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 Circo de Horrores

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Reiner Braun
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   10.09.14 19:25

Reiner vociferava através de sua forma monstruosa para de certo, tentar amenizar a melodia que começava a propagar-se, entretanto, nem mesmo seu urru gutural fora capaz de cessar o que estava ocorrendo consigo. Algo que Reiner não percebera fora algo começar a circundar o corpo do titã, aproximando-se gradativamente de quaisquer vias que pudessem chegar ao corpo do soldado da muralha, que situava-se na nuca do monstro criado, ao qual seus braços, pernas, torso e mente estavam interligadas de alguma forma com o corpanzil da criatura. Reiner prosseguiu, desconhecendo a presença de tal fato, deparando-se então, assim que utilizara de ambas as mãos para remover a lona que se perfazia como uma "casca" para os inimigos, notou um estranho aparelhato, algo que julgara minimamente bizarro, a expressão do soldado da muralha era de espanto, nunca havia visto algo tão estranho quanto aquela máquina, entretanto, exteriorizando-se como um monstro, nenhuma reação provou-se eficaz na expressão do gigante.


Enquanto Reiner permanecia a tentar elencar alguma hipótese para tal máquina, tentando analisá-la, algo parecia invadir o corpanzil do que ele outrora havia se tornado, uma voz ecoou exatamente no local ao qual Reiner mantinha-se interligado com o corpo do monstro, uma voz estranha mas altamente ameaçadora. Reiner fechou os olhos gradativamente e os grandes olhos do titã encouraçado pareceram fechar-se por um breve instante, até que o soldado da muralha sentiu uma sensação ótima recobrir totalmente seu corpo, por mais que a situação parecesse perigosa Reiner sabia que deveria agir mas de alguma forma ele estava....feliz. De alguma forma inexplicável, Reiner sentia-se feliz, ele queria sorrir, queria gargalhar, o soldado parecia estar entrando em um estado alto de euforia, os músculos de sua face começaram a contorcer-se e um estranho sorriso, minimamente bizarro ao soldado brotou a sua própria face, mas não importava, o soldado da muralha estava feliz. Reiner permanecia preso em forma de "cruz" com os nervos interligados na nuca da monstruosidade que havia se tornado, mas os risos eram propagados pela totalidade da criatura, pela bocarra, narinas, onde havia dois orifícios que deveriam ser a audição da criatura, contínuas e intermitentes gargalhadas eram propagadas do monstro. - AHAHAHAHAHAHAHHAH....o que....está..aahaha...acontecendo....heheh..comigo?!


Reiner esforçava-se para manter os olhos abertos enquanto ria, sua barriga começava a latejar mas ele continuava feliz, seu fòlego parecia se esvair gradativamente e o soldado da muralha não parecia mais importar-se com o que estava ocorrendo ao seu redor, será que era daquela forma que o palhaço fazia suas vítimas? Reiner começava a sentir-se fraco, mas não pôde deixar de notar que em meio aquele ambiente soturno, conforme suas gargalhadas aumentavam, uma luz esverdeada chamou-lhe a atenção. O soldado da muralhava conseguia avistar o palhaço que não estava muito distante de si, ambos máquina e olhos da criatura cintilaram no mesmo tom, Reiner começava a perder o fôlego, sua barriga doía considerávelmente e ele já encontrava-se com as forças em quantidade descescente. " Eu...não posso..morrer aqui...como estou feliz...está tudo engraçado....que euforia é essa? Vem daquela máquina?", pensou o soldado.


Não precisava ser nenhum gênio para saber que as gargalhadas que provinham de Reiner pareciam ser captados diretamente para a máquina e transferidos para o palhaço ou mesmo, talvez a máquina tivesse nutrição dos poderes da criatura, entretanto, Reiner não saberia dizer, apenas não queria morrer ali, embora estivesse ótimo a euforia, aquela sensação não fazia parte do soldado a muitos anos, entretanto, seria uma brincadeira clara de mal gosto. O corpo de Reiner já parecia encontrar-se sem forças, entretanto, aquele titã se movimentava com o poder da mente que repassava diretamente as ordens ao terminal nervoso do soldado, que permanecia interligados diretamente com a mente do soldado, Reiner então mentalizou seu comando e a criatura começou a se mover.


O titã encouraçado visou puxar com violência a estrutura do circo para até então, iniciar uma pequena incursão em direção a máquina, caso obtivesse êxito, Reiner visaria agarrar um dos cabos que estivessem interligados ao palhaço e puxá-lo com extrema violência, desta forma, visando fazer com que o mentor daquela máquina a atingisse violentamente. Caso o palhaço entrasse em uma medição de força com o titã, Reiner simplesmente esperaria o momento certo para soltar o cabo e deixar que a força proveniente do mentor fosse suficiente para desestabilizar-se sozinho e então, voltaria-se em direção a máquina, visando atingi-la violentamente com repetidos socos, o máximo que pudesse enquanto lhe restasse forças. De alguma forma, equiparadamente bizarra a face do palhaço, um dos compartimentos encouraçados abriram-se na boca do gigante, desta forma, revelando-se uma grande bocarra, que emitia risos igualmente a uma grotesca risada. -AHAHAHAHAHAHAHAH
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   12.09.14 22:55

Daisuke notou que seu golpe foi executado com sucesso e o mesmo apenas se escondeu atrás de uma árvore rapidamente e ficou observando o que aquela mulher iria fazer em relação ao ter sido jogada no rio, em vez de o mesmo simplesmente seguir o urro estranho que ouvira a pouco e viu que ela usou seus cabelos para se agarrar a margem e sair daquela correnteza e Daisuke apenas fica de olho, escondendo sua presença da estranha mulher enquanto logo começava a ouvir risadas estranhas vindo de tal local, mas investigar aquela mulher estranha era mais importante, pensava, afinal, poderia ser alguma armadilha e notou que ela encontrou com aquele brutamonte que Daisuke enfrentara a um tempo atrás. Daisuke, ao ver aquele homem, logo, ficou com um leve rancor em seu coração, mas decidiu ignorar para não atrapalhar sua missão e precisava ser rápido.

Hum...

E então, Hoshi vendo que eles começaram a andar, esperou eles desaparecem um pouco e então, o mesmo saiu correndo rapidamente e deu um pulo muito rápido e alto, pulando toda aquela correnteza e chegando ao outro lado, porém, se agarrou em uma árvore e girou o corpo, para não fazer barulho e logo se escondeu atrás da árvore e observou tudo que os mesmo faziam e viu, dentro do motor home, aquela criança e logo se lembrou de que ela era quem Daisuke teria que buscar e. tentando esconder sua presença, correu rapidamente para trás de uma pedra e se escondeu ali e, então, pegou uma pedra pequena em seu chão e tacou com velocidade e força no brutamontes de antes, acertando bem na nuca com força, esperando ganhar distração dele, para não ter que lutar com dois de uma vez.

Tsc...
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   14.09.14 17:20



As gargalhadas de Reiner transformavam-se em uma essência verde fluorescente que eram enviadas para o palhaço através dos tubos, o palhaço só não esperava que Reiner agisse daquela forma. O titã começou a puxar os cabos. O palhaço percebeu a ação e Reiner e enfureceu-se, porém soltou uma gargalhada e retirou o capacete da cabeça. Reiner sentiu o cabo se afrouxar. O palhaço olhou para o gigante e sua expressão era de derrota, mas ele não se deixaria abater tão facilmente. Abriu a boca e uma névoa lilás cobriu todo o lugar. Uma névoa tão densa que encobriu tudo em poucos segundos. O domínio do palhaço em Reiner cessou. O titã não mais sentia vontade de gargalhar. Sem pressa o palhaço recolheu tudo que estava ali, inclusive a tenda do circo. Tudo foi reduzido a uma maleta de mão. Ele virou de costas e seguiu para o motor home, que não estava tão distante dali.

Hoshi seguiu Mortrança e enfim alcançou o motor home. Ele podia ver as crianças. Polegares estava de guarda enquanto Mortrança “guardava” a essência que retirou de Amaya. Hoshi ataca Polegares. A pedra acerta a nuca do homem e o faz perder os sentidos. Mortrança aberta os lábios e retira a agulha da veia. As crianças permanecem imóveis na maca, restava dúvida se ainda estariam vivas.

Mortrança, ao contrário do que se esperava, não ataca Hoshi. Utilizando uma saída lateral, a mulher some em meio densa névoa lilás. O palhaço e a mulher se encontram. O palhaço nada diz, apenas parece bastante despontado. O céu começava a dar indícios que o dia não demoraria a raiar. O palhaço diz de forma definitiva.

— Deixe estas crianças ai, Polegares também. Não tenho tempo para isto. Consegui estoque suficiente para irmos para outro país. Torço apenas que não encontremos criaturas como estas por lá. Vamos logo.

O palhaço abre a mala e tira uma latinha, que lembrava latinha de spray. Aperta a mesma e uma fumaça branca começa a se destacar em meio a névoa lilás. O palhaço estava preparando um teleporte, mas desta vez um teleporte bem mais longo que o que Ácido jogou em Reiner. Se Reiner e Hoshi quisessem pegar o palhaço e Mortrança teriam que agir rápido. As crianças permaneciam no motor home.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   14.09.14 17:24

Olá, como estão? Espero que bem! Bom chegamos ao momento decisivo da quest. A ação de vocês determinará se teremos mais uma ou duas atualizações ou se finalizamos na próxima. Antecipadamente agradeço Reiner e Hoshi por permanecerem até o final. Agradeço Amaya por sua participação também.

Dúvidas postem no chat, por favor!

Prazo para os jogadores postarem: 20/09/2014

Prazo para eu atualizar: 23 /09/2014
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Reiner Braun
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   14.09.14 19:44

Reiner mesmo sendo afetado pela substância propagada pelo palhaço ao qual parecia produzir um efeito extremamente nocivo ao seu organismo, o titã havia se movimentado violentamente, direcionando-se aos cabos que estavam de alguma forma interligadas ao palhaço, o titã visava aniquilá-lo imediatamente a sua ação, entretanto, assim que o soldado monstruoso da muralha havia agarrado violentamente os cabos da estranha máquina, o palhaço parecia retirar o capacete que estava portando, ao qual, o titã quase perdera o equilibrio em decorrência a força que havia empregado em puxar os cabos para si, ao qual visava claramente puxar o dono daquela maldita operação brutalmente, sem sucesso, o titã encouraçado visou lançar-se violentamente contra a grande máquina, ao menos de alguma forma visaria frustrar os planos provenientes daquele circo, ao qual algo chamara sua atenção drásticamente. - O que é isso?

O soldado da muralha cessou sua incursão em direção a máquina e desviou seu olhar em direção ao palhaço, sua barriga doía embora que ele visaria aproveitar o tempo que lhe restava para livrar-se de toda aquela seita maluca. Imediatamente, o titã notou escapar os lábios da criatura que era seu oponente uma névoa roxeada e extremamente densa, a mesma parecia se alastrar de uma forma que Reiner não conseguia sequer compreender, entretanto, subitamente, o efeito nocivo que havia sido lhe imposto havia cessado, Reiner recuou alguns passos, chacoalhando sua fronte de maneira a tentar afastar o máximo que pudesse daquela densa névoa. - O efeito...passou..mas o que é isso?!
Sem compreender exatamente o que estava acontecendo, todos os acessórios proveniente do circo, incluindo aquela grande máquina, tenda e demais acessórios que poderiam ali estar pareciam ser reduzidos místicamente a uma simplória maleta, Reiner estreitou seus olhos consideravelmente e os olhos da criatura que o soldado da muralha parecia ter se transformado cintilaram em um tom amarelo, finalmente ele estava fazendo progresso e em uma velocidade alta. Reiner inclinou-se brevemente notando o palhaço retirar uma espécie de lata de uma maleta, Reiner sabia o que aquilo significava, não precisava de fato ser nenhum gênio para notar que o palhaço iria recuar. - Vocês não vão escapar...


Reiner inclinou-se brevemente, o ruído oco que parecia acometecer-se em seu corpo era quase que como ossos se partindo, produzindo diversos estalos, esse era o resultado de utilizar a carapaça por muito tempo, o titã estava abdicando de sua defesa relativamente resistente. Seus músculos pareciam enrijecerem-se e pulsar gradativamente a cada movimento realizando pelo titã em se inclinar. Sua expressão era inerte, conforme naquela penumbra soturna da floresta se tornasse ainda mais assustadora. Uma risada estranha parecia propagar-se de dentro do titã enquanto lentamente a bocarra da criatura era aberta, sem reformar a estranha placa que parecia proteger suas mandibulas, revelando algo equiparadamente aos humanos, formando-se então um sorriso verdadeiramente grotesco da criatura que mantinha seus olhos cintilando-se brevemente.

Logo, Reiner então, apoiou uma das mãos no solo, de maneira pelo qual o peso de seu corpo parecia afundá-lo um pouco. Assim como um velocista, Reiner recuou ambas as pernas e apoiou sua outra mão no solo e então, ergueu sua parte traseira lentamente enquanto a fina risada propagada pela criatura parecia começar a tornar-se um rugido desesperador, certamente até mesmo as criaturas mais assustadoras daquela floresta temeriam um ser como ele, a risada fina tornou-se um rugido desesperador até a ponto de tornar-se algo gutural, as cordas vocais proveniente do titã pareciam romper-se uma a uma, aquele seria o último ataque do soldado da muralha antes que o palhaço pudesse fugir, se fugisse. Reiner imediatamene tentava endurecer seu corpo, enrijecendo seus músculos e demais juntas, de maneira pelo qual, sua carapaça parecia começar a fragmentar-se consideravemente e então, o monstro que havia se formado lançou-se em direção ao palhaço e Mortrança. Reiner estava com cerca de 4 metros de altura e agora, com a ausência da caparaça em seu corpo parecia ter ficado com cerca de 3 metros, não igualmente pesado como outrora pois conforme corria em direção ao palhaço, os pedaços de seu corpo pareciam cair sobre o solo, entrando em estado de ebulição conforme desprendiam-se do corpo de Reiner, a idéia era simples, tornar-se mais leve para tornar-se mais rápido. A idéia do soldado era atingir brutalmente o palhaço com uma ombrada, caso chegasse a tempo de atingi-lo antes que ele pudesse fugir, a missão havia terminado, as crianças foram encontradas entretanto, a cada momento que Reiner mantinha-se ligado ao corpo titã, mais e mais ele queria aniquilar aquelas criaturas. - AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!


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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   19.09.14 22:23

Daisuke sorriu ao ver que a pedra que tacara em Polegares o fez perder os sentidos e saiu de onde estava escondido e correu em direção ao motor home, porém, viu aquela densa névoa se manifestar e ficou um pouco assustado, queria matar aquela outra garota para não deixar mais problemas e se possível, o palhaço também e, observando mais aquela névoa, andando no local, logo, viu uma fumaça branca sair dentre a névoa roxa e aproveitando a oportunidade, atirou sua corrente da lâmina naquela fumaça e acabou por agarrar em alguma coisa que, no caso, era a Mortrança e puxou rapidamente em sua direção e controlando um pouco da energia da lâmina em seus dedos direitos, fez uma lâmina com seus dedos e quando aquela mulher chegasse perto de Daisuke por ter sido puxada com força pela corrente enrolada em seu corpo, Daisuke passaria rapidamente o dedo em seu pescoço, assim, tentando decapitar a garota, caso seu golpe acertasse.

Hunf.

Disse o mesmo e então sua corrente voltou ao normal e a energia dela parou de fluir sobre Daisuke e os seus olhos voltaram a sua cor normal, deixando o escarlate.

Huff...

Disse, então, se assustara um pouco com a aparição de Reiner tentando acertar o palhaço que estaria ali naquela névoa e Daisuke, aproveitando da oportunidade, correu para dentro do mortor home e tirou aquelas crianças com todo o cuidado de lá e, uma, ele colocou nas costas e usou sua corrente da força para prender o mesmo, deixando que assim, ele não caia e a outra, segurou nos braços e saiu correndo do local, para deixar com que Reiner acabasse com o palhaço sem que houvesse problema para com as crianças e Daisuke começou a fugir do local, para terminar sua missão.




( Desculpe se tiver algum erro no post, tive que fazer ele as pressas, me perdoe. )
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   20.09.14 17:22

O titã Reiner não deixaria o palhaço escapar tão facilmente. Usando toda sua astúcia o enorme gigante correu e quase alcançou o palhaço, mas este era cheio de truques. Quanto mais Reiner corria mais distante o palhaço ficava. O que estaria acontecendo?

Hoshi agiu rápido e usou toda sua covardia para com Mortrança. De uma forma indefinível sua corrente enlaçou o pescoço da garota e a puxa com violência. Para finalizar Hoshi degola a garota. Devagar ele retira as crianças do motor home. Estando do lado de fora ouve passos e uma forte luz é jogada contra seu rosto. Três homens olham-no diretamente.



— Bom trabalho, bom trabalho. Sei pagamento está aqui. Pode deixar que cuidamos das crianças.

Uma maleta com uma quantia razoável de dinheiro foi deixada em cima de uma pedra grande. Os homens recolheram as crianças e sumiram das vistas de Hoshi. O rapaz sentiu-se com a tarefa cumprida, mas quando ia pegar sua maleta um tentáculo vermelho puxou a maleta para longe de onde estava Hoshi. O rapaz se virou e usando sua já manjada e irritante técnica de se achar superior e subjugar todos, virou-se furioso já lançando uma das correntes na direção do tentáculo, mas foi surpreendido por uma voz medonha.

— Não se pode matar o que já está morto. Você agiu com covardia e por isto não terá sua recompensa. Na próxima vez, aja com mais sensatez.Ofereça uma batalha igual a seu opoente. Covardes são desprezíveis.

Hoshi não podia crer em seus olhos. A cabeça de Mortrança era sustentada pelas mãos de Polegares, enquanto o corpo estava jogado nos ombros deste. Não existia pupila, apenas uma fenda esverdeada. A maleta estava suspensa no ar, segura firmemente pelos cabelos de Mortrança. Era uma visão aterradora. Veno a expressão do garoto Mortrança gargalha.


— Achou mesmo que me mataria com tanta facilidade? Tolo!

Neste ponto Mortrança e Polegares já estavam preparados para o ataque de Hoshi, porém algo surpreendente acontece. O corpo dos dois se desfaz como névoa. Tudo some, inclusive o motor home. Hoshi olha ao redor e não vê nada além da floresta e da claridade que devagar começa a tomar conta do lugar.

Antes [..]

Reiner corria e quanto mais corria mais distante o palhaço ficava e aquilo começou a irritar o titã. Reiner estava envolvido sendo ludibriado, mas não tinha como saber isto. Quando finalmente o titã consegue alcançar o palhaço ele se assusta, se é que o titã podia se assustar. O barulho foi de espelho sendo esmagado e a dor foi real. Pedaços grandes de espelho enterram-se nos músculos da mão do titã. E uma voz que lembrava uma brisa fria na nuca disse:

— Obrigado, obrigado. Seu sangue e sua essência me serão uteis. Até um dia, talvez.



Apenas o rosto do palhaço se forma em névoa bem rente ao rosto de Reiner. Devagar ele se dissolve. Um homem trajando terno preto vê tudo, mas se limita apenas deixar a maleta no ângulo de visão de Reiner. Ele cumpriu a missão, mesmo que não tenha sido ele a resgatar as crianças. A quantia foi divida igualmente entre Hoshi e Reiner, os homens não podiam fazer nada se Hoshi perdeu seu dinheiro.

As crianças foram levadas em segurança, não se lembravam de nada. Albarracin, devagar, voltou ao normal. O paradeiro de Reiner e Hoshi, somente eles podem contar a vocês.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   20.09.14 17:27

Olá, como estão? Espero que bem! Chegamos a reta final da Horrores, espero que tenham gostado. Deixarei o tópico aberto para quem façam sua postagem final. Terão até o dia 27 para fazer isto. Muito obrigada a Hoshi e Reiner por terem levado a quest até o final. Até breve!
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   21.09.14 18:42

Daisuke sorriu por finalmente completar sua missão, queria saber que prêmio ganharia por causa disso. Uma nova aventura, uma nova missão seria legal, o garoto gostava dessas coisas. O mesmo viu a forte luz taca contra seu rosto e fechou um pouco os olhos, porém, viu aqueles homens entregando uma maleta cheia de dinheiro e Daisuke logo se irritou, não esperava que sua recompensa fosse dinheiro, não gostava de dinheiro, preferia viver sem estar preso a ganância que o dinheiro produzia e apenas ia pegar a maleta para entregar ele a Reiner, dando os créditos todo a ele, só que, sem imaginar, viu um tentáculo agarrando aquela mochila e, por mero instinto de defesa, se virou e tacou sua corrente em direção ao que agarrou a maleta e viu a cabeça de Mortrança sendo segurada por Polegares e parou o seu ataque assustado. Já vira coisas piores, porém, também se assustou e ouviu o que ela disse e fez sua corrente voltar para baixo de sua camiseta.

Pode levar. Não quero dinheiro.

E então os viu desaparecer na sua frente e o garoto apenas colocou as mãos no bolso e saiu andando, não estava irritado, pelo menos tinha feito uma boa ação de salvar aquelas crianças e sorriu, voltando para sua vida novamente.

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Reiner Braun
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   22.09.14 22:59

Reiner havia incursionado-se em direção ao palhaço com o resto de forças que tinha, para isto, o grandalhão havia flexionado-se a tal ponto de fazer ruir a grossa e resistente carapaça que circundava todo o seu corpo, incluindo seu ponto fraco ao qual situava-se na nuca do grandalhão. Conforme o titã encouraçado havia começado a flexionar-se para iniciar uma rápida corrida em direção aqueles que haviam causado tantos problemas, o som abrupto de algo rompendo-se poderia ser escutado a vários metros de distância do local original do titã. Conforme as placas da couraça de Reiner caíam, produzindo um som suave, ainda que aparentassem ser grandes e capazes de produzir um grande estardalhaço, uma fumaça, vapor, começava a emanar das placas ao qual começavam a desaparecer gradativamente a cada momento que se propagava. Os tecidos do gigante ficavam à mostra, revelando um emaranhado muscular que encobria quase a totalidade do titã que agora partira em encalço do grande vilão daquela situação. Braun não pôde deixar de notar o outro integrante daquele grupo competitivo ali, Hoshi Daisuke, entretanto, não poderia ater-se ao mesmo pois caso vacilasse, sua vida poderia ser ceifada em um piscar de olhos pelo assustador palhaço. 


Conforme Reiner esforçava-se para alcançar o palhaço, suas grandes pernas deixavam pegadas naquele solo, o titã havia ficado um pouco mais leve e consideravelmente mais rápido, entretanto, de alguma forma não importava o quanto corresse, o quanto se esforçasse, o semblante do palhaço parecia meramente uma especifica luz ao final do túnel ao qual quanto mais tentava-se alcançar mais distante parecia estar. A expressão de Reiner, adentro ao titã beirava ao desespero, como não poderia estar alcançando aquela criatura depois do que havia feito para impedir que o mesmo fugisse? Desespero, impaciência, decepção era o que mais definia a expressão de Reiner, a consciência por dentro do titã, tais frustrações que eram transmitidas pelo corpanzil do titã de absolutos 4 metros de altura em urros guturais, levando ao extremo as cordas vocais da criatura, propagando-se com que o corpo de Reiner transmitisse os sinais de sua mente ao próprio titã, fazendo-o proferir em uma voz verdadeiramente grotesca.- MAL....DI...TO!!!!


Reiner por mais que tentasse alcançar a criatura que estava a sua frente, ao qual parecia ter sido criada meramente pela ciência avançada, não parecia superar de forma alguma o verdadeiro e assustador sobrenatural, a própria essencia do mal. Braun tentava planejar alguma forma de alcançar o palhaço enquanto movimentava seu corpanzil em direção ao titã quando, estupefatamente o fez, quando Braun pareceu desisti de alcançar a criatura, a havia alcançado, mas algo havia acometido-se na mão do gigante, o som abrupto de um espelho sendo esmagado, porém, de alguma forma, a dor propagado na mão do titã passara imediatamente pelo resto do corpo do gigante, elevando-se até a mente do soldado da muralha que urrou de dor, transpassando-se isso por um urro propagado pelo titã, de alguma forma, ele fora auferido por aqueles poderes sobrenaturais, algo que assustou Reiner profundamente. Um súbito frio acometeu-se a nuca de Reiner como se uma situação, um deja vu de que ele morreria acometeu-se em seu corpo, até que uma voz que o soldado da muralha já conhecia bem parecia sussurrar em seu ouvido, como se a morte viesse pessoalmente lhe dizer adeus, ao menos, fora isso que Reiner acredtou no início até escutar as palavras da criatura que havia prostrado-se a sua frente a própria imagem do palhaço, ao qual parecia ter surgido de uma forma verdadeiramente estranha, utilizando-se de algum poder desconhecido para manifestar-se entre a névoa, talvez, segundo o que Reiner acreditasse, o sobrenatural ainda era ainda mais mortal que os poderes propagados pela própria ciência. Reiner já havia cessado sua corrida em decorrência aos espelhos, ao vidro que havia perfurado-lhe uma das mãos, recuando alguns passos ao ver o acúmulo absurdo de névoa a sua frente. Súbitamente Reiner tentou agarrar a névoa em uma atitude vã de alcançar o palhaço, entretanto, não havia como, sem sucesso, Reiner hesitou, a criatura havia desaparecido.


[ Reiner Braun ]- Droga... Reiner imediatamente, dissipou-se com aquele enorme corpanzil, tentou alcançar com sua visão o Motorhome que estava próximo mas ele havia desaparecido assim como os outros integrantes que havia visto outrora, o inferno pelo que passara em Albarracin havia acabado e sua recompensa estava por lá, próximo, ao seu alcance. Reiner assim que decidira romper-se com o corpanzil do titã, fez com que o mesmo se inclinasse e se prostrasse de joelhos, 
Reiner rompeu com os músculos e demais nervos presentes na região que se encontrava, a nuca, alcançando-se a sua própria visão, não utilizando-se apenas de sua força para enxergar aquele mundo deturpado com "outros olhos", com alguma força, Reiner evadiu-se do corpo do titã, seus ferimentos parecia ter se regenerado em decorrência ao grande tempo juncionado ao titã, mas o homem havia conseguido evadir-se do mesmo. Ficando ereto com alguma dificuldade, assumir aquela forma tinha lá suas consequências, seus prós e contras. Reiner Braun caminhou até a maleta que havia deixado ali pelos homens de outrora, não haviam sequer permanecido para agradecê-lo, havia sido uma relação de trabalho, não havia sequer necessidade de conhecer seu contratante. Reiner abriu a maleta lentamente, observando a quantia proveniente de seus serviços. 

Reiner caminhou por alguns metros com a maleta em mãos, elevando uma de suas mãos até seu cinto, retirando um pequeno dispositivo dali e apontando-o para cima , acionando-o após alguns momentos, onde estaria sua parceira? Talvez aquele "circo" não tivesse escapado se ela estivesse junto a ele. Após acionar o dispotivo, um rastro de luz esverdeada pareceu alcançar os céus, um típico sinalizador das muralhas. Após o disparo do sinalizador Reiner aguardara por 1, 2....3 horas e sua parceira não havia aparecido. Reiner já sabia o que significava, Annie estava morta, restava ao soldado da muralha então seguir aquele caminho solitário. Sem dizer sequer uma palavra, Reiner iniciou novamente uma caminhada, desta vez em direção a Albarracin, seu destino agora era incerto, o que ele faria com a quantia proveniente era desconhecido entretanto, ele apenas propagou uma única palavra antes de desaparecer em meio as inúmeras árvores daquela floresta. -Vingança...


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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   

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Circo de Horrores
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