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 Quest — Solidão

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Neena
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MensagemAssunto: Quest — Solidão   24.09.14 22:07



Estamos no ano de 2025. Com certeza já não é como foi no passado. A escassez de água e as mudanças climáticas trouxeram mudanças profundas na atmosfera terrestre. Por um lado isto foi muito bom, mas por outro criou-se uma cultura de afastamento. As formas de governo conhecidas foi substituída por controle humano severo. O livre acesso é uma realidade, não é preciso passaportes ou viagens demoradas para se estar em outros países. Teleportes são oferecidos para os interessados, mas raramente algum indivíduo tem interesse em conhecer outro lugar.
As pessoas se habituaram a viver sozinhas, isoladas. Os trabalhos são executados em casa, bem como a diversão. Bares e shoppings eram raridade, haviam pouquíssimos na cidade. O que chamava mais atenção era o lixão da cidade. Eram lugares onde algumas pessoas buscavam refúgio. Muitos lixões ofereciam museus de plantas e animais há muito instintos do planeta.

Os museus de plantas extintas eram os mais buscados. Havia flores vivas, conservadas com tecnologias geradas através dos lixões. Plantas comuns no passado eram consideradas exóticas. As plantas não podiam ser retiradas da sua proteção, pois o ar terrestre tornou-se mortal ara elas.


Partiremos para a cidade de Chaos. Uma localidade conhecida por sua diversidade de museus naturais. Em Chaos as ruas são sombrias, solitárias. Humanos pelas ruas é quase um milagre. Devemos lembrar que as alterações climáticas causaram alterações nos humanos também. Super poderes não eram mais raridade e sinceramente, eram inúteis, pois a apatia havia tomado conta do mundo e nem mesmo os vilões se interessavam em conquistar alguma coisa. Tristeza e solidão, este eram os sentimentos reinantes, até aquela manhã cinza. Todos os moradores se interessaram por algo noticiado pelo jornal. Um cientista havia conseguido produzir um cogumelo que sobreviveu ao ar de Chaos. Os mais solitários ficaram animados, poderiam ter, enfim, algo com o que se preocupar. As vendas foram um sucesso, mas pouco se sabia, verdadeiramente, sobre o cogumelo e algo que não foi previsto aconteceu. A cada dez residências, nove e meia tinha um vaso da empresa que distribuía a raridade. Numa manhã cinza e chuvosa, em Chaos a chuva é constante, os jornais publicaram algo absurdo e muitos moradores se assustaram com a notícia. Dez anos, este era o tempo que a cidade não tinha nenhuma noticia relacionada a homicídio. A noticia alertou um setor que a muito estava inativo na cidade.

Os responsáveis pela segurança da cidade entraram em alerta, mal sabiam que teriam trabalho suficiente para compensar os  anos de apatia. Uma pequena equipe foi enviada para o lugar do homicídio e chegando lá ficaram alarmadas. Realmente aquilo não era algo comum. A pessoa assassinada estava sem a pele. Não era uma cena bonita. A equipe deveria procurar pistas no lugar. O apartamento, como a maioria em Chaos, era pequeno. Um quarto, banheiro com banheira, cozinha muito pequena. A cama era daquelas que ficavam guardadas no armário. No apartamento miniaturas de heróis, um computador que lembrava um notebook compunham o lugar. Uma prateleira, mediana, continha algumas caixas e para completar um vasinho delicado com um cogumelo. A equipe estava munida de equipamentos de investigação minuciosa. Luzes ultravioleta, detectores de digitais, detectores de atividades de teleporte dentre outros. Contavam também uma arma de imobilização. Alguns guardavam consigo seus próprios equipamentos. A equipe era formada por variados tipos que residiam em Chaos. Era uma equipe desconhecida, mas todos estavam interessados em saber quem ousou retirar a paz de Chaos.




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Neena
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   24.09.14 22:25

Considerações Finais

► A princípio, solicito que os jogadores digam onde estavam, o que faziam e só depois se direcionem para o apartamento, vocês são a equipe que descrevi no apartamento.

► Dúvidas, postem no chat, por favor!

► Somente desta vez o prazo de postagem sera de 10 dias, geralmente dou apenas 7. As atualizações serão feitas aos domingos.

Prazo de postagem:

► Jogador: 04/10/2014

► Narrador: 05/10/2014

Sejam bem vindos ao Chaos e até semana que vem.
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   26.09.14 23:43

Era um dia como sempre, triste e solitário de Daisuke em Chaos. Como sempre, era tudo tecnologia, muito difícil achar algo natural no local, que era o que Daisuke mais admirava e amava. Hoshi estava em cima do telhado de um prédio um pouco alto, olhando para o céu e logo notou que iria começar a chover. O céu estava nublado e o garoto logo sentiu os pingos de chuvas em sua blusa e sentiu o corpo ficando molhado e, deitado naquele telhado, fechou o olho, não iria sair dali, prefiria que seu corpo ficasse molhado pela chuva, pelo menos a chuva não era tecnologia e sim algo natural, e a única coisa que Daisuke conseguia aproveitar, até que depois de uns instantes, Daisuke ouviu alguns sons vindo lá de baixo, o povo parecia estar animado com alguma coisa e Daisuke se levantou, abrindo os olhos, enquanto ficava molhado com aquela chuva e olhou lá em baixo, vários jornais estavam sendo lidos e Daisuke, coçando os cabelos, resolveu dar uma olhada e, se animando, esquecendo aquela solidão, deu um grito.

YAHOOOO!

E pulou daquele prédio e foi caindo em direção ao chão, mas, quando já estava perto, materializou uma corrente em sua mão com uma lâmina na ponta e tacou em direção a um poste e se agarrou no mesmo e se equilibrou na corrente, se segurando nela e caindo com segurança no chão e logo a corrente brilhou em amarelo e desapareceu e Daisuke foi logo e pegou um jornal e leu a respeito disso, do homicídio que teve na cidade e a vítima que foi encontrada sem pele e o mesmo ficou se perguntando o porque alguém faria isso e no jornal notou que tinha um chamado para investigação do caso e, como Hoshi não tinha nada a perder com isso, resolveu comparecer ao apartamento no qual mencionara o jornal.



Nada para fazer mesmo...

Disse Daisuke e enfim, saiu correndo em direção ao apartamento, ainda que se molhando na chuva. Depois de um tempo, chegara finalmente ao apartamento e entrava, observando aquelas miniaturas de heróis e o que tinha de mais no quarto e via que não estava sozinho e apenas ficava ali esperando alguma coisa acontecer.


(Tive medo de ter feito alguma coisa errada, se tiver algo errado, por favor, me avise que eu mudo.)
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   27.09.14 19:12

Essa cidade era um verdadeiro saco para Julian. Mas, o pior, é que não havia outra melhor em todo o mundo. Sua família tinha condições de pagar os teletransportes e deixá-lo ir aonde quisesse. Mas, em todo lugar que ia, a monotonia parecia ser regra. E isso era muito difícil para Satânico, que, desde criança, buscava algum tipo de emoção ou sentindo na vida.

Foi quando tinha quinze para dezesseis anos que seus poderes se manifestaram pela primeira vez. O garoto achou mágico, lógico. Entretanto não os seus pais. Isto porque já haviam outros super-humanos no mundo, e isso certamente não ajudaria nos negócios da família. Entristecido porque ainda assim não conseguia obter o orgulho de sua família, Keller começou a praticar sozinho seus dons telecinéticos, até que achasse que estava bom o suficiente.

Na maioridade, procurou a polícia da época e mostrou seus dons. Estes de mostraram um pouco mais interessados, mas ainda assim era quase nenhuma ocorrência de crime. Muito menos as de crimes graves. Ainda assim, Julian aceitou, pois achou que seria algo divertido.

(...)

O tempo passou. A diversão que pretendia ganhar não chegara. O salário era razoável, mas o suficiente para torná-lo independente dos pais. Assim, vivia sua vida em um apartamento alugado no centro, quando ouviu seu celular tocar. Quase caiu da cama quando leu. Um homicídio! Nunca trabalhara em nada desse tipo! Ao mesmo tempo em que sentia medo, sentiu prazer em ser útil; que havia um perigo. Dessa forma, vestiu seu uniforme rapidamente e voou para o local.

(...)

Chegando, presenciou que havia mais alguns guardas e um cara mais jovem. Aproximou-se e acenou com a cabeça. Com seu humor ácido, logo falou:

—— Enfim diversão.
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   03.10.14 21:35


A calmaria, solidão e silêncio davam a cidade um ar sombrio. Confesso, eu não sentia vontade de fazer nada. Passava horas em frente ao computador lendo as notícias de outros países. Buscando algum lugar onde algo acontecesse. Onde alguém com vontade suficiente pudesse agir. Não encontrava nada. Havia me filiado a força tarefa de uma cidade de nome inusitado, Chaos. Porém já haviam se passado cinco anos e nada, nenhuma ocorrência, para um lugar de nome tão devastador, ela era calma e pacata, demais.

Mais um dia havia passado, mas a noite me trouxe uma ótima surpresa. Lá pelas nove horas PM o comunicador que recebi quando filie-me a Chaos tocou. Atendi e soltei o ar. Um homícidio, coisa incomum no lugar. Imediatamente dirigi-me para o Chaos. Chegando ao lugar indicado percebi que alguém havia chegado antes de mim. Um rapaz de cabelos negros e olhar penetrante. Cumprimentei-o e me identifiquei mostrando o comunicador fornecido pelos guardiões da ordem de Chaos.

Adentrei o lugar e ao ver o corpo tampei a boca com as mãos. Nunca havia visto algo como aquilo, que horror! Olhei ao redor. Havia recebido vários equipamentos de investigação, mas não havia visto necessidade de usá-los, ainda não. Caminhei até perto do corpo, procurava algum objeto. Olhei para o rapaz de olhos azuis e perguntei, sem me afastar do corpo.

— Sabe há quanto tempo aconteceu a morte? Não sou da cidade, mas vim o mais rápido que pude.



Esperava que alguém respondesse a minha pergunta, precisava de um ponto de partida.
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Corazon

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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   04.10.14 23:48

Localidade: Chaos.


Parte da Cidade: Em algum lugar nas proximidades dos lixões.


Na penumbra soturna que antecedera os noticiários do crime que havia sido comunicado a população da Cidade de Chaos, ao qual a monotomia havia se instaurado de forma verdadeiramente incômoda, as pessoas no decorrer dos anos haviam se tornado estacionadas, residentes e encarceradas de suas próprias casas, poucos pareciam ousar ainda a vagar por entre as ruas de Chaos, o genotipo super-humano, seja provenientes de outras raças ou mesmo a capacidade de mostrar-se superior ao que julgavam inferior havia se estagnado, de alguma forma, o inferior e o superior não pareciam mais ser elencados em alguma questão pejorativa, tudo havia se estagnado, incluindo crimes provenientes de homicídios, sendo eles dolosos o culposos, as pessoas apenas viviam suas vidas mediocres, adentro aos seus próprios "mundinhos insignificantes", ao menos, isto era o pensamento de um homem, que permanecia a vagar por entre os lixões da cidade sempre que podia, afinal, assim como tantos outros iguais a ele, haviam ficado estacionados.


Seus passos percorriam algumas ruas e vielas, sem destino aparente, o homem podia contar quantas pessoas havia encontrado perante a rua, ao qual os olhares estranhos logo desviavam do homem que mantinha-se em passos lentos e preguiçosos se perfazendo com que o som oco de seu sapato social de coloração negra chocando-se com as calçadas se tornasse algo evidente e incômodo, ao menos, aos ouvidos do homem que mantinha uma expressão entendiante, seus olhos estreitos demonstravam o mais profundo tédio enquanto o homem momento ou outro tentava regular sua própria respiração, tavez fosse uma brincadeira por parte dele, mas ainda assim, um idiota passatempo, tão idiota que um sorriso brotou a face do homem, em que ponto a humanidade havia de fato, chego.


Na noite que antecedera o crime ocorrido, Spandam, um membro oficial da força tarefa de Chaos mantinha seus passos silenciosos a vagar por entre as ruas de Chaos, não havia com o que se preocupar, a utopia parecia ter se instaurado completamente na região. O homem havia deparado-se com um dos vários museus de plantas extintas da região, o ar havia se tornado perigoso fazendo com que as plantas apenas fossem capazes de subsistir através de mecanismos teconlógicos que auxiliavam a fotosíntese dessas plantas, de alguma forma verdadeiramente curiosa, Spandam não hesitou em adentrar a mesma, pois, segundo as notícias que haviam criado um grande estardalhaço na região, um estranho cientista havia confeccionado uma espécie de cogumelo ao qual havia de fato suportado o ar perigoso de Chaos, ao qual Spandam por conta própria havia se interessado em frequentar uma dos museus exóticos da cidade, apenas para tentar entender como funcionava  a estrutura de um cogumelo, afinal, certamente haveria de ter algum perante os museus dali.


Spandam havia permanecido no mesmo por algumas horas, sem importar-se em como voltaria para sua casa perante a noite, afinal, não havia com o que se preocupar. Ainda observando as várias plantas que haviam no local, sem sequer poder tocá-las, algo pareceu vibrar nas vestes do homem que imediatamente retirou um pequeno aparelho negro do bolso, acionando um pequeno botão avermelhado em sua extremidade, ao qual lentamente uma voz ecoou pelo aparelhato.


[ ??? ]- Spandam, *endereço fornecido*, homicídio.


[ Spandam ]- Entendido. Estarei me reportando em breve.


Nada mais precisou ser dito, ao qual apenas um chiado emanou do aparelho ao qual Spandam imediatamente o guarneceu em suas vestes,a  expressão estupefata de Spandam veio logo a tona conforme o homem esboçou um breve sorriso logo após o chamado que recebera, ao qual o homem de aproximadamente 23 anos, direcionou-se ao balcão do lugar para comunicar sua saída, sendo atraído pelo noticiário que havia chocado inclusive o dono do museu que encontrava-se a observar atentamente um pequeno televisor atado ao teto do lugar, o noticiário comunicava claramente o homicídio ocorrido, entretanto, não explanava mais nenhuma informação,ao qual, Spandam imediatamente evadira-se do lugar.- Até logo, Markos.Referia-se ao dono do lugar.


Localidade: Chaos.


Parte da Cidade: Jurisdição proveniente ao Homicídio comunicado.


Momentos antes de deslocar-se para o local de ocorrência do crime.


Spandam havia direcionado-se a sua casa logo após receber a comunicação da força-tarefa, o homem se certificaria rapidamente que ele próprio deveria preparar seus equipamentos para levar a cena do crime, certamente o homem tinha convicção de que não seria o único a comparecer no local pois assim como ele, outros membros haveria de estar interessados nesse caso. Spandam havia inicialmente retirado de uma parte reservada em sua casa, ocultado em um piso falso uma Sniper M-107, ao qual havia gasto cerca de 2 horas após a 0 hora para remontar o grande rifle, em sequência, suprindo-se de uma espécie de punhal, ocultando em suas vestes, próximo a fivela de seu cinto,ao qual por sorte, o punhal era retrátil. Por último, o homem logo que estaria para amanhecer, havia adornado-se com vestes relativamente sociais e uma estranha máscara que encobria parte de sua face, seus cabelos alvos recaíam sobre a máscara, Spandam não gostava de ser reconhecido, ainda mais em um caso como aquele, seu pseudônimo era aquele, Spandam, um pseudônimo que recebera na força tarefa em decorrência as notáveis olheiras, entretanto, para ele pouco importava, visto que o escurecimento logo abaixo de suas orbes lhe davam o infeliz apelido, entretanto, o homem sempre gostava de estudar, obter conhecimento era a chave para um mundo derrotado pelos poderes. Sem delongas, propagando-se com sua máscara, Spandam encobriu o rifle com um grande manto de mesma coloração, negra e então, evadiu-se de sua casa pela parte traseira, onde não seria notado tão fácilmente, posteriormente a isto,o homem direcionou-se ao local, a pé.


Proximidades do Local do Crime


Havia amanhecido a pouco e o homem havia direcionado-se ao local. Não demorou muito para que chegasse ao apartamento estipulado como local de crime, encontrando cerca de 3 membros já presentes na localidade, chegando até mesmo a observar atentamente a pergunta efetuada por Helena, ao qual o homem não hesitou em apalpar um de suas vestes, retirando o comunicador que outrora havia servido como alicerce para convocá-lo e então mostrá-lo aos demais, entretanto, o homem apenas caminhou em direção onde o corpo permanecia, não abalou-se, ainda que a muito tempo não ocorresse algo tão soturno quanto aquilo, apenas suspirou fundo, sentindo o claro odor de sangue, mas permanecendo sob controle, de qualquer forma em decorrência a sua raça, entretanto, sua orbe tornou-se extremamente escura, sua íris avermelhada ao qual algumas veias pareciam ressaltarem-se na lateral de sua visão..



[ ??? ]- Tsc....A morte...podemos tentar estipular préviamente...muito prazer, me chamo Spandam e vocês? Proferiu o homem enquanto estendia uma das mãos ao membro que aparentava estar mais próximo a ele, Helena, visando cumprimentá-la, mas não antes de afirmar em cumprimento com sua fronte para  Satânico, Hugo e Daisuke.


Spandam aproximaria-se do cadáver com cuidado, não antes de criar uma trajetória até o corpo com o aparelhato de detecção de digitais, o homem certamente não gostaria de destruir qualquer evidência que pudesse ajudar na resolução do crime, a idéia do homem era simples, tentaria verificar alguma espécie de digital próximo ao corpo, entretanto, caso não localizasse qualquer digital, Spandam ergueria uma de suas mãos e colocaria sobre o corpo do vítima, certamente o calor humano do homem seria notado visto que um corpo humano em repouso que veio a óbito demoraria cerca de 24 até 36 horas para esfriar completamente, se estivesse frio o corpo, Spandam teria certeza que o homem haveria de ter sido morto a algum tempo.


[ ??? ]- Pessoal, procurem evidências de luta corporal....vamos vasculhar o computador da vítima e tentar descobrir quem "isso" realmente era, com o que trabalhava e se há algum sinal de rastros de sangue pela casa, seja o que tiver acontecido com a pele dessa pessoa....deve possuir força o suficiente para arrancar-lhe a pele. Dito isto, Spandam procuraria evidências de garras, pressionamento físico corporal, contusões ou demais danos infligidos ao corpo. - O que acham?
Equipamentos particulares do personagem ( em exceção os delegados pela narradora ):

Sniper:


Punhal:

Obs: Estarei trazendo minha ficha, entretanto, não terá nada de tão mirabolante, o personagem é um Ghoul.
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   05.10.14 1:12

Num velho bar de esquina cheio de bêbados e vagabundos, numa mesa de poker, alguns homens jogam sem se dar conta do tempo movendo os ponteiros do relógio. Um destes homens se chama Remy Lebeau e tem uma peculiaridade que os outros não tem. Através de um simples toque, ele pode fazer as moléculas dos objetos se moverem de tal forma que qualquer pedaço de qualquer coisa se torna uma arma nas mãos deste homem.

Mas no momento ele não precisa de tal peculiaridade, ele está rodeado de pessoas hostis que nem se ligam no fato de os olhos do Lebeau serem diferentes – orbes castanhas com íris vermelhas. Ele s se preocupam mais com fato de estarem perdendo feio no jogo. Um homem gordo com barba espessa, barriga avantajada e sem um fio de cabelo sobre a cabeça é o que demonstra mais tensão dentre os que estão na mesa de jogo. Uma mulher flerta com o mutante a cada jogada e parece ser a única que não se importa com o desenrolar das cartas, para a mesma é muito mais importante ter aquele homem em sua cama quando todos se cansarem do jogo. E assim ela o faz ao sussurrar em seu ouvido:

- Depois que levar tudo o que esses miseráveis tem a oferecer, você pode me mostrar um pouco do seu jogo.

Ele sorriu com o canto dos lábios e a encarou. Falou em fluente francês lhe dando a confirmação:
- Oui demouselle.

Não demorou muito até que os outros jogadores se levantassem e seguissem quebrados para casa. O mutante recolhe os despojos de guerra e segue com uma bela morena de olhos verdes e belo corpo. Eles caminham calmamente e ao chegar no estacionamento, Remy para frente uma bela moto Yamaha YZF-R1 ao lado de uma Harley Davidson. O homem sorriu e milésimos antes de dizer qualquer palavra, ela o interrompe de sopetão:
- Não querido, nós não vamos a nenhum hotel ou lugar reservado, este estacionamento no meio da rua deserta é um lugar ótimo para fazermos o que quero.

- Eu não tenho problemas com discrição se você prefere em público, petite.

Ela se aproximou dele fazendo menção de que ia o abraçar, porém, parou instantes antes.
- Preciso dos seus serviços de ladrão.

O homem de cabelos castanhos permaneceu em silêncio. A mulher prosseguiu:
- Preciso que roube um colar precioso pra mim, te pago o dobro do último trabalho que pegou.

- Meu ultimo trabalho foi muito bem pago, chère.

- Não importa.

Ela lhe entregou um cartão com um endereço escrito com letras cavalares.

[Chaos City, St Bolevart 1495]

Algum tempo depois, ele se encaminhou para tal cidade e se hospedou em um hotel próximo. Depois de umas consultas num catálogo telefônico chegou à conclusão de que tal número não existe, o último de tal rua era o 1494. Sussurrou consigo:
- Strange...

Ligou a TV, acendeu um cigarro e se jogou na cama, o noticiário mostrou de forma incrédula um assassinato. O endereço, St Bolevart 1494. Resolveu se encaminhar para tal lugar, na mesma moto que o serviu de guia na saída do bar dias atrás.




____________________________________________________________________________

|OFF:| Ainda não cheguei em um HTML que agrade, no decorrer da Quest talvez faça mudança nas cores usadas .
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Neena
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   05.10.14 19:08


Chaos, a cidade que assim como várias outras estava mergulhada numa melancolia, apatia e desânimo há muitos anos. Nada parecia fazer a cidade sair de sua rotina maçante de trabalho – casa – casa – trabalho. Porém nada permanece igual para sempre. Mudanças acontecem, podem nãos er na velocidade que você deseja, mas ocorrem e foi justamente uma mudança, brutal e suave que apoderou-se de Chaos. Mesmo que poucos tenham dado à devida importância a descoberta do cientista. Ela trouxe consigo uma novidade. Morte. Há muitos anos o mundo não tinha notícias de homicídios, guerras. O tempo de guerras por domínio, exploração, imposição religiosa já haviam passado. Metade do planeta estava perdida e o que restou concordou em viver em paz, porém ninguém julgou que a paz seria algo tão desanimador. As crianças nascidas pós 2020 não conheciam revólveres, armas de destruição em massa. Os noticiários não falavam sobre violência. Parques, shoppings, bares e outros tipos de lugares para visitação coletiva haviam se tornado obsoletos, vazios. O que fazia a economia girar era a internet. Trabalho, compra, diversão, tudo era feito através da internet. Sistemas modernos de conexão foram criados. E o incrível foi que isto trouxe benefícios. Menos violência até o ponto que a violência atingiu 0%. Muitos setores foram desativados, mas a força tarefa foi mantida. Nem todos os humanos sentiam-se seguros com a apatia mundial. Super heróis não era mais status, mutantes e agraciados por poderes divinos eram nada mais que humanos. Não eram considerados especiais. Todo o mundo era especial. Ninguém saia do comum. Os cientistas agora se focavam em trazer as plantas para a realidade do mundo. Após uma onda maciça de poluição os humanos superaram a natureza. Eles se adaptaram e as plantas se foram. Poucas coisas conseguem matar um humano, mas tudo isto mudou com aquela descoberta.

Os conservadores da força tarefa se admiraram por terem um retorno tão pequeno dos afiliados no caso Chaos. Eles esperavam no mínimo seis, mas infelizmente apenas três deram o retorno. A situação era complicada e por isto mesmo começaram a vasculhar a cidade procurando habitantes que deram indício de serem uteis a investigação. Não era uma tarefa fácil, mas graças aos dispositivos de catálogo humano encontraram dois habitantes compatíveis. Um deles não era necessariamente de Chaos, parecia ter filiado-se a força tarefa, mas por algum motivo não havia atendido ao chamado. Os anos de inatividade do comunicador podem tê-lo danificado ou o possuidor do mesmo esqueceu-se de que havia se filiado. Uma mulher observou detalhadamente a feição do homem no telão. Era um mutante. Vários feitos heroicos no passado e uma enorme ficha criminal. Isto não importava. O outro era um garoto de cabelos azuis. Demostrou uma reação diferente dos demais ocupantes da cidade. Ao saber da notícia publicada no jornal dirigiu-se para o local, mas não fazia parte da equipe e nunca havia sido convocado. No telão todos os atributos de Hoshi se mostraram. A comandante soltou o ombro dizendo.



— Tantos anos! Tornei-me uma fraca, pois estou me lamentando de ser apenas uma criança. Os poderes dele são interessante, mas será que terá maturidade? Problemas, ele mesmo se ofereceu, mesmo que indiretamente. Beka dê a ele um comunicador e os acessórios de investigação.  

Remy Lebeau seguia em alta velocidade pela avenida extensa que o levaria até a área onde havia ocorrido o homicídio. O mutante podia notar que quanto mais se aproximava do lugar, mais quieto e sombrio tudo se tornava. Uma chuva fina caia. A cidade estava mergulhada numa névoa. O cheiro era indefinível. Enquanto notava a paisagem o mutante é surpreendido por uma sirene. Olhando pelo retrovisor percebe que esta sendo seguido por uma moto. A mesma acelera e ao passar por ele uma voz feminina fala em alto e bom tom.

— ENCOSTE.

Assim que o mutante encosta a mulher desce da moto e se apresenta.


— Boa noite senhor Lebeau, meu nome é Clarissa e faço parte da força tarefa de Chaos. Minha superior mandou-me intercepta-lo. Sabemos que se interessou pelo homicídio e por isto estou aqui. Este é o seu comunicador e nesta mochila estão os acessórios de investigação. Caso precisa de mais alguma coisa, peço a gentileza de utilizar o comunicador.

A mulher se cala, coloca o capacete e se retira.

Local do Crime

Hoshi Daisuke estava perto do local do homicídio, mas como não fazia parte da força tarefa não teve permissão de adentar o lugar. Numa cidade normal o local estaria tomado por curiosos, mas em Chaos coisas assim não acontecem. Dois policiais guardavam o lugar. Seguravam armas de imobilização. Ao perceberem a aproximação de Beka se entreolharam e a cumprimentaram. A mulher retribui o cumprimento e olhou na direção e Hoshi. Aproximou-se do rapaz. Cumprimentou-o com seriedade e explicou a situação.



— Boa noite senhor Hoshi, chamo-me Beka e faço parte da força tarefa. Nossa agência designou que o senhor seja incorporado a força tarefa. Temos todos os seus. Aqui está seu comunicador e na mochila estão os acessórios investigativos. Caso precise de alguma coisa comunique-se conosco através do comunicador. Até logo.

Beka se vira de costas retirando. O veículo que a trouxe era todo negra e tinha o símbolo da força tarefa estampado. Hoshi agora fazia parte da força tarefa e poderia ter acesso ao apartamento.

Apartamento

Helena e Spandam foram os únicos a se interessarem pelo corpo estirado no chão. Helena aproximou-se e observou coam atenção. Dirigiu uma pergunta a Satânico, mas antes que o rapaz pudesse responder um guarda, que estava perto da porta respondeu.

— Pelos registros, a morte aconteceu a pouco mais de uma hora. Porque?

Spadam sugeriu que investigassem o lugar a procura de provas. O apartamento era bem pequeno e seria fácil revistarem o lugar. Nada estava fora do lugar e muito menos havia rastro de sangue ou de luta. O notebook do rapaz estava ligado. As coisas estavam todas no lugar. Enquanto procuravam pistas algo inesperado aconteceu. Algo que assustou a todos.

O corpo no chão se moveu e com um salto ficou de pé. Somente músculos estavam expostos, não havia sangue. O rosto era cadavérico e as orbes se perdiam num buraco negro. A criatura rugiu alto e saltou a janela. Estavam no décimo terceiro andar e nenhum humano sobreviveria aquilo, mas era melhor certificarem-se disto.
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   05.10.14 19:28

Considerações Finais

Boa noite jogadores, tudo bem? Obrigada pelas postagens. Peço desculpas, antecipadas, pelo tamanho da atualização, mas eu tinha que adequar Hoshi e Remy ao contexto já que ambos não seguiram o meu pedido. Na atualização de hoje solicito que explorem o ambiente, investiguem. Pense nas possibilidades. Só não definam suas ações, por favor!

► Dúvidas, exponham no chat.


► Prazo para postagem:

► Jogadores: 11/10/2014

► Narrador: 12/10/2014



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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   06.10.14 14:02

Apertei a mão do estranho que se aproximou. Dei um sorriso de canto, mas não via seu rosto. Ele falou algo intrigante.

— Previamente? Chamo-me Helena, prazer em conhecê-lo. Alguma ideia do que pode ter ocorrido aqui?

Desviei o olhar para Satânico aguardando sua resposta, porém um guarda adiantou-se e me disse o que eu precisava saber, mas confesso que estava sem coragem de mexer no corpo. A falta da pele me constrangia. Não soube dizer se era um homem ou uma mulher. Afastei-me do corpo, talvez algum objeto ali me ajudasse a saber o que havia acontecido. Ainda dava para usar meu saber. Olhei para Spandam e Satânico, falei de forma educada.

— Vou verificar a cozinha.

Afastei-me. O lugar era pequeno e bem básico. Não havia nada errado ali. Abri a geladeira e nada demais. Olhei os armários e não encontrei nada que pudesse ser relevante. Voltei para sala e meus olhos se recaíram no vaso com o cogumelo. Aproximei-me do mesmo e falei de forma que tanto Spandam quanto Satânico escutassem.

— Já compraram um deste? Li nos jornais que foi uma grande descoberta. Achei estranho as pessoas querem ter cogumelos, não acham?

Segurei o vaso com ambas às mãos e foi neste instante que quase o deixei cair. O corpo que antes estava estirado no chão ficou de pé. Meu coração quase saltou pela boca. A coisa rugiu no mesmo instante, por instinto, peguei minha hambo e posicionei à frente do corpo, mas não foi necessário usá-la. A coisa saltou a janela. Ela não ia sobreviver, claro que não. Olhei para Spandam e Satânico e não pensei muito. Sai pela porta dirigindo-me para as escadas. Eu andaria mais rápido que um elevador.




Última edição por Helena Mayer em 07.10.14 17:40, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   07.10.14 15:37

Julian depois de alguns instantes analisando o apartamento, percebeu que mais pessoas se aproximavam. Algumas delas, vestiam-se como ele, com o uniforme da unidade. Dentre essas pessoas, uma mulher de pele branca e olhos marcantes, realçados por uma sombra escura. Retribuiu o olhar para a moça, prestes a responde-la, mas um dos guardas havia respondido. Satânico contorceu o rosto, mas logo deixou pra lá. Ficou de cócoras, examinando o corpo, tentando copiar a atitude dos outros que pareciam ser mais experientes.

Pouco depois ouviu as palavras de Spandam. Este que parecia sentir algum cheiro especial além do odor característico da morte. Seus olhos eram diferentes; inumanos. Aparentemente também tinha capacidades especiais, por isso presumiu que Helena também.  

—— Meu nome é Julian. Mas acho que aqui o mais adequado seria me chamar de Satânico, pelo que os outros tiras falam. Satisfação.
 
Notando que o homem parecia examinar o corpo, Satânico logo entraria em ação, também. Usando a sua telecinése molecular, começou a rastrear o chão. Embora tivesse equipamentos dados pela organização, não sabia bem usá-los (por irresponsabilidade de faltar a treinos e aulas), confiando mais nas habilidades que tinha.

Sua intenção era localizar pegadas (formada por poeira/sujeira que teria a forma de sola de calçados); elas se tornariam verdes conforme a cor de seu poder emanado. Pelas paredes, procurava marcas de arranhões ou luta (o que não foi encontrado). Enquanto isso, Spadam continuava a procurar pistas no corpo, e Helena investigava a cozinha.

—— Ainda não. Não curto cogumelos, também, não. Mas é uma esperança, né?

Pouco depois de ter se pronunciado, o corpo se levantava e rugia como uma fera. Julian, que ainda estava de cócoras, cai para trás, assustado. Instintivamente, criou um escudo telecinético à frente de si e dos outros.

Surpreendentemente, o zumbi não os ataca, saltando em seguida pela janela. Sem demora, a mulher que os acompanhava sai do apartamento em direção às escadas. Julian então olha para o outro agente e profere:

—— Temos que ir atrás desse... corpo?!

Satânico então também salta pela janela. Mas, auxiliado pela sua telecinese, mantém seu corpo no ar, envolto por sua energia telecinetica esverdeada. Não sabia como se dava as capacidades especiais de Spandam, por isso lhe estendeu o braço, para que, se esse assim quisesse, também poderia seguir o morto-vivo com ele pelo ar.

—— Os guardas cuidam do ap. Bora!

Em poucos instantes, com a aceitação ou não do colega de equipe, partiria em direção da criatura, seguindo-a, e, se possível, abatendo-a para ter as respostas que merecia.

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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   10.10.14 22:42

Daisuke estava quase discutindo com os guardas para ter acesso ao apartamento, porém, viu que eles realmente não iriam deixar e Daisuke estava quase desistindo, até que uma mulher veio a sua direção e explicou toda a situação para Daisuke que, atentamente, ouvia e deixava os braços cruzados e em seguida, pegou a mochila e o comunicador, recebendo o acesso ao apartamento.

Valeu! o/

Disse Daisuke, sorrindo e enfim, passou pelos guardas e adentrou o apartamento. Ao entrar no local, notou que já tinhas pessoas naquele lugar que e em seguida, algo que puxou sua atenção fora aquele corpo jogado no chão, o corpo morto e olhou para todos, atentamente, porém, calado. Resolveu investigar o lugar e viu um notebook aberto e foi andando em seu encontro e ao chegar no mesmo, ia entrando em pastas e tentando encontrar alguma coisa que os dessem alguma pista, até que algo inesperado aconteceu.

Huh?



O corpo que estava jogado ali no chão acabou se levantando em um salto e Daisuke se preparou para o que tinha que vir e entrou em sua pose de luta, olhando o mesmo, mas não esperava que ele fosse pular a janela daquele andar, ainda mais de um andar tão alto. Em seguida, Daisuke coçou os cabelos, observando as ações dos demais e resolveu agir também.

Que mal educado, nem pede licença...

Hu...

LICENÇA!

Disse o Hoshi, sorrindo e, em seguida, saiu correndo e pulou daquela janela, logo após Satânico e sai caindo de todo aquele andar, dando um grito de "YAHO" e envolvendo o ki em seu corpo, aproveitando para abrir o portal de seu elemento e, o ki que era envolto em torno de seu corpo se transformava em ar e Daisuke ia parando sua queda conforme ia chegando mais perto do solo e mantinha os olhos naquela criatura e ficaria voando acima dela, para onde quer que ela fosse, usando seu ki para voar, ao chegar em uma distância próxima ao chão.
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   11.10.14 21:22

Corazon havia permanecido em silêncio, enquanto seu olhar, atônito, obsessivo e extremamente curioso  sobre o que havia ocorrido ali pairava sobre o cadáver inerte em meio aquele apartamento. Inicialmente, Corazon havia se manifestado perante todos ali, projetando sua alcunha inicialmente para que pudesse conhecer todos aqueles que ali estava, entretanto, ele próprio não conseguia reconhecer nenhum agente, ali, talvez isso se desse em decorrência a maneira pelo qual o crime ocorrera, ao qual parece que apenas os " melhores " haviam sido convocados para aquela situação mas não somente no distrito de Chaos, como também de outras localidades, ao qual se perfazia com que algo martelasse a mentalidade de Corazon, porquê tão rápido? Mentalmente, o homem havia dado de ombros, escutando a indagação da garota ao qual por um momento, parecia intrigada com a atitude do homem mascarado. - Bem...poderíamos apenas fornecer uma prévia...precisamos realizar alguns exames no cadáver para que possamos tirar uma conclusão exata do que ocorreu aqui.....ahn...muito prazer, Sr.Satânico, Srta.Helena. Proferira Corazon assentindo afirmativamente com a cabeça enquanto desviava o olhar para ambos. - Creio que iremos nos dar muito bem juntos, disso eu tenho absoluta certeza.


Antes que a conversa pudesse se findar e então o grupo de investigadores começassem a agir, um dos guardas que parecia estar próximo a porta do local manifestou-se, ao qual, de uma maneira estranha, Corazon inclinou sua cabeça, pendendo-a para o lado direito encarando o guarda de soslaio, esboçando um cínico sorriso por detrás de sua máscara até manifestar-se.- Etto...(então)...pouco mais de uma hora...um..pouco mais...mais... Corazon suspirou profundamente, decidindo utilizar um dos equipamentos que lhe haviam sido fornecidos para ocasiões como aquela, um sofisticado aparelhato ao qual conferia ao seu utilizador a capacidade de identificar impressões digitais ou demais resíduos, ao qual o homem em si, não hesitou sequer em utilizá-lo. Helena havia ido em direção a cozinha enquanto Satânico parecia utilizar-se de algumas de suas habilidades para também analisar o local, ao qual Corazon simplesmente suspirou profundamente negando repetidas vezes com a cabeça quando um garoto de baixa estatura adentrou o local, não apresentando-se e então seguindo em direção a um notebook, proveniente de posse direta da vítima.



- Ei..garoto, não possui modos? Propagou-se de maneira grosseira enquanto ligeiramente voltou seu olhar em direção ao cadáver, o aparelho produzia alguns apitos sonoros suaves, ao qual começava a indicar que nada seria encontrado enquanto tais "apitos" fossem propagados. - Sem qualquer sinal...de luta....sem digitais....sem sangue...e um corpo com total ausência de pele.....como podemos elencar uma hipótese? Ahn? Conforme indagava em voz alta encarando o cadáver inerte da criatura, Helena parecia realizar um comentário com relação aos novos cogumelos, que conseguiam subsistir em um local infeliz como aquele, ao qual o ar havia se tornado de alguma forma nocivo as plantas, que apenas podiam ser encontradas nos museus confeccionados nos lixões, aos quais eles sim, possuiam aparelhatos para fazer com que determinadas plantas pudessem continuar "visíveis". Corazon suspirou, porém, não de maneira tediosa, mas sim, de maneira animada, ele próprio não havia adquirido uma planta daquela, entretanto, afastou-se do corpo, para observar o cogumelo. -Ahn...E não tenho isso aí não, mas....essa grande descoberta certamente deve ter algo ocultado..sempre tem...o governo é insano, adora ocultar as coisas...hehe. Esboçou então um breve sorriso. - Mas...se o ar nocivo daqui...aliás..não só daqui...se propagada por tudo quanto é lugar....isso não faria desse cogumelo uma tipologia tóxica? Ou...devo estar errado...mas ainda assim...pelo que já observei, quando haviam os cogumelos " naturais", poucos deles eram sequer comestíveis, sendo que a maioria é extremamente nocivo ao ser humano..não? Ou...qualquer ser humano se tornou nocivo a ponto de ser especial?


Conforme propagava-se, Corazon erguia uma de suas mãos, batendo com a mesma espalmada na altura de sua cabeça. Conforme a conversa ocorria entre o trio, o garoto de cabelos azulados não parecia se manifestar, mas isso não importava para Corazon, afinal, o trabalho vem em primeiro lugar...ou não. Inesperadamente, o cadáver que anteriormente jazia inerte em solo, levantou-se e rugiu perigosamente, se não fosse pela antecipação de seus próprios colegas de trabalho, Corazon apenas teria percebido aquela criatura quando esta rugira guturalmente. Corazon virou-se espantado com o que ocorrera, permanecendo a encarar a criatura pelos poucos instantes que permanecera ali, até saltar violentamente pela janela. - Ahn? Que interessante...muito interessante......muito mesmo...mas agora, temos que segui-lo? Se não há homicídio, temos que trabalhar? Ah.... Antes que pudesse findar de ser um investigador totalmente criterioso, Helena havia já evadido-se do apartamento, bem como Satânico parecia estar próximo a janela, ele seguiria a criatura, fazendo um convite para o homem logo em sequência. - Opa! Agradeço a carona..Ahahahah A voz de Corazon saía de certa forma, excitada, perguntas invadiam a sua mente como um turbilhão, sobre o que haveria de ter ocorrido com a criatura, como haviam sabido da pseudo-morte daquela criatura e certamente o porquê de um grupo diferenciado e afastado como aquele havia sido convocado? Corazon não permanecera assim, apenas estendendo uma das mãos em direção a Satânico, aceitando a oferta. - Vamos atrás dele! Urrou enquanto apenas aguardaria o interessante homem utilizar-se de seus poderes para fazer com que a dupla fosse atrás da estranha criatura.
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Neena
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   12.10.14 14:19

A criatura ou o corpo jogou-se em queda livre e como era de se esperar todos foram atrás dele, mas seria realmente isto o correto a se fazer?

A seu modo cada um investigou o local, mas nenhum deles esperava que o corpo ainda estivesse vida ou será que nãos e interessaram por isto, afinal nenhum deles, mesmo tendo tecnologia avançada em mãos, interessou-se em examinar se realmente havia ocorrido um homicídio. Corazon, Helena e Satânico examinaram o corpo, mesmo que superficialmente. E o interesse pela criatura aumentou quando está mostrou não estar realmente morta. Ou estaria?

Hoshi, o recém chegado agente, observou superficialmente o notebook, mas não teve tempo de se aprofundar, pois o acontecimento seguinte pegou todos de surpresa. E cada um agiu da maneira que julgou ser a correta. Helena foi a primeira a agir e na sua presa soltou o vaso de cogumelos e por pouco o mesmo não caiu no chão. A garota dispara pelas escadas, mas antes de alcançar o décimo andar é interceptada por uma comunicação. A voz do outro lado é altiva e clara.

— Senhorita Helena, por favor, retorno ao local do “crime”. Alguém precisa desvendar este mistério, pois o caos já esta se movendo por Chaos. Temos mais um comunicado de homicídio.

A comunicação é interrompida. Restava saber se Helena seguiria as ordens ou não.
Satânico e Corazon seguem atrás da criatura e observam que o corpo cai como uma ancora. A queda não demora muito e ao chegar ao solo o corpo espatifa. Uma leve poeira paira sobre o mesmo e quando ela dissipa não existe nada no lugar, absolutamente nada. Aquilo intriga Satânico e Corazon, algo devia estar ali, alguma coisa, eles haviam visto, era um corpo, sem pele, mas era algo e não havia explicação para aquilo.
Estarrecidos e sem respostas os membros da equipe recebem um comunicado, a mesma voz altiva, feminina e clara.

— Força tarefa, temos mais dois comunicados de homicídios. Um deles ocorreu nos esgotos da cidade. Saliento para os que não moram aqui, que os esgotos são povoados por humanos dotados de mutações incomuns. Qualquer incursão lá, deve ser cautelosa.

Enquanto recebiam o comunicado, Satânico, Corazon e Hoshi são testemunhas de algo completamente inusitado. No local onde havia caído o corpo uma mancha marrom cria via e flutua até os esgotos.

Local do segundo homicídio




Prédio antigo. A maioria dos moradores são empregados que atuam nas milhares de lojas virtuais da cidade. O prédio possui salas de teleporte coletivas para qualquer parte do mundo. Ali era a moradas dos motoqueiros entregadores de outrora.

Local do terceiro homicídio





Os esgotos de Chaos são como qualquer outro, porém em Chaos aquele foi o local escolhido para os que não possuem meios de aplacarem sua solidão. Os desprovidos de recursos financeiros. Não eram violentos, apenas reclusos. Viviam nos esgotos e não reclamavam disto.
A chegada da névoa marrom alterou o ambiente. A névoa inundou o nariz dos que estavam próximo dela. Uma sonolência incomum fez com que todos caíssem em um sono profundo. Muitos caíram dentro da água e afundaram, não tiveram força nem para lutarem por suas vidas. O que estaria
acontecendo?
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   12.10.14 14:29


Como estão jogadores? Desejo que estejam se divertindo. Nesta atualização deixei opções para agirem da forma que acharem melhor. Podem agir em dupla, grupo ou sozinhos. Caso algum de vocês queira voltar para o apartamento onde está Helena, sintam-se a vontade também. Para quem me conhece sou adepta a trabalho em equipe. Muitos poderes não me interessam, usar a cabeça para chegar a uma solução é o ideal. A união faz a força, sempre.

O Remy não fez sua postagem, nem me mandou qualquer tipo de aviso, ele ainda poderá fazer sua postagem e caso faça que se adeque as situações, escolha a direção que tomar. Caso ele não poste dentro do prazo, infelizmente, estará fora da quest. Espero que faça, todos vocês são primordiais na quest.

Dúvidas, criticas, comunicados, reclamações ou qualquer outra coisa utilizem o chat ou me mandem um MP.

► Prazo para os jogadores postarem: 18/10/2014

► Prazo para o narrador: 19/140/2014

Até semana que vem e divirtam-se!
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   13.10.14 17:01

Depois de não ter encontrado nada que fosse útil com seus poderes, Satânico saltou pela janela, levando Corazon consigo, mantendo os dois flutuando graças a sua telecinese. A intenção da dupla era capturar o corpo, morto-vivo, ou completamente morto, enfim. Contudo, ao chegarem bem próximos ao local da queda, o corpo espatifou-se. Uma poeira tomou conta do lugar. Talvez o corpo tivesse massa o suficiente para causar um estrago no chão. Foi o que Julian presumiu. Mas, não. Assim que a fumaça se dissipou, o corpo sumira.

—— Não é possível! Esse cara-- esse corpo não pode ter se levantado e saído correndo de novo!—— Disse, pousando os dois agentes no chão.

Olhou para cima e viu Hoshi também se aproximar.

—— Chegamos tarde, baixinho. O corpo sumiu. De novo.

Pouco após se pronunciar, o trio recebia o comunicado da oficial. Relatava mais dois homicídios. Ou seriam mais dois mortos-vivos prestes a se lançarem por janelas e se espatifarem, sumindo pouco depois? De qualquer modo, teriam que investigar. Coçou a cabeça, pronunciando pouco depois.

—— Mais trabalho. Heh.

Foi quando um dos colegas, que estava virado para uma posição contrária, alertou sobre algo estranho que ocorria. Uma sombra marrom se movia na direção de uma das tampas de bueiro da rua. Era claro que ele se direcionaria para os esgotos, o local de um dos homicídios. Satânico inutilmente tentou criar uma capsula telecinética em torno do espectro, que o atravessou sem problemas.

—— E então? Pra onde iremos? Melhor nos reunirmos no ap. para decidir.
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   17.10.14 8:18


Fui um tanto egoísta e talvez corajosa demais. Infelizmente nenhum dos meus colegas parecia necessitar de escadas para alcançarem o corpo, ou seja, lá o que era aquilo, humano sei que não era. Corri escada abaixo. Minha respiração estava ofegante, as escadas eram estreitas e aquilo fazia as coisas ficarem piores. Não gosto de lugares apertados. Quando chutei a porta do décimo segundo andar meu comunicador vibra. Apoiei as mãos na parede e peguei o comunicador. Mantive a expressão séria.




A voz que soou do outro lado era a mesma que havia me convocado. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa o comunicador ficou mudo. Soltei o ar e fechei os olhos por segundos. Avaliei as opções. Corazon e Satânico deveriam ter ido atrás do corpo. Se havia outros homicídios aquele lugar deveria ser o marco zero. Liguei o comunicador novamente e falei para todos que estivessem na mesma frequência que a minha.



— Corazon, Satânico e quem mais fizer parte da força tarefa, aqui é a Helena Mayer. Incumbiram-me de voltar ao apartamento. Disseram que mais dois homicídios aconteceram, creio que este apartamento seja o marco zero. Caso alguém queira vir me ajudar nas investigações é bem vindo. Câmbio, desligo.

Não esperei retorno e voltei a subir as escadas. Cheguei ao apartamento e parei de frente a um dos policiais o encarei por segundos, falei de forma clara.

— Antes deste homicídio vocês tiveram incidência de algum fato anormal? Algo que jamais ocorreu na cidade?

Aguardei o policial me responder e adentrei novamente o apartamento. Olhei ao redor. Já havíamos investigado todos os pontos, mas não profundamente. Peguei um dos equipamentos de investigação, luz ultravioleta. Apaguei a luz e liguei a luz e comecei a procurar pegadas, digitais. Havia digitais variadas ali. Verifiquei cada ponto do apartamento em busca de alguma coisa relevante.
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   17.10.14 21:40

Voando, Hoshi acompanhou a queda livre daquele corpo, esperando que, quando ele caísse , ele caísse são e saísse correndo para algum lugar, porém, quando caiu naquele chão, seu corpo se espatifou naquele chão e Daisuke fechou os olhos, esperando que sangue voasse no mesmo, enquanto ele voava, porém, quando abriu, viu que apenas uma poeira passou pelo corpo do mesmo e o mesmo havia se desfeito assim na sua frente e ficou sem entender o que havia acontecido e viu que Satânico já estava ali presente e falou algo para o mesmo, que intrigara Daisuke, porém, o mesmo parou de usar o ar para voar e caiu em pé no chão, olhando para o local no qual havia o corpo se dissipado, se sentindo um pouco desconfortável enquanto olhava para ali e, no mesmo tempo que pensava nisso, recebeu um comunicado, parecia haver mais dois homicídios em Chaos, "bem estranho", Daisuke pensou.

Huh... O que será que está acontecendo, hein?

Perguntou Daisuke e, então, guardou novamente o comunicador após receber a notícia e, algo inusitado aparece em sua frente, uma mancha marrom aparece e corre por aquela rua e vai em direção ao esgoto e, Daisuke, sem pensar duas vezes, diz para Satânico.

O que diabos?


Vou investigar aquela sombra e seguir ela para ver no que dá, se você quiser, volte para o ap. e avisa a todo mundo sobre o que estou fazendo, para não causar preocupação.

Disse Daisuke e, com um impulso rápido, usou sua velocidade para seguir em direção aquela mancha marrom, porém, ficava se escondendo atrás de algumas coisas que tinha ali, pois não sabia o que era aquilo nem o que ela iria virar, então o garoto tomou cautela. Ao ver aquela sombra marrom entrar no esgoto, Daisuke seguiu ela e, com um pouco de dificuldade, entrou dentro daquele esgoto, porém, ao cair lá dentro, usou o ar para voar , pois não sabia o que poderia acontecer caso o mesmo saísse andando por aí e ficou olhando para o local e observando aquela mancha marrom, ao bater com o olho nela. Olhava aquela água do esgoto e sentiu um pouco de nojo, pois ela fedia como todo esgoto e ao ver que havia gente que habitava ali, ficou surpreso, porém, antes que pudesse agir com alguma coisa, aquela alterou aquele ambiente, entrou dentro do nariz das pessoas ali do local e Daisuke logo então, tampou o seu nariz com a mão e em seguida, viu que as pessoas do local começavam a cair, estariam desmaiando? E Hoshi ficou observando alguns caírem na água e outro simplesmente caírem de olhos fechados no chão em estado de sono profundo e, caso a névoa tentasse chegar perto de Daisuke, o mesmo balançaria o seu braço, manipulando o ar para jogar um vento forte contra a névoa, impedindo que ela chegasse perto do mesmo e Hoshi ia voando dentro daquele esgoto, a procura de alguma pista ou alguma coisa, observando cada aspecto e olhando para cada pessoa que estava ali, procurando algo nas paredes, qualquer coisa, até mesmo um panfleto, em pleno vôo. O que estaria acontecendo?

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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   18.10.14 18:13

Corazon havia sido elevado por Satânico até uma altura considerável, se perfazendo com que o homem observasse atentamente a atitude do membro que outrora havia adentrado o apartamento, ao qual de maneira espalhafatosa havia se referido a situação, saltando quase que como um raio pela janela do local, entretanto, o mascarado não gostaria de perder tempo com aquilo, apenas direcionando sua visão ao corpo que havia saltado bruscamente da janela do edificio. - hehe, esse corpo, não vai durar muito com o impacto.... Estava Corazon, errado ou certo?  Assim que o corpo parecia aproximar-se do solo, um baque surdo seguido de uma leve poeira que fora elevada pelo lugar, fazendo com a expressão de Corazon fosse algo realmente considerável, estava estupefato, talvez um tanto quanto admirado com o que havia acontecido, o corpo havia desaparecido. -E-ei, vamos descer! Proferiu Corazon para seu parceiro enquanto um leve "bip" fora escutado pelo homem, se perfazendo com que ele próprio elevasse uma das mãos até um bolso interno de suas vestes, retirando o comunicador que outrora o havia delegado a ordem para comparecer naquele lugar.


- Força tarefa, temos mais dois comunicados de homicídios. Um deles ocorreu nos esgotos da cidade. Saliento para os que não moram aqui, que os esgotos são povoados por humanos dotados de mutações incomuns. Qualquer incursão lá, deve ser cautelosa.


Corazon ficara em silêncio, aguardando para que Satânico conduzisse a dupla em solo, desta forma, notando assim como a dupla que algo parecia movimentar-se em direção aos esgotos, porém, ele próprio não fora capaz de identificar o que era, muito menos salientar ou mesmo deduzir o que poderia ser, certamente, tudo estava ficando mais estranho naquela cidade. Corazon apenas acompanhou a tentativa vã de Satânico em tentar envolver aquela silhueta com seus poderes, sem sucesso, se perfazendo com que o homem suspirasse profundamente. -Etto...(então), que bagunça.....agora são três homicídios....errr....


Enquanto Corazon parecia apenas tentar formentar algo plausível para que pudesse seguir, para que pudesse motivar-se a escolher a direção a percorrer, um novo "bip", mas desta vez, de Helena Mayer, a garota ao qual outrora o homem havia feito contato estava se comunicando com o grupo. O homem suspirou profundamente e então elencou seu comunicador até a proximidade da máscara, pressionando levemente com seu dedo anelar um pequeno botão na lateral esquerda do aparelho.


— Corazon, Satânico e quem mais fizer parte da força tarefa, aqui é a Helena Mayer. Incumbiram-me de voltar ao apartamento. Disseram que mais dois homicídios aconteceram, creio que este apartamento seja o marco zero. Caso alguém queira vir me ajudar nas investigações é bem vindo. Câmbio, desligo.


[ Corazon ]- Helena Mayer, Corazon aqui, Satânico retornará para ajudá-la, creio. Eu irei acompanhar o apressadinho ali, caso ao contrário, ele vai acabar morto em dois tempos, dependendo de qual for a resolução desse problema. Ele pretende ir para os esgotos....E EII MOLEQUE, ESPERA AI! Desculpe...bem, Satânico vai retornar para ajudá-la, eu estarei verificando os esgotos com aquele moleque, vamos manter contato sobre o que descobrirmos. Câmbio.


Corazon, imediatamente esboçou um breve sorriso por detrás da máscara, parecia que as coisas se tornariam bem mais interessantes em Chaos. - Oe...Satânico, pode ser desta forma? Ajude-a no apartamento...se puder, mantenha-nos informados com o que descobrir, irei procurar junto com o garoto alguma evidência desse..." segundo homicídio" e certamente se o corpo lá estiver, irei furá-lo tanto que não o deixarei fugir....talvez tenha algo em comum na cena do crime dos dois homicídios.


Feito isto, Corazon imediatamente começou a correr, caso Satânico o tivesse levado para solo atrás de Hoshi de forma pelo qual, visou interceptá-lo, pousando a mão suavemente em seu ombro.


[ Corazon ]- E-ei, espere ai, qual seu nome? De onde você é?  Corazon permaneceu em silêncio após as indagações, seus olhos se estreitaram a medida que o garoto tentou agir de forma rápida. - Espere, não há qualquer necessidade de seguir aquela silhueta tão afincamente, vamos agir em silêncio, vamos ver até onde essa coisa nos leva, ela não parece nem um pouco preocupada em se ocultar, mas vamos dar uma folga para que ela continue seu percurso, okay?


A silhueta parecia evadir-se para o subterrâneo daquela cidade, com cuidado, Corazon visou retirar uma das inúmeras tampas que levavam ao subterrâneo, respirando profundamente o cheiro pútrido que certamente haveria de emanar daquele lugar. Estendendo uma das mãos para a frente, Corazon visou dar espaço para o garoto adentrar primeiro, ao qual com alguma dificuldade, Hoshi Daisuke parecia seguir para dentro do mesmo, seguido por Corazon logo atrás de si. - Vamos andar com calma, moleque, quem sabe o que está por aqui e o que está acontecendo, não gaste suas energias desnecessáriamente, ou acabará morto.  Corazon estava trajando roupas sociais, terno negro, camisa social de coloração branca, gravata negra assim como a calça a trajar, seus sapatos possuíam um leve adorno branco, mas sua totalidade era de cor negra, apenas sua máscara possuía destaque por ser dotado da forma de um coração humano e uma grande sniper em suas costas, ao qual com alguma dificuldade, conseguira fazer com que a mesma fosse colocada nas dependências dos esgotos. Agora, restaria saber, o que a dupla encontraria?
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   19.10.14 21:14


Chaos, apesar do nome, era uma localidade tranquila, apática como a maioria das atuais cidades do mundo. A apatia havia se instaurado em várias partes do mundo, mas ninguém teve interesse em pesquisar se isto era algo normal. Porém tudo mudou quando um homicídio aconteceu na cidade. Em épocas remotas um homicídio faria parte apenas de estatísticas, mas na atual conjectura um homicídio serviria para tudo, menos estatísticas.

Mesmo que não houvesse uma necessidade real, uma rede chamada “Força Tarefa” foi criada ao redor do mundo e foi esta força que acionei os “agentes” em Chaos e nos arredores. Nem todos atenderam ao chamado prontamente, mas Satânico, Corazon, Helena e Hoshi atenderam ao chamado com prontidão. Os motivos para aceitarem a missão eram variados, mas o mais latente era a oportunidade de se livrarem da rotina apática e maçante de Chaos. Nenhum deles estava realmente preparado para o que aconteceu. Um morto, sem pele, que pula a janela e torna-se névoa. Porém, mais intrigante que isto foi a constatação e mais dois homicídios, mas homicídio seria o termo certo? Não tinham qualquer prova que alguém havia matado aquelas pessoas, eram apenas deduções precipitadas. Ninguém sabia dizer o que realmente estava acontecendo, não tinham pistas.

A Força Tarefa, relembrando tempos antigos, ordenou que Helena Mayer voltasse para o apartamento, afinal a anormalidade havia começado lá. Como esperado a garota retornou para o lugar e desta vez iniciou uma busca mais minuciosa. A pergunta feita pela garota ao policial foi prontamente respondida.

— Fora a descoberta do Cogumelo não tivemos mais nenhuma notícia de atividades incomuns. Os cogumelos são um sucesso tremendo.

Enquanto Helena fazia sua procura com a luz ultravioleta Satânico chegou. A varredura de Helena detectou algo diferente. Em torno do vaso de cogumelo não havia marcas de digitais. Sem uma explicação plausível o notebook que estava sobre a mesa ligou. A tela exibia chuviscos como uma tv sem sintonia.

Satânico estava perto da porta e foi testemunha daquela estranheza. A luz que era emitida pela tela do note iluminou fracamente o lugar. E então Satânico foi testemunha de algo bizarro. Dois cipós grossos, bem mais grossos que o frágil cogumelo no vaso, se esticaram e foram direto para o pescoço de Helena. Enrolaram ali e começaram a apertar o pescoço da garota. Seguidamente uma flor, que lembrava uma orquídea, abriu.


Seu interior era verde com pintinhas. A flor pareceu mover-se e soltou um pó verde que parecia ser fluorescente. O pó moveu-se na direção de Satânico. Boa parte dele impregnou nos poros do rapaz. Satânico sentiu uma coceirinha no rosto, cabeça, nariz, mas nada que o atrapalhasse a agir. Porém, após alguns segundos a mente de Satânico foi invadida por seu maior pesadelo. Ele não via mais Helena Mayer ou o apartamento. A cena que se mostrava era de total pavor para o mutante. O cipó continuou a apertar i pescoço de Helena. O pó chegou também ao policial que estava de guarda no corredor. Apenas o som do corpo do mesmo se chocando contra a vidraça do lugar foi ouvido. Helena corria perigo duplo, afinal não se sabe qual era o pesadelo de Satânico, o que ele via no lugar de Helena. Apenas dava para deduzir que não era nada bom, pois o rapaz olhava com ódio na direção de Helena.

Hoshi agiu exatamente como um agente sem nenhum discernimento ou treinamento. Imprudentemente o rapaz decidiu seguir para os esgotos. Parecia que ele gostava de agir sozinho e esta ai a atitude mais errada que alguém pode ter. Os esgotos de Chaos eram uma incógnita. Seus habitantes eram os excluídos da sociedade, mas estes excluídos não tinham desejo de mudarem suas condições, assim como os habitantes da superfície, eram apáticos, desanimados. Porém tudo mudou com a chegada da névoa.

Corazon e Hoshi chegaram até os esgotos. Corazon era um agente experiente e parecia já ter experimentado situações como aquela. Hoshi deveria, posteriormente, agradecer ao homem por salvar sua vida, mesmo que o imprudente e desatendo rapaz ainda não saiba disto. Assim que os pés de ambos tocaram o lugar um cheiro incomum foi sentido. Hoshi virou o rosto para o lado esquerdo e deparou-se com uma singela flor negra de interior verde fluorescente. Hoshi achou aquilo estranho e aproximou-se da mesma. Ao fazer isto o garoto recebeu uma baforada de pó verde no rosto. O pó coloriu o rosto do garoto e rapidamente impregnou-se em seus poros e nariz. Hoshi espirrou e tentou limpar o rosto, mas já não havia mais nada ali. Uma leve coceira acometeu o nariz, boca e bochechas do rapaz. Alguns segundos se passaram e então a fisionomia do rapaz mudou. Seus olhos se estreitaram num pânico anormal. Hoshi tremia da cabeça aos pés. E no mesmo instante o rapaz é impulsionado alutar contra seu medo. O que Hoshi via somente ele pode dizer, mas sabemos que na mente do rapaz Corazon era seu inimigo e ele faria qualquer coisa para livrar-se do homem. Sem que ambos percebessem algo os observava das águas do esgoto.


Notícias de Chaos

Nas residências certo pavor permeava os habitantes de Chaos. Notícias de suicídios e mortes inexplicáveis inundavam os jornais. Pela internet informações eram trocadas, mas ninguém conseguia explicar o que estava acontecendo. Mesmo assim os moradores continuavam quietos na segurança de seu lar. Ou será que os lares deixaram de ser seguros? Muitos se tele portavam para lugares distantes, mal sabiam o quão errados estavam por afastarem-se de Chaos.

Museu Botânico de Chaos

Um pequeno e fino cipó seguia devagar para o laboratório botânico. Ali muitos vasos gauradavm exemplares diversos de cogumelos de cores diferentes. Cogumelos recém descobertos. O cipó seguiu mansamente até enrolar-se em uma das amostras. Instantaneamente a haste ficou negra. O cientista não notou aquela mutação, pois estava concentrado demais no que havia descoberto.
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Neena
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   19.10.14 21:21

Olá, como estão? Bem espero que apreciem a atualização. Satânico e Hoshi tem uma missão delicada, atacar seus colegas de equipe. E peço que por favor descrevam, de forma clara seus pesadelos. Qualquer coisa me escrevam ou utilizem o chat.

Até semana que vem.

► Prazo para os jogadores postarem: 25/10/2014

► Prazo para o narrador: 26/140/2014

Até semana que vem e divirtam-se!
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   21.10.14 23:42

Depois de “deixar” seu colega de equipe no solo e ter a breve conversa, Satânico retornou ao apartamento. Agora havia duas equipes. “Dividir para conquistar”. Ou será que não? De todo o modo, envolveu seu corpo em sua energia telecinetica, retornando ao apartamento da mesma maneira que saiu. Ao passar pela janela, os guardas se assustaram, erguendo suas armas contra o rapaz.

—— Opa!! Calma lá! —— disse Julian, com os braços levantados.

Logo, os agentes abaixaram suas armas, rindo sem graça. Julian então pousou na sala, tomando cuidado para não atrapalhar a investigação de Helena. De fato ele não tinha compatibilidade com aquela situação. Mas a vontade de resolver o “mistério” era maior do que sua ineficiência; começou a correr os olhos pelo lugar, para ver se conseguia achar algo.

Na procura, observou algo estranho. A planta parecia se mexer. Julian foi aproximando o rosto da planta, imaginando que algo tivesse a ver com o morto-vivo. Foi quando, de repente, duas pequenas partes transformaram-se em grandes cipós, amarrando Helena.

—— O que é isso?!

Prestes a usar seus poderes, movendo os braços para frente, na direção da moça, tinha como intenção envolver os cipós com seus poderes, e assim, livrar-la deles. Contudo, a planta produziu um pó verde na direção de Satânico. O mutante começou a tossir, saindo da posição de ataque em que estava. Sua visão foi ficando turva e então, para não cair completamente, ajoelhou-se, colocando as duas mãos na garganta. Depois de inalado, o pó parecia queimar o seu corpo por dentro. Foi pouco depois que sua visão ficou completamente escura.

Quando abriu os olhos, estava em casa. Não na casa atual. Mas sim a do passado, de quando morava com os pais. E se isso tudo o que viveu depois disso fosse um sonho, apenas? Levantou-se. Estava apenas com a calça do pijama. Suava muito. Parecia uma noite quente na Califórnia.

Calçou os chinelos, que estavam perto da cama, e saiu do quarto, dirigindo-se à escada. Desceu, e encontrou os pais na mesa. Sorriu, eles pareciam jovens, então presumiu que todas as últimas discussões não tivessem passado de um pesadelo. Foi cumprimenta-los, mas quando viu seus rostos, seus olhos eram verde-fluorescente. Estranhou. E, num instante, os braços de ambos se tornaram cipós (semelhantes aos que envolviam Helena) e prenderam seu pescoço. Julian tentou soltá-los, mas seu esforço era inútil. Foi então, que inconscientemente, expandiu seu poder, de modo que a energia liberada pelo seu corpo fosse capaz de varrer todo o lugar. No mundo real, ele seria capaz de varrer todo apartamento. Isso seria grave, pois eliminaria muitas pistas no lugar. Mas, também, não seria um ataque direto à Helena, ainda que visse nela a imagem de seus pais, dando à ela e aos guardas a chance de sobreviver.


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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   23.10.14 8:40


Voltei para o apartamento como me foi ordenado e uma vez lá retirei a luz ultravioleta e comecei uma varredura. O soldado que guardava a entrada respondeu a minha pergunta e sorri para ele, a cena deve te sido estranha, pois usei a luz para iluminar meus lábios. A luz me mostrou algo estranho
e questionei porque não havia digitais no vaso de cogumelo. Lembro que eu o havia pegado e Corazon também.

Ouço uma voz diferente, mas detecto imediatamente que é o jovem Satânico. Aceno com a mão esquerda e o convido a se aproximar. Falo no escuro.

—Que bom que veio, tem alguma ideia por onde come(...)

Não termino minha frase, pois acho estranho o notebook ligar sozinho, mas mais estranho foi ele se comportar como uma televisão. Olho na direção de Satânico e antes que pudesse retornar um diálogo com o rapaz sinto algo envolver meu pescoço. Foi bem rápido. O ar começou a faltar e meus olhos se encheram de lágrimas.


Estava doendo muito. Cai de joelhos e seja lá o que for que apertava meu pescoço aumentou a intensidade e para não dizer que poderia ficar pior, percebi que Satânico estava muito estranho. O rapaz olhava pra mim, mas parecia não me enxergar e de onde havia vindo aquele pó? Com muito esforço peguei minha hambo, eu não ia ficar consciente por muito tempo, busquei o botão e a lâmina se mostrou. Com certa pericia e já quase desmaiando tentei cortar o cipó, mas não sabia se daria certo. Um clarão iluminou o lugar e não me lembro de mais nada. O aperto no pescoço me fez desmaiar.
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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   23.10.14 20:20

Adentrando o local, Daisuke achou muito estranho tudo isso e percebeu que não estava sozinho, seu amigo de missão tinha o acompanhado. Ouvindo suas palavras, o respondeu.

Prazer, meu nome é Daisuke. Hoshi Daisuke. E sim, vamos. E qual o seu nome?

Após falar isso, ouviu o seu conselho e parou de voar, usando o seu ki e voltou a ficar em seu estado normal e ficou pesquisando mais sobre o local, se sentindo um pouco incomodado por estar dentro do esgoto, mas sentiu um cheiro bem estranho, algo que fez o corpo do garoto até arrepiar, parecia ter sentido a presença do perigo e, quando virou o rosto para o lado, viu uma flor aberta com o seu interior florescente e se aproximou da flor, para pesquisar mais sobre ela. Ao fazer isso, recebeu aquele pó em sua cara .

Ai... Que ... Diabos?

Disse Daisuke e então, sentiu a coceira dominar o seu corpo e ficou passando a unha com força em sua bochecha e em sua boca e esfregava a mão no nariz para passar a coceira e, em seguida, sentiu seu corpo tremer. O que ele viu era temível e seu corpo estava tremendo da cabeça aos pés. O que ele estava vendo era horrível, era o que ele mais temia. Abandono. Fraqueza. Quando olhou para Corazón, viu três pessoas ao seu lado, seu irmão, Hoshi Kenichi, tio, Hoshi Yusuke e pai, Hoshi Ichigo.

( Hoshi Ichigo ) - Adeus, Daisuke. Você é fraco. É uma vergonha como meu filho. Você nunca irá me superar, pode desistir desse seu sonho de merda que é me superar.

( Hoshi Yusuke ) - Seu lixo. Tenho vergonha de ter te conhecido. O Corazón é bem mais forte e melhor do que você.

( Hoshi Kenichi ) - Tenho vergonha de ter te treinado, irmão. Eu deveria saber desde o começo que você sempre iria ser fraco. Nunca irá superar seu pai.

Daisuke apenas parou de tremer e sentiu uma chama crescer em seu coração. O medo que ele sentia agora se transformou em ódio. O medo do abandono, o medo de nunca conseguir superar seu pai que era seu maior sonho, se transformou tudo em ódio. A vontade de atacar Corazón agora era irresistível.



Daisuke logo então, parou com a tremedeira e encarou Corazon com ódio em seus olhos. Seu coração ainda estava com medo de aquilo realmente estar acontecendo e duvidava ser real, não queria acreditar que algo tão temível realmente estava acontecendo e então o ki envolveu seu corpo com uma pressão muito forte, por estar sendo dominado pelo ódio e pelo medo, ao ponto do chão embaixo de seus pés racharem um pouco e Daisuke cerrou sua mão fortemente.

Eu vou te destruir.



Então pisou forte no chão, rachando o local onde pisou e, velozmente, foi na direção de Corazon e sua intenção era de acertar um soco forte em seu rosto e, por estar com ki, acertaria o interior do mesmo, quebrando o seu nariz e vários dentes de sua boca e o deixando extremamente atormentando e com dores. Se Corazon for um humano normal, aquele soco poderia matar ele. Caso o golpe acertasse, claro.


Obs: Se você acha que eu estou muito op e que é melhor para mim diminuir, me avise, por favor, ou se está tranquilo o meu fake, deixei um aviso também. Agradeço a compreensão.
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Corazon

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MensagemAssunto: Re: Quest — Solidão   23.10.14 21:47

Um pouco antes da dupla recém-formada aventurarem-se pelos esgotos através da utilização mais próxima para adentrar um dos domínios que lhes fora aconselhável percorrer com cautela, Corazon havia escutado as palavras do pequeno garoto, esboçando um breve sorriso por detrás de sua máscara, este que Hoshi Daisuke apenas poderia deduzir que o mesmo estivesse sorrindo pelas extremidades da estranha máscara de Corazon, ao qual de uma maneira cômica possuia a silhueta e aparência equiparada a um Coração. Assim que o agente da força-tarefa escutou o nome do garoto com o qual com alguma dificuldade parecia remover a tampa das inúmeras entradas que dariam vasão aos esgotos, proferira, despreocupadamente. - Me chamam...de Corazon...algo que seria como....ahn...vejamos...um codinome, se assim preferir.


O tempo não propagou-se por muito, Corazon havia afastado-se alguns passos para dar ímpeto ao garoto, para que o mesmo tivesse acesso a escadaria que levaria as dependências do subterrâneo, enquanto, desconfortávelmente, Corazon ajeitou sua grande Sniper em seu ombro para acomodá-la adequadamente para iniciar a breve decida para as dependências e então seguir para o local do homícidio outrora comunicado pelo que viria a ser o departamento de ocorrências. Assim que pousara seus pés perante o subterrâneo, Corazon sentira sua respiração diminuir considerávelmente, certamente em lugares fechados, utilizar-se de uma máscara de couro dificultava a sua respiração, se perfazendo com que o homem erguesse parte de sua mascára um pouco acima do nariz, para que pudesse respirar melhor, entretanto, não obstante, confortávelmente, afinal, o pútrido cheiro de dejetos invadiam-lhe, fazendo com que o homem esboçasse uma reação verdadeiramente negativa. - Ah....cara...que cheiro terrível...alguém por acaso morreu aqui? Não..espera....claro que morreu...estamos seguindo para um local agora.... Corazon propriamente sorrira de canto, iniciando uma breve caminhada, com passos recuados ao impetuoso garoto.


" Tsc...um lugar fechado desses..certamente não poderei usar minha arma com extrema maestria..se algo acontecer, terei de apelar para o contato direto, tenho certeza....algo me diz que eu deveria ter seguido para o apartamento e aguardar para vir aqui com mais pessoas....", Corazon não sabia especificar o porquê de uma péssima sensação percorrer-lhe o corpo, fazendo-o ouriçar-se consideravelmente, porém, permitiira-se a manter seus passos firmes em direção ao que viria a ser o local do homicídio, afinal, não seria fácil orientar-se pelos esgotos estando pelo subterrâneo, será que a dupla deveria ter seguido pela superfície só para até então descer na localidade correta? Talvez, entretanto, a dupla certamente haveria de ter descido em uma localidade afastada, talvez a chance de surpresa fosse algo verdadeiramente positivo a ser elencado, seja lá qual fosse a situação que estavam enfrentando.


A dupla não caminhou por muito, Corazon havia cessado seus passos assim que Hoshi Daisuke pareceu encontrar uma espécie de flor, fazendo com que Corazon estranhasse imediatamente ao vê-la, suspirando profundamente aquele ar pútrido. - Ahn...como pode haver uma flor aqui....é algo...artificial? Ou mesmo...o ar não tornou-se nocivo demais a ponto dos cogumelos serem confeccionados recentemente e serem uma grande febre em aquisições ultimamente? Estaria certo Corazon ou então estaria equivocado? Algo pareceu acontecer conforme o garoto, em clara curiosidade, aproximou-se demais da mesma, a ponto do homem sniper apenas contemplar algo ser literalmente borrifado na face do jovem. Corazon arqueou uma de suas sobrancelhas e então visou aproximar-se também, algo não cheirava bem. Mais uma vez, um súbito ouriçar alçou a pele de Corazon. -E-ei garoto, você está bem?


Por mais que o homem houvesse questionado Hoshi Daisuke e o mesmo ter virado em sua direção, Corazon sentia-se como se, por mais que Hoshi estivesse olhando-o, sua visão parecia transpassá-lo, as orbes do garoto pareciam outrora observar a direita do homem, sua esquerda e por fim, nele mesmo. Corazon lentamente abaixou a parte de sua máscara que havia sido erguida momentos atrás, o cheiro estava verdadeiramente insuportável. - E-ei garoto, se está bem, vamos seguir em frente, depois retornamos para essa flor..com certeza é algo que desconhece-.. Antes que as palavras do homem pudessem ser finalizadas, Corazon contemplou a fisionomia de Hoshi mudar completamente, um garoto outrora enérgetico havia se tornado sombrio, sombrio demais para o gosto do homem que não hesitou em recuar dois passos, o que de fato estaria acontecendo? Corazon mantinha os olhos fixos no garoto, certamente a iluminação não parecia ajudar muito e o homem não parecia compreender a situação que se encontrava, a súbita e estranha sensação de morte pairava no ar mesclando-se a um cheiro pútrido que evadia-se sobre a máscara de couro do atirador.


Corazon contemplou algo envolver o corpo do garoto, mas não sabia especificar o que era, naquela época em que viviam, demonstrar estranhos poderes haviam se tornado um feito comum, a normalidade de séculos atrás parecia se tornado a anormalidade dos dias atuais, assim que o garoto pareceu propagar-se perante a Corazon, referindo-se a ele como algo que deveria ser destruído, o homem estranhou claramente, entretanto, a velocidade com a qual Hoshi Daisuke aproximou-se, de forma abrupta, implacável e brutal, foram acompanhadas pela visão inumana de Corazon, que parecia observar o garoto como em uma câmera lenta aproximando-se dele. A visão do Ghoul atirador acompanhavam o movimento do garoto, mas seu corpo, em resposta, não seria capaz de repelir o ataque proveniente do garoto.


Assim que Hoshi aproximou-se visando desferir um potente soco na face de Corazon, o mesmo apenas deixou seus olhos fecharem-se e então a escuridão completa tomar conta de si, o impacto fora verdadeiramente monstruoso, Corazon sentira sua mandibula trincar bem como um ou dois dentes evadirem-se de sua boca, porém, sendo barrados pelo couro da máscara, o máximo que o franco atirador conseguira fazer fora tentar erguer a face para tentar, de alguma forma, amenizar o dano, entretanto, o peso de sua arma o atrapalhava, atrapalhava a ponto do homem não lograr êxito em uma esquiva, Corazon apenas sentiu seu corpo deslocando-se meio metro antes de atingir violentamente uma parede, aquilo fora como um abrupto baque e ainda que a situação houvesse se tornado drástica e o gosto de sangue invadisse a boca do homem consideravelmente, Corazon ainda respirava.



" D-droga...", ofegante pelo impacto, sua arma havia deslocado-se para outra direção, era como se em um jogo de futebol, em uma manobra perfeita, o goleiro se movimenta-se para um lado enquanto ao outro, iriam a pelota. Corazon não fazia idéia do dano sofrido, com extrema dificuldade, já em solo, o homem tentou retirar seu comunicador de suas vestes, pressionando um infimo botão em sua lateral, falando pausadamente, quase que intermitente pelo mesmo, seja qual oficial pudesse escutar.


[ Corazon ]- Flor...coff..coff....esgotos...controle mental....coff coff...eu falhei.. Poucas palavras ditas em uma condição quase inumana de se propagar, Corazon havia sido danificado de maneira falta, ao qual em um último suspiro, apenas até aquele momento, o homem havia delegado a informação para quem quisesse ouvir, eram poucas palavras, mas, com alguma sorte, o soldado da força-tarefa havia contribuído de alguma forma. Sua respiração tornava-se ofegante e cada vez mais lenta, sua cabeça havia sido danificada, em qual parte, não saberia dizer, não era um perito e seu raciocinio já havia começado a se perder, segurando o comunicador firmemente entre as mãos, Corazon posicionou-o ao lado de seu corpo enquanto com a outra mão, ergueu parte de sua máscara, deixando que um grosso filete de sangue escorresse por dentre seus lábios. Suspirou uma última vez, seu corpo começava a sofrer leves espasmos, estava na hora. - E...pensar...


" Que eu morreria em um..lugar desses...." pensou Corazon uma última vez e então, seu corpo relaxou.

Obs: Corazon era humano, portanto não haveria como sobreviver ao golpe por mais que alguns minutos.
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