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 Quarentena

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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Quarentena   15.04.15 13:13




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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   17.05.15 17:31


A cidade de Manhattan é uma ilha aglomerada por outras ilhas que está localizada na cidade de Nova York. Porém não vou detalhar tanto sobre o lugar, pois só precisamos saber que Manhattan é uma cidade movimentada, importante e assim como várias outras rodeadas de violência e situações peculiares, porém peculiaridade como a que ocorre lá nunca se teve notícia.

A cidade está fora do mapa a quase duas semanas, mas ninguém se importa com isto. Telefones, internet, transporte estão todos inativos, mas porque ninguém notou esta anormalidade? Na verdade um pequeno grupo notou isto e tentou fazer algo, mas sem acesso a comunicação as coisas ficaram complicadas. Acharam que o comunicado não alcançou ninguém, pois nenhuma ajuda apareceu, porém isto não é bem verdade. Utilizando-se de frequência baixa de radio o pedido de socorro chegou aqueles que tem acesso a esta frequência e que estiverem interessados em ajudar.

“Socorro,socorro. A cidade foi invadida por vampiros, zumbis ou algo deste tipo. Estamos sem alimentos e correndo perigo de vida, se alguém estiver na escuta, por favor nos ajude.”

A mensagem era clara, mas seria verdadeira? Alguém se arriscaria a verificar o fato?

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NateSummers
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   19.05.15 12:55

Após 4 dias ele acorda. Mexer a cabeça parecia como mover um planeta, aos  poucos sua mente vai clareando e as recordações das ultimas semanas vai voltando.
Assim como a lembrança do medo, da dor... Muitos tombaram, mas no final os X-men venceram. Ao custo de muito sofrimento. Mais pra um que pra outros.

Nathan vai ao banheiro lava o rosto, ele contempla seus rosto velho e cansado, olha pras mãos, uma orgânica e outra Cibernética.  
E se pergunta se não está na hora de se  aposentar.

Ele tenta uma sondagem telepática pra encontrar sua filha adotiva Hope, mas uma intensa dor de cabeça o convence a desistir. Abrir a porta telecineticamente também acarreta pontadas dor. Nathan espera que o incomodo no uso de seus poderes seja temporário, mas teme que sejam permanentes.
A ultima batalha quase o matou, se não fosse por Hope o vírus tecnorgânico que o incomoda desde a infância e se alastra por metade de seu corpo teria acabado com ele. E de alguma forma a infecção castrou seus poderes psíquicos.

Resignado com a possível perda de seus poderes o mutante decide ir a Nova York, Andar nas ruas como uma pessoa normal (Ou quase), Olhar as pessoas sem ler a mente delas... Ver Stace (A distância).  Ele não deveria se aproximar dela, afinal o motivo alegado pelo término do namoro foi a segurança da moça e de seu irmão mais novo. Ele não deveria nem ao menos pensar nela, se seus inimigos... No entanto ele acaba programando o teleportador para O bairro onde fica a Lanchonete dela, Um beco antes, pra não assustar ninguém.

Com um sorriso bobo de adolescente brotando no rosto ao pensar na moça ele ativa o teleporte e desaparece. Pra reaparecer um quilometro e meio longe do destino programado, precisamente acima do rio Hudson. O soldado, cai na água gelada do rio, espantado com o ocorrido, nada com todas as suas forças pra margem e olha pra cidade totalmente sem energia. alguns focos de incêndio e gritos podia  ser ouvidos. Como estava molhado e com frio decide ir até um ajuntamento de mendigos que se aqueciam  com uma fogueira feia num barril.

Cable retira seu computador portátil do bolso e tenta Interceptar algum sinal vindo da cidade e tudo oque consegue é uma transmissão em ondas baixas.

“Socorro,socorro. A cidade foi invadida por vampiros, zumbis ou algo deste tipo. Estamos sem alimentos e correndo perigo de vida, se alguém estiver na escuta, por favor nos ajude.”

Embora desprovido de poderes, Cable não é desprovido de recursos. Se Stace estiver viva ele irá encontrá-la e se estiver ferida, Ai daquele que a machucou.

A mensagem era clara, mas seria verdadeira? Quem se arriscaria a verificar o fato?
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   21.05.15 22:00


A vida tem sido um bocado estranha para mim desde um evento tenso que me acometeu em Paris. Demorei a voltar para casa, mas o que me entristece é não ter mais a companhia de Ioran, meu gato. A história é longa e estranha, então não vou me dedicar a ela. Estando completamente sozinha agora, resolvi me dedicar a ajudar a polícia, sintonizo a frequência e dou cobertura para pequenos incidentes. Já vi coisas estranhas, mas nada como aquele pedido de socorro. Seria verdadeiro? Fiquei pensando algum tempo e como estava perto da cidade de onde veio o chamado, decidi atendê-lo.

Peguei um taxi e rumei para o lugar, porém, para o meu azar o motorista achou a distância muito longa, assim sendo segui o restante do caminho à pé. Andei por mais ou menos quatro horas e quando alcancei os limites de Manhattan o sol já brilhava, mesmo que encoberto por nuvens. Olhei em volta e liguei o radio novamente, a frequência estava memorizada no mesmo, falei baixo.


- Alguém? Recebi o recado e vim ajudar, onde vocês estão?
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   22.05.15 0:42

As noites de Vic são praticamente as mesmas. Por volta das 22h ele veste seu terno e seu sobretudo. Utiliza o gás binário e tem a cor de sua vestimenta, assim como a cor do cabelo, além da fixação de uma máscara que encobre completamente o seu corpo, deixando-o sem expressão facial alguma. E por esta razão, os telejornais começaram a chama-lo de Questão. Não era um nome tão ruim, afinal. E, de certo modo, criou até certa publicidade para ele. Não poderia afirmar com certeza, mas a criminalidade diminuiu razoavelmente após as “propagandas” sobre ele.

Assim, nesta noite, fazia uma ronda num bairro nobre da cidade. Enganam-se aqueles que pensam que não há criminalidade naquela região. Pelo contrário: é ali que o tráfico de drogas ocorriam em maior quantidade (afinal, eram os que melhor poderiam pagar). Estava em seu carro, um opala preto, quando começou a observar o comércio ilegal. Um jovem, de aproximadamente 18 anos comprava cocaína de alguém de preto, alguém que Questão ainda não conseguiu identificar. Espero a transação ocorrer, fotografou, observou a direção para onde garoto iria. Daria uma lição a ele depois.

Neste interim, acelerou com o carro, fazendo com que o automóvel parasse frente ao beco onde o traficante estava, prendendo-o ali. A luz forte dos faróis quase cegava o homem (agora identificável). A sombra de Questão apareceu antes dele. O criminoso se ajoelhava e começava a pedir perdão. Vic chegou perto dele, pegando-o pelo pescoço e levantando-o. “ - Tem noção de quantas vidas você destrói, seu desgraçado?” Desferiu três socos potentes com a mão direita. Fortes o suficiente para quebrar o nariz do homem e quase fazê-lo desmaiar. “ - Não quero que volte a vender isso em Hub City.” Disse. O criminoso assentiu com a cabeça. Se iria cumprir a promessa ou não, isto competiria somente a ele. Mas se não cumprisse, ele teria ciência que Questão o procuraria novamente. E desta vez, a consequência seria pior.

Vic então retornou para o seu carro. Foi para algumas quadras distantes dali. Decidiu ligar o rádio do seu veículo, que sintonizava furtivamente estações policiais e clandestinas. Numa dessas “zapiadas”, ouviu algo que chamou sua atenção. “Socorro, socorro. A cidade foi invadida por vampiros, zumbis ou algo deste tipo. Estamos sem alimentos e correndo perigo de vida, se alguém estiver na escuta, por favor nos ajude.” Segundo o código do envio, seria da cidade de Manhattan. Sua cidade ficava um pouco distante, mas mesmo assim, seguiria para lá. Não tinha colegas vigilantes lá, por isso iria pessoalmente.

A viagem não foi rápida. Chegou lá perto do amanhecer (já era de madrugada quando se deslocou). Depois de um tempo sem ouvir nada nessa frequência, ouviu a voz de uma mulher, aparentemente jovem, perguntando “ - Alguém? Recebi o recado e vim ajudar, onde vocês estão?” Pegou o ptt preso ao rádio e respondeu.

- Aqui é Questão. Ouvi um comunicado de vocês há aproximadamente quatro horas. Como estão? Há vampiros onde vocês estão?
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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   23.05.15 16:20

Local: Desconhecido


A situação começa da seguinte forma, a noite estava chuvosa, trovoadas rasgavam os céus dando-lhe uma coloração verdadeiramente majestosa, isto é, para aqueles que se interessassem ao menos em observar o céu alguma vez em meio aos víveres cotidianos da sociedade. Muitos já permaneciam resguardados em suas casas e tantos outros mantinham-se as ruas a trabalho, motoristas, entregadores, policiais, enfim, várias profissões. Em meio a uma típica noite em uma grande cidade, um Impala 1967 preto permanecia estacionado na esquina de um conhecido motel denominado ( Lady’s Lair ). Um individuo de face coberta mantinha-se embaixo de um toldo, aguardando olhando de maneira inexpressiva em direção ao homem que estava de joelhos a sua frente, a expressão deste demonstrava nada mais do que desespero. O homem de trajes negras, que permanecia de pé abaixo do toldo em um dos vários becos daquela cidade olhava até então de maneira fixa ao outro.


[ ??? ]- N-não..N-não..por favor...eu...eu..não fiz nada...eu....sou inocente.


[ ??? ]-  Mesmo?


[ ??? ]- Si-sim..sou mesmo, sou in-nocente, por favor me deixa ir.


Olhando mais atentamente, veriam uma arma pistola modelo Desert Eagle no chão empoçado do lugar, as gotas ribombavam de maneia despreocupada sobre o toldo, algumas vezes produzindo um som ritmado, outras não. O homem de trajes negras esboçou um breve sorriso por detrás da máscara que estava a utilizar.


[ ??? ]- Olha cara..desculpa mas não vai rolar mesmo. AHAHAHA


[ ??? ]-Eu posso te pagar! Por favor! Eu pago o dobro do que estão te pagando! Vociferou o outro.


[ ??? ]- Vamos fazer um pequeno jogo. Como chama isso mesmo? Disse o homem erguendo um relógio de pulso.- Relógio de pulso, não é? Faremos o seguinte...eu vou contar 10 dos “seus” segundos e você deve usar esse tempo para correr e sair do meu campo de visão, pois....se não sair, ao fim dele eu partirei ao seu encalço e irei medir a duração de sua vida....em gritos.


A expressão de desespero tomou a face do homem que simplesmente ergueu-se e então começou a partir na direção oposta ao executor, correndo o mais rápido que pôde até o final do beco antes de receber como resposta um tiro na região da nuca fazendo o homem tombar entre uma pilha de lixos. Em instantes, o executor já estava próximo a vitima.


[ ??? ]- P-porquê... Disse o homem em lamúrias.


[ ??? ]- Cara....francamente....eu não disse “ já”. Um tiro. – Você devia ter esperado... Segundo tiro. – mas não esperou. Terceiro, quarto, quinto, sexto. – Pronto..mais um serviço acabado e mais uma boa quantia depositada em minha conta. Disse o homem encoberto até então direcionando-se ao Impala 1967, adentrando o mesmo de maneira abrupta antes de fechar a porta em uma agressiva pancada. A trilha sonora?Creed, My own prison, estava sendo tocada no último volume que o radio antigo lhe permitia escutar.


O Impala negro dobrou a esquina e acelerou, até que por fim, um chiado surgiu ao rádio.


{ Radio }- Shiiii..Shiii...” Socorro....Socorro..Shiii..Shiii A cidade foi invadida por vampiros, zumbis ou algo deste tipo. Estamos sem alimentos e correndo perigo de vida, se alguém estiver na escuta, por favor nos ajude.”


[ ??? ]- Essa frequência... O individuo dobrou outra esquina.- Manhattan...vampiros, zumbis ou algo do tipo? AHAHAHAH, sério? Disse o homem para si mesmo enquanto cruzava desta vez uma ponte. – Quem sabe posso ter algumas respostas e além do mais..fazer uma boa caçada e lucrar algo. Disse o homem esboçando um largo sorriso retirando a máscara que lhe encobria a face.




Horas Mais Tarde: Amanhecer



Não demorou mais do que 4 horas para que Klaus enfim chegasse a Manhattan após cruzar uma das várias pontes que interligavam a grande cidade. O amanhecer era claro, entretanto a cidade parecia completamente deserta, o homem que na madrugada anterior havia sido o executor agora mais assemelhava-se a um caçador, onde estariam as pessoas dali? Em poucos instantes, um novo chiado ao radio, só que desta vez no pequeno dispositivo de baixa frequência de Klaus. Dois diálogos diferentes pareceram surgir, uma mulher e um homem.


[ Klaus ]- Também estou nessa cidade fantasma. Se virem um Impala Preto nas ruas da cidade podem se aproximar, estarei dentro do veículo. Disse Klaus enquanto lentamente estacionava seu veículo, acionando a buzina do mesmo várias vezes. Três vezes rápidas, três vezes lentas e por fim, três vezes rápidas. Para os conhecedores de sinal de baixa frequência, certamente reconheceriam um pedido de socorro ( S.O.S Sonoro ), desta forma, Klaus visava atrair as pessoas para fora de suas casas ou qualquer abrigo que por ventura pudessem estar.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   24.05.15 10:45



Quatro pessoas, dentre as milhares que receberam aquele comunicado, decidiram seguir para Manhattan e averiguar a veracidade do chamado. Era um grupo que não se conhecia, mas que tinham um objetivo comum.  Um deles ainda não havia chegado a cidade, Nathan, um mutante de poderes extraordinários. Questão, Helena e Klaus chegaram ao amanhecer. A cidade estava silenciosa, muita sujeira pelas ruas, mas ninguém a vista.

Helena estava próxima a uma estação de metrô.



Klaus estava próximo a ponte



e Questão estava numa rua totalmente deserta ladeada por prédios.
 


O chamado de Helena foi recebido por Klaus, Nathan e Questão, mas também foi recebido por outras pessoas interessadas na chegada destes.

Muito longe de onde estavam todos, um grupo composto por quatro adultos e uma criança comenta entre si.

— Alguém veio, mas será que estão do nosso lado? Como conseguiram fazer seus rádios funcionarem na cidade?

Todos estavam apreensivos, preocupados, porém a criança que os acompanhava pareceu ser a mais sensata mesmo tendo apenas dez anos.

— Estas coisas mataram minha mãe, meu pai e meu cachorro. Se o rádio deles funcionam, é por que são de fora, vamos responder.

Os adultos olharam a criança, incrédulos, mas uma das mulheres no grupo sorriu, afagou a cabeça do menino e ativou o rádio.

— Nós estamos na balsa Staten Island. Onde vocês estão? Durante o dia não há perigo de caminhar pela cidade, mas quando escurecer, se ainda não estivermos nos encontrado, por favor, abriguem-se. Vocês trouxeram comida? Estamos famintos. Durante o dia não há perigo, eles não caminham na luz do dia.



O comunicado se silencia. Klaus era observado de longe assim como Questão e Helena.

Nathan ainda não estava na cidade, mas quando chegasse possivelmente seria observado também. Apesar da cidade estar deserta, muitas lojas e supermercados ainda guardavam suprimentos. O depósitos guardavam seus alimentos. A internet não funcionava, nem os telefones, somente linhas curtas de rádio funcionavam. Não era possível utilizar caixas eletrônicos, elevadores. Enquanto os três decidiam o que fazer, algumas pessoas começaram a aparecer nas ruas, estavam desorientadas e uma delas aproximou-se de Helena e lhe perguntou as horas. Outra chegou até Questão e lhe perguntou se seu celular funcionava e uma última aproximou-se de do carro de Klaus, bateu forte na janela e se este abrisse, ela lhe perguntaria se ele tinha fogo, pois segurava um cigarro entre os dedos.
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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   25.05.15 18:25

Klaus havia dirigido durante a madrugada em direção a Manhattan, o velocímetro de seu Impala quase estourou quando o homem rasgava por entre as vias principais que dariam a grande cidade e com isso chegar rapidamente ao lugar. Conforme o homem cruzava a ponte com seu veículo e circundava a cidade a quantidade abrupta de lixo, os ônibus que costumeiramente haveriam de circular pela cidade estavam desativados assim como uma quantidade absurda de veículos estacionados fazendo com que Klaus tivesse que desviar dos mesmos despreocupadamente enquanto desacelerava seu veículo, encostando-o rapidamente.


“ Mas que droga ocorreu aqui?” pensou Klaus enquanto segurava seu dispositivo firmemente. “...por acaso estamos em um clima de cidade fantasma ou algo do tipo? Acho que esses habitantes não estavam brincando quando pediram ajuda. “, o homem então ali permaneceu até o amanhecer se fazer presente, algumas pessoas e tantas outras começavam a circular pelas ruas da cidade, alguns pareciam atordoados e tantos outros pareciam estar a tempo demais em suas casas e apartamentos. O que estaria ocorrendo ali de verdade? Despreocupadamente, Klaus observava as pessoas através de seu insufilm G5, certamente algumas pessoas haveriam de ter escutado o ronco do motor do Impala 67 quando este encostou e com isso, uma forte batida no vidro do motorista atraiu a atenção de Klaus que tratou de baixar o vidro rapidamente através da manivela lateral interna.


[ Klaus ] –Ei Ei Ei, vai com calma amigão. Se der outro tapa no meu carro eu juro que vou te mostrar onde está o fogo. Disse Klaus quase vociferando contra o homem, será que ele entraria em choque ao deparar-se com alguém que estaria com os músculos levemente sobressaídos em sua face e o crânio vermelho sangue a mostra com duas orbes esverdeadas pairando sobre o “pedinte”? Klaus esboçou um breve sorriso, aliás, tentou, parte de sua arcada dentária a mostra e a ausência de lábios simplesmente transmitiria ao homem o desconforto de ver uma caveira “ viva” abrindo sua mandíbula. Gradativamente, Klaus retirou de suas vestes um isqueiro modelo zippo, estendendo-o ao homem. – Pode acender aí meu chapa. Não se preocupa com a minha cara não que é uma doença rara que eu tenho. Se não for preconceituoso comigo por minha aparência feia não vou ser preconceituoso com sua aparência bonita, certo amigão?


Gradativamente, o dispositivo que Klaus segurava acionou e então uma nova voz projetou-se para fora do aparelho.


“ Comida? Quem estão pensando que eu sou, distribuidora de alimentos não perecíveis ltda? Estão de brincadeira?” Pensou Klaus enquanto simplesmente pressionou um pequeno botão na extremidade do aparelho.  – Recebi as instruções da localização de vocês agora sejam espertinhos e parem de transmitir nessa frequência, já pensaram que esses “ vampiros “ também podem ter um baixa frequência? Bem, que seja, logo estarei indo para aí.


[ Klaus ]- E-ei amigão. Disse Klaus ao homem que havia “dado” fogo.  – Eu te ajudei com o cigarro, quer me dar uma forcinha e me dizer onde fica o mercado mais próximo? “ Não acredito que vou fazer isso....” pensou Klaus enquanto aguardava as coordenadas do homem. “ Com certeza deve ter alguma coisa..mas...se o pedido veio de um pessoal preso lá na Staten Island, será que já acabaram com os estoques dos mercados? Bem..vou ter de conferir isso ai. “.- Valeu amigão agora....ahn..boa sorte aí na cidade fantasma.  Enquanto Klaus recebia as coordenadas, imediatamente direcionar-se-ia ao lugar, visando procurar algum mercadinho que tivesse algum alimento ou algo do tipo, com sorte, os estoques ainda não deveriam ter baixado mas mesmo assim, ele não seria tolo o suficiente para entrar desarmado no local.
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   28.05.15 22:22


Aguardei alguns segundos e então recebi retorno da minha chamada, mas não pareciam ser aqueles que pediram o socorro.


- Oi, eu recebi um chamado, chamo-me Helena. Onde exatamente vocês estão?Estou próxima de uma estação de metrô, aqui está escrito 55 street? Algum de vocês está próximo de mim?

Aguardei, mas a resposta posterior foi dos que haviam pedido o socorro, indicaram o lugar onde estavam. Uma voz masculina lhes aconselha a pararem de falar naquela frequência. Não respondo, tiro um mapa de um dos vários bolsos em minha roupa e começo a procurar o lugar citado. Enquanto faço isto alguém se aproxima de mim, não me assusto, pois creio que um monstro jamais me perguntaria as horas. Olho para ele e respondo séria.

- Nove e meia. O senhor saberia me dizer pra que lado fica Staten Island?

Aguardaria o homem me responder e no meio do caminho tentaria juntar suprimentos para levar.

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MensagemAssunto: Re: Quarentena   29.05.15 1:23

Houve mais algumas manifestações no rádio. Uma voz masculina também parecia ser de fora, indicando que havia mais alguém com o intuito de ajudar aquelas pessoas ou pelo menos entender o que acontecia, e talvez evitar que o mal que assolou essa cidade se espalhasse para outras. A informação passada por este “estrangeiro” fazia sentido, fazendo a mente paranoica de Questão começar a trabalhar em teorias conspiratórias. Se realmente tivessem escutado, então saberiam onde eles estavam e certamente iriam para lá. Teria de se preocupar.

Estacionou o carro, onde buscou com os olhos algum estabelecimento que pudesse fazer compras de alimentos para levar. Na rua onde estava, o máximo que encontrava eram lojas de fast food e lanchonetes fechadas. Foi até uma delas, próxima de um beco mais afastado, e arrombou a porta. Na verdade, sem necessidade, já que ela não estava trancada. Não encontrou alimentos muito saudáveis, mas levou o que achou: alguns pacotes de biscoito, suco, água, leite sanduíches. Deixou duas notas de cinquenta dólares no balcão. Não era um ladrão, não poderia ser. Entendeu que aquele valor seria o suficiente para pagar o que levava.

Voltava para o carro quando foi abordado por uma mulher de aproximadamente quarenta anos. A aparição dela fazia o detetive supor que existiriam mais pessoas por ali, só que esparsas. Escondidas, provavelmente. Abriu a porta do carro, colocando os alimentos que achou no banco de trás. Pegou o seu aparelho (que não era desses modernos; era um nokia antigo. Preferia assim) e olhou para ela (mas ela não conseguiria encará-lo, por causa da máscara), movimentando negativamente a cabeça.

- Aparentemente, não. De onde veio? Tem mais pessoas de lá?

Estava inclinado a levá-la até os outros, também. Ela não parecia ser ameaça. E, se fosse, saberia se defender muito bem. Apenas esperou alguma resposta que o satisfizesse. Caso a obtivesse, a convidaria a rumar consigo em direção aos outros vivos. Na verdade, nem sabia se podia confiar naquelas pessoas que pediram socorro. Neste instante, ouviu a voz da mulher que tinha ouvido antes. Comunicou-se, assim, com os outros.

- 55 street? Não sei bem. Estou na... Twelfth Avenue, creio que seja perto. E homem do impala preto, tenho um carro parecido com o seu... nos reconheceremos. Estou partindo para o Staten.

Depois, olharia no mapa que levou consigo da cidade, com a intenção de localizar-se melhor.  
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NateSummers
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   30.05.15 20:10

Nathan retira as roupas civis molhadas e revela seu uniforme de X-men que era impermeável. Seus trajes comuns  serviam apenas pra ocutal sua identidade como Mutante.Mas dada a atual situação elas não eram mais necessárias.
O Soldado não faz ideia de quanto de seu equipamento funcionará na cidade, ele suspeita de que a algo a mais por trás desse Blackout.

- Alguém? Recebi o recado e vim ajudar, onde vocês estão? - Uma voz feminina.

- Aqui é Questão. Ouvi um comunicado de vocês há aproximadamente quatro horas. Como estão? Há vampiros onde vocês estão? - Seguido de uma voz masculina.

E mais outra mencionando um Impala negro. Cable decide ficar atento se vir um.
Ele corre o mais rápido que pode, mas num rítimo que não esgote suas forças, atravessa o Rio Leste pela ponte do Broklyn que liga Nova York a Manhatan.
Entando na cidade ele invade uma loja e sobe as escadas em direção ao teto, do alto teria uma visão melhor , iria por cima saltando de prédio em prédio.

Depois de um tempo recebe uma transmissão no rádio.

- Nós estamos na balsa Staten Island. Onde vocês estão? Durante o dia não há perigo de caminhar pela cidade, mas quando escurecer, se ainda não estivermos nos encontrado, por favor, abriguem-se. Vocês trouxeram comida? Estamos famintos. Durante o dia não há perigo, eles não caminham na luz do dia.

Cable pensa em responder pra tentar acalmar os sobreviventes, mas antes disso recebe outra transmissão. Era a voz do homem do Impala Preto.

-Recebi as instruções da localização de vocês agora sejam espertinhos e parem de transmitir nessa frequência, já pensaram que esses “ vampiros “ também podem ter um baixa frequência? Bem, que seja, logo estarei indo para aí.

"Bem pensado" ele pensa consigo e decide manter silêncio no rádio até encontrar o carro ou os sobreviventes.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   31.05.15 23:10


A cidade de Manhattan foi assolada por um isolamento velado e seus habitantes foram acuados por seres meio zumbis, meio vampiros. Nada funcionava na cidade, mas o mais estranho era que nenhum habitante tentava, realmente, mudar aquela situação, mas isto não é completamente verdade. Um pequeno grupo conseguiu enviar um recado através de ondas curtas de rádio e este pedido de socorro foi ouvido em partes diferentes do globo, porém apenas alguns aventureiros toparam conferir o que realmente estava acontecendo. Todos chegaram a cidade bem cedo, no momento mais propício para se explorar o lugar.

Klaus

O estranho homem foi cordial com o pedinte e quando este lhe solicitou que não tivesse medo de sua aparência ouviu o seguinte.

- Não se importe camarada, já vi coisas mais feias e mais temíveis que você.

O homem da as costas à Klaus, porém interrompe a retirada ao ouvir o pedido de informação. Ele vira de novo para Klaus e fala num meio sorriso.

- Ai pra frente ta cheio de supermercados, lojinhas, o problema é chegar aonde estão os estoques. Afinal, não sei transportar luz do sol.

O homem, desta vez, sai andando devagar. O seu jeito era de quem não acreditava mais em nada, nem sabia dizer por que ainda estava vivo. Klaus segue seu caminho e depara-se com um enorme supermercado. Ao adentrar o mesmo tudo estava revirado e pouca coisa podia ser útil. Uma porta onde se lia “somente funcionários” talvez guardasse atrás de si suprimentos, porém seria seguro conferir?


Helena

A garota decide seguir para o local onde estão os que pediram socorro. Enquanto caminha pela cidade pode perceber varias pessoas zanzando sem muita noção, pareciam estar perdidas. Helena depara-se com um pequeno mercado, que assim como os outros estava bem revirado e quase nada era aproveitável. Uma mulher parada na porta olha para Helena e fala com dificuldade.

- Este lugar era meu comercio e agora estou aqui, faminta. Sei onde está tudo, mas não posso buscar. Você, por acaso, teria arma e coragem para partilhar comigo?

Dependia de Helena aceitar o convite da mulher ou ignorá-la.

Questão

O misterioso homem sem face parecia ser o mais cordial ali, ele tenta combinar algo com Helena e Klaus. A pergunta que ele fez a desconhecida foi prontamente respondida.

- Não, estou sozinha, eles se foram. Estou esperando meu fim, obrigado, tenha sorte.

A mulher deu as costas a Questão e se afastou arrastando, seu andar era desanimado, conformado e sua resposta não condizia coma pergunta que ela fez anteriormente. Questão então adentrou o carro, olhou o mapa e viu que deveria seguir em frente, virar três ruas à direita para chegar ao seu destino. Mais e mais pessoas apareciam na rua, seus olhares eram desoladores. Uma garota de mais ou menos dezessete anos prostra-se à frente do carro de Questão, ela solicita que ele pare, parece aflita. Cabe a Questão parar ou não.

Nathan

O mutante temporal foi o último a chegar na cidade. Vindo de uma realidade onde o caos é normal, Nathan não estranhou a cidade. Agindo como um sobrevivente, Nathan adentra uma loja e busca chegar ao topo da mesma, queria ter uam visão ampla da cidade, porém enquanto fazia isto algo chamou-lhe a atenção. Uma pequena garota usando camisola olhou triste para ele. A menina falou baixo.

- Estou com frio.

O que Nathan fará?





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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   01.06.15 17:53

Klaus havia se auferido de maneira cordial com o transeunte da cidade, as pessoas que permaneciam a vagar durante o amanhecer na grande cidade pareciam de alguma forma perdidas em meio as enormes construções. Algo assolava a cidade, entretanto, o que estaria de fato acontecendo naquela região? Klaus tinha muitas indagações e sobretudo com relação a sua condição imortal, será que encontraria respostas baseadas no termo “ vampiro”? Afinal, segundo que o homem havia lido no decorrer dos anos eram sobre lendas de seres imortais que sugavam a vida humana em troca de um pouco mais de tempo na terra além de poderes formidáveis, seria isto uma lenda mesmo ou algo verdadeiramente real? Klaus permaneceu em silêncio após a afirmação do homem sobre sua aparência e de certo o homem arquearia a sobrancelha se tivesse alguma. Em sequência, Klaus havia indagado o mesmo sobre mercados e afins, sendo respondido pelo mesmo prontamente ao qual imediatamente Klaus havia retornado as palavras do homem.


[ Klaus ]- Amigo, obrigado pela informação, mas vou te falar uma coisinha. Eu recebi uma frequência de radio de um pessoal aqui e eu vou ajudar. Acho que não está entendendo a dimensão.. Disse Klaus saindo do carro lentamente. – Olha só. Klaus direcionou-se até o porta-malas do carro, abrindo-o discretamente, tomando cuidado com possíveis entrujões naquela situação e então, revelou ao homem uma quantidade absurda de armas presentes no porta-malas. – Eu vou entrar em um mercadinho, pegar a comida e fritar qualquer que seja o filho da mãe que lá estiver, se quiser vir comigo, fique a vontade.


Disse Klaus assentindo afirmativamente com sua fronte pouco antes de bater o porta-malas. – Se quiser entra aí amigão e se tiver mais pessoas que estejam dispostas a enfrentar seja lá o que assola a cidade, pode vir. Disse Klaus direcionando-se então ao Impala 67. Caso obtivesse êxito em “recrutar” algumas pessoas, o homem engataria a primeira marcha do veículo e sairia rapidamente.


Alguns minutos após seguir em linha reta com o veículo, Klaus avistou um enorme supermercado, erguendo uma das mãos e passando levemente em sua face, preocupado. Um lugar enorme daqueles certamente haveria uma quantidade proporcional de problemas e Klaus poderia se dar muito mal, entretanto, não saberia com o que lidar se não avançasse. Klaus entraria no estacionamento do lugar caso este fosse descoberto ou então pararia a frente do mesmo de maneira lenta, deixando o carro atravessado entre a guia e a rua. Lentamente o homem saiu do veículo e direcionou-se ao porta-malas. Levantando-o lentamente após digitar uma pequena combinação de números e letras o mesmo produziu um som metálico se abrindo. Klaus supriu para si os seguintes itens:


Sub-Metralhadora com 6 pentes extras.


2 pistolas Glock com 6 pentes extras.


2 granadas


Obs: ademais os acessórios que anda sempre consigo.


Posteriormente, Klaus fechou o porta-malas do veículo e suspirou pesadamente enquanto acionava o alarme do mesmo. O homem não iria importar-se em ser visto retirando todas aquelas armas do veículo e certamente se tivesse acompanhado, armaria seus “ recrutas” visto que no porta-malas do Impala havia armas de sobra. O velho homem então sacou uma única pistola e decidiu enfim avançar para as dependências do supermercado em passos lentos e silenciosos.


“ O que diabos aconteceu aqui...” pensou Klaus enquanto ligeiramente retirava uma lanterna do bolso, afinal, haveria de ser útil em algum momento. O homem notou o caos ao qual estava entre os corredores. O homem caminhou por entre uma gôndola e outra em passos silenciosos de maneira pelo qual visava desviar dos produtos que estava espalhados pelo chão. Sua expressão apenas se tornaria mais preocupada enquanto caminhava, realmente algo sério havia assolado aquele lugar e certamente ele estaria para descobrir. Klaus decidiu avançar por entre a gôndola central do lugar conseguindo avistar ao longe uma porta ao qual leu imediatamente “ somente funcionários “, ele suspirou uma nova vez e então resolveu aproximar-se da porta. Klaus decidiu ignorar os poucos produtos úteis que estavam por ali, visto que ele estava realmente atrás do “ grande prêmio”, quantas pessoas ele visaria alimentar? Certamente ele deveria encher o carro totalmente com produtos para levar lá. “ As pessoas que pediram ajuda certamente deveriam ter anunciado antes (tragam comida). Porquê estou fazendo isso afinal? Não vou receber nada mesmo..isso se eu não tiver mais sérios problemas..mas..que seja..vou entrar”, pensou Klaus enquanto com a mão esquerda pousou-a sob a porta levemente sem a empurrar.


“ Um...dois...três e...” Imediatamente, Klaus recuou um passo e visou desferir um pontapé abrupto sob a porta visando abri-la violentamente. Klaus avançaria imediatamente para dentro do lugar enquanto ligava a lanterna rapidamente, deveria estar escuro afinal. Utilizando-se então da mão esquerda com a lanterna em suas mãos ao contrária e a pistola Glock com portado em sua mão direita, imediatamente para onde Klaus olhasse ele viraria a arma e lanterna em sincronia. – E agora...? Onde a comida está?

{ Trajes de Klaus }
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   05.06.15 11:32

A mulher com quem Questão se comunicava parecia estar aérea. Distraída, desanimada... Não respondia/comunicava com clareza. Nem mesmo o fato de não ter a sua face mostrada parecia despertar algum sentimento na mulher, nem que fosse espanto. E, da mesma maneira inexpressiva, ela se despede. Disse que está sozinha, e que os outros se foram. Não diz se o “se foram” era para outro lugar ou se estariam mortos. Talvez por ter a incomodado, resolveu não insistir em falar com ela. Com os poucos alimentos que conseguiu, entrou no carro e se direcionou até o lugar indicado pelos sobreviventes pelo rádio.

Seguindo no automóvel, percebia que outras pessoas apareciam nas ruas. Pareciam tão desanimadas quanto à mulher que falara anteriormente. Porém, em determinado momento, distraiu-se olhando o mapa, e quase atropelou uma jovem mulher que praticamente se jogou na frente de seu carro. Esta, pelo menos, parecia ser mais expressiva do que as outras pessoas. Com certeza ajudaria. Freou o carro abruptamente, saindo do carro em seguida.

- Ei, calma! Ou melhor – olhou as pessoas ao redor –... pode continuar aflita. Me diga, o que aconteceu?
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   06.06.15 23:02

Nathan fala com a garotinha e também tira seu casaco e coloca nas costas dela. Dá uma faca na mão dela e um pouco de seus mantimentos.

-Não acho que seja seguro te levar comigo, mas fique escondida aqui que eu volto pra te buscar quando concluir minha missão.

Nathan deixa o rádio com ela. Ele espera encontrar outro. Nova York é o lugar onde se vende de tudo e de onde está até a balsa existem muitas lojas pra  saquear.

-Fique escondida, eu voltarei.

Tendo dito isso ele segue seu caminho.
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   07.06.15 17:25


Edifício Balesteros

A frieza e silencio dos corredores era de causar arrepios, porém ali ainda existiam humanos que estavam alheios ao que ocorria na cidade, mesmo que não tivessem noção disto. O trabalho contínuo para com o padrão sugava-lhes todo o tempo. Os ausentes nos outros setores não eram reportados, mas o que mais incomodava era a falta de notícias. Bruce, um homem de um metro e noventa e três, estranhou tudo aquilo, mas não tinha como verificar o que acontecia, estava atrelado a seus afazeres. O padrão exigia sua presença continua, pelo seu estado, a morte não demoraria a vir lhe levar, era pecado, mas Bruce nunca ansiou tanto para algo como agora.

Claus

Claus adentrou o supermercado, mas devido a grande bagunça que encontrou no mesmo, concluiu que ali não encontraria nada que fosse possível consumir. Com extrema cautela o homem localizou o lugar que supostamente estariam guardados os suprimentos. Ao chutar a porta, deparou-se com uma escadaria fria e as escuras. O homem desceu devagar as escadas. A luz batia no chão e Claus podia ver que apesar do caos lá fora, ali as coisas estavam até limpas. Quando terminou de descer as escadas deparou-se com um corpo.


Um homem de bruços. Ao redor todo suplemento de que necessitava. Havia também um freezer, a porta do mesmo estava aberta. O vapor frio o do mesmo cobria o lugar. Claus tinha duas opções, poderia explorar ou simplesmente recolher os suprimentos. Independente da escolha de Claus, ele não estaria sozinho.


O homem gordo, antes morto, ficou de pé e avançou para cima de Claus. Lembrando que a mordida do ser contamina profundamente e sendo Claus um imortal, ele seria um prato cheio para o Mestre.

Questão

O detetive sem rosto brecou o carro e parou bem próximo da garota. O homem foi muito educado e ainda arrumou espaço para piadas. A garota olhou o rosto de Questão e falou baixo.

- Você não tem rosto, isto não importa. Ouvi o que falaram no radio, posso ir com você?

A garota olhava para os lados, estava suja, não dava para identificar exatamente suja do que, mas estava seu cheiro não era bom.
Questão concordou em levar a garota consigo. Ela pegou um saco de bolachas e o abriu com voracida, pegou também água e sorveu tudo de forma rápida. Olhou Questão.

- Chegaremos antes do anoitecer? Eles não suportam o sol nem a luz ultravioleta. Conferi meu corpo, não fui infectada, mas não iria passar desta noite. Faz dois dias que este caos começou, porque demoraram tanto?

Questão não entende bem o que a garota diz. O carro seguia pelas ruas e então Questão depara-se com duas mulheres, uma delas chamou atenção por estar limpa e segurando  um comunicador. Questão para devagar o carro e pergunta se precisam de algo. A garota era Helena que deveria responder a pergunta feita pela mulher e talvez a garota reconhecesse o carro de questão.

Nathan

O mutante temporal escolheu adentrar um lugar onde a luz do sol não chegava. A pequena garota que o abordou foi cuidada com carinho, porém assim que Nathan virou de costas algo surpreendente aconteceu.


O mutante deveria usar todo o seu poderio para escapar da faminta garota, lembrando que decapitação, Sol e luz ultravioleta em grande quantidade podem exterminar as criaturas.





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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   08.06.15 13:26

Klaus manteve-se em sua pequena incursão a um grande supermercado que havia na cidade. Em uma das mãos o homem portava uma pistola e na outra uma lanterna para que pudesse iluminar seu caminho. Assim que o homem obtivesse êxito em abrir de maneira abrupta a porta, o homem virou sua fronte para o lado direito e esquerdo tentando fazer o reconhecimento do lugar em que estava. O pouco de carne que havia dentro de suas orbes com contornos ósseos estreitaram-se enquanto ele próprio tentava enxergar mais atentamente o local ao qual estava, para memorizar por ventura o caminho que percorreria. Klaus observou atentamente o local e deparou-se com uma considerável escadaria fazendo com o que visasse apoiar em um dos corrimãos para observar melhor o que haveria “ lá embaixo”, ao qual a luz não foi suficientemente forte para que chegasse ao final das escadarias. O homem de crânio vermelho suspirou pesadamente e tornou seu olhar para cima por breves instantes.


[ Klaus ]- Está de brincadeira que eu estou fazendo isso....não acredito que vou me arriscar por um bando de desconhecidos....tsc... Disse o homem em voz alta antes de começar a descer cuidadosamente os curtos lances de escadas que haviam no lugar. Gradativamente sua visão, apesar da luz propagada por sua lanterna começava a acostumar-se com a penumbra do lugar, chegando até mesmo notar assim que descera que o local não estava uma bagunça como imaginaria estar igual a parte das gôndolas do lugar.


Klaus caminhou então pelo lugar, quase não observando um corpo que estava estirado no solo, chegando até mesmo a tropeçar no mesmo pouco antes de virar de maneira abrupta a lanterna na direção do cadáver, olhando-o de maneira atenta. – Errr....acho que aquele pessoal não estava brincando quando pediram ajuda mesmo... disse em tom baixo enquanto simplesmente virou sua fronte para observar o que tinha a volta. Um frio incômodo parecia propagar-se pelo lugar fazendo com que o homem ajeitasse melhor seu sobretudo em couro negro, ao qual o próprio homem tentou procurar dentro das proximidades o foco de onde tanto frio estaria vindo, chegando a conclusão que era de um freezer que mantinha-se com a porta entreaberta, ao qual causou uma certa desconfiança por parte de Klaus dado aquele lugar. O tempo estimado naquele lugar não demorou mais do que cinco minutos e finalmente encontrara os suprimentos de que precisava, ao qual certamente forneceria um grande problema para Klaus em encaminhá-lo sozinho até a parte superior do supermercado.


O estranho homem ergueu sua pistola até a altura de seu crânio, coçando brevemente o mesmo com a ponta da arma, algo de maneira figurativa visto que, ele estava incerto sobre o que fazer naquela situação, se fosse mais forte talvez, pudesse carregar 2 ou 3 caixas, no entanto, como ele poderia defender-se caso algum problema aparecesse? O homem então visou aproximar-se de uma das várias caixas que ali haviam com o intuito de ver o que havia adentro as mesmas, se eram de fato úteis para se levar e então algo inesperado ocorrera. O corpo que outrora mantinha-se estirado no chão, ao qual Klaus não havia dado o trabalho de certificar-se se o mesmo estava realmente morto levantou-se e alguma protuberância pareceu emanar de sua mandíbula, entretanto, apenas um problema se projetou ali, Klaus apenas observou isto quando ele estava perto demais.


Klaus virou-se abruptamente em direção ao homem que com sucesso o flanqueou, fazendo com que ele próprio fosse empurrado para atrás graças a força do inimigo e a surpresa de tê-lo notado tarde demais, entretanto, Klaus mesmo tentou segurar o homem com ambas as mãos deixou que sua pistola caísse no chão enquanto desequilibrou-se graças a pesada investida da criatura, Klaus caiu ao solo com o corpo do homem por cima do seu tentando avidamente evitar a mandíbula da criatura, ao qual o homem apenas viu uma única solução para aquilo.


[ Klaus ]- Cara, eu acabei de chegar aqui e eu...não..estou..no...menu! Vociferou Klaus enquanto tentava utilizar-se de sua mão direita para colocar o pulso entre a mandíbula do homem, com alguma sorte, o couro tratado que envolvia seus pulsos somado a lâmina de seu dispositivo o protegeriam de uma possível mordida da criatura, dando vasão o suficiente para que Klaus acionasse o dispositivo em seu pulso fazendo com que a lâmina oculta fosse projetada para fora rasgando parte da bochecha do homem criando a alavanca perfeita para a criatura. Com a outra mão, Klaus tentar-se-ia livrar-se para utilizá-la, largando a lanterna no solo enquanto tentaria utilizar-se da pequena besta que consistia em um mecanismo simplório, duas hastes de madeira se abririam ao acionar de Klaus enquanto uma flecha, já instalada ali, pequena em vista das típicas, se projetasse para fora do mecanismo visando acertar a criatura na lateral de sua barriga, Não obstante com isto, Klaus retiraria a flecha da barriga do homem visto que, graças a distância não seria penetrado tanto e então visaria alçar com a mesma flecha a cabeça da criatura, mas, será que a mesma pereceria? – Morre seu infeliz! Eu já lhe disse que não estou no menu droga! Sai fora!
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   12.06.15 21:13


O homem apenas aponta a direção par mim e decido seguir, mantenho o radio na mão e vou analisando o lugar. Era muito estranho. Aos poucos iam surgindo mais e mais pessoas pelas ruas, mas elas não pareciam estar amedrontadas, na verdade a ideia era estarem cansadas, seria fome? Ao passar na porta de m mercado percebo a confusão nele, muita coisa jogada no chão, desperdício na verdade, faço menção de entrar no lugar qando uma voz feminina me assusta. Olho para a mulher desconfiada, porém a pergunta que ela me faz é mesmo muito estranha. Caminho em sua direção e tiro um dos revolveres que levo na cintura.


- Arma eu tenho, coragem sobra, mas isto é o suficiente? O que te impede de ir buscar a comida?

Enquanto falava noto a aproximação de um carro, ele para e pergunta se precisamos de algo, olho o homem e franzo minha testa, não lembro de ter me deparado com pessoas sem rosto. Olho dentro do carro e uma mocinha olha - me assustada.

- Você é o cara que falou comigo? Quem é esta ai no carro? A senhora ali diz que tem muita comida guardada ai dentro, mas ela não pode pegar, pois precisa de armas e coragem. Você tem isto?

Aguardaria o homem me responder e se caso ele topasse iríamos até onde estava a comida e só depois seguir para onde pediram ajuda, seria bom ir de carro.
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   13.06.15 3:05

A moça com quem Questão encontrou falou de uma maneira confusa, achando que o homem já sabia do ocorrido. Por isso, faltavam peças, palavras, para que as coisas se tornassem claras para ele. Porém, percebendo que estava naturalmente nervosa com a situação, não iria ficar enchendo-a de perguntas. Pelo menos, não por agora. Aguardou ela comer alguns biscoitos e água que trouxe. Observa atentamente o redor, esperando um ataque a qualquer momento. Aparentemente, não havia perigo.

- Isto é... uma máscara.

Questão normalmente não se explica. O fato de induzir as pessoas a acharem que não tem rosto é até um ponto positivo, às vezes. Mas não achou que era o momento certo.

– Eu espero que sim e vim assim que ouvi a frequência, no início da manhã. Tem outros que vieram ajudar vocês. Vamos nos encontrar.

Adentrou novamente o carro, abrindo a porta do carona em seguida para que ela entrasse. Tão logo partiria para o local inicialmente predestinado, seguindo as instruções do mapa. No caminho, reparou que um prédio estava bem iluminado internamente, indicando alguma movimentação. Não pararia ali, mas fez questão de lembrar o nome da rua e o número. Provavelmente teria de voltar ali mais tarde.

Depois de alguns minutos conduzindo o veículo, percebeu duas mulheres caminhando na mesma direção que ele. Uma delas estava com um rádio na mão, levantando a suspeita que seria a que anteriormente havia se comunicado com ele e Klaus. Parou o carro, saindo em seguida.

- Creio que sim. Sou Questão. Você deve ser Helena. Essa mulher parou meu carro, parecia aflita, demonstrando uma expressão diferente das outras pessoas apáticas. Consegui alguns alimentos, mas pouco. Vamos ver o que mais conseguimos.

Apesar de não usar armas, Questão estaria preparado para enfrentar possíveis ameaças.
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   14.06.15 13:58


-Eita Porra! - ele exclama assustado!

Se a garotinha não tivesse rosnado num tom gutural animalesco ele teria sido pego de surpresa. Um segundo que demorasse a reagir a criatura atingira suas costas e não a parede.
Ele se afasta tentando entender o que via e imaginando uma solução.
A garota encapetada não lhe daria oportunidade pra pensar e avança novamente, mais rápido do que ele imaginava que ela conseguiria e abocanha seu braço. Felizmente seu braço biônico.

-Hey! - ele grita inutilmente e sacode a menina que voa e atravessa uma parede de tapume e para de se mexer.



O soldado empunhando sua arma se aproxima devagar atento a qualquer movimento até que...

A criatura salta na sua direção com aquela língua nojenta e suas garras mortais.
Cable se desvia girando o corpo pro lado, deixando a criatura passar e acerta um soco  bem dado.  
A criatura dá alguns sinais que iria levantar, mas o golpe havia sido muito forte.
Nathan arranca parte da fiação elétrica e a amarra de forma bastante eficiente.

-Não sei se vc é um monstro, alienígena ou mutante. Não sei se sua condição é definitiva ou reversível.
Se meus poderes psíquicos estivessem 100% eu poderia ter alguma certeza. Infelizmente tenho que poupar minha energias. Algo me diz que vai piorar e muito.


O guerreiro recolhe suas coisas espalhadas pelo chão. faca, rádio, mantimentos.
A criatura apenas rosna e se debate. Então volta as suas feições humanas, O encara com os olhos marejados.

-Eu to com frio - ela diz  com a voz chorosa.

Os olhos biônicos de Nathan não vertem lágrimas, ele morde o lábio inferior e dá as costas a garotinha e se dirige a saída.

-Eu voltarei- ele pensa- Eu prometi.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   15.06.15 0:28


Edifício Balesteros

Bruce, em seus poucos minutos de descanso, procurou obter notícia de sua filha. Não conseguia completar a ligação, e isto já o estava irritando. Olhou o relógio e concluiu que seu tempo havia acabado, porém um recado dado por uma das “enfermeiras”  do Sr Balesteros, informou que Bruce podia ficar mais quarenta minutos em seu lanche. Quarenta minutos não era tempo suficiente para se ausentar do edifício, mas era tempo suficiente para mandar um mensageiro até sua casa. Assim Bruce agiu, porém não encontrou nenhum motoboy para entregar o recado, nem mesmo aqueles que usam as bicicletas. Bruce então decide voltar ao trabalho, há dois dias não retornava para  casa ou conseguia falar com a filha. Ficar fora de casa era comum, mas ficar sem falar com a jovem por tanto dias era incomum.  Bruce subiu de elevador, caminhou em silencio até o quarto de seu patrão. Abriu a porta devagar, mas o que viu fez Bruce ficara aterrorizado.


Klaus

O homem fora pego de surpresa e agiu rápido e com maestria conseguiu separar a horrenda cabeça do corpo. Um sangue fétido coloriu o branco chão onde Klaus se encontrava. Se o homem procurasse bem, veria um interruptor próximo ao freezer. Caso acendesse a luz veria que o lugar estava muito bem abastecido e que havia uma esteira que era utilizada para levar suprimentos para a parte de cima.


Klaus poderia utilizar a mesma. Caso Klaus fosse se munir de suplementos após quase ser morto notaria, após alguns minutos, um barulho que lembrava alguém arranhando uma parede. Novamente Klaus não teria tempo, porém desta vez algo difernete aconteceria. Antes de Klaus agir, um tiro vindo do fundo do deposito de suprimentos estouraria a cabeça da mulher. O sangue fétido espirraria por todo lugar. Klaus ouviria passos olhos vermelhos se destacariam no escuro. O dono dos passos , então, aproximaria se da luz e olharia Klaus, falaria baixo, sua voz deixaria claro que a muito não usava suas cordas vocais. O homem olharia Klaus e perguntaria.


- Sei como acabar com isto, mas preciso que me acompanhe.

O homem aguardaria Klaus se manifestar.

Questão e Helena

A explicação de Questão para sua falta de face deixou sua colega de viagem satisfeita, a garota  que tinha apenas dezesseis anos respondeu em seguida.

- Como conseguiu receber comunicação daqui? Estamos a dois dias sem internet, TV, telefone e internet. Nada funciona. Será que me ajudariam a entrar em contato com meu pai? Ele trabalha no edifício Balesteros. Meu pai é um bobo, fica servindo de escravo para aquele velho rabugento, isto só porque ele é um homem muito poderoso.

A menina de silencia ao ver que Questão vai para o carro. Questão conversa com Helena. A menina no carro, cujo o nome é Meg não gosta da ideia e sai do carro xingando.

- Olha, não sei quem é você e nem me interessa, mas quero sair deste lugar antes do anoitecer. Estamos no outono, escurece mais rápido. A comida que ele pegou deve dar.

Helena, Questão e a mulher que anteriormente falou com Helena, olha a garota e fecha a cara. Sua expressão não era das melhores.

- Escuta aqui menina mimada, a menina me ofereceu ajuda, não seja egoísta. Só preciso de água, comida e uma arma.


Helena olha Questão e lhe explica o que a mulher lhe pediu. Ignorando o pedido de Meg, os três adentram o pequeno mercado. O lugar era muito mal iluminado. No fundo havia um balcão. A mulher aproxima-se do balcão e aperta um botão abaixo deste, a parede atrás de si se abre, mas as coisas não saem como ela esperava.



Assim que parede se abriu cinco monstros apareceram. Não da tempo da mulher desviar. A língua feroz do monstro enrola-se em a garganta e rapidamente a solta. O corpo da mulher se debate no chão. Só da tempo dela dizer bem baixo. Os outros monstros avançam para cima de Helena, Questão e Meg. Eles saltam o balcão com uma rapidez medonha.

- Me mate.


Ela lhe entrega um bastão que pegou no balcão. Questão nota que o mesmo é difernete e ao puxar uma espada feita de prata se mostra.Quem fará o favor que a mulher pede? Como vão lidar com os monstros?

Nathan

Nathan conseguiu livrar se da menina, mas seu erro foi não ter lhe matado. A garota grunhia de forma estranha e após alguns segundos um arrastar de pés denunciou que Nathan não conseguiria sai de onde estava tão facilmente. Várias criaturas vieram no encalço de Nathan.


Cada uma esticava a língua de forma faminta. Nathan tinha duas alternativas, pular de onde estava, caso fizesse isto iria se machucar feio, ou enfrentar as criaturas, mas ele deveria decepar suas cabeças. Nathan também poderia pedir socorro pelo rádio.
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   15.06.15 11:51

Klaus havia sido surpreendido por um oponente de peso, entretanto, o homem estava completamente aparatado por dispositivos que permitiam um combate mais próximo, ainda que fosse arriscado parecia ser a única forma de Klaus sobreviver. Com algum êxito e uma sorte considerável o homem fora capaz de remover a cabeça de seu algoz fazendo-a rolar ao lado direito dando cerca de três voltas antes de enfim cessar seu caminho, entretanto com a vitória um cheio pútrido pareceu invadir o lugar enquanto Klaus tentava com toda a sua força mover o homem obeso de cima de seu próprio corpo tentando erguê-lo com ambas as mãos e então utilizando-se de suas penas para terminar de erguer o corpanzil de seu oponente e empurrá-lo com máxima força para o outro lado.


[ Klaus ]- Céus...como fede...eu disse que não estava no menu. Disse o homem de crânio avermelhado enquanto levantava-se um tanto quanto ofegante pelo esforço visando aproximar-se novamente do corpo agora inerte do homem retirando então a flecha que outrora havia utilizado para atingi-lo e rearmando seu dispositivo no pulso esquerdo uma segunda vez. – Os caras daqui não estavam de brincadeira mesmo agora..eu...perder minha vida por um bando de desconhecidos...não mesmo.


Enquanto resmungava Klaus apenas acompanhava o sangue de seu oponente escorrer por entre os rejuntes do piso branqueado do lugar, observando mais atentamente quando este pareceu acumular-se próximo ao rejunte da parede fazendo com que o caçador observasse um interruptor próximo ao freezer. – Será que deixaram alguma coisa ali ainda? Disse o homem já se aproximando do lugar, abrindo lentamente a porta do mesmo ao qual seus olhos deleitaram-se com uma grande quantidade de suprimentos. – É disso que estou falando! Disse Klaus enquanto tentava avançar para pegar a primeira caixa. – Será que eles vão querer fazer um churrasquinho pra comemorar? Disse enquanto subitamente um disparo chegou a sua ciência fazendo com que o homem vociferasse. – Putaquepariu!



O homem se assustou de tal modo que não hesitou em virar abruptamente disparando dois tiros a esmo logo depois de ter escutado um baque surdo, alguém o havia salvado de uma outra criatura que parecia tentar flanqueá-lo, entretanto, assim que Klaus procurou por seu salvador, apenas contemplou um par de olhos vermelhos gingando na escuridão do lugar ao qual imediatamente o homem mirou abaixo dos olhos do homem escutando uma voz minimamente gutural em seguida.


[ Klaus ]- Olha.... Hesitou o homem. -....eu agradeço por ter salvado minha vida e tudo o mais MAS... Exclamou. -..eu tenho um punhado de bocas pra alimentar sabe...tem um pessoal que está meio encarcerado por aqui e eles estão precisando de alguma comida e essas coisas e como você certamente não é normal...ahn... Disse Klaus enquanto pegava cerca de duas caixas empilhadas e colocava na esteira, adentrando o mais rápido possível o freezer e saindo. – A menos que você tenha alguma informação sobre..digamos...como vocês são sabem, não que eu esteja interessado em matar vocês nem nada mas...como percebeu eu também não sou normalzinho então estou procurando algumas informações de como reaver uma aparência humana e cá entre nós..você parece melhor que eu. Dizia Klaus enquanto pelas contas já deveria ter colocado cerca de 5 caixas na esteira. – Sei que você salvou minha vida mas uma incursão no meio da escuridão....não me parece a melhor forma de acabar com isso...
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   21.06.15 9:57


Ao que parecia a menina que estava no carro com Questão estava traumatizada, como sei disto? Atitudes violentas são feitas por pessoas desesperadas. Até o momento eu não havia visto nenhuma das criaturas, mas parecia que elas realmente eram terríveis. Questão deu a entender que iríamos ajudara a senhora e então eu o segui, a menina barulhenta também decidiu nos seguir. Notei que Questão não portava nenhuma arma, peguei um de meus revólveres e o ofereci a ele.

O lugar era estranho, escuro e a mulher parecia mesmo ser dona daquele local, pois andou com segurança até o balcão e apertou um botão. Olhei curiosa ao perceber que era uma passagem secreta. Grunhidos, sim grunhidos, foi isto que ouvi e me aterrorizei com o que vi. Eles eram horríveis e um deles agarrou a senhora sem chance dela se defender. Fomos levados para uma armadilha? A situação dizia que não, a mulher sofre espasmos e solicita que lhe matem. Entrega algo a Questão e o astuto rapaz descobre que é uma espada, achei sensacional. Os monstrengos vêm pra cima de nós, seriam lentos? Tomara! Pego a menina do carro pela mão e a puxo pra saída, falo ofegante.

- Temos o Sol, ainda, vamos nos salvar, Questão é um cara esperto vai saber se virar sozinho.


Virei e disparei na cabeça de dois que vinham na lateral, uma mulher com os seios à mostra e um outro que usava roupão. Tinha fé que Questão sairia ileso desta.
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   21.06.15 15:33


Tendo neutralizado a garotinha zumbi, Nathan sai por um dos corredores da grande loja de departamentos.
Enquanto avança em direção ao topo ele ouve passos arrastados e murmúrios.

Ele acelera seu passo e entra por uma sala, mas é surpreendido por uma dúzia de criaturas ameaçadoras que esticavam suas línguas nojentas em sua direção.
Rapidamente ele saca sua faca de caça e corta uma das línguas que cai no chão tremendo parecendo ainda viva.
Cable se afasta andando de costas e atirando com sua pistola, Acertando principalmente nas bocas.
Depois se vira e corre desesperadamente, pega o rádio e tenta conseguir ajuda.

-Alguém na escuta? Aqui é Nathan Summers! Estou no 3° andar da Tyffany's , na 5ª avenida, sendo perseguido! Câmbio!

Nathan Guarda o rádio e pega uma das 3 granadas que guardava de emergência, arranca o pino com a boca e joga no meio das criaturas e salta.
Havia uma bandeira pregadas na parede externa da loja logo abaixo entre o 1° e o 2° andar.
Se Nathan conseguisse alcançá-lo o usaria pra aparar  sua queda e dalí se jogaria sobre a lona do toldo da entrada

-Hasta la vista, babys!
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quarentena   21.06.15 22:15




Edifício Balesteros

Ainda espantado, Bruce continuou a observar o que acontecia, a criatura enorme e esvoaçante que se escondia nas sombras, sua voz lembrava tudo de mais tenebroso que pode existir no mundo. A coisa perguntava como andava o isolamento da cidade, pois o tempo estava se extinguindo. O homem velho e de aparência cansada responde devagar, era difícil falar em sua situação.

- Não se preocupe, está tudo sob controle. Conseguiram enviar um pedido de socorro e quatro forasteiros atenderam o pedido, mas não se preocupe, pois não durarão muito, tudo está sob controle. [/font[/i">]

A criatura apoiou o braço do frágil homem e arranhou sua pele com unhas afiadas. De onde Bruce estava pode ver um verme adentrar a veia do homem. A criatura sumiu em seguida. O senhor Balesteros deu um suspiro profundo e nitidamente sua aparência melhorou. Ele apertou um botão na cadeira de rodas e o celular de Bruce apitou. Prontamente o homem adentrou a sala e o senhor Balesteros lhe sorriu.

- Esta cada vez mais eficiente, verifique as linhas de radio, pessoalmente, nada deve funcionar nesta cidade.

Em silêncio Bruce acatou as ordens e desceu para o subsolo do prédio, ele não faria o que Balesteros solicitou. Aproveitando-se do momento o homem enviou um chamado a sua filha e os alertou do perigo que corriam, disse para se manterem longe dos vermes. Pediu perdão a filha, mas não podia sair do edifício.

Uma rede de TV informava notícias falsas sobre Manhattan, alertavam os moradores que a cidade estava em quarentena devido a um vírus, mas que ousava fugir era morto, seja pelas criaturas ou por caçadores.

Klaus

O homem sem face estava obstinado em acatar o pedido de ajuda, mesmo que este não fosse o jeito normal de agir. Pego de surpresa, Klaus respondeu com sinceridade, a criatura oculta nas sombras respondeu prontamente.

- Não posso caminhar na luz  e isto me torna inferior a você. Uma regra foi quebrada  e uma trégua de 3 mil anos foi rompida, preciso de um aliado que caminha sob o Sol antes que o pior ocorra. O mestre descobriu como caminhar sob a luz do Sol, se ele conseguir isto será o fim de toda uma espécie, sua espécie é apenas alimento para ele, mas os meus não veem assim. Posso devolver-lhe sua face, a perfeição que desejares, mas terás que vir comigo.

Novo ruído, mais criaturas aparecem da parte mais escura do lugar, sentia o odor do sangue de Klaus. Eram no total seis criaturas, Klaus não poderia lidar com todas. O homem encapuzado mostrou algo a Klaus, sua expressão era de pavor.


- Isto nos fere, nos mata, posso dar-lhe, mas terá que vir comigo. Você escolhe.

O homem some na escuridão e deixa Klaus entregue a sua sorte. Klaus tem total liberdade de escolha. Seguir o homem, se esconder ou fugir das criaturas. Por breves segundos Klaus olha o chão e o que vê não lhe agrada nem um pouco.


Helena e Questão

O quarteto adentrou o local, a mulher havia mentido, sua real intenção era dar a arma a Helena ou Questão, ela perseguia aquela criatura por tempo suficiente para saber que não tinha mais forças para lutar contra ela. Helena correu com Meg para a saída, a garota de pele pálida conseguiu alcançar a saída e por isto não foi atingida, três criaturas foram reduzidas a pó. Do lado de dentro Questão usou a espada e decepou a mulher e com muita agilidade cortou a cabeça dos dois restantes. O fedor espalhou-se pelo lugar e então Questão olhou ao redor, estavam numa loja de antiguidades e o que teria no local de onde vieram as criaturas?

Helena e Meg voltaram a loja, olharam ao redor e Helena ao passara mão por uma caixa de vidro que protegia um colar abriu outra porta secreta, mas ao contrario ali encontraram muita luz ultravioleta, armas que reluziam, eram feitas prata. Facas, atames, espadas e soco inglês feito de pura prata. Havia quantidade suficiente para todos. Tinham agora munição para ir atrás das criaturas. Helena ou Questão devem comunicar-se com Klaus e Nathan, para que se juntem e se armem.  Resta saber se vão seguir em frente ou explorar mais o lugar.

Pelo rádio, Questão, Klaus e Helena ouvem o pedido de socorro de Nathan, estavam do lado oposto de onde Nathan estava. Após o pedido de socorro de Nathan, ouvem também o aviso de Bruce, Meg deixa uma lágrima escapar, queria muito que seu pai voltasse, mas de alguma forma sabia que ele não estava agindo por vontade própria.

Nathan e Max

Nathan agiu de forma ousada, explodiu parte do lugar onde estava e por pra perícia tática chegou ileso ao asfalto. Quando seus pés tocaram o chão, Nathan percebeu alguém vindo para seu lado, era Max, o homem também ouviu o apelo pelo rádio e veio ajudar as pessoas, por estar próximo do local indicado por Nathan, Max decidiu ajudar. Tinham que se juntar a Helena e Questão.
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