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 Quest — Uma noite Alucinante

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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Quest — Uma noite Alucinante   16.12.14 23:45




Paris

Paris é uma das mais famosas cidades do mundo. É um lugar mágico e romântico. Abriga em si o famoso Museu do Louvre. Os casais mais românticos estão em Paris e muitos deles fariam qualquer coisa para trazer um sorriso ao lábios de sua amada. Umas destas pessoas é Elói. Um rapaz de vinte e seis anos, mas que não faz jus a sua idade, pois sua mente é fantasiosa demais. Ele é apaixonado por Julie, uma das garotas mais bela de toda Paris, isto segundo nosso amigo Elói.

Elói é ajudante de uma empresa de transportes, mas a empresa transporta objetos de artes, antiguidades. A empresa é uma das responsáveis por carregamentos para o famoso Louvre. Elói nunca sabe o que carrega, nem imagina que na noite de hoje sua vida vai mudar.

Carga/ Descarga Louvre

Elói estava encolhido num canto do imenso depósito, apenas seus olhos eram visíveis. Olhava vez ou outra para a tela do celular, ansiava um retorno de Julie, mas ao que pareciaa garota estava mesmo aborrecida. Não demorou muito e a carregamento chegou. O caminhão deu a ré e adentrou o galpão. Rapidamente Elói começou seu trabalho. O motorista fez um aceno breve para Elói e ambos começaram a descarregar o mesmo. Não falavam, estava frio demais e queriam terminar logo. Com sorte conseguiriam estar em casa antes da meia noite.

Não eram muitas coisas e assim terminaram as vinte e duas e cinquenta e cinco, um recorde. O motorista solicita que Elói faça a limpeza do local enquanto ele fecha as notas com os receptores.

Isopor, plástico bolhas e ripas de madeira. O lugar estava salpicado destes materiais. Elói soltou o ar com preguiça e começou a limpeza. Tinha muita curiosidade em saber o que havia nas caixas. Ele era um rapaz metódico. Havia juntado vários montes de materiais e então veio com os sacos e começou a juntar. No total era cinco montes. Assim que chegou no último e pegou os materiais ouviu algo tilintando no chão. Buscou com o olhar e então viu um bracelete, feio, mas parecia ser de ouro branco.


Elói segurou o bracelete nas mãos e quando olhou para frente viu o motorista retornando. Será que faltou algo no carregamento? Porém, o motorista sorri esfregando as mãos.

— Tudo conferido, vamos indo.

Elói não sabe bem porque, mas leva consigo o bracelete, não é bonito, mas talvez Julie o aprecie. A palavra roubo passa por sua mente, mas então ele suspira e diz baixo.

— Achado não é roubado.


Clichy sous Bois


A comuna de Clichy sous Bois é situado na periferia de Paris, é ali que mora Julie e Elói. O lugar não e bonito e muitos anseiam mudar de lá, mas é preciso dinheiro.


Elói desce do ônibus quando o relógio bate 23horas e cinquenta minutos, aquilo era muita sorte. Olhou na direção o prédio de Julie, era tarde demais para chama-la, sua mãe poderia não aprovar a atitude, mesmo sendo a senhora condizente com a presença de Elói em sua casa. Devagar  rapaz se dirigiu para seu apartamento, morava sozinho. Fuçou a cozinha e foi fazer algo que lhe agradava muito, ler. Estava na metade de três livros diferentes, uma mania louca. Escolheu um dos três e começou a ler enquanto comia com voracidade um sanduiche frio.

“Então o ciclope, que tinha 5 metros de altura, virou-se furiosamente na direção da mulher. Seu único olho cintilou, seus dentes se arreganharam e ele urrou feito louco, ela não tinha escapatória..”


Sem que Elói notasse, a pedra do bracelete cintilou quando ouviu a voz do rapaz narrar o trecho do livro. Sem que ninguém do lugar notasse um brilho parecido com uma aurora boreal perpassou pela cidade.

Um vento diferente varreu a cidade de Paris e todo o seu arredor. Longe de onde estava Elói, precisamente a Praça Concórdia, algo inimaginável aconteceu.




Um ciclope de cinco metros de altura urrava e deferia seu tacape contra os vários transeuntes do lugar.


A fonte da praça foi destruída. Apesar de ser madrugada, o lugar estava bem movimentado. A fera olhava para todos os cantos e tentava agarrar as pessoas, muitos foram comidos ali mesmo.

A polícia foi acionada, mas estavam com medo. O ciclope começou acorrer, pois viu a bela mulher perto de um banco. Ela gritava e ele corria. Suas passadas causavam enorme destruição. Havia muita gente no local, era preciso que os policiais recebessem algum tipo de ajuda.


Última edição por Catarina Oshua em 17.12.14 0:00, editado 1 vez(es)
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   16.12.14 23:52


Sejam bem vindos jogadores, desejo que se divirtam com a quest.

Inicialmente solicito que todos descrevam oque faziam em Paris e como reagiram ao aparecimento do Ciclope. Os civis precisam ser resgatados.

Dúvidas ou qualquer outra coisa, gentileza exporem no chat.

Prazo de postagem para os jogadores: 27/12/2014

Prazo de postagem narrador:30/12/2014

Se atualizarem antes, atualização vem antes. Quem avisar que não poderá postar no prazo, continua na quest até dois atrasos terceiro, mesmo com aviso, é cortado.

Não irei viajar, logo honrarei o prazo estipulado.

Aguardo vocês na próxima atualização.
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Ioran
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   17.12.14 23:50

Localidade: Veneza


Lugarejo: Arreadores da Ponte della Libertá


Veneza, uma cidade e comuna italiana da região de Vêneto, província de Veneza ao nordeste da Itália, um belo local conhecido por sua história, canais museus e monumentos, desprendendo-se em pequenas e singelas insulas, não tão distantes uma das outras.  O principal núcleo da cidade é seu centro histórico sendo constituídos por um conjunto de ilhas no centro da localidade conhecida como lagoa de Veneza. Um belo e famoso lugarejo ao qual Ioran e Helena encaminharam-se para lá logo após os noticiários anunciarem uma série de eventos ocorrendo na Itália, um dos casos preferidos de Helena, algo de seu total interesse, desta forma, elencando com que Ioran a acompanhasse, desta vez, de forma bem menos discreta ao qual agia, não havia mais necessidade de utilizar-se de sua forma felina em tempo integral, muito menos, ocultar-se em ter longos diálogos com sua dona, afinal, desde os eventos que se sucederam a algum tempo atrás, Ioran havia sido de certo obrigado a assumir sua forma humana, colocando-se em uma situação ao qual o mesmo não esperaria encontrar-se, mas que, fora necessário.


Desde que a dupla havia retornado desde aqueles eventos, haviam se tornado mais próximos, antes, um felino que era utilizado como confidente aos segredos de Helena havia acabado por tornar-se seu parceiro e defensor em dado momento, ao menos, essa era a essência de Ioran e seu propósito era acompanhá-la para todo e qualquer lugar. Helena certamente haveria de ter continuado com seus objetivos, porém, porquê não juntar " trabalho" com um descanso merecido?


Helena e Ioran haviam de ter se instaurado por algumas semanas em Veneza, uma cidade relativamente calma, entretanto, segundo as fontes de Helena, ela sabia muito bem caçar pessoas e a astúcia da garota atraía em muito a atenção de Ioran, desde que ele havia sido adotado por ela, mantinha-se perto quase que  24 hrs por dia com a mesma, entretanto, algo que ele próprio não podia controlar era suas perambulações noturnas sendo quase que como um instinto.


A dupla havia se estabelecido em um hotel próximo a tão conhecida Ponte della Libertá, atando-se as pesquisas regionais do lugar, encontrando e por fim finalizando o que deveriam fazer ali, cumprir um objetivo que Helena fazia a muito tempo. Ioran adorava acompanhá-la em suas aventuras soturnas e sempre que podia, auxiliava a mesma, afinal, as coisas haviam se tornado tão mais fáceis depois que ela descobriu que ele poderia assumir a forma humana. Um agente de conduta delituosa eram os prediletos de Helena e certamente não esperariam quando encurralados que um mero felino se tornaria alguém que soubesse a arte do kenjutsu.


Localidade: Veneza


Lugarejo: Aeroporto Internacional Marco Polo


Ioran e Helena já haviam findado o que foram fazer em Veneza, porém, não juncionaram somente o trabalho a causa, a diversão também fazia total parte do pacote que ambos haviam contratado e finalmente, a hora de partir havia chegado, desta vez, as férias conjunta com o trabalho seriam estendidas para uma outra localidade, Paris, uma localidade de pessoas elegantes, enormemente famosa, este portanto, era o destino da dupla.


Ambos encaminharam-se ao aeroporto, a dupla encontrava-se com pouco dinheiro no momento de prosseguir viagem, a contragosto, Ioran fora obrigado a assumir sua forma felina e adentrar uma das caixas para animais de estimação, era isto ou então ficar preso em Veneza, arrumar um serviço fixo e então arrumar uma forma de sair daquele lugar, porém, aquela era a única opção no momento. A contragosto, Ioran fora direcionado juntamente com demais pacotes e animais de estimações ao depósito de carga do avião, enquanto Helena encaminhava-se ao embarque dos passageiros.


[ Ioran ]- Não se preocupe, ficarei bem, não estou muito acostumado a ficar em ambientes tão apertados mas, são apenas algumas horas não?



Horas mais Tarde


Ioran e Helena já haviam desembarcado e o felino parecia encontrar-se com um ligeiro mal humor, afinal, quando os animais de estimação costumam embarcar lhes dão um pequeno remédio em sua refeição, ao qual Ioran claramente rejeitou desta forma permanecendo desperto enquatno a viagem se prosseguia. A dupla havia seguido para um hotel próximo a Praça de la Concorde, situando-se em proximidade com a Avenida dos Campos Elísios, uma excelente localidade embora que presente na periferia de Paris.




A dupla havia se instaurado sem problemas em um hotel próximo a segunda maior praça da França, ao qual finalmente Ioran pôde assumir a forma humana após esgueirar-se em algum beco ao anoitecer sem problema algum, não hesitando portanto em espreguiçar-se considerávelmente antes de se aproximar uma vez mais de Helena, sua adorável dona. As palavras do jovem felino saíram quase que como um burguês, olhando de maneira admirada a periferia da cidade. Ioran estava a trajar roupas sociais negras, tentando variar a tipologia japonesa, entretanto, tentando ajustar-se gradativamente as novas vestes, não deixaria de retrucar.



[ Ioran ]- Ahhn Paris...já ouvi muito falar sobre. Uma localidade de pessoas elegantes e bem arrumadas, de doces perfumes que enebriam até mesmo os gostos mais refinados humanos...e a torre...ahhh a torre...gostaria muito de vê-la de perto, somente havia visto em cartazes e afins, mas primeiro, preciso consertar minha lâmina auxiliar...porquê ela tinha que quebrar. Não consigo me ajudar a essas roupas...são apertadas... Disse Ioran um tanto quanto decepcionado. Durante o período em que ele e Helena havia sido de fato tragados da verdadeira realidade ao qual pertenciam, em determinado evento sua lâmina havia se quebrado durante um embate que o felino havia participado, entretanto, das várias localidades que o felino certamente havia encontrado um ferreiro, por quê não juncionar então trabalho, férias e a necessidade de consertar sua lâmina? - Helena, pretende ficar quanto tempo por aqui? Não seria melhor talvez, pensarmos em nos estabelecermos em algum lugar de maneira fixa?  




Indagou Ioran enquanto permanecia  olhando de maneira fixa para Helena, seus orbes ligeiramente amarelos corriam pela face da garota de maneira rápida buscando o encontro do olhar da garota enquanto a dupla já adentrava o cômodo que haviam alugado naquele lugar. Pela manhã, certamente a dupla haveria de seguir até o ferreiro que havia um tanto quanto distante da localidade atual da dupla, entretanto, não havia problemas, eles certamente arrumariam algo para fazer durante este período.


Atualidade


Ioran permanecia em sua forma humana, debruçado sobre uma velha varanda de ferro de coloração cobre que havia, dando uma excelente visão a segunda maior praça da França, a visão realmente era perfeita e a quantidade de casais que permanecia ali era intensa, mesmo pelo horário que ali se degladiava, avançando pouco a pouco em uma penumbra soturna, se perfazendo com que Ioran balbuciasse algo para Helena. - Realmente, é tão belo quanto eu ja havia ouvido falar...quer dizer..não sobre a praça mas...no geral, é lindo. As luzes...o clima...novos ares...realmente é uma das línguas mais belas do mundo embora eu não entenda muito o sotaque...acho belo.



Dizia Ioran aparentemente maravilhado com as luzes, a decoração e os alguns casais que permaneciam passeando pela praça, despreocupados e enamorados, aquilo aos olhos de Ioran era verdadeiramente fascinante. O jovem felino esboçou um breve sorriso enquanto seus olhos corriam maravilhados pela praça, voltando-se por fim na direção de Helena. - Helena..vamos para lá? Disse Ioran em tom jocoso, olhando-a de maneira atenta enquanto um vento atípico pareceu percorrer aquele lugar, chegando até mesmo a esvoaçar os cabelos levemente castanhos de Ioran, fazendo-o arrepiar-se. - Acho que vai esfriar. Disse o felino enquanto simplesmente escutara um grande estardalhaço, não muito distante de onde estava, quando seus olhos viraram-se na direção da praça algo tão surreal quando ele estava ali presente, algo que parecia ter saído de um conto mitológico estava ao alcance da dupla. Ioran permaneceu atônito enquanto sua visão alçou um dos casais serem atingidos violentamente por uma espécie de tacape improvisado com uma grande pedra, atingindo violentamente uma construção, estavam mortos, outros tantos eram devorados abruptamente pelo gigante que agarrava as pessoas firmemente, devorando-as.


[ Ioran ]-He-He-Helena...? Um...ciclope. Disse Ioran gaguejando claramente enquanto parecia atônito com a presença da criatura, Ioran mantinha os olhos quase que pregados a silhueta enorme da criatura, a polícia parecia se reunir claramente na região mas pareciam hesitar, afinal, qual humano não hesitaria em deparar-se com uma criatura como aquela? O que poderiam fazer? Ioran suspirou de maneira pesada, o cenário ao qual havia aparentemente sonhado em conhecer estava sendo destruída por uma criatura odiosa, as pessoas estavam sendo ceifadas em uma velocidade absurda e se aquela criatura continuasse, sérios danos ainda mais agravantes ocorreriam. - Helena, aquilo está destruindo tudo...ele está matando as pessoas...


Ioran de certo parecia importar-se, entretanto, o resguarde daquelas pessoas não era sua prioridade e não seria, apenas Helena era sua prioridade, entretanto, se aquela destruição se propagasse, aquela criatura fácilmente poderia destruir o prédio ao qual estavam, quantas pessoas além daquelas poderiam ser ceifadas por uma criatura daquele porte? Inúmeras. Ioran suspirou uma nova vez, sua expressão não era das melhores e então, um tom de voz forte pareceu emanar do jovem felino. - Eu vou lá, não posso deixar uma criatura como essa chegar até aqui de forma nenhuma. Ai estava a individualidade do felino, Ioran não estava exatamente prezando pela vida das pessoas mas sim, prezando pelo resguarde do lugar em que estavam. O felino virou-se para observar uma vez mais Helena assentindo afirmativamente com sua fronte e então, aproximou-se uma segunda vez da varanda, em fração de segundos, Ioran tentou calcular a distância de onde estava para o solo, não era uma distância tão abrupta, ele poderia realmente agir rápido.


Ioran conhecia Helena a tempo o suficiente para saber que ela própria não deixaria ele ir sem acompanhá-lo e certamente, ela deveria realmente prezar pela vida das pessoas que estavam literalmente sendo massacradas por aquela imensa criatura. O jovem felino esboçou um breve sorriso, olhando de soslaio para sua dona enquanto estendia uma das mãos a mesma rapidamente. - Devemos ir...minha dona? Disse Ioran aguardando que Helena pegasse sua mão. Feito isto, Ioran a conduziria para a sua frente, de maneira pela qual, utilizaria sua mão livre para incliná-la e então pegar Helena em seu colo, inclinando-se e então pegando um certo impulso sob o parapeito de ferro da varanda, saltando em direção aos ruas ao redor da segunda praça.


Não demoraria mais que alguns instantes para que Ioran alcançasse o solo, conseguindo absorver o pouco de impacto que lhe seria causado, seria equiparadamente ao ditado " gatos sempre caem de pé". Cuidadosamente, Ioran posicionaria sua dona ao solo, olhando-a de forma determinada e atenta. - Estou indo. Disse o jovem felino enquanto parecia colocar-se a correr rapidamente em direção a criatura.




Para não chamar tanta atenção em meio aos policiais que estariam atentos a criatura, Ioran assumiria sua forma felina, esgueirando-se por debaixo de algumas viaturas policiais e furando fácilmente o tímido bloqueio que os mesmos haviam formado, desta forma, alcançando em pouco tempo a criatura, retomando desta forma, sua silhueta humana.  




Desta vez, suas roupas estavam completamente diferentes de antes, estavam branqueadas, compostas por um kimono de coloração branca, um haori lembrando levemente o período medieval edo e uma wakizashi atada em sua cintura por uma faixa avermelhada. Ioran visou aproximar-se em uma velocidade abrupta, superior ao limite humano, desta forma, porém, visando utilizar-se de sua lâmina para atingir um dos tendões da criatura, em seus pés, de maneira pelo qual, visasse fazer com que a criatura o notasse completamente antes de pegar a garota que parecia ser sua próxima e deliciosa vítima. - Já chega!!




Vociferou o felino enquanto olhava atentamente para a criatura que certamente haveria de estar em um estado violento, se assim tivesse, certamente a garota havia sido "salva" e haveria de então, se salvar. A polícia certamente parecia temerosa, entretanto, na visão de um singelo ser sobrenatural, Ioran virou-se com suas palavras em direção aos policiais que certamente haveriam de estar atentos a nova figura que havia aparecido. - Creio que não deve ser um alvo dificultoso para se acertar, não é mesmo policiais? Disse Ioran em tom sério porém claramente carregado com malícia e de certo, soberba.

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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   18.12.14 22:39


Veneza

A vida nos prega peças incríveis. Eu olhava muitas vezes para aquele homem esquio, educado e sedutor que me acompanhava para todo canto. Seus lábios se comprimiam em um sorriso discreto quando me recordava das peripécias do felino. Quantas vezes ele acabou com a colcha de hotéis e quantas vezes ele não foi meu confidente em noites que a solidão parecia querer me engolir, suspirei e continuei a caminhar a seu lado. O que me trouxe a Veneza, além dos vários estupros que estavam ocorrendo em certa parte da cidade, também estava ali para descansar. Levei ou talvez fui levada por Ioran a degustar a estadia em Veneza. Fizemos vários passeios, mas nenhum foi mais divertido que nas gondolas. Imagem um gato em corpo de homem demostrando pavor total pela água, confesso, me diverti muito. Ao fim do passeio retornarmos para o hotel, arrumei as malas e olhei para Ioran com um sorriso carinhoso.

— Certeza que ficará bem?

O homem gato apenas moveu a cabeça com toda a elegância natural dos gatos. Rumamos para o aeroporto. Antes de o levarem para longe de mim o peguei no colo e afundei meu nariz em seu pelo macio, dei um abraço leve e ouvi-o dizer que ficaria bem, mas eu sabia que não.

Paris

A viagem ocorreu calma, mas não consegui relaxar, preferia ter economizado para que ele pudesse
estar ali ao meu lado. Após o desembargue peguei uma gaiolinha com um gatinho preto nada feliz. Seu tom era mau humorado, oque lhe garantia uma beleza única. Peguei o no colo e o aconcheguei junto ao peito. Falei baixinho.

— Prometo que na próxima vamos estar juntos, ta bem?

Seguimos para o hotel e para nossa sorte a noite já havia chegado. Próxima ao hotel havia um beco. Ioran pulou do meu colo e um belo homem retornou para o meu lado. Sorri ao vê-lo e falei num sussurro.

— Adorei a roupa.

Porém, pelo que veio depois ele não apreciou nadinha a roupa. E me divertir ao encontrar seus olhos brilhantes, sorri novamente.

— Sim, Paris é tudo isto e muito mais. Aqui também já foi palco de assassinatos horríveis, estupros, mas deixa isto pra lá. Podemos ir a Torre amanha, sabe oque ela simboliza? Sabia que Paris é a cidade dos gatos?

Meus olhos franziram brevemente e apertei o lábio inferior ao ouvir a pergunta feita por ele.

— Morada fixa? Não gosta da minha alma cigana?

Falei já abrindo a porta do quarto. Olhei devagar o local, era aconchegante. A cama era perfeita, me joguei ali e espreguicei. Tirei a bota e caminhei na direção do banheiro.
Após o banho, comer, fiquei na sacada do hotel observando a bela visão de Paris. Ouvia Ioran verbalizar todo seu encantamento, mantive-me calada até receber um convite irrecusável, alisei o dorso de sua mão e falei baixo.

— Vou calçar as botas.

Neste intervalo algo intrigante aconteceu. Acelerei o calçar da bota e corri para onde estava Ioran, meus olhos não podiam crer naquilo. A voz falhando de Ioran exprimiu o que senti. Olhei-o assustada.

— Sim, um Ciclope, mas o que será que isto está fazendo aqui?

Mil coisas passaram por minha cabeça, mas tudo sumiu após ouvir o estrago que a coisa fazia. A bela fonte da praça foi reduzida a cacos. E se ficássemos ali acabaríamos por perecer. Boquiaberta vi a criatura engolir uma, duas, três pessoas. Senti um arrepio horrível e um fino suor cobriu meu rosto. Olhei para Ioran, estava espantada.

— Civis, tem muitos ali, temos que fazer alguma coisa!

Olho novamente para Ioran, procurava nele meu porto seguro e então percebo sua intenção, um certo deleite percorre meu corpo ao ouvir ele dizer “minha dona”, o encaro com firmeza e lhe estendo a mão. Surpreendo-me com sua destreza, mas mesmo assim agarro-me em seu corpo, afinal não sou uma gata. Assim que seus pés tocam o chão ele me solta e antes dele ir eu o puxo e o encaro nos olhos, afago seu rosto e falo baixo.

— Cuide-se, preciso de você.

Ioran vai pra cima da criatura e eu vou fazer o mais óbvio, começo a evacuara a área, os policiais pareciam assustados. Chego perto de um deles e pergunto de forma impetuosa.

— Você tem um megafone?

Minha ideia era chamara a atenção da criatura para o lado oposto de onde estavam as pessoas, estávamos em uma praça e as pessoas pareciam formigas sem rumo, aquilo era perigoso, muitas podiam morrer pisoteada pela horrenda criatura. Tentava não pensar no meu gato, será que ele ficaria bem?
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Nick Bartowski
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Idade : 22
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   19.12.14 14:14

Paris - França

Não era tão tarde quando a reunião acabou, o bunker foi fechado e todos os agentes puderem ir para casa. Eu não era daquele pais, me contentando com um hotel pago pelas despesas da agencia. Um dia cansativo de palestras e reuniões assegurando que nem uma catástrofe de longa escala aconteceria nos próximos anos. Na chegada do Hotel apenas me dirijo para o quarto, decimo terceiro andar, poderia ter subido em chamas mas preferi pegar o elevador. Passei o cartão no leitor e abre-se para um quarto não tao grande mas satisfatório, aproveitando pra ligar o aquecedor logo de cara e deitar para relaxar um pouco. Nunca teve tempo de conhecer bem Paris, Sadie que costumava vir de tempos em tempos comprar algumas coisas, e ir em alguns desfiles de moda que requeriam um ano inteiro de preparação emocional e financeira para comparecer, Zoey também ficava animada, apesar do risco de queimar a roupa das modelos eram bem alta. Isso fez Nick sorrir, acabou pegando o telefone pra saber como as coisas iam em casa. Foi uma longa hora de conversa, ainda pode dar boa noite para filha, se despediu da esposa. Levantando da cama, foi direto para a janela. Era a cidade das luzes, que lugar melhor para admirar a beleza noturna? ficando ali mais uns 15 minutos e pensando com seria ver tudo aquilo de muito mais alto. Foi desmaterializando o corpo em chamas e deixando que o vento o levasse para fora do quarto, quando finalmente reencontrou a noite, juntou todas as partículas de plasmas e acelerando como um jato, ganhando altitude, era frio lá em cima então fez o máximo para emanar calor. Fez uma ronda pela cidade, admirando as luzes da noite e a lua também, que estava mais bela que nunca, e com toda aquela calma um estrondo chamou sua atenção. Não eram tão longe e parecia causar muitos problemas, eram urros? Uma criatura não humana provavelmente, não teve tempo de pensar o que os agentes franceses achariam daquilo e foi logo em direção do som. Segundos depois se deparou com um Ciclope destruindo tudo em sua volta, atacando civis, cercado por uma barricada de policias e com um homem empunhando uma espada, seu campo de visão não abrigava mais ninguém, eram muitas pessoas apesar do horário. Aterrissei dentro do limite da barreira policial, levantei um dos braços e me certificando de que não haviam mais reféns no âmbito, levantando uma barreira de fogo ainda menor em volta da criatura de um único olho, não queria que ela fosse para cima de ninguém ou jogasse aquela coisa com uma precisão mortal. Ergueu sua outra mão e partículas negras começaram a se materializar formando uma lamina negra, uma espada, amaterasu, empunhada com uma unica mão e pronta para o serviço.
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   21.12.14 0:58

* FALAS
** PENSAMENTOS
*** TÍTULOS

PARIS A CIDADE LUZ!

MUSEU DO LOUVRE


Se me perguntassem há duas semanas se eu estaria viajando, no máximo eu diria que atravessaria a fronteira para o México e hoje cá estou eu olhando para essa bela mulher no quadro. Mosalisa! E aquele bando de idiotas achando que eu não sei apreciar a arte e boa vida! Pensando com meus parafusos aqui, sei que fiz um bom negócio em largar o bando do Sinistro.

DEIXANDO O MUSEU E CAMINHANDO PELAS RUAS PARISIENSES

Já perdi a conta de quantos clones antes de mim surgiram e morreram e para que? Para os servicinhos sujos de um cientista maluco? Os Carrascos se tornaram marionetes fáceis de reproduzir. Fiquei de saco cheio disso! Caminhando por estas ruas de Paris, pela primeira vez, sinto-me livre. Tá certo que achei que seria pego no Aeroporto. Estão tratando os turistas americanos na rédea curta desde os atentados próximos à Torre Eiffel. Mas convenhamos, posso ser tudo, menos terrorista! Pode não ser hoje. Pode não ser amanhã, mas sei que um dia meus antigos amigos, Carrascos, virão me caçar. Consegui tirar aquele maldito localizador implantado no meu pescoço antes do embarque, mas vai saber. Todo o cuidado é pouco.


- Hmmmm, pasado el olor de café en el tiempo. Ven a través de la calle y ... ¡Oh! Obvio! El Cafe Le Flore!

Atravesso a rua em direção ao Le Flore. Um típico café parisiense. A noite estava como deveria estar. Casais românticos, dondocas e seus poodles dando um rolê. E eu aqui curtindo os meus milhões e pedindo um café em Paris. O sobretudo e o trato no cabelo fizeram bem para o ego. Sento à mesa e aguardo o garçom chegar, o que não demora nem meio minuto. Tirei um pequeno livrinho de bolso: "expressões e dia-a-dia, inglês / francês!

- Senhor, por favor! Eu quero um...um... Como pronuncio um maldito café em francês? E esse pãozinho aqui em francês? Croassanto? É isso?

O camarada levou um sorrisinho meio sarcástico na cara o que me deu uma louca vontade de retalhar a fuça do infeliz. De sorte, ele falava inglês e prontamente trouxe o café e o “croassanto”!

- Guau! Todo esto por una barra de pan y ... bueno, gracias por el café.

LARGANDO FORA DO CAFÉ E INDO PARA A PRAÇA CONCÓRDIA

A caminhada não demorou muito. Paris não é uma cidade para se conhecer de carro. Não estamos no Brooklin. Cada rua, cada esquina possuía algo a mais. Chega de X-MENS na minha cola querendo arrancar a minha cabeça. Além do mais o fato de eu estar aqui é justamente desfrutar o lado bom da... (paro e olho para a esquina de acesso a praça). Espera um pouco. Que cheiro é esse?

- HOT DOG! Francia cuenta con Hot Dog!

Gritei meio alto quando vi um carrinho de Hot Dog de um velho senhor próximo à entrada de uma grande praça. Achei que ia ter que viver dessas frescuras francesas por mais tempo. Pedi para o tiozinho encher de molho. Ahhhhhhhhh, valeu cada centavo. Esparramei meu corpo num banco de praça enquanto devorava os dogs. Sim, “os”, pois foram 3! Liguei meu fone ao mp4 no mais alto volume. Show do Pantera tocando a toda. Mal percebi quando o chão começou a tremer ao meu redor. Dei de ombros. O que eu queria era comer meus dogs sossegadamente. O problema é que não deu para ignorar o braço ensanguentado que caiu nos meus pés, espirrando sangue no meu lanche. Quando olhei pra cima, só deu tempo de dizer:


- #@$%¨& q pariu, #@$%deu!

Dei uma cambalhota pra frente antes de um baita tacape destruir o banco. Um cara saído de um livro do Senhor dos Anéis surgiu do nada. Quando abriu a boca, eu consegui ver pedaços de gente lá dentro.

- Maldita Sea! No me di cuenta que el señor Sinister me encontraría tan rápido. Seguro que es obra de este lunático.

Começo a correr e o mostrengo vem logo atrás de mim. Será que foi pelos milhões que desviei do Sinistro para uma de minhas contas pessoais? Caramba, o cara não perdeu tempo em me caçar. Saltei arbustos e bancos até chegar ao meio da praça e o "Orc" continuava urrando, babando e me seguindo. Mais um golpe e o doido destrói a fonte na praça. Ao rodar o tacape lançava pessoas para todos os lados. Os que conseguia agarrar achava que era caviar e devorava sem dó. Noto que uma guria com traços orientais ajuda as pessoas a se esconderem. Os policiais chegam (na verdade estavam tão apavorados quanto os que eram devorados). Sangue e pedaços de gente para todos os lados. Se eu estava com medo? Já tive tantas vidas que nem sei o que é medo. Apenas queria manter meu corpo são e salvo daquilo. Tá, eu estava apavorado, mas a adrenalina era mais forte e impulsionava minhas pernas para frente. Felizmente a atenção do ser mitológico de voltava agora, para uma garota. Sua próxima refeição. Dei de ombros novamente e pensei em aproveitar o momento e dar o fora. Foi quando outro camarada nipônico passou por mim feito um ninja. Desembainhou uma espada e partiu para cima do monstro de mais de 5 metros!

- La chica japonesa y ahora este tipo? X-MENS? No voy a dejar de descubrir. Si X-MENS, y luego los Carrascos debe aparecer aquí y ...

Quando olho mais à frente o carrinho de Hot Dogs, onde eu havia conhecido o velhinho pouco antes estava detonado. Havia Hot Dog pra todo o lado. Escutei um gemido atrás de uma árvore, alguns metros à frente. Era o velhote. Os olhos arregalados. Um filete de sangue corria pela boca. Estava em choque. Parecia não perceber que sua barriga estava completamente aberta e suas vísceras à mostra. Uma dentada! O mostro deu uma dentada e arrancou o que queria e jogou o velho ali. Não sei se foi pelo velho naquele estado ou pela comida desperdiçada. O fato é que eu não poderia deixar aquilo passar. Se aqueles eram X-Mens dariam conta do recado, mas e se não fossem? Aquele bicho não iria parar até me encontrar. O velho morreu. Fecho os seus olhos. Tiro o meu, sobretudo e cubro o que sobrou do seu corpo eviscerado. Levanto e vou à direção do bicho feio, quando outro camarada com cara de samurai surge sei lá de onde e parte pra cima do Shrek. Não vi nenhum “X”. Talvez não fosse realmente os X-MENS. Estendo meus braços em forma de cruz. Um pequeno tornado emanado de mim ergue folhas e galhos ao meu redor até envolver a mim e ajudando-me a levitar. Mantenho distância, tanto dos camaradas que tentavam conter o monstrengo quanto das pessoas moribundas e sem membros que gritavam de agonia. Aquela coisa precisava de uma lição. Não sei se aqueles 2 dariam conta do grandão. Nem ao certo eu sabia de que lado eles estavam. Quando já estava a alguns metros do chão me aproximo rapidamente da criatura ficando à altura de seus olhos. A velocidade de meu tornado aumenta drasticamente para, em seguida, minhas estrelas ósseas extremamente afiadas serem disparadas na direção do olho do bicho!


- Está bien, idiota, vamos a ver si puede manejar un ataque directo a un ojo que todavía tiene disponible.

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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   21.12.14 16:24


Muitos civis foram mortos, parte de prédios foram destruídas e um pavor enorme tomou conta da cidade. Não demorou para que uma rede de tv local chegasse, as câmeras registravam o absurdo e o transmitia ao vivo para os moradores de Paris . Muitos arrumaram tempo para registrar imagens e estas começaram a rodar o mundo. Aquele era um grande acontecimento. Sirenes soavam ao longe e a mulher, que outrora gritava, olhou ao redor um tanto assustada. Onde ela estava? Seus trajes denotavam que ela não era dali. A feição era delicada e assustada. Estava vestida com um vestido de tecido fino. Os cabelos eram de um dourado reluzente e os olhos grandes num tom azul profundo. Ela viu a ação de Ioran, Nick e Maré. Parou e ficou observando, quem eram eles? O ciclope foi ferozmente atacado primeiramente por Ioran que defendia seus interesses, em segundo foi Nick que utilizou-se de fogo nos pés do ciclope e em terceiro Maré que projetou-se para cima da criatura e enviou estrelas ósseas ( seja lá o que isto for) no único olho da criatura. A ação conjunta dos três foi bem sucedida, mas não suficiente para parar a criatura. Em seu desespero por ter o olho atingido ele urrou e moveu o tacape de forma violenta. A arma balançava perigosamente por sobre a cabeça dos civis que ainda estavam ali e no meio destes estava Helena. A garota pediu um megafone ao policial, mas antes que pudesse fazer uso do mesmo o tacape passou muito perto dela, um homem que estava próximo de Helena assustou-se e empurrou a garota, fazendo com que caísse próximo de onde estava a mulher que outrora era perseguida pelo ciclope. Helena ralou parte do corpo. A mulher havia visto a ação e Helena em afastar os civis e então aproximou-se dela oferecendo ajuda. O ciclope continuava a rodar o tacape, estava com os olhos fechados. Ele se movia na direção da rua.

A mulher que ajudou Helena lhe sorriu, um sorriso iluminado e perguntou baixo. Estranho era ela falara língua local.

— Onde é este lugar? Quem é você e não conseguirão parar Hisduel, precisam da flecha dourada. Ele se cura muito rápido.

Aquela era uma informação nova e cabia a Helena entender do que a moça falava.
Com a movimentação do ciclope, Ioran afastou-se um pouco do local, mas foi suficiente para ouvir uma conversa estranha. Uma mulher vestida de negro falava através de um celular e o que ela dizia despertou o interesse do rapaz/gato.

— É uma situação completamente inusitada e fantástica. Junte os pontos, imbecil, se o bracelete não está no carregamento de hoje é porque alguém o levou. O bracelete de Sherazade é uma peça que aparentemente não atrai os olhares. Tente descobrir quem levou as peças para o Louvre.

A mulher desliga o celular e olha para o ciclope. Seus olhos brilham de prazer, faltava pouco para ter o poder do bracelete. O ciclope se dirigia para aruá e se ele alcançasse a mesma a destruição seria inenarrável, porém algo fantástico aconteceu, algo que ninguém saberia explicar.

Clichy sous Bois

Elói lia cada linha empolgado, mas aquela parte tinha que ser lida em voz alta, treinar sua narração para o serviço voluntário que fazia na praça aos domingos. O rapaz limpou a boca com as costas da mão, subiu no sofá. Segurou o livro em pé, rente ao rosto e leu de forma teatral:

“ Quando Hisduel, o ciclope, estava prestes a esmagar Suriel eis que surge Sarin. Ela arqueia as pernas e fecha um dos olhos, faz a mira e solta aquela que seria a salvação de Suriel. A flecha voa precisamente na direção do único olho de Hisduel. Em segundos o enorme ciclope é reduzido a um pó brilhante. Suriel estava salva.”

Elói sorri satisfeito e se quer nota o brilho que perpassou o bracelete. Seus olhos estão brilhantes de emoção e ele fecha o livro. Joga o corpo no sofá e suspira.

Praça Concórdia

O ciclope havia se curado e quando abriu os olhos procurando Suriel um brilho voou em sua direção acertando seu olho. A enorme criatura foi reduzida a pó brilhante. Um pouco deste pó caiu em Nick e Maré. Todos ficaram estupefatos com o acontecimento. O que aconteceu ali? Ao lado de Helena Suriel foi se tornando transparente até sumir e o mesmo aconteceu com a arqueira que acertou o ciclope. Restou apenas a destruição na praça. Ninguém tinha palavras para explicar o ocorrido.

Clichy sous Bois

Elói adormeceu por cerca de 2 horas no sofá, mas acordou com o coração acelerado. Ele tinha síndrome de pânico e por isto não dormia bem. Foi até a estante e pegou um dos livros que havia separado para ler. Deslizou o dedo pela capa, não tinha muita certeza se queria começar aquela leitura, mas o médico lhe disse para ler quando tivesse insônia. Nada melhor para dar sono que uma leitura entediante e completamente absurda. Pegou o livro e procurou no índice, eram vários contos de escritores desconhecidos. Gostou de um título e o leu sem pressa. Em certo ponto da leitura gostou de uma parte e como era costume leu-a em voz alta.

“ A névoa densa cobriu o lugar, a invasão começou. Milhares de esqueletos submergiam da água e absurdamente um navio flutuou sobre a cidade. A intenção dos piratas era a pilhagem e os moradores do lugar não teriam a mínima chance. O tilintar dos ossos e das espadas sinalizavam que aquela seria uma madrugada longa e [...]”

Elói põe o livro de lado com uma careta. Pega outro livro, mas este ele o lê silenciosamente até suas pálpebras pesarem. O relógio marcava 2:30 as manhã.


O rio Sena corta a cidade de Paris e sua importância para o lugar é inquestionável. Jamais alguém imaginou que veria algo daquele tipo. Era madrugada, mas as margens do rio é bem movimentada. Existem milhares de pontos interessantes para se conhecer, dentre eles a famosa Torre Eiffel. A névoa densa cobriu todo o rio e silhuetas cadavéricas começaram a subir para a rua.


Empunhavam espadas e olhavam com desejo para os objetos de valor. Quebravam vitrines e ameaçavam civis. Ioran, Helena, Maré e Nick estavam próximos e poderiam até dialogar entre si. Todos escutam quando os policiais recebem um chamado estranho. A voz no rádio era nítida.

— Atenção todas as viaturas, atenção. As proximidades do Sena estão sendo atacadas por esqueletos, sim esqueletos. Quem puder, se dirija para lá.

Os quatro podiam escolher se trabalhariam em equipe. Ioran podia dividir com os demais o que sabia. Enquanto os quatro decidiam o que fazer a mulher que Ioran viu passa por eles falando atentamente ao telefone. A voz da mulher é extremamente agressiva.

— Elói e Louis, ta e onde moram? Idiota, como assim não sabe onde moram? Preciso disto. Você ta cansado de saber que só faz o transporte de peças os registrados no Louvre. Idiota, procure já esta informação.

Ela desliga o celular e se vira na direção dos quatro.


Seu olhar recai em Maré e em seguida em Ioran. Ela se vira na direção da rua, estava indo pegar o carro.

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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   21.12.14 16:31


Olá, como estão? Espero que bem! Adorei as postagens. Nesta atualização vocês são livres para escolher, dei duas opções. Sejam claros em suas escolhas. Qualquer dúvida, reclamação é só escrever no chat.

Prazo de postagem para os jogadores: 28/122014

Prazo de postagem narrador:02/01/2015

Se atualizarem antes, atualização vem antes. Quem avisar que não poderá postar no prazo, continua na quest até dois atrasos terceiro, mesmo com aviso, é cortado. Coloquei a atualização mais para frente por causa das festas de fim de ano, mas se vocês atualizarem antes com certeza atualizo antes.

Não irei viajar, logo honrarei o prazo estipulado.

Aguardo vocês na próxima atualização.
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   21.12.14 19:44

Uma Noite Conturbada


A noite havia chego de maneira típica, as pessoas pareciam circundar despreocupadamente por entre as regiões da França, um país considerado por muitos como o mais elegante, e não haveria como não ter alçado a atenção de Ioran graças as palavras de sua dona, referindo a mesma com uma expressão bem conhecida, entretanto, desconhecida pelo bakeneko, A Cidade dos Gatos, Paris. Aquilo pareceu lhe atrair muito, entretanto, o que seria uma junção de férias e trabalho pareceu ter se tornado algo a mais para Ioran e Helena.


Um deles, motivados pelo interesse soberbo de resguardar a si e sua dona através do resguarde geral de uma edificação, Helena parecia preocupada claramente em salvar as pessoas ao redor do grande desastre, que não havia perdido nem um pouco sua eficácia. Uma criatura havia se materializado próximo a segunda maior praça da França, uma criatura de 5 metros, dotada de uma força monstruosa e um apetite voraz. Um habitante após o outro era consumido ou arremessado a grandes distâncias graças ao imenso tacape portado pela criatura, que o balançava despreocupadamente como se estivesse na redondeza de seus domínios, ceifando e alimentado-se de quantas vidas pudesse alcançar. A polícia havia chego e formado uma tímida barreira em volta porém, nada mais do que isso, " O que meros humanos poderiam fazer?', ao menos, esta era a concepção de Ioran ao qual muitos, se o entendessem poderiam questioná-lo sobre sua dona e fácilmente ele responderia " Não missture cartas falsas com uma copas", essa seria sua resposta, aqueles que fossem dotados de um mínimo de discernimento entenderiam as palavras do Gato Monstro.


A situação havia se tornado drástica, Ioran e Helena haviam sido os primeiros a agir. Habilmente, Ioran esgueirou-se por entre o pseudo-bloqueio policial que havia se formado, estavam acovardados demais perante a criatura mítica para notar um pequeno animal de estimação passar por eles como um vulto enegrecido, sendo claramente notado após mudar sua forma claramente, lançando-se perigosamente em direção ao Cíclope, visando utilizar-se de sua lâmina para romper um dos tendões das fortes pernas da criatura, mas que, infelizmente não surtira tanto efeito quanto Ioran ensejava, se perfazendo com que, assim que propagasse o corte na criatura, o rapaz de trajes japoneses fora obrigado a inclinar-se e saltar o mais rápido que pôde para trás, mas não antes de estreitar seus olhos claramente e notar que mais dois individuos haviam se juntado a causa, o primeiro, agindo de maneira claramente precavida, entretato, para si mesmo, visando erguer uma barreira em chamas em volta da criatura, mas não antes dos balanços perigosos do Cíclope acariciarem as chamas, passando em total proximidade de Ioran, que não hesitou em recuar após inclinar-se para trás violentamente, por pouco não perdendo seu equilibrio e indo de encontro ao solo.




[ Ioran ]- Uou... Ioran visou afastar-se o máximo possível, certamente seu ataque seguido de uma barreira de chamas não seria forte o suficiente para parar a criatura, mas eis que, alguém com um verdadeiro potencial havia se revelado. Ioran não o conhecia, mas, pela demonstração do individuo, um poder curioso dotava-o. O individuo havia se colocado a frente da criatura de maneira impetuosa e disparado algo que os olhos do transmorfo não fora capaz de identificar, entretanto, pelo urro da criatura, aquilo deveria ter feito um efeito bem interessante. - Audácioso...


Disse enquanto um ligeiro sorriso se propagava em sua face, mas não antes de algo alcançar sua audição.


— É uma situação completamente inusitada e fantástica. Junte os pontos, imbecil, se o bracelete não está no carregamento de hoje é porque alguém o levou. O bracelete de Sherazade é uma peça que aparentemente não atrai os olhares. Tente descobrir quem levou as peças para o Louvre.





Ioran escutara tais palavras que aguçaram em muito sua curiosidade, entretanto, ele próprio não deveria se dar ao luxo de se distrair por mais tempo, ainda que sua curiosidade houvesse sido aguçada pelas palavras de uma garota, talvez a distração pudesse significar claramente sua morte. " Em outro momento..", Ioran desviou seu olhar em direção onde estaria Helena, avistando a jovem no solo, teria sido ela atingida pelo tacape daquela criatura enquanto alvejada pelos três individuos, incluindo a si próprio? A criatura parecia ensejar agir de forma ainda mais agressiva, afinal, animais acuados são perigosos mas há quem diga que animais enraivecidos são ainda mais mortais. Ioran não pôde acreditar no que havia visto, sendo que, a distância ao qual estava da criatura e de Helena, não se perfazia com que Helena fosse avistada, se ainda estaria com vida ou algo do gênero e então, lançou-se em uma velocidade abrupta, alternando sua forma entre a de animal e a de humano para percorrer uma grande distância em pouco tempo, visando colocar-se entre a criatura e Helena rapidamente. Quando Ioran aproximou-se, seus olhos, outrora levemente dourados adquiriram uma tonalidade magenta com detalhes enegrecidos acompanhados de uma voz gutural, Ioran já encontrava-se na proximidade da criatura.




[ Ioran ]- Não ouse! Urrou o rapaz enquanto mantinha os olhos fixos na criatura.  Isto posto, Ioran visaria desferir um golpe no braço da criatura que, embora acuada pelo ferimento, parecia ter se recuperado, mas não a tempo o suficiente de algo distrair e chamar sua atenção, ainda que mediante a tanto perigo. Uma luz pareceu surgir e, cruzando os céus em uma velocidade abrupta, direcionou-se na orbe do Cíclope e então, a criatura se dissipou. Ioran permaneceu atônito por algum tempo, suspirando de maneira preocupada, mas não antes de encaminhar-se a Helena, ao qual, por sorte, ele havia se equivocado quanto ao julgamento realizado a sua dona, ela estava viva por sorte.- Helena, você está bem?  Ioran visou direcionar seu olhar para o local de onde acreditava ter vindo o brilho, novamente, apenas um pó parecia dissipar-se ao vento gradativamente, nem sequer vestígios da criatura ali haviam a não ser os corpos mutilados, pessoas apavoradas e policiais acovardados que agora pareciam voltar sua atenção ao grupo de "heróis" que haviam aparecido, entretanto, certamente estariam envoltos de indagações ao grupo.


[ Ioran ]- Helena, você está bem mesmo? Vamos sair daqui antes que possamos atrair ainda mais olhares curiosos. De fato, em exceção Helena, Ioran deveriam ter sido aquele que menos houvesse chamado atenção, seus olhos haviam voltado a coloração típica e o rapaz havia se acalmado, o que restariam a eles fazer?


Ioran ergueria uma das mãos subitamente, não que fosse verdadeiramente do tipo mais social possível, mas por necessidade, talvez os outros dois individuos que haviam se manifestado contra o Cíclope soubessem algo sobre o ocorrido e então, após erguer uma de suas mãos, Ioran visou os chamar com um breve aceno, caso se aproximassem, ele diria. - Boa Noite, me chamo Ioran, por acaso sabem o que aconteceu por aqui? Primeiramente, vamos sair daqui, logo mais curiosos irão aparecer para ver o ocorrido e, não sei quanto a vocês, não quero ser alvo de perguntas mundanas. As palavras de Ioran saíram um tanto quanto ásperas, mas não antes dele virar-se para Helena, esboçando uma expressão amigável. - Vamos indo..?


Certamente a idéia de Ioran era simples, evadir-se dos possíveis questionamentos policiais, ou, na ausência destes, dos questionamentos de curiosos.


Mais Tarde


Certamente, se houvesse união do grupo, ambos já estariam respectivamente apresentados e não haveria necessidade de ocultarem-se em meio as pessoas, certamente os policiais estariam ocupados demais solicitando reforços para cuidar dos cadáveres e do imenso patrimônio francês prejudicado, mas ainda assim, algo novamente chamou a atenção de Ioran, desta vez, uma frequência de radio atraiu sua atenção, provinda de uma das viaturas estacionadas nas redondezas do lugar.


— Atenção todas as viaturas, atenção. As proximidades do Sena estão sendo atacadas por esqueletos, sim esqueletos. Quem puder, se dirija para lá.



" Mas o que está acontecendo com esse País?" pensou Ioran enquanto uma voz antes escutada chegou a sua audição.


— Elói e Louis, ta e onde moram? Idiota, como assim não sabe onde moram? Preciso disto. Você ta cansado de saber que só faz o transporte de peças os registrados no Louvre. Idiota, procure já esta informação.


Ioran estreitou seus olhos considerávelmente em direção a charmosa mulher que gradativamente atraíra a atenção de Ioran, mas, aguçando sua curiosidade sobre o assunto que estava em discussão assim como a drástica fusão da realidade com surrealidade. -Me acompanhem. Disse Ioran enquanto súbitamente virou-se em direção a garota após a mesma passar pelo grupo, Ioran não arriscaria desembainhar sua lâmina para atrair ainda mais curiosos, mas não poupou esforços para adiantar seus passos, colocando-se a frente da garota de negro, encarando-a de maneira atenta com uma ligeira expressão curiosa. - O que é este Bracelete de Sherazade? Indagou Ioran enquanto lançava um olhar inicialmente ameaçador a mulher. - Escutei uma conversa desta mulher quando o Cíclope atingiu seu ápice, ela citou sobre um bracelete que parece ter ligação com esse holocausto, essa mulher sabe de alguma coisa.
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Nick Bartowski
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   23.12.14 16:22



As medidas defensivas não pareciam surtir efeito em um primeiro momento, mas outro ataque surgiu logo em seguida, o bastante para conter e deixar o monstro um pouco mais furioso, porem sem perspectiva de batalha. Não conseguiu ouvir os chamados, eram gritos e sirenes misturados a agonia, viu policias e médicos agirem em conjunto naquela bagunça, outro ataque do ciclope, a investida desesperada do mostro machucou mais alguns homens, ele saiu da barreira de chamas para buscar seu instrumento de batalha mas quando se ergueu novamente uma flecha encontrou seu olho machucado e o transformou em pó, Nick buscava uma investida certa mas acabou coberto de poeira. Foi em instantes que a noite voltou a ser calma e serena, os médicos conseguiram levar os feridos e os policiais acalmaram a multidão que se formou em volta do lugar para ver o ocorrido, os três que participaram da ofensiva se reuniram para buscar informação, Nick desviou do curso para falar com o chefe de policia ali perto, mostrou o distintivo de vingador e pediu o numero do policial para entrar em contato, caso fosse necessário. Enfim encontrou os outros, sua espada havia se desmaterializado em chamas logo depois do monstro se transformar em pó, puxou um cigarro do bolso e acendeu, acalmava seus nervos. Apenas ouviu, não falou nada.

Algumas horas mais tarde eles ainda estava reunidos, buscando respostas concretas para o que diabos fosse aquilo, já estava no terceiro cigarro da noite. Em meio a uma discussão sem muito sentido todos eles puderam ouvir um aviso no radio de policia, outro ataque mistico, aparentemente perto dali. Logo em seguida uma mulher falando algo no telefone, o garoto a seguiu e indagou sobre um tal bracelete, enquanto eles estavam ali talvez muitos civis estivessem em perigo, tudo que Nick pode pensar em dizer foi: - Tentem encontrar o que está causando isso, vou manter uma linha de defesa no Sena. - Assim, tomou distancia deles e partiu em direção ao ocorrido. Largando o cigarro e entrando em chamas instantaneamente.

Não demorou muito para chegar a margem do rio, um aglomerado de esqueletos empunhando espadas e um barco espectral já estavam no lugar, era macabro mas animador, essas coisas não aconteciam todo dia. Desceu de punho cerrado e acertou o chão criando uma onda de fogo em volta e afastando o maior aglomerado de esqueletos, então sua espada surgiu novamente e dali foi golpeando. Um esqueleto surgiu a direita mas a investida da lamina negra de Nick atravessou seu corpo, mesmo sendo de ossos não era tão difícil cortar, outro esqueleto veio de cima mas acabou sendo partido ao meio, avistou um terceiro investindo contra um policial desarmado, avançando em chamas pode chegar ao inimigo e desferir um golpe certeiro, desarmando, e o jogando longe, pediu para que o policial fosse desfazendo a barreira em volta da margem e tomasse distancia. - Vá atras dos outros e ponha toda a policia na investigação. - Disse, então voltou ao embate frenético, eram muitos que se dirigiam em sua direção. Sua mão em chamas ganhou um brilho solar e ao aponta-la pode disparar uma rajada de chamas quente o bastante para derreter todos os esqueletos a frente, inclusive a margem e água, vaporizada na hora. Em suas costas, criou outra barreira de Chamas, alta e solida, plasma concentrado, assim os esqueletos não se espalhariam pela cidade, mas ainda tinha o barco, ataca-lo seria sensato? sozinho não conseguira fazer as duas coisas então continuo decepando os inimigos de ossos.

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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   23.12.14 17:00


O que vi me deixou sem fôlego. Meu Ioran encarou a criatura com extrema bravura, nossa! Balancei a cabeça me focando e o policial me passa o megafone sem fazer perguntas. A ação de dois estranho me deixaram boquiaberta, mas na minha opinião o ataque de um deles trouxe mais caos. Não deu tempo de eu usar o megafone e por muito pouco me safei. O tacape da enorme criatura balançou perigosamente rente a mim e outras pessoas, no susto um senhor me empurrou, me desequilibrei e caí de mau jeito. Arranhei parte do braço e o rosto. Gemi baixinho e vi uma delicada mão me ser estendida, quando olhei era uma moça e nada dela parecia pertencer a Paris. Ela me faz uma pergunta e respondo, não antes de agradecer a ajuda.

— Obrigada. Você está em Paris. Qual o sue nome? Hisduel é o ciclope?

Antes que a garota pudesse responder minha pergunta algo brilhante cruzou os céus e acertou perfeitamente o olho do ciclope. Olhei pra garota e disse.

— Está flecha?

Porém as coisas estranhas não haviam parado, primeiro o ciclope vira pó brilhante e em segundo a garota some na minha frente. Fiquei chocada e então meus olhos cruzam com os de Ioran, ele se aproxima e me pergunta se estou bem. Será que ele estava ali a muito tempo? Balanço a cabeça afirmativamente, mas acho que eu estava surpresa demais. Ioran repete a pergunta e falo num tom baixo.

— Você viu isto? A garota que estava aqui? O ciclope, o pó brilhante? O que foi isto? Vamos sair daqui é o melhor mesmo que fazemos.

Enquanto nos dirigíamos para fora da praça os outros dois que também enfrentarem o ciclope juntaram-se a nós. Ioran os cumprimentou, me mantinha um pouco atrás dele, sentia-se me protegida. Após ele dizer oque tinha em mente fazer eu me adiantei e dei um sorriso para cada um deles.

— Olá, sou Helena. Enquanto eu estava lá. *apontei o lugar onde estive* uma moça falou o nome do ciclope, Hisduel e disse que ele só morreria com uma flecha dourada. Acho que o brilho que atravessou o céu foi a tal flecha e logo depois a moça sumiu. Não tenho a mínima ideia do que seja.

Ioran se vira para mim e seguro em sua mão começando a caminhar. Falo diretamente com ele.

— Isto é a coisa mais bizarra que já vi na vida, já viu algo deste tipo?

Porém Ioran pareceu olhar com muita intensidade para uma mulher que passou por nós falando ao telefone. Fechei a cara, não gostei disto.


Para completar ele se desvencilha de mim e vai até ela fazendo uma pergunta direta. Será que falavam da Sherazade das histórias? Reaproximei-me de Ioran e encarei a mulher, não gostei dela. Pensei também no que ouvimos sobre esqueletos no Sena. Permaneci perto de Ioran, iria onde ele fosse.



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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   27.12.14 23:31

* FALAS
** PENSAMENTOS
*** TÍTULOS


PARIS A CIDADE LUZ!
NA PRAÇA E NAS RUAS!

O pior de toda aquela confusão era um bando de malucos que ao invés de correr, acredite se quiser, estavam fazendo selfies nos escombros da praça. Somado a isso, sirenes, corre-corre e muita confusão transformavam o lugar numa versão parisiense do Iraque! A ação dos 2 estranhos juntamente com as minhas shurikens ósseas deram conta do recado. Deram? Só que não! O bicho pirou! Corria em direção da menina que, pelo visto, era amiga de um dos camaradas. A criatura era rápida e nos deixou para trás. Logo sairia da praça e levaria a destruição para a cidade. Foi quando algo bizarro aconteceu. Uma flecha surgiu do nada e atravessa o olho do monstrengo. Ele trava os movimentos e cambaleia, ora para a direita, ora para a esquerda. Eu aterrisso logo atrás do ciclope e preparava-me para envolvê-lo em meu vórtex – ou ser esmagado – enquanto o camarada que atacou o ciclope primeiro corre para perto da menina. Podia jurar que vi ele se transformar em um gato. De repente, do nada, a criatura vira pó de estrela!

- ¿Qué demonios está pasando aquí?

Todos olharam meio pasmos para tudo o que acontecera até o momento.  Muitas pessoas ainda tiravam fotos, agora, de nós. Achavam que éramos o responsável pelo sumiço do ciclope e por ter “salvado vidas”. Como coisa que fiz isso por elas. Cada uma viu! O rapaz acena e nos chama. Aproximei-me dos dois e fiz um sinal com a mão em sinal de um breve “olá”. Precisava saber quem eram.

- Boa Noite, me chamo Ioran, por acaso sabem o que aconteceu por aqui? Primeiramente, vamos sair daqui, logo mais curiosos irão aparecer para ver o ocorrido e, não sei quanto a vocês, não quero ser alvo de perguntas mundanas.

- Me llaman Maré Selvagem y oncordo con usted. Cuanto antes nos damos, mejor!

Enquanto conversamos, os policiais próximos a nós comentavam sobre algo mais maluco... The Walking Dead em Paris! Nosso recém colega, Nick decide ir até onde, aparentemente um bando de zumbis estava dando uma festa. O restante de nós, deixa o lugar para ruas mais reservadas. Pelo visto aqueles três não eram mutantes e muito menos X-Mens. Menos mal. Vim para Paris para ter sossego e não virar o centro das atenções. Logo depois, acompanhamos Ioran e seguimos a mulher misteriosa que parecia ter alguma relação com toda aquela doideira e passou por nós após a confusão! Ioran interroga a mulher. Ele ouvira a mesma pronunciar algo sobre um tal bracelete no meio da bagunça. De repente, na escuridão da noite, o barulho de lâminas batendo nas paredes dos edifícios e alguns rosnados chamam a minha atenção.

- Cualquier otra persona escuchó esto?

Parece que alguma coisa nos olhava no fim do beco!



- Espero que estoy viendo cosas!
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   31.12.14 10:12


Louvre

A curadora Francine olhava detalhadamente todo o carregamento entregue. Com delicadeza e extrema atenção conferia as obras para a montagem da exposição. Eram objetos simples e bem antigos, mas todos tinham um lavor inestimável. Dentre eles, o bracelete de Sherazade era o mais valioso e tinha que ser muito bem protegido. Não que a peça em si chamasse atenção. Era feito de prata e decorado com uma pedra verde, mas a lenda em torno do objeto lhe tornava mágico e a magia sempre encantava o público. Francine sabia que a lenda era verdadeira, pois já havia presenciado o poder do bracelete. Não era qualquer um que desencadeava o poder do bracelete, era preciso uma boa oratória somada a uma mente ricamente imaginativa. Alguém com os mesmos dons de Sherazade, a bela rainha que conseguiu salvar todas as mulheres contando histórias.

Francine conferia as 200 peças, deixou o bracelete por último. Virou-se para um dos auxiliares e perguntou num tom calmo e educado.

— A caixa de isolamento acústico, vocês conferiram? Está em perfeito funcionamento?

Um homem de terno, óculos amarelo e feição rígida responde com extrema educação.

— Sim senhorita Francine, testamos várias vezes, funciona perfeitamente.

A mulher sorrir e agradece, um dos seguranças resmunga baixinho.

— Cada loucura que se vê, isolamento acústico para um bracelete.

Francine olha o homem e não diz nada. Intimamente agradece a ignorância alheia. Com bastante cuidado ordena que a caixa onde está o bracelete seja aberta. Panos de algodão macio, palhas e protetores compunham a caixa. Joias reluzentes de todos tipos eram retiradas da caixa. Assim que tudo é retirado, Francine munida de uma lista começa a conferir item por item e ao final descobre que o bracelete não está lá. Não diz nada, pois não confia em ninguém ali. Discretamente afasta-se e pega o celular. Fala num sussurro, mas não percebe que o segurança “ignorante” aproximou-se para escutar o que ela falava.


— Mia, ele não está aqui!

A voz do outro lado fala calmamente.

— Não liguei antes, pois não tinha certeza. Sei que o bracelete não está ai, estou observando Leona a um bom tempo. Acredite, o bracelete não está com ela, mas está com alguém que tem o poder da oratória em grande escala e uma imaginação feroz. Um ciclope de cinco metros acabou de causar bastante confusão e mortes na Praça Concórdia. Quatro estranhos enfrentaram a fera, apesar dos pesares tudo acabou bem. Para nossa sorte quem está com o bracelete não sabe fazer os personagens permanecerem na nossa realidade. Três dos estranhos abordou Leona. Ligo em breve.

Mia desliga o celular e permanece a observar Ioran, Helena e Maré. Aproxima-se mais e consegue ouvir a indagação de Ioran. Imediatamente liga pra Francine e consegue a informação sobre Elói e Oliver. Elói residia em Clichy sous Bois e Oliver em Villepinte. Francine alerta Mina sobre um detalhe interessante, Oliver é gago. Assim a agente sabe exatamente para onde deve seguir.
Ioran, Helena e Maré
Ioran fora direto, Helena e Maré permaneciam em silêncio. Leona se vira tirando  o chapéu e cruza os braços em frente ao corpo. Assim podem notar que é uma bela mulher de revoltos cabelos negros. Ela olha Ioran de forma investigativa e responde, de forma nada delicada.


— E quem você pensa que é para me parar assim? Não tenho que lhe responder.

A mulher vira de costas e continua o trajeto até o seu mini cooper que estava estacionado do outro lado. Antes que Ioran, Helena e Maré pudessem pensar em ir atrás dela são abordados por Mina. A mulher tinha traços asiáticos, cabelos lisos e negros prendido num elegante rabo de cavalo. Usava um terno e seu olhar era sério.


— Senhores, meu nome é Mia. Vi a atuação dos três na praça e gostaria, muito, de contar coma colaboração de vocês na recuperação do mesmo. Se aceitarem, estarei a disposição para responder todas as perguntas. Sei onde o bracelete está e pretendo chegar lá antes de Leona. Aceitam?

Ioran, Maré e Helena deveriam decidir se acreditavam em Mia. Leona alcança o carro e ao adentrar o mesmo percebe a proximidade de Mia. O celular toca. As coordenadas do bracelete são repassadas e a mulher arranca com o carro em alta velocidade.
Helena, Ioran e maré poderiam fazer perguntas a Mia, mas tinham que agir rápido, pois o tempo estava contra eles.

Nick

O rapaz em chamas decide seguir para o Sena. Lá chegando depara-se com um cenário de filme de terror. Os arruaceiros não tinham noção de onde estavam, apenas sagueavam todas as lojas e pessoas. Alguns guardas decidem enfrentar as criaturas, mas são feridos. Nick usa seu poder de fogo e parte para cima destes usando todo seu poder. As criaturas não eram abatidas, desmontavam, mas rapidamente voltavam a forma inicial. Nick começou a notar algo estranho. As criaturas estavam ficando transparentes. Suas espadas já não feriam como antes e não conseguiam roubar como antes. O que estava acontecendo?

Residência Elói

Com um sobressalto Elói abre os olhos, sonhará com Ciclopes e esqueletos. Passa a mão pelos cabelos e respira fundo. O sono novamente lhe abandonou. As luzes verdes do relógio brilham em verde marcando 04:15. Suspira novamente pensa como pode ter dormido tão pouco. Anda até a cozinha e toma um copo de água. Retorna apara de frente a estante, passa o dedo pelos vários livros ali e decide ler algo mais consistente. Pega o livro mais famoso do mundo, abre em sua parte preferida e reler sua passagem preferida, mas faz isto em silêncio. Alguns minutos depois Elói abre a janela do apartamento situado no 4 andar. Olha o céu que não mostrava indício de amanhecer, ainda, pois o inverno fazia as noites durarem mais. Apoiado com os cotovelos no parapeito da janela leu em voz alta, mas não tão alta.

“13.Então estendeu Moisés sua vara sobre a terra do Egito, e o SENHOR trouxe sobre a terra um vento oriental todo aquele dia e toda aquela noite; e aconteceu que pela manhã o vento oriental trouxe os gafanhotos.
14.E vieram os gafanhotos sobre toda a terra do Egito, e assentaram-se sobre todos os termos do Egito; tão numerosos foram que, antes destes nunca houve tantos, nem depois deles haverá.

15.Porque cobriram a face de toda a terra, de modo que a terra se escureceu; e comeram toda a erva da terra, e todo o fruto das árvores, que deixara a saraiva; e não ficou verde algum nas árvores, nem na erva do campo, em toda a terra do Egito.”



Elói suspira e olha o céu novamente, sorri e fala em voz alta.

“ Os gafanhotos eram grandes, marrons e comiam tudo, não somente  a plantação mas as pessoas, os carros, as estruturas de prédios. Mergulharam a cidade de Paris numa nuvem marrom e mortal”

O rapaz passa as mãos pelos cabelos e fecha a janela. Guarda o livro sagrado e senta-se no sofá, fala consigo mesmo.

— Eu devia escrever isto, devia dar asas a minha imaginação. Um dia talvez eu tenha esta coragem.

Antes de voltar para a cama o rapaz escuta algo bater na janela, assusta-se. Ao aproximar-se da mesma percebe  que gafanhotos enormes marrons estão batendo contra a mesma. Suas mandíbulas tentavam cortar o vidro. Elói olhou aquilo assustado, mas o mesmo tempo maravilhado. Será que estava sonhando? Sem saber que aquilo não era fruto de sua imaginação o rapaz permaneceu maravilhado e imaginando, seus gafanhotos só não conseguiriam comer sua residência e a de Julie. O restante de Paris seria consumido pelos gafanhotos, como o Egito.



A nuvem de gafanhotos se espalhou pela cidade e eram violentos, comiam tudo que estava pela frente. Surgiam de todos os lugares. Pessoas, construções, carros, roupas, tudo virava pó com a passagem das nuvens de gafanhotos.

Leona sentia as criaturas baterem no carro e na segurança deste deu um grito e acelerou mais o carro. O bracelete faria maravilhas em suas mãos.

Caso Helena, Ioran e Maré aceitassem o convite de Mila, seguiriam coma mesma para a residência de Elói. Quem aceitasse teria um furgão blindado à disposição.

Nick nota os esqueletos se dissolverem, o navio some da cidade e a densa névoa se dissipa, apenas a névoa comum do Sena se mostra. Nick não se interessou em manter algum tipo de contato com os colegas, não tinha telefone de nenhum deles. Estava sozinho e não poderia ajudar na incursão a casa de Elói. Restava ao rapaz combater os gafanhotos e seu poder era bem útil neste caso.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   31.12.14 10:26


Olá, como estão? Espero que bem! Adorei as postagens. Qualquer dúvida, reclamação é só escrever no chat.

Prazo de postagem para os jogadores: 06/01/2015

Prazo de postagem narrador:09/01/2015

Se atualizarem antes, atualização vem antes.

Aguardo vocês na próxima atualização.
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   31.12.14 18:42



As investidas que em um primeiro momento pareciam surtir efeito foram perdendo velocidade, chegou a um momento em que eram demais para apenas girar a espada, aquelas caveiras se curavam de uma forma absurda. Errando um dos contra golpe pode notar que um deles, um das caveiras sem espada, veio por cima e o agarrou, foi quando milhares conseguiram investir e prender o vingador. Sua unica alternativa de sair foi explodir em chamas e voar, aquilo fez todos os inimigos afastarem, porem, segundos depois estariam em pé prontos para mais um round. Pelo menos a barreira surgiu efeito e os prendeu, teriam que se concentrar em lugar contra mim, apenas. Foi então que aquela multidão de esqueletos começou a voltar para a água, sumindo lentamente, como um espectro. O navio também, deu meia volta e flutuou pelo sena ate sumir. Novamente o problema foi resolvido antes de ter as respostas. Esperava que aqueles três pudessem encontrar a fonte de toda aquela loucura antes que Paris fosse pro saco.

Algumas horas se passaram, novamente uma equipe de policiais e agentes chegaram ao local perguntando do ocorrido e sobre novidades, era difícil e nem mesmo Nick tinha respostas, as equipes ainda procuravam a fonte do poder, não falou nada sobre os desconhecidos que o ajudaram mais cedo, talvez cita-los agora só iria atrapalhar a investigação deles.

Ainda estava longe de amanhecer mas o Vingador não estava cansado, as coisas pareciam ter acalmado. Só pareciam. Muito longe pode ouvir gritos, as cabeças do Sena foram todas direcionadas para o Sul. Um zumbido alto e agoniante aumentava a cada segundo. Novamente Nick foi para os céus avistar o que acontecia. - Você só pode ta de brincadeira comigo. - Seus olhos encaravam um enxame de gafanhotos famintos por matéria, comião tudo que vinha pela frente. TUDO. Pessoas, arvores, carros, concreto. Ali as pessoas não tinha pra onde correr pois as ruas eram estreitas, muitos tentaram com os carros mas foi tarde demais, as criaturas eram fortes e arrebentavam os vidros com facilidade. Nick não pensou duas vezes. Seu corpo foi tomado pelo plasma, sua carne deixou de existir e apenas a matéria quente surgiu. Disparou como um foguete para cima dos gafanhotos e aumentou sua temperatura ao máximo daquele estado, tinha outras habilidade mais fortes e destrutivas mas desintegrar a frança inteira não era uma opção. Quanto mais quente, mais difícil dos gafanhotos atravessarem seu corpo, então criou um tipo de capsula de fogo como barreira, dentro estava ele, coordenando as ondas de calor e fogo, fora os gafanhotos eram desintegrados graças a temperatura absurda, a esfera era como um sol, olhar muito tempo para ela era impossível para um olho humano. Mesmo no alto, a esfera emanava calor o suficiente para derreter prédios em volta e ate mesmo a parte do chão perto do sena, felizmente a maioria das pessoas já tinham corrido, a esfera foi ganhando proporções maiores ate nem um daqueles gafanhotos conseguir passar sem pelo menos pegar fogo, a demanda de energia era enorme, Nick Segurou tudo que tinha, não deixaria as coisas ficarem ainda piores.

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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   01.01.15 15:52


A mulher age com extrema estupidez, mas confesso que era uma bela mulher. Olho a mesma se afastar, sabia que Ioran não ia deixar isto barato, porém antes que ele pudesse ir atrás da mulher outra se aproxima. Não parecia ser francesa e seu tom era educado e formal. Olhei a por instantes e pisquei algumas vezes. Antes de dizer se iria ou não perguntei se o bracelete era o de Sherazade, do famoso livro “ As mil e uma noites”. A mulher disse que responderia, mas só depois de eu aceitar sua oferta. Olhei para Ioran e para Maré, mordi o lábio inferior e falei baixo.


— Devíamos ir com ela. Vejam, ela foi discreta, educada e aquela outra foi bem suspeita. Ioran, meu amor, vou com ela e espero que você também.

Quando a condução chegou meu queixo caiu, um furgão, blindado? Nossa! Entrei e esperei Ioran fazer o mesmo. Será que ele iria comigo?

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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   05.01.15 0:32

* FALAS
** PENSAMENTOS
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PARIS A CIDADE LUZ
EM UMA RUA QUALQUER


A princípio o que vi não passava de uma pessoa passando próximo ao beco. Menos mal. Acabamos de enfrentar um bicho do tamanho de um prédio de três andares. Não estava com cabeça para mais surpresas! A mulher estranha que nosso colega, Ioran, tenta obter alguma informação não está para conversa, mas algo diz que ela sabia mais sobre tudo o que aconteceu do que aparentava. Ela se vira e continua o seu trajeto pelas ruas. Estava com pressa. Quando Ioran ia lhe parar novamente, tanto ele quanto nós somos abordados por outra mulher.

— Senhores, meu nome é Mia. Vi a atuação dos três na praça e gostaria, muito, de contar com a colaboração de vocês na recuperação do mesmo. Se aceitarem, estarei à disposição para responder todas as perguntas. Sei onde o bracelete está e pretendo chegar lá antes de Leona. Aceitam?

- Mi Inglés no es muy bueno y mi francés es peor, pero me puedes entender, puede dar más información acerca de esta pulsera y por qué parece tan importante para tanta gente? – Indaguei a mulher enquanto tentávamos alcançar a tal Leona. Infelizmente ela consegue escapar.

- Está bien, Mia no lo es!? Voy a ir con usted. Creo que todos nosotros, pero primero tenemos que encontrar nuestro nuevo colega. Cuando, por todos los santos, es el hombre samurai vestida? ¿Cómo es su nombre? Mick? Chick? Nick?

Mia nada diz, mas dava a entender que sabia onde nosso amigo estava. Aceitei entrar no furgão que já nos aguardava. Decididamente aquilo tudo em nada tinha a ver com mutantes, Carrascos ou Sinistro. Era algo, digamos diferente. Acho que isso foi o que chamou mais minha atenção e por isso resolvi entrar no jogo. Quem sabe não conseguiria lucrar de alguma forma?
A garota, Helena, também aceita ir conosco. Sua ligação com o outro cara com espadas era mais que evidente. Isso seria ótimo em batalha...ou não! Sentei ao lado dela no Furgão. Aguardava Mia nos dar mais algum detalhe sobre o bracelete ou o que estava acontecendo ali. Enquanto isso puxei conversa com nossa colega.

- Por lo tanto, Helena. Está disfrutando de París? ¿Cómo chegaram aqui?

Algo me dizia que minhas férias na França foram por água abaixo!
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   11.01.15 20:40


Louvre

Francine olhou cada um dos presentes ali e soltou o ar pesadamente. Um ruído de radio vinha da antessala e prestou atenção nos dizeres. Era uma noticia que ares de fantasia e o que falam após era mais estranho, assustador e fatal. Francine pega novamente o telefone e liga para Mina já subindo para a saída. Assim que chega a o corredor de vidro que daria acesso a parte mais ampla do Louvre ouve o barulho de coisas batendo no enorme vidro. Aproxima-se e percebe que são gafanhotos, os gafanhotos relatados no noticiário do rádio. Decide seguir para o local, margem do Sena. Falaram que lá um herói tentava lidar com os gafanhotos. Dirigindo em grande velocidade ela chega ao Sena e vê o herói, não tinha como chegar perto, mas precisava falar com ele. Pega o extintor do carro e manda na direção deste, será que conseguiria chamar atenção dele?

Maré, Helena e Ioran aceitam acompanhar Mina. Os gafanhotos batiam forte contra o veículo e o motorista tinha dificuldade de tirar estes do para brisa. Helena estava ao lado de Maré e Ioran estava ao lado de Mila. Todos virados um para o outro. Mina olha para Helena e responde sua pergunta.

— Agradeço por terem me acompanhado, a curadora da exposição foi encontrar o outro rapaz que vi agi. Com sorte ele estará conosco. E sim Helena, o bracelete é de Sherazade a das histórias. É uma peça simples, mas que guarda em si um enorme poder. Todos estes eventos estranhos tem ligação com ele. O bracelete materializa o que é lido ao seu redor, mas não são todos que o dom de ativar o poder do bracelete. Tivemos o azar dele ser roubado por alguém que tem o potencial que ele exige. Temos que chegar lá antes de Leona, pois lhes garanto que o desejo dela é muito mais obscuro.


O carro seguia na máxima velocidade possível, os gafanhotos continuavam a comer tudo pela frente, ninguém sabia de onde vinham, mas eram bilhares e quantos mais eram mortos, mais surgiam. Muitos prédios começaram a ruir devido as danos em suas bases. O caos era completo na cidade luz.

Leona seguia bem a frente do furgão blindado e consequentemente alcançou o prédio de Elói antes do furgão. A bela mulher saiu do carro e olhou ao redor, mirou o andar e seguiu para lá. Os gafanhotos batiam com força em seu corpo e por isto ela correu. Antes dela entrar no prédio o furgão parou logo atrás e um outro carro, branco parou na outra extremidade. Os quatro saíram do furgão e no mesmo instante 5 homens fortemente armados também saíram e dispararam na direção de Helena, Maré, Ioran e Mina.



Os gafanhotos eram vorazes e Leona já alcançava a entrada do prédio. Mina olhou para os três e começou a atirar. Viu que Helena não tinha armas, retirou uma das suas Colt M1911 A1 do cós da saia e jogou pra garota. Falou olhando para todos.

— Aquela é Leona e ela não pode chegar ao bracelete, alguma ideia?

A mulher disparava na direção dos atiradores, mas os gafanhotos atrapalhavam e muito a ação destes.

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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   11.01.15 20:44


Olá, como estão? Espero que bem! Adorei as postagens.Nick decide se vai atender Francine. Ioran, infelizmente, não conseguiu postar, mas por ser um excelente jogador poderá fazer sua postagem até o prazo final. Agradeço a voc~es por estarem levandoa brincadeira adiante e espero que estejam se divertindo. Qualquer dúvida, reclamação é só escrever no chat.

Prazo de postagem para os jogadores: 21/01/2015

Prazo de postagem narrador:24/01/2015

Se atualizarem antes, atualização vem antes.

Aguardo vocês na próxima atualização.
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Nick Bartowski
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   12.01.15 2:58

Nick teve de aparar de emitir sua barreira de chamas, graças a seus esforços a quantidade de garfanhotos havia diminuído e muito naquela região, alguns ainda vivos migravam para longe, esperando não virar cinzas, a peste ainda estava a solta. Ofegante, foi descendo para a praça na frente do Sena, respirando fundo já que a quantidade de energia liberada tinha sido grande, quando a luz parou de ser emitida o contingente da peste diminuiu mas logo iria crescer novamente e não tinha energia sobrando pra segurar aquilo. Ate que deu de cara com uma moça que empunhava um extintor de incêndio.


- Hã, precisa de algo? - Disse, meio sem saber o que se passava, era meio cômica a cena. O zumbido da peste começou a ficar mais forte, eles estavam tomando a rota novamente. Então correu para junto da guria do extintor e a pegou no braço. - Desculpa mas você não pode ficar aqui, é perigoso de mais, se tem alguma coisa pra falar vai em frente. - Então Nick partiu em direção aos céus, alto o bastante para não ser incomodado pelos gafanhotos mas baixo o bastante para Francine respirar, foi tentando achar um ponto estratégico e não muito perigoso.
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   13.01.15 20:14


Estando dentro do furgão Maré senta-se a meu lado, olho para ele e dou um meio sorriso. Ele me pergunta como cheguei a Paris, acho a pergunta estranha e reprimo meu desejo de dar uma resposta mal educada.

— Eu e o Ioran resolvemos tirar umas férias. Mas agora fomos pegos por estas surpresas. Viemos de avião.

Respondi e voltei minha atenção para o que Mina explicava. A história era fascinante, mas ela não explicou com clareza e por isto fiz mais perguntas.

— O que exatamente é este dom? Como saber quem tem e quem não tem?

Estava muito curiosa, mas ao que parecia chegamos ao local do desembargue. E a recepção foi calorosa. Mina decidiu que minha hambô era inútil ali e então me jogou uma arma. Protegi-me no furgão e disparei na direção de Leona, virei para Maré e falei.


— Posso contar com sua ajuda para frear aquela mulher? Seu poder é bem útil aqui.

Esperava poder contar com a ajuda de Maré.

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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   21.01.15 14:09

* FALAS
** PENSAMENTOS
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INSETOS EM PARIS



Enquanto seguíamos viagem outro fato estranho nos chama a atenção. Gafanhotos. Um enchame deles e pareciam ser enormes. Uma grande nuvem tomou conta daquela parte da cidade. Era possível ver pessoas correndo e gritando desesperadas por todos os lugares que a van passava. Quebra-quebra e tiros. Alguns policiais atiravam a esmo em uma rua tentando se proteger. Vi um cara se atirar vidro a fora de uma delicatessen tentando fugir dos insetos. O pânico estava instaurado!
Assim que o carro parou nos deparamos com uma calorosa recepção de soldados, que mais pareciam mercenários. Tentávamos nos proteger enquanto se ouvia disparos. Ioran, nosso companheiro, nada dizia e nem parecia se importar com os tiros. Parecia muito seguro de si.
Helena pede a minha ajuda para deter nossa adversária. Segundo Mina o bracelete jamais poderia estar nas mãos de Leona.

"— Posso contar com sua ajuda para frear aquela mulher? Seu poder é bem útil aqui"

- Conte comigo chica!



Estendi os braços em forma de cruz e em seguida eles dançavam no ar! Criei um poderoso turbilhão de ar e o lancei até Leona. Minha intenção era desequilibrá-la, levantá-la do ar e jogá-la contra a mureta de um dos prédios próximos.


Se isso funcionasse, o próximo passo era desestabilizar os guardas, criando um turbilhão ao meu redor e enviando centenas de shurikens (estrelas pontiagudas de ossos) do meu corpo em suas direções!
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   21.01.15 18:00

De uma forma estranha a ação de Francine funcionou, pois Nick deu-lhe o que ela precisava, sua atenção. O rapaz era um tanto impulsivo e parecia agir para depois perguntar. Francine sentiu seu corpo deixar o chão e reprimiu um grito, mas falou rapidamente.

— Preciso que me leve naquela direção, lutar contra os gafanhotos é perda de tempo, eles não pararão de surgir, fazem parte de uma história contada por alguém que domina a oratória muito bem. Ajuda-me?

A garota estava assustada. Seus óculos estavam embaçados e ela tentava falar o mais alto que podia. Sabia exatamente oque estava acontecendo e se Nick atendesse seu pedido estaria junto com os outros, novamente, pois Francine apontou exatamente na direção do condomínio Clichy sous Bois.

Clichy sous Bois

Elói olhava fascinado o que acontecia lá fora e não ousou sair da frente da janela. Sua mente imagina coisas maravilhosas e românticas, suspirou, poderia torna-se o Aladin para Julie. Poderia leva-la a qualquer lugar do mundo voando num tapete mágico e mais poderia conceder a ela qualquer riqueza. Aquilo era fantástico. Ele só não sabia como é que fazia aquilo e se perguntou por que nunca tinha conseguido fazer aquilo antes.

Maré vermelha poderia ser, facilmente, definido como “exercito de um homem só”, pois o mesmo obteve sucesso e suas duas ações. O que Helena e Mina precisavam lhes foi dado e rapidamente Mina e Helena adentraram recepção do prédio, o apartamento de Elói ficava situado no quarto andar e  não tinha elevador. O corredor das escadas era estreito, mas se queriam chegar até lá antes de Leona tinham que ser rápidas.

Do lado de fora Leona se levanta com certa dificuldade. Olha na direção e Maré e caminha decidida na direção deste. Seus cabelos negros revoltos lhe davam um ar sensual e assustador.

— Foi você quem fez isto? Acha que pode me parar?

A mulher caminhava calmamente na direção de Maré. Se o mutante olhasse bem os olhos de Leona pareciam estar em brasa e sua aparência ia se alterando devagar. Sem aviso a mulher sacudiu a mão e uma espada reluziu nesta. Ela sorriu.


— Uma luta justa, se conseguir me vencer prometo poupar-te da morte.

Só então Maré conclui que os caras que atiraram neles não estavam com ela, pois um helicóptero pairou numa altura considerável do chão. Deste saltaram homens vestindo negro. Nem mesmo seus olhos eram visíveis. Seguiram rapidamente para entrada do prédio. Leona não estava brincando e sua espada era poderosa, inquebrável. Uma antiga relíquia das Minas do Rei Salomão. O que faria Maré? Lembrando que os gafanhotos continuavam a voar e desferir mordidas, só não incomodavam uma janela do quarto andar e outra de um prédio vizinho que ninguém via.

Elói não ouvia nada do que acontecia lá fora. Helena e Mina subiam rapidamente as escadas, mas outros homens vestidos de negro subiam atrás, elas estavam com vantagem, mas existia o agravante que  estavam bem armados e eram mais fortes e mais rápidos que as duas. Os corredores eram extensos e uma escada de 36 degraus separava um andar do outro. No final do corredor esquerdo estava o numero 406, este era o apartamento de Elói. Os homens começaram a atirar, faltava apenas um andar para chegarem ao andar de Elói, mas seriam páreo para o que estava por vir?
 







Última edição por Catarina Oshua em 21.01.15 20:04, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   21.01.15 18:08


Olá jogadores como estão? Desejo que estejam todos bem. Bom eu não vou direcionar o Ioran porque eu não sei e sinceramente não gosto de direcionar jogadores que saem da quest. Se ele tivesse abandonado sem avisar eu o mataria, porém não é este o caso. Assim sendo darei uma resposta sobre o que aconteceu ao personagem no fim da quest. Momentos decisivos e esta, provavelmente, será a última ação de vocês antes da conclusão.

Nick, fique a vontade para entrar em ação no Clichy sous Bois, pois todos precisam de você por lá. Helena e Maré podem agir conforme lhes parecer mais divertido. Qualquer dúvida, reclamação, crítica utilizem o chat. Até semana que vem.

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MensagemAssunto: Re: Quest — Uma noite Alucinante   23.01.15 22:27


A ação de Maré foi demais, nossa! Assim que ele abateu os soldados e tirou Leona do caminho corri para a entrada e Mina me acompanhou. Passamos pela recepção e infelizmente concluímos que não havia elevador, olhei Mina e perguntei.

— Em que andar? Quem estamos procurando?

Mina se dirige para as escadas e me diz já subindo as mesmas.

— Quarto andar.

Não perguntei mais nada e segui atrás dela para o quarto andar. Que corredor estreito e que tanto de degraus, meu Deus. Eu subia o mais rápido que dava e infelizmente percebemos que não estávamos sozinhas. Quando ouvi ruído de helicóptero perguntei a Mina.

— Pessoal seu?

A mulher não me responde, mas um tiro que por pouco não me fere no ombro respondeu. Isto foi um incentivo para eu galgar mais velozmente escada acima. Um indicador na parede me disse que nosso destino era o próximo andar, suspirei aliviada, mas porque alegria de pobre dura tão pouco?

Dois homens vestindo negro da cabeça aos pés apareceram na escada e dispararam novamente, não dava pra continuar. Virei pra frente e mirei em cada um


, mas não tinha como saber se acertei, não esperei e continuei a subir com mais velocidade ainda. Alcancei o andar juntamente com Mina e então perguntei suada e ofegante.

— Pra onde agora? Não sei se acertei os caras da escada.

Esperava Mina me dizer o que fazer e sentia-me tensa. Será que acertei alguém? Mantinha-me em posição de ataque esperando o comando de Mina.

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