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 Quest - Arena

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AutorMensagem
Catarina Oshua
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Data de inscrição : 30/06/2014

MensagemAssunto: Quest - Arena   14.03.15 0:49

De onde viemos? Para onde iremos? Qual é o objetivo da existência humana? Estamos sozinhos no Universo? Para a maioria destas perguntas não existem respostas, porém tolo é aquele que imagina que estamos sozinhos no Universo. Existem infinitas lacunas inexploradas. Pontos de encontro de dimensões que a limitação humana jamais permitirá que sejam descobertos. De todos os seres existentes, somos os mais frágeis, mas algo é verdadeiro somos os mais guerreiros. Nossa força de vontade supera limites. E é para confirmar minhas palavras que vamos adentrar um mundo onde a perseverança de quatros humanos será testada. Vamos começar do início, assim será mais fácil entender.


Planeta Parched

O planeta Parched fica localizado em um ponto escondido entre Júpiter e Saturno. Não é conhecido na Terra porque obviamente nunca foi visto, mas os moradores de Parched conhecem a Terra. O nome vem de sua característica peculiar, é um planeta que não possui água, de jeito nenhum de forma nenhuma. Seus habitantes, que não são muitos, não necessitam deste líquido para sobreviverem, mas por conhecerem a Terra sabem de nossas limitações. Os habitantes de Parched não tem uma aparência física constante. Moldam-se conforme suas necessidades. São amantes das lutas e digo que existem apenas para se divertirem. São conhecedores, profundos, das maravilhas do Universo, mas talvez por serem tão “viciados” nas lutas, nunca pensaram em dominar outro planeta. Sequestram habitantes de outros planetas e os coloca para digladiarem até a morte. São profissionais nas artes bélicas. Possuem animais exóticos e também detêm uma tecnologia que não tem como eu classificar. Possuem armas capazes de pulverizar uma cidade inteira. Gostam de ver sangue, independente da cor. O adversário humilhado causa-lhes um prazer imenso. Quanto mais lenta for a morte, mais prazer sentem. São governados por um soberano chamado Artful que na ocasião está muito parecido com um gladiador romano. É a primeira vez que verão humanos de verdade.  Uma onda de calor percorre todo o planeta. Seria o entusiasmo terreno, a ansiedade, mas em Parched quanto mais ansiosos seus habitantes estão, mais calor faz. Devo lembrar que Parched é um planeta pequeno, quente e que seu ar é fatal para os humanos.

1.Convocação



Uma bela mulher usando um sobretudo cinza que cobria também sua cabeça. Seus olhos azuis olhava com interesse as características do lugar. As pessoas, os carros, as lojas, mas nada lhe chamava tanta atenção quanto os gatos e cachorros. Num sussurro falou consigo mesma.

- Levarei um comigo, mas receio que não sobreviva. Alúria me explicou que assim como humanos eles precisam de ar, este ar fedorento que respiram. Atrasados.

Através de um comunicador que não era visível, nem se olhasse com muita atenção uma voz suave respondeu.

- Não seja tola. Sabes bem que ele seria devorado. Estes pelos devem ser deliciosos.

Outra voz suave, mas fria falou.

- Concentrem-se, pois já estou retornando para Parched. Aqui já escureceu.

Outra voz respondeu, mas esta era quente, empolgada, animada.

- Também estou, mas aqui ainda esta de dia. Ele gostou tanto de mim que não tive que antecipar as coisas. Sinto que vamos agradar muito o nosso povo.

Havia mais uma, porém esta não pronunciou palavra nenhuma. Havia escolhido um hablidoso humano. Sabia que ele lhe daria trabalho, mas este que era o gostoso de ser um recrutador.

A conversa ocorria entre habitantes de Parched. Na Terra são mulheres, mas em seu planeta são o que quiserem ser. São os chamados recrutadores. Sabem muito dos vários tipos habitantes que existem em planetas variados. Estão sequestrando os escolhidos da Terra. Agem de forma rápida, aproximam-se e uma luz azul sai de suas mãos. Não teme escapatória, são especialistas em sequestro e nunca falharam.

Os quatro sequestrados acordam. Estão deitados numa cama feita de palha. Usam mascaras. Todos sentem um incomodo na espinha. Sem que saibam, ali foi instalado um pequeno reservatório de água. Todo suor produzido pelo corpo é distribuído de forma eficiente para que não se desidratem ou sintam sede.

Ouvem vozes, rugidos e sentem o chão tremer. Uma mulher exatamente igual a que os sequestraram abre a cela. Olha todos e abre um largo sorriso.

- Estão todos ansiosos para ver vocês, pena que precisam desta máscara. Vamos indo, não demorem.
Ela se coloca de lado para que passem pelo portão.

Caminham por um corredor de vidro que definitivamente não combina com a cela onde estavam. Do lado e fora nada além da escuridão do universo. Após caminharem por este tubo adentram o que seria uma arena. Seus nomes aparecem num painel. Cinco portas se abrem. De uma sai um


Da outra sai



Da outra sai outra



Da outra


E da última...




O primeiro solta uma baforada que com certeza será fatal, caso o atacado não agir com rapidez e precisão. A mulher apenas encara os oponentes, mas ao fazer isto suas mãos se tornam incandescentes. A outra criatura tem bocas demais e dispara tentando morder um dos sequestrados. O penúltimo a atacar é um ser que lembra lama, ele torna-se liquido e caminha na direção de um dos sequestrados. A última criatura é horrenda e solta grunhidos medonhos. De suas orelhas saem duas flores que se movem como cobras. A criatura olha para um dos oponentes. Seus olhos são penetrantes. Lembrando que as flores podem ser venenosas, podem soltar esguichos de veneno ou talvez não seja nada disto.

Terão de agir rápido, pois nem tudo ali é o que parece ser.

Ao redor da arena o rei fala para sua companheira.



- Durarão pouco, mas espero que pelo menos um sobreviva para encarar a novidade. Estou curioso para testa-la.

Os olhos do rei brilham na direção da arena e cada movimentos lá dentro tira sons estranhos da plateia, sons de satisfação, de alegria.
Algo inusitado acontece, um novo jogador é levado para a Arena. E também um novo oponente se apresenta. Ele era exatmente o que se mostrava. Estava faminto.


Última edição por Catarina Oshua em 29.03.15 9:02, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   18.03.15 1:29

A noite estava quente, apesar do céu nublado que não era estranho na Fortaleza Ilimitada. O amontoado de prédios em eterno processo de construção, guindastes, casas pequenas, máquinas e veículos abandonados era coberto pela escuridão com exceção das pequeninas luzes domésticas que brilhavam em sua base. Apesar da disposição desarmônica e colossal, um conjunto de prédios imensos e grotescos tomava o centro da Fortaleza. O topo desses prédios era escuro demais e só se podia enxergar sua silhueta. Apesar de se tratar de uma zona fortemente comunitária e com forte espírito fraternal, a Fortaleza Ilimitada guardava seus segredos, e tudo indicava que seu berço era a parte brumosa dos edifícios centrais. Os moradores da base, pessoas comuns, não faziam idéia do que se passava no interior dos edifícios, mas não se aparentavam desconforto sobre isso, uma vez que quem vinha de lá era responsável pela qualidade de vida e proteção da comunidade, e eram tratados como heróis locais, pessoas importantes.
Halfaxa era um deles. Membro do Crepúsculo, uma das principais gangues Fortaleza, era querido pela maioria das pessoas da comunidade.

O rapaz caminhava por entre o comércio (desorganizado, a olhos estrangeiros) da comunidade. Dali a alguns minutos haveria uma reunião nada formal com sua gangue e ele tinha se habilitado a comprar alguns petiscos. Era cumprimentado por muitas pessoas e bem recebido por quase todos os comerciantes, a quem retribuía com um terno sorriso. Uma princesa, quase.
Era um ambiente lotado de pessoas, com muito barulho e muita informação visual, apesar de não muito iluminado. Tinha um certo ar de "mercado negro", o que não é nada surpreendente dentro da Fortaleza. Eram corredores de pequenos prédios com infinitos tipos de mercadoria, legal e ilegal (segundo a legislação de Bezed, a metrópole que era a contraparte da Fortaleza Ilimitada, apesar de a legislação e os valores morais de Bezed não se aplicarem à esse local), disponíveis a preços acessibilíssimos à comunidade.

Halfaxa se distraía com as mercadorias e propagandas quando, de repente, sentiu um frio na espinha. Franziu o cenho e olhou pro lado, procurando alguma coisa suspeita no meio da multidão próxima. Os sentinelas da Fortaleza eram pessoas muito bem qualificadas em termos de habilidade e poder para exercer o cargo, além do equipamento de vigia traficado das forças armadas de Bezed. Invasões ou qualquer sinônimo de perigo normalmente seriam alertados e resolvidos brutalmente antes mesmo de cruzarem a fronteira que existia com Bezed. Ciente disso, Halfaxa não se preocupou muito e pensou ser apenas má impressão, quando enxergou uma fraca porém crescente luz azul vindo por trás. Se virou imediatamente e enxergou a silhueta de uma mulher.


E era só isso que lembrava quando acordou, desconfortável, em Parched, numa cama de palha. Pôs a mão no rosto e percebeu que usava uma máscara.
"Fui abduzido" - pensou de forma cômica, apesar de estar desconfiando. Cogitou várias coisas: que ele estava preso em algum lugar estranho da sua mente, que a polícia de Bezed finalmente havia o capturado, que era algum truque ilusório de um amigo... Olhou a cela ao redor, analisando o local e avistou a mesma mulher que o trouxe até aqui. Concluiu, então, que havia sido sequestrado, apesar de não estar amordaçado nem algemado. Não somente, haviam outras pessoas ali – três rapazes. O mais alto e de aparência esquisita chamou a atenção de Halfaxa, que sorriu, mas logo voltou a atenção para a sequestradora.

"Quem é essa escrota? Acho que não é da polícia..." - pensou ele, incomodado após a atitude "cordial" dela e preocupado com a segurança da Fortaleza. Seria esse sequestro parte de um plano não-boicotado de Bezed? Não relutou, pois estava pronto para agir a qualquer momento e resolveu bancar o obediente num primeiro momento para analisar melhor a situação, apesar do desconforto da preocupação. Fez um sinal de "tô de olho" pra ela. Observou os outros três e decidiu ser o último a adentrar o túnel. Essa era a posição natural de grupo de Halfaxa, e ele assim optou por se tratar de uma situação totalmente desconhecida.

Ao atravessar o corredor, Halfaxa sentiu o desconfortável calor mais evidente, que parecia ser provocado pelos gritos incessantes da platéia, que cresciam a medida em que o grupo se aproximava do o outro lado.

Quando deparou-se com tantas criaturas bisonhas, o coração do rapaz acelerou. Surpreendeu-se não com o aspecto físico das criaturas, mas o fato de estarem materializadas e aparentemente prontas para atacar era não só um sinal de problema, mas de que ele estava longe de casa. Muito longe. Respirou profundamente, apesar de trêmulo, acalmando-se.

Angelus.

A voz do rapaz ecoou por um breve instante e por detrás dele uma mulher branca e reluzente se materializou, num feixe de luz. Usava uma venda de metal e algo que pareciam algemas nos seus pés, tinha longos cabelos perolados e um belo par de asas saindo de seus cotovelos. Fora isso, não usava roupas.



Vocês também sabem algum truque, alguma maracutaia? - ele perguntou, em voz alta, visivelmente alerta sobre a situação.


Última edição por Halfaxa em 23.03.15 10:09, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   18.03.15 2:23

Localidade: Reino de Dressrosa


Dressrosa se caracteriza em uma grandiosa e rica insula situada para os mais habilidosos piratas como uma das paradas para aqueles que ingressaram ao Novo Mundo devem percorrer. Tal arquipélago possui uma vasta circunscrição, com enormes palmeiras e árvores, com uma quantidade significativamente bela de flores e demais espécies de plantas, animais dentre outras luxosidades provenientes da insula. Seus casebres são disformes, porém belos. Alguns possuem um aspecto engraçado, semelhante as casas de palhaços das histórias em quadrinhos, outras casas, assemelhando-se as mansões possuem dois ou três andares. O Reino Dressrosa é próspero e limpo, possuindo uma força considerável a protegê-la constantemente. Tal reino é dividido em algumas cidades, tais como a seguir citadas:




Cidade Acacia, ao qual possui como seu centro turístico uma grande arena conhecida como Coliseum Corrida, a Cidade Primula que localiza-se a oeste da ilha. O Campo de Flores que está situado ao centro do grande Reino de Dressrosa e a curiosa e bela Fábrica SMILE que mantem-se abaixo da Cidade Acácia, ocasionando em um local onde o ponto de comércio é notavelmente forte.


Apesar de ser um belo Reino, a criminalidade transformou o que outrora era um reino próspero, belo, onde a população em si aclamava por seu Rei, respeitava-o e sujeitavam-se como seu guia. Tal Rei, sábio, próspero e justo, fora acometido por um plano que sucedeu-se em uma larga escala de manipulação onde o próprio Rei, inconsciente de sua trajetório, tornou-se uma agressiva marionete perante uma tripulação pirata conhecida como Doflamingo Donquixote.




O Reino de Dressrosa fora tomado por tais piratas que e DoFlamingo, seu capitão, assumiu o trono que outrora pertencia a alguém justo, entretanto, a prosperidade pareceu incorrer de maneira perigosa perante o reino, entretanto, o capitão possuía fiéis seguidores ao seu lado, seguidores estes que o amparavam e resguardavam-no, membros considerados de sua própria família conhecidos como " executivos". As sombras assolaram Dressrosa por muitos anos e os próprios habitantes desconheciam tamanha maldade proveniente da família Donquixote e assim permaneceram, cegos por uma sociedade que nem ao menos tinha ciência do mal que os estava assolando. Diversas incursões de outros reinos foram de encontro a Dressrosa, entretanto, todos eles falharam, a morte não parecia ter se tornado opção aos agressores perante o submundo do Reino, muito pelo contrário, tais individuos eram transformados em brinquedos graças a um dos exóticos poderes de um membro da família e então, sua existência era completamente apagada das mentes de seus ordenantes fazendo com que assim, o negro governo de Dressrosa mantivesse um caráter puro, livre de qualquer suspeita mundo a fora.


Atualidade


Localidade: Reino de Dressrosa


Período: Vespertino


Região: Palácio de Dressrosa

O entardecer galgava aos poucos à cobertura soturna que parecia recair-se de maneira gradativa e lenta perante o tão belo Reino de Dressrosa, um novo dia atípico havia se dado início e seu decorrer não havia saído da normalidade. Aqueles conhecidos como os mais fortes da família Donquixote mantinham-se a agir de maneira típica, realizando seus afazeres sem demais problemas, ordenando, guiando, líderando e acima de tudo, contribuindo para que a economia proveniente do submundo de Dressrosa aumentasse cada vez mais. Armamentos eram importados e exportados em segredo, a mão de obra barata proveniente aos pobres tolos que tentavam opor-se a família tinham um fim interessante. Com sua existência apagada e seu controle de ações subjulgados a algum poder alheio a sua ciência, os combatentes eram convertidos em escravos e assim mais um dia "feliz" em Dressrosa havia se dado início, poucos eram aqueles que sabiam de parte da verdade e tentavam lutar contra tamanha forma da família real.


Ao meio do entardecer, os executivos provenientes a família real foram convocados pelo líder da família a comparecerem imediatamente ao palácio. Não havia a necessidade de utilizarem comunicadores entre si, Dressrosa estava em paz e normalmente os executivos eram convocados através de seus próprios subordinados a comparecerem no salão real do palácio.




Um jovem individuo permanecia a correr com maestria por entre as vielas e becos de Dressrosa, tomando extremo cuidado para não tropeçar entre os pequenos rochedos impostos como caminho para os inocentes habitantes de Dressrosa. Tal individuo de aparentemente 20 anos de idade, pele alva, trajando uma espécie de colã esverdeado com manjas escuras da mesma cor, uma espécie de boina com duas protuberâncias semelhante a chifres saindo de cada lado, shortes curtos de coloração negra e salto alto da mesma cor, mantinha-se a desviar de maneira rápida dentre o povo, zigue-zagueando entre os casais e transeuntes que passavam por entre as várias lojas de Dressrosa.


{ ??? }- Ain..Ain...estou tão excitado, Doflamingo-sama quer falar com o Mestre Diamante, estou tão animado!!! Pena que terei de atrapalhar a reunião dele porquê o Jovem Mestre está chamando....own. Disse o jovem rapaz que mantinha-se a correr em direção a pequena cidade Acácia, ao qual possui um ponto turístico que interessa a todos os lutadores que frequentam Dressrosa, não somente por isto, entretanto, os grandes prêmios provenientes ao vencedor do torneio certamente atrai grandes participantes.


Conforme o individuo aproximava-se do principal ponto turístico de Acácia, o Grande Coliseum Corrida, dois guardas devidamente trajados ao estilo romano interromperam seus passos, cruzando ambas armas a frente do garoto de cabelos aloirados que esboçou um breve sorriso ao observá-los.


{ ??? }- Alto lá! O que queres no Grande Coliseum Corrida?! Indagou o primeiro guarda.


{ ??? }- ShiiiiI!!!!! Você não conhece ele?! Dellinger?! Um sub-oficial do Campeão do Coliseum?!!!!!! Indagou o segundo repreende-o. – De-desculpe Dellinger-sama...ele...ele é novo!


{ ??? }- O QUE?!!!! Esse pivete é um subexecutivo?!!!!! ESTÀ BRINCANDO COMIGO!


{ Dellinger }- hehehe...Diamante-sama tomará providências sobre isso, tenha certeza disso. Agora deixem-me passar.


Imediatamente, ambos guardas assumiram uma postura de sentido, dando espaço para que o jovem rapaz corresse adentro ao Coliseum Corrida o mais rápido que pudesse. Não tardando a chegar ao centro principal da arena, ao qual um individuo mantinha-se a caminhar de um lado para outro enquanto várias pessoas pareciam admirá-lo. A sua volta, diversos oponentes caídos, todos superficialmente ferido, entretanto, o que viria a ser o vencedor mantinha-se de pé, esboçando um sádico sorriso em sua face enquanto os traços marcantes de sua face tornavam-se cada vez mais evidentes.


{ Diamante }- Ohhhhh yeahhhhh, vocês gostaram disso?! Gostaram disso?! Eu sou o vencedor da terceira rodada de combates!!!!!!!! OHHH YEAHHH!!!! E vocês querem mais?! Indagava Diamante enquanto ouvia os clamores das pessoas enquanto de maneira súbita, Dellinger saltou perante a arena após cruzar uma pequena ponte ao qual levava em uma extensa área circular.


{ Dellinger }- Diamante-sama Diamante-sama!!!! Gritou Delinger, visando atrair a atenção de Diamante que parecia envolver de uma forma estranha todas as pessoas que pareciam divertirem-se em assistir o espetáculo.


{ Diamante }- Uh...? Dellinger? O que está fazendo aqui não era para você estar no porto? Indagou Diamante.


{ Dellinger }- Sim..quer dizer..não! Diamante-sama, O Jovem Mestre está chamando-o, está convocando todos os altos-executivos por alguma razão e você também foi chamado.


{ Diamante ]- Doffy me convocando..ahn? Vá na frente, irei chamar os soldados para recolherem esses lixos, avise o Doffy que estou chegando em breve.


{ Dellinger }- HAIII DIAMANTE-SAMA!!! ( Sim, Mestre Diamante ). E então, o jovem rapaz saíra em disparada em direção ao palácio Real.


Atualidade


Localidade: Reino de Dressrosa


Período: Próximo ao Anoitecer


Região: Saída do Coliseum Corrida


Em passos lentos e silenciosos, uma silhueta enegrecida caminhava em direção ao Palácio Real de Dressrosa. Sua expressão séria demonstrava claramente uma preocupação provavelmente momentânea. As reuniões com o Chefe da Família sempre mostravam-se animadas, entretanto, visivelmente tensas, sempre alguma briga parecia ecoar pelo palácio que quase sempre incorreria em três ou quatro portas derrubadas, fendas pelas paredes e janelas quebradas, entretanto, não era isso que o preocupava. O individuo que mantinha-se em galgar de maneira lenta e silenciosa pressentia uma estranha sensação desde que acordara naquele dia, apesar da excitante população de Dressrosa terem adorado-o como Campeão do Coliseum Corrida, algo parecia o incomodar, entretanto, não saberia dizer se fora verdadeiramente a reunião que Doflamingo havia marcado.


“ O que será que o Doffy quer comigo...?” pensou Diamante enquanto mantinha-se em uma singela caminhada em direção ao Palácio Real, até que uma silhueta feminina colocou-se a sua frente. O entardecer pouco a pouco parecia tornar-se e moldar-se as sombras, pouco a pouco o pôr-do-sol se dava início e becos e vielas que outrora traziam uma cerca prosperidade a região, acometiam-se em escuridão e tão somente isto. Diamante havia cessado seus passos mediante a silhueta feminina que havia se colocado a sua frente, portando em seu ser uma grossa e aparentemente pesada armadura  a uma certa distância de si. – Uh..? Diamante então pendeu levemente sua cabeça para a direita enquanto seus olhos pareciam abrir-se mais para enxergar melhor a pessoa que havia se colocado a sua frente. – Por acaso é amiga de um daqueles lixos que eu derrotei no Coliseum Corrida? Ou então...quer um autógrafo? Diamante permaneceu em silêncio enquanto a silhueta ainda mantinha-se de costas para ele, Diamante ousou se aproximar, acelerando mais seu passo enquanto aproximava uma de suas mãos no sabre que portava em seu cinto, olhando atentamente a silhueta feminina encapuzada que ali estava. – E então..o que vai ser?


A mulher repentinamente virou-se em direção a Diamante que simplesmente permanecera inerte, espantado com o estranho brilho azulado emanou de suas mãos, Diamante tentou agarrar parte de sua cumprida capa avermelhada para se proteger, entretanto, não houve tempo, estranhamente sua visão turvou-se, sua ciência pareceu abandoná-lo e suas únicas palavras antes de perder a consciência foram. –Desculpe..Doffy.




Atualidade


Localidade: Desconhecida


Período: Desconhecido


Região: Desconhecida


Um lapso memorial, equiparadamente um lampejo de memória ascendendo. Diamante havia despertado. O homem permanecera inerte, sem abrir seus olhos, era como se uma estranha sensação de tontura intermitente lhe fosse acometida. Sentia que estava deitado em algum lugar, entretanto, não ousou abrir os olhos, não ainda. A sensação de ter visto aquela luz azulada não deixava com que ele se tranquilizasse. O jovem rapaz visou percorrer com uma das mãos o lugar onde estava, sentindo algo áspero acometer-se em suas mãos. Lentamente, o velho pirata erguera uma das mãos visando passá-la por sua face, entretanto a única coisa que encontrara fora uma máscara impedindo que sua própria mão tocasse-lhe a face fazendo com que imediatamente seus olhos azulados se abrissem e então, Diamante inclinou seu corpo para a frente de maneira rápida. – O QUE?!


Seus olhos visavam percorrer toda a região onde estava. O homem podia concluir que estava em uma espécie de leito feito de palha, diferente do colchão confortável ao qual estava acostumado a dormir, o homem estava ciente que estava a trajar uma estranha máscara, entretanto não importou-se a princípio mas uma dor incômoda lhe era acometido na espinha fazendo-o suspirar de maneira gradativa até se dar conta que haviam outras pessoas ali, ainda dormindo. – Mas que tipo de lugar é esse....? Onde estou?  Indagara de maneira tão baixa que nem ao menos se mais alguém tivesse desperto escutaria. Diamante curvou-se a frente, visando levantar-se da cama, o incômodo em suas costas era notável, entretanto, não ousou tocá-las com suas mãos, apenas contentando-se em espreguiçar-se de maneira considerável. “ Estranho...apenas me lembro de uma mulher...que estava de costas para mim...e daí..quando ela se virou...poff..estou aqui...” pensou Diamante enquanto tentava adiantar-se alguns passos para esticar suas pernas, a quanto tempo havia permanecido naquele estado? Diamante esgueirou sua face em direção as outras pessoas que estavam ainda em sonolência e então, urrou. – EI, EI, ACORDEM!!!!!!! Tenho certeza de que sabem em que lugar estamos?! Vociferou encarando os individuos, a idéia de Diamante era de despertá-los logo.


Não demoraria muito para que Diamante notasse uma mulher, igualmente aquela que o havia sequestrado, estava com trajes diferentes, entretanto, Diamante certamente a reconheceria perante aquele manto. Sua expressão deixou de tornar-se uma das melhores quando ela pareceu referir-se ao grupo de maneira tão excitante, semelhante a Dellinger, fazendo com que Diamante olhasse para cima de maneira tediosa, não antes de ter sua atenção presumida em direção as grandes quantidades de vozes, rugidos e tremores, semelhantes ao Coliseum Corrida que ele próprio dirigia em DressRosa. O pirata Donquixote estaria por trajar calças justas avermelhadas com diversos dispositivos dourados adornando a mesma, botas de coloração negra. A camisa listrada desabotoada era uma marca registrada de Diamante em contraste com uma longa capa avermelhada, possuindo algo muito semelhante a um cocar ou então, uma extensa juba onde viria ser a gola de sua grande capa. Em sua cabeça, um grande chapéu, tipicamente pirata com cores diversas incrementavam vestimentas um tanto quanto exóticas ao homem.


{ ??? }- Estão todos ansiosos para ver vocês, pena que precisam desta máscara. Vamos indo, não demorem.


{ Diamante }- Diga. Que lugar é esse e porquê estão ansiosos para nos ver?! Vociferou Diamante enquanto suspirava de maneira pesada, encarando a mulher com um certo ar superior. Essas seriam as únicas indagações de Diamante, logo após ouvir a resposta, sem sequer retrucá-la, sabendo posteriormente que tratava-se de uma espécie de Arena, Diamante seria o primeiro a avançar.


Seu caminho fora curto, adiantando-se apressadamente por um corredor de vidro, certamente não combinando com a outra localidade em que estava, esgueirando sua face para observar através do vidro nada mais nada menos do que sendo contemplado com a escuridão absoluta do universo, algo que acreditava ele, ser o único pirata a contemplar. – O QUE?!!!!


Diamante acelerou seus passos, chegando a uma grande arena, sua expressão havia mudado completamente em decorrência a momentos atrás, seu nome parecia passar de maneira lenta perante um enorme painel que ali havia, fazendo com que um largo sorriso brotasse a face de Diamante enquanto ele próprio caminhada em direção ao centro da Arena, estudando de maneira rápida qual a tipologia de terreno que ali havia, incluindo os quatro pilares que pareciam circundar completamente a arena, atuando como uma espécie de esteio talvez para a mesma. Diamante, ainda esboçando um breve sorriso, erguera uma das mãos.




{ Diamante }- EU SOU DIAMANTE!! O CAMPEÃO DO COLISEUM CORRIDA!!!! Urrou enquanto gradativamente a primeira porta da arena era aberta e o primeiro oponente lhe era “ apresentado”. Fazendo com que Diamante cessasse suas palavras com um breve momento, encarando a criatura de maneira abismada enquanto tentava analisar sobre seu corpo, tentando achar alguma justifica plausível para tal criatura concordar em apresentar-se naquela arena. – E-eu...vou ter que lutar com isso?! Diamante engoliu a seco, suspirando de maneira pesada enquanto encarava a criatura. -......tudo bem. Pouco antes de começar sua investida, um dos membros do grupo pareceu indagar a todos, Diamante esboçou um largo sorriso encarando o rapaz, esgueirando seu olhar pelas diversas criaturas que pareciam sair dentre as portas da arena.- Você tem um bom “truque” ai..AHAh...Olhe só Halfaxa.


Diamante inclinou-se e então, visou correr o mais rápido que pudesse em direção a uma das quatro colunas que haviam na arena, a intenção do homem ao se aproximar da mesma era inclinar-se e saltar, utilizando-se seu sabre como esteio para que pudesse subir em cima de uma das colunas visando chegar de maneira mais rápido possível to topo da mesma para encarar de maneira atenta a criatura que estava a sua frente. – Venha. Diamante esboçou um breve sorriso, de maneira que, erguendo silenciosamente uma das mãos, visou apontar em direção a criatura com o dedo indicador e médio apontadas em direção a criatura, igualmente uma pistola. – BANG! A idéia era provocar a criatura, entretanto, seria ela irracional a ponto de partir diretamente contra Diamante, ainda mais sobre uma coluna? Lentamente, já com seu sabre em mãos, Diamante visou erguê-lo da direita para a esquerda, de maneira pelo qual visaria manter a espada em direção as alturas, encarando atentamente a criatura ao qual ele próprio havia a considerado inimiga.



{ Diamante }- Half...Moon... Hangetsu Glaive!!!!! Urrou Diamante visando fazer com que uma espécie de ar comprimido saísse do golpe efetuado a esmo em direção a criatura, certamente o impacto do golpe haveria de ser potencializado em decorrência a altura de Diamante somada a um rastro reto em direção a criatura, causando uma pequena fissura por onde passaria. Caso acertasse a criatura certamente produziria uma série de cortes.

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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   21.03.15 9:00

Em mais um dia fresco, o capitão pirata estava navegando em seu grande navio Sunny Go, sentado na ponta onde ficava a "cabeça" do navio, na qual era o formato de um sol com o seu precioso tesouro, o chapéu de palha, balançando em sua cabeça e suas roupas balançando devido ao vento. Observou aquele lindo mar que brilhava devido a luz do sol e, olhando atentamente para o horizonte, conseguiu ver uma ilha pequena devido a distância na qual se encontrava, mas foi o bastante para o pirata dar um salto e sair correndo sobre o navio.

[ Luffy ] - ILHA NOVAAAAA!!

[ Ussop ] - AEEEEEE LUFFFYYYY!!!

[ Zoro ] - Parem com a droga da barulheira, eu quero dormir! Aaaargh!

[ Robin ] - Huhuhuh...

E assim se seguia mais um dia agitado dos piratas Mugiwara e continuaram gritando e brigando entre si até chegarem na ilha. Vendo que era uma ilha bem povoada com uma cidade grande, Luffy já saiu correndo e pulou de seu navio com toda força em direção a ela, enquanto ouviu um grito atrás dele.

[ Zoro ] - ESPERA, LUFFY!!

Dando sua risadinha em um tom de "Shishishi", continuou correndo para dentro daquele local, segurando uma grande carne na mão que tinha pegado em seu navio e comendo como se fosse espetinho, apesar do tamanho da carne e foi entrando em uma floresta a procura de novas aventuras. Andava tranquilamente por aquela floresta, tirando o seu chapéu que ficava preso por uma corda no seu pescoço, estando apoiado em suas costas então e andou, até encontrar uma mulher andando em sua direção e mostrar a mão para ela.

[Luffy ] - OI! Meu nome é Luffy e eu vou ser o rei dos piratas! Shishishi!



Quando Luffy viu então, a mulher com um brilho azulado saindo de sua mão, ele abriu a boca, olhando atentamente para aquilo, bem energético.

[ Luffy ] - SUGGGGÊEEE! (sugoi)

Disse que era incrível, do seu jeito meu retardado de falar, porém, antes que pudesse perceber, sua visão ficou turva e acabou desmaiando, caindo no chão, porém, não levou nenhum machucado em decorrência de seu corpo ser feito de borracha.

------------------------------

Luffy acordou de um sono pesado, com uma leve dor em seu corpo dentro daquela cela, deitado em uma cama de palhe sentou na mesma, coçando um pouco os seus cabelos negros e percbendo que estava com uma máscara. Tentou tirá-la, mas não conseguiu. Se perguntava aonde estava.

Ei! Onde diabos eu estou?! Que máscara é essa?! AAARGH, QUE CHEIRO RUIM!

Disse, se levantando então, até perceber que uma mulher estava abrindo a cela e não falou nada, apenas a seguiu, vendo que todos que estavam na sela também a seguia, passando por aquele corredor de vidro e admirando desde então. Entrou em alguma que pareceu uma arena e, quando percebeu, era realmente uma arena.

HEIN?! Como eu vim parar aqui? Aaaaaahhh! Eu devia ter escutado o Zoro!

Falava, em um tom arrependido, apesar de estar com um sorriso no rosto e viu o seu nome naquele painel e as pessoas na qual estavam junto com o mesmo. Coçou os cabelos e deu um pulo para trás de susto com aqueles monstros que entravam na arena. Queria se perguntar o que diabos era aquilo, até que viu que um dos monstros soltou uma baforada que certamente seria destruitivo. Deu um pulo rápido, voando para o lado e encarando com raiva aquele monstro e entrando em forma definitiva de luta.

SEU IDIOTA! Quer brigar?!



Logo em seguida, viu que outro monstro estava vindo para o atacar, era um monstro cheio de bocas, algo que nem assustou Luffy devido aos seus longos anos de treinamento em uma ilha cheia de monstros assim e ainda por cima, gigante. Deu um pulo novamente para desviar daquilo e rapidamente deu um pulo a sua direção e, no ar, mordeu o seu dedão.

Gear Third!



Então, assim que mordeu o seu dedão, soprou ele com uma força enorme e com isso, igual a um balão, ele se encheu de ar e ficou de um tamanho tão grande quando aquele monstro e ainda "voando" em sua direção por causa daquele pulo, deu um grito, parando de morder o seu dedão e preparando o seu ataque.

BONE FUUSEN!



Gomu Gomu no...



Então, com o seu braço grande e cheio de ar, como um balão, deu um enorme soco para frente, esticando-o até chegar no monstro, de uma maneira rápida e levando uma grande pressão de ar devido a seu tamanho. Sua intensão era acertar aquele monstro e levá-lo até uma parede, para esmagar o o seu soco.

GIGANT PISTOOOOOOL!

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Nick Bartowski
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   21.03.15 18:52

Nick era um cidadão do mundo, nunca teve um local exato onde se instalar. Até ja teve mas esta a dimensões de distancia. Tem tentado ajudar ao máximo os habitantes daquela terra, salvando vidas ou simplesmente tentando concertar a história. Tudo esteve bem turvo nos últimos anos, o garoto se entregou a alguns vícios, o cigarro em sua boca provava isso. Um de seus países preferidos era o Brasil, seu clima quente era agradável para um pirocinetico, era um povo acolhedor apesar dos gostos peculiares como as festas estrondosas que acontecem nos meados de fevereiro. Já era junho naquela situação, ele se encontrava em João pessoa, capital do estado da paraíba, gostava daquela cidade em especial pela bonita orla, na sua visão de estrangeiro talvez uma das mais bonitas do pais, ele se atrevia a dizer isso. Não trajava suas vestes de luta, do seus componentes de batalha apenas sua espada negra estava acoplada nas costas, caso precisasse.
- Você está distante hoje. - Natalia indagou.
- Desculpa, me distrai por um segundo. - Respondeu o pirocinetico, puxando a fumaça
- Ta tudo bem? - A ruiva esperou ele soltar o cigarro da boca para pega e fazer o mesmo
- Sim, estou pensando em viajar. - O garoto pegou de volta o cigarro
- Japão -
- O que? -
- Você deveria ir pro japão -




Naquela discussão acabou convencendo a menina a acompanha-lo em sua viagem, fizeram alguns planos e conversaram mais algumas besteiras, depois do ultimo incidente envolvendo os dois e milhões de deuses tentando mata-los o relacionamento entre eles tinha se intensificado. As lojas da orla começaram a fechar, o transito pareceu ficar um pouco mais deserto, estava ficando tarde. Acompanhou Natalia até sua casa, depois, Caminhou sozinho por alguns bons minutos, uma presença estranha o perseguiu mas não o atacou, era tranquila e silenciosa. Quando enfim chegou a presença sumiu, Abriu a porta e acendeu a luz, seus poucos moveis estavam revirados, alguém tinha estrado e procurado por ele. A presença surgiu novamente, estava na varanda esperando, Nick levou a mão a espada mas foi surpreendido por uma luz azul que invadiu seus olhos e deixou tudo negro.



Recobrou a consciência com os barulhos externos, a dor cabeça e vontade de vomitar foram instantâneas, ele não sabia muito bem o que fazer, algumas pessoas estavam ao ser redor, conversando um pouco transtornadas, as mãos deles todos estavam envolta de correntes magnéticas, sentia uma pontada nas costas e tinha alguma coisa colada em sua face, parecia um tipo de respirador. Deduziu logo que estavam em outro planeta. Não era sua primeira experiencia fora da terra, já tinha visitado o império Shi'ra e sido destruído pela fênix, isso o deu poderes cosmicos absurdos, poderes adormecidos em seu corpo que preferia nunca usar na terra, mas fora dela é de extrema importância. Permaneceu calado, não conhecia ninguém entre eles, nem sabiam se eram seus inimigos. Uma mulher apareceu e as portas do confinamento foram abertas, o calor do lugar era acolhedor. As correntes foram liberadas e para sua surpresa a espada estava logo ao seu lado, a lamina negra pareceu vir propositalmente, acoplou ela nas costas e partiu para fora do lugar, iria pensar primeiro e agir depois. No cetro da arena puderam ver a lotação de pessoas por todos lados, enlouquecidas, teriam que lutar entre si? Passou a ignorar os outros individos ali, então os reais inimigos começaram a brotar por toda a arena alienígena, tinham que lutar para sobreviver e todos pareciam ter plena capacidade, iria focar o que talvez fosse mais fácil para ele. A moça de pele estranha tinha suas mãos em chamas, aquela talvez fosse uma duelista a altura, fez o bastante para desviar de qualquer golpe desferido a ele com maestria e então focou seu real objetivo, derrotar aquela mulher. Nick puxa a espada e deixa que ela seja coberta por fogo, mas não fogo normal até por que o fogo normal precisa de Oxigênio para queimar, ali só um tipo de fogo poderia ser usado, Fogo Cósmico, tal fogo era provindo da Fênix, não precisava de oxigênio para combustão, Seu ataque foi certeiro. Começou com uma rajada de bolas de fogo contra a mulher, em seguida partiu em direção da mesma em alta velocidade, queria pegar ela na defesa com um golpe certeiro usando a lamina da espada em chamas.



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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   22.03.15 14:04

Halfaxa, ao ver a atuação voraz e ofensiva de seus então companheiros, prontificou-se a ser o mais útil possível, como de costume para ele.
Aithrui Naeho. - disse, na companhia de Angelus, fazendo um breve e elegante gesto com os braços e materializando em volta de si inúmeras borboletas azuladas e brilhantes. Ele se posicionou de forma recuada porém próxima a Nick e Luffy enquanto Angelus voava para perto de Diamante, levando consigo uma parte das borboletas que Halfaxa havia chamado. A idéia era se prontificar para curar os atacantes e evitar danos graves, ainda que a cura fosse gradativa e não instantânea, apesar de eficiente.
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   22.03.15 14:23





Takigawa Haru Capítulo I //O1//O1.
❝So it was you who I expected all this time...❞
.
A Tokyo noturna sempre foi uma cidade tão bonita, suas luzes de longe podiam preencher o olhar daquele que estivesse próximo a cidade, era magnifico o brilho de uma cidade que nunca dormia, cuja as luzes tão intensas preencham os céus. Sobre os prédios daquela cidade, uma silhueta encoberta por sombras poderia ser notada, o ser outrora coberto pelas sombras dava alguns passos para frente, colocando um de seus pés sobre a ponta do prédio, as luzes noturnas que vinham tanto de cima quanto de baixo davam uma forma mais definida a seu corpo, revelando o jovem antes envolto nas sobras, a leve brisa noturna batia conta suas vestes e seus cabelos, fazendo com que os mesmo esvoaçassem para trás, ele não trajava nada mais que uma calça negra, uma camisa branca e uma blusa negra por cima, em torno de seu pescoço um colar prateado com uma joia rubra em seu centro, tal como um headfone, que no momento parecia apenas completar o visual do garoto. Seus olhos antes fechados iam aos poucos se abrindo, revelando o brilho um tanto esverdeado dos mesmos, o que só fazia contrasto a seus cabelos grisalhos.
 
                  
 
A a cidade noturna, aquela era realmente uma bela vista, aquelas luzes no fim das contas agradavam os olhos de Haru, aquele tipo de ambiente costumava ser o cenário mais comum de suas noites, no topo dos prédios, aonde ele podia por fim ter um pouco de calma e tranquilidade; o garoto respirava de uma maneira um tanto que profunda, fechando seus olhos novamente, e então inspirava lenta e suavemente, ele colocava suas mãos e seus bolsos e inspirava, bufando o próprio nome "Takigawa Haru", um pequeno sorriso brotava em seu rosto, antes de se espreguiçar, Haru por fim se virava novamente para o prédio, caminhando em direção a sua entrada, mas alguma coisa o fazia parar momentos antes de cruzar a porta de entrada do prédio, ele sentia um leve calafrio em sua espinha, era como se ele não estivesse mais sozinho lá em cima, Haru pensará por um momento que poderia ser o Rei Branco, que as vezes costumava fazer companhia ao garoto em meio a brisa noturna e as luzes da cidade, mas ao virar seu rosto um pouco para o lado, ele contemplava o que aparentemente era uma mulher; ele colocava as mãos em seus bolsos, se virando para a mulher sem mais o sorriso que antes esboçava, ele ficava a fita-la por alguns instantes, antes que um brilho intenso começasse a ser emitido de onde a mulher estava, o jovem retirava uma de suas mãos dos bolsos, a levando até seu rosto e o cobrindo um pouco, a única coisa que lhe vinha em mente era como aquela luz era bonita, e de alguma maneira estranha, chamativa, como se o convida-se para algo, estas foram as últimas coisas pensados por Haru antes de apagar.
 
Haru ia aos poucos recobrando sua consciência, ele levava uma de suas mãos até seu rosto, a esfregando contra um de seus olhos, aparentemente estava deitado, jogado sobre alguma coisa não muito macia, ao que tudo indicava ele havia sido levado, mas para onde e por quê. Haru aos poucos se erguia do chão, percebendo que haviam outras pessoas ali com ele, pelo modo a qual estavam ele poderia dizer que todas também haviam sido capturadas, ele descia a mão e a colocava sobre uma mascara que só cobria sua face do nariz para baixo, ela parecia estar presa ali por algum motivo, o garoto preferia não tentar arranca-la a força, era debochado, ele se sentia como uma mosca que havia sido pega simplesmente por voar para luz, era engraçado tentar imaginar o que devia ter acontecido, mas aquilo não importava muito no momento. Haru se erguia do chão quando via alguém abrindo a porta da cela, parecia ser a mesma mulher que havia visto no topo do prédio, mas antes que tivesse a chance de dizer qualquer coisa ele já se via em meio a um corredor entre a cela e outro local, assim como os outros que havia sido presos, não demorou muito para que ele se visse dentro de um gigantesco coliseu, mas que diabos lugar era aquele.
 
-
                     
                  

 
 
                     
Haru encarava por alguns instantes as pessoas que ali estavam, ele notava que uma delas decidia sair por ultimo de "túnel", de fato ela devia ser a mais cuidadosa ali... Ou a menos corajosa, outra pessoa que lhe chamava a atenção era aquele alto homem que estava a uma certa distancia, como era possível alguém ser tão grande, o cara realmente parecia mais um armário gigante e bem chamativo, Takigawa dava pequenas risadinhas, era debochado perante seus próprios olhos, ver a situação a qual havia parado, foi então que algumas das portas da arena iam se abrindo, aquilo parecia um espetáculo digno de um verdadeiro circo de horrores, exceto por uma mulher, que diferente das outras bestas ficava a apenas fitas as pessoas do outro lado, ela estava a olha-los como se fossem suas prezas. Aqueles que estavam um pouco a sua frente iam tomando a dianteiro diante os monstros que os atacavam, embora um fosse mais discreto que o outro.
 
-
 
Haru - Nossa... Esta ai um cara que dispensa apresentações complicadas... Bem... Acho que devo saber um ou outro truque, nada demais para um garoto da minha idade. Eu só espero que você não fique ai parado o tempo inteiro, eu quero ver que tipo de "maracutaias" você sabe.
 
 
Haru terminava sua fala se virando com um sorriso para o homem atrás de si, mas não demorou muito para que ele voltasse seu rosto para frente, ele observava os outros três que haviam seguido a frente antes dele, ao que parecia cada um deles havia escolhido um oponente, aquilo era realmente uma pena... O garoto estava empolgado com a ideia de partir para cima da única mulher que sairá pela porta... Ao menos ela era a coisa menos feio que teria de enfrentar, ele percebia que uma das feras via em sua direção, não era de todos eles o mais estranho, mas não deixava de ser uma vista desagradável aos olhos. 
 
Takigawa prontamente partia em disparava rumo a besta, aqueles que estivessem próximos a ele poderiam sentir o "impacto" gerado pelo impulso que dera antes de começar a corrida, ele seguia a desviar por entre as cabeças da besta, de forma que ela se daria nó caso persistisse em pega-lo. O punho direito do rapaz era erguido, este era envolvido por uma aura semelhante ao fogo, porém rosada, caso ele obtivesse sucesso em aplicar um golpe direto a besta, ela seria atingida com força o suficiente para afunda-la dentro do chão da arena, ou teria a parte que usa-se para se defender ferida, caso ela conseguisse desviar do golpe, Haru iria recuar desviando de seus ataques até uma distancia razoavelmente segura entre dois.
 
              
 
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   22.03.15 23:43

Halfaxa

O membro da uma força de proteção foi levado até Parched por uma recrutadora ou recrutador ou coisa. O rapaz estranhou o lugar e pensou em várias possibilidades. Abdução foi uma aposta interessante. Enquanto pensava nas várias opções a recrutora chegou a cela. Olhou para este e sorriu. Halfaxa pode ouvir a voz da mulher em sua mente.

» A palavra escrota não é educada. Posso ser pior que a polícia, se sobreviver a primeira fase terei prazer em lhe mostrar isto. »

Diamante

Diamante costuma ser um material precioso e quase indestrutível. Será que o homem que carregava este nome seria páreo para o que estava prestes a enfrentar? Ao passar pela mulher esta lhe responde suas perguntas.

» Você está no planeta Parched, bem vindo! Estão ansiosos para verem os gladiadores. Meu povo ama os gladiadores e tenho certeza que irão gostar muito de ver você, pois você é genial. »

O sorriso da mulher era largo e cheio de dentes.

Luffy

O rapaz feito de borracha foi o mais engraçado em seu comentário e também o único a tentar retirar a máscara. A mulher também falou com ele.

» Cheiro ruim? Se eu soubesse o que é cheiro lhe ajudava, mas não sei. E não seja tolo, mantenha a máscara, quero que chegue vivo até a Arena. »

Nick

Fora o mais calado e talvez menos curioso. Ao passar pela mulher não ouviu nada desta, apenas sentiu o olhar penetrante que ela lhe enviou.

Haru

Apesar de ser um rapaz que aparentava brincar com o perigo, Haru mostrou-se tão indiferente ao lugar quanto Nick. Assim sendo ao passar pela mulher não ouviu nada.

Arena - Combate

Halfaxa não atacou, diferente dos outros este agiu em equipe e protegeu seus companheiros. Halfaxa não atacou nenhum dos oponentes, mas um o escolheu. O grande ser que parecia ser feito de lama envolveu o corpo do garoto começando por seus pés. Enroscou-se em seu corpo e Halfaxa pode ver algo em sua mente. Toda sua família Crepúsculo ser covardemente exterminada. O rapaz se deixaria levar por esta ilusão ou seria mais forte?

Diamante agiu com perspicácia e talvez genialidade, mas sua ação não saiu exatamente como ele planejou. A plateia olhava o espetáculo e o rei falou com sua esposa.

— Veja àquele grandão. Olha sua audácia, ele parece gostar muito de se exibir. Ótima atitude em trazê-lo para nós.

O homem olhava entusiasmado e o dragão escolhido por Diamante aceitou sua provocação. A criatura urrou e deu passadas pesadas na direção deste. Ao estar bem próximo de Diamante algo surreal acontece. Um silêncio toma conta do lugar e o dragão fala com Diamante.


— Eu sei qual é sua fraqueza, sei oque lhe tira a vida. Tenho uma proposta a lhe fazer. Se me ajudar a ficar livre deste lugar poupo sua vida. Você tem 60 segundos para me responder.

Diamante podia notar, ao redor, que as lutas continuavam. A sensação é que o dragão havia lhe isolado em uma bolha. Caberia ao lutador decidir o que iria responder, pois seu tempo era curto.

Luffy

Luffy arrancou gritos e urros da plateia, oque falavam não dava pra entender, mas podia ser sentido. O ar ao redor tornava-se quente, pesado, a pressão havia subido de forma considerável, apenas Luffy sentir o incomodo da pressão.. A euforia da plateia esmagava Luffy. A criatura que ele acertou estava esmagada na parede, sangue escorria de uma de suas cabeças e ela falou com Luffy.

— Você é um ser inteligente, de onde veio? Ah não tenho tempo para isto. Posso dizer-lhe apenas uma coisa. Se quiser sobreviver acalme a plateia, pois devido a sua condição física o entusiasmo dela pode lhe ser fatal. Acredite, tudo aqui foi feito de forma a destruir cada um de vocês. Se chegar a fase dois terá mais chances de sobreviver.

Luffy acreditaria em seu algoz? Antes que o rapaz pudesse responder a criatura pegou o tornozelo de Luffy com um dos seus vários tentáculos e o agitou no ar. Rodopiou e o soltou no lado oposto da Arena. Ela o encarou e caminhou novamente em sua direção, uma das cabeças pendia de forma bizarra.

Nick

O silencioso rapaz escolheu sua oponente, talvez a escolha se valesse por ela ter a mesma habilidade que ele, mas seria isto mesmo? Nick atacou diretamente a mulher com um fogo que não necessitava de oxigênio para existir. As bolas de fogo lançadas por Nick atigiram seu objetivo. A mulher se manteve imóvel, o fogo não lhe causou nenhum dano. Nick então foi para cima desta com sua espada flamejante, a mulher o encarou e abriu a boca. Todo o fogo que estava na espada desapareceu. A mulher o encarou.

— Muito gostoso, há muito tempo não experimentava algo tão sofisticado. Obrigada. Agora é minha vez.


A mulher mexeu as mãos de forma sutil. Seu corpo ficou completamente envolvido em água. Com um sorriso ela disse.



— Quero minha liberdade e você é a porta para ela. Para ter seu poder de volta será preciso me derrotar e eu sei que isto é quase impossível.


A mulher permanecia parada e a água contornava seu corpo. A plateia olhava aquilo admirada, não precisavam de água mas sempre se emocionavam quando viam  Marina em combate.

Haru

O rapaz de aparência incomum e mente debochada escolheu seu algoz rapidamente. Numa atitude verdadeiramente heroica atingiu a criatura de forma forte. O corpo da mesma afundou no solo da Arena. A plateia foi ao delírio, porem ninguém esperava aquele contra ataque. Haru estava a uma distância segura da criatura e ao que parecia tinha tirado a mesma de ação, seria ele o primeiro a mudar para a fase dois? Segundos se passaram e nada aconteceu, até que tentáculos sobem do chão, bem próximo de Haru.

O cipó se materializa em uma bela criatura, ela olha para o rapaz e sopra em sua direção.


Haru sente o rosto arder, queimar. Poucos segundos depois vê o corpo todo em chamas. O que fará o rapaz? No outro canto a criatura enterrada no chão não se levanta, talvez ela tenha evoluído.
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   23.03.15 1:36

Diamante havia realizado seu ataque, uma rajada de ar comprimido tão poderosa certamente devastaria o caminho pelo qual passaria em direção ao dragão que parecia ter aceito sua provocação inicial, afinal, aquilo era uma espécie de arena e a glória proveniente da mesma parecia agradar em muito a silhueta do homem de três metros de altura que mantinha um largo sorriso em sua face ao desferir tamanho golpe em direção a criatura. A convicção de que aquele ataque seria o suficiente para abater o oponente de Diamante estava clara e um sorriso parecia cada vez mais crescer na face do pirata enquanto o corte de ar comprimido verdadeiramente denso parecia partir em direção ao oponente.




[ Diamante ]- hehehe...venci. A expressão de vitória de Diamante era clara, expressão esta que acabou se esvaindo com as pesadas passadas do dragão que produziam um estranho som a audição do pirata que simplesmente deixou que sua face assumisse um aspecto sério enquanto seus olhos estreitavam-se ao observar o dragão. Diamante tentava pouco a pouco entender o que estava ocorrendo, para onde havia ido seu ataque e porquê um rastro de destruição não havia se propagado.




Diamante erguera uma de suas mãos elevando-a até sua face coçando parte de sua fronte com o dedo indicador, tentando entender o que havia ocorrido. Como seu ataque não havia atingido o alvo? Isso nunca acontecera antes e um turbilhão de duvidas e incertezas pareciam incorrer sobre sua mente enquanto ele próprio mantinha o olhar fixo naquela criatura. Olhar este que abriu-se de maneira estupefata enquanto o dragão parecia falar consigo, algo que nunca antes haviam presenciado de uma criatura. O corpanzil de Diamante quase tombou para trás em decorrência a tamanho susto fazendo com que, de certa forma, um largo sorriso retornasse a face de Diamante.


[ Dragão ]— Eu sei qual é sua fraqueza, sei oque lhe tira a vida. Tenho uma proposta a lhe fazer. Se me ajudar a ficar livre deste lugar poupo sua vida. Você tem 60 segundos para me responder.



Uma gargalhada não pôde deixar de ser notada por parte de Diamante enquanto este escutava atentamente as palavras de seu oponente. O homem inclinou-se e então, saltou da coluna ao qual estava, pousando de maneira abrupta no solo mas sem perder a maneira ereta com a qual observava a criatura outrora.


[ Diamante ]- Heheheh...que interessante, que interessante, pensei que você não falasse. AHAHAHAHAHHAHA Caso ao contrário, teria me apresentado antes do ataque, o que é justo é justo...porquê não me ataca de volto e então ficamos quites? Indagou Diamante enquanto tentava ponderar sobre a proposta que havia recebido, ainda que de alguma forma, um certo prazo lhe fosse imposto. Diamante fechou os olhos consideravelmente e os abriu, a estranha sensação de estar “ preso “ em uma área com uma criatura tão assustadora não deixava-lhe lutar normalmente mas ainda assim, o homem concordou com a proposta. – Como eu ataquei você sem me apresentar, o que está errado realmente...eu aceito sua proposta, quer fazer uma aliança, dragão? ME CHAMO DIAMANTE! O GLADIADOR LENDÀRIO DE DRESSROSA! NÃO ME SUBESTIME! Disse Diamante perpetuando glórias em seu nome, esboçando um sorriso que aparentemente beirava a maldade, entretanto, quantos antes não o haviam subestimado e pereceram?


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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   23.03.15 11:30

Halfaxa havia se limitado a prestar apoio à sua equipe, e a julgar pelo show de habilidades que acontecia, acreditou não ter que passar por grandes problemas. Alguns deles tinham poderes similares a de seus parceiros da Fortaleza - um fato interessante, já que Halfaxa não convivia com pessoas fora de sua comunidade. Uma pena que esse primeiro contato fosse numa situação tão perturbadora. Ainda se questionava sobre a nova realidade em que se encontrava e cogitava uma causa acreditável para aquilo tudo.
"Os superiores!" — imaginou.
Na Fortaleza, sua gangue era poderosa e exercia uma influência considerável a todos que lá moravam, mas não eram detentores do poder absoluto - esse era propriedade da gangue suprema, os "superiores", que residiam na zona obscura (os últimos andares) dos edifícios principais. Pela hierarquia, o Crepúsculo era uma das gangues abaixo dos superiores e isso significava que cedo ou tarde recrutamentos e provas seriam feitas. Ciente de que a lógica e a linearidade do tempo se distorciam cada vez mais quando se aproximava do topo da Fortaleza, acostumou-se com a idéia e quietou seus questionamentos.

Entretanto, por esse breve momento de distração, foi pego de surpresa por uma criatura esquisita cuja aparência parecia lama - a mais nojenta, segundo o rapaz. Em pouco tempo ela envolveria seu corpo por inteiro e provavelmente o deixaria imóvel. Uma situação complicada para quem não portava lâminas ou espadas mágicas. Instintivamente (ou estrategicamente?) e antes que pudesse ser consumido pela lama, afinal, sua breve tentativa de fuga foi uma falha, Halfaxa comandou seu panapaná azulado para que voasse ao redor dos seus parceiros logo em seguida retornando ao conjurador. Angelus voou ao redor de Diamante e voou rapidamente ao encontro de Halfaxa. A intenção era atrair a atenção deles para que prestassem socorro.

O monstro havia se enroscado inteiramente no rapaz, fazendo nula sua visão. Logo, cenas perturbadoras e confusas formavam-se à sua frente: sua gangue e família sendo covardemente exterminada. Foi um choque, inicialmente. Halfaxa começou a hesitar, sua consciência lançava negações:
"É um truque"
"Os superiores não seriam capazes de fazer isso"
"A Fortaleza é unida, isso não é possível"

Outros questionamentos abstratos floresciam em sua mente e em seu coração. Mas a tensão aumentava. Ele desesperadamente criava indagações em sua mente para contrariar as visões, mas seu corpo já tremia e seus olhos esquentavam. Estava chorando. Se ninguém prestasse apoio, o pior poderia acontecer.
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   24.03.15 0:13





Takigawa Haru Capítulo I //O1//O1.
❝So it was you who I expected all this time...❞
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Ao que tudo parecia, o primeiro oponente de Haru havia sido derrubado pelo primeiro ataque do garoto, que recuava para trás para estipular uma distancia segura entre si e a fera derrotada, o garoto olhava estranhamente para a fera derrubada no chão, uma coisa daquele tamanho sucumbiu ao primeiro golpe de tal maneira, que era difícil acreditar de que ela não havia tentado o atacar para valer, de qualquer forma era apenas mais um monstro amenos; Haru voltava a mesma posição a qual havia tomado quando entrará na arena, o rapaz respirava um pouco aliviado ao contemplar o corpo da besta caída na arena. Haru virava seu corpo um pouco para o lado, para poder enxergar o que se passava atrás de si, mas antes que pudesse ver o que acontecerá com os outros "sequestrados", o rapaz notava que alguma coisa estava percorrendo e brotando do chão, pareciam ser estranhos tentáculos... Aquilo era uma... Planta... Poderia aquilo ter vindo do monstro que ele abatera?
 
                  
 
Antes de pudesse se virar novamente para a direção a qual estava, uma criatura começava a se materializar de meio aos cipós, ela rapidamente ia ganhando a forma de uma bela, porém bizarra mulher. Uma mulher com o corpo feito a partir de pétalas de flores aparecia perante Haru, ela soprava em direção ao rosto do rapaz, chegava a ser engraçado a maneira que ela o fazia, era como se estivesse mando um beijo a longa distancia para o rapaz, mas antes que este pudesse fazer qualquer deboche sobre a aparência da criatura ou a pose que ela fazia, Haru começava a sentir seu rosto a formigar, uma formigação que ia se tornando cada veis mais forte, como se seu rosto estivesse em chamas e logo ele via todo o seu corpo envolto em chamas.
 
-
 
Haru - FOGO...!!... Isso é realmente nostálgico, eu nunca pensei que iria me sentir assim... Sim... Quando eu me tornei... lider da HONRA.
 
 
Um pequeno sorriso ia brotando no rosto de Haru, era como se aquela sensação de chamas que envolviam seu corpo não o incomodasse, mas ao contrario, aquilo parecia trazer ele um certo tipo de bem estar; o corpo do rapaz começar a ser  circulado por um ar pesado que parecia girar em torno do jovem, e aos poucos o corpo de Haru começava a ser envolvido por o que parecia uma aura avermelhada, ela fluía livremente por seu corpo, era como se o mesmo estivesse sido consumido por chamas, e embora aquilo não fosse fogo, o calor emitido por tal aura era tão quente quanto. Ele esticava seu rosto para trás, tomando um pouco de ar e voltava seu rosto para a bela criatura, como sua mascara só cobria de seu nariz para baixo, talvez ela pudesse notar que a cor dos olhos do menino haviam mudado, seus olhos antes verdes, quase azuis, agora se tornavam de um vermelho intenso e brilhante, Haru colocava sua mão em seus bolsos, enquanto a aura avermelhado em torno de seu corpo ia se expandindo, até o ponto de culminar em uma explosão que atingira quase tudo ao redor do rapaz, caso a bela criatura não tentasse fugir dali, ela teria seu corpo e suas raízes/cipó/tentáculos envoltos na explosão, até mesmo o corpo da criatura já abatida seria pego pelo ataque de Haru que visava destruir tudo ao seu redor, chegando até a danificar o campo em sua volta.

                     
                  

 
 
-
 
Haru - Mas que droga... Eu acho que acabei exagerando de novo... Eu queria saber poder controlar melhor essa droga de aura. Será que ela ainda esta viva!? Que droga, será que nenhum desses bixos sabem falar!?
 
 
                     
Enquanto falava consigo mesmo, a aura que envolvia intensamente o corpo de Haru ia aos poucos diminuindo de intensidade, até desaparecer de seu corpo. Por mais que ele quisesse sair de onde estava, ele ainda cogitava a possibilidade daquela criatura ter fugido antes do ataque, ou até mesmo ter sobrevivido, embora os cipós que criaram a mesma a essa altura deveriam estar provavelmente destruídos ela não deveria estar muito bem, assim como o corpo caído do outro monstro fora pego na explosão. Atacar aquela "coisa" daquela forma não era  a primeira coisa que veio a mente de Haru, mas quem brinca com fogo... Esta pedindo para ser queimado, e foi exatamente o que ela fez, mesmo assim Haru ainda esperava que ela estivesse ali, ao menos para lhe dizer suas ultimas palavras, se é que ela podia falar, o jovem ia caminhando lentamente para frente, ele se mantinha atento para caso a criatura ainda estivesse viva.
 
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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   24.03.15 3:13

Situação: Reino de Dressrosa



O entardecer grassava pelas terras conhecidas como Dressrosa, as atividades tipicamente realizadas pela população pacifica da insula eram realizadas sem problemas, entretanto, poucos habitantes, exceto aqueles seletos e pertencentes a grande e afetuosa Família Donquixote sabiam de maneira exata o que se passavam em meio ao subterrâneo daquele Reino de Dressrosa. Em meio a cobertura soturna, poucos sabiam a quantidade absurda de armamentos em caixotes que eram movimentados entre diversos brinquedos que outrora possuíam forma humana. Tais encargos de transportes de armamentos semeavam já a anos a violência, corrupção e cetismo possuindo como seu núcleo a sede de Dressrosa, semeando uma safra cruel em uma zona marítima conhecida como Novo Mundo, entre estes, dois encarregados em Dressrosa assumiam o controle imediato destes setores. Trébol e sua subordinada, Sugar.


Em uma penumbra soturna no subterrâneo logo abaixo o Palácio Real, um aparelho de comunicação em forma de caracol ecoava por todo o subterrâneo, uma voz grossa parecia se projetar de maneira irritadiça nas dependências do grande depósito. Tamanha voz carregava um tom pesado, irritadiço.


[ ??? ]- Trébol, Trébol! Eu não disse mais cedo para que retornasse ao palácio? Trébol?!!!! A voz demonstrava tamanha impaciência e nervosismo. Uma garota com cerca de 1.30 aproximou-se rapidamente enquanto portava em uma das mãos um grande cesto recheado de uvas de tamanhos variados, a pressa da garota era clara.


[ ??? ]- Jo-jovem mestre, jovem mestre, desculpe a demora, desculpe mesmo. Eu estava comandando os brinquedos...e...e..... A grossa voz imediatamente interrompeu a pequenina e meiga voz que havia atendido.


[ Doflamingo ]- Onde está o Trébol, Sugar? Um estranho silêncio propagou-se após a indagação de Doflamingo, até que a garota por fim, resolveu manifestar-se.


[ Sugar ]- Jov-Jovem mestre...Trébol desapareceu já faz 2 horas, eu não sei onde ele foi, ele nunca fez isso, tomara que ele morra de uma vez!




[ Doflamingo ]- Huhuhuhu...Sugar...procure o Trébol! Tenho uma reunião importante com a família e caso não o encontre, sabe que a responsabilidades recaem aos primeiros imediatos não é....Sugar? O silêncio uma nova vez instaurou-se e então, um pequeno ruído indicara que a ligação havia se findado.




Situação: Reino de Dressrosa – 2 horas antes da conversa de Sugar e Doflamingo



Na superfície de Dressrosa, Trébol, um dos altos-executivos da Família Donquixote havia se esgueirado pela primeira vez de suas tarefas, resolvendo curtir um breve passeio pela insula, afinal, estava precisando após passar cerca de quatro dias diretos no subterrâneo, cuidando para que o pseudômico de DoFlamingo se mantivesse imaculado graças as transações ilegais que ambos ali faziam, “ Joker” era o pseudônimo e a mercadoria sempre deveria ser entregue. Trébol, por sua vez mantinha-se a caminhar por entre os becos e vielas, não importando-se em esgueirar-se por entre as mesmas para evitar seus próprios soldados, entretanto, após encontrar um pequeno grupo, não bastou mais do que uma singela ameaça para assegurar que ninguém falasse nada sobre seu paradeiro.


[ Trébol ]- Hey..hey...fiquem quietos sobre eu estar aqui fora...ta bem...ta bem? Caso ao contrário... Nada mais precisou ser dito, os membros do pequenino grupo simplesmente iniciaram uma rápida corrida para a direção oposta onde Trébol estava direcionando-se. Algum tempo mais a frente, Trébol observou uma bela mulher, entretanto, não o cunho de sua beleza em si o atraiu mas simplesmente as vestimentas da mulher, eram ralas, como se uma maga tivesse saído de seus livros. O homem então singelamente inclinou sua face para a direita e visou aproximar-se em passos pesarosos, de maneira pelo qual os grilhões que haviam em seus tornozelos chocassem-se uns com os outros.


[ Trébol ]- Hey...hey...Hey moça...você não é de Dressrosa, não é? Indagou Trébol enquanto visou colocar-se a frente da mulher. A mesma o encarou com uma certa maravilha em seu olhar em decorrência ao executivo da família ser bem mais alto que a garota. A aparência estranha de Trébol conferia-lhe um verdadeiro ar exótico, diferente de vários habitantes de Dressrosa. A mulher ergueu sua face para melhor observar o caráter exótico de Trébol e então, um sorriso nunca antes visto pelo executivo fora demonstrado pela mulher, um sorriso que Trébol poderia considerar de alguma forma, sedutor.


[ ??? ]-Olha só...mais um espécime.


Trébol inclinou brevemente sua fronte pendendo-a pela direita e então, uma luz emanou das mãos da mulher fazendo com que Trébol simplesmente perdesse a consciência.


Atualidade



[ Diamante]- Ei, Ei, ACORDEM!!!!!!!Tenho certeza de que sabem em que lugar estamos?!



Em uma espécie de leito, afastado dos demais, repousava Trébol. O corpanzil rechonchudo do homem estava de bruços enquanto o mesmo parecia dormir profundamente. Os urros de Diamante alcançaram sua audição, fazendo com que o grandalhão abrisse um dos olhos, observando a silhueta de Diamante que parecia vociferar algo. Trébol por sua vez esboçara um breve sorriso antes de fechar os olhos novamente, ele tinha certeza de que um sonho mágico havia sido acometido consigo onde uma mulher com poderes equiparados aos de fada havia deixado uma espécie de magia escapar-lhe dentre as mãos. Trébol adormeceu uma nova vez. – Beheheheheh...


Conforme o tempo se propagava naquele lugar, o homem virava seu corpanzil em meio a um leito feito de palha, suas mãos alcançaram a matéria-prima do leito e a rispidez as palhas pinicaram uma das mãos do executivo que abriu seus olhos imediatamente, assustado com a situação.


Outrora, os tecidos provenientes das roupas de Trébol estavam normais, sem os efeitos de sua habilidade. O homem assim que levantou-se reparou o quão escuro estava o lugar onde estava dormindo momentos atrás. Lentamente, Trébol erguera uma das mãos retirando os óculos de sua face e então, esfregando seus olhos consideravelmente com o intuito de afastar o sono longe de si, não muito ao longe, barras de ferro, estaria ele em uma cela ou algo do gênero?


[ Trébol ]- Onde....estou? Tenho certeza que escutei a voz do Diamante........ Indagou Trébol enquanto visou aproximar-se das grades, ainda que receoso em aproximar-se das mesmas, Trébol as tocou, por sorte, não era típica de sua fraqueza fazendo com que o homem esboçasse um largo sorriso, jogando seu cetro de ouro primeiro e então, forçou seu corpo contra a grade violentamente com o intuito de transpassar as grades de maneira rápida. Seu corpo fracionou-se abruptamente e Trébol viu-se livre das grades. O corpanzil do homem manteve-se a caminhar de maneira ligeira por entre um corredor escuro, onde simplesmente ele contemplou uma escuridão estrelar, estaria ele no espaço? Uma ligeira dor acometeu-se em suas costas logo após passar por entre as grades, entretanto, cogitou ser da posição de mal jeito ao qual estava acostumado a dormir. A máscara não incomodou-o, muito pelo contrário, Trébol adorava acessórios e não seria necessária remover, afinal, seria uma forma dele manter-se oculto dos olhos dos soldados da Família Donquixote.


[ Trébol ]- Onde...será que eu estou? Tenho certeza absoluta que escutei a voz do Diamante...o que será que ele está aprontando dessa vez...hein..hein? Conforme caminhava por entre o corredor, tremores foram sentidos pelo corpanzil de Trébol, tremores estes que muito se assemelhavam com as constantes batalhas que ocorriam na cidade de Acacia, onde seu campeão era Diamante, estaria Trébol em uma pegadinha realizada por Diamante? – Estou começando a perder a calma Diamante, porquê não se revela logo? Conforme Trébol caminhava pelo extenso corredor, fora levado a uma espécie de arena, onde diversos membros pareciam lutar entre si. Metade deles pareciam ter uma silhueta humanoide e a outra metade possuíam formas de criaturas grotescas. Trébol tranquilizou-se, certamente Diamante havia levado-o para outra arena, afinal, ambos eram amigos e Diamante já estava atracando-se com um oponente, deveria Trébol, portanto, fazer o mesmo.


[ Trébol ]- Behehehehe...devo entrar na jogada, Diamante? Disse Trébol a si mesmo enquanto finalmente deixava seus poderes se manifestarem em seu corpo. Trébol estava a trajar uma espécie de calça esverdeada bem larga com as barras mal-feitas, grilhões antigos adornavam seus tornozelos enquanto uma espécie de manto azulado encobria-lhe parte de seu corpo, chegando até mesmo a arrastar no solo com diversos círculos de tonalidade mais escura. Tal manto mantem-se fixado em seu corpo por três tiras de couro fixadas por um elo dourado. Um cetro de ouro com cerca de 3 rubis adornam a exótica vestimenta de Trébol ademais um colarinho branco que adorna totalmente seu manto em contraste com uma barba enegrecida indo até a altura de seu peito.


[ Trébol ]- Beta.... Estranhamente, para os expectadores da plateia que certamente estariam observando um último participante que havia saído das celas que estranhamente o colarinho e barba do executivo começariam a escorrer, assumindo uma postura totalmente diferente do que quando notariam Trébol adentrar a arena. O homem mantinha um breve sorriso em sua face enquanto visaria observar todos os membros e o último monstro que estava não muito distante de si que assemelhava-se em muito com uma espécie de aranha. Trébol estreitou sua visão por detrás da máscara e disse a criatura. – Já cuidarei de você...mas...hey...que lugar é esse? Foi o Diamante que trouxe você aqui? Trébol atentou-se a um individuo que parecia estar quase sendo morto por uma criatura não muito diferente de si, seu nome era Halfaxa, mas certamente Trébol o desconhecia. – Hey..Hey...amigo..você está bem? Urrou Trébol, observando-o atentamente, realmente o garoto parecia com extrema dificuldades naquele combate, estaria ele pensando que poderia encarar uma criatura daquela tão facilmente? Tréol não sabia dizer. Simplesmente suspirou de maneira intensa enquanto inclinou um de seus braços abruptamente para atrás, ao qual assumira um aspecto estranhamente viscoso. – Beta..Beta...CHAIN!!! O intuito da habilidade de Trébol era alcançar Halfaxa de maneira abrupta, se caso obtivesse sucesso, a viscosidade do homem iria grudar no corpo do garoto, só para até então, Trébol visar puxar o garoto violentamente da poça de lama e soltá-lo.




Trébol não falaria nada, já havia feito sua parte e certamente se aquilo fosse uma arena, estaria ele indo contra as regras, entretanto, não havia recebido qualquer instrução de como agir naquele lugar. O homem então virou-se lentamente em direção ao que parecia ser o último “ oponente “ disponível para si. Trébol esboçou um largo sorriso por detrás da máscara, visando utilizar-se da mesma habilidade outrora utilizada para alcançar o monstro. – Beta Beta chain... a idéia de Trébol era simples, utilizar de sua viscosidade para alcançar seu oponente e não puxá-lo mas se puxar em direção ao oponente visando golpeá-lo com seu cetro a cabeça da criatura de maneira abrupta e violenta. – Hey, hey...isso vai doer muito.
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Nick Bartowski
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   24.03.15 18:24

Foi um golpe rápido e preciso, apesar de tudo não reparou quando a guerreira sugou o fogo cósmico e mesmo assim a atacou com a espada, mas sem sucesso, quando percebeu que tinha algo de errado o garoto deu dois pulos precisos para trás, ganhando uma distância segura enquanto ouvia suas palavras. Era uma habilidade admirável essa de comer fogo, nem aquele que não fosse devidamente fogo. - Tsc - Nick protestou, não sabia muito bem o que fazer contra um ser como aquele, ainda mais quando o corpo dela começou a ganhar uma forma molhada e a água começou a brotar envolta do seu corpo, ela podia manipular fogo e água ao mesmo tempo? isso seria um problema e dos grandes. Seria prudente usar o fogo negro e acabar com aquilo logo de uma vez? isso custaria sua sanidade talvez pelo resto da vida, achou melhor guardar a mascara para um ultimo recurso mesmo. Nick pensou bem antes de efetuar seu ataque, ela podia controlar água, mas será que seria água o bastante para uma montanha de fogo? O pirocinetico começou a correr em círculos, envolta da inimiga, projetando sua mão que estava em chamas. Nick nunca foi nem um velocista mas mesmo assim conseguia correr de forma sobre humana usando o fogo como propulsão, em poucos segundos um ciclone de fogo se formou envolta de Marina, sendo todo completo de fogo. Nick fez o mesmo na intensão de deixar o lugar muito mais quente a ponto de toda e qualquer água que emanasse do corpo da mesma fosse evaporada logo em seguida, isso a impossibilitaria ela invocar água. O garoto decidiu ganhar altitude, já estava todo em chamas e agora usava seu poder para manter o ciclone de fogo se fechando em direção a marina, no fim das contas explodiria ela junto com o fogo concentrado em sua direção.


Imagem meramente ilustrativa
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   27.03.15 21:59

Foi um golpe certo e direto, esmagando aquele ser na parede da arena. Sorriu, vendo vários outros ataques de várias outras pessoas. Seu braço voltou na sua direção e o ar foi esvaziando dele, voltando ao normal. Ao ouvir a plateia gritar, deu um sorrindo largo e ergueu as mãos para o alto e os punhos fechados, se sentindo maneiro com a ação da plateia, até acontecer agora inesperado, sua respiração do nada ficou pesada e quente e o seu corpo foi se empurrando contra o chão. Se ajoelhou e apoiou uma mão no chão, com um pouco de dificuldade para respirar. A gravidade do local havia aumentado? Que merda estaria acontecendo?

Cof! Mas... Que que foi isso?

Disse, com a respiração um pouco forte, mas isso não o incomodava muito, devido os seus constantes usos da Gear Second. Ouviu a explicação do monstro e se irritou um pouco até, se surpreendido com um golpe surpresa. Um tentáculo agarrou a sua perna e começou a rodopiar o capitão no ar que soltava constantes gritos altos e baixos com as constantes girações.

WOOOaaahhOoAAOhOhOahAHOahOAHoaHAoh!

E então, foi tacado para longe na qual, voando, acertou a parede da arena e quebrou uma parte dali, levantando fumaça e logo caindo no chão. Se levantou rapidamente, com a testa um pouco suja e o dedão apontando para ela.

Shishishi... Isso não me causa dor, afinal... Eu sou de borracha!



Logo em seguida, saiu correndo em sua direção e com um aperto forte de seu punho, seu corpo imediatamente bombeou com velocidade o seu sangue. Tinha um pouco de dificuldade para andar, devido a pressão, mas com o bombeamento rápido de seu sangue, seu corpo triplicou a sua força e velocidade, era a sua forma chamada Gear Second. Então, de repente, ele desapareceu daquele local com um impacto de velocidade e demonstrando nenhum som ao fazer isso. Logo, reapareceu um pouco em cima dele, conforme ele tinha vindo em sua direção. Luffy tinha a personalidade de ignorar certos avisos e acabava se dando mal por isso, mas seu objetivo era acabar com essa luta o mais rápido possível, ao ponto de que nem prestava atenção ao que estava acontecendo ao seu redor. Seu corpo rosado e soltando fumaça se mostrava bem quente devido a forma. Puxou o braço direito para trás, fechando o punho com força e esticou o braço esquerdo, usando ele como uma mira, olhando para a cabeça do monstro.

JEEEEEEET PISTOL!



Com um soco super rápido e forte, quebrando claramente a barreira do som, acertava as suas cabeça em um segundo com uma força gigantesca, na qual o pirata possuia, uma força tão grande que já desmaiou um gigante 10x o seu tamanho com um soco. Esperava desmaiar ou deixar muito atordoado os mesmos, para na próxima, derrotá-lo de vez e ir ajudar outra pessoa.


Obs: Catarina, peço perdão se não entendeu o que eu disse na minha ficha, mas os golpes de pressão que afetam Luffy não são os de gravidade, pois o mesmo é de borracha e mesmo esmagado no chão, não levaria dano. O que eu digo é golpes que empurram ou esmagam os seus órgão, como na luta de Luffy vs Lucci, o que gravidade faria contra Luffy seria tirar o seu ar no máximo. Peço desculpas por qualquer erro, espero prosseguirmos bem a quest.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   29.03.15 9:42


A mente é o lugar mais poderoso e frágil do ser humano. Qualquer coisa que afete sua mente você torna-se uma marionete. Psicoses são as doenças mais serias do cérebro, mas o que é ter uma psicose? Como livrar-se dela? Talvez aqueles que se mostram disponíveis a ouvir e observar tenham mais chance de obter sucesso em livrar-se do controle.

Arena – Parched

Diamante travou um diálogo com o Dragão. A criatura ouviu as palavras do guerreiro, mas manteve-se quieto. A bolha foi rompida e então o dragão falou na mente de Diamante.

— Não o subestimo guerreiro, mas precisará ter confiança.

Numa manobra bem feita o dragão cospe fogo na direção de Diamante. O fogo envolve o corpo de Diamante. Algo surpreendente acontece. Diamante ouve os urros da plateia. O dragão urra alto. O dragão fala à mente de Diamante.

— Você não existe mais, siga-me.

Diamante tornara-se invisível para os habitantes de Parched. O dragão caminha na direção da porta onde saiu e Diamante o segue. Ao adentrar o lugar ele fala à mente de Diamante.

— Observe, você é um privilegiado e acredito que será o salvador da minha nação.

Halfaxa não era exatamente um guerreiro e o rei, contrariado, olhou na direção de um dos seus soldados. O mesmo piscou algumas vezes e falou num tom desconcertado.

— Não havia opções melhores, senhor. Acredite.

O soldado mentia, viu em Halfaxa o guerreiro ideal. Olhava para a arena e ansiava que seu algoz terminasse logo o trabalho. O recém chegado lutador, Trébol, foi o único a mostrar solidariedade com Halfaxa, porém sua ação não saiu exatamente como ele imaginou. Sua gosma ao tentar alcançar Halfaxa foi paralisada por uma quantidade imensa de lama. A lama petrificou a gosma de Trebol. A criatura que envolvia o corpo de Halfaxa adentrou por sua boca e nariz. O rapaz foi envolvido completamente pela criatura e seu corpo foi petrificado.
A plateia urrou, o rei ficou extasiado e olhou para o soldado.

— Não foi de todo um fracasso, Lâmia sempre nos surpreende.

O corpo petrificado de Halfaxa foi retirado da arena e colocado ao lado de seu algoz, exatamente na porta de onde este havia saído.

O ataque de Haru foi exagerado e covarde. A criatura a sua frente encolheu e tornou-se um redemoinho de fogo. A voz em meio aquilo falou num sussurro.

— Você não é digno, sofra as consequências.

A criatura torna-se murcha até reduzir-se a pó. A plateia bate palmas eufóricas. Era muita alegria para um dia só. Haru olhava todos com orgulho. Um dos soldados olha de soslaio para a rainha. Seus lábios franzem mostrando frustração. Um soldado aproximou-se de Haru e um campo invisível circundou o rapaz. Se ele o tocasse seria repelido, não era possível sair dali. O soldado olhou Haru por instantes dizendo.

— Ainda não acabou!

Trebol estava curioso para saber onde estava e com oque lidava. Ao indagar de ter ouvido a voz de seu amigo Diamante a mulher que estava ao seu lado lhe respondeu.

— Sim, ele está aqui. Você está em Parched e vai depender unicamente de você rever seu amigo.

Vendo a situação de Halfaxa, Trebol tenta ajudar o rapaz, porém sua ação não obtém sucesso. Trebol também ataca seu opoente. Ao enviar sua gosma na direção da criatura a mesma é repelida por uma espécie de teia tão visquenta quanto a gosma de Trebol. A criatura caminha até Trebol e manda neste uma teia visquenta. A teia causa espamos no corpo de Trebol. O gladiador repara que a criatura olhava demais na direção do rei e quando este vira rapidamente o rosto a criatura indaga Trebol.

— Quer recuperar seu corpo? Voltar pra casa? Ajude-me que te ajudo.

A criatura para de emitir choques no grandalhão e se afasta simulando um revide de Trebol.

Nick não entendeu o que lhe aconteceu. Foi traído por sua mente. A mulher para e olha as ações do rapaz, a forma como agia. Ela sorri pra plateia e fala alto.

— Alguém o traga à realidade, não tem graça derrotar um lunático.

Os poderes de Nick foram tirados dele, completamente. Se quisesse tê-los de volta deveria derrotar a mulher, coisa que Nick ainda não tinha feito.

Luffy ignorou completamente o diálogo da criatura. Nem mesmo questionou porque ela havia se dado ao trabalho de falar com ele. Aquilo irritou profundamente a criatura. Quando Luffy partiu para cima dela e começou desferir socos a mesma se desfez. Assim que Luffy cessou seus socos viu que socava o chão do lugar. Sendo um ser super poderoso, os nós de seus dedos não sofreram nenhum dano. Um soldado aproxima-se de Luffy e criou uma barreira invisível. Caso o mesmo tentasse sair dela seria repelido. O soldado olha Luffy e fala num tom baixo,

— Ainda não acabou.

Haru, Nick e Luffy percebem uma movimentação no local onde o rei estava sentado. Não sabiam o que estava acontecendo. O rei apontava insistentemente na direção de Trebol. E sua esposa apontava na direção dos três. De repente um som de trombeta toma toda da arena e onde estava localizada as quatro estacas algo surge. Mas nem Luffy, Nick e Haru enxergavam o que acontecia. Apenas sentiam o tremor do chão.
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   29.03.15 9:59


Labirinto - Sobrevência

A criatura que Trebol enfrentava envolveu-o numa teia para que este não sofresse danos. Quando as paredes estavam altas suficientes ela indagou novamente o jogador.

— Não tenho muito tempo, vai me ajudar?

Diamante pode ver o que acontecia e não acreditava. O dragão então lhe contou uma breve história.

— Estamos cansados de sequestrar pessoas e aprisionar almas. No centro deste labirinto está guardada a energia que destruirá nosso rei e nos dará a liberdade. Vou lhe guiar, mas preciso saber se você deseja fazer isto. Se não quiser serei obrigado a lhe entregar no labirinto da mesma forma, pois você tem o direito de brigar por aquilo que lhe foi roubado, sua alma. Ninguém, nestes três mil anos, alcançou o centro do labirinto. Eu o conheço de cor.

Diamante tinha que escolher se confiava no dragão ou se seguiria por conta própria, pois não havia outro caminho para sair de Parched.

Halfaxa foi levado até a uma sala enlameada. Devagar a criatura envolveu seu corpo com lama molhada e o rapaz voltou ao normal. A criatura o olhou e falou, sua voz era pastosa.


— Você foi abençoado por Lúria. Aceita defender nosso mundo? Se aceitar lhe guiarei pelo labirinto, no meio dele está a chave para derrotar nosso rei e lhe devolver sua alma. Se não quiser, terá que ir por si mesmo.

Halfaxa assim como Diamante deveria escolher se confiava em seu algoz.

Haru

Após o labirinto se levantar o rapaz se viu num local cheio de fumaça. A fumaça era tóxica, mas não o incomodava. Ele não via nada e nem se usasse seus poderes conseguiria dissipar aquela névoa. Uma voz que surgia da fumaça falou com o rapaz.



— Podes derrotar aquilo que não vê?

A fumaça passou pelo corpo do rapaz e ao sair causou um ferimento sério em seu peito. Ele sentia uma ardência. A fumava ficava muito densa, mas não o sufocava. Haru não via e nem sentia, mas seu corpo estava sendo infectado por algo que se tornaria mortal em breve. O rapaz tinha que dar o seu melhor para sair daquele lugar. Lembrando que nenhum de seus poderes seria útil para dissipar a fumaça.

Nick assim como Haru e Luffy não sabia onde estava, apenas se viu à frente da mulher Esta continuava a manipular a água e o encarava. Nick apenas notou que não mais escutava a plateia e nem via o rei. A mulher criou um chicote de água e lançou na direção do rapaz. Ela estava impaciente.

— Vamos, dê-me um pouco de diversão ou será que você não é nada sem seus poderes?


Luffy não sabia dizer exatamente o que aconteceu. Viu apenas a barreira o libertar e agora estava em uma caverna feita de cristal. Estava no centro de um rio. Os cristais eram pontiagudos e de todos os extremos jorrava água em abundância. Nada além do som da água jorrando era ouvido. Se quisesse recuperar sua vida, Luffy teria que sair dali.

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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   29.03.15 11:38

Percebeu, então, que não estava socando mais o monstro. O que havia acontecido com ele? Luffy não sabia explicar, porém, cada soco que deu no chão criou uma rachadura ali. Então, caiu no chão e seu corpo voltou ao estado normal, desfazendo a sua Gear Second.

Nani?!



Olhou meio confuso, não sabendo ao certo o que havia acontecido. A única coisa que percebeu foi a voz de um soldado falando que aquilo não tinha acabado e então, ficou sério, sentindo aquela barreira visível ali. Tentou falar com o soldado, porém, não ahavia dado tempo.

Eiii, sr. soldado!

Porém, tremeu um pouco ao perceber a movimentação do local. Não sabia o que estava acontecendo, não enxergava nada e tentou pensar em algo, mas Luffy não é bom com essas coisas. Apenas ficou andando em círculos até que percebeu algo, era o som de uma trombeta e logo em seguida, que ela parou, a cápsula invisível na qual o mesmo estava se desfez. Estava no centro do rio, em cima de um monte de cristais e parecia ser uma caverna gigantesca. Percebeu o tanto de água ao seu redor e que não parava de jorrar água. Não havia mais nada além do som calmo das águas e isso assustava um pouco Luffy, pois estava em total desvantagem em relação a esse lugar. Abria a boca, olhando aquele local de cima pra baixo.

Vish..



Não sabia qual era a sua primeira ação, mas teria que explorar aquele local de algum jeito. Andou de um lado para o outro, as pontas dos cristais não o afetariam por causa de sua chinela de borracha, porém, se o seu corpo caisse, ia cortar.

Droga, o que eu faço, o que eu faço... Ah, é isso! Armamento!

Então, fechou os seus punhos e logo eles viraram negros, cobrindo eles com o seu haki, os deixando tão duro como aço. Assim, girou seu braço e esticou sua mão até uma pilastra de cristal e apertou eles, se segurando ali e, então, se puxou até ali, e quando chegou, se apoiou com as chinelas para não se cortar e então, deu um pulo, caindo em outra superfície que era mais longa e assim, desfez o haki de suas mãos e começou a andar pelo local, cantando uma música para afastar o tédio. Tinha que achar a saída dali rápido, seus companheiros deviam estar preocupados.

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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   29.03.15 13:21

Não tinha entendido muito bem o que estava acontecendo na Arena, a mulher sugou um pouco do fogo de sua espada e ele não conseguia usar mais suas habilidades, era como se ela estivesse inibindo seu gene X só por ter sugado um pouco de seu fogo, as coisas ficaram ainda mais complicadas com o tremor absoluto do chão, mas ainda tinha um objetivo e pretendia concluir. Sua inimiga e seu corpo envolta de água ainda estavam em seu campo de visão, ele já não sabia onde estava mas isso não importava, tinha que derrota-la. Nick se pegou pensando demais e pode sentir quando o golpe de água o acertou, com velocidade ele colocou sua espada na frente, o choque jogou amaterasu para cima e Nick para trás, ele caiu mas se levantou com facilidade, seu braço tinha um corpo, amaterasu caiu bema o seu lado, ele a pegou e sentiu a dor e o sangue escorrendo. - Vamos, dê-me um pouco de diversão ou será que você não é nada sem seus poderes? - O Garoto tinha treinamento de campo, algo que os X-mens utilizavam para casos como esse, onde seu poder não fosse viável, na sala de perigo e até mesmo em combates reais, e com o treinamento especializado em Kendo, a manipulação da espada seria de extrema importância. Então ele partiu, de um lado para o outro, o Zig-Zag em alta velocidade para poder atacar a mulher com sua espada, ainda tinha Amaterasu, a lamina da deusa do fogo japonesa, tão cortante quanto qualquer outra, utilizou de sua aerodinâmica para desferir um golpe vindo pela direita, usando a ponta da espada em direção a parte do pescoço da inimiga, ela era humanoide, tinha uma estrutura corporal bem parecida com a humana, diferente dos outros inimigos, força e velocidade talvez fossem a chave para vencer a batalha, ele ainda era o mutante e tinha um ferimento no braço, não iria sucumbir a dor e muito menos desistir.



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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   30.03.15 1:48

Halfaxa não mais conseguia se debater para evitar a criatura. Seu corpo havia sido invadido e petrificado, sua mente violada. O pedido de socorro anteriormente lançado aos seus companheiros, pela sua ótica, havia sido completamente ignorado e, como se não bastasse, foi atacado com visões cruéis e perturbadoras sobre aquilo que ele mais se importava, seu maior tesouro: sua gangue e família.
Ele não se importava mais em respirar. Estava imerso em dor.


Seu corpo amolecido foi solto na lama. Suas escleróticas haviam enegrecido, sua expressão emanava uma tenebrosa melancolia - o que a criatura lamacenta que o acompanhara também sentiria, se tivesse essa capacidade.

Aaaa... — balbuciou sua voz trêmula. Era difícil determinar se ele estava lamentando ou tentando se comunicar. Também não era algo bonito de se ver. O rapaz parecia tentar proferir alguma palavra enquanto, de forma desengonçada e mole, tentava se sentar.
Halfaxa estava tentando sair do transe a que foi submetido. Seu poder vinha do subconsciente, e apesar de não ter dificuldades para se manter emocionalmente e psicologicamente estável no cotidiano, a atual situação interveio de forma brutal e certamente seria um divisor de águas na relação de Halfaxa com seus poderes. Era notável uma certa estranheza no local. Era como se a mente do rapaz estivesse se expandindo no plano físico. Imagens incertas de criaturas estranhas vez ou outra oscilavam ao redor dele.

..Angelus... — ele finalmente disse, após muitas delongas. E, num momento, aquele clima denso rapidamente desapareceu e Angelus apareceu atrás do rapaz, abracando-o pelo pescoço. Os olhos dele voltaram ao normal e ele recobrou a consciência, ainda que respirando ofegante e com o coração quase saindo pela boca. Enquanto sua visão desembaçava aos poucos, ele levantou-se com certa dificuldade e deu uma boa olhada no local.  
"Angelus... brigado. Ainda bem que cê sempre tá comigo." — agradeceu, em mente, com um sorriso terno. O ser emitiu um som belo porem incompreensível - pelo menos a ouvidos de terceiros.

Lama para todo lado. Se sua memória não lhe falhava, a criatura que havia o submetido a tal tortura era feita daquilo. Inclusive, foi com ela que ele se encontrou ao virar para trás. Instintivamente, o rapaz rapidamente conjurou suas borboletas e recuou, acompanhado por seu anjo da guarda. Fitava a criatura firmemente, e estava prestes a soltar um berro para ela quando o ser de lama tomou a palavra:

"Você foi abençoado por Lúria... Aceita defender nosso mundo? Se aceitar lhe guiarei pelo labirinto, no meio dele está a chave para derrotar nosso rei e lhe devolver sua alma. Se não quiser, terá que ir por si mesmo."

Aquilo já era demais. O mesmo ser que havia exposto o temor mais íntimo de Halfaxa e quase deixado o rapaz num transe perigoso e talvez irreversível agora pedia por ajuda? Como bom favelado que era, não deixou barato:

O QUÊÊÊÊÊÊ? Você.... cê não tem vergonha na cara, não?! — E por aí foi. Halfaxa aumentou o tom de voz e gesticulava incessantemente. Até usou a sola do coturno como ameaça. Gritou por alguns instantes, mas logo se repôs quando percebeu que aquela falação toda não era o caminho. A mesma sensação que sentia com frequência nas discussões com seus queridos. E logo, a saudade e a preocupação alfinetaram seu coração.
A criatura dava a entender que havia sido levada de seu mundo também, e Halfaxa estava longe de ser frio e antipático. Bem longe.

Eu quero que você me conte o que aconteceu. E onde nós estamos e o que estamos fazendo aqui!

Ainda que fazendo uma forcinha, o rapaz estendeu a mão para a criatura, como acontecia naturalmente nas relações amistosas humanas.
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Nanbrimbor
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   31.03.15 16:16

As batalhas parecia incorrer pela arena, alguns membros pareciam já terem sofrido danos o suficiente e outros mais pareciam estar em apuros. Diamante, por sua vez, havia escolhido um adversário de peso para enfrentar, um dragão. Seu primeiro ataque, ao qual desferira em direção a criatura de alguma forma havia desaparecido e então, um curto diálogo havia se iniciado entre Diamante e o Dragão, ao qual, o jeito levemente excêntrico do gladiador lhe permitiu conversar com a criatura. A expressão de Diamante, embora atenta, não deixava de esboçar um singelo sorriso enquanto mantinha seus olhos azulados sobre a criatura, que logo após suas palavras, o dragão imediatamente respondeu-o, fazendo com que Diamante se adiantasse cerca de dois passos a frente, repousando com uma de suas mãos ao resguarde de seu sabre.


[ Dragão ] — Não o subestimo guerreiro, mas precisará ter confiança.



[ Diamante ]- Confiança? Isso eu tenho de sobra, mas o que exatamente você está querendo dizer com isso?! Indagou Diamante enquanto simplesmente acompanhou ao que viria ser a garganta do dragão assumir uma coloração incandescente, como se a própria lava emanasse da criatura. Tal emanação se exteriorizou por entre suas enormes mandíbulas, indo de encontro a Diamante que imediatamente, em uma tentativa vã de acreditar ter sido traído em meio ao suposto acordo, puxou sua capa com intuito de proteger-se, mas as chamas não o queimaram, e a plateia pareceu ir a loucura.


“ O que?” pensou Diamante enquanto o Dragão uma nova vez parecia se manifestar.


[ Dragão ]— Você não existe mais, siga-me.



Diamante permaneceu em silêncio, olhando de maneira atenta e silenciosa para o dragão que parecia dirigir-se a porta ao qual outrora havia adentrado aquela arena. Seu olhar, esgueirou-se momentaneamente para Trébol que parecia iniciar sua própria batalha, mas ainda assim, o homem de aproximadamente 3 metros de altura seguiu juntamente com o Dragão.


[ Dragão ]— Observe, você é um privilegiado e acredito que será o salvador da minha nação.



[ Diamante ]- O que você fez? Indagou Diamante. As pessoas não pareciam notar mais o homem de olhos azulados e corpanzil exótico, a expressão de Diamante parecia ter sido elencada ao anonimato e a vitória daquela criatura com asas parecia ser a correta, mas, porquê “salvá-lo”?


O herói da Cidade Acacia, Diamante, havia acompanhando o Dragão em passos lentos e silenciosos enquanto parecia analisar de alguma forma para onde haveria de ter ido o ataque desferido em outro momento, mas logo, a criatura pareceu manifestar-se, atraindo a atenção do homem.


[ Dragão ]— Estamos cansados de sequestrar pessoas e aprisionar almas. No centro deste labirinto está guardada a energia que destruirá nosso rei e nos dará a liberdade. Vou lhe guiar, mas preciso saber se você deseja fazer isto. Se não quiser serei obrigado a lhe entregar no labirinto da mesma forma, pois você tem o direito de brigar por aquilo que lhe foi roubado, sua alma. Ninguém, nestes três mil anos, alcançou o centro do labirinto. Eu o conheço de cor.


Diamante suspirou de maneira pesarosa, realmente, não era o interesse do homem ajudar nenhuma nação ou conjunto de seres de qualquer forma, mas ainda assim, algo que o incomodava era o fato de ter de ficar a mercê de um dragão daquela magnitude. Diamante enquanto caminhava adentro aquele lugar, escorou-se em uma das várias paredes que certamente haveriam de estar ali, suspirando de maneira pesarosa uma segunda vez e estreitando seus olhos.


[ Diamante ]- Me diga uma coisa, Dragão. Se vocês são tão fortes ao ponto de derrubar todos os membros dessa arena, afinal, hehehehehe...como já disseram, tudo aqui é feito para nos matar, porquê vocês mesmos não derrubar o Rei e usurparam o poder dele? Hehehehe Um sádico sorriso parecia brotar a face de Diamante, afinal, ele próprio em conjunto com sua própria família já haviam derrubado um Rei a muitos anos atrás, isso não seria difícil para ele, ao menos, a decisão. – Bem...desde que eu possa acabar com esse cara e voltar logo aos meus afazeres...hehee Diamante suspirou de maneira leviana, desviando o olhar para a criatura.- o que preciso fazer então?

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Klaus
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   31.03.15 17:06

Trébol havia tentado utilizar-se de seus poderes para alçar o corpo de Halfaxa que estava imerso em lamas graças a uma estranha criatura que ali estava. O braço de Trébol ao qual havia se transformado em gosma tentou alcançar o corpo do garoto, entretanto, antes que pudesse atingir seu feito, uma quantidade imensa de lama pareceu envolver o que viria ser o braço de Trébol, petrificando completamente os elos que haviam se formado de Trébol que ainda tentava entender o porquê de sua gosma ter sido petrificada daquela forma, fazendo com que a criatura em si tentasse recuar mediante a investida em ajudar o outro “ participante”. – Hey..Hey..como você fez isso...Heyy...? Indagou Trébol enquanto abruptamente visou dar um abrupto tranco em um de seus braços com intuito de quebrar o que havia sobrado e petrificado pela gosma, fazendo com que o homem imediatamente recolhesse seu braço ao estado normal.


[ Desconhecida ]— Sim, ele está aqui. Você está em Parched e vai depender unicamente de você rever seu amigo.



Trébol havia escutado atentamente as palavras da mulher, entretanto, vendo que seu breve plano de resgate não havia dado certo, restava então o homem cuidar de si mesmo, ao qual desferira o mesmo ataque em direção ao seu oponente, este que de alguma forma fora repelida, ao qual isso nunca havia acontecido antes com o homem que simplesmente fora acometido uma quantidade de espasmos, indo imediatamente ao solo, entretanto, não antes de notar que a criatura mantinha o olhar sobre o Rei, aguçando a curiosidade de Trébol ainda mais, mesmo que estivesse preso e sofrendo consideráveis espasmos.


[ Desconhecido ]— Quer recuperar seu corpo? Voltar pra casa? Ajude-me que te ajudo.



[ Trébol ]- Hey...hey...você precisa de ajuda em que? Porquê está olhando aquele cara que parece se divertir tanto? Ele parece o Diamante quando está vencendo alguma coisa...Hey...o que você quer então?


Em meio aquela situação, grossas e grandiosas paredes pareciam começar a erguerem-se em meio a arena, talvez algum tipo de mecanismo adaptado àquele show, mas ainda assim, Trébol não se viu com outra escolha a não ser concordar com o que a estranha criatura lhe dizia, fazendo com que Trébol então assentisse repetidas vezes com sua fronte em direção a criatura. – Beehehehe...diga o que tenho que fazer, você vai me ajudar em que e eu te ajudo em que? Os poderes de Trébol haviam se mostrado inúteis mediante tamanha criatura, mas ainda assim, o que ele poderia fazer? Trébol apenas manteve-se a aguardar o posicionamento da criatura.
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   04.04.15 4:14





Takigawa Haru Capítulo I //O1//O1.
❝So it was you who I expected all this time...❞
.
Haru continuava a caminhar pela região da arena que havia sido engolido pelo seu ataque, ele de fato não havia planejado aquilo muito bem, era irônico ver que o ataque no fim havia meio que saído pela culatra, já que ele não avistava nem uma e nem outra criatura, e seu jeito debochado de ser a maior parte do tempo o lembrasse como aquilo era engraçado, ele não deixava muitos espaços para risos, já que embora ele não visse mais seu corpo em chamas, ainda sentia uma certa formigação em seu rosto. A expressão em sua face se tornava um pouco séria, o menino sentia alguma coisa se movendo no solo não muito longe dele, então aquela coisa alaranjada que havia visto no meio do vermelho da aura era mesmo "alguma coisa", ele avistava a criatura quase murcha, antes de  desaparecer por completo, ela falava algo a ele.

 
-
 
Haru - Não é digno? Pff.. Eu sou atacado por duas coisas que mais pareciam monstros e não sou digno... Quem raptou um adolescente e o trouxe para um arena aqui foram vocês não eu! É inútil né? Ela meio que já murchou... Cara qual é o problema desse lugar, eu não consigo ver ninguém sem avançar pra cima da pe...
 
 

                  
 
Antes que pudesse terminar de se lamentar, Haru era interrompido pelo que aparentava ser um dos soldados, por mais que cada um dos átomos do garoto fervessem e gritassem algo como "pula em cima dele", o rapaz se controlava, tentava até mesmo dizer um "oi" amistosamente, se virando para ele e acenando com um sorriso rosto, mas era em vão, o soldado estava apenas ali para dizer que não havia acabado; uma gota de suor frio escorria pelo rosto do Haru, que dava pequenas risadinhas, irônicas até, pois lembravam a ele mesmo a situação em que estava.
 
                  
 
Era estranha a maneira que o soldado ficava ali para o encarando, ou ele estava pedindo para que algo voasse forte e rápido na cara dele, ou ele estava esperando algo acontecer, embora a primeira opção pareça mais convidativa para Haru. O chão logo começa a tremer, e algumas partes da arena começavam a se deslocar, era como se a arena estivesse se transformando, Haru não conseguia esconder um sorriso que expressava uma certa excitação, no fim das contas, Haru era um adolescente, e aquilo lembrava um playground de certa forma. Uma estranha fumaça começava a se manifestar na parte do labirinto aonde Haru estava, o garoto por sua vez girava, dando uma volta completa e avistando todos os pontos  do labirinto da parte de onde estava, já que a fumaça ia se tornando cada veis mais densa. Para a surpresa de Haru, a névoa falava para com sua pessoa, como se estivesse o desafiando, uma "porção limitada" da névoa se movia contra o garoto, lhe cortando o peito, Haru por sua vez esboçava um rosto de surpresa, mas ele não pretendia reagir contra aquilo, não de um modo tão agressivo. O jovem respirava fundo levando um de seus braços até seu rosto e o esfregando contra os olhos, ele então inspirava e retirava sua blusa, a amarrando em torno da ferida em seu peito com força.

 
-
 
Haru - Bem... Ao menos você mostrou que sabe falar, por quê se ta me atacando sua... Coisa...Eu fiz algo pra você?
 
 

                     
                   t
 
                      
Se havia feito algo para ela era uma pergunta meio sarcástica, uma vez que Haru esperava que aquela fumaça intensa fosse uma outra forma da criatura ou o soldado que sumira instantes antes do labirinto se forma, ainda sem respirar novamente, Haru enchia seus pulmões, ao que parecia aquela fumaça não produzia nenhum tipo de cheiro, mas não era como uma nuvem de fumaça que se levanta após algo ser destruído, sua coloração era diferente, aquilo não era como gás de pimenta, mas podia ser tóxico, independente disso ou não, aquela coisa parecia poder se mover livremente, de força a cortar coisas sólida, não era boa ideia respirar muito daquilo. Haru dava um paço para trás, inspirando e respirando novamente, ele logo saia em disparada, numa velocidade maior a que havia se conduzido a primeira criatura na arena, ele já havia avistado as saídas daquele lugar quando o labirinto se formara, ele seguida em direção a mais próxima, não tinha duvidas sobre a direção a seguir, mesmo estando sem sua visão e não tendo o melhor dos sensos de direção dentro seus companheiros. A única coisa que ele não sabia é se aquela fumaça podia acompanhar sua velocidade, ele podia tentar detê-la de outra forma... Mas por sua única técnica de contenção funcionar quando bem entende, ele não podia se manter dependente dela no momento, não até que estabelecesse uma distancia segura de algo que nem mesmo forma definida tem.

                  
 
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   05.04.15 10:51

Notícias da realidade


Fortaleza ilimitada

O jovem Halfaxa caminhava pelo lugar, cumprimentava os conhecidos com crescente felicidade, porém algo aconteceu. O rapaz caiu desacordado. Alguns vieram em seu auxilio. Sacudiam seu corpo, mas Halfaxa estava mole como. Alguém conferiu sua respiração, o rapaz respirava normalmente, porém após alguns segundos seu corpo sofreu espasmos, como se estivesse tendo uma convulsão. Levaram-no para um local mais reservado e começaram os procedimentos médicos. Foram feitas medidas de temperatura, pressão e alguém teve a idéia de chegar as ondas cerebrais. Sua atividade cerebral estava muito acima do que suportaria um ser humano. Não tinha o que fazer, só podiam esperar que o rapaz votasse ou que o pior acontecesse.

Reino de Dressrosa

O corpo de Diamante estava caído já havia algum tempo. A brisa suave da noite açoitava de leve seu rosto. A feição do homenzarrão não parecia sentir a brisa. Diamante era um homem importante e estava indo ter-se com alguém que julgava lhe ser importante também, mas sua demora causou certo incomodo aquele que lhe aguardava. Dellinger foi à procura de Diamante e quanto o encontrou caído e indefeso pensou o pior. Diamante foi levado até o médico do lugar e por lá o diagnóstico foi preciso. Diamante estava em coma, mas não tinha certeza se o cérebro do enorme homem suportaria as violentas e exageradas atividades ao qual estava acometido.  

Ilha desconhecida

Luffy era um animado pirata, seu sonho, ao que parece, é ser o rei dos piratas, como se fosse possível tal título! Como é normal dos piratas, adentrou pelas matas fechadas da ilha desconhecida. Comia um pedaço exagerado de carne e falava sempre muito alto.  Enquanto embrenhava-se pela mata encontrou aquela que seria sua seqüestradora. Ela o havia atraído para a ilha, não queria se mostrar para ninguém além dele. O corpo de Luffy tombou e uma quantidade grande de formigas apossou-se do exagerado pedaço de carne que anteriormente pertencia a Luffy. Zoro não demorou muito, encontrou Luffy caído, como se dormisse. Seu corpo de borracha estava mole. Zoro o levou de volta ao navio e o diagnostico foi o mesmo, Luffy estava em coma.

Apartamento Nick

Nick estava errado ao pensar que sua sequestradora fora a causadora da bagunça em sua morada, ela não precisava disto. O rapaz caiu próximo da cama. Estava inerte. Natalia sentiu-se estranha onde estava e então resolveu ir até Nick, lá chegando o encontrou desacordado. Fez várias tentativas de reanimar o rapaz, sem sucesso. Nick foi levado pelo SUS a um hospital municipal da cidade e depois transferido para a UTI. Estava respirado através de aparelhos e o médico informou a garota que sua atividade cerebral estava muito acima dos padrões suportados por humanos. Não havia nada a fazer além de aguardar.

Tóquio


O garoto de cabelos grisalhos e olhos verde esmeralda estava desacordado fazia algum tempo. Seus braços estavam abertos e o sol judiava sua pele. Fora encontrado, por sorte, por um dos guarda costas de um rico empresário que residia no prédio. O homem tinha  hábito de fumar nas alturas. As costas de Haru estavam quentes, sua pele avermelhada. O rapaz foi levado para o hospital. Fizeram vários exames, mas não conseguiam entender o que acometia o rapaz. Seus pulsos cerebrais eram altíssimos.

Dressrosa - Beco

Trébol era um ser humano intrigante e muitas vezes ameaçador. Em seu passeio pela superfície encontrou-se com ela. O homem havia dispensado um pequeno grupo, mas este ficou observando o enorme homem de longe. Não entenderam o que aconteceu, apenas o viram tombar como um enorme carvalho. Trébol foi levado para o mesmo lugar onde estava Diamante. O médico ficou intrigado, seria uma doença nova? Teriam que tomar precauções. Os dois foram isolados dos demais através de divisórias plásticas. O desconhecido amedronta, e muito.



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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   05.04.15 21:23


Labirinto

Luffy

O pirata usou seus poderes e quebrou um pedaço da caverna, porém qualquer pessoa que saiba um mínimo de engenharia sabe que não se deve alterar um local sem analisar as consequências. Do local onde Luffy arrancou o pedaço que o serviu como ponte uma quantidade imensa de água começou a jorrar. Isto alterou os outros locais que também aumentaram a vazão de água, caso o rapaz observasse ao seu redor, veria que os espaços secos estavam diminuindo. Para coroar sua ação não muito eficaz a cantoria de Luffy atraiu algo que poderia ter sido evitado. A criatura colocou a cabeça fora d’água e iniciou uma melodia que dava a Luffy uma tranquilidade envolvente. Tudo que lhe trazia prazer foi sendo trazido à tona. Uma quantidade bastante alta e concentrada de endorfina foi liberada. Luffy estava sendo atraído para dentro da água pela criatura. O que faria o pirata para livrar-se do encantamento?


Nick

Usando de seu treinamento para situações onde seus poderes fossem inúteis, o rapaz agitou com velocidade sua espada. Sua oponente o observou e livrou-se da maioria de seus golpes. Quando Nick veio novamente, em zig zag a mulher criou uma parede de água. O corpo de Nick chocou-se contra a mesma, a sensação é a mesma quando pulamos numa piscina de forma errada. O impacto equivale a chocar-se contra uma laje de concreto. A mulher então envolveu o corpo de Nick num turbilhão de água. O rapaz teria que fazer algo rápido, caso contrario iria se afogar.


Haru

Antes [..]

O soldado responde a indagação de Haru, antes de o lugar tornar-se um labirinto. Labirinto este que não estava claro para Haru, o rapaz via apenas ao seu redor.

[ Soldado] – Tem razão meu jovem, mas diga-me, o sopro lhe feriu? Você não é digno por simplesmente gostar da luta e nós não nos fazemos de rogado, se queres a luta ela virá até ti.

O soldado se calou e então a fumaça apareceu e feriu o rapaz. Haru adotou uma postura mais defensiva, porém já era tarde para aquilo. A fumaça responde a pergunta do garoto.

- Você não me fez nada, porém, assim como você estou aqui para recuperar o que me pertence. Lutaremos até um de nós sair vencedor.

A fumaça então envolveu novamente o corpo de Haru. A ferida em seu peito ardia, a sensação era de estar sendo cauterizada a todo instante. A fumaça começou a apertar o corpo do garoto, interromper a circulação de seu sangue. Qualquer ataque que Haru desferisse iria acertar seu próprio corpo.

Halfaxa

A reação de Halfaxa fez o ser que estava à sua frente recuar um pouco. A criatura olhava curiosa o exagero das ações do rapaz, pensou em lembrar ao rapaz como foi fácil manipular sua mente, levá-lo ao desespero, como ele era frágil e pediu ajuda, porém não havia tempo para aquilo e para sorte da criatura Halfaxa calou-se. O rapaz pareceu cair em si e perceber que para ter o que lhe era mais valioso, precisava tomar uma postura mais adulta. A pergunta do rapaz foi respondida.

- Estamos num planeta que se alimenta exclusivamente das lutas e almas. Os mortos aqui tem sua alma presa no santuário, logo não encontram a paz prometida aos mortos. Porém cansamos disto. A notícia de espalhou e agora temos como aliados os próprios descentes deste povo. Temos que derrotar o rei. A rainha Lúria quer a paz para si e imagina que se libertar as almas terá esta paz. Ela e seu esposo encarceram as almas. O centro do labirinto guarda as almas aprisionadas e é até lá que lhe guiarei. Não temos muito tempo, aceita me ajudar?

A criatura aguardava, novamente, a resposta de Halfaxa. Ele não seria levado até o labirinto até se posicionar se ajudaria a causa ou não.

Diamante

Diamante seguiu o dragão, porém mal sabia este que o dragão sabia exatamente o que se passava em seu ser. A indagação de Diamante foi prontamente respondida.

- Sim somos poderosos, lutamos e sempre existe um vencedor e este vencedor torna-se um troféu do rei e da rainha. Usamos a fraqueza dos oponentes contra eles mesmos. Eu sou parte da mesma espécie do rei e da rainha e por isto não tem como nos mesmos destruirmos a prisão das almas. A rainha Lúria está cansada. Sei que você não é o tipo que luta pelo bem maior ou se importa com outros além de si mesmo, agradeço por abrir exceção. Tome, você precisará disto.



O dragão entrega uma espada para Diamante. Era uma espada simples.

- Esta espada tem um poder específico. Ela interrompe a manipulação mental. Ela lhe trará a vitória agora vá. Após derrotar seu opoente, pegue a bifurcação para a direita.

As paredes em torno de Diamante crescem e só havia um caminho a seguir. O som de água não agradou ao homem. A criatura feita de água emergiu e urrou com ferocidade.



O dragão falou com Diamante. Sua voz surgia da parede, pelo menos era esta a ideia que o homem tinha.

- Use a espada, ele lhe permitirá passar, sem lhe atacar.

Cabia a destreza de Diamante acertar a criatura e antes que Diamante indagasse o dragão este lhe diz.

- Eu o guiarei pelo caminho certo, mas isto não implica que estará livre de seus oponentes.

Trébol

A simpatia de Trébol foi recebida com alegria pela criatura e suas perguntas foram imediatamente respondida.

- Quero que me ajude a destruir o rei, precisa chegar ao final do labirinto e destruir a prisão de almas. O seu amigo Diamante está a caminho de lá. Ziniu vai guiá-lo e ele já lhe deu a espada das almas. Aqui está a sua.

A criatura entregou a Trébol a espada. As paredes se tornaram –se enormes. À frente de Trébol um enorme corredor. Trébol ouvia apenas o arranhar de unhas afiadas. As paredes falaram com Trébol.

- A espada interrompe a manipulação mental. Enfie-a em seu oponente e este será libertado. Quando terminar com este, pegue a bifurcação a direita. E siga em frente.

O arranhar de unhas ficou mais próximo e então Trébol teve contato com seu oponente. Ele estava faminto.

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MensagemAssunto: Re: Quest - Arena   07.04.15 17:42

Diamante havia sido raptado e levado a uma realidade que não era a que estava acostumada, entretanto, por mais que fosse em um ambiente totalmente estranho a sua ciência, segundo vários relatores, a história era sempre a mesma, os personagens eram que mudavam, melhoravam ou então, regrediam. Diamante em si, fora retirado do Reino ao qual regia em conjunto com a Família Donquixote, coordenando em uma das várias cidades do Reino, um lugar chamado Acácia, ao qual o próprio homem havia assumido um lugar conhecido como Coliseum Corrida, se tornando o Gladiador mais poderoso a regê-la e então, raptado, fora levado a embater-se com uma estranha criatura em uma arena, entretanto, diferente da que estava acostumado. Uma vez nas dependências dessa arena, um aliado em potencial parecia ter sido feito, destruindo a imagem “ real “ de Diamante, a criatura o acobertou de um possível cruel destino, sua destruição. Diamante havia notado que quase tudo ali fora feito para combate-los, derrubá-los em prol de um entretenimento que ele próprio conhecia perfeitamente e em meio a um curto diálogo, o homem fora respondido pelo imenso dragão.


[ Dragão ]- Sim, somos poderosos, lutamos e sempre existe um vencedor e este vencedor torna-se troféu do rei e da rainha. Usamos a fraqueza dos oponentes contra eles mesmos. Eu sou parte da mesma espécie do rei e da rainha e por isto não tem como nós mesmos destruirmos a prisão das almas. A rainha Lúria está cansada. Sei que você não é do tipo que luta pelo bem maior ou se importa com outros além de si mesmo, agradeço por abrir exceção. Tome, você precisará disto.


E então, a criatura estendeu algum tipo de artefato em direção a Diamante, que permaneceu em silêncio por um breve instante enquanto seus olhos percorriam toda a extensão da lâmina, de fato, segundo a concepção de Diamante era um excelente item, fazendo com que o homem a pegasse imediatamente, visando girá-la de um lado para outro em interseções curtas entre um giro e outro, até por fim, segurá-la firmemente com ambas as mãos.


[ Dragão ]- Esta espada tem um poder específico. Ela interrompe a manipulação mental. Ela lhe trará a vitória, agora vá. Após derrotar seu oponente, pegue a bifurcação para a direita.


Diamante girou uma nova vez a espada e então, visou guardá-la em sua cintura, bem ao lado de seu cumprido sabre, entretanto, desprovido de um resguarde, Diamante utilizou-se de seu cinto, improvisando um como podia. – heheh...me diga uma coisa, quantos oponentes terei que enfrentar? Não houve tempo para qualquer resposta por parte do Dragão, ou ao menos, Diamante acreditou que não, a máscara incomodava sua face, mas era tolerável, estranhamente as paredes ao redor de Diamante começaram a crescer, aguçando o senso de perigo do imediato de Donquixote, fazendo-o adiantar-se em passos largos e silenciosos pelo único caminho que parecia surgir a sua frente.


[ Diamante ]- Quantos problemas...eu derrubo um Reino..e sou convidado a salvar outro... Um largo sorriso brotou a face de Diamante. -...realmente..o mundo dá voltas. Fico imaginando a cara do Doffy quando eu contar isso a ele. HEhehehe




Sem delongas, Diamante manteve a incursionar-se por entre o corredor que havia se formado e gradativamente o som de água pareceu aguçar imensamente seu senso de perigo, entretanto, já era tarde demais para que o homem pudesse recuar, Diamante se via em uma longa extremidade de rochas, ao qual uma imensa criatura, feita claramente por água encontrava-se a sua frente. Diamante ergueu de maneira lenta e silenciosa sua face para observar melhor o corpanzil da criatura, realmente, o campo de combate de Diamante estava desfavorável, se ele caísse ou fosse atingido uma única vez sequer, seus poderes o abandonariam, mas ainda assim, ele lutaria.




Antes que Diamante pudesse tomar qualquer atitude, a voz do dragão que outrora havia falado consigo ecoou por entre as paredes rochosas do lugar, atraindo sua atenção.


[ Dragão ]- Use a espada, ele lhe permitirá passar, sem lhe atacar. Eu o guiarei pelo caminho certo, mas isto não implica que estará livre de seus oponentes.


Diamante esboçou um breve sorriso, ele não fazia o tipo de recuou ou algo do gênero, entretanto, ele saberia que deveria lutar, ainda que mediante a uma criatura feroz como aquela, seu espírito não pareceu desencorajar-se.


[ Diamante] – Hehe... Sorriu Diamante ainda de maneira mais larga do que a anterior, retirando seu sabre primeiramente, apoiando-o em suas costas enquanto que com a mão direita, retirava a espada que outrora havia ganhado do dragão. – ESTÁ NA HORA DO SHOW! Você não me parece do tipo que conversa, não é mesmo criatura de água?! Urrou Diamante na esperança de tentar alcançar o discernimento da criatura, entretanto, ele não esperaria para tal.




[ Diamante ]- Eu vou acabar com isso de maneira rápida...hehehehe...e assim me tornar o campeão de toda essa arena! Gritou Diamante enquanto visou adiantar-se cerca de 6 longos passos em direção a criatura. De maneira rápida, Diamante passou a espada que lhe fora conferida pelo Dragão para sua mão direita, com o intuito de segurar ambos sabres com apenas uma única mão. – Preste bem atenção..hehehe... De uma estranha forma, ambas lâminas pareceram assumir um aspecto ondulado, de maneira que a equiparação de ambas lâminas com tecido fosse clara. – Hehe...está acompanhando meu show?! AHN?!


Ambos “tecidos”, manifestação dos poderes de Diamante ficaram sobrepostos um ao outro, começando a entrelaçarem-se de maneira abrupta assumindo a estranha forma de uma cabeça de touro com dois grandes chifres, igualmente como se o tecido de maneira rápida começasse a tomar a forma de uma cabeça de animal.


[ Diamante ]- Lock.. imediatamente, ambas espadas, entrelaçadas uma com a outra, assumiram um aspecto endurecido, utilizando-se do fato de que, o sabre já resistente de diamante fundiu-se em tiras com a lâmina fornecida pelo dragão. – CORRIDA....GLAIVE!!!! Urrou Diamante enquanto visou correr em direção a criatura, após utilizar-se de uma de suas mãos para “chamar” a criatura para ir de seu encontro. A idéia de Diamante era de golpear a mesma com sua nova lâmina de contusão, fornecendo o máximo de dano possível enquanto lançava-se em direção a criatura.

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