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 Quarentena

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AutorMensagem
Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   26.03.16 22:29



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 A história de Vincent não é a mais bela história do mundo, muito menos a mais triste. Muitos já passaram por coisas exatamente como ele, a diferença é que o destino foi cruel consigo, sua mãe despertou o interesse de uma criatura das trevas, porém ela lutou bravamente contra esta e no fim não saiu vitoriosa. Após o tempo correto de uma gestação, o pequeno Vincent veio ao mundo, causou pavor por sua pele muito branca e seus olhos muito vermelhos, mas seu pai sorriu ao vislumbrar a criança, sua mãe definhou-se de desgosto. Ela alimentou Vincent, porém quando este completou um ano de vida, sua mãe veio a perecer. Dentro do menino o bem e o mal sempre estiveram juntos, mas sabemos que o mal é muito mais sedutor que o bem e assim Vincent tornou-se a voz dos anciões.


No ano de 1425 houve a ruptura do clã, e os Antigos expulsaram o pai de Vincent daquele lugar, Vincent os apoiou, odiava seu pai, odiava não poder ver o Sol e o odiava mais, porque ao compartilhar as lembranças, sabia que fora seu pai o causador da morte de sua mãe, fora ele o causador de sua condição híbrida. Vincent jurou matar seu pai, porém com a ruptura tudo se tornou muito mais complicado, seu pai tornou-se uma criatura quase indestrutível, mas ainda era vulnerável ao sol.



Prédio Balesteros



Vincent havia perdido o controle sobre si, sua parte sensível ao controle de seu pai havia tomado o controle de 90% de sua mente e ele estava prestes a ferir Helena, porém a garota foi bem mais esperta do que Vincent imaginou e desferiu um tiro em seu pé, a bala era de prata? Não importa, o estampido do tiro tirou Vincent do transe e ele olhou para Helena, soltando-a. Olhou na direção de Klaus e sentiu alívio, aquilo acabava agora, porém a manobra de Klaus não saiu exatamente como ele imaginou, ao cravar a espada de prata na criatura algo bizarro aconteceu. Um esguicho de cor negra saiu da criatura e foi exatamente na direção de Vincent, algo como uma massa de bolo feita de piche. Aquela coisa grudou no rosto de Vincent e aderiu-se a pele da criatura, Vincent sofreu pequenos espasmos ao cair no chão. Ali naquela escuridão, mas com os olhos acostumados a escuridão, Klaus, Helena e Eff puderam vislumbrar algo bizarro, a metamorfose do Mestre. O corpo de Vincent adquiriu proporções maiores, Klaus tinha apenas 1,80 metros, mas agora parecia ter 2,10 metros de altura. Seu rosto estava modificado, seus braços eram fortes e sua pele era branca como a luz fria e pálida do luar. Vincent sorriu.



— A verdadeira face do mestre, fere os olhos.



Um brilho negro surgiu no olhar do Mestre, um brilho que se olhassem demais para ele sentiriam enjoo. Ele falou novamente.



— Obrigado Klaus.



Sem aviso os vermes no chão começarama subir pelo corpo de Klaus, Helena e Eff, não havia escapatória, estavam condenados a serem servos do mestre, pequenos peões num jogo perigoso. A única chance eram chegar a janela, lá fora o Sol já se levantava e não demoraria a banhar todo o lugar. Eff olhou Klaus.



— O Sol, temos que chegar até a janela, mas qualquer movimento e estas coisas vão penetrar nossos corpos, o que faremos?



Helena, Klaus e Eff estavam mais ou menos á 6 metros da janela e não podiam caminhar, o que fariam?



Suzane



A garota continuava usando seu dom de eletricidade, mas quando o mestre reviveu, Suzane sentiu algo estranho, ela teve a necessidade de se levantar e ir ao mestre. Suzane, mesmo que não aceite, havia sido infectada e só a morte do mestre poderia tirá-la daquela semisservidão. 




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Suzane
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   27.03.16 10:33

 Aquilo já estava se estendendo tempo demais, no final foi apenas uma madrugada de muito azar " deveria ter comido mais daquele sorvete que ficou no apartamento" foi a ultima lamentação que Suzane pensou, claro também pensou em sua mãe, mas ela entenderia sua morte.

 Suzane já perdia à esperança dada a situação esperava que o resto do grupo estivesse em melhores condições, pois ela estava contaminada isso era um fato irremediável pelo visto, com à vontade estranha de seguir alguém em uma direção pré definida ela apenas andava e naquele momento tentava manipular algumas partes de seu corpo, como tinha um conhecimento especifico sobre suas habilidades, tentou concentrar nos impulsos elétricos do seu cérebro  para um simples comando e movimento, enquanto seguia para o lugar que estava sendo direcionada, Suzane apenas tentava tirar uma moeda de seu bolso caso conseguisse, tentaria se concentrar para manifestar a eletricidade, ficava olhando a moeda em sua mão e como se tivesse jogando uma bolinha de gude arremessava a mesma em direção a sua cabeça com aquele movimento dava um "estalo" com a eletricidade na moeda formando o plasma daria seu ultimo tiro" direcionado a sua cabeça, aquilo seria o suficiente para explodir sua cabeça e não causar danos a estrutura do lugar.

efeito:
 

 Era melhor se matar do que matar inúmeras pessoas inocentes, por ironia novamente estava no dilema de ser somente uma arma controlada por outra pessoa, já viu isso acontecer antes e acredite, estava convicta no que deveria fazer, viver como uma arma escrava de alguém nunca esteve em seus planos, caso contrario não teria fugido da organização que à criou.
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Helena 2
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   28.03.16 22:36


Tudo aconteceu rápido, tão rápido que mal deu tempo de pensar em como agir, sei que parecia que voltávamos a estaca zero, estávamos novamente rodeados de vermes nojentos que causariam minha transformação. Olhei Klaus, não ousei mover a cabeça. Olhei Vincent, será que o cara que nos ajudou tanto ainda existia ali? Não tínhamos alternativas, uma solitária lágrima rolou dos meus olhos, como gostaria de ter uma granada de prata agora. Então algo me veio a mente, Klaus era ótimo em tiros, talvez por sua peculiar condição enxergasse melhor que eu no escuro. Com extremo cuidado moveu o braço e num ímpeto de criança gritou para Klaus.

— Segura!

Enviou a arma para Klaus, ainda lhe restavam duas balas, talvez um tiro os tirasse daquela situação. Sua arma não era de calibre baixo. Sentia os vermes andarem por sua perna, a calça era de tecido fino, aquilo lhe causava extremo pavor.


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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   29.03.16 16:25

Klaus não havia ignorado a situação de Helena no momento em que Vincent havia “ mudado “ de atitude, muito pelo contrário, o homem de face óssea havia acreditado, em sua profunda concepção de que, se ele matasse por fim o mestre daquele antro de horrores, com alguma sorte Vincent também poderia ser destruído ou então permanecesse livre do controle do mestre, no entanto, assim que Klaus girou a bengala-espada, segurando-a por sua extremidade prateada e adornada, visou encravá-la na carcaça do mestre com extrema força. Para sua surpresa, ele sentira a lâmina entrando em atrito com a pele do mestre mas para sua surpresa, ele necessitou recuar, levando a espada consigo. - MAS QUE MERDA TA ACONTECENDO?! Vociferou Klaus afastando-se da criatura enquanto algo parecia jorrar de seu corpo indo de encontro a Vincent. Uma espécie de muco preto pareceu emanar da criatura e Klaus parecia atônito enquanto Vincent era envolvido por aquela substância negra, caindo ao chão em espasmos.

[ Klaus ] - Ei, Vincent! Exclamou. Klaus tentou estreitar seus olhos para enxergar melhor o corpo do parceiro e em sequência olhou para Helena e Eff, voltando imediatamente o olhar para Vincent. Algo ainda mais estranho parecia ocorrer em seu corpo. A silhueta de Vincent pareceu aumentar gradativamente, seu corpo tornou-se mais robusto e seus olhos se tornaram tão negros e obscuros quanto uma noite densa. Klaus parecia boquiaberto mas não precisaria ser nenhum gênio para entender o que estava acontecendo ali.


A verdadeira face do mestre, fere os olhos.


Klaus mantinha o olhar fixo na criatura que parecia emanar um brilho, um estranho brilho. Klaus sentiu algo remover-se em seu estômago e fora só então quando desviou o olhar da criatura que pôde notar uma quantidade significativa espalhados pelo chão, começando a subir por entre sua roupa. Klaus naquele momento sentira um enorme desespero começar a crescer em seu antigo coração. Sua mente procurava alguma saída dali, alguma solução, talvez alguma esperança para que tudo mudasse, para que tudo fosse resolvido e quem sabe, se talvez Megan, Questão ou qualquer outro que não tivesse sua vida ceifada por aquelas criaturas, quem sabe eles poderiam ajudar naquele momento, quem sabe eles deveriam ter ido para aquele lugar mais preparados, quem sabe seria melhor eles terem ignorado o chamado daquele radio de baixa frequência. Em um devaneio em profundo desespero, Eff chamou a atenção de todos ali.


O Sol, temos que chegar até a janela, mas qualquer movimento e estas coisas vão penetrar nossos corpos, o que faremos.


Klaus desviou o olhar para Eff e então tentou buscar a silhueta do mestre, sendo o momento pelo qual Helena chamou sua atenção, jogando a arma em sua direção. Ele conseguiria pegá-la?

[ Klaus ]- Estamos todos condenados aqui. Disse ele em meio sorriso, visando pegar a arma com uma das mãos e mirar na direção da janela. Sequer decidiu ver quantos disparos tinha na arma mas concentrou um disparo na direção da janela e outro disparo na direção do mestre caso conseguisse apenas identificar sua silhueta. - Foi mal Vincent mas vou te levar comigo nessa parceiro.




Klaus então visou correr. Não se importaria se os vermes penetrariam em sua pele ou então consumiriam sua alma, mas ele levaria Vincent consigo e aquele maldito mestre também. Klaus visaria correr na direção da criatura rapidamente e abraçá-lo com todas as suas forças enquanto antes disso visaria encravar a espada de prata no peito da criatura e utilizar seu próprio peito para impulsionar o golpe, mas, faria ainda mais pela criatura, atado em seu corpo, Vincent visaria impulsioná-lo em direção a janela, forçando o corpo do mestre para fora do prédio mesmo que isso custasse ele próprio se arremessar junto com aquela monstruosidade. O mestre pagaria por todos os seus crimes e fritaria no sol se necessário. Estava na hora de todo aquele inferno acabar. Esperava Klaus que o mestre não tivesse outra carta na manga ou então que seus servos se movimentassem novamente, se não todos ali acabariam mortos.


[ Klaus ]- Eu quem te agradeço mas você está me devendo uma dança na luz do amanhecer. Vociferou Klaus enquanto mantinha-se a exclamar entredentes.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   18.04.16 8:31


O que aconteceu no período em que Vincent lutava para não ser dominado pelo mestre e ferir seus amigos passou como um filme por sua mente. Ele relembrou os momentos breves na companhia de Klaus, Helena, Questão, Megan e Eff, o mestre tinha que ser destruído e Klaus o faria, mas será que ao estar acoplado ao seu corpo isto seria possível? Antes de Klaus o agarrar, antes de Helena mostrar-se uma corajosa garota Vincent já havia decidido o que fazer.

— Você não será usada como uma arma, não desta vez.

Vincent falou a mente de Suzane e diferente do que a garota havia planejado, seus raios não iriam retirar-lhe a vida. O que a garota faria dali para frente era problema dela, mas naquele momento Vincent não permitiria que mais ninguém morresse, mas principalmente não permitiria que o mestre sobrevisse. Ele tinha domínio sobre os vermes e Suzane estava infectada e por isto ele a dominava. O corpo de Suzane moveu-se contra sua vontade e devagar foi passando por todas as janelas, a cena lembrava uma possessão fantasmagórica. Todas as janelas eram explodidas, os raios tinham uma função e a função era trazer a claridade para dentro do prédio.

Klaus agiu e Vincent conseguiu permitir que seu corpo fosse puxado, antes de arrebentarem na janela, Klaus pode ver o corpo de Suzane flutuar até o local onde estavam e as luzes inundarem o lugar, não era mais preciso se jogarem janela abaixo, porém não havia nada que pudesse ser feito. Helena e Eff poderia se mover, pois o generoso Sol inundou todos os cantos do lugar. Os vermes tornavam-se pó preto rente aos seus pés.

Klaus saiu pela janela com Vincent, a espada cravada no peito do homem, por segundos Vincent tomou as rédeas da situação e falou com sua voz usual.

— Não pense que irás morrer, não mesmo. Aproveite a dança.

Assim que o corpo de ambos alcançou o Sol, algo não esperado aconteceu. Vincent/Mestre gritou, urrou de dor e tornou-se incandescente, mas o fogo não queimava Klaus. A espada foi expulsa de corpo, Klaus pode sentir o corpo empurrando a espada. Vincent não largava Klaus, ambos caíam rápido. Klaus pode ver as mudanças no corpo de Vincent, sua pele tornou-se negra, seus dentes ficam maiores. Sua pele mudou de cor novamente, adquiriu um branco que feria os olhos e neste momento asas enormes surgiram em suas costas. Vincent pousou no solo e só então largou Klaus.

— Esta na hora de resgatar os outros.

Vincent alado subiu novamente ao andar e trouxe consigo Helena, Eff e Suzane. Esta última estava bem debilitada. Vincent aproximou-se de Suzane e perguntou mentalmente.

— Desejas voltar a sua vida?

Era a escolha que Suzane deveria fazer. Antes de a garota responder Vincent alado recolheu suas asas olhou para Klaus e o indagou.

— Queres seu pagamento agora? Tenho uma enorme divida com você.


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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   18.04.16 19:39

Klaus havia se lançado em direção a Vincent violentamente visando levá-lo de encontro a janela da edificação, no entanto, por sorte, o disparo que havia efetuado momentos atrás havia surtido um grande efeito fazendo com que o sol preenchesse todo o lugar e com isso as pequenas larvas que estavam espalhadas pelo lugar finalmente poderiam deixar de ser um problema possibilitando a Helena e Eff se movimentarem, porém, ainda que o sol tivesse preenchido o lugar, Klaus sequer titubeou em lançar-se contra seu oponente com a lâmina em uma de suas mãos visando atingir o peito da criatura de maneira abrupta enquanto a impulsionava para trás.



O homem então avançou contra o corpo de Vincent enquanto cravava a espada em seu peito ao qual, em poucos instantes Klaus poderia sentir o vento passando pelo seu corpo de maneira pelo qual estaria em total queda livre mas não antes das palavras de Vincent chegarem a seus ouvidos enquanto homem agarrava seu corpo impedindo então que a dupla se desvencilhasse. Os olhos de Klaus se arregalaram gradativamente a criatura entrar em combustão imediatamente a exposição ao sol, no entanto, as chamas não o queimavam e Klaus sentira que lentamente a espada começava a ser expelida do corpo da criatura. Klaus tentou empregar mais força contra a lâmina em meio a queda para que esta não fosse para longe de seu corpo ou ele mesmo se soltasse, algo estava acontecendo a criatura e Klaus não parecia tão interessado com a metamorfose que a mesma parecia sofrer, afinal, estava em queda livre, o que mais poderia fazer a não ser esperar pela morte?


“ Dança? “ pensou Klaus já direcionando-se a morte certa, no entanto, em certo momento, próximo ao solo, protuberâncias pareceram emanar das costas de Vincent Mestre, ao qual Klaus pôde sentir um forte tranco em seu corpo dado ao farfalhar das asas da criatura que só então pousou e largou o corpo do homem.



[ Klaus ]- O que?! Klaus olhava incrédulo para Vincent que alçou vôo em direção a Helena e Eff, de maneira pelo qual ele próprio não conseguia acreditar de forma alguma o que estava acontecendo. Vincent estava diferente mas não aparentava ser ele de outrora, era o mestre? Ele estav aimune ao sol? O que estava acontecendo? A expressão de Klaus, com a espada em uma de suas mãos beirava a uma péssima atuação de drama teatral, aquilo só podia ser brincadeira.



[ Klaus ] - LEGAL! O MESTRE AGORA VIROU UM MORCEGO GIGANTE! A expressão de Klaus não era das melhores enquanto via Vincent.




[ Klaus ]- O que?! Pagamento?! Vincent, espere aí, o que aconteceu exatamente? Agora você virou uma gárgula ou algo do tipo? E o mestre?
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Suzane
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   24.04.16 9:51

Pelo visto já era tarde demais, seu ataque suicida tinha sido interrompido por uma voz conhecida que invadia sua mente, sem entender muito bem o que estava acontecendo. Suzane já não tinha mais controle de seu corpo, sentiu-se totalmente indefesa, uma vez que seu corpoerguia-se e seguia a um destino desconhecido por ela, pelo caminho quem a controlava usava de sua maldição para destruir as janelas do predio, naquele momento Suzane se via em perigo, como já não tinha mais o que fazer ela apenas desistia de lutar contra a possessão.

Assim que seu corpo possuído cumpriu com o seu propósito ela foi ajudada por Vicente, estava cansada e muito debilitada sem saber o que fazer e com o comentário do Vicente ela o encarava.

-Se for para viver assim, pode me matar...Não quero vivar como uma aberração por completa... Foi oque Suzane respondia a pergunta de Vicent esperando ele fazer oque deveria ser feito.
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Helena 2
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   29.04.16 14:07


Enviou a arma para Klaus, ainda lhe restavam duas balas, talvez um tiro os tirasse daquela situação. Sua arma não era de calibre baixo. Sentia os vermes andarem por sua perna, a calça era de tecido fino, aquilo lhe causava extremo pavor.


Eu não podia acreditar no que estava vendo, senti pavor ao ver o corpo inerte de Suzane flutuando e destruindo as jenelas e senti medo, muito medo, ao ver Klaus se jogar pela janela com Vincent/Mestre agarrado em si. Olhei para Eff, queria falar, mas a voz não saia. O que estava acontecendo? Fo então que vi algo pior, uma coisa branca com asas adentrar a janela e pegar a mim e Eff, eu não tinha força para reagir. Em poucos segundos estava no solo, depois foi Eff e Suzane, olhei na direção de Klaus, de todos eles era o mais abismado com tudo, eu estava pasma. Aproximei-me dele e lhe dei um abraço apertado.

— Que bom que está bem, o que houve com ele?

Porém Klaus também não sabia me explicar o que havia acontecido, estava tão embasbacado quando eu. Olhei para Eff e falei brava.

— O Sol não mata ele mais? O que aconteceu?! O que é isto na nossa frente? Anda, explica!

Vincent/Mestre estava falando co Suzane, não ousei tentar descobrir o que era. Klaus parecia transtornado, eu queria respostas, quem as iria me dar?
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   01.05.16 22:28


De todos, Klaus era o que se mostrava mais transtornado, desapontado ou talvez surpreso. Vincent olhou para Klaus, a luz do sol batia em sua pele e dava a ele um branco que não era humano. A criatura olhou para Eff, pois nem ele mesmo sabia explicar o que havia acontecido consigo, seu olhar pedia a Eff que explicasse tudo a Klaus. Vincent então se voltou para Suzane e falou baixo.

— Não serás uma aberração, será o que você é. Não terá a maldição em ti.

Vincent então rasgou a ponta do dedo com a unha, um liquido branco escorreu pela ponta e pingou na boca de Suzane.

— Você viverá ou morrerá, mas isto é uma decisão sua. Não serei o responsável por mais esta morte.

Vincent ficou de pé, Klaus, Eff, Helena olhavam sua demonstração de poder. Suzane adquiriu uma aparência tão jovial quanto antes, suas feridas sumiram e a vida voltou, a pleno vapor em sua vida. O que ela faria com esta sua nova chance só ela poderia dizer ou não. Vincent então olhou para Eff, então Eff se aproximou, olhou Vincent e seu olhar denotava desprezo e admiração ao mesmo tempo. Eff, após alguns segundos, falou:

— Não pensei que fosse possível e muito menos que ele realmente existia, para mim tudo não passava de lenda. Então você é, realmente, filho dele?

Vincent olhou para todos, sorriu e seu sorriso era pavoroso. Seus dentes eram pontiagudos e muito brancos. Era muita brancura para apenas um ser.

— Infelizmente sim, mas meu desejo sempre foi destruí-lo, me livrar deste peso, minha mãe era uma mulher maravilhosa, bondosa, não merecia o que ele fez com ela.

O olhar de Vincent era distante, ele parecia lembrar-se de coisas ruins, sua expressão era de sofrimento, mas ele piscou e voltou à realidade.

— Não sou uma gárgula e o mestre está em mim agora, somos uno com a diferença que ele não me controla. Por eu ser meio humano, sofri uma mutação quando me joguei no Sol, desejei a morte, mas isto é o que me foi dado, farei o meu melhor.

Vincent calou-se e pegou algo em suas vestes, um frasco parecido com um vidro de perfume bem pequeno. Enfiou a unha na plama da mão e deixou seu sangue branco escorrer para dentro do frasco, assim que terminou estendeu o frasco para Klaus.

— Meu pagamento, regeneração. Garanto que você voltará a ser o que era antes do que lhe aconteceu.

Haviam perguntas a serem respondidas? Sim, mas que a faria? Ali, agora, restava apenas o astro rei Sol e os sobreviventes, haveriam mais humanos na cidade? O que seria dali em diante?
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   

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