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 Quarentena

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MensagemAssunto: Re: Quarentena   23.06.15 16:52




Max acorda dentro de Seu Ford Falcon interceptor. A muito não via nada parecido, estava tudo novo, e ele não sentia o minúsculo acerto dos grãos de areias carregados pelo vento do deserto.“O que significa isso”. Perguntava para si mesmo ao sair de seu carro, olhando suas roupas velhas e rasgadas, sujas e mal cuidadas pelo tempo e o deserto. Se vendo em uma vitrine, uma vitrine de uma loja abandonada, dito e feito, aquele lugar estava vazio, assim como muitos lugares daquela rua. Onde ele realmente estava, como ele foi parar ali. . . Eram perguntas sem resposta e para o homem louco, para o guerreiro das estradas, ele iria atrás das respostas.


Sua bota era nova. O couro da mesma fosco, com seu brilho retirado era uma tática de caça em que  mesmo aprendeu em seu tempo de ex-policial, ele estava coberto com oque parecia ser um poncho, que descia de seu pescoço após cobrir metade de seu rosto e ia até o inicio de suas botas o cobrindo também as costas. Rockatansky volta para seu interceptor e começa a  dirigir, devagar sem forçar o motor e chamar muito a atenção ele passava rua após rua até ouvir algo no rádio.


“Socorro, socorro. A cidade foi invadida por vampiros, zumbis ou algo deste tipo. Estamos sem alimentos e correndo perigo de vida, se alguém estiver na escuta, por favor nos ajude.”


Max logo após ouvir ele acelera o carro  agora seu rosco era de um simples carro comum. Ele se perguntava quando foi a ultima vez que aquele velho rádio policial captou alguma coisa, as mãos em uma luva segurava firme no volante, ele estava  dirigindo na cidade, é muita loucura para quem viu o mundo se desfazer, se estilhaçar.


O mesmo fazia uma curva, atento a qualquer coisa que captasse em meio aquele silencio fora do comum e ali estava, um homem de cabelos brancos e umas cicatrizes, havia saltado de uma casa, ele parecia estar em perigo, assim Max estaciona seu carro ao lado dele, com uma rápida derrapada ele saia do carro portando sua escopeta, tal arma que ele havia adquirido em uma luta para sobreviver contra um cartel de motoqueiros caçadores de recompensa, parece que as coisas dele não o abandonaram quando este venho parar nesse lugar. Rockatansky assoviava de maneira amistosa para o homem de cabelos brancos, ele parecia ser um soldado. Max se ajoelha tomando uma posse de tiro com alta precisão para o tipo de arma que usava. Mirando para a direção onde o homem venho ele ficava ao lado daquele soldado. Com a vós rouca e curiosa e preparada para o combate Max fazendo a sua mira pergunta.


_Me chamo Max, o que estamos enfrentando?


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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   24.06.15 13:59

Klaus encontrava-se em uma situação delicada. Sua incursão perante um dos vários supermercados da cidade fez com que o homem avançasse mais do que gostaria chegando a descer até ao subsolo do lugar ao qual parecia ser o estoque de alimentos do mesmo, não demorando para entrar em conflito com uma criatura que desconhecia completamente e posteriormente, o aparecimento de outra criatura, desta vez, convidando-o a juntar-se a ele, entretanto, porquê Klaus e não uma outra pessoa? Esta era a pergunta que pairava sobre a cabeça do homem que se incursionou perante o lugarejo atrás de alimento para os sobreviventes. Não demorou muito para que Klaus, após um rápido questionamento ao homem tivesse sua resposta prontamente fazendo com que o homem inclinasse brevemente sua cabeça, pendendo-a ao lado direito, seria aquele homem realmente confiável? A resposta para isso veio enquanto o homem findava suas palavras, revelando a tão procurada finalidade de Klaus que suspirou de maneira profunda, até que enfim um ruído propagou-se.


[ Klaus ]-...diga que isso não é o que eu penso que é? Indagou Klaus virando-se rapidamente na direção da parte mais encoberta pela penumbra do lugar. Klaus visou passar rapidamente a lanterna em direção a penumbra, não deixando de notar o grotesco tapete de corpos que havia no solo do lugar fazendo o homem se perguntar como não havia tropeçado antes, no entanto a iluminação da lanterna não venceu a escuridão mas fora o suficiente para que ele visse a primeira fileira das criaturas disformes fazendo com que o homem de crânio avermelhado recuasse dois passos. - ...droga...o que elas estão esperando pra vir pra cima? Disse Klaus fazendo uma indagação a esmo quando a estranha criatura que julgava-o um aliado em potencial chamou sua atenção.


[ Klaus ]- Se isso levar a minha “melhora”, eu irei e ajudar, mas não iremos ter perseguidores atrás de nós. Disse Klaus em tom confiante, certamente um malicioso sorriso brotaria em sua face caso o mesmo possuísse sequer lábios para sorrir, Klaus virou-se em direção as criaturas fazendo um breve acesso com ambas as mãos. – VENHAM! Vociferou. Sua voz, diferente de antes saíra de forma gutural enquanto o homem rapidamente guardou sua pistola, levando a pequena lanterna até sua boca enquanto simultaneamente retirava uma única granada de suas vestes, puxando imediatamente o pino e jogando em direção as criaturas. – Cinco..quatro..três..dois...um.. Contava Klaus enquanto visava correr atrás do homem, com alguma sorte, Klaus o seguiria sem problemas graças a lanterna. – Boom!
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   26.06.15 8:04


Nunca fiquei tão feliz e agradecida por ver o Sol, seus raios tiveram um poder fulminante e olhei aliviada para Meg. A garota parecia triste, mas tínhamos que continuar.

- Vou lá dentro ver como Questão está, temos que cuidar uns dos outros se quisermos sobreviver.

A garota estava assustada e por isto me seguiu, adentrei novamente a loja, o cheiro era horrível! Só agora dei-me o trabalho de observar um pouco o lugar, como caímos nesta? Aquilo não era uma loja onde suprimentos estariam estocados. As paredes estavam cobertas de objetos antigos. Por displicência passei de leve o dedo numa caixa de vidro que guardava um belo colar e qual não foi meu susto? Mais uma parede se abriu, segurei a arma e apontei, mas não foi preciso disparar. Olhei aquilo tudo e me aproximei, era muita arma, mas não armas comuns, tinha todo tipo de objeto perfurante que reluzia. Chamei Meg, toquei uma das armas e percebi que era leve. Feita de prata, possivelmente. Havia também aquelas luzes usadas em investigação policial, para se descobrir sangue. Chamei Questão e enquanto ele não vinha olhei ao redor, precisamos carregar aquelas armas.

Neste intervalo recebemos um pedido de socorro, tentei identificar quem era, recebemos também um comunicado de alerta. A ação de Meg me disse que aquela pessoa era importante para ela. Olhei para a garota.

- Você conhece?

A menina me diz que é seu pai, não era muito do meu tipo, mas a abracei e falei baixo.

- Vai ficar tudo bem.

Falei com Questão.

- Acha seguro usarmos esta linha de rádio para contarmos o que achamos? Talvez pudéssemos abastecer seu carro e combinar de encontrar com os outros, ainda tem espaço lá? Ou podemos, também, chamá-los para vir aqui. Que acha?




Olhei para Meg, esperava, também, a opinião dela.
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   27.06.15 23:10

- Rádio. Acredito que o que quer que tenha impedido de comunicarem-se tecnologicamente, não foi capaz de afetar o tão “retrógado” bom e velho rádio. Heh.
Depois de entrar no carro, e posteriormente Helena e a mulher que resgatou, Meg, a menina que Vic salvou dá um pequeno ataque de inconformismo. Ela era uma criança, era normal estar nervosa. Ainda mais depois dizer que seu pai estava na cidade, e também poderia correr perigo. Assim o homem sem rosto tentou acalmá-la.

- Fica tranquila, guria. Nós vamos levar o seu pai, também. Mas, primeiro, vamos levar vocês duas ao grupo. Quanto mais pessoas sãs pudermos encontrar, melhor.

Voltou à atenção ao veículo, esperando que a menina entrasse novamente para seguir viagem. Helena, que estava no carona, concedeu uma de suas armas. Era um revólver calibre 38. Questão não gostava de armas, mas como estava partindo para uma situação às cegas, aceitou, agradecendo com a cabeça. Em seguida, depois de guardar a arma no bolso direito do sobretudo, pegou no porta-luvas uma chave, entregando à jovem com olhos de mar.

- Fique com uma cópia da chave do carro. Caso aconteça algo.

(...)

A viagem não durou muito. Cinco ou seis esquinas depois, o vigilante conseguiu conduzir o veículo até o destino, conforme as orientações da acompanhante de Helena. O local parecia estar mais deserto. Desceram e rumaram para o interior do estabelecimento. Lá, como esperado, foram recebidos pelas criaturas. Assemelhavam-se a zumbis, mas seus corpos não pareciam estar em decomposição, e sim ressecados. Será que estes seres eram um estágio das pessoas “desanimadas”? Vic esperava que não. Pois surgiriam muitos, pelo visto.

Em poucos instantes, a dona do estabelecimento foi pega por um dos monstros. Ela entrega uma espécie de bengala que era, no fundo, uma espada. Ela solicitou que a matassem, pois, provavelmente, tornar-se-ia um deles também. Já que este seria um sofrimento ainda pior para ela, fez o que a mulher solicitou. Enquanto disparou na direção dos outros três não mirados por Helena, Questão desferiu um golpe derradeiro, decepando a cabeça da mulher. Helena saiu do estabelecimento com Meg. Questão percebeu que os disparos não haviam adiantado, por isso, decepou a cabeça das duas criaturas. O homem não era um samurai, mas sabia usar armas brancas razoavelmente bem. Ainda mais em situações como aquela. Pouco depois, as duas retornaram.

Os três percorreram o lugar e se viram diante de um verdadeiro bunker. Lá, puderam encontrar armamentos. O vigilante procurou alguma bolsa para que pudesse adicionar tantos artefatos/armas quanto pudessem usar. Em seguida, o rádio de Helena soa um pedido de socorro. Não era uma voz que conhecia, mas ajudaria da mesma forma.

- Não é seguro, mas é o único meio que temos. Acho que não temos escolha senão usá-lo. Podemos ir ao encontro destes. Aqui não é um local seguro. Embora tenha equipamento o suficiente, parece que já foi tomado pelos “zumbis”.

Assim, caso Helena concordasse com Sage, voltaria para o carro, onde colocaria as armas na mala e rumaria para a 5ª avenida, na altura do edifício Tyffany's, onde estaria o homem que pediu socorro. Até o momento, as pessoas que usaram a frequência do rádio eram confiáveis. Esperava que permanecesse assim.
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NateSummers
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   28.06.15 10:27

Tendo conseguido agarrar o mastro da bandeira, Nate dá um giro e joga seu corpo sobro o toldo que aguenta alguns segundos e se rasga com o peso do soldado,
mas bem próximo do solo o tombo não lhe causa danos, principalmente pq Cable  maneja bem sua queda.

Ao se levantar ele se pragueja por ter sido tão burro. A primeira transmissão mencionava Vampiros,
como estava de dia e as ruas vazias era óbvio que as criaturas estavam entocadas dentro dos prédios.

De tão bravo que estava consigo mesmo ele acaba cometendo outro erro e não percebe o ford preto estacionado na rua.
E tarde demais nota o homem maltrapilho lhe apontando uma arma.

-Hey, moço! Calma aí! Já que vc não tem uma língua asquerosa saindo da sua boca, acho que estamos do mesmo lado aqui. Pode me dar uma carona?
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   28.06.15 21:01


Max e Nathan

Max não sabia exatamente como chegou aquela realidade, mas ao que parecia estava ali para ajudar. Sua abordagem em relação a Nathan foi amistosa. Nathan por sua vez estava ansioso para sair dali, pois encarou criaturas nada amistosas. Enquanto se põe de pé o rádio soa novamente, era a equipe que havia pedido socorro no início.

- Alguém na escuta? Alguém? Ainda temos fome e não sei se nossa munição dará para mais uma noite. Lembrando que estamos na balsa Staten Island. Caso estejam na escuta, por favor, nos responda.

Helena e Questão

A dupla Helena e Questão havia encontrado o mapa da mina. A loja da senhora está localizada no bairro Lower East Side, a loja da senhora vai na contramão do lugar, difere-se de tudo que pode ser encontrado ali. As  boates, casas noturnas e bares permanecem fechados durante o dia, mas existe um motivo histórico para a loja ser ali.

A dupla deveria decidir se seguiriam em frente, até onde estava Nathan e Max ou ir em direção ao pedido de socorro que os levou ali. Lembrando que também receberam a comunicação pelo  rádio.

Klaus

Sabiamente Klaus decidiu acompanhar o desconhecido. O homem jogou a adaga para Klaus e falou baixo.

- Você é sábio, siga-me.

O homem levou Klaus por lugares escuros até alcançarem uma espécie de galpão, ali um furgão os esperava. O homem corre até o furgão e abre a porta do passgeiro para Nathan, ele fala com calma.

- Explosões apenas traz sofrimento, as larvas que você viu no chão são os que transformam os humanos em um de nós, é uma evolução alcançada pelo mestre traidor. No início éramos sete, mas agora restam apenas quatro, não sou um mestre.  E dos quatro, um decidiu tornar-se supremo. Sua soberba nos levará a destruição. O que quero que faça por mim é destruir o mestre, em troca ofereço seu rosto e a segurança de sua espécie ou seja, aqueles que caminham sob o Sol e não se alimentam de sangue.

Enquanto a criatura falava com Klaus, o radio do furgão enviou o aviso de socorro, o homem olhou para Klaus e falou baixo.

- Não irei impedi-lo, pode ajudá-los, não queremos o mal da sua raça, posso até mesmo lhe levar até onde estão os seus ou em qualquer lugar que desejar, só não posso caminhar sob o Sol. Você precisa chegar em Lower East Side, existe uma mulher lá que tem os equipamentos que você precisa.

Klaus poderia fazer quantas perguntas quisesse e também decidir o que fazer. Caso decidisse abrir a porta do galpão, alcançaria a rua do lado oposto onde estava seu carro, ainda tinha quatro horas de sol para alcançar seu objetivo.

Informações Adicionais

Nathan e Max estão na Quinta Avenida

Questão e Helena estão em Lower East Side

Klaus está em Tribeca

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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   29.06.15 13:14

Klaus de alguma forma decidira acompanhar a criatura que havia aparecido para ajuda-lo e também, ao qual havia sido o salvador do homem que estava prestes a ser surpreendido por uma criatura. Klaus então acompanhou o homem pelos caminhos escuros do lugar enquanto o homem tentava iluminar o caminho da melhor forma que pudesse logo após ter recebido a adaga da criatura, fazendo com que Klaus a guardasse em suas vestes rapidamente, preferindo pelo momento o uso das armas de fogo enquanto seguia a mesma. Não demorou muito até que a criatura começasse a falar consigo, sendo imediatamente questionado por Klaus.


[ Klaus ]- Você disse sobre uma trégua que havia, poderia explicar mais sobre? Klaus pausou por um breve instante, sendo certamente o tempo suficiente para o homem responder-lhe a pergunta e então continuou. – Porquê a adaga que me deu os fere tanto assim? E...o que exatamente vocês são? Porque essas criaturas estão dando tantos problemas a essa cidade em especifico? Há alguma escolha em especial para os habitantes dessa cidade? Klaus pausou por um breve momento enquanto a dupla já havia de fato alcançado um furgão, visto que um pedido de socorro pareceu ecoar.


[ Klaus ]- Esse lugar, essa mulher que tem tudo ao qual precisamos, o que ela...tem...na verdade? Mais material dessa adaga? Não acha melhor fazer alguns aliados antes de ir enfrentar essa criatura sozinha? Indagou Klaus enquanto simplesmente mantinha-se adentro ao furgão, ao lado do passageiro. – Será que pode me levar lá? Sinto muito mas, não posso ficar ajudando tanto as pessoas desde que cheguei aqui, seria mais fácil cortar esse mal pela raiz do que ficar lutando contra os ramos soltos, não acha? Indagou novamente. – Se puder me levar a esse lugar eu agradeceria, não conheço a cidade, apenas sei que vou precisar do meu carro e o que está lá dentro, posso ir te seguindo se preferir, temos pouco tempo até as sombras recobrirem a cidade novamente e quem estará inferior a você serei eu. Disse Klaus em meias palavras, visando sair do furgão, ao qual, por sorte, não estaria tão longe de seu veículo, visando alcança-lo rapidamente e então seguir o homem que lhe havia fornecido uma arma poderosa.


Assim que Klaus estivesse no Impala 67 alcançaria o radio do mesmo, falando para todos os sobreviventes que pudessem escutá-lo.


[ Klaus ]- Cara do Impala preto aqui. Todos vocês, me encontrem em Lower East Side, tenho informações cruciais para ajuda-los. Irei contar aos detalhes, me encontrem neste lugar imediatamente. Não falem mais do que o necessário nesta frequência, certamente estamos sendo rastreados. Câmbio.
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   29.06.15 14:29


O Homem ainda estava agitado, mas ao se levantar, Max percebe que este se acalma. E faz o mesmo, se levanta. Colocando sua arma Calibre 12 sobre um de seus ombros após desfazer sua posição de tiro e ouvir as palavras daquele soldado de maneira atenta, Rockatamsky estende a mão para ele em um comprimento. Tendo em vista que o homem não se identificará como Max havia feito.

_Sim, apenas me diga onde temos que ir e. . .

O guerreiro das estradas segue com o rapaz de cabelos albinos até seu caro, ele poderia ver a variedade de armas e munição que Max tinha consigo, e nem mesmo o ex-policial saberia como ou o por que delas terem o acompanhado. Aquilo só poderia ser um sonho, contudo, antes de Max terminar suas palavras se aconchegando em seu lindo Falcon Interceptor, o rádio soa mais uma vez para os dois guerreiros. O pedido de socorro foi claro para ambos, tão claro que Max se cala para ouvir aquele apelo de maneira atenta. Ele leva suas mãos até o volante  apertando-as e torna a falar.

_Acho que sei onde você deseja ir e estou disposto a ajudá-lo!!!
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   03.07.15 14:15


Meg não esboçou nenhuma opinião, acredito que a garota estava, realmente, muito triste. Olhei todas aquelas armas, mas antes que pudesse dizer alguma coisa um comunicado captou, novamente, minha atenção. Eram as mesmas pessoas de antes e logo após outro comunicado chegou, era o homem do impala. Olhei para Questão, aproximei-me dele.



- Quanto mais gente, melhor. Não acha? Acredito que devemos esperar ele voltar.

Suspirei e falei pelo rádio.

- Quem estiver na cidade por ter atendido o chamado de socorro, por favor, venham para a loja ( peço ajuda ao narrador). Vamos esperar por meia hora.

Talvez eu não tenha agido de forma certa, mas quanto mais carros, melhor. Precisávamos de reforços para salvar aquelas pessoas.

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MensagemAssunto: Re: Quarentena   04.07.15 22:57

- Sim, você está certa. Não sabemos quantas pessoas estão na balsa. Podemos retirar o máximo de pessoas “normais” o possível, levando-as para algum local seguro. E depois, investigamos a causa de toda essa confusão... e, com sorte, achamos uma solução.


Em um grupo maior os vigilantes com certeza teriam mais sucesso. Assim, enquanto isso, Questão continuou a percorrer o lugar, em busca de mais informações e também para certificar-se que ele estava completamente seguro. Levava consigo a “bengala-espada” e uma faca, revestida do mesmo material, para o caso de encontrar mais criaturas como as anteriores.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   05.07.15 18:54



Klaus

Klaus parecia sentir-se à vontade na presença do estranho ser a sua frente, conversava de forma tranquila e suas perguntas foram respondidas de imediato.


- Não posso dizer tudo agora, me desculpe, mas prometo que não ficará sem uma resposta condizente. A escolha desta cidade foi devido a ganância, um homem muito rico e dono de boa parte dos edifícios deste lugar chamou o Mestre, fizeram um pacto e o senhor Balesteros garantiu que  cidade ficasse fora do ar para que o mestre pudesse aumentar seu exercito e também se alimentar. Eu e os meus ainda somos vampiros, mas não como os vampiros relatos por suas histórias, somos imortais e a única coisa que desejamos e viver para sempre, esperaremos o dia do despertar e por isto fizemos o acordo com os humanos. O mestre evoluiu, ele agora consegue infectar as pessoas através de um verme,não precisa morder. O verme é um parasita mortal e tem como acabar com este verme, a cura é o que ele teme. A prata nos fere, como acontece com os lobisomens. A luz ultravioleta e os raios UVA do Sol são fatais para nós, por isto não posso lhe acompanhar nem lhe levar até a loja, não a luz do dia, mas não temas, estarei nas sombras lhe observando.

A criatura entrega um cartão a Klaus, ali estava o nome da loja, endereço e telefone. O nome era engraçado “KnickerBocker”. O homem recoloca o capuz e fala.

- O marido dela construiu o caixão do Mestre em 1942, ele a fez jurar que não desistiria de matá-lo. Ela tem muitas armas feitas de pratas e possivelmente um arsenal de luzes, ela sempre esperou pela chegada dele. Se ela ainda estiver viva, gostará de saber que você está do lado dela.

A criatura também deu um mapa a Klaus, ele não estava longe da rua onde ficava a loja.


Enquanto se dirigia para o local, Klaus pode ver muitas pessoas andando a esmo pelas ruas, estavam desanimadas, perdidas, talvez fosse a fome. Não demorou muito para ele chegar ao local, sentiria o odor característico. Encontrar-se-ia com Helena e Questão. Klaus deveria relatar a eles sua conversa com a criatura. Sem que soubesse, a criatura os observava da abertura que levava aos esgotos da cidade.

Max e Nathan

Max havia sido cauteloso em relação a Nathan e este por sua vez parecia estar um pouco abalado. A construção atrás de si ainda fumegava e naquele ponto o Sol não tocava nenhuma parte, a fumaça que evaporava da recente explosão ajudou a encobrir o fraco Sol.  Nathan ainda estava próximo do local e sem aviso algo lhe puxou pela perna. O mutante sentiu seu corpo se arrastado para o interior da loja e algo enorme lhe pegou pela garganta. Nathan sentiu algo estranho, suas funções mutantes o alertaram para algo terrível.


Ele estava sendo utilizado como um hospedeiro da criatura. Nathan deveria fazer algo antes de tornar-se um deles e foi isto que o mutante fez. Utilizando-se da força que lhe restava, Nathan disparou contra a própria cabeça. Um grito agonizante foi ouvido. Do lado de fora Max deveria decidir se ia conferir o que aconteceu com Nathan ou seguir o que o radio do carro transmitiu. Ele tinha o endereço, precisava apenas decidir o que fazer.

Questão e Helena

Helena e Questão decidem esperar pela chegada de Klaus e Max. Enquanto esperava Questão vasculhava o lugar e ao olhar atrás do balcão acabou por encontrar um pequeno botão, ao acioná-lo o chão sob seus pés se abriu e uma escada se mostrou, podia ver nitidamente a luz ultravioleta que iluminava o lugar. Questão poderia explorar o lugar, se fizesse isto descobriria coisas incríveis. Poderia também partilhara descoberta com os outros, cabia ao homem escolher.

Helena por sua vez, munia-se de armas e ao procurar entre as coisas descobriu algo interessante. Uma fina rede feita de prata, bolas de pratas faziam a rede ficar pesada, mas não pesada ao ponto de ser impossível erguê-la. Meg viu aquilo e falou.

- Esta mulher tinha recurso para tudo, quem será ela? Como sabia de todas estas coisas? Será que por acaso ela deixou registrado em algum lugar como, exatamente, matar estas coisas?

Era uma hipótese a ser levantada, pois ninguém sabia mais sobre o Mestre que Sara Wasser.
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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   06.07.15 15:52

Klaus escutou atentamente todas as palavras provenientes ao homem que agora parecia ter se tornado seu parceiro. O homem de crânio vermelho apenas manteve-se em silêncio até o homem terminar sua explicação, fazendo com que Klaus sorrisse de maneira breve, isto é, se tivesse lábios para tal. O homem simplesmente balançou sua cabeça de maneira firme.


[ Klaus ]- Tome cuidado. Eu verei quantos irei conseguir reunir, mas preciso chegar ao meu carro primeiro. Disse Klaus pegando o endereço fornecido pela criatura das sombras. Klaus olhou atentamente o bilhete e repetiu para si mesmo mentalmente enquanto guardava o cartão em suas vestes. “ KnickerBocker....haha...interessante”, pensou Klaus visando evadir-se do furgão ao qual estava, pouco antes de escutar as palavras finais de seu aliado. – Obrigado pela informação, espero poder corresponder a altura...mas...sabe me precisar quanto da população já foi....transformada? Klaus o indagava pouco antes de evadir-se do furgão e seguir em direção ao seu veiculo.




Assim que Klaus alcançou seu veículo, visou rumar rapidamente em direção a Lower East Side, entretanto, não seria tão fácil para o homem chegar naquele lugar visto que diversas pessoas mantinham-se a vagar a esmo por entre as ruas da cidade, motivo pelo qual Klaus além de esmurrar o volante de seu impala no intuito de alertá-los, teve de realizar algumas manobras para não sair atropelando metade da cidade enquanto visava chegar no endereço fornecido pelo seu novo aliado.


Não demorou muito para que Klaus chegasse ao local estipulado ( deixarei ao critério de Helena avistar ou não o Impala ), entretanto, chegando ao mesmo, Klaus retirou-se do veículo, aguardando avistar alguém, visto que, para isso o homem retirou uma pequena pistola de suas vestes, disparando para cima cerca de 5 vezes. – E agora...onde estão? Será que devo entrar nessa loja logo?
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   08.07.15 0:12


Max olhava o rapaz, aquele soldado parecia confuso e perdido, até o momento não havia dito uma palavra  que soldados falariam, firmes e decididos mesmo nos piores momentos de sua vida, ou nos momentos de sanhaço(desespero)  Max então, com sua arma  olha para o centro de seu volante, seis que a porta se abre e o homem com o grito era arrastado. Rockatansky pega um revolver e  abria a porta, com velocidade ele deslisa por cima do capo de seu Ford modificado, tomando cuidado com o seu super motor de que tanto tinha orgulho. 

Uma visão vinha aos olhos de Max, seu parceiro de policia na cama queimado, irreconhecível e com sua vida por um fio, um fogo queima suas visões e outra visão era mostrada por baixo das chamas,  sua mulher deitada, em estado terminal, no mesmo hospital...Jessie, ferida,desmembrada. E Sprog, seu filho. . .Morto.

A logo Max volta a si, tudo estava escuro, ele levanta sua arma e pega uma lanterna em sua jaqueta de couro e ao  ligar sua lanterna tática, uma sombra se esconde, ele não via bem oque era mas era o suficiente para ver o soldado morto, sem sua cabeça, algumas chamas estavam sobre o lugar e a ultima imagem que o guerreiro das estradas vê é um bojão de gaz em chamas.

A explosão lança Max ao ar, o corpo dele era freado violentamente por uma forte parede de concreto, ele ia ao chão a lanterna e a arma caia em sua frente, ele apaga.


???_Olá Guerreiro, eu sou Yion, essa realidade precisa de você, eu te escolhi.
_Jessie, sua vós, meu Deus. É você ou estou ficando louco?

Respondia a misteriosa vós, sem saber muito bem quem era, a unica coisa que Rockatansky sabia é que alguém colocou ele ali e ele estava disposto a saber quem era, a doce vós parecida com a vós de sua ex-esposa soa novamente.


???_Você corre perigo guerreiro, abra seus olhos.

Foi terminar de falar que os olhos do Australiano se abriam, ele se levanta, estava coberto com a podeira. . .De novo. em sua frente estava o seu carro e  na outra causada os destroços da explosão. Max batia a podeira de seu corpo e seus enormes cabelos, ele entra em seu carro guardando novamente sua arma, agora ele acelera indo para o porto, e no rádio ele ouve uma vós, mais uma vós feminina. Que lugar era aquele, dirigindo seu interceptor, Max não tirava a vós de sua cabeça e o nome Yion.


Assim ele estende uma de suas mãos para fora de seu carro e retira um mapa que estava colado em uma placa de propagandas, ele então, pilotando  sua maquina a 60 km enquanto observa o mapa e descobre a localização daquele ultimo recado que recebera. A vós feminina, mais firme que a vós de Jessie era a nova rota de Max.
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   08.07.15 20:05


Olhei Questão e perguntei.

- Para onde vamos levar estas pessoas? Já parou para pensar nisto?


Voltei a olhar a parede de armas que achei e ao avistar uma rede feita de prata peguei-a e olhei com cuidado. Meg decidiu quebrar o silencio e seus apontamentos eram interessantes. Olhei a garota e dei um sorriso de canto.

- Enquanto Klaus não chega, que tal explorarmos aqui? Talvez exista um diário, algo do gênero. Vamos?

Começamos nossa “procura” e notei que Questão parecia procurar algo também, procurei nas estantes se encontrava algo e enquanto fazia isto ouvi algo, tiros! Meu coração deu um salto, peguei uma arma, entreguei a rede à Meg e falei baixo.

- Fica aqui, vou ver o que é.

Olhei Questão e movi a cabeça indicando que ia sair, ele com certeza ouviu os tiros também. Ao sair avistei, primeiro, um impala e então relaxei, mas ao ver quem era Klaus confesso que fiquei apreensiva, onde estava o rosto dele? Não conseguia deixar de notar sua feição “adversa” e então mexi a mão em sinal de cumprimento.


- Você é o Klaus? Sou Helena, porque atirou?

Virei para Questão e sinalizei que estava tudo bem. Olhei novamente para Klaus.

- Venha, temos muitas armas aqui e precisamos de espaço, tem espaço no seu carro?

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MensagemAssunto: Re: Quarentena   11.07.15 2:59

- Penso em reunir todas elas primeiro... depois podemos trazer de volta para cá. Esse lugar mais parece um bunker do que qualquer outra coisa. – Observou ao redor. - Vou explorar o local. Qualquer coisa, me avise.

Dito isto, o vigilante procurou vasculhas o local. Encontrou um botão curioso, atrás dos livros em uma estante colonial. No melhor estilo Sherlock Holmes, uma escada se formou no solo, tendo o mesmo se aberto, criando degraus a partir do material do solo. Assim o homem desceu, olhando ao redor.

Quando chegou, teve que fechar os olhos por baixo da máscara. Havia um brilho intenso de luz ultravioleta no local. Abriu os olhos devagar, conforme ia se acostumando com a luminosidade. Percebeu que numa mesa próxima, haviam alguns óculos escuros, no estilo daqueles óculos de piscina, presos a elástico. Aquilo certamente teria um motivo, mas por ouvir o estampido de um disparo, zarpou de volta para cima, observando que um homem sem a pele da face chegava ao local, aparentando ser o homem que comunicou-se anteriormente pelo rádio, haja visto o modelo parecido de carro. Além do fato de não estar “desanimado” como quase todos os outros cidadãos.

- Helena, não sei se devemos retirar tudo daqui. Podemos usar esse lugar como um refúgio. Há uma passagem para um porão repleto de luz ultravioleta... isso não deve estar ali à toa.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   12.07.15 11:04


Max


O viajante não foi conferir o que houve com Nathan, alguém o alertou que era perigoso fazê-lo, quem era esta pessoa, só Max sabia. O homem pareceu perder sua sanidade a muito tempo, mas conservava em si o instinto primordial, o da sobrevivência. Fazendo uso do mapa Ru,ou para o local indicado. Enquanto andava, Max poderia notar as várias pessoas a vagarem pelas ruas, estavam desanimadas, desoladas. Não demorou muito para chegar ao seu objetivo. Pode avistar Helena e
Klaus.

Lower East Side

Klaus, Helena, Questão e Megan estavam juntos. Klaus teria oportunidade de dividir o que sabia com os demais. A descoberta de Questão o deixou intrigado e o investigador estava inclinado a descobrir o que havia lá embaixo, mas ele tinham que decidir o que fazer.

Edifício Balesteros

O senhor Balesteros não iria passar daquela noite, seu câncer estava minando sua pobre carne, ele não poderia esperar muito mais. O Mestre havia feito uma promessa, mas Balesteros ainda não havia cumprido todo o acordo, precisava apressar-se. Com muita dificuldade o homem chamou seu subordinado. O homem adentrou o lugar . A pouca luz dava um toque sombrio ao lugar  o homem falou com dificuldade.


- Bruce, meu fiel amigo, preciso certificar-me que a cidade está isolada. Você receberá uma ótima recompensa, talvez algo que jamais imaginou.

A voz do homem era pastosa, Bruce sabia que não estavam isolados, mas mentiu para seu chefe, esperava que sua filha e os que receberam o comunicado destruíssem o Mestre antes do eclipse.


[ Leiam o chat, por favor!]

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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   13.07.15 12:23

Klaus havia seguido em direção ao lugar conhecido como KnickerBocker, parando nas proximidades com seu veículo e então, saindo do mesmo assim que chegara, desta forma, efetuando alguns disparos para o alto. Klaus ignorou inicialmente qualquer manifestação das pessoas que estavam próximas, ainda que de alguma forma, embora desanimadas, será que se manifestariam de alguma forma? Klaus não sabia, entretanto, atentou-se a uma bela garota que havia se aproximado dele, seu semblante não era igual a das outras pessoas, muito pelo contrário, um semblante relativamente sério era proveniente da expressão da garota. Klaus virou-se em direção a garota, esboçaria um sorriso se pudesse no entanto, assim que as palavras da mesma o alcançaram o homem de crânio avermelhado simplesmente assentiu afirmativamente com sua fronte pouco antes de guardar sua pistola.


[ Klaus ]- Atirei para chamar atenção. Disse enquanto singelamente abria os braços e ligeiramente reverenciou a garota.- Klaus, a seu dispor e sim, tenho um bom espaço no carro, deve ter mais algum no porta-malas, sou um homem precavido mas, só não mexa no som beleza? Disse rindo.-  Ah...e eu tive alguns.....problemas, por isso não apareci antes.


No meio tempo em que falava, um homem se face pareceu aproximar-se, de certa forma, Klaus ficou aliviado visto que, ele não era o único que saía dos padrões normais diante daquela situação.


[ Klaus ]- Opa, opa...Klaus, a seu dispor meu amigo e vocês dois, quem são? Indagou enquanto singelamente retirava a adaga que havia ganhado de seu novo aliado.-  Bem, preciso atualizar vocês dois, não que eu confie em vocês mas já que vocês vieram ajudar também, devem ser boas pessoas. Disse rindo novamente.- Bem...vamos lá...do princípio... “ cara....odeio explicar coisas “, pensou.


[ Klaus ]- Eu havia ido a um supermercado buscar suprimentos. O pessoal do radio pediu ajuda e não uma ONG, mas eu não poderia chegar de mãos vazias né? Então, eu tive alguns problemas no supermercado com essas criaturas aí que eles falavam do rádio só que uma dessas criaturas salvou minha vida,  falando sobre uma espécie de trégua de 3000 mil anos que foi quebrada, algo bem mais antigo do que vocês, não sei se é mais antigo que eu porquê não lembro minha idade. Riu.- Bem, é o seguinte, essa belezinha aqui.. Disse o homem manuseando habilmente a adaga em suas mãos.-...ele me deu e essas criaturas morrem. Mas, ele está disposto a ajudar e colocar um fim nessa briga toda. Antes que perguntem, se ele é de confiança, sim. Ele salvou minha vida e me informou sobre uma loja chamada Knicker Bocker, ao qual parece ter alguns itens....brinquedinhos...exóticos que irão por um fim nisso. Quero ajudar, vocês querem ajudar, mas preciso saber se vão se aliar a mim, está para anoitecer e eu queria trocar algumas meias palavras com esse aliado antes da briga. Eu tenho certeza que esse homem está observando a gente agora e acho que durante a noite ele pode vir nos visitar, o que acham?
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   17.07.15 20:48


Observei o homem a minha frente e achei graça da forma como este me cumprimentou e também de seu pedido para não tocar o som, realmente engraçado. O outro homem que se aproximou, também de carro, eu não conhecia, mas deduzi que talvez fosse o tal Nathan, olhei para Klaus.

-Aquele ali ainda não conheço.

Olhei para o rapaz que chegou e inclinei a cabeça aguardando que ele se manifestasse. Questão veio até nós e Megan também , ouvimos o relato de Klaus. Olhei-o novamente, era impossível não olhar para aquela expressão adversa.

- Estamos na loja e já encontramos o arsenal e encotramos muito destas criaturas também, sua adaga é de prata? Que eu saiba a prata fere lobisomens, estes bichos não parecem lobisomens, serão uma mutação?

Aproximei-me de Klaus, queria perguntar algo somente para ele.

- Você acredita mesmo que um parasita possa ser chamado de amigo?



Encarei Klaus e me afastei, particularmente não confio em humanos quem dirá em seres vampiros/lobisomens/parasitas ou seja lá o que aquilo fosse. Olhei Questão, tínhamos que decidir o que fazer e como fazer, não tinha perfil para liderar, deixaria isto para os dois decidirem.

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MensagemAssunto: Re: Quarentena   18.07.15 10:26




Olhando para o mapa, Rockatansky se deslocava pela cidade com seu belo interceptor, o sol do carro estava baixo ele não queria chamar muito a atenção, de inicio pensou que a cidade estaria deserta mas ao ver aquelas pessoas cabisbaixas desmotivadas, aquilo chamou a atenção, se ele esta ali para ajudar por que não parar para perguntar. Simplesmente por que aquele desanimo não representava sinal  que os desanimados estavam em perigo. 


Max agora em uma rua mais calma avista um impala parado em sua frente, um belo carro e ele parava do outro lado da rua, não muito distante do impala, um homem com cranio vermelho e uma mulher de semblante pálido mas atraente estavam conversando ele pode ouvir o suficiente para saber que eles estavam ali para ajudar também, teriam eles a ver com a dama de verde, ou aquela era a loucura de Max. a visão de sua falecida Jéssie vem a mente ao lembrar da mulher de verde que apareceu em sua visão.  Rockatansky saia do carro ele carrega consigo sua Escopeta do seu tempo e se aproxima daqueles dois.


Após se aproximar deles com sua arma apoiada em seu ombro, no qual sua jaqueta com ombreira serviria de um belo apoio para o armamento, noto o homem sem rosto, ele parecia um reportes detetive ou coisa do tipo, como um ex policial era facil  notar aquele timo e Rockatansky acena para ele com a cabeça. 


_Tenho armas ainda não vi essas criaturas que falam mas elas podem atrasar eles.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   19.07.15 20:43





Enfim todos estavam reunidos, Klaus e Helena fizeram a ponte para entenderem um pouco a situação. Megan havia se aproximado para ouvir as palavras de Klaus, mas ninguém notou que a garota segurava um livro nas mãos. A garota aguardou todos se manifestarem e só então falou.

- Oi Klaus, sou Megan. Meu pai trabalha para o homem que eu acredito ser o responsável pelo isolamento da ilha, antes de confiarmos tanto em seu amigo gostaria de lhes mostrar isto.


A menina entrega o livro para Helena e solicita que a mesma leia as anotações em voz alta. Por ser outono, o sol já se despedia do lugar e por segurança, Questão sugere que desçam para o lugar que havia descoberto, lá estaria seguros.

Ao descerem a escada, deparam-se com um aconchegante porão iluminado por luz ultravioleta, havia também um painel de marceneiro com todas as ferramentas usadas por este, mas não eram feitas de prata. Uma estante com vários livros, um divã, mas, sem dúvida, o que chamava mais atenção era um vidro com um coração dentro.



O coração parecia enorme devido a ilusão provocada pelo vidro e o formol que o conservava. Havia também as luzes normais e poderiam ser acionadas. Uma alavanca garantia o fechamento do lugar por dentro. Era um lugar grande, se explorassem faria descobertas interessantes. Assim que Helena começasse a ler o livro perceberia que era um diários e neste havia vários relatos de ataques daquelas criaturas, havia também desenhos com riquezas de detalhes, eram assustadores. Um trecho em especial chamou a atenção da garota e caso desejasse deveria compartilhar com os colegas.

“Os Antigos"

“Há sete originais, conhecidos como os Antigos. Os Mestres. Mas não um por continente. Via de regra não são seres solitários, tendem a se reunir em clãs. Até uma época bem recente, se considerarmos que a expectativa de vida deles está sempre em aberto, todos eles se espalhavam pela maior massa de terra, que hoje engloba a Europa, a Ásia, a Federação Russa, a península arábica e o continente africano. Ou seja, o Velho Mundo. Mas houve um cisma, um conflito entre eles. A natureza dessa desavença, eu não sei. Basta dizer que a cisão precedeu em séculos a descoberta do Novo Mundo. Então a fundação das colônias americanas abriu a porta para uma terra nova e fértil. Três deles permaneceram no Velho Mundo, e três se transferiram para o Novo.Ambos os lados respeitaram o domínio do outro. Foi feito e mantido um armistício. O problema aconteceu com o sétimo Antigo. Ele é um rebelde, que virou as costas para ambas as facções.”

Trecho do livro Noturno.


Havia também um recorte de jornal datado de apenas três dias atrás, falava sobre um avião que pousou completamente apagado e sem sobreviventes. Não havia informações adicionais, mas o dono do diário deu ênfase ao local de pouso do avião, era o aeroporto de Manhattan. O Sol já havia se despedido e todos ouvem barulhos estranhos, gemidos, arrastar de pés. De onde provinha o barulho? Enquanto tentavam perceber ouvem o chamado no rádio, era quem havia pedido socorro que enviava a mesma mensagem que receberam, o que aquilo significava?



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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   20.07.15 12:39

Klaus avistou mais um membro chegar próximo as coordenadas que havia seguido adentro aquela cidade dos horrores. O homem apenas virou-se em direção ao outro que chegava assentindo afirmativamente com a cabeça, notando posteriormente a presença de um homem sem face, não surpreendendo Klaus dada a sua atual condição, entretanto, novamente Helena se manifestou, chamando para si a atenção.


[ Klaus ]- E quanto a mulher? Ela estava na loja também? Indagou Klaus olhando atentamente para Helena enquanto retirava a adaga de suas vestes, olhando o material que era proveniente da mesma. – Olha....vou ser sincero...não sei se é prata não. Disse Klaus coçando levemente sua nuca. – heheh...


A expressão do homem mudaria completamente se o mesmo possuísse qualquer sinal de expressão com relação a pergunta de Helena. O homem desviou seu olhar para cima enquanto proferia um considerável “hummm”. Klaus adiantou-se alguns passos de um lado para outro até suspirar de maneira considerável visando responde-la. – Bem...o cara salvou minha vida, ele é tão feio quanto eu mas quando eu tive um baita problema ele me salvou, porquê me deixaria viver e me daria uma arma que mataria outros iguais a ele? Indagou Klaus.- Não acho que o cara seja ruim, apenas deve ter tido uma escolha imposta a ele, sei lá. Olha pra mim pô, eu também sou feio mas não foi algo que eu procurei, foi imposta a mim, então acho que ele pode ser chamado de amigo. Você não chamaria de amigo alguém que salva tua vida?


Klaus permaneceu em silêncio após isso, virando-se em direção a Questão e escutando as propagações de Max. – Olha cara, se o que me disseram está certo, armas como essa não vão servir de nada mais do que um atraso pra essas criaturas, vai por mim, já tentei, meu porta-mala tá cheio de belezinhas capazes de deixar um prédio de 10 andares parecendo uma peneira. O negócio tá feio aqui.



Posteriormente, uma garotinha pareceu se manifestar, cumprimentando Klaus, que obviamente respondeu a jovem, porém, sorriria se pudesse.- Olá Megan, bem, se seu paizinho é o responsável ou você acha que é, pela manhã se sobrevivermos acho legal fazermos uma visita pra ele, aliás, o que tu tá fazendo por aqui? As palavras de Klaus cessaram quando Questão sugerira a todos descerem o lugar, ao qual Klaus fez imediatamente e de maneira rápida, visando equipar-se caso qualquer problema surgisse, ele visaria substituir suas lâminas e armas originais por armas daquele suposto “ galpão “.


Klaus aguardaria a garota compartilhar o conteúdo do livro, no entanto, algo que chamou atenção dele fora os ruídos provenientes do “ anoitecer “, estaria realmente seguros naquele lugar? Klaus permaneceu em silêncio e caso recebesse as informações do livro, responderia.


[ Klaus ]- Interessante...o meu “amigo” me falou algo do tipo, estranho. Sobre esse local de pouso no aeroporto...será que seria prudente investigar?  
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   20.07.15 20:32


A resposta de Klaus me deixou um pouco sem graça, mas no fundo ele tinha razão, encarei-o novamente e fui categórica.

- A beleza vem de dentro. Quanto a confiar em que salvasse minha vida, sinceramente não sei, não é fácil ganhar minha confiança.

Megan me entrega um livro, olho curiosa a capa, era estranho, mas antes que pudesse abri-lo Questão nos diz para entrarmos e nos mostra sua recém descoberta. Olho desconfiada e me aproximo do outro rapaz que carregava uma arma e o olho curiosa.

- Se seremos do mesmo time, é interessante que saibamos o seu nome. Sou Helena, ela é Megan e aquele sem rosto é o Questão. Klaus você já conhece, vamos!

Enquanto desço as escadas vou observando tudo, era um lugar incrível. Vejo a estante com os livros, quantas informações teriam ali, olho o painel de marceneiro, o que aquilo estava fazendo ali? Meus olhos ávidos passam por todo o lugar e repousam num vidro com um coração dentro, aproximo-me daquilo e o olho de perto, era bem estranho. Sento na ponta do divã e folheio o lvro que se revela ser um diário, sorrio para Megan.



- Sua caça foi bem interessante, escutem isto.

Leio o trecho marcado para todos e após eu me silenciar Klaus admite que seu amigo contou-lhe a mesma história. Olho para Klaus, Questão e o estranho que segura a arma, pergunto a todos.

- Que tipo de acordo foi rompido? E como é que estes seres sobreviveram todo este tempo? O que eles são? Tenho receio destes acordos, vocês nunca assistiram Van Helsing ?

Barulhos estranhos captaram minha atenção, meu coração se acelerou, seriam as tais criaturas? Procurei uma bolsa para guardar o livro. Olhei para Klaus.

- A luz ultravioleta afeta-os, foi o que disseram, acho que estamos seguros aqui.

Ouço o chamado pelo rádio, era o mesmo que eu tinha recebido, olhei ara os três e falei, novamente.



- Será que isto é uma gravação? Não acham isto estranho?



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MensagemAssunto: Re: Quarentena   25.07.15 0:02

Depois de subir até onde estavam Helena e os novos dois vigilantes – além de Magan –, o homem sem face indicou com a cabeça para que estes o seguissem. Pelo que percebera até então, a mulher que estava na posse do imóvel era uma caçadora ou pelo menos tinha uma experiência prévia com as criaturas. Além disso, além das armas brancas deixadas por esta, um local feito completamente de luz ultravioleta não poderia ser em vão. Presumiu que ali poderiam estar protegidos de alguma forma. De todo jeito, já era noite, e a noite era ainda mais perigoso.

Helena lê um verso do livro encontrado pela jovem garota que resgatamos. Ela disse que havia uma espécie, provavelmente esta que os atacou há pouco, e que um havia se rebelado. Imediatamente Questão criou uma ligação com esse ser com uma das outras criaturas. Compartilhou esta ideia com os outros, caso alguns destes não chegaram à mesma conclusão que o homem. Seria tanta coincidência? Os barulhos das criaturas retornam, tornando-se mais urgentes.

Imediatamente, Questão muniu-se com a sua “bengala-espada”, e na outra mão, uma faca encontrada nos pertences da “caçadora”. Havia outros equipamentos ali que poderiam armar Max e Klaus. Em sua grande maioria também eram armas brancas, mas que úteis contra aquilo que lutavam. No mesmo instante, quase, um “novo” pedido de socorro soou no rádio portátil de Mayer. Ela levanta a hipótese de ser uma gravação. Questão conseguiu memorizar os padrões vocais desta vez, para comparar com os outros. Mas o que ela falava fazia perfeito sentido.

- Agora... será que isto é uma armadilha desse Antigo/Mestre que contrariou os outros? Será que ele esperava capturar muitas outras pessoas? Ou exatamente... nós?
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   27.07.15 21:08



Todos estavam reunidos e indiretamente todos concordavam entre si, enquanto desciam a escada, Megan respondeu Klaus.

-Não é meu pai, ele trabalha para o homem que acredito estar por trás de tudo isto. É um homem rico e influente, fácil para ele isolar a cidade e fazer com que acreditem que está tudo bem.

Ao descerem observaram o lugar e Megan andou mais para o fundo e reparou que havia enormes janelas de vidro que davam para um beco. A garota olhou pelo vidro e levou um enorme susto quando uma das criaturas encostou o rosto no vidro, ele era diferente, usava um capuz.

Na contramão, barulhos que lembravam socos foram ouvidos na parte de cima da loja e uma voz soou nitidamente, aquilo era surpresa, pois os strigoi daquele nível, não falavam, logo, aquilo era uma surpresa. A voz era rouca e ameaçadora, falava.


- Destruam tudo, o Mestre exige que tudo seja destruído, menos a espada, ache-na.


Os grunhidos eram assustadores. O barulho de coisa sendo revirada era alto e podiam ouvir os passos das criaturas acima de suas cabeças, a poeira caia sob eles. Alguém bateu o pé com força no local onde estavam, a fechadura moveu-se de forma vacilante, mas não era possível abrir pelo lado de fora. A criatura do lado de fora bateu no vidro, todos olharam. Klaus reconheceu ali seu salvador. Ele indicou que era para apagarem a luz ultravioleta, ele queria entrar. Antes que fizessem isto ele mostrou seu valor, acertou uma das criaturas que vinha em seu encalço. Após esta demonstração, Klaus buscou uma forma de abrir a janela, explicou quem era ele e solicitou que apagassem a luz ultravioleta [ escolham quem apagará a luz].

Vicent, este era o nome da criatura, adentrou o lugar, olhou um por um e seu olhar parou em Klaus, ele moveu a cabeça e sua voz saiu áspera.

- Obrigado por confiar em mim. Sou Vicent e estou aqui para ajudar, eles estão querendo as armas, vocês pegaram? Quem está com a espada?


Enquanto Vicent falava, a porta do porão veio abaixo e muitas criaturas pularam no lugar, suas línguas enormes caçavam as jugulares com ferocidade. Eram muitos e a cada instante apareciam mais. Muitas armas estavam no carro e havia mais tantas ali, vale lembrar que para cada strigoi morto, milhares de vermes surgiam e quem for infectado deve ser morto ou virar um strigoi. Vicent puxa Megan para trás de si e dispara contra as várias criaturas, ele fala com sua voz aguda.


- As luzes, as luzes, acedam as luzes.

Porém, Vicent era um strigoi e se acendessem a luz, matariam aquele que até o momento se mostrou interessados em lhes ajudar.
* Leiam o chat.
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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   28.07.15 15:19

Klaus havia enfim se reunido com o grupo que havia atendido o chamado daquelas pessoas em uma transmissão de curta frequência, iniciando um diálogo inicialmente com Helena que após uma certa “ brincadeira “ por parte do antigo homem, o respondeu-o referente a beleza e sobre alguém salvar a vida da garota. Klaus suspirou de maneira consideravelmente enquanto apalpava suas vestes de maneira simbólica, não que não precisassem ser passadas, mas uma típica mania. O rapaz deu de ombros e suspirou. – Ahn..então tá né...pra mim se alguém salva minha vida é de confiança...hehe Ele sorriria se pudesse mas outra mania vez com que ele desse de ombros, não como se não ligasse mas como se tivesse ficado um tanto quanto sem jeito com a resposta da garota.



[ Klaus ]- Senhor Klaus, a seu dispor...hehe..brincadeirinha...parece que formamos uma equipe exótica e tanto ahn? Disse Klaus enquanto estreitava seus olhos, não desvencilhando-se do claro interesse no livro, que fez de certa forma com que o grupo descesse as escadas daquele estranho “ bunker “ pois o anoitecer pouco a pouco galgava e logo aquelas criaturas estariam nas ruas. Klaus notou após descer o interesse momentâneo de Helena e um coração, aguçando ainda mais a curiosidade do homem visto que, por quê diabos alguém manteria um coração em um lugar como aquele, porém, o rapaz atentou-se ao que fora lido por Helena, fazendo um breve comentário que logo foi replicado pela jovem e complementado por Questão.


Simbólicamente, Klaus ergueu uma de suas mãos até a altura de seu queixo ósseo, em silêncio por alguns instantes mas logo decidindo se manifestar.- Olha Helena...eu mesmo sou um pouquinho velho sabe....eu devo ter uns 200 anos....sei lá..parei quando fiz meu centésimo aniversário só que com isso veio minha bela estética. O homem gargalhou.- De qualquer forma, acredito que...essa teoria de Van Helsing seja bem clara,  grupos de centenas e centenas de anos brigando entre si quando um deles deixa a “ ordem suprema “ ou sei lá.....um conselho talvez?


As palavras de Klaus cessaram com estranhos ruídos próximos da localização do grupo. – Epa....melhor...eu..ahn...me equipar. Disse Klaus enquanto observava o lugar procurando itens uteis que pudessem substituir os que haviam se tornado de certa forma obsoletos. – Acho que se faltar energia....sei lá...pode dar alguma pane nesses negócios..se essas criaturas forem iguais meu amiguinho, teremos problemas....sérios problemas.


Posteriormente, um chamado no radio, Klaus arrepiar-se-ia se pudesse, entretanto, apenas permaneceu a olhar o teto do lugar, como se temesse de alguma forma que o mesmo fosse rompido. – Olha..eu já vi isso em um filme...Resident Evil...francamente...uma gravação de sobreviventes que já tinham ido pro saco..se é que me entende.


Pouco a pouco, os ruídos e balburdias se intensificaram, caso Klaus houvesse encontrado uma lâmina a usaria e a manteria em riste, mantendo também como saque rápido o presente que havia ganhado, porém, gradativamente as palavras inumanas de alguma das criaturas foram escutadas. – Só pode ser a pequena...ninguém está vindo atrás de mim não...tá de brincadeira..esses caras não podem simplesmente ir dormir? Nervosismo?Uma das formas de um humano expressar seu medo é através da fala acelerada e muitas vezes sem sentido, entretanto, Klaus apenas permanecia a procurar algum tipo de foco que pudesse sobrevir do teto, faltava quanto tempo até eles entrarem?


A resposta veio em seguida, a fechadura vacilou e a lâmina nas mãos de Klaus também, o homem ergueu-a e então preparou-se para uma investida, ao lado de fora, um ruído, Klaus virou-se abruptamente. Se fosse um pouco mais alto é possível que o homem jogasse a lâmina em direção a criatura mas o alivio logo veio ao homem que colocou uma das mãos em direção ao peito enquanto estreitou os olhos. –Meu amigo! Não atirem não, o cara é gente boa....ei...apaguem a luz deixem ele entrar. Disse Klaus visando aproximar-se da criatura.


[ Klaus ]- Vincent..nome legal, eles estão querendo as armas por medo de usarmos? Vixi..( Caso Klaus estivesse com a lâmina, ele se manifestaria ).  Enquanto as palavras de Vincent ecoavam, a porta do lugar veio abaixo, Klaus fora o primeiro talvez a fazer com que sua lâmina dançasse no ar de maneira desordenada visando acertar qualquer criatura que considerasse um inimigo. Klaus faria o possível para defender-se, no entanto assim que Vincent disse referente a acender as luzes Klaus imediatamente pensou que ele seria idiota, entretanto vociferou. – EIIII VINCENT, SAI DAQUI PO! Disse Klaus tentando segurar um dos apêndices daquelas criaturas e cortá-lo.- Nada de comida hoje pra você. Disse o homem.-  Ae turma, vou dar um jeito, relaxa.  Será que as criaturas eram atraídas pelo cheiro de sangue? Quantas haviam? Dezenas? Dúzias? Klaus visou utilizar a própria lâmina para cortar seu braço de maneira significativa, se o sangue fosse uma das armas, Klaus atrairia as criaturas para si. – Venham me jantar seus infelizes, pode vir atrás de mim ahahaha, chega mais.  Dizia Klaus visando sair daquele lugar, suicidio? Não, talvez com alguma sorte o homem conseguiria escapar com vida e com a ajuda de Vincent. ( Caso Klaus seja infectado, deixarei a encargo da narradora, entendo o “ suicídio” do Klaus, mas tudo em nome do grupo \o ).
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