enviou. Sei de todas estas coisas, porque assim como você vi estas criaturas de frente, mas não tive a mesma coragem que você e por isto meu filho e esposa pereceram. Antes de tudo isto eu fazia parte do controle de doenças infecciosas. O avião que pousou na cidade trouxe o mal e por uma ação direta de Barestelos Júnior, este caos ocorreu. Parece que estou aqui há anos, mas são apenas algumas semanas. Como acham que um lugar como Manhattan pode ocultar tanto caos? Balesteros está no comando, ele quer ser o mestre e seu pai quer viver eternamente. Precisamos mata-lo e você é e pessoa certa para fazer isto. Seremos seu apoio.

Eff abaixa e pega a espada ao lado do corpo de Questão, entrega-a a Klaus. Agora Klaus pode ver que a mesma é toda feita de prata. O homem se move e pega algo óculo em uma parede, luzes ultravioletas. Ele os direciona para mais abaixo da balsa, pedem para caminharem em silêncio. Amontoados nos cantos, Klaus, Helena e Megan podem ver a quantidade de criaturas. Eff então pega uma sacola, estas usadas no exército. Lá dentro muitas granadas de prata. Ele então os direciona para a saída.

O Sol de meio dia era forte e teriam cerca de quatro horas para alcançarem o prédio antes deste se por. Klaus agora era o líder. Megan disse a Klaus onde ficava o prédio Balesteros. No trajeto a garota lhe responde.

- A única coisa que sei, é que meu pai é escravo desta família a anos, muitos anos. E Klaus, seme nfectarem, por favor arranque minha cabeça.

A menina encolhe o corpo e faz uma careta, sentia repúdio ao se imaginar uma strigoi.

Ao chegarem no local, perceberam que o mesmo era bem guardado, tinham que elaborar um plano de entrada sorrateira no lugar. Megan então usa sua linha com seu pai, através do rádio. O homem lhes indica como proceder. Entrarão clandestinos no edifício, usando um caminhão de manutenção de elevadores. Klaus deve armar a estratégia e direcionar Megan, Eff e Helena. A sala do senhor Balesteros está situada no décimo sexto andar.










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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   29.09.15 14:03

Assim que Klaus havia dado cabo de Questão, ele próprio havia ficado um tanto quanto perturbado com aquela situação. Questão parecia possuir um grande potencial para morrer ou melhor, para se infectar de maneira tão ridicula, no entanto, o que Klaus havia feito não tinha qualquer retorno, o homem simplesmente suspirou profundamente e então desviou o olhar para Helena e Megan, entretanto, inicialmente foram as palavras de Eff que chamou sua atenção, Deus enviar Klaus para alguma coisa? O quanto mais aquele estranho homem sabia? Klaus desviou a atenção momentaneamente para Eff, porém, uma certa desconfiança surgiu por parte do homem, afinal, alguém sozinho em um lugar como aquele sobreviver por tanto tempo, o que estaria de fato acontecendo e quem era aquele homem realmente? Klaus deveria de fato preocupar-se com aquela situação?




A expressão de Klaus manteve-se de maneira brevemente estranha porém fora as palavras de Helena que alcançaram-no, não havendo êxito qualquer do homem em concordar com a garota, Klaus assentiu afirmativamente com a cabeça.- Helena está certa, vamos sair daqui o quanto antes e acabar com isso rapidamente, temos até o anoitecer e alguma coisa me diz que não vamos sobreviver por tanto tempo desse jeito. Disse Klaus. – Vamos logo.


O grupo então decidiu deslocar-se novamente, indo até o edifício que Megan os havia informado e certamente, as palavras que e garota soltou pouco após a morte de Questão feriram Klaus que simplesmente desviou o olhar em direção a garota mas nada respondeu. Tudo bem que aquele tipo de trabalho, matar pessoas, era algo somente para aqueles que possuíam um semblante frio, no entanto, matar “ crianças “, Klaus não gostava nenhum pouco daquilo. O grupo não tardou em deslocar-se. – Vamos pegar meu carro, vocês se lembram do caminho pra lá?


O homem aguardaria a resposta e então, o inesperado, Megan havia conseguido contato com seu pai e recebido as instruções necessárias sobre como entrar no edifício, ao qual, por sorte, lhes fora passado claramente como prosseguir. Não seria difícil encontrar um caminhão de manutenção de elevadores em conjunto com uma excelente ligação direta que Klaus certamente tentaria fazer no caminhão. Estando agora prestes a conduzir o veículo, ele questionaria o grupo. – Estão preparados? Um edifício deste tamanho certamente deve ter um estacionado e eu realmente sugiro evitarmos qualquer contato com o estacionamento embora que, acessar os elevadores do estacionamento deve ser o meio mais fácil... Disse Klaus tentando formar um plano para que pudessem enfim seguir. – E se formos com o caminhão e meu carro, eu fiz uma pequena adaptação, lembra Helena? Ele está equipado com faróis ultra violeta, quem sabe se usarmos o meu carro para iluminar completamente o estacionamento possamos chegar aos elevadores sem problema, porém, aí que vem o grande problema, se pegarmos o elevador, isto é, presumindo que ainda há energia graças aos nobreaks que devem ter no lugar, podemos com sorte passar pelos andares, a menos que......ótimo! Exclamou Klaus que se tivesse tido uma idéia brilhante. – Vamos fazer isso com os dois veículos e se tiver energia vamos conduzir o elevador até o décimo sexto andar porém, enquanto o elevador estiver subindo vamos ficar sob o teto porquê, caso ele abra, podemos evitar as criaturas...o que acham? Klaus suspirou como se tomasse fôlego para tal e então tornou a falar. – Mas se tiver sem energia teremos que o religar os nobreaks ou mesmo subir pelas escadas, o que será um problema, mas nada impede de eu ligar ao menos um dos faróis a bateria do meu carro para que possamos leva-la conosco e subir sem problemas...mas todos esses andares.... A expressão de descontentamento de Klaus era clara. – Megan..pergunte a seu pai se há energia no prédio e então..vamos agir a prioridade é ficarmos de olho nessa menininha aqui.. Disse Klaus tentando ser minimamente simpático. – O que acham do plano?


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MensagemAssunto: Re: Quarentena   06.10.15 23:12


Eff responde minha pergunta completamente e felizmente Klaus concorda comigo, estava na hora de agirmos. Megan vem com um papo estranho, mas me mantenho em silêncio, preferia não ter que tomar uma decisão daquela. Klaus parecia nervoso e tem ótimas ideias, fico em silêncio e analiso tudo o que ele fala, respiro fundo e então dou minha opinião.

- Estar neste prédio já é um risco, sugiro que todos nós levemos armas de prata e Klaus, gostei de sua ideia, vamos fazer assim.


Olhei para Megan e tentei sorrir, mas não consegui, a imagem dela virando uma coisa e eu tendo que lhe matar me angustiava. Olhei pra Eff.



- E você, acha uma boa ideia? Acha que será simples? O tal Mestre, ele saberá que estamos aqui?

Eu estava verborrágica e com muito medo, mas não podia me deixar abater, mas me dava repúdio me imaginar tendo que tirar a vida de Megan.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   29.11.15 16:58



Antes, sabíamos que o dinheiro podia quase tudo, pois era impossível prolongar uma vida, curar-se de uma doença ou mesmo viver para sempre. Hadrian Seidler agora conhecido como John Balesteros passou boa parte de sua vida em cadeira de rodas e nem mesmo toda a imensa fortuna acumulada por sua família durantes anos foi capaz de dar-lhe uma vida digna. A doença corroeu sua alma e fê-lo perder toda esperança e crença no mundo, porém conhecer Haskel Wójcik mudou sua vida completamente. Haskel acreditava na existência de um Mestre, uma força do mal que controlava o mundo. Vivia do sangue dos humanos e a cada trezentos anos, saia de sua Terra e procurava uma nova roupagem e também um novo padrinho. Como recompensa consentia ao padrinho a vida eterna e ao escolhido substituir sua carcaça velha e ser o novo Mestre.

Edifício Balesteros

Klaus era um excelente líder e sua ideia tinha tudo para dar certo. Megan antes de fazer o que ele solicitou, aproximou-se de Klaus e segurou sua mão, olhou em suas orbitas e falou baixo.

- Não me leve a mal, mas prometa-me que não recuará, não quero virar um monstro e todos aqui podemos virar um, você me promete?


Na sequencia a garota virou-se para Helena, olhou a garota nos olhos e sorriu.


- Tenha certeza, eu não hesitaria em arrancar sua cabeça, caso torne-se um deles, faço isto por gostar muito de você e não querer vê-la sofrer.


Eff prestou muita atenção as palavras de Megan, era uma adolescente muito forte. Seus olhos encheram-se de lágrimas, mas o homem ajeitou as costas e falou com Klaus.

- Seu plano é perfeito e Helena, o Mestre ainda não pode nos ver, seus olhos seguem apenas os que ele transforma. Questão foi libertado. O Mestre pode até desconfiar que estamos aqui, mas a incerteza é nossa aliada, vamos.

Megan entrou em contato com o pai, mas a comunicação estava muito ruim. O homem limitou-se apenas em dizer que o prédio não estava sem luz e que fossem de elevador, pois era mais seguro.
De posse do caminhão, não foi difícil terem acesso ao local destinado a manutenção. Klaus havia recebido instruções para deixar seu veículo próximo ao local destinado a manutenção e por isto mesmo o carro estava próximo, não seria difícil alcança-lo caso algo desse errado. A pedido de Eff, este ficou no carro. O homem disse ter medo de elevador e convenceu a todos que seria bom alguém esperar no carro. Eff deu a Helena uma granada de prata, deu a Klaus três e a Megan uma. Sorriu um sorriso cansado e falou.

- Temos que economizar, espero que não precisem usar.

O homem ajeitou o corpo e foi para o carro que estava estacionado a poucos metros do local onde o caminhão parou.

Não faltava muito para o pôr-do-sol e por isto mesmo tinham que acelerar os passos. Após saírem do caminhão, caminharam por um corredor e logo à frente avistaram os elevadores, adentraram o que estava escrito “ elevador de serviço” e seguiram, sem problemas até o terceiro andar, porém sabemos que nem tudo seriam flores. O elevador parou no terceiro andar e dois sujeitos estavam parados na frente do mesmo. Um usava terno e gravata e o outro lembrava um cantor de rock.


Ambos entraram no elevador. O celular do engravatado toca e então o engravatado sorri de forma débil, o inesperado acontece. O que fará Klaus, Helena e Megan?
 


GRANADA DE PRATA NÃO FERE HUMANOS!!
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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   30.11.15 17:56

Klaus havia sugerido um plano para que o grupo agisse, no entanto, fora Megan que se manifestou sobre o homem de crânio avermelhado dar cabo de si caso ela se transformasse. Os olhos do homem se estreitaram rapidamente mas logo ele suspirou de maneira pesarosa ao comentário da garota. – Sim, sim, pode deixar comigo guria. Disse o homem escutando as palavras seguintes da garota, proferindo algo que soou até mesmo estranho para Klaus que arquearia uma sobrancelha se pudesse mas limitou-se apenas a cruzar seus olhos com os de Helena e então dar de ombros. “ Vai entender...” pensou o homem enquanto desta vez que intervira fora Eff.


[ Klaus ]- Eu acredito que esse bicho não vai ser tão burro de não considerar uma investida nessa fortaleza que ele formou mas ainda assim....penso que a interrupção de alguns meios de comunicação ajudou e muito. Onde será que esta o outro cara? Referia-se áquele que havia conferido a adaga para si, no entanto, apenas suspirou em resposta enquanto aguardava pacientemente Megan tentar contato com seu pai. As interferências provenientes certamente por alguma espécie de bloqueador de sinal era evidente mas ainda assim as boas notícias pareciam começar a chegar aos ouvidos de Klaus. – Mas que maravilha, menos problema então, Exclamou o homem.


Posteriormente, ao grupo tomar posse do caminhão e direcionar-se ao prédio, o pedido de Eff soou igualmente estranho ao cerne de Klaus que limitou-se mais uma vez ao desviar o olhar para Helena. Como um cara daqueles aguentava ficar dias e dias com aquelas criaturas e tinha medo de algo tão....idiota? – Ahh que seja Eff, fique aqui então. Resmungou Klaus já saindo do veiculo com suas novas armas e os aparatos que utilizava. – Mantenha os faróis ligados Eff, tu sabe que terá problema assim que anoitecer. Disse Klaus recebendo de bom grado três granas, guardando uma em cada bolso de seu sobretudo e uma em sua cintura caso precisasse utilizá-la rapidamente. – Eu também espero não precisar usar nada disso. Talvez um bom papo e alguns tiros resolvam tudo. Disse o homem sorrindo já direcionando-se ao corredor. – Vamos lá pessoal, estamos contra o tempo. Disse a Helena e Megan.


O elevador então subiu sem problemas até o terceiro andar, Klaus não gostava de elevadores, o senso de ter uma área curta para se movimentar não era nada bom ao homem que decidiu manter em mãos uma de suas pistolas Desert Eagle a uma adaga, a que havia ganhado de seu companheiro. Enquanto o elevador subia a expressão de descontentamento de homem era clara. – Se alguém aparecer, vamos tomar cuidado, se o pai da Megan está vivo então devem haver pessoas que não foram afetadas... Disse o homem. Sua expressão mudou claramente com o agudo ruído da parada da cabine, abrindo sua porta imediatamente revelando dois indivíduos. – Foi mal ae cara. Disse o homem enquanto abaixava ambas as armas ao lado do corpo. Guardando a pistola mas mantendo a adaga próximo ao punho. – Vai subir? Indagou.


Não demorou muito para que o celular do homem engravatado tocasse, Klaus esforçou-se para ouvir a conversa mas não conseguira escutar nada, muito pelo contrário, algo estranho ocorrera, mais problemas. – Helena!Megan! Disse o homem já alertando ambas enquanto visava lançar-se em direção ao engravatado, Klaus visava golpeá-lo com o que recebera de seu parceiro abaixo do queixo violentamente com intuito de fechar suas mandíbulas de maneira violenta. Caso ainda conseguisse, ele sacaria sua pistola e direcionaria ao roqueiro, disparando várias e várias vezes contra o homem. Certamente não o mataria mas talvez atrapalharia sua locomoção.


Caso o trio obtivesse êxito em lidar com os dois strigoi, Klaus iria direcionar-se a Megan.- Pronto, o manda chuva sabe que a gente tá aqui, vamos fazer o seguinte, que andar teu pai ta Megan? Vamos lá pegar o cara primeiro, depois vamos lá acabar com a raça desse cara! Isso significa agora que esses troços podem assumir a forma humana, será que aquele Eff não era um deles? E se esse manda chuva monstro sabe de tudo vendo pelos olhos daqueles que são dele não significa que nosso amiguinho lá atrás que nos deu informações também passou isso pro manda-chuva? Ferrou..Disse Klaus.
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   04.12.15 8:12


Enfim estávamos saindo daquela balsa, não tirava da mente a cena bizarra da morte de Questão, mas não havia espaço para lamentações, tínhamos uma missão. Chegar ao edifício trouxe-me mais repúdio ainda, saber que estava ali o mentor de toda aquela atrocidade, de todas aquelas mortes, olhei Eff por um segundo e perguntei

- Estes transformados, se não forem mortos, recuperarão sua sanidade? Voltarão a ser humanos?

Aguardaria a resposta do homem e voltaria minha atenção a Klaus, nosso líder. Seus apontamentos foram importantes, precisos e porque não perfeito? Megan me deixou um pouco sem graça, mas encarei a menina e falei com voz firme.


- Está bem, temos um pacto, caso se transforme arranco sua cabeça sem receio.

Era mentira, eu não estava nada segura, pois preferia não pensar nesta possibilidade. Enfim nossa missão começou, adentramos o elevador. Olhei Klaus e perguntei baixo.

- Você também achou a atitude de Eff suspeita?

Estávamos tensos, mas com certeza esta tensão aumentou com a parada inesperada do elevador no terceiro andar. As portas se abriram e dois sujeitos estranhos estavam parados na porta. Ambos nos olhava com expressão estranha e Klaus fez as vezes de líder e a resposta não nos agradou, pois línguas nojentas vieram em nossa direção. Klaus partiu para cima no intuito de nos proteger, puxei Megan pela mão, para baixo e sussurrei.

- Somos pequenas, magras e habilidosas, vamos por baixo.

Se a garota me seguisse rolaria para fora do elevador e tiraria a granada que Eff me deu, jogaria na direção do rockeiro, minhas mãos tremiam, mas eu tinha que acertar. Será que conseguiria?


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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   09.12.15 20:34



Klaus Megan e Helena estavam em uma situação mortal. Não sabiam que estavam frente a frente com os dois seres, depois do mestre, mais poderosos dentre os strigoi. O engravatado era o braço direito do mestre, ele garantia que tudo saísse exatamente como o mestre exigia. Ele não era humano e Klaus não estava certo ao deduzir que podiam adquirir a roupagem humana. Klaus agiu da forma melhor que conseguiu, porém as habilidades de seu opoente lhe pegaram de surpresa. A criatura desviou com facilidade do avanço de Klaus e saltou, ficando a certa distancia do mesmo e de lá falou em tom indecifrável.

— O que é você?

Ele olhava Klaus com um misto de curiosidade e receio, mas a curiosidade regia suas ações. Andando devagar o homem aproximou-se um pouco e falou novamente.

— O Mestre quer vê-lo, agora!

Uma enorme língua, novamente, moveu-se na direção de Klaus, não era bonito de se ver. Estava próxima o suficiente e ele tinha total controle sobre ela.
Helena e Megan haviam conseguido sair do elevador e Helena usou a granada de prata, porém seu alvo já havia afasta-se suficientemente para receber apenas estilhaços da parta na pele, ele urrou de dor, mas, infelizmente, ainda estava muito bem e não deixaria a garota escapar. De um lado Klaus estava prestes a ser tocado pela língua da criatura, por outro Helena e Megan estavam a mercê de sua sorte, seria o fim? Bolivar mantinha seu espírito sádico e falou com a voz rouca.

— As crianças irão pagar pelos danos ao meu corpo, sabiam que não possuo poder de regeneração? Manter um corpo intacto dá trabalho, pois ele se deteriora com o tempo, vocês me feriram pequenas vacas e vou fazer de ambas farejadoras, pois é isto que merecem suas ralés...

Bolivar não terminou de falar, um tirou acertou sua nuca ele tombou para frente e por pouco não se encostou às pernas de Helena. Alguém bem conhecido surgiu e olhou para as meninas.


— Saiam daqui, imediatamente, este lugar não é seguro para almas puras como as de vocês.

Vicent olhou na direção da criatura que avançava para Klaus, no momento, Klaus não era páreo para Thomas, a criatura a sua frente e por isto mesmo ele falou alto.

- Klaus, se quiser atacar tudo bem, mas vou retirar Megan e Helena daqui. Você ainda não está pronto para enfrentar strigoi no nível de Thomas.

Não demorou muito e muitos arrastar de pés pode ser ouvido, eram mais e mais strigoi. Um deles atacou de longe, enrolou a língua gosmenta na canela da garota. O grito de dor foi horrível e o sangue brilhou vivo da perna da menina. Não deu tempo de Klaus ou Helena agirem, o corpo da menina foi puxado para perto da criatura. Enquanto era arrastada ela gritou.


— Cumpram suas promessas, eu não quero ser um deles, ahhhh!

Ela gritava e chorava, o oponente de Klaus recuou a língua e falou baixo.

— Ela será uma ótima farejadora, vão pagar pelo que fizeram.

A criatura salta de forma animalesca e rápida e para de pé à frente de Helena, ele sorri. O estranho é que os outros strigoi param de andar, parecia que Thomas os controlava. A criatura olha Helena e fala com sarcasmo.



— Você tem um cheiro maravilhoso, você será o meu jantar, nada de farejadora.

Helena recebe um soco da línga da criatura no meio do rosto, ele não a feriu, não transformou Helena em um strigoi, mas isto não iria demorar.

A velocidade de locomoção do ser era indescritível, até mesmo Vicent tinha dificuldade em lhe acompanhar. Numa fração de segundos Helena e Megan já não estavam mais ali. Vicent aproxima-se de Klaus e aperta seu ombro.

— Vamos, está na hora de acabarmos com isto.


Estacionamento

Eff mantinha-se no carro, a noite já havia chegado. Ele tentava imaginar se estava tudo bem, mas algo captou sua atenção, uma enorme caixa chegou ao edifício, ele conhecia aquela caixa. Ele respirou fundo e soltou o ar, estava cansado de se esconder. Esperou o lugar ficar deserto e saiu do carro, subiu as escadas devagar e tentou, com muito cuidado, contatar-se com Klaus ou Helena.


[..] Não muito longe dali....

Através de uma janela do edifício vizinho, uma mulher observava tudo o que acontecia. Ela percebe que estava na hora de agir, afinal havia aparecido pessoas que pareciam estar interessadas em matar o Mestre.
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   12.12.15 16:37

Eu estava feliz e desesperada ao mesmo tempo e aquele tiro, aquela coisa tombando me fez quase molhar as calças. Apertei a mão de Megan e arregalei os olhos. Ao ouvir a voz de Vicent fiquei de pé e puxei Megan, olhei para Vicent e falei.

— Onde fica a saída de emergência?

Não houve resposta, apenas o grito de Megan e seu corpo sendo arrastado para longe. Peguei minha arma, mas um soco me impediu de agir. A dor invadiu minha cabeça e meu corpo tombou. Eu não ia sair viva dali, infelizmente.

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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   13.12.15 15:20

Logo que Klaus teve a ciência do que se tratavam os dois indivíduos que haviam adentrado o elevador também, tratou de investir sobre o homem engravatado. O homem de face óssea movimentou habilmente o artefato que havia recebido de Vicente e então tentou desferir um golpe em diagonal como se quisesse formar um perímetro em volta de si mas para sua surpresa, o homem desviou ainda lhe indagando logo em seguida. Klaus, por sua vez retornou com a lâmina com a lâmina voltada para baixo, retirando lentamente sua pistola modelo Desert Eagle abrindo então sua bocarra para responder o homem, não haviam lábios, apenas as cordas vocais.




[ Klaus ]- A morte... Claro que ele estava sendo sarcástico no entanto assim que o homem visou aproximar-se avisando-lhe sobre o mestre querer vê-lo, fora a vez do homem responder a altura. – Manda um recado pra mim, pode ser? Antes que pudesse terminar a frase Klaus já visava disparar uma quantidade significativa de projéteis de sua arma. Os disparos efetuados por Klaus foram quase instantâneos ao susto que tomara do apêndice saindo da boca do homem engravatado, no entanto, talvez o esvaziar de seu pente fosse o suficiente para afastar a criatura. – Beijo de língua no primeiro encontro, está ficando louco? Me respeita! Vociferou Klaus já tentando preparar-se para recarregar sua arma. Ele a esvaziaria sem pestanejar.




O que chamara a atenção de Klaus logo em seguida fora a explosão de uma granada, fazendo com que o homem voltasse sua atenção ao estouro visando proteger-se com a capa de seu sobretudo e só então chegou a conclusão que Helena também estava com problemas e seu oponente também aparentava ser igualmente forte, eles não foram preparados o suficiente. Klaus havia tentado alçar sua granada quando um disparo percorreu o lugar, aliás, o som do mesmo fazendo com que o corpo da criatura tombasse, era Vicent. Klaus aliviou-se por um breve instante e as palavras de Vicent ecoaram em sua cabeça como sinos.


[ Klaus ]- Tira elas daqui primeiro! Vociferou enquanto já contava com a sorte de ter recarregado sua arma. Certamente ela não era o suficiente para parar um strigoi daquele porte mas ainda assim, os buracos que ela deveria fazer eram certamente formidáveis. Klaus evitaria usar a granada naquela situação, talvez precisasse em uma situação mais crítica. – Volta pro elevador! Vociferou novamente pouco antes de mais criaturas começarem a aparecer e com isso Megan parecia estar claramente em apuros. Klaus imediatamente acionou um dispositivo em sua manga, disparando cerca de três pequenas flechas na direção do strigoi que parecia controlar os demais, mais uma vez não seria o suficiente mas auxiliaria.


[ Klaus ]-Que farejadora que nada rapaz, tome vergonha! Vem bater um papo comigo do outro lado vem. Dizia Klaus visando deslizar uma das mãos a altura dos bolsos, só então saindo de um devaneio de pura adrenalina por conta de Vicent. Helena parecia estar a salvo, ao menos, naquele instante. – Vamos recuar! Klaus suspirou profundamente enquanto retirava uma das granadas que ganhara, acionando-a e então jogando para o meio dos strigois e então, uma nova saraivada de balas da arma Klaus iria disparar. – Ou levam chumbo ou morrem!!!!!!
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Suzane
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   16.12.15 10:14

  O Resto do dia foi como qualquer outro naquela cidade, Suzana foi a unica sobrevivente de sua turma, pois no primeiro encontro com as criaturas sua turma se dispersou em desespero. A jovem teve o azar de participar de uma pequena excursão de ferias, deveria estar se divertindo e fazendo compras, mas ao contrario do que tinha planejado ela se encontrava escondida no apartamento no qual deveria se hospedar toda sua turma, a  semana que passou escondida pela janela ela percebia a movimentação das criaturas, no prédio vizinho do qual estava hospedada, percebeu que só a noite apareciam as criaturas, e de dia perambulando pela cidade a jovem descobriu pouca coisa sobre o que estava acontecendo, mas entre o pouco que soube, descobriu onde poderia ser o esconderijo do possível líder daquela bizarrice toda.

  Não era problema seu resolver aquilo e sim apenas fugir, não conseguia se comunicar com sua tia. Internet, celulares ou qualquer meio de comunicação não estava funcionando, já cansada com tudo ela já não sabia mais o que fazer foi em sua ultima noite de observação que ela percebeu algo de estranho no prédio, viu que o mesmo estava sendo invadido, aquela era talvez a oportunidade  na qual ela estava esperando para fugir ou apenas terminar com tudo aquilo e ir embora para casa.

Suzane não pensou duas vezes pegou algumas moedas e colocou no bolso do moletom com capuz junto a um boné escondia seu rosto, em sua mochila só o básico para a fuga nada demais, quando passou pela porta do apartamento decidiu sair do mesmo pelas escadas com todo o cuidado andava em silencio.  Seguiria para o prédio do líder tirando proveito da baderna que possivelmente os invasores estariam causando, por mais que o "ninho" das criaturas estivesse agora ainda mais perigoso que o normal graças a invasão ela não teria outra chance em invadir aquilo ou passaria o resto da vida escondida esperando ser pega.
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   20.12.15 1:26



Klaus

A criatura Klaus parecia se divertir enquanto enfrentava os dois strigois mais fortes do mestre. O homem não deu papo para as indagações de Thomas, Klaus estava ali por vontade própria e tomou para si a responsabilidade de proteger Helena e Megan. Assim ele visou atirar contra o strigoi que puxava Megan pela perna, Klaus não percebeu que Helena estava desacordada e deu uma ordem para a garota, mas Helena não se moveu. Um vulto passou por Klaus e levou Helena consigo, Megan foi deixada após os tiros de Klaus acertarem o strigoi que puxava a garota pela perna e muitos outros strigoi estavam mortos, devido a granada usada por Klaus. Megan estava estirada no chão e sua transformação já tinha se iniciado, Vicent olhou Klaus e falou sombriamente.

— Falta-me coragem.

Cabia a Klaus dar fim a vida da garota antes que ela se transformasse completamente. Se Klaus jogasse ultravioleta na garota, veria os vermes consumindo seu corpo.
Vincent também explicou a Klaus que os dois strigoi ali era poderosos, acima deles só o mestre e que diferente do que Klaus imaginou, eles não tinham aquela aparência, tudo era obra de maquiagem bem feita. Um estalo é ouvido e o lugar onde estão fica completamente às escuras, aquilo não era um bom sinal. Vincent de imediato avisa Klaus.

— Todo cuidado é pouco, fizeram isto para perdermos o rastro de Helena, vamos voltar para o estacionamento.

Klaus deveria decidir se seguia com Vincent pela escada de incêndio ou não.

Helena



Helena foi carregada por Thomas, mas ela não soube disto. Quando acordou não ouvia nada, a claridade incomodava seus olhos. Estava com os pulsos presos por algemas de ferro, parecidas com as da era passada. Uma extensa corrente lhe dava a liberdade de movimentar-se. Não estava com suas roupas, na verdade estava usando apenas algo que lembrava uma camisola branca. Que ia até seus pés. Os cabelos estavam soltos e sua boca tinha gosto de whisky. Não tinha como Helena saber onde era a porta, pois o lugar era uma sala de isolamento. O desespero tomou conta da garota quando a porta se abriu e de lá o homem que estava do lado de fora do elevador.

— Helena, Helena, seu cheiro me lembra de alguém, alguém muito querida por mim. Eu quero saboreá-la bem devagar, não tenho pressa.

Thomas olhava Helena com o olhar de um predador, a garota tinha as mãos imobilizadas e se tentasse se soltar, com certeza se machucaria. Thomas então sentou-se no chão e da sua boca o tentáculo saiu, deslizava pelo chão e ia na direção das pernas de Helena. O que a garota faria?

Suzane

A garota viu nas investidas de Klaus e Vincent sua chance de sair viva de Manhattan, não escolheu uma boa hora para sair de seu esconderijo. O prédio em que estava não tinha elevador e mesmo se tivesse, a falta de luz impedia que o mesmo fosse usado. Quando Suzane abriu a porta, percebeu que teria que ter muita astúcia para sair dali viva. O local estava deserto e não havia luz, apenas uma iluminação fraca vinda de fora, a mesma provinha de pneus que estavam queimando próximo dali. A escada era acarpetada e por isto os passos de Suzane eram silenciosos, o cheiro de podridão cobria infestava o lugar e depois de alguns degraus a garota, enfim, alcança a saída. O que viu lá fora não lhe animou, para alcançar o prédio Balesteros, tinha que passar entre vários strigoi, mais do que talvez ela imaginou. Era noite e por isto estavam alvoroçados e famintos. Suzane tinha que criar sua estratégia, pois o sangue pulsante em suas veias era um chamariz para as criaturas.

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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   21.12.15 18:17

Klaus havia vociferado uma ordem para Helena ao qual não obteve resposta. No clamor do embate os olhos de Klaus buscaram encontrar-se com os de Vincent, porquê ele não estava agindo? Em sequência, os disparos que foram efetuados pelo homem em direção a Megan fizeram com que a criatura enfim soltasse a garota mas ainda assim a expressão em desaprovação de Klaus era clara, a criatura havia certamente infectado a garota. Assim que Klaus tivesse jogado a granada, encobriria sua face até certo ponto para evitar os estilhaços ou mesmo o conteúdo que seria emanado do artefato e então procuraria Megan, já imediatamente sendo alertado por Vincent.


[ Klaus ]- M-mas que droga... Disse Klaus em voz baixa enquanto olhava atentamente para a garota que estava no chão. O homem de face avermelhada ergueu sua face brevemente enquanto acionava os raios ultravioletas da arma e apontava em direção a garota, observando atentamente vermes começarem a percorrer o corpo da jovem. Klaus estreitou seus olhos e ergueu a arma, apontando em direção a garota, mirando na cabeça da pequena. Klaus segurou a respiração por breves instantes e dedilhou levemente o gatilho, suas mãos tremiam. Em instantes o rapaz desviou o olhar por alguns instantes procurando alcançar Helena mas ela não estava ali para fazer aquilo, porquê ele deveria fazê-lo? “ Filhos da puta...filhos da puta..seus malditos...vocês vão pagar por tudo isso...droga..”, Klaus voltou sua atenção para a menina, receoso de tirar a vida dela que já haveria de ser ceifada pelas criaturas. – Guria...me desculpa mesmo.. Klaus fechou os olhos e pressionou o gatilho uma única vez disparando uma curta rajada. Haveria de ser suficiente, ele não esperaria para conferir o corpo da garota e então voltou-se para Vincent. – E Helena? Perguntou. – Tudo ocorreu tão rápido... Disse Klaus, desolado pela frustração da investida.


Plac*


Um estalo e as luzes se apagaram, Klaus suspirou profundamente, estava em total desvantagem. Megan estava morta, Vincent poderia escapar com facilidade e Helena estava desaparecida. Haveria realmente alguma chance de escapar daquele lugar? Ele realmente sobreviveria se saísse de onde seria a base dos strigoi? Klaus suspirou, era como se em uma única fração de segundo toda sua vida, sua perpétua vida lhe passasse a mente. Como se todos os momentos, todas as vidas que ceifara e todos os amores que perdera percorressem sua mente o transpassando como facas. Havia chego sua hora? Klaus abaixou sua arma lentamente desviando seu olhar para Vincent.


[ Klaus ]- Desculpa parceiro, dessa vez não vai dar pra te seguir não. Disse Klaus retirando rapidamente a adaga que havia ganhado de presente de Vincent. – Toma. Disse o homem entregando a adaga de volta ao seu dono. – Fica com ela. Vou procurar a Helena, desse ponto não tem mais retorno, o grupo todo se foi. Avisa aquele velho idiota que eu mandei lembranças. Klaus então retirou a segunda adaga de suas vestes e a acionou, jogando a mesma a esmo, na direção de onde havia visto os últimos strigoi e então encobrindo sua face rapidamente.


A idéia de Klaus era livrar-se dos strigois remanescentes com a granada e então voltar ao elevador. Se houvesse tempo ele proferiria algumas palavras a Vincent. – Vou acabar com isso, talvez Helena ainda tenha alguma chance. Vou atrás do chefão. Dizia Klaus com pesar sabendo que com certeza poderia não sobreviver a aquela incursão, ainda mais sozinho. Klaus visaria continuar com o plano, se desse certo, aquele pesadelo acabaria naquele momento, visto que, se o chefe queria vê-lo então o veria e talvez Helena tivesse ainda alguma chance.
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   29.12.15 16:36


Minha cabeça doía muito e minha boca estava com gosto de, whisky? Sério! Que droga é esta? Minhas roupas, onde estão minhas roupas? E que lugar exatamente é este? As perguntas estavam em minha mente, mas eu não tinha resposta para elas, meu estomago afundou quando me lembrei de Megan, ela estaria bem? Eu estava muito confusa. O lugar era branco e todo almofadado, isolamento, por quê? Meus braços estavam presos, será que aquela coisa me pegou? Mas porque não me matou ainda? Toquei meu corpo, eu ainda era eu. Estava assustada e tremia, mas não era de frio.

Respirei fundo e tentei me aclamar, mas o que veio depois não me acalmou em nada, aquela coisa que vi lá fora entrou na sala, fiquei mais apavorada.


Ele falou comigo, não processava suas palavras, não tinha cabeça para pensar direito, estava ficando zonza. Quando ele sentou e mostrou o que saia de sua boca, nunca havia visto com tanta nitidez pensei que só teria uma chance e eu usaria esta chance. Ele deixou a porta aberta. Movi o corpo na direção da porta e gritei, gritei o mais alto que meus pulmões podiam, gritei o único nome que tenho certeza que faria algo por mim, que me ouviria.



— Klaus, socorro, socorro, por favor!

Meu coração estava acelerado e eu não teria outra chance, não iria conseguir gritar novamente e ele, com certeza, iria me transformar naquela coisa.
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