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  | Quest | Prisão de Sangue ( Final )

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David D. Jones
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MensagemAssunto: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   12.01.15 20:46

┌■■■──────────────────────────────────


" Todos....repito...todos, possuímos dois lados, aquele que alimentamos mais, seja o bom ou o ruim, nos guiará perante todas nossas ações. As vezes, tememos que nosso lado negro se aflore mais e as pessoas não entendam, não entendam o que isso significa, mas é desse lado que eu gosto, é este que eu quero aflorar, e é este que eu, por todos os poderes investidos irei lhes fazer passar! "


┌■■■──────────────────────────────────




Anteriormente...


Séculos de violência, corrupção e ceticismo semearam uma safra cruel ao redor do mundo. Grassam as guerras e o sangue dos inocentes é derramado, cada um portando seus ideais, sejam eles ruins ou não, quem julgará? A misericórdia e compaixão são pulverizados sob os calcanhares daqueles ousam julgar, quem está certo, quem está errado? A fé é pervertida pelas maquinações dos políticos, sacerdotes, criminosos e o poder executivo, todos possuem seu preço. Agora, a tempestade grassa entre o mundo real e o surreal e então os portões do inferno foram rompidos, os demônios internos de cada um se coloca a prova e o destino de alguns seres sobrenaturais estão em jogo....de qual lado você ficará adentro a esta prisão...qual será sua limitação?


Um grupo de individuos são raptados involuntáriamente para um importante evento que ocorreria, uma importante realização ao qual a atração principal seria exclusivamente o individuo raptado. Com o tempo, muitos haviam se perdido em decorrência as cruéis maquinações perante um evento conhecido como Prisão de Sangue, sendo que, inicialmente trancafiados em celas, os concorrentes foram levados até uma insula e então, lhes ordenado matar. Eis que pergunto a vocês, porquê matar? Não é errado? Não é cruel? Porquê ferir um estranho sendo que vocês foram as vitimas de um plano diabólico para simplesmente fazer audiência? Porquê ferir alguém que desconhece para os níveis de audiência subirem de maneira exorbitante enquanto uma série de apostas ilegais são realizadas e os únicos a lucrarem são seus algozes?


Um grupo de individuos raptados, elencados em uma insula para degladiarem-se entre si. Apenas um deveria sobreviver. Aqueles que mataram, que se evadiram e que ainda mantiveram-se vivos, aliando-se, deixando aquele lugar corrompê-los, buscando apenas uma única coisa, um único objetivo, a sobrevivência. A legítima defesa era obrigatória, caso ao contrário, aqueles que não o fizessem pereceriam nas mãos dos cruéis organizadores, ao menos, em dado momento, tudo parecia perdido aos campeões que agora jaziam machucados, exauridos. Aqueles considerados pelos organizadores como favoritos haviam caído, aliás, boa parte deles, porém, outros ainda jaziam a vagar pela insula, buscando a vitória, afinal, nem todos ali estavam presentes de maneira involuntária, nem todos ali queriam sobreviver, apenas matar.


Este grupo de sobreviventes que haviam se unido ao final da " primeira fase" de eventos da Blood Prison, contava-se com a presença de Hoshi Daisuke, um garoto esquentado porém verdadeiramente habilidoso com a utilização de uma energia concentrada que poderia ceifar muitas vidas. Yusuke, um garoto que apesar de aparência jovial, possuía um instinto verdadeiramente destrutivo, propagado até mesmo com uma fúria superior a de 1000 homens. Stella, que embora tímida havia se provado mortal, ainda que não sobre controle total de seus poderes a garota havia até mesmo chegado a enfrentar a número um por um breve período, fazendo-a recuar até certo ponto. E por último, não menos importante estava Veruska, ao qual havia cativado cerca de dois favoritos e estava a ponto de cativar o terceiro com sua astúcia e maneira de pensar ao qual fez com que a sua inteligência fizesse com que a mesma sobrevivesse em meio aquele inferno.




Atualidade.....


As batalhas, por hora, haviam cessado. Yusuke, Stella, Veruska e Hoshi, os recém-chegados naquela prisão, haviam se reunido, embora exauridos pela quantidade de lutas que haviam participado, em uma clareira. Veruska mantinha-se a cuidar de Victorius, ao qual se encontrava bem ferido após ser derrubado com apenas um único golpe por sua mãe, Roxy Lancaster. Hoshi Daisuke em conjunto com seu parceiro de lutas, pareciam ter saído para observarem as redondezas do lugar que escolheram para recuperarem suas forças bem como Stella, que parecia alimentar a fogueira que jazia em dança com a fria brisa que transpassava o lugar.


As copas das árvores que circundavam a clareira eram altas e cheias, ao qual uma pequena cobertura vegetal se fazia presente na clareira, ficando fácil de notar qualquer presença que se aproximasse do grupo bem como, algumas animais herbívoros que teimavam em aproximar-se do grupo, curiosos pela quantidade de "concorrentes" que deveriam estar se matando mas que haviam se reunido para acabarem com a festa dos organizadores.




Pouco a pouco, perante aquele grupo a noite começara a encobrir toda a região. Victorius parecia recuperar-se bem, Rubiero por sua vez parecia tratar sua perna em um pequeno lago próximo que ali havia afinal, a pancada que havia recebido no combate anterior havia lhe causado um imenso inchaço. Angelo, o mais jovem dentre todos ali, encontrava-se a roçar seus sabres em uma grande pedra, tentando amolá-la de maneira abrupta. Os membros daquele grande grupo teriam tempo de sobra para refazerem-se bem como tratarem todas as suas feridas, mas algo aconteceria. Em dado momento, quando os ponteiros de um relógio alçavam as 20:00hrs, diversos paraquedas com caixas negras  de tamanhos diversificados produziam um som fino, como um pequeno alarme próximo a indicar um ápice. Pouco a pouco, cerca de 8 paraquedas desciam gradativamente em meio a clareira, pousando de maneira suave sobre a mesma.




Aqueles que se aproximassem, curiosos sobre os conteúdos daquelas 8 caixas negras, poderiam abri-las e encontrariam os seguintes itens:


Granadas Explosivas ( 6 delas )
Ataduras e Anti-Inflamatórios ( 6  deles )
Granadas de Fumaça ( 3 delas )
Repertório de facas ( 2 adagas, 2 facas de combate, 1 sabre e 1 katana japonesa )
Relógio Digital ( 1 )


-----------------


Em uma das caixas, haviam apenas um único bilhete, com os seguintes dizeres:


"Saudações, fiz o que pude para conversar com os patrocinadores que nos apoiam. Quando o primeiro badalar da meia noite soar, sigam ao norte  e então encontrarão o bunker. Resgatem meu filho mas tomem cuidado com o organizador que lá reside. O primeiro na seguinte imagem, é meu filho, o segundo, o organizador, tenham cuidado assim que adentrarem o bunker, não sei o que os aguardam lá mas apenas vocês podem dar fim a essa destruição. Ass. Haroldo".


Primeira Imagem:



( FILHO )


Segunda Imagem:



( ORGANIZADOR )


Obs: O que decidirem fazer após isto, ficam a seu critério.


Mais Tarde




Finalmente o horário tão chegado se aproximou. O grupo seguiria ao norte igualmente as coordenadas oferecidas por Haroldo, sendo guiados através do favorito Angelo pela floresta, após evadirem-se da clareira ao qual permaneceram boa parte do tempo. Inimigos não seriam avistados bem como no horário ao qual utilizaram para repararem-se não haveriam disturbios. Rubiero jazia bem em decorrência aos remédios que lhe foram conferidos, Victorius pareciam ter nutrido uma pequena afeição por Veruska e Angelo mantinha-se a frente do grupo a aproximarem-se do bunker. As defesas não naturais que circundavam o mesmo haviam sido desativadas como prometido, bastavam adentrar o bunker.


Bunker: Em arquitetura militar, uma casamata é uma instalação fortificada fechada e abobadada, independente ou integrada numa fortificação maior, à prova dos projéteis inimigos. O termo é utilizado de um modo bastante genérico, podendo designar instalações de vários tipos e tamanhos, normalmente construídas em betão (concreto).


O mesmo possui uma pequena fenda entre rochas, encobertas por musgo e respectivos fungos provenientes da natureza, embora aparente apenas ser uma caverna, o local especificado para o contra-ataque do grupo era evidente. Estava na hora de revidar.




Assim que o grupo combinasse uma estratégia, adentrariam o mesmo, deparando-se com um curto " cômodo" natural, assemelhando-se com uma caverna, como se fosse uma espécie de entrada secreta, ao qual, se seguissem por este caminho, se deparariam com algo verdadeiramente grotesco.




Logo após atravessarem a caverna, o grupo se depararia com uma espécie de cenário tecnológico ao qual, perante o teto e o solo estariam recobertos por uma série de tubos e canalizações elétricas, onde uma série de corpos haveriam de estar pendurados de cabeça para baixo. Se o tocassem, sentiriam a pele macia, embora músculos e uma silhueta verdadeiramente assexual pudesse ser notada, a silhueta humanóide estaria inerte, equiparadamente a animais que aguardam para serem abatidos. O que o grupo faria?




Mais a frente, caso prosseguissem, o grupo se depararia com uma espécie de painel de comando, com uma grossa porta metálica propagando uma luz esverdeada, piscando de maneira intermitente. Bastaria apertar?  Enquanto provavelmente estariam em observar o cenário que os cercava desta vez, um grupo de soldados apareceriam, evadindo-se da porta com luz intermitente, que singelamente seria dotada de um caráter continuo, porém, não antes de todos os membros do grupo estarem cientes de que a porta estaria abrindo.



I N F O R M A Ç Õ E S


Saudações pessoal, estou continuando a quest rs Como avisado outro dia, tive algumas complicações e peço perdão a todos vocês. Finalmente estamos na reta final da Prisão de Sangue. Cerca de 4 ou 5 atualizações e finalmente a quest chegará ao fim. Vocês estão contra-atacando agora, a questão é, o que farão desta vez? Pessoal, os soldados que irão aparecer para vocês não sabem que vocês estão por lá, vocês tem duas opções, enfrentá-los ou evadi-los.


Prazo para os Jogadores: 22/01/2015


Prazo para o Narrador: 24/01/2015
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MensagemAssunto: Re: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   16.01.15 0:12

Sentado sobre aquela fogueira, conversando com o pessoal a respeito daquela prisão, olhou para cima e sentiu o ventinho passar pelo mesmo e fechou os olhos, suspirando e sentindo todo o seu ki se enchendo novamente e suas feridas se curando com o tempo. Se perguntou quando iria sair daquele local e então, enquanto o tempo passava, ouviu o barulho de algo caindo e coçou os seus cabelos, olhando para aquilo e se levantou, talvez junto com o pessoal dali, e foi ver o que tinha dentro daquelas caixas.

Hum...



Colocou as mãos nos bolsos e andou até o local, um pouco despreocupado e então, abriu aquelas caixas e viu os itens que tinha lá. Para nao ser egoísta, pegou apenas uma granada de fumaça e o relógio digital. Não sabia para que iria servir aquilo, mas resolveu guardar consigo e então, viu o bilhete que tinha ali e o pegou, lendo e falou para o grupo.

Ei, pessoal, tem um bilhete aqui. Vou ler para vocês.

E então, assim que leu o bilhete inteiro para o grupo, o guardou no bolso e pensou um pouco sobre aquilo e em seguida, se levantou, olhando para o pessoal afim de saber suas opiniões a respeito daquilo. Esperando o tempo chegar, ficava um pouco distante do grupo treinando um pouco e se aquecendo para o que havia de vir, vendo que seus machucados já não estaria o incomodando tanto quanto antes e as ataduras os deixava bem protegido. Assim que chegou o horário, seguiu junto a Haroldo para o tal bunker. Ao chegar lá perto, olhou para o grupo um pouco calado e então, assim que eles decidissem, iria falar.

Vamos entrar em silêncio. A partir de agora, é matar ou morrer.

Falou e, então, adentrou aquele local e quando passou pela caverna e viu aquele monte de corpos, desviou o olhar para o chão e colocou a mão na boca e então, após uns segundos, olhou para aquilo, era realmente nojento.

Ugh, que nojo. Não poderia ser algo mais bonitinho não?

Enquanto andou para frente e encontrou com o painel, ouviu um barulho de passos e assim que percebeu os soldados, logo uma luz envolveu sua mão e uma espada criou nela, uma espada negra na qual Daisuke segurou firme no cabo e encarou eles.

Cuidado, pessoal! Vamos evadir! Melhor não desperdiçar tempo e energia.
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MensagemAssunto: Re: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   20.01.15 21:36

Estava sentada ao lado de uma árvore um pouco afastada de todos, abraçava os seus joelhos e balançava seus pés de forma apreensiva, ainda havia algo para fazer antes de sair daquele lugar, só estava esperando por algo ou alguém. Desde que sua força foi revelada Stella começou a ficar ainda mais temerosa sobre, mesmo com o selo removido parecia intrigada.  

 
Flash Back on.

Ottawa - 2001

Um dia tranquilo e bastante silencioso no pequeno apartamento dos Lockwood, Jason se encontrava em seu escritório, sua carga horária estava mais pesada que de costume, o número de alunos aumentava gradativamente depois que um professor havia adoecido. - Não aguento mais corrigir provas. - Reclamava, mas ao ver a figura de uma pequena garota com lágrimas entre os olhos, a fitou preocupado. - Huh? - Foi em direção à ela e pôs uma das mãos sobre os cabelos da mesma. - O que a minha mãe fez desta vez...

Ottawa – 2009

- Que dor de cabeça... - Stella havia dormido em sua cama no dia anterior e no dia seguinte acordado em cima de um prédio. - Como vim parar aqui! - Havia voltado para seu quarto novamente, era como se aquilo tudo fosse algum tipo de mágica. Ela parecia ofegante, estava suada, achava que era um sonho. Stella levantou indo de encontro com seu primo, no entanto, ao se aprocimar do mesmo, ele estava parado, na verdade, tudo permanecia na mesma posição. Foi para a janela e teve a surpresa de tudo estar quieto e calmo. Observou os pássaros que continuavam parados, olhando assim pareciam como uma pintura, talvez. Não escutava mais o barulho dos carros, as pessoas não se movimentavam, Stella ouvia apenas a sua respiração. - O que há comigo? Por que tudo parou? - Ajoelhou batendo o punho sobre o chão, e logo, tudo voltava ao normal. “Ninguém poderá saber disso, ninguém...”

Ottawa – 2010

- Stella mesmo que me esconda algo, a mentira não dura para sempre. - Jason, o primo de Stella dizia abrindo um terno sorriso entre os lábios, enquanto bagunçava os cabelos longos cabelos loiros da garota. - Estarei esperando até que me conte.




- Wah, não há nada... - Bufava, falando baixo.


Flash Back off


Logo começou a noitecer, estava tão silencioso que a garota escutava os zumbidos de grilos. Olhava para os lados observando os outros participantes não muito afastados dali, no entanto, sua atenção foi tomada quando escutou um pequeno som agudo, a mesma olhou para cima percebendo que 8 paraquedas vinham m direção aos participantes. Curiosa, Stella foi ver do que se tratava. Foi se aproximando, mas quando chegou já estavam todas abertas, tinha algumas coisas úteis e pegou 2 granadas explosivas, não sabia se iria usar, porém, era melhor tê-las consigo para qualquer contratempo. Desviou o olhar para Hoshi, ele havia pego um pedaço de papel e já estava lendo. “Ele quer que nós resgatemos seu filho. Quem é ele?.” Pensou após Hoshi terminar de ler.
Não tinha tantas escolhas, era melhor ir, pois, poderia ter algum retorno, talvez. Ao dar meia-noite, Stella seguiu ao norte junto com os que decidiram ir. Já avistando o Bunker a loira olhou em direção para a entrada, a achou meio pequena. Suspirou adentrando, estava um pouco escuro, ainda não tinha visto os corpos, parecia olhar para Hoshi, e ao dar outro passo esbarrou em um dos corpos, logo a mesma se afastava olhando fileiras cheia deles. - Mas o quê. – Disse em voz alta. Tentou de todos os jeitos ignorar aqueles corpos e depois de andar mais um pouco e se deparar com um painel, a loira olhou para trás avistando alguns soldados. Eles se mostravam ser um tanto estranhos.
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MensagemAssunto: Re: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   21.01.15 19:24


Não recebi resposta nenhuma do integrante Yasuke, mas não esperava nada diferente. Afastei-me e voltei à presença de Victorius, ele parecia estar melhorando. Assim que tive certeza que não podia fazer mais nada por Vistorius fui ter-me com Rubiero. Sentei ao seu lado e olhei sua perna.

— Seria muito pedirmos gelo? Seria perfeito contra este inchaço, mas tenho certeza que os antibióticos agirão rapidamente e você estará, em breve, novo em folha.

Sorri e fui até perto de Ângelo, o garoto amolava sua faca com extrema habilidade, não disse nada. Um curto tempo passou e então um alarme educado captou minha atenção e percebi caixas negras caírem em nossa direção, não fui imediatamente ver oque tinha nelas, visto que não pedi nada em especial. Após um tempo falei baixo com Ângelo.


— Vou lá, vai que tem uma barrinha de cereal energizada.

Aproximei-me das caixas e reparei os conteúdos. Três coisas chamaram minha atenção e as peguei. As seis ataduras anti – inflamatórias, as 3 granadas de fumaça e o relógio digital. Já tinha uma arma comigo bem como granadas. Fui até o lago e aproximei-me de Rubiero. Abri uma das ataduras e falei.

— Agora tenho certeza que você ficará bem.

Aproximei-me do corte, enxuguei as laterais e coloquei, com cuidado, a atadura em cima do ferimento. Olhei Rubiero e sorri indo em direção a Victorius.

— Tome. – entreguei as três ataduras para ele. – Vamos evitar que você tenha uma recaída e também confio em você. Sei que usará em mim, caso eu precise.

Enquanto fazia isto o garoto de cabelo azul leu um bilhete, não dei muita bola, pois já sabia o que tinha que fazer. Tive certeza que meu pedido para colocar todos a par do que era pra ser feito não foi repassado, desisti de enturmar com os “deuses poderosos”. Convidei Victorius e Rubiero para estarem ao meu lado. Ângelo seguia a frente e pelo visto não ermaríamos nenhuma estratégia de invasão. Haroldo cumpriu o combinado e quando adentramos aquele lugar me lembrei das palavras deste, “ trazem os mortos para cá [..]” caminhávamos em silêncio. Andamos alguns metros e nos depararmos com uma espécie de açougue humano. Aquela cena fez meus cabelos da nuca se arrepiarem e se eles tivessem o poder de trazer os mortos à vida? Se fosse o caso estávamos ferrados, pois enfrentaríamos os favoritos que foram mortos. Balanceio a cabeça tentando afastar o pensamento ruim.

Um painel de luz intermitente piscava adiante e uma enorme porta se mostrava. Ela deslizou lentamente e desta surgiram soldados, eram estranhos. Ouvi as palavras do garoto de cabelo azul e não entendi lhufas, matar, morrer e evadir? Não, tínhamos que escolher exatamente o que fazer e como fazer. Peguei o relógio e olhei rapidamente (cabe ao narrador me dizer quanto tempo se passou). Segurei os braços de Victorius e Rubiero e tentei chamara atenção de Ângelo, caso meu ouvisse eu falaria o seguinte.

— Granada de fumaça, distração. Vocês atacam estes soldados, pois eu não possuo poderes, mas farei o que for possível. Acredito que aqui não tenha outra saída, mas seria bom se o açougue também fosse destruído.

Não tinha como saber se topariam minha ideia e muito menos se daria certo. Eu jogaria a granada na direção dos soldados e teríamos que usar este tempo para invadir o lugar. Não sei se os outros me seguiriam. Estávamos num lugar fechado, a fumaça demoraria a dissipar ou talvez ali existissem dutos de ar que ajudassem o lugar a ficar livre, mais rápido, da fumaça.

Daria certo? Não daria? O jeito era esperar para ver se topavam minha ideia.


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David D. Jones
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MensagemAssunto: Re: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   26.01.15 0:04


{ Perdão o atraso pessoal, postagem vem hoje }
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David D. Jones
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MensagemAssunto: Re: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   26.01.15 22:04

2° Turno


Estava na hora do grupo revidar o convite involuntário que sofreram. Estavam em proximidade de invadir o que viria a ser uma espécie de laboratório científico de um dos organizadores daquele lugar, entretanto, mal ingressaram adentro ao bunker que lhes fora informado por Haroldo e uma tropa de soldados que pareciam realizar pequenas patrulhas rondantes no lugar se fazia presente, entretanto, até que ponto? Conforme o tempo se propagava, cada vez mais a pequena patrulha de soldados avançava. Hoshi Daisuke havia solicitado prudência, evasão, deixar que a tropa seguisse adiante sem fornecer mais riscos, Stella, a garota ao qual havia se mostrado extremamente habilidosa em confronto com a número um havia de certa forma, concordado com as palavras do garoto, entretanto, algo que Veruska ia em desacordo, seria eliminá-los o mais rápido possível.


Com sucesso, o grupo avançara para dentro do bunker, avistando centenas de corpos pendurados de cabeça para baixo, possuíam uma silhueta humanóide, mas porquê estavam ali? Qual seriam sua finalidade afinal de contas? Isso os jovens que estavam invadindo iriam descobrir. Veruska havia solciitado o auxílio de Rubiero, Angelo e Victorius, que embora ferido parecia extremamente e visivelmente irritado com a atitude de sua mãe em não finalizá-lo, fazendo com que uma nova pergunta surgisse aos membros, qual seria de fato, a história de batalha entre Victorius e sua mãe?


Em passos lentos e despreocupados, os estranhos soldados avançavam por aquele corredor metálico, propagando-se lentamente por cima de uma série de fios e tubulações que estavam espalhadas pela passagem, não seria dificil para o grupo ocultar-se em meio a tantos corpos pendurados ou mesmo as tubulações que pareciam possuir tamanhos e espessuras variadas.


Veruska habilmente lançou a granada de fumaça em direção aos soldados, que ao notarem a mesma, não fizeram a menor menção de evitar a granada ou mesmo de afastarem-se da mesma, o que estaria ocorrendo?




As palavras de Veruska haviam alcançado Rubiero, seguido de um leve puxão bem como Victorius que simplesmente virou sua face em direção a garota. Mais a frente, estava Angelo, portando em ambas as mãos seus duplos sabres, com uma expressão visivelmente animada em relação a invasão ao bunker, sendo alertados pela garota, todos concordaram, em exceção Hoshi Daisuke e Stella, entretanto, por algum motivo, Yusuke havia ficado para trás para simplesmente ficar de vigia na entrada do bunker, atuaria se necessário como uma espécie de reforço se algo viesse a dar errado nas dependências daquele bunker. A granada de fumaça rolou em direção aos soldados, produzindo pequenos sons metálicos atraindo a atenção dos soldados, ao qual, em sequência, um considerável estouro fez com que uma grande vasão de fumaça se espalhasse por todo o lugar.




A densa cortina de fumaça que havia se formado fora vasta, entretanto, não antes de Victorius arremessar sua grande arma em direção aos soldados, fazendo com que um deles ficasse encravado sobre o painel que outrora mantinha-se com uma luz intermitente, incômoda para uma densa cortina de fumaça que havia naquele lugar. Angelo, com maestria, utilizou a fumaça como cobertura para lançar-se em cima de um soldado, decapitando-lhe imediatamente. Rubiero igualmente a Victorius visou arremessar seu grande machado em direção a um dos soldados, atingindo-lhe certeiramente em sua cabeça, fazendo seu corpo titubear alguns passos e ceder. Haviam agora cerca de 2 soldados que ainda permaneciam inertes, restava a Stella e a Daisuke darem cabo do mesmo.

Gradativamente, um imenso soar de sirene ecoou pelo lugar, a sistematização de tubos de ventilação e exaustão deram início, começando a tragar a fumaça por seus exaustores, ao qual, em um ambiente fechado como aquele não demoraria mais do que alguns minutos para que a fumaça se dissipasse completamente. Assim que os membros do grupo tivessem eliminado os soldados restantes, poderiam notar assim que a fumaça fosse dissipada que não eram humanos e sim, máquinas, máquinas de vigia equiparadamente a robôs de monitoramento. Aquele ao qual havia sido decaptado por Angelo estava mantendo um considerável curto em seu corpo, o atingido por Rubiero havia produzido um som crepitante enquanto aquele atingindo por Victorius havia de fato sido atingido em sua centelha, produzindo considerável espasmos ao ter sido pregado perante o painel de luz intermitente que agora estava completamente desativado.




Gradativamente, o painel sendo danificado, a porta havia entrado em curto e então, um som metálico porém agudo fora escutado, as portas estavam se abrindo lentamente como se o sistema houvesse entrado em pane.


[ Rubiero ]- Victorius, o painel foi danificado e com isso a porta se abriu, será prudente entrar?


[ Victorius ]- Não sei, esses caras não ofereceram nenhuma resistência, parecem máquinas de monitoramento, se for assim, certamente sabem de nossa entrada no lugar, podemos avançar com tudo e ver no que dá.


[ Angelo ]- Estamos aqui pra salvar o pirralho do filho do Haroldo, precisamos entrar pra colocar um fim em tudo isso, sorte que a Veruska trouxe os equipamentos necessários mas se eles sabem da nossa entrada, melhor para nós afinal vamos ver se eles tem algum sistema de defesa decente, ou então acreditam que qualquer problema que possa ocorrer não necessitam de defesas, o que acha Veruska, Stella, Daisuke?


Assim que o grupo começasse a se organizar sobre o que fazer, assim que avançassem poderiam notar em um novo painel propagado em um pequeno corredor, uma espécie de painel com um mapa das instalações daquele lugar.




Setor A-1


Logo, o grupo avançaria ao próximo setor daquele bunker, tal setor parecia ser menor do que o anterior, entretanto, a quantidade absurda de mecanismos de robótica era considerável. O local assemelhava-se em uma espécie de oficina mecânica com diversas peças, mesas e demais aparelhatos e ferramentas para a confecção de humanóides mecanismos, ao qual, diversos exoesqueletos estariam espalhados por todo o lugar, alguns funcionais e simplórios e outros grandiosos porém, em fase não acabada, o grupo não encontraria qualquer problema ao transpassar aquele setor.


Setor A-2


Caso o grupo avançasse ao próximo setor após transpassar uma porta equiparada a primeira que atravessaram, encontrariam uma espécie de sistema largo de monitoramento, com um enorme paredão composto por uma quantidade absurda de telas de monitoramentos, alguns deles, revelavam locais conhecidos pelos membros do grupo e outros, algumas batalhas que estavam ocorrendo com outros presos. Um jovem rapaz de vestes sociais e cabelos negros mantinha-se atento a olhar pelos monitores.




Caso observassem mais detalhadamente em um dos monitores, poderiam notar os dois setores pelos quais passaram, indicando que naquela sala, era o local por onde o monitoramento da região inteira mantinha-se situada, entretanto, o grupo logo poderia notar que o jovem ao qual estavam procurando estava ali, bem a frente deles. Angelo fora o primeiro a manifestar-se assim que reconhecera o rapaz pelas imagens fornecidas por Haroldo ao grupo.


[ Angelo ]- Ei....é ele! Disse o rapaz enquanto visou aproximar-se.


[ Angelo ]- Seu pai nos mandou aqui para tirar-lhe desse lugar, qual é o próximo passo?


O homem lentamente afastaria-se do sistema de monitoramento das câmeras, esboçando um breve sorriso que mais assemelhava-se a uma expressão de alivio enquanto mantinha o olhar fixo nos demais membros do grupo.


[ ??? ]- Ainda bem que estão aqui, os organizadores estão em uma reunião ao fundo desse lugar, incluindo meu pai, mas ele não está sozinho, há alguns organizadores com ele, todos os infelizes que coordenam este lugar, o que faremos? Vocês conseguiram entrar aqui fácilmente....vamos finalmente acabar com esse bando de malucos doentes.




O grupo teria um tempo considerável de conversa, os membros do grupo poderiam questioná-lo sobre qualquer coisa que o mesmo responderia prontamente tudo que lhe coubesse, a conversa poderia durar cerca de 20 minutos. O tempo utilizado pela conversa seria informar os membros sobre as qualidades dos organizadores ou qualquer situação que por ventura pudesse surgir como questionamento e então, algo surpreenderia o grupo.


De uma das paredes do local, um ruído equiparado ao concreto rompendo-se, uma saliência humana se faria presente, o organizador da imagem que outrora havia sido entregue ao grupo. A estranha criatura parecia surgir da própria parede, como se seu corpo fosse texturizado em contraste com o lugar, sua expressão, apesar da aparência extravagante era algo maligno, doentio. Seu corpo sofria leves espamos enquanto o estranho homem parecia começar a destacar-se da parede, enquanto fazia com que uma de suas mãos começassem a estalar claramente enquanto uma risada parecia preencher o lugar.




[ ??? ] -HEHEHHEHEHHEE...eu sabia..eu sabia..eu sabia! Você era um traidor desde o começo e agora sei que seu pai também é um traidor, aliás, não posso nem acreditar que Haroldo é seu pai..HEUHEUHEUHE...eu vou acabar com todos vocês pequenos rebeldes aqui e agora e irei colocá-los para "funcionar" em breve para então entretar nossos adoráveis competidores, eu irei acabar com todos vocês...ehehueheuhue então por favor, não se mexam muito na hora da morte, será problemático cuidar de seus corpos...por favor, morram de maneira simples...e não danifiquem seus rostinhos, eles serão uteis para quando usar vocês novamente Huhuhuh




[ ??? ]- Meu nome é Mayuri-sama ( titulo empregado aos mestres ), então, por favor, morram.
Guenael, Jack, Ritus, June e Lobo, por favor, apresentem-se devidamente aos nossos amiguinhos.
Tenho certeza que vocês serão realmente interessantes...HUHUHUH


[ Filho Haroldo ]- Droga, fomos descobertos. Pessoal, tomem cuidado, eles são os verdadeiros membros que foram derrotados, porém, esse doente usa técnicas de reanimação de corpos, tomem cuidado, vamos enfrentar todos eles.


[ Angelo ]- Aquele Ritus ali....deixem ele comigo, já matei ele uma vez, mato de novo.


[ Rubiero ]- June...grrr....você vai ser minha presa.


[ Victorius ]- Droga...eles vão dar trabalho....


[ Mayuri ]- Esqueci de dizer...eles tem um pequeno adicional agora. Suas consciências foram mantidas masssss...eles não sentem dor alguma então, desistam agora.

I N F O R M A Ç Õ E S


Pessoal, segunda postagem. O seguinte, agora é a parte que o primeiro organizador se mostrou, ao fundo do bunker está ocorrendo uma reunião de organizadores, entretanto, podem utilizar o tempo "livre" para perguntarem ao filho de Haroldo qualquer informação que quiserem. Os npc's inimigos estão enfrentando os npc's sobre meu controle, com exceção de Mayuri, Guenael e Jack. Eu controlarei Yusuke até ele voltar então, podem chamá-lo quando quiserem e podem seguir para o próximo setor caso quiserem.


Veruska, o horário marcado no relógio até a entrada no bunker que você o avistou era de : 00: 25, com o acréscimo da conversa com o filho do Haroldo 00:40 hrs.


Prazo para os Jogadores: 01/02/2015


Prazo para o Narrador:  03/02/2015


Obs: Pessoal, estamos na reta final, quanto mais rápido postarem mais rápido a quest chegará ao final. Atualização vem antes se postarem antes.


Obs¹: Podem chamar Yusuke, ele está "guardando" a entrada do bunker já que não postou, irei controlá-lo se necessário caso o convoquem.
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MensagemAssunto: Re: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   30.01.15 19:08


Tudo que aconteceu me deixou um pouco envergonhada, afinal creio que não era preciso eliminar robôs vigias. Após estarem mortos percebi que eram programados unicamente para vigilância, mas a merda estava feita devíamos seguir em frente.  Olhei para Hoshi e Stella, aproximei-me dos mesmos e falei baixo.

— De agora em diante seguirei apenas o que vocês decidirem. É um enorme equívoco eu estar aqui, não possuo poderes especiais nem sei técnicas de lutas avançadas como as suas e acredito que para termos sucesso é preciso deixar que os melhores ditem as regras.

Afastei-me deles e reaproximei-me de Victorius, Rubiero e  Angelo. Não falei nada, mantive meu silêncio, era apenas uma expectadora agora. Respondi a indagação de Ângelo num tom baixo.


— Vou com o que a maioria decidir.

A decisão foi tomada e continuamos a seguir e nos deparamos com um mapa do lugar. Observei-o atentamente, mas mantive meu silêncio. Mostrava todos os lugares pelos quais passamos e estando absorta em minha observação não percebi o rapaz que cuidava da sala 2. Ângelo chamou nossa atenção para isto. Olhei o rapaz e percebi o seu semblante cansado, não deveria ser fácil lidar com todas aqueles atrocidades, apesar que olhando a equipe formada, tinha certeza que somente eu via absurdo em matar pessoas por pura diversão. Adorei a postura de observadora totalmente, não fiz nenhuma pergunta ao filho de Haroldo, apenas prestei atenção as respostas que ele dava para as perguntas que os outros lhe faziam.

O barulho que veio a seguir me deixou apreensiva, olhei para o filho de Haroldo e deste para Victorius, Rubiero e Ângelo, voltei a olhar para o lugar onde o barulho estava. Para meu pavor um home  desprendeu-se da parede e aquele riso, aquela forma desdenhosa de anunciar e amaneira sádica como falava a palavra morte reviveu lembranças desagradáveis em minha mente. O momento que aquele ser tirou avida de Guenael. Uma fúria cega apossou-se do meu ser, mas respirei fundo. Olhei o relógio, já havia se passado 40 minutos, mas para mim pareciam horas. O repugnante ser convoca seus campeões e meu coração gela. O que eu suspeitava era mesmo verdade! Prestei atenção as palavras dele e pisquei algumas vezes. Cada campeão que havia se aliado a nós tratou de atacar um oponente, mas dois ficaram ali e um deles eu tinha certa estima.  Olhei para o filho de Haroldo e andei, devagar até ele.

— Você tem algum tipo de poder? Eu não tenho, mas tive uma ideia, prometemos ao seu pai que lhe tiraríamos daqui. Se confiar em mim, permaneça ao meu lado.

Aguardei breves segundos então olhei na direção de Guenael, estava arriscando a única coisa que eu tinha, minha vida.

— Guenael? É você? Lembra de mim?

A vil criatura enfatizou que suas consciências não foram alteradas, seria uma armadilha? Chamei a atenção e Guenael, mas não fiz isto sem ter um plano B. Segurava uma granada de fumaça na mão, caso ele viesse me atacar não pensaria duas vezes e tentaria seguir para a próxima sala levando o filho de Haroldo comigo. De todos ali eu era a única, acredito, que não possuía nenhuma habilidade excepcional. Não sabia armar lutas e usava demais o raciocínio. Depois do desastre lá atrás entendi que não servia de nada minhas estratégicas isoladas precisava da força bruta e no momento todos com quem eu podia contar estavam em embates com ex mortos.
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MensagemAssunto: Re: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   31.01.15 0:51

Depois de ver tudo que Veruska fez e aqueles robôs em curto circuito, apenas ficou parado com a mão no bolso e ouviu atentamente as palavras de Veruska e deu um sorriso para ela.

Tudo bem, relaxa! Caso precise de nossa ajuda, vamos estar aqui. Juntos somos mais fortes.

Logo após todo mundo decidir, seguia em frente e se deparava com o mapa do local. Olhando para todos ali no local e vendo o que eles iriam decidir, apenas seguiu em frente de acordo com o mapa do local e observando atentamente cada local ali e então, chegando em uma sala que tinha varias "tecnologias" e sistema de câmeras, quando ouviu Angelo falando e então, um homem misterioso aparecendo, Daisuke finalmente sorriu e percebeu que erao filho de Haroldo, finalmente o encontrando. Queria fazer alguma brincadeira, mas notou que agora nao era hora para suas gracinhas de sempre.

Ei, você poderia nos revelar os poderes dos organizadores? Caso saiba.

Logo em seguida ouviu um barulho um tanto que agonizante e ao olhar para o lugar que estava vindo o barulho, viu algumas rachaduras e um ser saindo da parede o que deixou Daisuke bem apreensivo. Ao ouvir suas palavras, o garoto se colocou em pose de luta e logo uma energia azulada começou a fluir pelo seu corpo e o lutador apenas observava o homem e quando viu ele falando aquelas palavras, irritado, Daisuke tentou se controlar até conseguir ver aquela técnica de reanimação de corpos e ficou de boca aberta ao ver aqueles corpos ali e, em seguida, Veruska tentava falar com Guenael. Imediatamente, Hoshi chegou perto de Veruska e tentou falar com ela calmamente.

Não sei qual sua história com Guenael, mas não fique perto dele, é só uma habilidade de reanimação de corpos, ele não está consciente e vai te atacar sem dó e para matar. Pegue o filho de Haroldo e fuja daqui, eu vou segurar eles.

E em seguida, olhava para Stella e falava um pouco alto para a garota.

Ei, Stella! Você e a Veruska, estejam preparadas para lutar, mas levem o filho de Haroldo para fora daqui e vão junto, eu vou segurar eles. Vão!

Dizia Daisuke e, em seguida, olhando para aquele homem que tinha a habilidade reanimar corpos, encarou com raiva e iria atacar para matar. Com o ki no seu corpo, correu rápido em sua direção e do seu lado saiu um clone e do outro lado tambem, sendo 2 clones e o corpo real de Daisuke. Indo em direção a Mayuri, um clone pulou em sua direção e tentou acertar uma voadora em seu rosto, o segundo clone tentou acertar uma rasteirinha em suas pernas e o terceiro clone tentou socar com força brutal o peito dele. Qual dos clones seriam o verdadeiro?


Última edição por Hoshi Daisuke em 31.01.15 0:57, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   01.02.15 18:21

Após ver o ato da garota ao lado, tudo se tornou uma grande bagunça, mas a loira não a julgou mal. Veruska só agiu em legítima defesa. - Eu andei observando e sua inteligência nos ajudaria de alguma forma, consegue bolar algo? - Stella esboçou um sorriso de canto, realmente dizia a verdade, naquela hora, seria de grande ajuda. Ao passar pelo painel, olhou com bastante atenção para o mesmo, logo foi caminhando em direção à sala de monitoramento, a loira arqueou uma das sobrancelhas, eram câmeras em vários lugares. Será que era dali que os observaram todo esse tempo? Estava bastante focada olhando para as telas dos computadores que ao escutar passos acabou se assustando. Suspirou, fitando o homem à frente, queria lhe perguntar algo e aproveitou o momento. - Qual a finalidade de tudo isso? Diversão? - Não era uma pergunta um tanto inteligente e que talvez não ajudaria muito, mas precisava saber e tirar isso que estava preso na garganta. Porém, sua expressão mudou ao ver a figura de um homem na qual a aura esboçava algo maligno e diferente de tudo que já havia visto naquela prisão, ele era medonho. Tinha um sorriso sádico grudado em seu rosto, e logo depois de escutar as palavras deste, viu que não estava para brincadeiras. - O que... - Dizia usando um tom baixo atônita ao ver Guenael, Jack, Ritus, June e O Lobo. Eles estavam vivos? Mas ela viu o que tinha acontecido com O Lobo, e ele não poderia estar vivo depois de levar um golpe daqueles, entretanto, escutou o Filho do Haroldo falar algo, mas, perdeu o pensamento ao escutar as palavras de Hoshi, e assentiu concordando em seguida. Droga! - Isso está ficando perigoso. -


Sem delongas, Stella pegou o pulso de cada um, precisava tirar o rapaz de lá, de qualquer maneira. A parte boa é que conseguiram encontrar o filho de Haroldo e precisavam tirá-lo dali em segurança. Rapidamente Stella começou a puxá-los, de alguma forma tinha memorizado o mapa, não era tão difícil sair do local, porém estava quase certa que alguém viria atrás deles ou estariam esperando um pouco mais à frente. Logo passou pelo primeiro setor e olhou atentamente para ver se estava vazio.
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MensagemAssunto: Re: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   02.02.15 11:49

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MensagemAssunto: Re: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   02.02.15 15:36

Prisão de Sangue - 3° Turno


Hoshi Daisuke - Veruska - Stella - George ( Filho de Haroldo ) - Rubiero - Angelo - Victorius



A grande confusão havia se propagado, finalmente, um dos organizadores havia se mostrado extremamente ardiloso, utilizando-se dos corpos de oponentes derrotados para lutarem em seu lugar. Ao fundo daquele bunker, uma reunião entre organizadores parecia ocorrer e cada vez mais a situação se tornava complicada aos membros do grupo, entretanto, o primeiro a agir, por impetuosidade fora Hoshi Daisuke, utilizando-se com maestria de seus clones, direcionando-se a Mayuri, visando atingi-lo violentamente por quase todas as direções. Algo que o garoto não previra fora que seus clones passavam pelo homem, ou mesmo, caso o original atacasse, passaria pelo corpo do estranho cientista e então, a silhueta da criatura parecia piscar de maneira intermitente, indicando ao jovem rapaz e aos demais, que aquilo não tratava-se do verdadeiro mas sim de um holograma que logo desaparecera.


[ Mayuri ]- huhuhu...mas que rapaz mais nervosinho...huhuhu...interessante...estava avaliando-o desde seu primeiro combate...em acabar com meus favoritos co-organizadores...huhuh...


Palmas podiam ser escutadas gradativamente a aproximação do verdadeiro organizador, sua silhueta pareceu erguer-se detrás de um dos inúmeros computadores que haviam por todo o lugar, esboçando um breve sorriso enquanto seus olhos passavam suavemente por todos os individuos que estavam presentes naquela sala.


Veruska, anteriormente tentara dialogar com Guenael, entretanto, assim que a jovem e bela garota falava com a silhueta reanimada do homem, as palavras desesperadas dele puderam ser ouvidas.


[ Guenael ]- Menina! Eu...eu..eu não consigo me controlar...o que está acontecendo? Me ajude por favor, eu não consigo me controlar..me ajude...eu não quero ser um peão deles...me mate por favor, me mate!!!!




[ O Lobo ]- Stella, tenho um pedido...me mate....


Ambos individuos que os integrantes do grupo conheciam, clamavam por ajuda, seja um salvamento ou então, um pedido de sentença. Enquanto seus lamúrios propagavam-se por aquela situação, Mayuri começara a se manifestar.


[ Mayuri ]- Sabe, gostaria de contar-lhes uma pequena coisinha. George em especial irá adorar minha adorável surpresa. Vocês ficarão tão empolgados diante desse maravilhoso espetáculo, para que você, senhor policial novato ( referia-se a George ) e teu amado pai sejam os alvos principais dessa grande obra que estarei para mostrar-lhes, por favor, apreciem. Um sorriso verdadeiramente sarcástico brotou a face de Mayuri enquanto este direcionava um olhar superficial, de caráter superior a todos ali até que por fim, respirara profundamente até começar sua breve explicação.




[ Mayuri ]- Bem....os tão aclamados e temidos organizadores, que lhes foram revelado no início. Claude, Nicholas, Jaime, Radieus e claro, a mim mesmo, o grande mestre para todos vocês, Mayuri-sama, o grande arquiteto dessa obra...e...nosso mais novo organizador, Haroldo, seu pai George. AHHAHA Eu sabia desde o início de suas tramóias. Seu pai integrou você aqui por uma singela indicação, não foi? Mas para indicá-lo, ele já deveria estar trabalhando a muito tempo com você. Porém, você esqueceu um pequenino detalhe....huhuhuh Um sorriso sádico pareceu brotar a face de Mayuri enquanto este singelamente erguia seu braço direito até a altura de seus lábios. - Haroldo-kun. ( kun- emprego para querido ).


Em poucos instantes, a silhueta de Mayuri pareceu assumir a forma dos três organizadores que outrora haviam se mostrado, incluindo Nicholas que fora o mensageiro que requisitou involuntáriamente boa parte dos membros. Sua silhueta funcionara quase que com um sistema de camuflagem, assumindo não somente a forma dos demais organizadores como também a tonalidade de voz. Na sua última " transmutação", o homem adquiriu a aparência de Haroldo, aquele ao qual havia convocado todos os membros ali para invadirem o bunker, e, na mesma tonalidade do pai de George, disse-lhes.




[ Mayuri ]- Eu os convoquei porquê acreditei que um novo espetáculo deveria ser mostrado aos meus clientes. Vocês todos são meros peões daquilo que criei. George...meu adorável rapaz e filho AHAHAHHAHA Seu pai estava morto muito antes de sua chegada aqui, foi bem interessante preparar este espetáculo, entretanto, está na hora de todos vocês partirem. Absolutamente, todos vocês. Os prisioneiros já foram mortos, poucos deles sobraram mas nenhum deles se saíram tão bem quanto vocês para terem direito ao meu adorável espetáculo. Uma série de câmeras estão espalhadas por todos os setores e o nível de nossa tão aclamada audiência subiu em mais de 200%!!!! Eu não poderia deixar de agradecer todos vocês por isso, assim como minhas finanças subiram de maneira assustadora, sem vocês eu não conseguiria. Espero que esteja tudo bem, mas, está na hora das cortinas desse espetáculo baixarem com a morte de todos vocês.


Pouco tempo após isto, a silhueta de Mayuri voltou a forma normal. Os combates pareciam propagar-se, entretanto, alguns deles, seus oponentes já haviam finalizado.






O ódio nos olhos de George eram claros, sua expressão não era das melhores e o rapaz claramente não conseguia acreditar que seu pai havia sido morto muito antes de tudo aquilo começar, de todo o trabalho que tiveram. Para que fazer isso, realizar tamanha carnificina, tudo em troca de dinheiro, de números em uma conta bancária, em noma da audiência e em espetáculos macabros? Infelizmente, Rubiero havia perdido o embate, entretanto, aquele ao qual havia assumido seu lugar para derrotá-lo fora Victorius, que embora ferido, havia prostrado-se de tal forma que o embate não propagou-se por muito, afinal, seu oponente havia sido ferido de tal forma que sequer conseguira aguentar a força de Victorius em enfrentá-lo. Em pouco tempo, os oponentes haviam cedido, em exceção Guenael que mantinha-se com uma expressão horrenda em sua face.



[ George ]-Se-seu maldito! Eu vou acabar com você! Urrou George enquanto magicamente, o rapaz retirara um marca página em meio a um livro que possuía em suas vestes, chacoalhando o mesmo de maneira brusca, algo incorrera. O marca-páginas que outrora havia utilizado, transformou-se em uma longa wakisashi japonesa enquanto George, claramente direcionou-se a Mayuri, encarando-o de maneira atenta enquanto estreitava seus olhos em meio ao ataque contra o real vilão daquela história.




[ Mayuri ]- Ora ora...mas quanta audácia. Esqueceram da minha grandiosa surpresa? Disse o homem enquanto esboçava um largo sorriso erguendo uma nova vez sua mão, ao qual, perante uma espécie de relógio, ao qual havia utilizado anteriormente para mudar sua silhueta, disse.- Que adentrem ao âmbito, nossa nova atração! Antes que Stella pudesse levar George consigo, as portas pelo qual o grande grupo passara foram arrebentadas de maneira brusca. No início do bunker ao qual estavam, os corpos pendurados de cabeça para baixo, equiparados a animais para o abate, evadiram-se dos mesmos, inúmeros deles, partiram em direção de todos ali. Sua consistência era humana, não possuíam força, nem agilidade, eram apenas corpos humanos modificados para obedecer a um único comando, o de Mayuri. As criaturas visaram-se lançar acima de todos os membros e George já havia interrompido seu ataque em decorrência ao feito, o que fariam diante de tamanha desvantagem?



[ George ]- Pessoal...vamos enfrentar essas criaturas, mas acredito eu que o controle daqueles corpos esteja no pulso daquele homem! Vamos acabar com esse filho da mãe e sair daqui! Pelo meu pai, por todos que pereceram aqui e por nossas vidas, vamos acabar com eles! Vociferou George enquanto desferia o primeiro corte em uma das criaturas, ceifando um dos braços da mesma. Por mais estranho que parecesse, o braço ceifado caíra inerte no solo, entretanto, nenhum sangue saíra e a criatura continuou se movimentando. O intuito daqueles monstros controlados eram o de agarrar e morder todos os individuos que Mayuri considerasse como inimigo, entretanto, a expressão estupefata de Victorius e Angelo era evidente, o que fariam?


Enquanto as criaturas pareciam lançarem-se em direção a todos os membros, uma série de tentáculos pareceram evadirem-se atrás de boa parte daquelas criaturas. Os tentáculos ceifaram boa parte das criaturas, fazendo com que suas cabeças deslocassem-se de seus troncos, fazendo com que as silhuetas humanóides perdessem o senso de visão, começando a atacarem-se umas as outras. Mayuri, ao avistar tais tentáculos, não hesitou em praguejar, o que estaria ocorrendo? Em questão de instantes, a resposta viera, uma silhueta não humana evadira-se detrás das criaturas, assumindo uma silhueta levemente humanóide, sendo imediatamente reconhecida por um dos membros do grupo. Juntamente com a mulher, estava Hoshi Yusuke, que de alguma forma, havia se aliado a mesma e estava ajudando-a dar cabo das criaturas, graça a força monstruosa do garoto, muitas criaturas eram arremessadas, uma por uma do local onde estavam, entretanto, a forma contusiva com que aquilo ocorria não era o suficiente para impedir que as mesmas se levantassem e atingissem novamente seus objetivos.


[ Victorius ]- Mãe?! propagou-se de maneira estupefata.


I N F O R M A Ç Õ E S


Prazo para os Jogadores: 09/02/2015


Prazo para o Narrador: 10/02/2015


Saudações a todos, finalmente estamos chegando ao fim da Quest, espero que estejam se divertindo. Gostaria de saber de vocês, a reação quanto a descobrir que os grandes vilões da Quest revelou-se ser apenas um? Segundo as informações de George, o controle que está regindo os corpos e as silhuetas humanóides que estão atacando vocês estão no pulso de Mayuri, o que fazer?


Pessoal, está é o terceiro turno de vocês, caprichem bem pois acredito que na próxima atualização já dê para finalizar então, concentrem suas forças em impedir as criaturas e revezem-se para tomar de Mayuri o que lhe pertencem.


Obs: Poderiam por favor postarem no chat da Quest com uma imagem dos seus personagens?
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MensagemAssunto: Re: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   03.02.15 8:13


Horror, talvez esta palavra descreva minha reação ao ser exposta a verdade por trás daquilo tudo. Meus olhos foram da surpresa a incredulidade. Como alguém pode ser tão doente? Tudo pelo que passei desde o momento que fui sequestrada para fazer parte de um circo de horrores me veio à mente. O abandono por parte dos que foram presos junto comigo, a morte de quem me cativou. As alianças firmadas e agora a união entre mim e os que outrora se distanciaram. Um turbilhão de coisas inundou tão bruscamente minha mente que senti enjoo, um enjoo tão forte que não consegui segurá-lo. Pisquei algumas vezes. Inspirei e soltei o ar oxigenando meu cérebro. Éramos ratinhos encurralados num labirinto, mas não íamos nos entregar tão facilmente.

Fiquei parada observando, maquinando qual seria a melhor saída, com certeza, absoluta, lutar seria a mais tola de todas. Afinal o maníaco homicida tinha o controle, foi o que nos disse George. Por mais que tivesse acompanhada dos melhores lutadores daquele circo, eles também estavam esgotados, quanto mais lutássemos, mais fácil seria nos derrotar. Olhei na direção de Hoshi e Stella, não sei se topariam, mas tinha que tentar. Olhei também para George, Rubiero, Victorius e Ângelo. Todos guerreiros fortes e ardilosos. A chegada da mãe de Victorius e seu espanto fizeram meu coração terminar de partir. George presenciava seu pai sendo manipulado por uma mente doente, Victorius percebia que sua mãe não teve direito ao descanso. Aquilo era bizarro. Então parei de pensar e resolvi executar meu plano. Gritei para Guenael.

— Promete que seu suplício vai acabar logo, meu amigo.

Não podia falar, senão Mayuri poderia acionar algo para nos impedir. Sem remorso acionei as granadas de fumaça (2). Granadas de fumaça não são tóxicas. Havia memorizado o lugar onde estávamos. Então falei alto com todos os presentes, inclusive Stella e Hoshi.


— Sou os olhos de vocês agora, nisto sempre fui boa. Mayuri está perto dos computadores e estou perto dele. Ajudem-me a pegá-lo.

Minha ideia era simples. Computadores emitem luzes. Luzes brilham e funcionam como faróis até mesmo na neblina. Eu estava blefando, mas não tinha como Mayuri saber disto. Apertei a mão de George e o convidei a me seguir. Caso ele topasse realmente iríamos para perto de Mayuri. Eu destruíra parte dos computadores enquanto rapaz e os outros iriam agir na direção deste. Estando tudo coberto pela névoa, ele ficaria perdido. Minha localização só era mostrada quando eu queria, usaria o relógio digital para mostrar onde eu estava indo.
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MensagemAssunto: Re: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   09.02.15 14:00

Foram muitas surpresas que aguardavam Daisuke. Notando que seus golpes foram falho, apenas parou um pouco e olhou para trás, notando a verdadeira silhueta de Mayuri. Com raiva nos olhos, apenas se aquietou, um pouquinho ofegante e com seus clones desaparecendo. Quando ouviu tudo que aquele ser disse, ficou de boca aberta, assustado por não esperar aquilo tudo. Cerrou os punhos com fúria e viu todos os outros terminarem algumas lutas e George iniciar o seu ataque. Quando foi dar um pulo para realizar o seu golpe, viu aquela mulher aparecendo ao lado de Yusuke, de primeiro se sentiu confuso, pois achou que ela estava morta, porém, ignorou e deu um sorriso, gritando.

YUSUKE!

E então, com um sorriso no rosto, percebeu a ação inteligente de Veruska em ativar a bomba de fumaça e correu para perto dela, ja aparecendo rápido devido a sua velocidade e, estando ao seu lado, ouviu suas palavras. Iria atacar Mayuri, confiava na sua própria força para atrasar o mesmo, enquanto Stella e Veruska pudessem fugir. Quando, então, percebeu que Veruska iniciou o seu golpe, destruindo aqueles computadores, Daisuke colocou ki em seus olhos e, apurando a sua visão, conseguiu perceber a presença do homem e sabendo onde ele estava, sorriu.

Vamos lá..

Sussurrou para si mesmo e fechou as mãos, levantando apenas dois dedos e juntando uma grande quantidade de ki no mesmo. Ainda não estava preparado para usar o seu ataque porque precisava concentrar o ki somente ali e uniu a energia azulada em sua perna para aumentar a sua velocidade e desapareceu daquele lugar como um vulto extremamente rápido e apareceu na frente de Mayuri, abaixado e tirou o ki das pernas rapidamente e juntou tudo nos dedos, começando a bater com eles nas suas pernas e então, girando o corpo para o lado caso viesse algum golpe, Daisuke estaria prestando atenção nas ações do mesmo e, usando sua velocidade para desviar de certos golpes, ficava batendo os dedos em seu corpo, tampando suas veias e, no lugar onde tocou, ficava totalmente inutil os movimentos. Ao todo, Hoshi tampou as veias de suas pernas e braços, para deixá-los dormente pela falta de circulação e impedir que o homem usasse os membros para causar algum golpe. Dando um pequeno salto para trás, esperaria um tempo até seus membros ficarem dormentes e encheu o seu punho de ki.

Adeus.



E então, socou com toda sua força no coração do organizador e quando deu o soco potente, criou uma enorme explosão de ki para destruir o seu coração e tacá-lo longe para trás, com o coração explodido, se desse certo. Por mais que ele fosse resistente, é impossível treinar o coração para resistir e seria certamente um golpe fatal, era o que Daisuke esperava, caso funcionasse.
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MensagemAssunto: Re: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   09.02.15 20:34

Lobo...  Stella deu uma olhada para trás ao escutar as palavras de seu antigo companheiro de grupo, ele também estava sendo controlado? Corria olhando para trás, só parou quando viu as portas sendo arrebentadas, logo olhou desviou o olhar para Mayuri enquanto escutava o mesmo dizer algo. Isso era tão horrendo, como alguém poderia ser tão cruel ao ponto de fazer tal coisa. No entanto, ouviu a ideia de Veruska sobre os computadores, mas precisaria acabar com aquelas criaturas. Stella rapidamente empunhou sua lâmina indo até O Lobo, ela o fitava de forma penosa, sentia-se triste por ter que o fazer, ou seria morta, talvez. - Há. - Sorriu de canto desferindo chutes e socos em todas as partes das criaturas que estavam por perto, e cortou seus membros, mas, precisamente estava mirando na cabeça, se eles não sentiam dor, sem a cabeça estariam inúteis? Teve este palpite. Sem mais com um movimento rápido Stella deu uma rasteira no Lobo, aproveitando isto para cravar sua lâmina na garganta do homem, esperando ter algum sucesso, não ia hesitar. Sua atenção foi tomada ai ver tentáculos acabando com a maioria das criaturas, mas não tirou os olhos do Lobo, a loira se preparou para qualquer ataque, porém era alguém de forma humana. Stella se surpreendia com cada coisa que via, quando estava achando que nada poderia superar chega algo, e o faz real? A loira levou o olhar até Yusuke que saia de trás da mesma, já não entendia muita coisa.
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MensagemAssunto: Re: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   10.02.15 21:32

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MensagemAssunto: Re: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   10.02.15 21:46

Prisão de Sangue - Gran Finale




A situação havia se tornado drástica, aliás, desde o seu início as coisas se tornaram complicadas.


Inicialmente, diversas pessoas, sendo humanas ou não permaneciam a realizar seus típicos afazeres, até que um estranho homem havia se manifestado, oferecendo um estranho convite aos demais participantes para até então requisitá-los, ainda que involuntáriamente a participarem de um evento doentio conhecido como Prisão de Sangue. Posteriormente, os membros foram resguardados em celas, só para até então, serem conduzidos a uma espécie de insula, para se enfrentarem e então, fornecerem algum tipo de entretenimento as pessoas, ao qual, aqueles ditos como Organizadores haviam se provado apenas mero especuladores de finanças, apenas visando lucro, tratando a vida daqueles que foram convocados como lixos, como animais deixados sob uma cuia para degladiarem-se e então fornecerem aos " clientes ", entretenimento.


Em alguns eventos posteriores, pequenos conjuntos de patrocinadores pareciam enviar itens essenciais aos "prisioneiros", para que pudessem tratar suas feridas, armarem-se em decorrência dos combates intensos e acima de tudo, tentarem sobreviver um pouco mais para fornecer cada vez mais entrenimento e importância, sendo considerados até então como mero espetáculo, ainda que macabro. Como as pessoas poderiam apreciar algo tão grotesco como? Mediante a isto, uma dupla de policiais incursionaram-se e infiltraram-se na organização conhecida como Prisão de Sangue, ao qual, mediante alguns eventos, amigos, aliados e coligados foram perdidos, alianças que provaram-se ser úteis à sobrevivência foram destruídas e uma grande traição incorrera em uma das celas.


Mais a frente, Haroldo, um policial ao qual havia se mostrado um amigo a uma equipe seleta de jogadores, policial, arquitetou um plano para resgatarem seu filho, entretanto, uma reviravolta mostrou-se que Haroldo, um policial estava morto e o grande organizador daquele plano macabro revelou-se ser Mayuri, um cientista que utilizava-se de um dispositivo para moldar-se as demais pessoas até então enganando o filho de Haroldo para apenas aumentar a grande audiência da prisão de sangue, entretanto, seus planos envolviam em um espetáculo em que ele próprio participaria, onde a transmissão em decorrência as várias câmeras instauradas na Insula, seriam transmitidas também de dentro do grande bunker ao qual os prisioneiros seletos foram condicionados.


Prisão de Sangue, sendo composta por: Sequestro, Morte, Assassinato, Combate Forçado, Dinheiro Ilícito, Reanimação de Corpos e Falsas Identidades, entretanto, o pior deles e a mais perigosa, a reanimação de corpos, fez com que Mayuri, revelou-se um estrategista e cientista macabro, brincando com aqueles aos quais estavam presentes ali procurando então sobreviverem em meio aquele inferno, seu controle mostrou-se absolutou, sua maldade mostrou-se insuperável e sua vitória estava certa, tão certa que uma quantidade abrupta de corpos fora elencados para acabarem com os prisioneiros seletos, entretanto, de tão certo de vitória que ele estava, os prisioneiros ainda possuíam uma carta na manga, centrada em Veruska e nas próprias armas oferecidas por Mayuri enquanto na aparência e Haroldo. A Prisão de Sangue possui um caráter absoluto, apenas um sobrevive, entretanto, eis que pergunto a vocês, ele estará certo? Apenas um irá sobreviver? A resposta a todos vocês é......NÃO!



Veruska - Daisuke - Stella - Yusuke - Angelo - Victorius - George - Roxy



A primeira a agir na última incursão adentro aquela maldita prisão fora Veruska, ao qual havia sugerido uma idéia aos demais membros do grupo, ao qual havia concordado, ainda que indiretamente em realizar o feito da garota ruiva. Habilmente, Veruska lançou a dupla de granadas de fumaça nas dependências do laboratório, ao qual, em poucos instantes, uma quantidade abrupta de fumaça evadiu-se dos dois frascos cilindricos, preenchendo em poucos segundos uma grande escala do laboratório, fazendo com que, não havendo qualquer sistema exaustor nas dependências do mesmo, em pouco tempo o salão ficasse preenchido pela fumaça. A expressão de Mayuri era incrédula, talvez o homem com seu discurso em ascenção acreditasse que os prisioneiros se dariam por vencido e desistiriam de suas vidas, mas não. A expressão doentia do homem, em negação àquilo era evidente, urrando em sequência ao notar a garota pouco antes deixando que a dupla cilindrica de granadas de fumaça se esvaíssem de suas mãos.



[ Mayuri ]- Maldita! Urrou o homem enquanto tentava afastar-se o máximo possível daquela ascendente cortina de fumaça, enquanto Veruska havia segurado a mão de George, a dupla não obteve qualquer problema em chegar aos computadores, afinal, Veruska seria os olhos e George seria o " mapa " daquele lugar e consequentemente o ingresso de saída de todos ali.



Enquanto Veruska e George direcionavam-se aos computadores, Angelo e Victorius pareciam direcionarem-se as criaturas que estavam a volta, ao qual, possuíam um número abrupto de humanóides branqueados e inexpressivos que apenas lançavam-se ao combate de maneira impensável. Não era dificil abatê-los, entretanto, sua quantidade poderia fácilmente cansar o grupo de prisioneiros detentores de poder. Angelo e Victorius balançavam suas armas de maneira violenta, causando pequenas lufadas de ar a esmo, acertando vez ou outra algumas criaturas ali presentes.



Em decorrência a estes embates, o segundo a agir fora Hoshi Daisuke, o garoto havia entrado em plena ciência com as palavras de Veruska e sua idéia, assim como os demais presentes, lançando-se de maneira perigosa em direção a Mayuri, que tentava recuar em decorrência a crescente fumaça do lugar erguendo uma das mãos para proteger suas narinas, tentando em vão filtrar sua respiração para não inalar a fumaça, sem sucesso. Daisuke lançou-se violentamente em direção a Mayuri, utilizando-se de sua violenta velocidade para desaparecer e reaparecer a frente do mesmo mas não antes de deixar um rastro límpido em meio a fumaça, ainda que rápido, revelando claramente a sua posição a Mayuri, que esboçando um malicioso sorriso, erguera uma de suas lâminas, visando transpassá-la no peito do garoto. Antes que isso pudesse acontecer, Yusuke, utilizando-se de sua velocidade, já adentrando o modo Berserker em decorrência a ficar extremamente irritado por sua visão ficar turvada, lançou-se também de maneira perigosa em direção a Mayuri, segurando sua lâmina com ambas as mãos, mas não evitando o corpo causado pela lâmina curta, porém, oferecendo brecha o suficiente para que Daisuke habilmente golpeasse o homem em suas pernas e em um dos braços, fazendo com que o corpo de Mayuri começasse a ceder, mas não antes do homem, praguejando aos ventos, acionasse com um dos dedos, a pequena face que havia na lamina, fazendo com que uma pequena brecha oca, disparasse um projeto em direção a Yusuke, atingindo seu coração imediatamente ao disparo do projétil.


[ Yusuke ]- Argh...Da..Dai..suke...é...é...com...você... Enquanto suas palavras eram proferidas, o Berserker pressionou um dos pulsos de Mayuri, com tamanha força a ponto de destruir o relógio que controlava os corpos, causando um grande curto circuito. Neste ponto, pouco a pouco a fumaça em decorrência a movimentação de Hoshi Daisuke e Hoshi Yusuke faziam com que começasse a se dispersar por outros cômodos do bunker.


Stella fora a terceira a se mover, visando parar O Lobo, ao qual pareciam portar em suas mãos, ambos revólveres, visando defender-se dos ataques causados pela garota com suas espadas, entretanto, não preocupando-se em sofrer alguns cortes por parte da garota. A expressão do homem era triste e claramente descontente com o que estava ocorrendo, mas ainda assim, o homem parecia tentar fazer uma força terrível para  enfrentar a garota e reter seus ataques, estranhamente, O Lobo não efetuou nenhum disparo, mas, após levar uma considerável rasteira causada pelo mesmo, o corpo do homem foi ao chão, recebendo a lâmina de Stella em sua garganta violentamente para até então, o corpo do homem não reagir, algo havia sido atingido em sua garganta que fez com que o corpo reanimado do homem parasse.


Veruska e George, golpeavam os computadores que mantinham a rede de transmissão do que estava ocorrendo naquela sala ademais os sistemas dos demais compartimentos do bunker, fazendo com que absolutamente todas as portas e comportas daquele lugar fossem abertas, o sistema de luz tornou-se vagamente precário até assumir um caráter de emergência e com isso, as maquinações que haviam no bunker, marcavam em uma tempetura, uma espécie de medidor ao qual forneciam energia aos demais maquinários e até mesmo combustível, como se fosse uma grande tela para controle de máquinas, causando um soar tipicamente militar e iniciando uma contagem perante o monitor.


((( AVISO - SISTEMA EM CONDIÇÕES PRECÁRIAS. DEIXE A INSTALAÇÃO IMEDIATAMENTE. SISTEMAS SOBRECARREGADOS, ALERTA, SISTEMAS SOBRECARREGADOS, DEIXEM A INSTALAÇÃO IMEDIATAMENTE )))


O aviso continuaria se repentindo em conformidade aos embates por Angelo, Victorius e Roxy em enfrentar as criaturas, que inesperadamente cessaram seus movimentos, como se estivessemr recebendo novas ordens cada vez mais. A situação se tornava tensa, eles deveriam deixar o recinto imediatamente. Daisuke havia atingido de maneira grave Mayuri, causando um imenso buraco em seu peito, fazendo com que uma espécie de líquido esverdeado acometesse parte de seu corpo, o homem praguejava e titubeava seus passos enquanto caminhara em direção a um pequeno compartimento, ainda que sobre a total demanda de ferimentos e acionava um pequeno botão, era uma espécie de compartimento que todos ali pareciam reconhecer bem, equiparadamente aos tubos que o levaram a insula, dessa vez, fora o momento de George se manifestar.



[ George ]- Vamos atrás dele, isso aqui vai explodir! Essa saída é o nosso ingresso para fora daqui!!


Gritou o homem enquanto todos pareceram se reunir perante o compartimento de tubulações, ao qual Mayuri fora o primeiro a pegá-lo, ainda que de maneira extremamente drástica e ferida em decorrência ao punho de Hoshi Daisuke. Todos ali deveriam adentrar o compartimento, um a um.


As tubulações levariam em poucos minutos em uma outra estrutura, uma ao qual, parecia uma espécie de prédio comercial. Todos ali surgiram em seu térreo e poderiam avistar Mayuri caminhando de maneira cambaleante em direção a porta principal do prédio. O que os demais jogadores quisessem fazer, lhes seriam permitido. Drásticamente, Mayuri atravessaria a porta do prédio, revelando ser uma rua dos U.S.A.


[ Mayuri ]- Seus...desgraçados...seus...malditos.como..como...argh..como puderam...vocês..são..malditos...devem...morrer.


No exato momento que Mayuri sairia do prédio terréo após transpassar uma pequena porta de vidro, chegando a rua, uma quantidade abrupta de policiais estariam a sua espera, graças ao contato antecipado de George. Mayuri ajoelharia-se em decorrência aos ferimentos, como seu corpo havia resistido ao golpe de Hoshi Daisuke era um mistério, entretanto, ele estava ali, ainda respirando com um imenso buraco em seu peito.


[ Policiais ]- Parado! Mãos para cima! Mayuri!




George aproximaria-se do mesmo de maneira lenta e em silêncio, observando-o de maneira atenta até por fim, manifestar-se.


[ George ]- Veruska...Daisuke...Stella...Angelo..Victorius..Roxy...eu...afirmo a morte deste homem...vocês estão de acordo?


George aguardaria a aprovação de todos os membros que outrora foram vítimas daquela terrível situação, se caso a execução fosse aprovada, todos os policiais ali disparariam sobre o corpo de Mayuri, caso fosse negativa, eles condicionariam-no a delegacia para demais questionamentos e posteriormente a prisão. Ficando a encargo dos players decidirem o destino de Mayuri.

O amanhecer era claro e agora o grande espetáculo macabro da Prison Blood havia chegado ao fim.


Saudações a todos os players. Gostaria de agradecer, do fundo do coração, os 6 meses que ficaram na Quest e por terem seguido ela até o fim. Agradeço em muito a participação e a fidelidade de todos vocês, entretanto, infelizmente a Quest Prisão de Sangue chegou ao fim, gostaria muito de agradecer a vocês por terem me ajudado a começar e a finalizar a história dessa Quest. Aqueles que quiserem se manifestar com postagens sobre esse último ato, fiquem a vontade, vocês decidiram o destino de Mayuri, Morte ou Vida, vocês escolhem!


Obs¹: Como Yusuke não me justificou nada sua ausência, me disse que iria postar e não o fez, fora dado como morto como citado.


OBRIGADO!
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MensagemAssunto: Re: | Quest | Prisão de Sangue ( Final )   12.02.15 13:44


15 dias depois.

Fazem exatos quinze dias que posso usufruir da minha liberdade, mas confesso que não sou mais a garota de antes. Não ando com tranquilidade pelas ruas e muitas vezes acordo no meio da noite suada e com o coração acelerado. Os últimos momentos naquela prisão foram aterradores e talvez inesquecíveis. Ainda vejo o rosto da doentia criatura me olhando de esguelha, pronta para me atacar, é horrível!

Quando saímos para liberdade tivemos que tomar uma decisão e não pestanejei em aprovar o extermínio daquele monstro. Saber que ele não existia no plano físico dava-me certo alívio, mas não tinha certeza se ele poderia ou não fazer-me mal no plano astral. Era perturbador. Assim que dei meu voto para matarem Mayuri me entreguei ao que me consumia, o cansaço.

Sentei no meio fio e fechei meus olhos apertados, não ia chorar, mas as lágrimas teimavam em inundar meus olhos.


Alguns segundos se passaram e me pus de pé. Olhei para cada um dos que me ajudaram ali, aproximei-me de Victorius e estendi minha mão para ele.

— Obrigada.

Repeti o gesto para com todos. Estivemos juntos num lugar horroroso e nãos ei se nos veríamos novamente, guardaria comigo a lembrança de cada um deles. Virei de costas e segui meu caminho.

— Pronto, acho que isto é o suficiente. Vou me recuperar, tenho certeza.

Falei em voz alta comigo mesma e fechei o caderno. Coloquei-o numa caixa e tranquei. Desci as escadas para o porão. Coloquei a caixa em uma estante. Subi as escadas novamente, apaguei a luz e respirei fundo. Uma nova vida me esperava e não seria nenhum fantasma de cientista louco que iria tirar meu sossego.
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