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 QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA

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AutorMensagem
Catarina Oshua
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MensagemAssunto: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    16.10.14 21:07

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Basco Khassan
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    27.10.14 23:30

A SALA É ESCURA. NÃO SE CONSEGUE ENXERGAR UM PALMO À FRENTE DO NARIZ. PARECE SER ENORME E CADA UM OUVE AS VOZES DOS DEMAIS AO REDOR. PASSOS... INDAS E VINDAS... SUSSURROS E AO FUNDO PODIAM NOTAR OS SONS DE MECANISMOS ELETRÔNICOS.
A LUZ DA SALA É LIGADA. NA VERDADE UM GRANDE SALÃO RETANGULAR DE APROXIMADAMENTE 20 METROS DE COMPRIMENTO. UM A UM OS QUATRO ESTRANHOS VÃO RECONHECENDO AS VOZES AO REDOR DE SI MESMOS E SE APRESENTANDO, TENTANDO ENTENDER COMO OU PORQUE FORAM TRAZIDOS ATÉ AQUELE LUGAR.


  UM HOMEM COM UNIFORME MILITAR ADENTRA O RECINTO POR UMA PORTA NO FUNDO DA SALA SILENCIOSA. ELE OBSERVA A CADA UM, MAS NADA DIZ. O MILITAR FAZ UM SINAL PARA A PORTA, PARA QUE O ACOMPANHASSEM. A ÚNICA COISA QUE DIZ É:



- Tudo será explicado a vocês. Por favor, sigam-me.

O SEU SOTAQUE ERA DE UM FORTE PRONÚNCIA ISRAELENSE. ELE OS LEVA ATÉ O FINAL DE UM ESTREITO CORREDOR ONDE PODEM VER UMA GRANDE PORTA. O JOVEM ACIONA OS CONTROLES DE SENHA MANUAIS AO LADO DA PORTA QUE ABRE IMEDIATAMENTE REVELANDO O INTERIOR DO QUE SERIA UMA PEQUENA SALA DE CONTROLE COM UMA GRANDE ESCADARIA E UMA MESA REDONDA NO CENTRO.

OS QUATRO ESTRANHOS SÃO DIRECIONADOS A ENTRAR NO RECINTO. O MAIS ASSUSTADOR ERA QUE PARECIA NÃO HAVER QUAISQUER SINAL DE VIDA, TIRANDO O MILITAR E A MULHER QUE SURGE À FRENTE DOS QUATRO VISITANTES.





CARTER = - Boa noite a todos! Meu nome é Coronel Samantha Carter e sou responsável pela a operação que os trouxeram aqui. Bem vindos à Atlantis!

  SUBITAMENTE GIGANTESCAS JANELAS E ESCOTILHAS ABREM-SE NAS LATERAIS DA SALA E UMA GRANDE PORTA LEVADIÇA DESCE REVELANDO-SE UM PEQUENO ANGAR QUE MOSTRA, À VISÃO DE TODOS, PARA O MUNDO FORA DA SALA...UM OCEANO E UM CÉU TOTALMENTE LIMPO. UMA LEVE BRISA E O SOM DO OCEANO INVADEM A SALA..DECIDIDAMENTE NÃO ESTAVAM MAIS EM SEUS MUNDOS!


  O MILITAR PEGA QUATRO PASTAS NA MESA E ENTREGA AOS VISITANTES. ENQUANTO A CORONEL CARTER OS DEIXA A PAR DO QUE ACONTECE...


Última edição por Basco Khassan em 21.12.14 2:11, editado 4 vez(es)
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Basco Khassan
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    27.10.14 23:42



CARTER = - As pastas que o Tenente-coronel John Sheppard lhes está entregando contêm algumas informações mais detalhadas, mas darei um resumo sobre o porquê e como chegaram aqui.

  O governo americano tem conseguido grandes avanços na corrida cientifica pelas viagens intergalácticas, nas últimas décadas, graças ao Projeto Stargate um portal estelar encontrado no Egito nos anos 90 e capaz de atravessar galáxias. Através de um destes portais nossa equipe chegou à Galáxia de Andrômeda e a este planeta há 5 anos. A cidade foi construída há milhões de anos por uma civilização avançada que aparentemente queria povoar a galáxia: os Ancients. Cinco a dez milhões de anos atrás, devido a uma praga na Galáxia de Andrômeda, eles foram forçados a fugir para a Galáxia Pegasus, e aqui eles semearam vida em centenas de mundos, tal como haviam feito em Andrômeda. Depois de encontrar um inimigo poderoso conhecido como os Spectros e estar em guerra com eles por mais de cem anos, em última instância perderam, os Ancients foram forçados a submergir a sua mais evoluída cidade, no fundo do oceano. Fomos designados para explorá-la e catalogar novas espécies de vida. Descobrimos que este lugar, Atlantis, fora a base de construção dos milhares de Stargates espalhados pelo universo. Aqui conseguimos desenvolver um novo projeto e as viagens através dos portais se tornaram temporais. Passado, presente e futuro. Não existiam mais obstáculos para nós. Infelizmente obtivemos esta conquista em meio a um novo e terrível ataque dos Spectros.




  ...Chamamos este novo projeto de Nostradamus. Durante os últimos 5 anos formamos uma equipe secreta conhecida como Guardiões da História. O primeiro grupo era comandado pelo nosso cientista chefe que infelizmente tinha planos escusos para o projeto. Ele se aliou a alguns Spectros e rumaram para uma das versões da Terra.
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Basco Khassan
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    28.10.14 0:15

O TENENTE-CORONEL SHEPPARD TOMA A PALAVRA E CAMINHA ENTRE VOCÊS...



SHEPPARD = - Acreditamos que ele, ao voltar no tempo, esteja alterando os rumos da História. Este lugar está vazio. Nossos amigos foram sumindo da existência, um após o outro. Estranhamente nós ainda nos lembramos de cada um como um Dejavu..

Localizamos o rastro temporal dele e de mais alguns Spectros. Em uma tentativa desesperadora, enviamos nosso último grupo de
Guardiões da História para captura-lo, infelizmente todos foram apagados da História humana! Nosso último recurso aconteceu noite passada quando decidimos buscar em todas as linhas temporais que tínhamos acesso a quatro novos guardiões. Vocês foram praticamente arrancados de suas linhas temporais, pois não temos muito tempo. Temos razões para crer que os Spectros irão voltar para recolher as últimas informações sobre o Stargate e possivelmente invadir as mais variadas linhas temporais conhecidas... Inclusive as de vocês!

... – Encontramos algumas pistas do paradeiro do doutor. A trajetória vai em cima dos primeiros Cruzados e a Ordem da Cruz de Cristo, desencadeando nas Cruzadas seguintes à Jerusalém. Tentamos captura-lo, mas infelizmente, nosso cientista fugira com a Chave Mestra, uma das peças que tornava possível as viagens no inicio. Nosso temor é que o Dr. Rodney McKay possa alterar outros ramos da historia e isso acabe afetando os laços temporais de todos nós podendo nos apagar da existência também.

... A missão de vocês é encontrar o McKay e traze-lo de volta juntamente com a Chave Mestra. Membros dos Guardiões da História presos ao passado irão ajudá-los. Eles deixaram (ou deixarão), pistas de onde McKay estaria. Baseado nestas pistas traçamos uma rota pelo tempo!
O caminho de vocês é diretamente para a Portugal do dia 7 de Março de 1500. Em Lisboa estarão por sua conta e risco, mas não será difícil encontrar o Doutor. Ele sabe se sobressair na multidão!




CARTER = - Não podemos obriga-los a irem nesta jornada, pois não podemos garantir-lhes a volta sem a Chave Mestra. A decisão é de vocês. Se optarem em partir. Abriremos o Stargate e os enviaremos para seus respectivos espaço-tempos

SHEPPARD = - Samantha! Não podemos fazer isso depois de todo o trabalho que deu para localizar pessoas com as qualidades deles. Além do mais eles podem...

CARTER = - Não John! A escolha é deles e não iremos forçá-los a...



  O ALARME ECOA POR TODA A ATLANTIS. AS COMPORTAS FECHAM-SE AUTOMATICAMENTE AO MENOR SINAL DE PERIGO...E ESTAVAM CERTOS EM SE PRECAVER. OS SPECTROS SE APROXIMAVAM RAPIDAMENTE. ATRAVESSARAM A ATMOSFERA E AGORA RUMAVAM PARA A CIDADE!  ATACARIAM ATLANTIS NUMA CARTADA DECISIVA. UM ESCUDO PROTETOR FOI LEVANTADO, MAS NÃO RESISTIRIA POR MUITO MAIS TEMPO. A DECISÃO PRECISAVA SER TOMADA DE FORMA RÁPIDA ANTES QUE...




...AS PRIMEIRAS EXPLOSÕES!!!


Última edição por Basco14 em 28.10.14 9:13, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    28.10.14 0:25

OS FATOS ATÉ AQUI:

- De inicio descrevam onde estavam e o que faziam antes de serem teleportados e suas impressões iniciais do que ouviram até aqui;

- Se quiserem podem fazer perguntas a Carter e ao Sheppard;

- Apresente-se aos colegas e troquem ideias;

- Dúvidas e sugestões no nosso chat;



Prazo de postagem:

► Jogador: 03/11/2014 – Segunda

► Narrador: 04/11/2014 - Terça


Se postarem até o Domingo...segunda eu já continuo ok!

Hoshi Daisuke;
Asa Noturna;
Chamaleon;
Helena Mayer...


SEJAM MUITO BEM VINDOS!


Última edição por Basco14 em 28.10.14 23:35, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    28.10.14 19:08

Gotham City - Bludhaven
Sentado em uma gárgula na antiga catedral de Gotham,sentindo o vento em seu rosto durante a tarde esperando alguma coisa lhe acontecer pois havia tempo desde de que não patrulhava a cidade depois do acontecimento com o PiadistaDick avista um grupo de bandidos encurralando um casal bem na rua em frente a catedral,num rápido movimento o jovem se lança ao chão em uma acrobacia perfeita digna de replay e chegando ao chão atira seu gancho em um poste de luz aonde o usa para dar um impulso e com os dois pés ele acerta em cheio na cabeça um dos bandidos que ao receber a pancada já cai no chão desacordado,em seguida Dick puxa seus bastões e parte para o confronto com os demais bandidos,eles tentam cortá-lo mais sem sucesso num movimento rápido Dick desarma os demais bandidos usando uma bomba de fumaça e assim detona todos os que sobraram,ao dissipar da cortina de fumaça ele olha para o casal e sorri logo volta ao seu ponto de inicio,quando toca a ponta da gárgula,e assim voltou a ficar sentado sempre alerta já que Bruce estava em missão com a Liga da Justiça e o mesmo havia deixado Gotham sobre os cuidados dele e dos seus subordinados.Quando Dick estava prestes a volta para casa sente olha seus pés se desintegrando e então fala algo como se já estivesse imaginando o que estaria por vir a seguir.

- Ah Droga ! Lá vou eu de novo mais uma vez ser levado para outra realidade...

Ao terminar de dizer suas palavras ele num piscar de olhos se vê em uma sala aparentemente grande para aumentar ainda mais sua aflição ele ouve vozes de outras pessoas no local e então fica apenas as escutando enquanto espera algo acontecer,eis que então as luzes se acendem e um homem em um traje nunca visto por Dick se posiciona diante deles e então com poucas palavras fez com que todos o entendam,mais Dick exista um pouco em acompanhar aquelas pessoas junto com o homem misterioso,algo o preocupava depois de trinta segundos parado ele começa a seguir o homem,ao chegam em outra parte do local avista uma mulher que se apresenta a todos lá presentes.Depois de alguns minutos explicando o por que de serem chamados,o alarme do complexo toca o jovem rapidamente olha para a Coronel Samantha Carter e também para Sheppard e começa finalmente um diálogo com eles....

- Certo vou ajudar mais prometa manter o portal intácto até voltarmos.Estou pronto pra partir com os demais !

Assim Dick se aproxima do portal assim ele olha para os demais e fala de forma simples e calma pois o momento era de tensão já que estavam querendo invadir o complexo.

- Bom espero que voltemos com vida,eu conheço um pouco sobre a época em que vamos estar,vou me empenhar em manter todos a salvo,agora somos uma equipe e com o tempo iremos conseguir atingir o nosso objetivo....por agora vamos lá !


Última edição por Asa Noturna em 01.11.14 14:53, editado 1 vez(es)
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    30.10.14 18:38


Lugar: Beco
Hora: 03 da manhã
Cidade: Londres

O que uma garota como eu faz andando pelos becos escuros de Londres a uma hora destas? Simples, estou observando de perto um homem, mas não pense que é qualquer homem. É um homem malvado, cruel e covarde. Já tenho registros suficientes e hoje darei o golpe final. Não pense que estou completamente sozinha, tenho um fiel companheiro que está comigo em todas as viagens. Vantagem, a estadia dele é mais barata, desvantagem? Não é aceito em todo lugar. Confesso que não ligo de pagar mais caro para hospedar junto com ele, pois acho incrível a forma como ele me segue, ás vezes parece que até entende o que falo. Na penumbra apenas seus olhos aparecem, me da conforto. Às vezes posso jurar que ele desaprova minhas ações, mas sorrio e lhe faço um afago, ele se derrete. Quando o encontrei, juro que ele sorriu pra mim


e então não teve como não leva-lo para casa e torna-lo meu. Agora ele está aqui vigiando meus passos, ali bem de cima do muro.

Continuei a seguir o homem a uma distância segura. Ele se embrenhou em mais um dos milhares becos de Londres. A noite estava bem fria e Ioran ( meu gato) parecia um tanto incomodado.



O homem parou rente a um prédio e pareceu tirar chaves do bolso, era minha hora de atacar e quando peguei a hambo algo estranho aconteceu. O lugar onde eu estava ficou muito escuro e senti meu corpo ser puxado, comos e eu estivesse descendo pelo ralo. Que sensação esquisita.

Depois[..]

Os sons não me eram familiar e de onde vinha aquele ruído mecânico? Não reconheci nenhuma das vozes ali, mas reconheci o carinho do meu gato na minha canela, mesmo com as botas eu sentia o calor dele. Abaixei e o peguei no colo. Acariciei rente sua orelha o beijei no dorso e falei baixinho.

— Onde estamos Ioran? E porque você veio comigo? Fico feliz em saber que esta aqui, não vá se perder.

Coloquei o no chão no exato momento que as luzes foram acessas. Notei um rapaz de macacão preto com uma espécie de morcego azul no peito e um outro rapaz de cabelo azul. Sorri para os dois e neste instante noto a chegada de um homem. Ele apenas nos diz para acompanha-lo. Não que eu concordasse com isto, mas o segui. O que veio depois foi surpresa atrás de surpresa. Os dois se apresentaram e nos colocaram a par da história mais mirabolante que já havia ouvido na minha vida. Mantendo o semblante sério falei.

— Vocês me tiraram de casa, no meio de uma perseguição para salvar algo que nem tenho certeza se é verdade? Tudo bem que eu não estou em casa e que este lugar é fantástico, mas preciso de uma certeza antes de ir, pois....

Não terminei de falar, sons interromperam meu questionamento. Olhei para Carter e perguntei.

— O que está acontecendo? Isto é um ataque? Se for pode contar comigo e com Ioran, não vou a lugar nenhum sem meu gato. Nem mesmo quando me roubam de minha realidade.

Continuei a olhar séria para o teto.


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Ioran
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    31.10.14 23:40

Prólogo:




Lugar: Desconhecido


Hora: 19:00hrs


Cidade: Miami

Havia anoitecido a pouco, as pessoas pouco a pouco começavam a sair de seus serviços cotidianos, suas tarefas do dia-a-dia, eu sempre achei aquela situação toda rotineira terrível, sempre me perguntei, ao menos, depois que adquiri esta consciência o quão chato podia ser a rotina de um humano. Desde que minha dona morreu, eu passei por muitas dificuldades, embora eu mesmo gostasse muito dela, quando eu nasci, eu não compreendia e muito menos me importava em ficar em uma caixinha bem pequena de papelão, junto com meus irmãos, mas hoje eu entendo, estávamos esperando para ser adotados. Como humanos podiam ser cruéis dessa forma? Bem, não importa, isso foi a quase 26 anos atrás, 26 anos vivendo como um gato ignorante, ingênuo do quão cruel podia ser o mundo, mas não importava, de forma nenhuma, agora, eu estava sob os cuidados de uma humana, que sequer faz idéia da criatura que eu sou, ou me tornei.


Lembro-me de um dia, eu havia saído enquanto ela havia saído também para fazer alguma coisa, nunca ficamos num mesmo lugar muito tempo, algumas vezes eu a seguia e tantas outras ela saía sozinha, mas nunca a vi sequer com uma companhia humana. Enfim, ela havia saído e eu também, eu fui fazer algumas rondas, procurar alguma coisa pra comer, não que o que ela me desse fosse ruim, mas sempre um cheiro ou outro me atraía, e eu não podia deixar desperdiçar a oportunidade, mas o mais legal de ficar mudando de lugar, era que por mais que eu tivesse sido abandonado algumas vezes, ela não me abandonava, os personagens, eu e ela, nunca eram trocados, nunca eram acrescentados e acima de tudo, nunca nos deixávamos por muito tempo. Eu passei algum tempo entre os telhados dos casebres próximos, estávamos em uma casa de aluguel, era em uma fria temporada então, o valor a ser pago era bem baixo, ela sempre pagava tudo, até mais pela estadia de eu ser um animal de estimação...ahhh..se ela soubesse.


Não me demorei na rua e logo retornei para o casebre que ela havia alugado, eu me aproximei sorrateiramente até a janela trancada e bastou apenas dois miados e minha dona veio abrir a mesma pra mim, como de costume nas diversas casas para o qual mudávamos. Sabia que vários humanos se confindenciam com animais? Pois é, Helena Mayer é seu nome, minha dona, eu entrei e enquanto ela fechava a janela, não hesitei em correr e saltar para cima da cama dela, deitando sobre seu travesseiro. Como de costume, ela me retirou do mesmo, me acariciando e então, me colocando em seu colo enquanto apoiava as costas sobre a cabisseira de sua cama. Ela parecia triste, eu miei uma...duas..três vezes e a encarei profundamente, nós, gatos, temos uma maneira de olhar para nossos donos como se nós entendessemos eles, mas eu entendia, completamente. Ela me contou sobre o quão triste estava sobre o tipo de vida que levava, eu não entendi muito bem o que havia acontecido com ela no passado, mas no presente eu entendia o que ela fazia, ela se livrava de pessoas ruins, e eu sempre que podia a acompanhava, porém, naquela dia, ela estava mais triste do que o comum, e me contou o porquê.


Minha vontade, assim que soube do motivo, era falar, colocar as pequeninas cordas vocais que eu tinha para funcionar e conversar com ela, eu queria muito falar com ela, mas...e o choque que ela teria em descobrir que o gato dela...na verdade é um monstro? Eu queria contar para ela a verdade, mas ela parecia tão triste, eu queria conversar com ela, mas não podia falar a verdade ou sequer me comunicar. Miei algumas vezes, e ela pareceu me entender, de alguma forma ela me entendeu, apenas me dizendo " Não se preocupe, tudo vai melhorar, eu vou ser forte". Sabe, é normal alguém ficar triste algumas vezes, mas, quem sabe eu poderia ter dito a ela alguma coisa, eu apenas me contentei em repousar sobre seu colo enquanto ela me acariciava. Eu não podia falar a ela o que eu era naquela época, mas agora, a história era outra completamente diferente.


Atualidade


Lugar: Beco


Hora: 03 da manhã


Cidade: Londres

Havia anoitecido a algum tempo, os badalares dos relógios da cidade atingia sua marca das 03 da manhã, Helena estava vagando pelos becos escuros de Londres. Ioran, seu gato, não entendia bem o motivo, apesar de sua condição inumana, ele próprio não poderia questionar sua dona sobre o porquê de estar vagando pela periferia daquela cidade daquela forma. Algo que havia se tornado demasiadamente interessante na relação de ambos, era que, ela havia se acostumado com a idéia de um gato segui-la para tudo quanto é lugar, e isso não era problema para Ioran, que teimava em manter sua identidade sobrenatural em segredo, afinal, não saberia como sua dona reagiria naquela forma. Ioran sempre detestou as aventuras noturnas de Helena, de alguma forma, era como se um perigo terrível sempre pairasse sobre a cabeça de sua dona, a cada aventura noturna de Helena, Ioran temia seu segredo ser descoberto. Ela era uma mercenária, isso ele havia entendido, mas porquê aventurar-se nas penumbras soturnas de uma cidade sombria daquelas? Imediatamente, Ioran passou a segui-la, esgueirando-se rapidamente sobre os diversos telhados da cidade, deparando-se com uma facilidade notável em saltar para cima de um dos vários muros que pareciam circundar o lugar. Seus olhos refletiam consideravelmente a fraca luz do único poste que ali havia, se algo acontecesse, de perigo maior, ele certamente não deixaria sua dona morrer e seu segredo iria cair por terra.



" Helena...Helena...porquê não termina logo isso..tome cuidado..." pensou Ioran.


Imediatamente, o pequeno gato desceu sorrateiramente do muro e imediatamente cruzou em diagonal aquele beco, a extremidade do muro deteriorado pela chuva ácida causada pela poluição excessiva havia se findado, era momento de procurar outro. Ioran imediatamente saltou sem dificuldade para outro muro e continuou seguindo-a rapidamente pelo mesmo, não era cansativo. Após algum tempo, Ioran notou-a claramente retirar sua hambo que a muito era utilizada, aquela era a noite que ele a ajudaria de alguma forma, o homem era grande, certamente sua dona precisaria de ajuda dele, porém, ela não sabia disso. Ioran imediatamente descera pelo muro e avançou contra o homem, ou ao menos, era o que ele acreditou fazer, mas alguma sensação estranha pareceu acometer-lhe e então, algo aconteceu.


Algum tempo mais tarde

Ioran não se importava para o que havia acontecido, aliás, deveria? O gato havia transportado para algum lugar que desconhecia, mas por quantos lugares desconhecidos ele próprio já havia andado? Sua visão não foi prejudicada pela penumbra do grande salão em que estavam,  sua visão enxergava mais longe que qualquer humano que pudesse estar naquele lugar, Ioran podia escutar passos, mas inicialmente, apenas avistou sua dona, estava parada, parecia analisar o lugar. Sem demanda, o gato partiu em direção sua dona, roçando-se levemente em sua canela.




[ Ioran ]- Miau...


— Onde estamos Ioran? E porque você veio comigo? Fico feliz em saber que esta aqui, não vá se perder.


[ Ioran ]- Miau..Miau...


As luzes se acenderam gradativamente, preguiçosamente e então, após Helena segurar Ioran por algum tempo, o desceu de seus braços, o pequeno gatinho permaneceu ao lado de sua dona, escutando atentamente suas palavras. Ioran distanciou-se um pouco, parecia estudar o lugar como qualquer animal que estivesse analisando um novo lugar que estivesse, em passadas lentas e silenciosas, Ioran escutou gradativamente todas as palavras que foram propagadas naquele recinto, incluindo a de sua dona, se perfazendo com que Ioran virasse em direção a mesma, encarando-a atentamente. Helena poderia jurar que Ioran estaria negando repetidas vezes com a sua cabeça, porém, se ela olhasse uma segunda vez, Ioran estaria a encarando de forma atenta e silenciosa.




" A situação está cada vez mais complicada...não estamos em nossa dimensão, não estamos em nossas vidas...meu segredo..porquê isso tinha que acontecer nessa situação...porquê tinha que acontecer?" Ioran pensava enquanto parecia alternar entre olhar para os relatores e olhar para sua dona, será que eles sabiam o segredo dele? Para Ioran, pouco importava o quão crítico a situação estava, porém, importava-lhe seu segredo, será que Helena o aceitaria após saber o que ele definitivamente era? Isto, Ioran não saberia responder.  Inesperadamente, algo pareceu acontecer, algo abrupto, a espécie de base que pareciam estar, parecia estar sendo alvejada por múltiplos ataques, por múltiplas situações que Ioran não compreendia, era um mundo diferente do dele, com regras diferentes das dele, o que poderia fazer?  Imediatamente Ioran esgueirou-se pelo salão, direcionando-se a Helena.


[ Ioran ]- Miau..miau...shhhhh! - Ioran tentava mostrar-se arisco com a situação, era perigoso e ele já havia feito aquilo algumas vezes. Ioran deixou seu pelo se ouriçar e então, miou, eles precisavam sair de lá e talvez Helena acreditasse que quando um animal avisa sobre uma situação ser perigosa, ela era.
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    01.11.14 0:37

Local: Sorveteria, 14:00 da tarde.

Daisuke já estava a uma hora esperando seu milk shake sair, tinha mandado caprichar o máximo para ficar o milk shake mais gostoso do universo e quando ouviu o sininho tocar e aquele seu milk shake no balcão, seu olhos ao tocarem naquele copo.... Foi amor a primeira vista. Daisuke estava apaixonado e o mesmo se levantou, com os olhos começando a brilhar e o mesmo babar pelos cantos da boca e em seguida, começou a correr em direção ao milk shake, com o cenário ao seu redor ficando rosa e gritando.


A-A-A.... AMOOOOOOOOOR!

                               

E por um segundo, seus ouvidos conseguiram ouvir o milk shake respondendo "eis-me aqui, eu sou toda sua...Daisuke-kun..." e continuou correndo em sua direção, até então, tudo ficar escuro e o seu corpo ficar um pouco frio de repente. Estava tudo escuro e Daisuke não conseguia enxergar um palmo de mão a sua frente e logo virou o rosto para baixo, coçando a bochecha, meio vermelho.

Então você é tímida, né?.... Tudo bem... Irei aproveitar muito de você aqui, no escuro, meu amor..

Daisuke então ouviu outra voz e estranhou, abrindo os olhos ao máximo e coçando os cabelos, se perguntando onde estava e se estava ouvindo vozes, até que as luzes foram acesas e aí começou o maior pesadelo de Daisuke, ele não viu o seu milk shake e parecia ter sido teleportado por alguém em algum lugar e começou a gritar.

NÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAO! NÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAO! CADÊ MEU MILK SHAKEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE?! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA


                                                             

Gritou Daisuke e caiu no chão de joelhos, se lamentando pela perda de seu milk-shake, mas logo após se levantou e resolveu parar de drama, sua maior preocupação agora é onde estava. Então viu um homem pedindo para acompanhá-lo e não restou opções para Daisuke a não ser ir atrás dele e percebeu que não estava sozinho, aquilo parecia ser algum tipo de convocação e cumprimentou ambos que estavam ali junto com el e ao chegar no local onde o homem os guiara, observava e cruzou os braços, esperando eles terminarem de contar a história, Daisuke colocou seus braços ao normal e encarou eles.

Tudo bem, eu lhes ajudarei. Espero que eu não seja apagado da realidade. Darei meu máximo, dá para ver a preocupação em seus olhos. E sinto muito pelas pessoas na qual vocês perderam.


Disse Daisuke, até ouviu alguns barulhos de explosões e tremores e sua mão foi envolta de uma luz amarela que logo virou uma espada de lâmina curta e Daisuke olhava para os lados, tentando entender o que estava acontecendo e entrando em alerta para qualquer tipo de coisa e os sinais de alarme tocando preocupava Daisuke.

O... O que diabos?
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    02.11.14 19:39


OS GUARDIÕES DA HISTÓRIA – A CHAVE MESTRA

PARTE 2 – A DANÇA CIGANA



AS EXPLOSÕES SE INTENSIFICAM AO REDOR DE ATLANTIS. COMO A CORONEL CARTER IMAGINOU O ESCUDO NÃO DUROU MUITO TEMPO, VISTO QUE CONSUMIA GRANDE QUANTIDADE DE ENERGIA DA CIDADE E QUE ELA NÃO DISPUNHA. AS NAVES DOS SPECTROS INVADEM RAPIDAMENTE E DISPARAM SUAS ARMAS SEM PIEDADE EM PONTOS ESPECÍFICOS DE ATLANTIS PARA QUE APENAS O HANGAR DE POUSO E DECOLAGEM, A SALA DE COMANDO (ONDE TODOS ESTAVAM) E A CÂMARA DO STARGATE, QUE PERMITIA AS VIAGENS, ESTIVESSEM AINDA EM ATIVIDADE. AS VIS CRIATURAS ADENTRAM ATLANTIS COM PASSOS CERTOS DO QUE QUERIAM. CAPTURAR OS ÚLTIMOS DOIS HUMANOS QUE AINDA DETINHAM A LOCALIZAÇÃO DAS COORDENADAS PARA O PLANETA TERRA.

NA SALA DE COMANDO:

CARTER E SHEPPARD ACIONAM OS MODOS DE DEFESAS INTERNOS E, COMO OS NOVOS GUARDIÕES CONCORDARAM COM A AVENTURA QUE VIRIA, ELES OS GUIAM PARA A CÂMARA DO STARGATE ENQUANTO A CORONEL CARTER ACIONAVA O PAINEL E ABRIA O PORTAL, SHEPPARD DAVA AS ÚLTIMAS INSTRUÇÕES;


SHEPPARD: Quando chegarem a Lisboa devem tomar o cuidado necessário para não serem descobertos. Procurem por roupas da época e se misture à população. Provavelmente um dos Guardiões da História que foram na última expedição deve contatar vocês, pois sabiam que este era o procedimento. O Doutor McKay carrega a chave sempre com ele. Encontrem um e encontrarão o outro.

O PORTAL É ACIONADO. UMA LUZ TRANSLÚCIDA PASSA PELO PORTAL E, LOGO DEPOIS, SUA IMAGEM PARECE SER UM ESPELHO D’ÁGUA. TODOS SOBEM A RAMPA DE ACESSO QUANDO OUVEM O SOM DE EXPLOSÕES AINDA MAIS PRÓXIMAS DA PORTA.



CARTER: E mais uma coisa. Aja o que houver procurem ter o mínimo de contato possível com as autoridades locais e jamais mencionem quem são ou de onde são. Informações do futuro podem ter consequências drásticas no espaço tempo! Agora vão!
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    02.11.14 19:44

UM A UM OS GUARDIÕES DA HISTÓRIA VÃO ATRAVESSANDO O PORTAL LEVAVAM CONSIGO, ALÉM DE SUAS PASTAS, APENAS A CORAGEM E O TEMOR DO QUE IRIAM ENCONTRAM EM PLENO SÉCULO XVI. A PARTIR DE AGORA ESTARIAM POR CONTA PRÓPRIA E DEVERIAM SER RÁPIDOS E SILENCIOSOS.




APESAR DE A VIAGEM DURAR ALGUNS SEGUNDOS, AQUILO PARECEU HORAS. A CHEGADA FOI HORRÍVEL ATÉ MESMO PARA OS MAIS EXPERIENTES VIAJANTES INTERDIMENSIONAIS. NÁUSEAS, DORES PELO CORPO E UMA SENSAÇÃO DE TER SIDO VIRADO PELO AVESSO FORAM OS MAIS COMUNS. OS QUATRO SURGEM NO MEIO DA MATA. UMA TRILHA OS LEVA ATÉ UM PEQUENO ACAMPAMENTO CIGANO ONDE TRÊS BELAS JOVENS DANÇAVAM ENTRETENDO A TODOS.
SUBITAMENTE O INESPERADO...
.


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Basco Khassan
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    02.11.14 20:04

ASA NOTURNA: É arrancado de perto dos amigos e preso em meio aos resistentes galhos das árvores grotescas e mortais ao redor. Elevado à copa das mesas, era preso pelas pernas e braços!




DAISUKE: Faz menção em ajudar o Asa Noturna, porém, é sugado pela terra que abre uma imensa cratera e o draga para a escuridão. No subsolo em meio a terra que teimava a adentrar suas narinas e boca, uma estranha figura afasta a terra abrindo um círculo ao redor de Daisuke que pode voltar a respirar, mas agora era erguido do chão pelo pescoço pelo estranho ser.




HELENA: Sente um cheiro insuportável de carne podre ao redor de si. Do meio da mata a jovem é cercada por 4 vis e agourentas criaturas... eles querem devorá-la!




IORAN: Fica próximo a Helena, porém, não sente nada ou vê nada do que ela está passando. Sua atenção se volta para a mulher que se destacou na dança cigana minutos antes. Ela era algo mais entre os demais e agora, num piscar de olhos, estava ali, na sua frente.





... Você é bem mais do que aparenta...Ioran!




A JORNADA COMEÇA...
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    03.11.14 16:58

Ao ser lançado no portal Dick sente sua cabeça doer um pouco,e quando finalmente termina de sair pelo portal rapidamente é pego por galhos de arvores estranhas que o prendiam cada vez mais,já suspenso pelas arvores o jovem começa a pensar em uma alternativa para se livrar do incômodo,estava totalmente imóvel então resolve usar um recurso que ele mesmo havia ganhado de Bruce antes de ir para a Catedral de Gotham,eis que então Dick fala com seu sinto que se ativa por comando de voz e assim ele ainda suspirando devido ao esforço feito para tentar sair diz o comando para seu cinto.

- Ativar comando por voz do cinto ! Asa Noturna 1556,soltar quatro projeteis de granada congelante agora !

Assim quatro granadas explodem em cada ponto aonde o herói era preso e assim congela as partes,num rápido movimento Dick se solta e cai no chão aonde lança rapidamente vários bat-rangues com explosivos em todas as arvores ao seu redor causando uma chama enorme,usando isso como distração ele corre para aonde viu o um de seus colegas e assim sente um cheiro de carne podre e assim vai se aproximando bem devagar quando encontra Helena rodeada por quatro monstros horrendos,sem pensar duas vezes puxa seus bastões e se prepara para pular em um deles.
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    07.11.14 8:32

O tempo parecia ser nosso inimigo, mas o que me incomodava era a reação do meu gatinho. Porque ele estava daquele jeito? Sei a resposta, afinal todas as vezes que me meti em confusões onde a morte quase me beijou ele reagiu daquela forma. Abaixei novamente e o peguei, aconcheguei-o no peito e o segurei na direção dos meus olhos. Rocei o nariz em seu nariz e falei baixinho.

— Meu companheiro fiel, tudo vai acabar bem, lhe garanto. Em breve estaremos de volta a nossa realidade. Não posso negar ajuda, você entende?

Mantive-o aconchegado a mim, não sabia o que nos aguardava do outro lado, mas a presença dele me dava confiança.




A viagem foi longa e a pior de toda a minha vida. Tudo bem, não estava habituada a usar portais dimensionais e sinceramente espero não usar nunca mais. Não consegui segurar o enjoo e me virei para colocar para fora o que me incomodava. Sorte que não havia comido, mas o gosto amargo que ficou na boca não foi nada bom. Enfiei a mão no bolso e peguei uma bala de menta. Olhei ao redor e encarei Ioran brevemente.

— Vamos seguir em frente, arrumar roupas e, se possível, nos manter unidos.

Um som no final da trilha chamou minha atenção, mas o odor me deixou mais nauseada. Olhei para os colegas de equipe e abaixei acariciando o pelo de Ioran com o dedo.

— Você está sentindo este odor? Que horror. Vamos sair daqui.

Mas não deu tempo de executar minha ideia, quando voltei aposição ereta me vi cercada por criaturas horrendas e fedorentas. Pela expressão, eles não queriam ser meus amigos. Ioran não teve reação nenhuma, por quê? Peguei a hambo e apertei o botão. A lâmina se mostrou. Saltei para trás movendo a hambo como se fosse uma tocha. Ouvi uma explosão distante, o que seria? Continuei a tentar afastar as criaturas e falei alto olhando para uma das criaturas.





— Quer me comer? Vai ter que lutar bastante, não sou petisco de monstro e se fizer alguma coisa com meu gato, acabo com vocês.

Obviamente eu não era páreo para aquelas coisas, não tinha nenhum poder que me fizesse ficar acima destes. Tinha armas, mas algo me dizia que elas eram ineficientes ali. Continuei a me afastar das criaturas. E pensei comigo

“Não chamar atenção? Aff ¬¬”


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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    08.11.14 0:07

Convocados de uma maneira involuntária para tratarem de um destino que poderiam ou não afetar a condição das múltiplas realidades que ali poderiam se chocar-se, realmente, sob a visão de um pequeno animal de estimação, cujo segredo permanecia trancafiado a sete chaves para que pudesse ficar perto de uma única pessoa, uma humana e seu nome era Helena. Convocados de uma forma abrupta, retirados de sua realidade sem sequer serem contatados anteriormente, sem sequer serem avisados, arrancados a força para uma realidade que a muito parecia a frente de seu tempo, ou ao menos, era o que parecia ser. Como de costume, quando a penumbra encobria as regiões, seres sobrenaturais se faziam presentes, desvencilhando-se de seus covis, propagando-se entre as cidades, regiões remotas ou mesmo, bem abaixo dos narizes de autoridades, entretanto, uma única criatura, preferia manter-se no anonimato, visando agir  sob o anonimato como um comum bichinho de estimação. Este era, Ioran.


Os Guardiões da História - A Chave Mestra - Parte 2 - A Dança da Cigana


Alguma espécie de cúpula parecia ter se formado ao redor daquela grande cidadela ao qual os integrantes raptados pareciam evocados naquela região, os sons abruptos das naves rompendo ao qual parecia ser aos olhos de Ioran, uma espécie de escudo era algo que ele não poderia sequer ignorar, não havia o porquê de tal feito, muito menos, na situação em que o grande grupo estava. O tempo parecia ser ser inimigo daquele grupo, os pelos de Ioran se ouriçaram gradativamente enquanto o próprio gatinho virou-se para sua dona, tentando indicar que aquela situação era em muito, muito perigosa. - Miau..Miau! Antes que pudesse miar uma vez mais, Ioran sentiu seu corpo ser alçado por sua dona, sendo pego no colo pela mesma, notando sua súbita aproximação, naquele momento, Helena sequer poderia desconfiar, mas se caso, Ioran estivesse na forma humana, certamente sua pele iria corar. Sentindo o nariz de sua dona roçar com seu focinho, Ioran adiantou-se, esticando-se e então, visando lamber a ponta do nariz de sua dona, logo depois, miando. - Miau.

 


Seu devaneio momentaneo com Helena não durou muito, novos estardalhaços pareciam ocorrer sobre toda a cidadela de Atlantis, atraindo consideravelmente a atenção de Ioran, que virou-se abruptamente após uma de suas orelhas mover-se na direção do grande ruído, porém, logo direcionando seu olhar em direção a Helena. " Em que situação...nos metemos..Helena...droga..." pensou Ioran enquanto permanecia nos braços de sua dona, até que as palavras de Sheppard alcançaram suas orelhas rapidamente e então, o grupo, próximo ao que parecia ser um grande arco, claramente mais modernizado dos que o típicos da arquitetura greco-romana, uma luz translúcida pareceu acometer-se do mesmo, e então, Helena direcionou-se ao portal, juntamente com Ioran, sendo tragado violentamente através do espaço tempo, ao menos, era o que Ioran acreditava.


A viagem pareceu durar horas intermináveis. A convocação de outro momento parecia ter sido tranquila, Ioran ao menos parecia comportar-se bem, seu corpo não havia esboçado qualquer reação, entretanto, daquela vez, algo horrível acometeceu-se em Ioran, naúseas, uma estranha dor em seu pequenino estômago e uma abrupta tontura pareceu acometer-se no pequenino gato, que não hesitou em saltar do colo de Helena, colocando a ração que outrora havia consumido para fora, entretanto, logo recobrando sua postura inicialmente, olhando com preocupação o que havia se passado com Helena, ela também parecia ter sido afetada drásticamente pela viagem assim como os demais integrantes daquele eclético grupo. Ioran permaneceu em silêncio, sem emitir sequer um grunhido e então, sentiu seu corpo ser alçado uma vez mais por Helena, escutando as palavras da mesma atentamente, Ioran fechou os olhos brevemente e então, os abriu, ao qual Helena certamente poderia jurar que seu animal havia entendido claramente o que havia acontecido.


Posteriormente, o grupo pareceu propagar-se lentamente por uma trilha que havia bem a frente deles, se perfazendo com que Ioran contemplasse, ao menos, naquele momento, três belas ciganas, ao qual pareciam dançar com graciosidade, entretanto, algo ainda mais abrupto acontecera. Inicialmente, Ioran avistou Asa Noturna ser arrastado violentamente por uma série de galhos e afins, Daisuke, por sua vez, o membro relativamente mais enérgico do grupo ser tragado pela própria terra, seus olhos espantaram-se gradativamente enquanto ele escutara então as palavras proferidas por sua dona, atraindo claramente sua atenção. " O que está acontecendo?!...um cheiro...?.." pensou Ioran enquanto fechou seus olhos rapidamente, esforçando-se o máximo que pudesse para sentir o cheiro da qual Helena estava falando, em sequência, saltou do colo de Helena, ficando em uma postura ouriçada, o que estaria acontecendo naquele lugar? Sua dona parecia assumir uma postura ofensiva, uma postura que ele bem conhecia, era algo perigoso, mas porquê ela estaria assumindo uma postura daquelas? Ioran visou adiantar-se algumas passadas rapidamente, escutando claramente as proferições da mesma, ele procurou algo, alguma coisa ou mesmo alguém que pudesse ser a origem do qual ela estava falando, seria....



Ioran procurou alguma coisa que pudesse estar causando aquela estranha reação de sua dona, o que estaria acontecendo naquele lugar? O grupo havia por acaso sido enviado para a morte? Ioran avistou então, uma das ciganas ao qual belamente havia se destacado entre ao que parecia ser, " uma festa ", porém, estava solo, igualmente bela, entretanto, seria ela a causa das palavras de sua dona? Ioran permaneceu a fitá-la atentamente, até as palavras sequentes da garota, chamarem sua atenção, desta vez, de forma verdadeiramente perigosa.


Você é bem mais do que aparenta...Ioran!




A expressão de Ioran havia mudado drásticamente, o gato franziu o cenho, desconfiado, irritadiço, como ela poderia saber seu nome? Seria uma guardiã ao qual Sheppard havia falado? As ciganas, segundo o que rezava suas lendas e fábulas, poderiam prever certas coisas sobre qualquer coisa, seria ela uma espécie de vidente? Advinhadora? Talvez, segundo a concepção de Ioran, ela não fosse qualquer aliada, afinal, deixaria os integrantes do grupo, em apuros daquela forma, sem ajudá-los? O fato dela saber seu nome, certamente indicava que sabia seu segredo, e então, uma explosão atraiu a atenção de Ioran, que apenas esgueirou sua fronte em direção a explosão, voltando-se rapidamente em direção a cigana, encarando-a atentamente. Posteriormente as palavras da garota, os pensamentos do animal de estimação não se propagaram por muito, não era o momento de Ioran permanecer atado a um devaneio e questionar, o que importava a ele na verdade, era Helena e seu segredo. Entretanto, sua dona estaria ocupada demais talvez, para escutar a voz dele.


[ Ioran ]- Como sabe...sobre mim? Aliada...inimiga...o que você é? Meu nome, diga, como sabe meu nome?


Ioran não esperaria muitas respostas provindas da cigana, entretanto, era certo de uma coisa, se a cigana que aparecera fosse de fato uma inimiga, certamente haveria de tê-lo atacado naquela forma, porém, Ioran não poderia esperar muito tempo, um dos membros parecia aproximar-se abruptamente de Helena, mas porquê? Será que somente ele não estava vendo aquelas criaturas? Será que estaria sendo ludibriado pela cigana? Não importava, Ioran não podia ficar parado diante daquela situação. Uma espécie de aura pareceu circundar o animal, algo azulado, seus olhos cintilaram e a expressão de Ioran pareceu mudar novamente, pareceu tornar-se algo conturbado, grotesco, se aquela cigana fosse revelar seu segredo a Helena, então que fosse ele o primeiro a mostrar sua atual condição, que fosse ele o primeiro a revelar a ela, algo que ele próprio desejava ocultar do fundo de sua alma, talvez pudesse perdê-la de vez, talvez sequer pudesse encará-la depois do que estivesse para fazer.




Ioran visou correr velozmente em direção a Helena, não seria trabalhoso graças ao seu pequenino tamanho, o gato desviaria rapidamente de qualquer empecilho e saltaria sobre qualquer obstaculo que por ventura viesse a obstruir sua visão, sua velocidade aumentaria conforme Ioran corresse em direção a Helena e então, algo verdadeiramente inesperado para sua dona aconteceria, certamente Helena haveria de notá-lo, era o momento de mostrar-se e então, abrutamente, a realidade pareceu chocar-se com o que conhecemos como um adorável contos de fadas. Como um espelho rompendo-se, uma realidade outrora fechada em nossos mundos, a realidade de Helena seria provavelmente estilhaçada pelo que aconteceria, algo pareceu quebrar-se, um ruído estarrecedor e então, Ioran assumira uma forma, se tornou humano. - Helena!




- Okiro...Benihime.* Uma silhueta humana formou-se, colocando-se a frente de Helena. Estava a trajar uma espécie de haori de coloração branca, versando-se de seu pescoço até a extremidade de suas pernas, seus movimentos não seriam restringidos pelas vestes, seus cabelos razoavemente cumpridos para um padrão militar possuiam uma coloração castanho escuro, era esguio e manteve-se em silêncio até certo momento, até uma estranha wakizashi japonesa surgir em sua mão direita. - Helena, depois explicarei tudo, sei que está vendo algo que eu não compreendo, mas não precisa ser nenhum gênio para saber disso, seja meus olhos...por favor...me guie...minha dona! Vociferou Ioran, agora sob sua forma humana.


A idéia de Ioran era simples, Helena possuía os olhos dos quais precisava para " enxergar" as criaturas, ele, porém, possuía a força necessária, acreditava, para enfrentar as criaturas, a idéia de Ioran era a de Helena dizer a ele qual era a posição das criaturas, porém, Ioran permaneceria na defensiva, aguardando ela dizer-lhe em qual lugar atacar. Embora não pudesse vê-los, Ioran manteria-se atento as mudanças do cenário que se encontrava, ao qual acreditava ele, quer estariam a frente de sua visão daquela " realidade ".

Utilizações:


Forma Humana.


Okiro, Benihime ( Acorde, Princesa Vermelha ).
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    08.11.14 0:20

Daisuke estava tenso. Aquelas explosões o incomodava e percebeu que a barreira que protegia aquele local estava sendo quebrada e em seguida, se uniu com o seu grupo e ouviu atentamente as palavras dos "guias". Ao ver aquele portal ser aceso, admirou ele, pois parecia simplesmente água a visão de Hoshi. Então, ao ouvir todas as ordens que aqueles dois disseram, ouviu um barulho e explosão novamente e, então, com um pulo de assustado, acabou caindo naquele portal primeiro que todo mundo, que já estava indo entrar.

UUUUUUUUUUUUUUUUUUOOOOOOOOOOOOOOOOAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH!!

Gritou o garoto, enquanto participava da pior viagem de sua vida e com certeza não queria ter ela novamente. Olhava ao seu redor, aquilo era o espaço? Mas não importava no momento, tudo que o garoto via, era branco, parecendo estar voando sobre tubos coloridos e em seguida, vendo galáxias explodindo, enquanto depois disso voltava a viajar por aqueles tubos e então, quando completou a viagem, saiu tombando por aquela floresta e caiu no chão, ajoelhado e com a mão na barriga, meio tonto, porém, logo se levantou, um pouco fraco, mas enquanto caminhava com o grupo, ia voltando ao normal aos poucos, se recuperando da viagem, até que sentiu um cheiro estranho ao chegar perto do acampamento e ouviu o que Helena disse, afirmando com a cabeça. Hoshi ao observar então o local, viu uma árvore mexer seus galhos e então pegar Asa Noturna pelos braços e pelas pernas. Daisuke, para ajudar seu grupo, saiu correndo, já ia invocar sua espada para cortar aqueles galhos, até que então percebeu enquanto corria seus pés sendo puxado para terra e o mesmo sendo engolido pela mesma e tentando se mexer a qualquer custo. O lutador, então, tentou se mexer de qualquer forma, mas aquela terra insistia em querer entrar em suas narinas e em sua boca, mas Daisuke tampava sua respiração, impedindo que isso acontecesse, mas então, percebeu que uma bola grande fora feita em seu redor e não estava entendendo mais o que estava acontecendo, então, ao ver o círculo ao seu redor, sentiu mãos se agarrarem a seu pescoço e o levantar, impedindo que ele respirasse. Daisuke tentava se livrar, até que olhou para frente, encarando a criatura que o segurava.

Gh... Glh...



Encarou e, então, para tentar se livrar, esticou os braços e segurou firme no antebraço daquela criatura e concentrou ki em suas mãos. Estava dificil respirar e o garoto estava agoniado com isso e, com uma reação automática, explodiu/expandiu o seu ki com força no braço da criatura e, quando expandiu o seu ki, a criatura podia sentir seus braços vibrarem e, com a explosão do ki que fora expandido, poderia fazer com que a parte no qual Daisuke segurou do braço explodisse ou deixasse em um estado bem crítico, dependendo de sua resistência, pois com a expansão do ki, fora esmagando o interior da criatura, enquanto as mãos apertavam seu antebraço, esmagando ali também, forçando ela a soltar Daisuke e deixar com que Hoshi respirasse novamente. Tudo isso, caso sua reação funcionasse, claro.
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    08.11.14 22:59


A situação estava bem complicada, uma hambo e nada dava no mesmo naquela situação. Meus olhos nãos e desviavam das criaturas, o cheiro me causava náuseas enormes. Senti o gosto amargo na boca, não, eu não ia me entregar fácil. Barulho de gravetos sendo quebrados me faz olhar, brevemente para outra direção. Então vejo meu bichinho amado correndo, ele estava ficando próximo demais daquelas fétidas criaturas. Minha mudança de foco causou-me um tropeço, já que estava andando de costas. Desequilibrei e cai batendo forte as nádegas no chão. Senti pavor, pois as criaturas estavam vindo para cima de mim. Olhei mais uma vez para Ioran e pisquei, pisquei várias vezes. O que estava acontecendo?

Meus lábios ficaram entreabertos e até mesmo o medo lhe abandonou por segundos. Aquilo não podia ser verdade. Ela viu e ouviu nitidamente seu gatinho transmutar-se em um belo rapaz. E ele parecia decido a lhe proteger, mas pior, por suas palavras ele não via, realmente, as criaturas. Ele se postou a minha frente e me prometeu explicar tudo. Eu estava perdida, incrédula, mas por nenhum segundo eu tive raiva dele, pelo contrário. A proposta era simples e aquilo era mais rápido. Apertei os olhos e apontei na direção dele, uma das criaturas estava bem próxima dele.

— Atrás de você, cuidado!!

Tratei de ficar de pé e voltei a empunhar a hambo. Olhei mais uma vez Ioran e um turbilhão de perguntas vieram a minha mente e mais um turbilhão de sentimentos invadiram meu peito. Nunca pensei que algo do tipo fosse possível, mas, no fundo entendi porque sempre me senti tão segura na presença dele.

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Basco Khassan
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    09.11.14 21:27


OS GUARDIÕES DA HISTÓRIA – A CHAVE MESTRA

PARTE 3 – A CIDADE DO FUTURO


ASSIM QUE OS GUARDIÕES DA HISTÓRIA CHEGAM NA PORTUGAL DO SÉCULO XVI SÃO SURPREENDIDOS PELAS MAIS HORRENDAS CRIATURAS. NÃO IMAGINAVAM QUE MONSTROS TÃO VIS E DESPREZÍVEIS EXISTIAM NA FLORESTA. ESTARIAM OS GUARDIÕES FADADOS AO FRACASSO OU SEU DESTINO PROFETIZAVA ALGO GRANDIOSO?
...
ASA NOTURNA: Apesar das escoriações e uma torção no tornozelo direito, consegue se livrar das garras da floresta viva. Ao saltar e pousar em terra firme, sente a dor incomoda no tornozelo com mais afinco, mas isso não o impede de ir de encontro a Helena.

DAISUKE: No subterrâneo, nosso jovem herói tinha os seus próprios problemas. Uma criatura, aparentemente física, tentava asfixiá-lo. Ao concentrar o seu Ki, Daisuke desesperadamente se desvencilha do seu algoz, porém, o efeito de seu Ki sobre a criatura foi maior do que imaginou. A explosão não apenas afastou o inimigo como o lançou contra a parede de terra batida, mesclando-o a ela. Um redemoinho de terra, lama e sangue criou um pequeno turbilhão que lançou Daisuke para fora  do buraco como num grande jato de um geiser. Daisuke cai no chão próximo a Asa Noturna todo coberto de lama e galhos velhos!

IORAN: Se mantém firme ao lado de Helena. Não se afastaria da garota por nada. Os perigos estavam por toda a parte. Seus companheiros estavam feridos mas ainda de pé. Já ele tinha seus próprios problemas e indagações ao ser abordado pela bela cigana que faria o coração de qualquer mortal balançar.

[ Ioran ]- Como sabe...sobre mim? Aliada...inimiga...o que você é? Meu nome, diga, como sabe meu nome?

A jovem esboça um leve sorriso enquanto tirava os cabelos dos olhos. Por falar neles...eram negros e penetrantes. Observavam a situação com certo prazer... Voltou sua atenção para Ioran e não o deixou sem resposta em um forte sotaque lusitano:



... Meu nome é Xandra... do Clã Maximoff! Quanto a ser sua adversária ou sua aliada, irá depender mais de vocês do que de mim.


A EXPLOSÃO DO GEISER QUE CUSPIRA DAISUKE DAS PROFUNDEZAS DA TERRA CHAMOU A ATENÇÃO DE AMBOS POR ALGUNS SEGUNDOS, ASSIM COMO A APROXIMAÇÃO DE DICK! NO MINUTO SEGUINTE IORAN CORRE EM DIREÇÃO DE SUA AMIGA ENQUANTO PASSAVA POR UMA TRANSFORMAÇÃO! UMA FORMA HUMANA DEIXANDO A TODOS SURPRESOS. BOM, QUASE TODOS. XANDRA FALAVA EM ALTO E BOM SOM:

Xandra Maximoff: - Como eu havia dito, Você é bem mais do que aparenta...Ioran!

HELENA: Parecia a Guardiã que mais precisava de auxílio, visto que as fétidas e gosmentas criaturas possuiam a vantagem numérica. Isso, contudo, não diminuira sua coragem. Em meio ao perigo, ficou surpresa ao ver seu amado felino, Ioran, transmutar em uma forma humana, ficando bem à sua frente e a defendendo do perigo. Daisuke e Asa Noturna (ainda mancando), se posicionam atrás da jovem, os quatro formam um círculo e atacam seus inimigos com seus truques, habilidades e dons! Helena e Ioran possuiam uma ligação, sem dúvida. A jovem heroína era seus olhos. Ioran seu guardião. Ao direcionar sua direção, Helena, dava a cartada certa para onde o rapaz deveria acertar sua espana nipônica! Os cortes foram preciso e sem falhas...


Última edição por Basco Khassan em 10.11.14 8:55, editado 6 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    09.11.14 21:37

DUAS DAS CRIATURAS TOMBARAM, MAS AINDA HAVIAM DUAS QUE SE APROXIMAVAM DE DICK E DAISUKE, FORA O FATO DAS ÁRVORES, INIMIGAS DE DICK, TAMBÉM RETORNAVAM. DO SOLO O ADVERSÁRIO DE DAISUKE TAMBÉM SURGIA COMO UM CADÁVER VIVO. ESTAVAM CERCADOS. OS INIMIGOS APENAS PARARAM DE AVANÇAR QUANDO XANDRA MANIPULA O SEU PANDEIRO DOURADO GIRANDO SEU CORPO ESCULTURAL À LUZ DA LUZ QUE ILUMINAVA O CÉU. OS INIMIGOS PARAM. E RECUAM! OBEDECIAM AO PANDEIRO DE XANDRA QUE OS FAZIA DESAPARECER FLORESTA NEGRA ADENTRO.




Xandra Maximoff: - Esperava soldados mais velhos e experientes. Usam crianças no futuro?


XANDRA FAZ UM SINAL PARA QUE A SIGAM. MESMO RELUTANTES, PODERIA SER PERCEPTÍVEL, PARA ALGUNS, QUE O QUE ACABARAM DE PRESENCIAR FORA UM TESTE, OU NA MELHOR DAS HIPÓTESES, UMA ILUSÃO CRIADA PELA JOVEM PORTUGUESA. A CIGANA OS LEVA PARA SUA VELHA CARROÇA UM POUCO MAIS AFASTADA DO ACAMPAMENTO. LÁ, LHES OFERECE ROUPAS MAIS CONDIZENTES COM A ÉPOCA EM QUESTÃO. MAS NÃO RESTAVA DÚVIDA SOBRE SEUS ROSTOS. TODOS TINHAM DÚVIDAS QUE PRECISAVAM SER SANADAS.



Xandra Maximoff: - Hoje vocês descansam. Pela manhã os levarei até a cidade. Vieram atrás do Dr. MacKay e a tal Chave Mestra. Uma amiga, vinda da época de vocês confidou-me seus segredos antes de morrer, pelas mãos deste doutor e das duas criaturas que o acompanham. Seu nome era Taila. Ela descobriu o que o Dr. Veio fazer aqui. Assassinar um dos exploradores que estão prestes a deixar Lisboa em direção as Índias. O explorador, um nobre chamado Cabral, foi nomeado para chefiar a expedição, seguindo a rota recém-inaugurada pelo monsenhor Vasco da Gama, contornando a África. O objetivo deste empreendimento é retornar com especiarias valiosas e estabelecer relações comerciais na Índia. Para nós, ciganos, isto é de grande valia. Muitos de nossos irmãos e irmãs possuem riquezas e encantos maravilhosos no oriente. Depois de amanhã as 13 caravelas comandadas por Cabral deixaram Lisboa. Um de meus irmãos está em uma das caravelas. Soube de coisas estranhas acontecendo nas embarcações. Creio que o que procuram estará lá. Agora durmam. Levantaremos cedo!

....


Última edição por Basco Khassan em 09.11.14 21:57, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    09.11.14 21:53

NA MANHÃ SEGUINTE...

A CAROÇA, ACOMPANHADO DE CAVALOS SEGUE SEU RUMO ATÉ LISBOA. O SOL MAL HAVIA RAIADO QUANDO A PEREGRINAÇÃO COMEÇARA. A VIAGEM DUROU POR MAIS DE 4HS ATÉ CHEGAREM A ENTRADA DA GRANDE CIDADE (CERCA DE 200.000 HABITANTES).




LISBOA É O MERCADO PARA OS GOSTOS DE LUXO DAS ELITES DE TODA A EUROPA, A CIDADE DO FUTURO: VENEZA E GÊNOVA ARRUÍNAM-SE E A INGLATERRA E HOLANDA VÊEM-SE OBRIGADAS A IMITAR OS PORTUGUESES PARA TRAVAR AS PERDAS DE DIVISAS. PARA ELA MIGRAM COMERCIANTES DE TODA A EUROPA, ALÉM DOS GRANDES NÚMEROS ESCRAVOS AFRICANOS E ATÉ ALGUNS INDIANOS, CHINESES E MESMO JAPONESES. NINGUÉM LIGA MUITO PARA OS SOTAQUES DE VOCÊS!




O REI, D. MANUEL I, ERA O SOBERANO. NAS RUAS DE LISBOA AS FESTAS SÃO FEITAS COM DESFILES DE LEÕES, ELEFANTES, RINOCERONTES, CAMELOS E OUTROS ANIMAIS NÃO VISTOS NA EUROPA DESDE O TEMPO DO CIRCO ROMANO. PARA ORGANIZAR TODO O COMÉRCIO PRIVADO E RECOLHER OS IMPOSTOS, VOCÊS CONHECEM AS GRANDES CASAS PORTUGUESAS DE COMÉRCIO RECÉM-INAUGURADAS: A CASA DA MINA, A CASA DE ARGUIM, A CASA DOS ESCRAVOS, A CASA DA FLANDRES (PAÍSES BAIXOS) E A CÉLEBRE CASA DA ÍNDIA. OS GRANDES LUCROS SÃO USADOS NA CONSTRUÇÃO DE OUTROS EDIFÍCIOS. ESTAVAM A CONSTRUIR O MOSTEIRO DOS JERÔNIMOS E A TORRE DE BELÉM. PODIAM VER OS ESCULTORES POR TODOS OS LADOS.




PERGUNTANDO AQUI E ALI, DESCOBREM QUE CULTURALMENTE VIVEM NA LISBOA, DESTE SÉCULO, A GERAÇÃO DE OURO DAS CIÊNCIAS: ENTRE OS CIENTISTAS O HUMANISTA DAMIÃO DE GÓIS (AMIGO DE ERASMO E LUTERO), O MATEMÁTICO PEDRO NUNES E O INIGMÁTICO MÉDICO IRLANDÊS MACKAY! UNS DIZIAM QUE ELE ERA UM RENOMADO MÉDICO QUE FEZ FORTUNA NA INGLATERRA ANTES DE VIR PARA LISBOA. OUTROS QUE SUA REPUTAÇÃO VEM DE SUA LINHAGEM REMETENTE AOS TEMPLÁRIOS E A ORDEM DE CRISTO. OUTROS AINDA O TEMIAM, POIS ACREDITAVAM QUE O DOUTOR ERA MUITO “AVANÇADO” PARA A ÉPOCA. O FATO É QUE MACKAY FORA SELECIONADO COMO MÉDICO EM UMA DAS CARAVELAS QUE PARTIRÁ NA MANHÃ SEGUINTE EM DIREÇÃO DAS ÍNDIAS.




ASSIM QUE DESCOBREM O QUE PRECISAVAM, OS GUARDIÕES DA HISTÓRIA CHEGAM AO PORTO DE LISBOA. AGORA SE ENCONTRAVAM À FRENTE DA ONIPOTENTE FROTA DE CABRAL...PRECISAVAM ENCONTRAR UMA MANEIRA DE IR A BORDO!

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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    14.11.14 23:33

Para melhorar o dia de Daisuke, o garoto saiu voando para trás por causa da explosão que causou e caiu no chão, um pouco fraco e tossindo, tentando respirar e finalmente olhando para aquele monstro e se levantado, enchendo seu corpo de ki e olhando irritado e, quando correu em sua direção, não tinha notado que ele havia se desfeito e quando percebeu isso, só sentiu o geiser batendo em seu corpo e o jogado para cima com força e Daisuke saia voando, gritando que nem um abestado. Quando estão saiu voando, caiu no chão rolando, com o corpo cheio de lama e galhos. Se levantou em um pulo, energético como sempre e olhava para o povo, irritado.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH! $%@%$@$#





Gritou, enquanto xingava e soltava maldições para aquele monstro e então se acalmou e, com o ki ainda envolto no corpo, o transformou em ar e criou um impulso com ele, repelindo toda aquela lama e os galhos. As pessoas do grupo podiam sentir uma brisa passar sobre eles. Então, desfez o ar e o voltou a ser ki sobre si e se reuniu com Asa Noturna e observava aqueles monstros, estando preparado para lutar. Se reuniu em círculo com o grupo e viu os monstros reaparecendo e, quando começou a correr na direção de tal, percebeu uma luz vindo daquela estranha mulher. Daisuke parou por causa daquilo e, quando olhou de volta, os monstros tinham ido embora. Coçou os cabelos, estranhando. Então, olhava para Xandra e seguia ela, assim como ela havia mandado. Uma pessoa que expulsou aqueles monstros, não poderia fazer coisas ruins. Ao chegar no local adequado, recebeu as roupas que era para ele vestir e foi atrás de algum lugar, para se trocar. Ao terminar, apareceu lá parecendo um português mesmo e ficava olhando para o seu grupo, vendo a sua mudança. Hoshi ainda tinha duvidas, porém, ouviu as palavras da mulher. Enquanto Xandra falava, Daisuke cruzava os braços e dava um sorriso e ia concordando com cada frase. Não entendeu nada, mas fingiu que entendeu, se passando por inteligente... ou idiota. Seguindo as palavras da mulher, então, foi dormir em um lugar sozinho, era mais agradável ao mesmo.

No começo do outro dia, já foi direto a carroça e ficou sentado nela, enquanto seguia a viagem e ficava conversando e tentando ganhar amizade com o grupo. Ao chegar em Lisboa, ficava olhando a cidade e sorrindo, admirando-a. E então, com iam pesquisar mais e mais sobre aquela cidade junto com o grupo. Perguntando, investigando, entrando em lugares, depois de um tempo, conseguiram reunir o que queriam e chegavam ao porto de Lisboa. Olhando para o porto, encontrou uma enorme frota de navios. Daisuke, rapidamente, envolveu o ki no seu corpo e o transformou em ar, usando esse ki para voar e ficava perto do grupo, olhando para eles e falando alto para eles os escutarem.


Ei! Se quiserem, eu os posso levar até lá, mas só consigo um por um. O que acham? Hehe.

Disse Hoshi, orgulhoso.

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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    15.11.14 0:46


Eu estava deslumbrada e apavorada, pois meu gato virou um homem maravilhoso e mais um lutador espetacular, sua destreza me deixaram sem palavras. Suas investidas eram certeiras. Soltei o ar um tanto cansada e falei pra mim mesma.

— Devia ter trazido algo além da hambo, que droga!

A tal cigana, que eu havia visto antes, reapareceu e de um jeito muito senhora de si e simplesmente cessou com os perigos. Olhei para ela, depois para Ioran e por último para os outros dois que nos acompanhava. A mulher debocha de nossa condição e rebato na hora.

— Experientes em que sentido? E acredito que se fomos enviados, é porque damos conta do recado, mas confesso que será bem complicado se nos depararmos, novamente, com testes como este.

Um desgosto perpassou por mim, detestava tipos que julgavam um livro pela capa. Com bastante audácia a mulher nos diz para segui-la. Olho para Ioran, esperava alguma ação dele. Ainda não acreditava que ele não era só o meu gato. Aproximei-me dele e caminhei, silenciosa a seu lado.

Chegando ao local onde a mulher vivia, ela nos oferece roupas. Lembrei da recomendação e procuro roupas que se encaixem em mim. Pego uma blusa e saia pretas, que demorei tempo demais para achar, odeio roupas coloridas.






Após nos vestirmos a mulher esclarece, parcialmente, todas as dúvidas que tínhamos. Ouço cada palavra e arqueio as sobrancelhas, nunca pensei em descobrir o Brasil!

Após o falatório a mulher nos dispensa, quase nos ordena adormir. Afasto-me dos demais e me reaproximo de Ioran, falo baixo.

— Estou ansiosa para nos falarmos, confesso que estou um pouco assustada com tudo, mas voc~e é um ótimo lutador.

Estava tímida e confusa. Sorrio para ele.

— Quem vai dividir o travesseiro comigo agora?

O dia amanhece e antes mesmo que eu possa me recompor já estávamos indo para Lisboa. O sacolejar da carroça era enjoativo. A viagem demorou muito e foi extremamente cansativa. Chegando a Lisboa nos misturamos e escutamos falatórios que acaba por nos contar para onde devíamos ir, agora tínhamos que nos embarcar, como fazer isto? Olhei as caravelas, eram lindas. O rapaz de cabelo azul parecia não se lembrar do alerta feito, olhei para ele e me afastei do mesmo, a última coisa que queria era confusão, chamar atenção. Olhei para Ioran e falei baixo.



— Que tal nos misturarmos aos tripulantes e ter acesso ao navio? Afinal foi nos dito para não chamarmos atenção e acho que uma pessoa voando, deve chamar bastante atenção. Podemos nos aproveitar disto!

Olhei para ele aguardando sua resposta. Se quiséssemos concluir a missão deveríamos nos manter ocultos.
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Ioran
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    15.11.14 15:50

Salvando sua dona...


Um pouco antes do pequeno gatinho preto partir em direção a sua dona o mais rápido que podia, não pôde deixar de ignorar as férinas palavras daquela cigana que outrora havia o auferido sobre ele ser bem mais do que parecia, "quanta petulância", pensou Ioran antes de partir em direção a sua dona para ajudá-la. Em sua mente, um turbilhão de indagações se formavam em sua cabeça, atropelando-se mutuamente umas as outras em conformidade com o qual o pequeno animal pensava nas súbitas e fuzilantes perguntas poderiam surgir de sua dona para consigo, dado ao que Ioran estava prestes a fazer.


Ioran havia deslocado-se rápidamente e sem interrupções até sua dona, Helena, transmutando-se violentamente em "acordo" com a afimação outrora feita por Xandria, assumindo então uma forma humana, referindo-se com uma certa cordialidade e rapidez para com sua dona, colocando-se a frente desta o mais rápido que pôde, clamando para que sua dona agisse em conjunto consigo, sendo seus olhos temporáriamente para que aquelas criaturas fossem derrotadas o mais rápido possível.




Ioran não poderia deixar de elencar em sua mente, quantas dúvidas, quantos devaneios se perfaziam em invadir a mente de sua dama, por uma fração de segundos, Ioran cogitou-se uma atitude parecida, em colocar-se no lugar de Helena, em como ela deveria estar se sentindo diante daquela situação, pelo turbilhão de sentimentos que estariam invadindo seu interior em descobrir que seu gato podia assumir uma forma que em dado momento, poderia protegê-la, ao menos, naquele momento, Ioran retribuiria o que ela tinha feito por ele desde quando ela havia o achado. Ioran havia fechado seus olhos para concentrar-se na audição e na propagação que provavelmente sua dona o faria, Ioran mantinha-se a concentrar-se  atentamente quando o primeiro respaldo, a primeira ordem de sua dona chegou aos seus ouvidos.


— Atrás de você, cuidado!!


Ioran virou-se, não havia sequer necessidade de ensejar um golpe fatal com sua lâmina. O bakeneko Ioran virou-se abruptamente o mais rápido que pôde, não haveria espaço para falhas dessa vez, não haveria o porquê hesitar, seu coração parecia acelerar quando a voz de sua dona o havia alcançado. Erguendo então sua perna esquerda e então pisando forte após recuá-la, Ioran girou seu corpo visando desferir um potente golpe em diagonal de cima para baixo e então, recuou dois passos, visando direcionar sua espada diretamente a frente, ao local que sua dona, Helena havia precisado para a ele. - Morra.




Após o corte desferido sobre a criatura, com total precisão e sem erros, Ioran visou desferir um golpe a esmo com sua lâmina, visando com que parte do sangue "etéreo" se esvaísse, embora fosse uma atitude típica dos samurais de diversas dinastias surgidas pertinentes as técnicas com espadas, Benihime ( Princesa Vermelha ), absorveria tal sangue antes mesmo que pudesse desvencilhar-se da lâmina e então, em um gesto levemente simplório, Ioran passaria sua lâmina na lateral de sua bainha cerimoniamente até embainhá-la enfim.  Antes que Ioran pudesse se referir perante sua dona ao que havia acabado de ocorrer, uma luz pareceu acometer-se por todo o lugar, o leve e ranzinza som propagado pelo pandeiro de Xandria atraiu a atenção de Ioran que virou-se lentamente em direção a mulher que outrora havia afirmado sobre sua condição, porém, as palavras da garota outrora petulantes se encheram de soberba.


Xandra Maximoff: - Esperava soldados mais velhos e experientes. Usam crianças no futuro?


Antes que o jovem gato pudesse responder algo, sua dona auferiu-se primeiramente.


— Experientes em que sentido? E acredito que se fomos enviados, é porque damos conta do recado, mas confesso que será bem complicado se nos depararmos, novamente, com testes como este.



Ioran não pôde deixar de esboçar um singelo sorriso que fora completamente contido, entretanto, era a vez do homem referir-se a Xandria, deixando escapar-lhe dentre os lábios uma provocação perigosa. - Xandria Maximoff,  se os adultos que se julgam eficazes aqui não conseguem conter seus próprios afazeres, talvez o trabalho de uma criança se torne mais eficaz, afinal, estão precisando de todos nós, não? Ioran estreitou seus olhos considerávelmente, suspirando.


Embora essas provocações fossem relativamente triviais, o fato de que as pessoas daquela época necessitavam de ajuda, ainda que indiretamente naquela situação, testar aliados ainda que de uma maneira tão perigosa, era um ultraje, estavam precisando de ajuda e era assim que testavam a capacidade de auxilio de companheiros? Ioran permaneceu em silêncio após isso, o momento certo para explicar tudo a Helena chegaria, mas antes, era melhor que ele apenas se calasse, o ambiente parecia ter se tornado pesado demais a ponto que o homem-gato fizesse alguma colocação diante daquela situação. Assim como os demais presentes, Ioran passou a seguir a garota, após atar com uma faixa, sua lâmina em sua cintura, encobrindo-a com seu haori japonês de coloração branca. Estranhamente, Ioran mantinha os passos recuados atrás de sua dona, como se seguisse a mesma, não Xandria. Anxaria parecia fazer alguma propagação referente ao que deveria realizar, entretanto, as coisas não pareciam ir bem como deveriam, ao menos, na concepção de Ioran, entretando, assim que a cigana findou suas palavras, fora a vez dele referir-se a mulher. - Xandria, essa garota chamada Taila, como vocês se conheceram e porquê ela confidenciou informações tão valiosas a alguém como você? Este seu sobrenome....não me é estranho, poderia dar algumas informações sobre você mesma, afinal, sabe tanto sobre nós que chegou ao ponto de nos testar, apenas seu nome e sobrenome não é suficiente para que nós confiemos em você, acredito.


Local: Residência de uma cigana...


Ioran havia chegado juntamente com os demais membros, atento apenas a Helena, como ela deveria estar se sentindo diante daquela situação? O bakeneko permaneceu em silêncio, apenas a aguardando se vestir. Quando fora questionado por alguém de confiança de Xandria ou mesmo a própria sobre mesclar-se as tipicidades dos habitantes, suas vestes e afins, o homem recusou, referindo-se que ele poderia muito bem se sobressair com vestes tão diferenciadas, afinal, tais vestes na época, sendo finalmente confeccionadas poderiam de alguma forma lhe ser útil ao que estaria por vir. Momentos mais tarde, Xandria lhes havia convidado a dormir, entretanto, Ioran deveria dar algumas explicações a Helena antes de referir-se com alguma coisa.


— Estou ansiosa para nos falarmos, confesso que estou um pouco assustada com tudo, mas você é um ótimo lutador.


Helena sorriu para Ioran, parecia relutante, confusa, mas ainda assim sorrira.


— Quem vai dividir o travesseiro comigo agora?


[ Ioran ]- Helena...me desculpe por não ter contado a você sobre isso... Ioran fechou os olhos lentamente, suspirando de maneira pesada, tentando traçar uma linha para explicar a ela o que havia acontecido consigo, afinal, era algo que ele mesmo considerava um mistério. Entretanto, ele deveria contá-la, era seu direito. - Minha idade....ultrapassa pouco as vinte e cinco primaveras...não escolhi ser assim. Fora a vez de Ioran hesitar. - Há três formas de...virar o que eu sou....idade...um abrupto corte na cauda....e maus-tratos. Em meu caso foi a idade....eu sou um "gato-monstro" ( bakeneko ). Ioran suspirou profundamente enquanto mantinha os olhos vívidos em Helena. - Comecei a mudar quando a conheci. Pouco a pouco comecei a entender como você se sentia...as coisas que fazia...e durante as noites...logo no início, eu passei a segui-la....até você me levar sem eu ter que fugir para ir atrás de você, assumi esta forma poucas vezes...mas não sei exatamente qual a finalidade ou o porquê de eu ser assim. Eu não sou humano...Helena. As palavras de Ioran saíam levemente pesarosas, mas ele ainda assim continuou. -Eu não poderia deixar você morrer, mas sei bem...que isso pode ter custado minha presença junto com você....mas não havia outra escolha. Eu possuo habilidades acima de um humano comum....sei quais são as consequências por revelar-se a um humano....a minha dona, me desculpe por não ter dito a você antes...o que aconteceu comigo, mas..como eu poderia dizer..como eu poderia simplesmente aparecer nessa forma..... Ioran hesitou uma vez mais.  Eu vou entender se...depois dessa...missão...seja a nossa última.


Após a conversa.


Ioran utilizaria bem as horas restantes de sono, afinal, a conversa com Helena não seria nada fácil e certamente essa conversa não seria resolvida em uma única noite, entretanto, o de mais pesado, Ioran já havia dito em sua dona. Após aguardar Helena adormecer, o homem então evadiria-se pela janela do local em que se encontrava e então, assumiria a forma de gato novamente para percorrer a cidade pelo qual haviam passado antes de chegarem aquele lugar. A finalidade básica de Ioran era descobrir alguma informação valiosa que estivesse circundando a região nos últimos dias e, de alguma forma, o animal, entre percorrer alguns lugares e outros, descobriria sobre um recrutamento que estivesse incorrendo a região sobre " A Grande Expedição". Em meio as suas perambulações pela cidade, Ioran visaria encontrar um par de bacamartes, afinal, não seria muito dificil furtar uma dupla de armas-de-fogo naquela região, quem manteria a atenção em um pequeno animal adentrando os casebres naquele lugar e saindo?  Após reunir informações suficientes, Ioran retornaria para o lugar onde sua dona estaria e então, assumiria a forma humana novamente para que não assusta-se sua dona quando acordasse em forma animal.


No dia seguinte:


Assim que amanhecera, o grupo se viu partindo em direção a Lisboa. Ioran não teria problemas em manter-se acordado, afinal, gatos não precisavam dormir o mesmo tempo que um humano, embora que, um dos pecados capitais se fazia presente na essência de um gato, a preguiça. Sem demais problemas, o grupo aparou-se em uma carroça, levando cerca de aproximadamente 4 horas para chegar ao destino, uma viagem demorada, cansativa e horrível para Ioran, entretanto, nesse caso, o homem não hesitou em assumir a forma de um animal nesse quesito para que pudesse dormir o período quase que na totalidade da viagem, tomando cuidado para não ser visto assumindo a forma humana quando os primeiros habitantes de Lisboa que certamente circundavam a região fossem avistados. Caminhando despreocupadamente pelo lugar agora, Ioran apenas notou a impetuosidade em demonstrar poder de um dos integrantes do grupo, Hoshi Daisuke, segundo o homem, qual era a necessidade de voar naquele lugar? Roupas extravagantes, cabelos extravagantes e uma atitude verdadeiramente espalhafatosa, Ioran manteve-se sério até notar a aproximação de sua dona.


— Que tal nos misturarmos aos tripulantes e ter acesso ao navio? Afinal foi nos dito para não chamarmos atenção e acho que uma pessoa voando, deve chamar bastante atenção. Podemos nos aproveitar disto!


[ Ioran ]- Helena...tome... Caso Ioran tivesse tido sucesso na noite passada em surrupiar um par de bacamartes, ofereceria-os a Helena, pois o comentário que sua dona havia feito o havia deixado preocupado, embora fosse extremamente habilidosa diante de situações dificeis, aquela ocasião certamente haveria de fugir do controle. Ioran simplesmente assentiu afirmativamente com a cabeça, visando afastar-se do garoto que chamava muito a atenção. - Helena..eu andei vasculhando a região durante a noite, escutei rumores sobre pontos de recrutamente para a grande expedição. Embora seja uma região desconhecida, creio que a capacidade de cada embarcação seja de aproximadamente 170 tripulantes, embora que...teríamos que descobrir em qual embarcação estaria o objetivo da nossa missão....podemos procurar algum ponto de recrutamento, que certamente estarão próximos as embarcações e nos informarmos.


Caso Helena concordasse, Ioran aproximaria-se de onde as embarcações estariam, procurando algum contratador que estivesse próximo a ela. Normalmente, os contratadores estariam com pequenas mesas de maneiras instaladas próximo as naus, com um grande pergaminho em mãos com uma fina pena de ganso, para registrar todos os membros da tripulação, certamente, não era algo dificil se inscrever para as tripulações, afinal, expedições normalmente eram muito perigosas na época e muitas pessoas morriam pela precariedade dos navios.- Olá, me chamo Paulo Joaquim Santos, gostaria de participar da expedição, sou perito em linguas e mestre de armas em embarcações. Estou ciente da expedição e sou um convocado de Cabral, sou de uma terra muito distante e vim oferecer meus serviços para participar, poderia por favor me colocar sobre os cuidados do Capitão Cabral? Consequentemente, Ioran estaria mentindo entretanto, saber de como funcionavam as coisas na época, quem sabe, evitaria muitos problemas e Ioran aguardava que Helena fizesse a mesma coisa.
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    15.11.14 17:47


Astuto, assim se mostrou o homem por trás do gato e isto de forma literal. Eu notei seu medo ou seria nervosismo? Ouvi suas explicações com cuidado, sustentava seu olhar e o brilho deste me deixava encantada. Após ele terminar de falar sorri novamente e aproximei-me o máximo possível, passei uma das mãos no entorno de seu rosto e falei baixo, de forma que somente ele escutasse.

— Sua nova forma não mudou nada entre nós, acredite. Se quiser permanecer comigo, assim será.


Ele não era apenas o meu inocente gatinho e não tinha como beijar perto de sua orelha, pois  transformou-se em um homem com mais de um metro e oitenta, mas isto não me impediu de tocar meus lábios no rosto dele. Sussurrei.


— Seu cantinho na minha cama continuará sendo seu, seja você homem ou gato.

Ioran saiu a noite, fingi não perceber e nem dormi tão bem. Durante a viagem entediante ele, em forma  de gato dormiu em meu colo, acariciei-o perto da orelha e confesso, era bem diferente a situação, mas para mim não fazia diferença, amava-o da mesma forma.

A ideia de Ioran foi mais inteligente que a minha e enquanto íamos para o local de recrutamento falei baixo.

— Sou uma mulher, reza a lenda que mulheres dão azar em uma embarcação. As lendas são fortes nesta época, tens alguma ideia para que eu possa adentrar o navio?

Ele me encarou e rumou para a fila, olhei-o seguir em frente e fiquei parada. Fui para um canto e tirei a saia. Usando a ponta da hambo rasquei a mesma de cima embaixo. Pequei o pedaço e enrolei na cabeça de forma que apenas meus olhos fossem vistos. Coloquei a bata para dentro da calça e segui a direção de Ioran. Entrei na fila e na minha vez engrossei voz o máximo que dei e falei.

— Minha especialidade é a cozinha, sei que precisam de um cozinheiro a bordo.

Será que minha ideia daria certo? Porque tenho certeza que sendo mulher eles não me deixariam adentrar a caravela.
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Basco Khassan
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MensagemAssunto: Re: QUEST — GUARDIÕES DA HISTÓRIA — A CHAVE MESTRA    20.11.14 2:27



OS GUARDIÕES DA HISTÓRIA – A CHAVE MESTRA

PARTE 4 – EMBOSCADA


AS EXPLOSÕES AUMENTAVAM NO INTERIOR DA CIDADE DE ATLANTIS. HAVIA TROPAS DE ESPECTROS RONDANDO POR TODOS OS COMPARTIMENTOS E ASSEGURANDO-SE DE QUE A CADA NOVA EXPLOSÃO, DIMINUIRIA OS CONDUÍTES DE ENERGIA QUE ALIMENTAVAM A CIDADE. OS DISPAROS PRECISOS DE SUAS ARMAS DESATIVAVAM VÁRIOS SETORES DA CIDADE ATÉ RESTAR UNICAMENTE O HANGAR DO PORTAL ESTELAR. NÃO DEMORARIA MUITO PARA QUE EXPLODISSEM A PORTA E CONSEGUISSEM ADENTRAR O RECINTO. SEM A CHAVE MESTRA TANTO SHEPPARD QUANTO A CORONEL CARTER NÃO PODIAM CORRER O RISCO DE ATRAVESSAR O PORTAL E O DEIXAREM PARA OS ESPECTROS. CARTER IMAGINOU, POR ALGUNS SEGUNDOS, O QUE ACONTECERIA SE ELES CONSEGUISSEM AS COORDENADAS DA TERRA. TUDO O QUE PODIAM FAZER ERA TORCER PARA QUE OS GUARDIÕES DA HISTÓRIA OBTIVESSEM ÊXITO PARA ENCONTRAR MCKAY E A CHAVE, TRAZENDO-OS DE VOLTA A ESTE PERÍODO DA HISTÓRIA. PELA CAMERA DE SEGURANÇA, SHEPPARD OBSERVA QUE ESTÃO NUM BECO SEM SAÍDA. HAVIA MAIS DE 20 ESPECTROS DO LADO DE FORA QUE OS ENCONTRARIA CARA A CARA EM POUCOS MINUTOS. O TENENTE OLHA RAPIDAMENTE PARA CARTER E ACIONA ALGUMAS COORDENADAS QUE AINDA DETINHA NA MEMÓRIA.

CARTER = - Mas o que está fazendo Sheppard?



SHEPPARD = - Antes de contatar os novos Guardiões da História eu "testei" o Stargate. Buscava alguém que pudesse nos ajudar a enfrentar os Espectros de peito aberto, de frente... Mano a mano. Eu encontrei uma pessoa assim, semanas antes, e estava aguardando o momento certo de trazê-lo aqui.

SHEPPARD INICIA OS COMANDOS DE SÍMBOLOS QUE DAVAM AS COORDENADAS PARA TRAZER O QUINTO MEMBRO DA EQUIPE DE GUARDIÕES DA HISTÓRIA.






NO MESMO INSTANTE, UMA GRANDE EXPLOSÃO ARREBENTA AS PORTAS DE ACESSO AO HANGAR LANÇANDO SHEPPARD E CARTER CONTRA A PAREDE. CARTER BATE A CABEÇA E DESMAIA. SHEPPARD TEM O BRAÇO DIREITO DESLOCADO E OBSERVA A CHEGADA DA HORDA QUE APONTAVAM DIVERSAS ARMAS EM SUA DIREÇÃO.





SUBITAMENTE A ATENÇÃO DE TODOS SE VOLTA PARA O PORTAL E DA FIGURA QUE SAI DE SEU INTERIOR. SHEPPARD ESBOÇA UM LEVE SORRISO ENQUANTO OS ESPECTROS COMEÇAM A DISPARAR SEM DÓ CONTRA O VISITANTE DO PORTAL. ELE ENQUANTO AJUDA CARTER E OLHA O QUINTO GUARDIÃO SURGIR.




SHEPPARD = Bem vindo a Atlantis...Nate Summers!
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Última edição por Basco Khassan em 20.11.14 5:39, editado 2 vez(es)
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