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 Quest — Solidão

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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   24.11.14 1:14

Satânico observava a situação. Principalmente as ações e palavras do cientista. Ele não entendia que aquelas capsulas de telecinese eram feitas para proteger os dois agentes de eventuais envenenamentos. Para ele, tudo parecia estar bem. Julian, então, disfarçou a feição de confusão e tentou agir naturalmente. Talvez assim fosse mais fácil obter respostas do homem.

—— Hãn, na verdade isso faz parte do nosso uniforme. Nem é tão útil como parece.

A mentira talvez fosse desnecessária. Mas não havia, aparentemente, motivos para dar explicações verdadeiras a um homem que estava fora de seu juízo normal. Pouco depois, ainda na mesma calma estranha, o homem aproximou-se da mesa e, instintivamente, ativou algum botão que liberou a passassem do que seria, aparentemente, um alçapão. Satânico olhou para Helena em busca de respostas. Nesse instante, percebeu que na nuca dela uma michoca tentava mordê-la. Aproximou-se da moça rapidamente e tirou o inseto. O mesmo tentou mordê-lo, mas Julian a esmagou [caso a formiga não apresentasse maiores obstáculos – critério da mestre]. Limpou a mão na roupa mesmo e pôs a mão na nuca de Helena, a fim de examinar a ferida.

—— Cê tá bem?

A ferida não parecia grande. Sua preocupação maior era os possíveis efeitos que o ataque poderia gerar. Plantas eram criaturas assassinas. Minhocas poderiam representar um mal ainda pior naquela realidade, literalmente, caótica.

Escutando um barulho diferente, como o de que se houve arbustos sendo movidos (seja por vento, animais etc), olhou rapidamente e as plantas pareciam se mexer, partindo na direção dos três.  Obviamente, elas não tinham lá as melhores intenções. Assim, rapidamente, empurraria (mas sem empregar tanta força, claro; sua ação estaria mais para um “solavanco”) o cientista na direção das escadas, para que ele as descesse em seguida. Depois, levaria a mão até a mão de Helena, puxando-a para acompanhá-lo e descerem, saindo dali. Assim que os três estivessem dentro do local, empregaria esforços para fechar a tampa, e assim, salvarem-se das plantas assassinas.

Aos poucos, retiraria as bolas energéticas em volta dos dois mutantes. Esperava que o risco de ser envenenados tivesse ficado lá em cima, com as plantas. *

—— E agora? O que fazemos?

[ O sucesso na ação depende do narrador e da anuência de minha parceira. E se ainda houver perigo de contaminação, não levar em conta a “descapsularização” do Julian e da Helena, mesmo que ele continue fraco].
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Corazon

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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   24.11.14 17:56

Esgotos....


Embora Corazon tivesse se projetado contra a criatura da forma mais simples possível, de maneira pelo qual estava tentando explicar o por quê de ter que invadir seus domínios, visto que, não o faria se não tivesse justo motivo para isso, entretanto, Corazon não pôde deixar de notar a impaciência da criatura se perfazendo com que assim que o investigador tivesse terminado sua fala, permanecesse em silêncio, estreitando seus olhos aguardando um possível retorno da criatura, que pareceu imergir naquelas fétidas águas e depois emergir próximo a borda, porém, Corazon não demonstrou espanto ou medo, afinal, ele era o intruso ali e sabia claramente se portar como tal, apenas assentindo afirmativamente contra a criatura quando esta lhe falou sobre sua parceira.


[ Corazon ]- Agradeço em muito a inf... Antes que Corazon pudesse se referir novamente a informação, a criatura imergiu uma segunda vez, se perfazendo com que ele inclinasse sua face lentamente para a direita, aquilo parecia estranho, ela necessitava da água para respirar, do ar ou de ambos, afinal, parecia revezar-se entre submergir e emergir. Antes que Corazon pudesse se manifestar de alguma forma, algo que lembravam cipós evadiram-se das águas, enrolando o corpo do homem tal qual o casulo formado por Aradina o havia feito. O investigador não pôde deixar de notar a forma incrédula com o qual olhava para a criatura, como ele poderia projetar sua cauda se não havia espaço para fazê-la? Sua arma era grande demais para ser projetada, não havia tempo, seria seu fim?


Assim que o investigador fora tragado para a água, sentia seu fétido cheiro, porém, não fora submergido, será que poderia se tranquilizar diante daquela situação? Pouco a pouco, o desenrolar fora inesperado, a criatura parecia evocar uma esfera que fora de encontro a cabeça de Corazon, que fechou seus olhos rapidamente tentando de alguma forma fazer com que aquele pesadelo fosse totalmente extinto, porém, para sua surpresa, ele ainda respirava e as palavras da criatura de alguma forma, o tranquilizaram. Telepatia, talvez? Fora o que Corazon escutou e com um certo receio, agradeceu-o. - O-obrigado...


Corazon não sabia o que faria, seu corpo fora arrastado para as dependências aquáticas daquele férino esgoto, a noção de tempo do franco-atirador fora perdida completamente, talvez ele tivesse ficado submerso por 1 hora, talvez 2, não saberia dizer, entretanto, a cada metro que ele próprio era arrastado para mais fundo daquelas águas, mais sua visão era turvada e um desespero crescente parecia emanar de seu corpo, entretanto, algum tempo depois, finalmente Corazon havia alcançado a borda de um lugar totalmente diferente, ao qual a criatura se comunicou uma nova vez consigo. " Eu agradeço em muito sua ajuda...espero que futuramente, eu possa colaborar com você de alguma forma...seu nome...", questionou Corazon, entretanto, mas não acreditava e nem saberia dizer se a criatura o responderia, entretanto, na mentalidade do Ghoul, as amizades que estava fazendo enquanto naqueles esgotos, certamente seriam de grande importância no futuro.


Corazon visou olhar em volta o que estava ao alcance de sua visão, parecia ser um imenso lixão, entretanto, o mal cheiro não pôde ser sentido pelo investigador, ele tinha pouco tempo e ficar analisando minuciosamente aquele lugar como gostaria não era uma opção, se perfazendo com que o investigador começasse a caminhar em passos acelerados por um dos poucos caminhos que ali haviam, a fraca luz parecia iluminar alguns pontos simplórios do lugar, tratando-se como um ponto de referência ao Ghoul que apressadamente visou seguir pela pequena trilha.


Não demorou muito para que o homem fosse interceptado por uma estranha criatura, indagando-o de maneira curiosa. Corazon visou recuar dois passos pelo súbito aparecimento da mesma indagando de forma tão direta, será que todos que ali frequentam estão sempre em busca de algo ou alguém? Corazon suspirou profundamente, porém, mantendo-se atento de uma forma discreta. - Desculpe...aqui são seus domínios? Eu sou um investigador da força-tarefa...mas não estou aqui para criar problemas, peço desculpas se invadi seu território...


Disse Corazon enquanto suspirava uma nova vez.- Estou nesta área pois algo está acabando tanto com os seres da superfície quanto daqui...uma flor...que libera um agente biológico está mudando a tendência de todas as criaturas. Mas sim....estou procurando alguém, minha parceira, de alguma forma ela foi arrastada pra cá e eu preciso encontrá-la rapidamente para poder acabar com esse grande problema, será que pode me ajudar?


Corazon sabia que nem todas as criaturas eram passíveis de boas ações, entretanto, não custava indagar primeiro e atacar depois, embora que, ele não seria insensato o suficiente para baixar sua guarda, permanecendo em silêncio aguardando a criatura, entretanto, não hesitou em ser um pouco mais impetuoso do que de costume, estendendo uma das mãos a criatura, retirando uma de suas luvas lentamente para mostrar que por mais que o lugar parecesse inabitável para humanos, ele poderia muito bem cooperar com uma criatura que lembrava tão pouco uma postura humana. - Muito prazer, me chamo Corazon.
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   25.11.14 20:19


Até o momento eu não havia usado meu dom e confesso que só o uso como um último recurso. Segurei o vaso e me concentrei, era normal meus olhos brilharem em azul intenso. Três horas era o limite para minha “visão” e o vaso parecia ter sido testemunha de algo neste intervalo. Os flashes passavam por minha mente. Primeiramente eram borrados, mas devagar se focavam. Vi nitidamente um cipó mover-se de algum lugar abaixo de onde estávamos e seguir para o vaso. O cipó o envolveu e transformou-se em uma enorme flor assassina. Vi o doutor cair da cadeira onde estava e depois disto as imagens se foram. Ainda permaneci por um tempo tentando ver se algo mais se mostrava até que senti uma mordida, sim, uma mordida na nuca. Aquilo me assustou. Fiz uma careta e fui auxiliada por Julian. Olhei para o que ele tirou da minha nuca e me perguntei como aquilo foi parar na minha nuca. Olhei-o e sorri de canto.


— Estou bem sim, obrigada. Desde quando minhocas mordem?

Só depois de falar com Julian que notei a escadaria a nossa frente, então foi dali que o cipó veio. Tínhamos uma escolha afazer ou talvez não. O ruído das plantas e a forma como se abriam foi como uma alerta. Senti a mão de Julian me conduzir para acompanhá-lo, confesso que não tinha certeza se devíamos sair, mas o segui assim mesmo. Quando comecei a descer as escadas falei com os dois.

— Daqui veio o cipó que se juntou ao cogumelo e formou a flor assassina lá fora. Acredito que devemos ficar em alerta máximo.

Observei o doutor, ele estava sem proteção na cabeça. Será que seria seguro respirarmos aquele ar? Sentia o frescor do mesmo na pele exposta da minha mão. Continuei seguindo junto com Julian e o doutor pelo corredor mal iluminado.
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   26.11.14 22:01

Seguiu cautelosa pelas sombras, procurando por algum centro de comando ou local em que pudesse encontrar alguém que lhe comunicasse com a central. Do que se lembrava, seu parceiro Corazon ainda estava nos esgotos e mais criaturas estranhas poderiam surgir, depois do que viu nada mais a surpreenderia, e ainda tinha o agravante dos outros dois agentes que a algum tempo não retornaram seu chamado pelo rádio...Apesar de que agora nem que retornassem ela não ouviria já que no ataque da criatura marinha acabou perdendo o comunicador.

 Em meio aos saltos e passos rápidos ouviu um som estranho que vinha não muito distante, parando de imediato e olhando a direção do som se questionava o que poderia provocar sons como aqueles, algum animal talvez mas que tipo de animal deformado poderia viver ali? Vinha de trás de algumas montanhas de lixo abaixada com a atenção redobrada caso um futuro ataque pudesse vir por parte do que estava ali, sentindo o aroma adocicado que já conhecia a anos sabia que alguém estava servindo de alimento e isso só significava que a criatura não era amigável, caminhou de forma discreta até onde pudesse ver que tipo de ser estaria provocando os sons que ouviu. Surpreendeu-se quando notou o que era, um ser de carne putrefata estava se fazendo em cima de um corpo. Comia a carne do humano com vontade e de forma animalesca, aquilo a fez recuar alguns passos e acabou sendo surpreendida por alguém que lhe passou uma rasteira a derrubando contra o chão.

 Rápida e com agilidade a cima de um humano comum ela já rolou para o lado, tentando fugir de um segundo ataque ou imobilização que poderia vir após sua queda, e se pôs em pé de um salto impulsionada pelas mãos. Caindo frente ao agressor, cautelosa se afastou mais dois passos assumindo uma posição de guarda, usaria de suas habilidades para imobilizar o que quer que fosse aquele ser. Estava fardado mas como poderia confiar em alguém naquele ambiente ainda mais depois de ser atacada?
Usando a sua tenebrosidade, um controle da sombra que apenas os vampiros de sua raça possuíam, desapareceu na sombra da montanha de lixo, para reaparecer atrás do ser que a atacava. Aquela habilidade funcionava semelhante a um teleporte mas apenas entre sombras.
Ao surgir atrás de seu agressor avançaria com os braços por baixo dos dele e juntando as mãos por sobre a nuca aplicando uma chave para impedir seus movimentos, também aplicaria uma joelhada no meio da perna do agressor o fazendo dobrar o joelho e perder o equilíbrio.

-Quem ou o que é você? - Sussurrou para ele, usando a potência de seus músculos sobrenaturais para manter o agressor sobre seu comando. Foi uma surpresa quando notou que ele também era uma das criaturas - Mas onde estou?!

 Aquela criatura estava fardada, isso dizia que ali havia soldados, portanto estaria em algum tipo de "prédio" militar. Mas o soldado havia se tornado também uma daquelas criaturas, e isso significava que houve alguma falha na segurança e o que quer que causasse essa transformação poderia ser contagioso, talvez uma mutação do veneno das flores negras? Nada era um bom sinal e as coisas só pareciam piorar a cada segundo.
Não tendo utilidade para aquela criatura ficar "viva" tentaria forçar o pescoço dela para baixo afim de quebra-lo com sua força sobrenatural e por um fim na "vida" daquele ser sem derramar sangue para evitar que a outra criatura também a nota-se e depois disso faria uma procura geral na farda da criatura, se era um soltado deveria ter algum tipo de comunicador que pudesse usar. Caso tivesse, acionaria o comunicador tentando alguma comunicação com outros guardas, daria sua credencial de investigadora da força tarefa e pediria informações sobre onde estava e como poderia sair dali.
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Neena
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   28.11.14 21:53


Museu [...]

Helena, Satânico e Philemon não tiveram muitas opções e desceram a escada. Satânico fecha a porta atrás de si. O lugar era mal iluminado e ninguém sabia explicar de onde provinha a luz fraca que deixava o lugar um pouco menos sombrio. Os três seguiam com cautela pelo corredor. Philemon olhava tudo e sua feição era de total surpresa. A medida que andavam o ar ficava mais puro, uma pureza que a maioria não conhecia. Um ar limpo, sim a palavra aplicável era esta. Chegaram a um ponto onde não tinha como segurar a surpresa. Não era possível algo como aquilo no subterrâneo, o que estava acontecendo ali?


Continuaram a andar até se depararem com uma parede de vidro. Através do mesmo não era possível ver nada. Havia um armário ao fundo. Estava entreaberto. O doutor caminhou até lá e o abriu. Roupas como as usadas nos acidentes radioativos, cinco conjutos no total. De repente algo bate no vidro. O barulho ecoa pelo lugar. Outro som é ouvido de onde vieram. O que estava acontecendo? Novamente algo bate com violência no vidro e desta vez parte do que escurecia o vidro sai por segundos, segundos que são suficientes para que a feição de um colega de equipe seja visualizada e ele não parecia bem.


O ruído que vinha da entrada aumenta e lembrava o rugido de um monstro. Se olhassem bem veriam uma porta que parecia dar acesso ao lugar localizado bem ao lado do armário. Sem entender bem o porquê o doutor começa a vestir uma das roupas. Ele olha de Helena para Satânico e pergunta com uma voz um tanto aérea.

— Vocês não vem?

Antes que Helena e Satânico possam responder o que rugia chega até eles.


Não era uma visão bonita. Com a proximidade da criatura Helena sente a mordida da nuca arder de forma intensa. Seu estômago embrulha e a garota não está nada bem. Seus olhos se arregalam. Helena estava presa em seu maior pesadelo e sua situação não era simples, pois o veneno havia entrado no sangue da garota, num ponto crucial, sua medula espinhal. Helena sente a coluna enrijecer e não consegue correr do que a perturba. Philemon olha para a criatura, ela era lenta. O doutor, sem se alterar, fala com Satânico.

— Lá dentro ela não pode entrar sem proteção e se ficarmos aqui seremos comidos. O que faremos?

Philemon estava sem memoria, mas o lugar o influenciava, ele sabia o que era aquele lugar, seu inconsciente o contava, ele só não se lembrava, completamente.

Esgotos [...]

Corazon olha para a criatura em sua frente e conversa com a mesma de maneira polida. A criatura olha curiosa para este e inclina a cabeça de lado. Pega uma balinha azul e coloca na boca.

— Eu sei da flor. E vocês ainda não viram nada.

A resposta da criatura não agrada muito a Corazon, mas mesmo assim ele se apresenta. A criatura aproxima-se mais um pouco e fala baixo.

— A mulher que você procura está do outro lado. Se você for rápido o suficiente conseguirá encontra-la antes de eu lhe devorar.

Corazon não tinha tempo. O ar estava acabando e agora uma coisa que ele não sabia o que era o ameaçava. Assim que menciona seguir em frente Corazon escuta um som. Algo como uma arvore crescendo.



Corazon tinha seu super sentido, mas mesmo assim foi pego de surpresa. O galho arremessa Corazon para longe e quando bate percebe que bateu em uma parede de vidro. Por segundos vislumbra Satânico e Helena. O galho puxa o homem e o deixa pendurado. Aquela altura Corazon pode vislumbrar Ashley, ela não estava tão dominante na ação, mas diferente dele, podia ficar ali o tempo que quisesse.

Ashley havia usado seu poder com a criatura, porém não conseguiu, com a facilidade que imaginou, subjugar a mesma. Ao tentar dar uma chave na criatura a coisa mais bizarra acontece. A criatura divide-se ao meio como se fosse feita de massinha de modelar. As duas partes se juntam e desfere um pontapé nas costas de Ashley. A mulher sente o corpo ser empurrado para frente. A criatura estava no mesmo que o nível que o dela. Era tão forte como ela. Resposta para sua pergunta, Ashley não recebeu, pois a mesma não falava. Quando ia ficar de pé viu a criatura partir para cima de si novamente e neste instante vislumbrou o seu colega de equipe. Ashley podia escolher entre continuar a lutar com a criatura ou ir na direção e Corazon.
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Neena
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   28.11.14 21:56

Olá! Espero que estejam bem. Dúvidas me perguntem por MP ou pelo chat. A próxima fase será conforme o que decidirem fazer. Combinar postagens seria bem interessante.

Divirtam-se e até semana que vem!

Prazo para os jogadores: 06/12/2014

Prazo para o narrador: 07/12/2014
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   30.11.14 15:23


Segui pelo corredor, apreensiva, muito, aliás. Aquela iluminação precária, aquele silêncio, mas me intrigava era uma minhoca me morder. Pensei tanto naquilo que cheguei a uma conclusão que pareceu óbvia. Apertei a mão de Julian.

— Devemos entrar em contato com a força tarefa e dizer a eles que recolham todos os vasos dos cogumelos. Não está obvio que é por causa deles que as pessoas estão morrendo? Aquela minhoca pode ter sofrido uma mutação, por isto me mordeu! E se as pessoas ....

Não terminei minha frase, pois o lugar com o qual nos depararmos era completamente fora dos padrões. O ar era diferente, demais, do que eu conhecia. E as plantas? Elas não precisavam de sol para viver? O que exatamente era aquele lugar? A pessoa que podia responder as nossas perguntas parecia ainda não ter recobrado a memória. Afastei-me de Satânico e observei o máximo que deu do lugar. Era incrível, mas o melhor vinha depois. Uma parede preta no fundo. O que exatamente era aquilo? Aproximei-me e toquei-a, fria, era de vidro. Olhei de Julian para o doutor e um barulho me assustou. Olho na direção de onde viemos, dali vinha um som estranho também.  Novamente algo bate no vidro e vejo o rosto de Corazon. Ele não estava nos esgotos? Aproximo-me de Julian.

— Você viu aquilo? Corazon está atrás desta parede.

Percebo que o doutor está vestindo as roupas, será que ele sabia o que fazer? Pensei em perguntar, mas a mordida faz meu corpo se contrair. Meu estomago começa a enjoar, um enjoo forte. Fecho os olhos respirando fundo, não queria me tornar um estorvo na missão. Quando abro os olhos vejo ele na minha frente. O pavor toma conta de mim. Eu grito e tento pegar a hambo, ele não me machucaria desta vez, mas meu corpo está imóvel, paralisado. Olho com desespero na direção dele, estava cada vez mais perto, Deus o que farei. Solto um grito de pavor, peço socorro, alguém, por favor, me ajude!



Última edição por Helena Mayer em 30.11.14 23:17, editado 2 vez(es)
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Corazon

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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   30.11.14 16:42

Corazon havia permanecido em silêncio após tentar explicar toda aquela situação perante a estranha criatura que havia se colocado a sua frente, entretanto, o próprio investigador da força-tarefa sabia que estava correndo contra o tempo. O período para encontrar sua parceira e sair daquele perigoso lugar estava se esvaindo a cada instante que ele encontrava alguém e tentava explicar o que estava ocorrendo para que pudesse seguir em frente. Da primeira vez havia dado certo, a criatura aquática o havia ajudado com maestria, conferindo-lhe uma passagem apenas de ida para a direção onde sua parceira estava, entretanto, um segundo encontro, desta vez com uma criatura totalmente diferente, também se perfazia com que o encontro fosse totalmente diferente.


Após explicar para a criatura o que estava ocorrendo não somente na superfície de Chaos, mas também em seus subterrâneos, a criatura simplesmente pareceu inclinar-se de lado, pegando algo e colocando em sua boca, Corazon, estranhamente imitou a atitude da criatura, inclinando também sua fronte de lado, mas permanecendo atento, as palavras da criatura soaram como sinos badalando em sua mente, "então ela sabe", pensou Corazon enquanto escutava as palavras seguintes da criatura. Antes que o estranho ser pudesse terminar sua frase, o investigador da força tarefa, já parecia respondê-la.


[ Corazon ]- Eu agradeço em m.....Ahn?! A expressão de Corazon por detrás de sua máscara fora estupefata. Em uma única fração de segundos, um turbilhão de pensamentos pareceu invadir a mente de Corazon, normalmente, a situação que parecia ter sido dita seria ao contrário, era ele quem devorava suas presas, não ao contrário. Antes que o investigador pudesse tomar qualquer drástica medida com relação a declaração nata de ameaça, algo pareceu alcançar sua audição, porém, antes de qualquer atitude, o corpo de Corazon fora alçado violentamente, sendo que, a face do individuo chocou-se abruptamente contra uma espécie de parede de vidro. A face de Corazon comprimiu-se mediante a pancada, ele podia sentir não somente sua face mas também seu corpo sendo pressionado pela pancada sofrida. " Cara....eu...estou começando a odiar esse trabalho...", pensou o Investigador quando simplesmente pôde notar Helena e Satânico d'outro lado, porém, não sabia precisar se estavam bem, tudo aconteceu muito rápido.    


Antes que Corazon pudesse agir, seu corpo pareceu movimentar-se novamente, permanecendo de cabeça para baixo. O investigador sentiu-se extremamente atordoado pela pancada, entretanto, algo ao longe chamou sua atenção, sua parceira! O investigador sentiu-se tonto, mesmo porquê, depois de uma grande pancada e ser dependurado como um suíno para abate, não era muito seu gênero, mas ainda assim, o investigador resmungou profundamente. - Sorte sua..que não é feita de carne...


Resmungou Corazon enquanto tentava localizar a posição da criatura de madeira que outrora havia se colocado a sua frente. Ainda que de uma forma atrapalhada, Corazon visaria alcançar sua arma que por sorte, não havia sido abandonada e estava atada ao seu corpo preso por um aparelhato. O investigador então visou reposicionar sua arma utilizando seu braço como apoio, ainda que, em postura inversa e então, desferiria quantos tiros fossem necessários na direção da criatura, ao qual, certamente, meia dúzia de buracos causados por uma .50, certamente seriam efetivos para acabar com o problema.


Enquanto Corazon tomava tal medida, uma parte avermelhada de suas vestes parecia escurecer, novamente sua Kagune se fazia presente e então, finalmente Corazon visou entrelaçar sua cauda com o galho que o havia pego, visto que, se desse cabo da criatura com alguma sorte e a mesma estivesse controlando aqueles galhos, certamente o mesmo o soltaria após a sua morte, entretanto, Corazon não pretendia livrar-se, não naquele momento.  Caso conseguisse dar cabo da criatura com os disparos efetuados por sua Sniper, o franco-atirador iria utilizar sua cauda para puxá-lo para próximo do galho e então, redirecionar sua extensa cauda para formar uma espécie de "balanço" para que pudesse dar estabilidade a sua arma e então, o investigador visaria olhar mais atentamente para o local onde Ashley estaria, mirando com cuidado em sua arma através da mira, efetuaria disparos únicos na região da cabeça das criaturas próximas a vampira e ainda que, houvessem criaturas muito próximas a vampira, Corazon visaria disparar de raspão nas mesmas, visto que, um disparo de raspão de uma ponto 50 costuma abrir um enorme fenda.

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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   01.12.14 12:30

A alternativa, que não foi tão alternativa assim, livrou os agentes e o doutor da iminente morte. Da escada, puderam ouvir o barulho da tampa do alçapão batendo. Julian segurou por mais uns minutos. As pancadas duraram até uns cinco minutos, quando as criaturas pareceram se acalmar e desistir de seus alvos.

Logo após, os três desceram os degraus. O lugar era mal iluminado e, mesmo que não quisesse confessar, dava arrepios em Julian. Mas se manteve firme, na direção do local que parecia ser um pouco mais iluminado. Sentiu sua mão ser tocada e olhou para Helena, ratificando o que a agente dissera.

—— Devemos. Primeiro foi comigo, agora você. Todo esse caos pode ter sido provocado por elas (plantas). Espera uns instante que vou ativar o comunicador e--

O som de dois objetos sólidos se batendo ecoaram por todo o local. Satânico procurou ao redor alguma pista do que seria, mas o que encontrou foi uma parede estranhamente escura ao fim do lugar. Olhou para eles dois, como se perguntasse o que eles dois queriam fazer.

Um outro barulho, ainda maior, como um rugido,  atraiu muito mais a atenção do mutante. Ele ficou procurando a causa, até ouvir de Helena que havia visto Corazon, colega de equipe dos dois agentes, atrás do vidro, e que sua feição não estava como uma das melhores.  Certamente estava passando por problemas, e precisava de ajuda.

—— Certo. Se afastassem dessa parede.

Satânico esperou o dr e Helena afastarem-se um pouco, para que não fossem atingidos pelos eventuais cacos que surgissem. Colocou as duas mãos na parede e fechou os olhos. Em seguida, uma luminosidade verde tomou conta de seu corpo, sinal de que seu poder estava sendo ativado. Assim, usando sua telecinese molecular, tinha como objetivo fazer com que a grande parede se quebrasse, de dentro para fora, para enfim reencontrar o companheiro que havia se separado desde o início da missão.

Com o sucesso ou não da investida, aproximou-se de Helena, percebendo que a mutante se encontrava debilitada. Percebeu que havia uma mala ali no armário e colocou as roupas remanescentes (quatro), dentro, para si, Helena, Corazon e uma de reserva. Mais próximo à Helena, notando que seu corpo estava paralisado, a tomou nos braços [essa ação depende da anuência de Helena] e envolveu os dois em sua energia esverdeada. Em seguida foi a vez de Philemon, também ficando com o corpo coberto pela telecinese. Em segundos começaria a levitar e tiraria os três da direção do ataque da minhoca gigante.


Dessa forma, imaginou que efetuar uma esquiva ou “retirada estratégica” seria o mais adequado, visto que a criatura parecia ser por demais poderosa para a condição dos agentes no momento. Levou-se junto dos outros, pelo ar, para perto de Corazon.  Quando se aproximou, ficou surpreso com a nítida mudança de visual do agente.

—— O que aconteceu com você?!
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   06.12.14 20:07

Foi completamente pega de surpresa com as habilidades daquele ser, como podia esperar que ele conseguia se desfazer e refazer com tamanha facilidade?
Recebia o golpe nas costas a derrubando de cara no chão, sujando o rosto e as roupas que usava naquela terra imunda. Rolou para o lado e se ergueu assumindo uma posição de batalha, criando apoio com as pernas assim que notava o ataque da criatura. Foi questão de segundos que teve para perceber Corazon ao longe também lutando, chamando sua atenção com os disparos da sua arma de fogo.
Precisa e exercendo a força dos músculos ela usava o peso e a velocidade da própria criatura contra ela, pondo um braço na altura do pescoço e outro na altura do abdomen chutava com a perna dianteira a canela do mesmo assim tentando tirar o equilíbrio da criatura e a arremessar para o outro lado girando o tronco junto do movimento para dar mais facilidade na ação. Se conseguir, aproveitaria o momento para invocaria o Cárcere das sombras: criando uma câmara de pura escuridão, pode aprisionar ou asfixiar inimigos. Nâo há nenhum ar dentro dessa prisão, por isso os mortais sufocarao dentro do seu vácuo gélido. Nem mesmo os Vampiros tem escapatória; depois de presos, só sairão com a vontade de seu captador. O Cárcere parece uma malha densa de sombras, não afetada pela luz do ambiente. Aquela habilidade levaria alguns segundos para ser feita, mas assim poderia prender a criatura que tinha os dons mais estranhos que já encontrou e para a ir na direção de seu colega, afim de se reunir com ele na tentativa de uma estratégia melhor de combate, talvez ele soubesse onde estavam.
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Neena
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   07.12.14 18:11

A força tarefa estava sem contato com os enviados, aquilo estava intrigando a general. Ela andava de um lado para o outro. No vários telões que vigiavam os pontos mais críticos da cidade um deles chamou atenção. Mesmo com uma ordem direta havia pessoas utilizando portais no setor de entregas, aquilo era perigoso, mas o que podiam fazer? Não havia mais voluntários para enviar. A mulher olhava o telão, diferente dos outros, ela parecia ser mais ativa. Um comunicado vindo da área morta da cidade chama atenção da general, poucos sabiam que a área morta findava-se no museu onde Philemon morava. A mulher olha preocupada para o telão. Muitos não sabiam que era para lá que eram enviados, também, os corpos dos habitantes do lugar. A muito tempo não eram registradas mortes não naturais em Chaos, mas só naquela noite já havia sido enviado mais de 50 corpos para o local. A general decide agir, envia soldados sem nenhuma estratégia para o museu, algo deveria ser feito já que ninguém se comunicava com ela.

Museu [...]

Pense em um interruptor, ele é bem vindo num quarto escuro, certo? Foi exatamente isto que aconteceu quando Philemon percebeu a ação de Satânico. O homem agiu rápido e usando o próprio corpo empurrou Satânico de forma que o rapaz parasse o que estava fazendo. Com uma expressão animada levantou o dedo para Satânico e fez que não. Olhou para Helena e posteriormente para a minhoca.





— Não faça isto. Sou Philemon e este lugar foi construído por mim, faço pesquisas aqui e estava prestes a concluir algo muito importante, mas algo me interrompeu, algo vindo daqui. Só me lembro de ser quase comido por uma flor carnívora. Vocês me salvaram, mas não me lembro do que veio depois.

A lenta minhoca vinha na direção destes e Helena parecia apavorada, seus pesadelos pareciam aumentar e a garota estava entrando em estado de choque, aquilo poderia causar algo sério nela. Philemon olhou para Satânico e foi taxativo.

— Sua amiga precisa de cuidados médicos urgentes, posso fazer isto, mas seja lá quem estiver lá dentro, salvo apenas alguém que não precise respirar, estará em maus lençóis. A cúpula é extremamente tóxica. Nenhum humano sobrevive ali sem estar usando proteção. Se me permite, gostaria de sugerir que deixe a garota comigo e adentre a cúpula usando uma das roupas e leve outras com você.

Philemon falava e ao mesmo tempo despia-se da roupa especial que usava. Ele aproximou-se de Helena e segurou o rosto da garota, olhou dentro de seus olhos, as pupilas estavam dilatas e Philemon olha, sério, para Satânico.

— Ela está sob o efeito de alguma droga fortíssima. O que houve com ela?

A minhoca vinha devagar pelo corredor, ainda tinham bastante espaço, mas não era seguro ficar ali. Philemon olha para Satânico e o obriga a decidir o que fazer.

— Tenho como leva-la para outro local, mas preciso que você permita isto. Existe uma entrada oculta na[......]

Philemon não termina sua fala, pois algo bate no vidro novamente. Algo pesado. Philemon olha para Satânico e suspira.

— Rapaz, algo está acontecendo lá dentro e é melhor você agir logo.

Philemon não espera mais a resposta de Satânico e pega Helena no colo. A garota está anestesiada, os olhos parados. Poucos sabem, mas a mente de Helena está mergulhada em um pesadelo pessoal horrendo. O doutor leva a garota até o armário de roupas e ali abre outra porta. Através desta porta Satânico pode ver uma espécie de ala médica. A parede de fundo era a mesma que se mostrava para ele. Uma parede de vidro negro. Philemon olha para Satânico antes de fechar a porta.

— Não se preocupe, ela está segura comigo.

Cabia a Satânico ir ao encontro de Corazon, que estava com o tempo quase escasso ou seguir para onde foi Philemon.

Cúpula [...]

Corazon era um homem estratégico, frio e calculista. Sua ação foi certeira, mas a reação não foi a que ele esperava. Ao atingir o tronco da criatura um ruído foi ouvido. Um ruído de dor e a planta voltou ao seu tamanho original, não era maior que 1,40 metros. A criatura correu na direção do vidro e bateu com toda força ali. Seus gritos ecoaram na cúpula, um grito que perturbou todos ali, inclusive as criaturas que estavam próximas a Ashley, porém a consequência pior do grito foi sofrida por Corazon. A bolha que o protegia estourou e o fedor mortal do lugar adentrou as narinas de Corazon. Ele tinha super força, velocidade, mas ele não sabia exatamente onde era a saída e Ashley também não. A ação de Ashley foi um sucesso e o grito da criatura afastou as outras que estavam aguardando para se esbaldarem no sangue da vampira. Ashley e Corazon estavam próximos, mas precisavam de ajuda para alcançar a saída que era o museu. Os guardas, que vigiavam aquele lugar, estavam tão absortos em sua patética rotina que se quer notaram o que estava acontecendo. Corazon sentia o ar entrar queimado. Seus olhos encheram-se de lágrimas e suas narinas arderam de forma tão intensa que a sensação era de estar com o rosto em cima de fogueira. O ar não era aceito por seu pulmão e ele não conseguia expeli-lo. Precisavam achar logo a saída, mas para isto precisavam de ajuda externa. Eles não viam os guardas que faziam a guarda e a maquina que revirava o lixo era controlada de longe.

Entrada do museu [...]

Os sodados da força tarefa, um total de cinco, adentraram, cuidadosamente o lugar. Ouviam ruídos vindo de uma sala ao fundo. Seguiam armados, cautelosos, mas despreocupados. Despreocupação era um sentimento natural em Chaos. Assim que abrem a porta percebem uma nuvem de fumaça verde. Usavam roupas especiais e proteção no rosto. Atravessaram devagar o lugar, mas não viam ninguém da força tarefa. Um dos soldados liga o comunicador e fala através do mesmo.

— Corazon? Helena? Satânico, Ashley? Algum de vocês está aqui? Não conseguimos ver nada, mas viemos para ajudar. Alguém na [....]


O soldado não termina de falar. Um a um são arrastados por cipós grossos e somem na nuvem verde. O comunicador permanece ligado, mas será que algum deles recebeu a mensagem? Caso alguém estivesse com seu comunicador ligado ouviria apenas o som dos corpos sendo arrastados e dos gritos que o soldado deferia.

— Socorro, socorro, algo nos pegou, socorro.

Sala secreta[...]

Philemon adentrou com Helena na sala. Deitou-a em uma maca. Ao redor vários instrumentos cirúrgicos. Helena estava paralisada, seus olhos estavam petrificados. O homem pega um colírio e pinga no olho da garota, nenhuma reação. Philemon então calça luvas e liga uma câmera. Começa a checar os sinais vitais de Helena e os anotar em uma prancheta. O silêncio era incomum. Sem aviso um grosso cipó surge de trás de Helena. Ele se enrola no pescoço de Philemon a intenção era clara, matá-lo. Helena se encontrava paralisada e o cipó se enroscava mais e mais no pescoço do doutor.



Última edição por Neena em 07.12.14 18:15, editado 1 vez(es)
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Neena
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   07.12.14 18:14


Olá tudo bem? Postagens fantástica de vocês, obrigada Smile

Satânico e Ashley, a vida do Corazon está nas mãos de vocês. Helena você está completamente imobilizada, não percebe nada. Satânico ou Corazon precisa postar que ouviram o que foi dito através do comunicador. O trabalho em equipe será essencial agora. Espero que apreciem a atualização. Até semana que vem, divirtam-se.

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Prazo para o narrador: 14/12/2014
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   08.12.14 12:11

Corazon havia agido conforme o tempo que lhe havia sido conferido outrora por aquela estranha criatura como podia. Havia encontrado algo que havia se mostrado atenciosa e curiosa desde o início, entretanto, a crueldade com a qual havia se revelado havia aguçado a astúcia do investigador, entretanto, ele estava lá para buscar sua parceira que o havia salvado, entretanto, sua oponente havia se mostrado verdadeiramente ardilosa e apenas havia uma única chance de acabar com aquela situação. Corazon havia visado atingir o tronco da criatura com sua sniper, obtendo sucesso em atingi-la, certamente, o estrondo que a arma causaria alertaria quaisquer criaturas na proximidade, bem como sua própria parceira que haveria de estar ao longe, entretanto, o ruído aguçado do disparo efetuado seria abafado drásticamente por um ruído de dor que até mesmo ouriçou a pele de Corazon que tentava dosar o ar que ainda restava adentro a bolha criada.


" Menos uma criatura para me dar dor de cabeça, agora...a próxima", pensou Corazon enquanto virava a exagerada arma ao longe, mirando com cuidado na criatura que parecia estar mais próxima a Ashley. Habilmente, fora capaz de atingi-los, embora que, os gritos da criatura atraíram ainda mais sua atenção, a criatura parecia ter assumido uma postura desontrolada e violenta, sinal de que, o dano que lhe fora causado fora terrível fazendo com que até mesmo um sorriso sádico brotasse na face do investigador por detrás da máscara, porém, a queda de Corazon estaria por começar.


[ Corazon ]- Ashley...conte isso como pagamento por ter me ajudado. Disse Corazon em uma tonalidade audível somente para si, porém, os gritos da criatura lhe causaram ainda mais danos e um desespero começou a crescer quando a bolha que o protegia estourou imediatamente ao urro da criatura. Corazon ainda encontrava-se ainda dependurado, inalando aquele ar nocivo e perigoso. Conforme Corazon permanecia  a inalar aquele ar pesaroso, sentia seu sistema respiratório queimar, era como se ele estivesse se engasgado com a fumaça típica de cigarretes, mas a sensação era muito, muito pior.


Corazon tentou inflar aquele perigoso ar para seus pulmões na tentativa vã de respirar.


Imediatamente, o investigador visou inclinar-se inversamente, retirando o pequeno punhal que havia em seu sinto e então, rompendo o galho que estava entrelaçado em sua perna, rompendo-o para que pudesse alcançar o chão rapidamente. O investigador tentava olhar ao redor, procurando algum local que pudesse revelar a saída. A dor era terrível, ele estava buscando ar, algo que pudesse propagar sua vida de alguma forma, entretanto, o que poderia fazer diante daquela situação? " Droga..vou morrer..vou morrer...droga..droga..droga"., pensou Corazon enquanto tentou-se lançar em disparada, utilizando-se de sua velocidade para tentar aproximar-se de Ashley o mais rápido que pudesse, seu sistema respiratório tragava cada vez mais aquele ar perigoso e cada vez mais Corazon sentia que sua expectativa de vida estaria para chegar ao fim.


Assim que visou aproximar-se de Ashley, Corazon tentou sinalizar a mesma que estaria sem ter como respirar, apontando originalmente para seu pescoço e então, tentando observar ao redor o que ali havia. Sentiu sua visão apagar momentaneamente, ele sentia seus batimentos cardíacos cada vez mais fracos em decorrência da falta de ar e seu pulmão tentava inflar um ar que pudesse ser aceito por seus pulmões, sem sucesso, Corazon sentiu um forte e enorme aperto em seu peito.


— Corazon? Helena? Satânico, Ashley? Algum de vocês está aqui? Não conseguimos ver nada, mas viemos para ajudar. Alguém na [....]


— Socorro, socorro, algo nos pegou, socorro.



Corazon escutou as palavras emanadas de seu comunicador, mas o que poderia fazer? O homem havia provindo de uma direção, voltando sua fronte imediatamente no local que outrora havia sido arremessado, um vidro expesso parecia separá-los de onde seus companheiros estavam, entretanto, será que haveria alguma porta ou algo do gênero? Não havia tempo, Corazon estava totalmente sem tempo. Imediatamente, colocou-se a correr ao norte de Ashley, o máximo que pôde, visando procurar alguma saída, alguma expessa porta sem vasões ou qualquer criatura que parecesse estar utilizando alguma máscara de proteção vinculada a um cilindro de oxigênio.


" Qualquer coisa..qualquer coisa...qualquer coisa", repetia a si mesmo enquanto sentia seus sistemas começarem a falhar. Se ninguém o ajudasse logo, a jornada do franco-atirador havia terminado ali.
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   10.12.14 21:29


Ele estava cada vez mais perto e porque eu não conseguia me safar? Me libertar? Porque ninguém me ouvia? O desespero começou a tomar conta de mim, um medo gelado percorreu meu corpo. Eu ia morrer, sabia disto. Tentava, em vão, livrar-me de suas mãos pegajosas. O jeito como ele apertava meu corpo, arrancava minhas roupas, beijava meus lábio, Deus era terrível. Eu queria gritar, chutar, matar aquele homem, mas não conseguia.

Eu queria chorar, implorar para que ele não fizesse aquilo. Apenas sinto a invasão, Deus como dói, quero sair daqui, alguém, por favor, tira ele de cima de mim. Tira ele de mim, por favor! POR FAVOR!!


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Neena
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   14.12.14 11:34


Corazon estava em seus últimos momentos, o ar venenoso adentrava seus pulmões e saia queimando. O soldado estava quase perecendo. Ashley correu até Corazon e o pegou pela cintura. Usando toda sua velocidade a vampira olhou ao redor tentando se situar. O comunicador de Corazon emitia sons estranhos e a vampira observou aquilo desconfiada. Ashley então teve a brilhante ideia de usar o comunicador para pedir ajuda. Satãnico recebe a transmissão e então direciona a vampira para a saída. Ashley corria contra o tempo, Corazon já estava perdendo os sentidos. Quando Ashley chega na porta que dava acesso ao interior do museu, Satânico aguardava o mesmo, mas algo não esperado acontece. A critura que havia gritado antes enlaça os calcanhares da vampira e a puxa com força. Ashley é arrastada pelo chão imundo do lugar e tudo de porcaria imagináveis. Ashley age rápido e joga Corazon na direção de Satânico. Corazon infla os pulmões com o ar do museu e tosse dolorosamente. Não demora muito para ele estar de pé novamente. Cabia a ambos voltarem para a cúpula ou ajudar Philemon.

Na sala oculta de Philemon o mesmo estava passando por uma situação complicada. Ele fazia de tudo para retirar o cipó que insistia em enroscar-se em seu pescoço. Helena permanecia desacorda, mas algo estava acontecendo no corpo da garota.

O veneno que foi inoculado no sangue da garota estava se misturando ao seu corpo e de alguma forma estava tirando a garota do torpor inicial. Helena sentia, vagarosamente, os sentidos voltarem até que uma espécie de impulso elétrico forte demais acionou as sinapses de seu cérebro. A garota acorda de um pulo e atrás de si vê o cipó que se enrosca ao pescoço de Philemon. Ela não sabia de onde vinha o cipó. Helena ainda não sentia as pernas, mas sua mente estava lúcida. O cipó havia puxado Philemon para longe da garota. Helena podia pedir ajuda ou cuidar da criatura. Lembrando que ela estava com o comunicador e o cipó saia de trás dela.
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   14.12.14 11:42


Olá tudo bem? Obrigada Corazon e Helena pelas postagem e obrigada a Ashley pelo pouco tempo que passou conosco. Fiz uma postagem simples, pois com a saída da Ashley e o aviso de Satânico que não iria ter condições de fazer a postagem fiquei meio perdida, pois as duplas não agiram juntas tive que improvisar. A atualização de hoje foi um meio para vocês se juntarem e, se possível, darmos continuidade a quest. Qualquer dúvida estou a disposição no chat. Boa semana para vocês.


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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   14.12.14 18:12


Sinto-me em um sonho, um sonho sufocante. De muito longe ouvia um ruído, parecia uma mangueira descontrolada. Forcei a audição para entender o que estava acontecendo e foi neste momento que recebi um choque, forte demais, na cabeça. Trinquei os dentes e me sentei onde estava completamente lúcida. O susto quase fez meu coração parar. Novamente aquele cipó? Que droga! Tentei descer de onde estava, mas percebi que não sentia minhas pernas, onde exatamente estou? Forcei a mente e me lembrei de que estava no museu? Cadê o Julian? Olhei em minha cintura e vi o comunicador, soltei o ar alivia. Enquanto fala olhava ao redor, tinha que ter algo ali que eu pudesse ser usado contra aquela coisa. Que falta faz uma arma.


— Julian? Corazon? Ashley? Alguém? To meio ferrada aqui, tem um cipó tentando matar o doutor Philemon. Eu até faria alguma coisa, mas estou com as pernas paralisadas, alguém na escuta?

Meus olhos pousam em uma bandeja cheia de tesouras. Aquilo era material cirúrgico? Porque um cientista precisa disto? Não penso muito e tento alcançar uma das tesouras, se conseguir desferirei vários golpes no cipó e tentarei chamar a atenção dele, quem sabe assim ela afrouxa o aperto na garganta do doutor.
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   16.12.14 22:40

Corazon tentava desesperadamente arfar ar para dentro de seus pulmões e a única coisa que recebia em troca era uma queimação terrível em seu sistema respiratório, iniciando-se pelas suas narinas e findando-se em seu pulmão. Seus olhos procuravam desesperadamente por uma fenda, uma brecha, um caminho a superfície, qualquer coisa que pudesse fazer com que sua vida fose salva e pouco a pouco a falta de oxigênio em si o deixava de certo transtornado e um desespero crescente parecia elencar-se em seu corpo alarmantemente. " Droga, droga, droga,droga,droga".


Corazon procurou avidamente por alguma brecha para que pudesse se esgueirar e ter acesso ao oxigênio. Das muitas maneiras ao qual o soldado havia acreditado que viesse a morrer, a falta de ar não era uma delas. O investigador simplesmente colocou-se de joelhos, tentando puxar em vão uma quantidade significativa de ar para si, sem sucesso, assim que seu corpo inclinou-se para a frente, não havia mais o que se fazer, o investigador sentiu seu corpo ser alçado pela cintura, percorrendo uma grande distância em pouco tempo, o homem estava quase a perder sua consciência, mas fora quando como um vulto, avistou uma silhueta que lhe pareceu familiar, era Satânico, porém, antes que qualquer coisa pudesse ocorrer, Ashley é pega abruptamente, mas não antes de jogar Corazon em direção a silhueta.


O impacto não causou-lhe problema em decorrência ao beneficio que o homem receberia, finalmente, seu corpo estava clamando por ar, seus pulmões inflaram com o tão ensejado oxigênio e finalmente Corazon conseguiu respirar de maneira abundante, entre uma grossa tosse acompanhada de uma retorção em seu corpo, o investigador tentava desesperadamente inflar o ar para seus pulmões enquanto tossia drásticamente tentando livrar-se da drástica queimação que outrora o havia causado um imenso desconforto.


O investigador virou-se abruptamente em direção ao local onde estava Ashley, aquela criatura que outrora havia tentado o devorar havia retornado, levando a garota para longe, todas aquelas dificuldades haviam sido realmente em vão? A vida da garota havia sido ceifada por aquela criatura? Corazon tentou erguer-se com alguma dificuldade, sua arma havia caído no momento em que Ashley havia alçado seu corpo, não havia como ela carregá-lo com um equipamento tão pesado quanto aquele. - Satânico....obrigado...mas...e a...garota...que..estava comigo.. Dizia Corazon ofegante.


— Julian? Corazon? Ashley? Alguém? To meio ferrada aqui, tem um cipó tentando matar o doutor Philemon. Eu até faria alguma coisa, mas estou com as pernas paralisadas, alguém na escuta?


Fora quando a comunicação de Corazon parecia retornar em meio a rústicos sons e afins, o investigador frisou seu cenho, suspirando pesadamente, pouco a pouco sua respiração parecia voltar ao normal enquanto o próprio pareceu virar-se em direção a Satânico.  - Eu vou voltar para buscar essa criatura e matá-la! Disse enquanto rangia os dentes por detrás de sua máscara. - Vamos ajudar a Helana agora, depois cuidamos de Ashley, ela sabe se virar.


Não havia muito o que se fazer diante daquela situação. Não havia maneiras de transpassar aquela porta sem colocar em risco a própria integridade dos membros da equipe, o melhor a se fazer era descobrir quem era aquele tal Dr.Philemon e descobrir o que raios estava acontecendo naquele lugar. - Vamos lá, rápido! Vociferou Corazon colocando-se a correr atrás de Satânico que certamente haveria de mostrar o caminho. Caso o mesmo guiasse a dupla, certamente Corazon utilizaria-se de sua cauda para romper os cipós que estariam atando e tentando ceifar a vida de Philemon, afinal, sua arma principal havia de ter ficado para trás e não haveria formas de recuperá-la naquele momento.
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   20.12.14 16:26

O momento era urgente. Julian não teve tanta escolha assim. Ao mesmo tempo em que não confiava nem um pouco  no doutor desmemoriado, ele com certeza, ainda assim, sabia mais de medicina que ele, podendo cuidar ou ao menos aliviar o sofrimento de Helena. Dessa forma acabou concordando, partindo para a direção de Corazon, a fim de encontra-lo.


Não demorou para que conseguisse. Ele parecia desacordado, sendo carregado por uma mulher que não conhecia, mas que pelas vestes, provavelmente também era uma  agente como eles. Corria na direção dos dois, mas travou quando percebeu que ela havia sido pega. Os cipós agiram rápido demais, rápido o suficiente para não permitir que Julian fizesse algo. Ele apenas saltou com os braços estendidos para tentar segurar o colega.

—— Corazon?! Cara, tá tudo dando errado! A gente precisa de ajuda e-- eu vi, ela foi pega! Esses cipós são não têm fim!

Foi nesse momento em que escutou a voz de Helena. Sentiu um alívio tremendo, percebendo que ela estava consciente – ainda que em perigo, mas viva! Correu na direção da sala onde Philemon havia levado Helena, guiando seu companheiro. Corazon se encarregava de eliminar os obstáculos do caminho.

(...)

Chegando à sala, foi para perto de Helena.

—— Tá tudo bem agora. Vamos te tirar daqui.

Satânico tentava não aparentar a sua exaustão. Havia usado muito o seu poder, por isso, preferiu segurá-los um pouco. Procurou pelo local algo que pudesse colocar Helena, como uma cadeira de rodas (afinal, estavam em um aparente ambiente médico). Caso conseguisse, colocaria a moça ali, para que ela tivesse o mínimo de mobilidade. Em seguida, pegaria uma tesoura e um bisturi (o maior que achou) e foi ajudar Corazon em sua investida em libertar o doutor. Ele era uma das peças fundamentais para a solução de todo aquele “caos”.  
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Neena
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   21.12.14 11:40

Helena, Satânico e Corazon são os sobreviventes de uma missão suicida, porém, nenhum deles conseguiu entender o que está acontecendo na cidade de Chaos. Tudo começou com um homicídio, mas será que foi mesmo um homicídio? Estava mais para suicídio. A “praga” se espalhou pela cidade a uma velocidade estupenda, mas o que ninguém notou é que a névoa, comum em Chaos, estava mais densa, muito mais densa que o normal. A responsável pela força tarefa sentia-se diferente. Por estar tanto tempo no resguardo das cabines de monitoramento quase não tinha contato com o ar de Chaos. Aquilo estava lhe fazendo bem, mas estava muito preocupada com a equipe, não somente a que foi enviada antes, mas a que foi tentar ter notícia destas. Da área de contenção imagens preocupantes foram exibidas, inclusive uma em que nitidamente viu Corazon e Ashley. Decidiu chamar seu contato no submundo dos esgotos, não seria fácil, mas não custava tentar.

— Psyco, preciso muito que verifique algo para mim.

A general chamava um dos monitores da área de dejetos, quando digo dejetos é tudo aquilo que não tem mais utilidade, incluindo cadáveres. A general não recebe retorno e aquilo lhe preocupa. Psyco era um homem sarcástico, mesmo sendo tão apático quanto a população de Chaos. Gostava de revirar o lixo e detalhar as coisas bizarras que os moradores consumiam. Ele não retornou e a general realmente não tem ideia do que aconteceu por lá.

Redoma

Ashley foi arrastada pela criatura que havia atacado Corazon, mas a criatura não esperava um embate com uma vampira experiente como Ashley. Antes de a porta fechar, a vampira jogou a enorme arma de Corazon para fora e então encarou seu destino. O que houve lá dentro só saberemos quando terminar.

Museu

Corazon e Satânico seguem para onde está Helena. Satânico estava exaurido e aquilo não era bom. A enorme minhoca obstruía o acesso a parte de cima do museu e alguns rugidos eram ouvidos até que um urro, vindo da minhoca ecoa pelo lugar. O corpo da criatura sacolejou de forma estranha e sem aviso ela tombou para frente, parando de se mover. O que havia acontecido?
Satânico e Corazon adentram a sala onde Philemon está sendo enforcado. Helena encontra-se sentada, mas não pode levantar, pois a perna está paralisada. A garota enfia a ponta da tesoura no cipó e pra sua surpresa a tesoura perfura o cipó sem dificuldade, um liquido verde e com um cheiro característico escorre do buraco. A sensação era de estar furando um saco com água verde, mas sabemos que cipós são fibrosos, difícil de serem perfurados. Com a ação de Helena a criatura estira os cipós e Philemon consegue desfazer o aperto no pescoço. Corazon completou a ação com sua cauda. Philemon estava livre. Os cipós cortados recuaram e Philemon, com muita dificuldade, disse.

— Precisamos...cof cof..ver..arghh..de onde ele vem, ele é a chave.

Mas os cipós já haviam sumido, apenas o rastro verde ficou no chão, talvez aquilo os ajudasse. Philemon olhou para Satânico e soltou o ombro. Abriu um armário e pegou uma pílula azul. Ofereceu-a a Satânico.


— Energético, não tenha receio.

Philemon pega outra pílula e colocou na boca sem receio e ofereceu um a Corazon e Helena. Caso aceitassem a pílula sentiriam o corpo revigorar-se, como se tivessem dormido o suficiente para repor as energias. Sentiriam a língua gelar e depois um calor se espalhar por todo o corpo.

— Não durmo graças a estes energéticos. – o doutor olha para os três e diz com o ar preocupado – acredito que vocês têm muitas perguntas para me fazer, não é verdade? Adianto apenas que se quiserem saber o que está acontecendo aqui, termos que voltar a redoma, tudo começou lá. Podem perguntar.

A equipe teria um tempo para se refazer, Helena sentiria, devagar sua sensibilidade da perna voltar. Ela teria perguntas a fazer assim como Satânico e Corazon. Enquanto não começavam as perguntas, Philemon abriu uma espécie de gaveta, ali havia vários botões. Uma tela de 21” se mostrou, a imagem que exibia lembrava a de um ultrassom. Tons vermelhos e verdes eram exibidos. Philemon apertou mais um botão e uma das paredes se levantou exibindo a redoma, mas não era possível ver nada além do vidro pintado de preto. Diante da expressão confusa dos três Philemon se pronuncia.

— Por isto o ultrassom, as roupas especiais. Todas as nossas respostas estão ali.


Estava na hora da equipe se juntar a Philemon e desvendar aquele mistério. Enquanto decidiam o que fazer o comunicador de Helena, Satânico e Corazon emite um comunicado urgente.

— Força tarefa vocês estão bem? Por favor, retornem caso recebam este contato. Uma equipe foi enviada para ai, soldados comuns, sem poderes especiais, mas não retornaram e estou com um mal pressentimento.

A general havia falado em pressentimento? Estranho! Do lado de fora algo bizarro acontecia. A minhoca estava sendo comida por criaturas que lembravam zumbis.


Eles estavam liberando a passagem, a redoma os chamava. Philemon havia trancado a porta da sala de cirurgia.


Agora podiam observar o lugar melhor, havia muitas amostras de plantas, massas negras e pedaços estranhos de plantas. Realmente Philemon tinha muitas perguntas para responder.
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Neena
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   21.12.14 11:43


Olá tudo bem? Obrigada pelas postagens no prazo.Qualquer dúvida estou a disposição no chat. Boa semana para vocês.


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Prazo para o narrador: 28/12/2014
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Corazon

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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   21.12.14 18:03

Antes


Corazon havia sido arremessado através de uma porta por Ashley pouco antes da mesma ser arrastado pela mesma criatura ao qual havia puxado a jovem garota abruptamente. No estado em que o franco-atirador se encontrava, nada poderia ser feito, porém, enquanto recobrava suas capacidades, Corazon sentia-se por deveras sonso, mas não incapaz, o rapaz olhava com pesar para a direção que a garota havia sido arrastada como se estivesse preso em uma espécie de transe momentâneo, como os agentes podiam ter sido tão descuidados assim? Talvez o período que eles estivessem em uma pseudo-utopia fizesse com que todos os agentes ficassem relaxados demais para a própria posição, ao menos, era isso o que Corazon pensava enquanto as palavras de Satânico alcançaram-lhe a mente logo após o rapaz ter contemplado sua própria arma, ao qual havia sido arremessado por Ashley momentos atrás. " Ashley..." pensou Corazon pouco antes de re-equipar-se e então sair em disparada juntamente com Satânico na direção onde Helena estava, deixando que o homem guiasse o caminho, visto que, Corazon sequer fazia idéia de onde a jovem estava.


—— Corazon?! Cara, tá tudo dando errado! A gente precisa de ajuda e-- eu vi, ela foi pega! Esses cipós são não têm fim!


Habilmente, Corazon utilizou-se de sua cauda para movimentá-la de maneira brusca porém, certeira nos cipós, ao qual uma espécie de viscosidade esverdeada parecia ser evadida dos apêndices não-naturais.


Atualidade

A situação parecia ter amenizado, entretanto, Corazon sequer entendia sobre o que Philemon estava falando, muito menos a situação ao qual se encontrava. Desde o início, Corazon havia encaminhado-se a um apartamento após um chamado que lhe fora conferido por sua base, desta forma, o corpo havia recobrado uma pseudo-consciência e se arremessado pela janela, desaparecendo. Posteriormente, seguira em auxílio com Hoshi Daisuke aos esgotos, ao qual tivera sua vida salvo por Aradina e Arleia, de maneira pelo qual, foram atacados não somente pela estranha planta mas também, por uma outra silhueta que fora devorada por Corazon em prol de restabelecer suas células Rc, e então, fora neste momento que recebera um casulo de sua salvadora, incursionando-se perante os esgotos em busca de sua parceira, deparando-se futuramente com uma criatura que tomou o casulo para si, um casulo que outrora Aradina havia lhe entregue. Será que este era o ponto ao qual havia deixado passar? Será que Corazon estava tão cego em resgatar sua parceira que até mesmo deixou passar algo como aquele? Corazon suspirou, estava tentando encaixar todas as informações que havia coletado, ele próprio tentava, em meio ao sufoco que o grupo se encontrava, estabelecer um raciocínio breve sobre o que estaria acontecendo, a informação mais clara que ele havia conseguido? As plantas alteravam drásticamente as percepções das pessoas, entretanto, Aradina havia lhe conferido um casulo para levar a análise, porém, porquê deveria ser entregue a um habitante das águas? Corazon suspirou uma segunda vez, escutando as palavras de Philemon claramente, virando-se para Helena que já deveria ter se recomposta e para Satânico, não hesitando em apoderar-se da pilula e tomá-la rapidamente, virando-se em direção  ao grupo, dizendo-lhes de maneira rápida e sintetizada, sem demais floreios.


[ Corazon ]- Sobre as informações que consegui. Os esgotos estão infestados de flores que possuem alguma capacidade de modificação de personalidade, uma espécie de agente nocivo que faz as pessoas ou criaturas atacarem as demais. Fui atacado por Hoshi Daisuke e deveria estar morto se não fosse um habitante dos esgotos a me salvar. Fui salvo e ela me delegou um casulo, impedindo a manifestação biológica dessas flores para encaminhar a análise. Corazon suspirou. - Posteriormente, fui auxiliado por uma garota chamada Ashley, mas ela fora levada por um habitante das águas e então, eu fui atrás dela, levando o casulo que deveria ser entregue a um habitante das águas,porém...eu estava tão desesperado para salvar a garota que sequer pude notar o fato de entregar algo aquela criatura, mas por qual motivo eu me pergunto? Posteriormente, fui atacado pela criatura que pegou Ashley, Satânico, porém, eu ainda não consigo saber o que realmente aconteceu, haviam algumas silhuetas humanas lá fora...mas eu não sei o que deixei escapar, será que os habitantes dos esgotos, cansados de sua reclusão estão revidando ou então seria a própria natureza fazendo  seu serviço ? Indagou Corazon.- O que descobriram?


Corazon estava cansado de agir cegamente, estava exausto de ser atacado e não saber o porquê ou mesmo juntar as peças daquele quebra-cabeça, o que deveria ser feito e afins, aquilo estava um caos total, o que deveriam fazer?


Corazon permaneceu em silêncio após isto, visando aguardas as palavras e informações dos demais membros, realmente, ele não havia recebido informações o suficiente para criar uma hipótese clara o suficiente, restaria aguardar.


— Força tarefa vocês estão bem? Por favor, retornem caso recebam este contato. Uma equipe foi enviada para ai, soldados comuns, sem poderes especiais, mas não retornaram e estou com um mal pressentimento.


Corazon inclinou sua face em direção ao comunicador, escutando atentamente as palavras que eram emanadas do mesmo enquanto ele próprio respondia.


[ Corazon ]- Corazon falando, Câmbio. Tivemos baixas na força tarefa, Hoshi Daisuke e Ashley, estão mortos. Enviaram soldados comuns, a quanto tempo perderam contato com eles?  câmbio.



Posteriormente, Corazon notava a ação de Philemon e não demorou muito para que ele próprio tentasse formular uma hipótese, será que Philemon havia criado um organismo capaz de se reproduzir e então infectar os outros? Desta forma, seria uma espécie de agente biológico com consciência quem sabe ou uma verdadeira aberração que visava destruir a tudo e a todos? Nesse caso, apenas os habitantes da água conseguiriam sair de certa forma, ilesos daquela situação toda, visto que, se aquelas silhuetas que havia visto atacando Ashley poderiam conviver tranquilamente com aquela atmosfera pútrida de outrora, certamente os culpados deveriam ser os habitantes dos esgotos.- O que acham?


Corazon permanecia a analisar as amostrar que haviam naquele laboratório, ao menos, seus olhos graçavam rapidamente por toda a extensão do grande cômodo, haviam espécies ali que ele próprio não conhecia, nem mesmo por ter vagado por muito tempo entre os lixões, o que realmente deveria estar acontecendo ali? - O que você estava criando aqui...?
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   21.12.14 23:36

Satânico tomou a pílula, ainda que desconfiado. Por incrível que pareça, realmente sentiu-se melhor. Na verdade, bem melhor do que estive há um bom tempo. Estava pronto para outra, mas na verdade queria que não estivesse. Encostou-se numa parede, enquanto ouvi os relatos de Corazon. Durante esse tempo, acompanhava com os olhos os rastros do “sangue verde” deixado pelo cipó perfurado por Helena.

—— Depois que você e Hoshi saíram, e eu retornei para o apartamento, aquele cogumelo me envenenou. Causou alucinações em mim, de um jeito que me fez atacar Helena e os outros soldados. Acredito que o doutor saiba muito bem sobre isso, não sabe? O que me intriga é essas anomalias quererem ataca-lo. Parece que cê não foi o pai do ano, né?

Essas últimas palavras foram ditas olhando nos olhos de Philemon.  Suas recentes palavras, de quando ainda estava se recuperando do ataque “Precisamos...cof cof..ver..arghh..de onde ele vem, ele é a chave.” Olhou agora para Helena, encontrando-se com os olhos de mar da garota.

—— Helena, se tocar o sangue... esse líquido verde, pode sentir algo, descobrir algo? Acho que devemos seguir esse rastro, mas seria ainda melhor se pudermos descobrir alguma coisa para evitarmos mais surpresas.

Também ouviu o comunicado de sua líder, mas não respondeu, já que Corazon já havia lhe falado. Apenas “ativou” o comunicador, como um sinal, para que ela percebesse que Julian estava a escutando.
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   22.12.14 15:15


Senti um alívio enorme ao notar a chegada de Julian e Corazon, mas onde estava Ashley? Seria capaz de abraçar ambos, mas no momento estava um tanto enojada com o caldo que saiu de dentro do cipó. Fiquei intrigada com a facilidade com que destruí o tal cipó. Corazon fez algo que me deixou assustada, mas não falei nada, apenas olhei para ele. Julian, cavaleiro como sempre, me ajudou sair da maca, o sangue verde me dava muito nojo. Ele me carregou até uma cadeira, quando meus pés tocaram o chão senti alívio, parecia que minhas pernas estavam voltando ao normal. Olhei para Julian.


— Obrigada, parece que minhas pernas estão voltando.

O cipó correu para sei lá onde, mas deixou o rastro verde no chão. Ouvi atentamente as palavras de Corazon e lamentei a morte de Ashley. Eram muitas pontas soltas. Esperei meus colegas fazerem suas perguntas. Corazon e Julian fizeram as perguntas que eu gostaria de fazer. Mantive-me em silêncio e observei o lugar com cuidado. Objetos cirúrgicos, pedaços de coisas que nunca vi. Ouço as palavras de Julian e olho para Philemon.


— É seguro? Vocês ouviram este urro?

Notei a preocupação de Julian quando se dirigiu a Philemon e me olhou. Notei uma câmera.

— O que são aquelas massas negras nos vidros? E estas imagens e verdes nesta tela? Você me examinou? Uma minhoca me mordeu e depois disto eu me vi presa num pesadelo particular muito antigo. Como é possível haver verde e claridade aqui embaixo sendo que você está abaixo da cidade?


Olhei Julian e Corazon, esperava Philemon dizer se era seguro colocar a mão naquela coisa. Estava com receio de tudo ali.
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Neena
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   25.12.14 21:42


Philemon ouviu atentamente todos os questionamentos. Ficou um pouco chateado com a acusação de Julian, mas manteve-se em silêncio. Ouviu também o que ocorreu a partir do momento que aceitaram investigar os estranhos acontecimentos em Chaos. Após um incômodo silêncio Philemon encarou Helena por breves instantes e se sentou de frente para a tela que exibia imagens vermelhas e verdes.

— Julian, diferente do que você está imaginando não fui eu quem criou as coisas ou coisa que nos atacou, sou um estudioso, observador e o ar de Chaos não costuma nos dar outra alternativa. Não sei se repararam, mas por aqui é comum sentir-se desanimado, desmotivado.

Philemon olha todos ali e fica de pé.

— Estas coisas que estão vendo aqui vieram da redoma, não sei se sabem, mas ali é também o cemitério da cidade. O ar lá fora é tão tóxico que decompõe corpos com mais eficiência que os decompositores conhecidos das épocas passadas. Helena, o lugar por onde passaram é apenas um cenário. A impressão é ser real, mas não é. Sempre fui preocupado com o planeta e nunca aceitei ele se tornar um lixão.

Neste ponto Philemon ampliou a tela as manchas vermelhas e verdes se moveram de uma forma quase imperceptível.

— As manchas são tudo que é vivo na redoma e os vermelhos ainda não descobri o que são. As criaturas lá de fora sofrem da mesma apatia que acomete Chaos e por isto não tive problema em espalhar meus escâneres terrestres em uma boa extensão da redoma e assim estuda-los. Descobri que lá fora existem mutações como as que existem aqui coma diferença que são semelhantes as das plantas que outrora cobriam a superfície terrestre.

Philemon vai até um dos vidros e pega uma amostra que talvez Helena, Corazon e Julian se lembrem o que é. O delicado cogumelo estava protegido por um espesso vidro, parecia inofensivo.

— Estudei este espécime por três anos e só depois o expus ao ar de Chaos. Ele adaptou-se bem. Então descobri como cultivá-lo e vendi a ideia para um ativista. Ele pelo visto deu um rumo certeiro a minha criação. Porém, acredito que o cogumelo sofreu algum tipo de mutação. Quando chegaram aqui o que estava no meu laboratório havia se transformado naquela enorme flor, não lembro o que veio depois, mas tenho certeza que a resposta está lá, na redoma. Depois de seu relato, Corazon, tenho certeza que a redoma, o esgoto e Chaos estão sendo conquistados por algo que sofreu uma forte mutação. Nãos ei lhes dizer que é e só teremos respostas se formos lá fora, na redoma.

O convite de Philemon era complicado, mas o trio não teria muito tempo para pensar. Philemon jogou uma roupa para cada um e falou de forma sombria.

— Se a mutação for mesmo a explicação, acredito que afetou até os cadáveres que foram jogados, recentemente, na redoma. Helena, não deu tempo de lhe examinar, mas, se permitir gostaria de ter uma amostra de seu sangue.


A general recebe o retorno de Corazon e responde, coma voz pesada.

— É bom ouvi-lo Corazon e sinto muito pelas baixas. Enviei os soldados a mais ou menos meia hora. Desde então não tive retorno destes. Onde você está? Tem notícia de Helena, Satânico? Sabe me dizer se conseguiram encontrar o Dr. Philemon?


Philemon pega uma lâmina e uma espécie de cotonete, só que maior. Passa no sangue verde e leva a amostra até um microscópio. Após analisar ele olha para Helena e diz.

— Não sei dizer se é seguro ou não, mas não vi nada que possa causar-lhe mal. A escolha é sua.


Do lado de fora, parte da minhoca já não existia mais e os soldados seguiam para redoma, mas ao passarem pela porta oculta de Philemon sentiram o odor maravilhoso de sangue fresco, pulsante. Os soldados levavam suas armas. Vários tiros foram dados na porta, não demorou para que algumas balas começassem a atravessar o local.


Eram movidos pelo cheiro do sangue. Vários tiros acertaram os muitos exemplares que estavam naquela sala. Helena já sentia as pernas. Philemon puxou uma gaveta e olhou a garota. Tirou um revolver e jogou pra ela. Pegou duas caixas metálicas do tamanho de uma caixa de fósforo e jogou uma pra Corazon e outra pra Satânico. Eram as pílulas de energéticos. Moveu-se para o fundo da sala e falou a pleno pulmão.

— Precisamos ir pra redoma, se quiserem me acompanhar vistam os macacões.
Philemon afastou-se o máximo possível para o fundo do laboratório, aguardava eles se vestirem.


Caso concordassem, Philemon abriria a porta que dava acesso a redoma. Os soldados zumbis ( que não eram zumbis), continuavam a atirar, eram cinco no total. Lembravam zumbis, mas não eram lentos como os zumbis.

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