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 Circo de Horrores

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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   12.08.14 23:39

Olá, como estão? Espero que bem!

A jogadora Annie saiu da quest sem dar explicação para sua saída, assim sendo eu a eliminei. Caso alguém queira encontrar o corpo dela, fique à vontade.

Prazo para os jogadores postarem: 19/08/2014

Prazo para eu atualizar: 23/08/2014
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Reiner Braun
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   13.08.14 1:22

Reiner havia se surpreendido com a abordagem que o policial lhe auferira, mas ainda assim, havia planejado alguma possível atuação, ainda que, em decorrência a sua situação, sua investigação não estivesse indo tão bem quanto ele próprio ensejava. Conforme suas palavras saíam ininterruptamente de seus lábios, o policial parecia hesitar, seu olhar parecia transpassá-lo, parecia que o oficial estava olhando além do corpo do soldado que mantinha seu olhar fixo no policial alternando momento ou outro entre os olhos vagos do policial que mantinha a expressão fechada e sua arma que começava a abaixar lentamente, finalmente o policial estava relaxando sua postura, porém, Reiner era um homem verdadeiramente detalhista, ainda que a situação fosse tensa e incômoda, não poderia deixar de reparar em cada detalhe, o policial parecia confuso com as palavras do soldado mas ainda assim, logo que proferira a palavra "circo", o homem parecia reaver sua postura ameaçadora de antes, mas até aí Braun já havia começado seu movimento e não poderia hesitar, pois o que ele próprio havia aprendido com um colega anterior, Jean, quando as pessoas hesitavam, mais vidas eram perdidas e Reiner absolutamente não ensejava que sua vida fosse ceifada naquele lugar. Assim que Reiner havia se movimentado, conseguindo com sucesso atingir o policial o mesmo havia proferido apenas algumas palavras enquanto parecia agonizar com o gancho entrelaçado em sua pele.


- Rio....após o rio.... Reiner esboçou um breve sorriso e então, finalizou o policial, transpassando sua lâmina contra o policial, visando-o matar. Com êxito em sua breve incursão assassina, Reiner não pòde deixar de ter um singelo pesar em sua consciência, que logo fora sanada em sua mente com um rápido pensamento " guerreiros são guerreiros e não devem hesitar..até mesmo na mais dura batalha, ocorrem perdas de ambos os lados", Reiner então visou direcionar-se pelo caminho que havia percorrido naquele beco, ficar em um local acobertado daqueles não lhe parecia boa idéia se ele precisasse usar "aquilo". O homem então correra para fora do beco imediatamente segurando em ambas as mãos firmemente o duplo resguarde de seu DMT, acionando um pequeno botão inferior do mesmo se perfazendo com que dois ganchos retráteis se evadissem do mecanismo que Reiner portava, alcançando uma construção próxima e então, puxando o corpo do soldado lentamente que imediatamente acionou um segundo botão em apenas um dos resguardes da lâmina que portava, desta forma, fazendo com que um pequeno cilindro em suas costas fosse acionado, liberando um pouco da gás, impulsionando o corpo do soldado mais velozmente acima da construção. - Consegui. Reiner ainda permanecia em silêncio enquanto revirava suas vestes procurando os mapas que outrora havia recebido na loja de artigos desportivos, agaixando-se para não ser visto por ninguém que passaria pelas vielas de Albarracin e então, permanecendo a visualizar os mapas cuidadosamente.

- Rio..rio......rio. Reiner olhava atentamente para o mapa, procurando um rio que passava pelo lugar, o policial havia indicado, logo fazendo uma simples analogia do rio que havia atrás da muralha, imediatamente marcando no mapa a direção a ser seguida. - Aqui, achei...ao julgar pela direção. O soldado erguera sua face lentamente encarando a muralha e estreitando seus olhos atentamente, tentando calcular brevemente a distância que ali havia e o quanto de gás o homem ainda tinha. - Bem, dá é sobra, já percorri distâncias bem maiores com metade de um tanque de gás e os meus dois cilindros laterais estão cheios. Vamos lá!




Reiner proferira para si mesmo enquanto parecia tentar injetar em si mesmo algum ânimo, subitamente uma sensação estranha percorreu-lhe o corpo e seu pensamento voou em direção a sua colega, Annie, ao qual o havia acompanhado por muitos anos. - Espero que ela esteja obtendo algum êxito na investigação de qualquer forma. Reiner assentiu afirmativamente com a cabeça como se dissesse a si mesmo para seguir em frente e então ergueu-se rapidamente, enquanto ajeitava o grande mecanismo em seu corpo, fazendo um breve check-up no que ainda tinha consigo. Em passos lentos e silenciosos, Reiner caminhou até a beirada do edificio que se encontrava, não era muito alto, mas fora o melhor que conseguira subir nas atuais circunstâncias, se perfazendo com que o soldado procurasse rapidamente algum edificio maior para que pudesse alcançar logo após contemplar as vielas que haviam por ali, pareciam um verdadeiro labirinto, cheio de caminhos e entre-gaminhos naquele local. - O que?! Reiner visualizou atentamente nas vielas uma tropa policial aproximar-se, talvez a premeditação que tivesse imaginado inicialmente estivesse certa, aquele policial não estava sozinho, entretanto, Reiner não poderia deixar de pensar sobre assim que proferira a palavra "circo" a postura do policial havia retornado a uma postura ameaçadora, Reiner não havia descartado a hypnose, não ainda. Por sorte do soldado, talvez, a noite o acobertaria, porém, o som dos ganchos retratéis se chocando contra as construções talvez atraíriam a atenção dos policiais, mas ainda assim, Reiner sabia, deveria ser rápido como sempre fora em se locomover. - Tsc,,,esses caras.... Reiner inclinou-se então, visando pegar impulso no próprio parapeito da construção que outrora havia subido e então, saltou em direção a outra construção, acionando os ganchos retráteis violentamente, se perfazendo com que os mesmos alçassem outra construção, o puxando-o firmemente e então, utilizando-se do gás, desta vez, não economizando no impulso, Reiner visava utilizar a construção como uma grande base para partir em direção a muralha, ao qual o soldado repetiria o feito quantas vezes fosse necessário para alcançar a muralha.




Caso Reiner conseguisse alcançar a muralha como previsto, utilizaria seus ganchos retratéis para atingi-la o mais alto que pudesse e então, afastaria o máximo que conseguisse da muralha, porém, com os ganchos atados a muralha. Desta forma, Reiner inclinar-se-ia e então saltaria violentamente enquanto acionaria ambos botões de seu cilindro de gás, desta forma, criando um violento impulso em seu corpo para arremessá-lo além da muralha velozmente. Caso conseguisse realizar tal manobra, Reiner procuraria rápidamente com os olhos algo que poderia utilizar como ponto de referência, já que estaria alto o suficiente para avistar alguma coisa e então, assim que estivesse para retornar ao solo violentamente, Reiner utilizaria novamente de seus ganchos retratéis para pousar suavemente no solo após tentar atingir cerca de duas árvores com os mesmos. - Tsc..e agora...rio..rio... Reiner utilizar-se-ia desta técnica de impulsionar-se e alavancar-se o mais alto que poderia uma vez mais, desta vez para localizar-se em decorrência do rio, direcionando-se ao mesmo novamente.- Preciso achar essas crianças logo...droga! Vociferou Reiner tentando procurar alguma pista das crianças conforme locomovia-se na floresta, como o ambiente parecia aberto, com árvores bem esparsas uma das outras, seria fácl para o soldado se locomover rapidamente. Reiner estaria em busca de algum sinal de acampamento recente, fogueira, restos de alimentos ou embalagens, alguma trilha correspondente de solo remoído. Isso era algo que Reiner sabia fazer bem, procurar rastros, seguir pessoas.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   14.08.14 16:52

* Assim que a menina chegava na muralha, surpreendia-se com a presença de alguns policiais ali por perto, sabia que se tentasse atravessar a muralha com eles ali seria, com certeza, pega. Então, depois de pensar por um tempo, resolvia ir até na direção de tais policiais, tinha aparência de uma menina jovem, então achava que os policiais não a atacariam repentinamente, apesar de ainda se manter na defensiva. A menina então retirava todas as armas que eram visíveis de seu corpo e as colocava na bolsa, deixando porém seu yo-yo na mão, caso alguém a tentasse atacar. Ao que chegava perto o suficiente dos policiais, a menina então perguntava gentilmente para um deles, enquanto observava os demais *

Eto... Com licença... Mas... Os senhores podem me informar onde fica um lugar chamado... Ahmm... Deixa eu me lembrar... Isso! Teruel? Acho que é isso... Bem... Não conheço a cidade muito bem... Na verdade não conheço nada por aqui... Estou procurando um parente tem um tempo e a única pista que tenho é esse lugar... Vocês podem me ajudar?

* Tentava se fazer de inocente desinformada para que conseguisse algo, mas ainda com um certo receio de, talvez, os guardas a decidirem atacar, mantendo assim a mão livre em um dos bolsos, para sacar rapidamente uma de suas estrelas ninja, caso precisasse. *
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   15.08.14 18:35

Daisuke chegando lá, notou que a garota realmente não queria papo com ele. O garoto se irritou um pouco, mas apenas se levantou, suspirou, coçou os cabelos e foi embora dali.

Tudo bem. Tchau.

Disse, com arrogância e um olhar de raiva e saiu daquela caverna e pegou o celular que estava em seu bolso, ligando o seu mapa e pesquisando por ali um rio, qualquer rio que estivesse ali perto e logo, achou um, era um dos unicos e Daisuke resolveu seguir até ele, portanto estava com raiva demais para ir a pé ou correndo.

Aff...





Resmungou e logo, seu aneis ficaram com uma chama branca sobre eles e logo a chama voltou-se somente para o seu anel do meio e dele saiu uma corrente normal e Daisuke, então, tacou a corrente em direção a uma arvore bem alta que tinha ali e a corrente foi aumentando o seu tamanho até chegar lá e se enrolar em um galho firme. Daisuke olhou novamente o seu celular, vendo em qual direção ficava o rio e, sorrindo, ficou de "frente" ao rio e disse.

IIIIIIIIIIIIIIIIIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOWW

Gritou e no mesmo instante, a corrente começou a voltar para seu anel e foi puxando e Daisuke foi voando no ar com velocidade e a chama branca do anel cobriu o seu corpo para o proteger do atrito do ar e quando foi chegando na árvore, a corrente se soltou e Daisuke foi voando no alto, indo em direção ao supostou rio e olhando por cima para ver se estava perto e quando avistou o rio, estava diminuindo sua velocidade no ar e entao, no ar, tacou sua corrente para uma árvore que tinha ali.

Oh yeah!




A corrente se prendeu então ali na árvore e Daisuke foi caindo um pouco rápido e quando estava chegando no chão, parou a sua corrente, ficando fixa naquele tamanho e foi deslizando para o lado, estilo Spider Man e logo soltou a sua corrente e caiu no chão, freiando um pouco e deixando um pouco de terra amontoada na frente de seus pés e soltou a corrente, fazendo ela voltar para debaixo da manga da sua camisa e fica presa ali e Daisuke logo olhou para os lados e coçou os cabelos, triste.

Será que eu estou atrasado? E  se todos já estiverem na minha frente na missão? Ahhhh....

Disse e logo respirou fundo e saiu correndo, seguindo a trilha do rio.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   16.08.14 17:56

Os observadores do contratante observavam as ações na cidade de Albarracín, os contratados estavam fazendo progresso. Os observadores não entendiam como a polícia se meteu naquilo, mas o mais interessante é que pareciam bitolados por um suspeito. Pela descrição era um de dos contratados, mas que importância tinha isto? Eles eram os melhores dentre os melhores. Continuavam a passar relatórios para seu chefe e pontos eram distribuídos entre os contratados. Nem mesmo sabiam por que estavam dando notas de 0 a 10 para aquelas pessoas, no fim todos seriam compensados. Não perdeu mais tempo e continuou a observar.

A morte do policial de forma estranha não causou o alvoroço que deveria, nem mesmo a viúva do homem não teve a reação esperada. A apatia parecia pesar mais em uns que em outros.

Reiner fez deduções interessantes e focou-se em resgatar as crianças. Usou sua lógica para encontrar o famoso rio que atravessava parte da cidade. Usando seus equipamentos  preparou para transpor a muralha. Os barulhos de ganchos e impulso chamou atenção dos guardas da muralha, porém, devido ao escuro nenhum deles conseguiu ver o que estava acontecendo. O rapaz transpôs a muralha e quando tocou a terra pode ouvir, de longe, o som calmante do rio. Ele estava alguns metros para baixo na ribanceira. Reiner adiantou os passos, mas era observado. O soldado encontra algo que lhe agrada, marcas de pneus que terminavam às margem do rio. Reiner olha para frente. O rio não era muito largo e Reiner não tinha como saber a profundidade, precisava decidir se seguia ou não. Antes que Reiner pudesse decidir-se, ouve passos. Passos pesados sobre o cascalho próximo ao rio. Reiner se vira para onde vem os sons e percebe a aproximação de um homem alto, magro e com aparência de doente. Ele anda rápido e aproxima-se mais de Reiner. Abre a boca e um cheiro horrível invade o ar. Com a voz pastosa, lembrava um zumbi o homem fala, devagar.


— Você não quer atravessar o rio, não mesmo.

O homem solta um jorro na direção e Reiner. O soldado observa que onde o pingo cai uma fumaça se levanta, não ia ser bom receber uma rajada daquela. O homem solta outro jorro e Reiner tem que se livrar dele se quiser obter êxito em sua busca.

Amaya usa sua falsa inocência para persuadir os policiais. Ela aproxima-se de um e fala de forma clara e objetiva. O homem olha a garota, mas se ela perceber ele não está realmente lhe olhando. O olhar do homem parece atravessar a garota. Ele move a lanterna na direção dela. Ilumina seu rosto e pisca algumas vezes.

— Teruel? Fica naquela direção. _ aponta para o leste_  está tarde, tome cuidado. Se seguir a muralha, lá na frente tem um portão que dá acesso ao lado de fora, siga com cuidado.

O homem vira de costas e sai, não dando tempo para que Amaya agradeça. A garota segue e realmente encontra um portão. Estava trancado, mas a menina livra-se rapidamente do cadeado usando seus atributos. Do outro lado uma descida íngreme que Amaya não titubeia em descer. Chegando ao final ela escuta o rio, estava com sorte. Enquanto caminhava ela ouve o barulho de luta e prepara-se, porém é surpreendida por algo que envolve seus braços de forma que estes fiquem junto do corpo, apertado. O que a envolve lhe suspende a mais ou menos 5 metros do chão. Lá embaixo uma voz fala com excesso de sarcasmo.

— Se eu te soltar, será que você consegue se safar? Ou será que fará ploft?

A mulher levanta o corpo de Amaya mais um pouco e agora a garota está a quase sete metros de altura. Ela sacode o corpo de Amaya e solta a garota em direção ao rio. Assim que faz isto corre para ver o que irá acontecer, mas seus cabelos estão armados para contra atacar Amaya.


Hoshi ficou desapontado coma garota e nem mesmo agradeceu a contribuição que ela lhe deu. Usando seus recursos chegou rapidamente até o rio e diferente do que ele pensava, não estava sozinho. Enquanto corria o garoto foi surpreendido por um sujeito esquisito. A trombada fora violenta e Hoshi perde o equilíbrio. O homem falou de forma débil.


— O chefe quer você e ele vai ter você.

O homem aproxima-se de Hoshi, não está com nenhuma arma. Ele é extremamente forte e também extremamente burro uma perfeita força bruta. Ele estica a mão e segura o pulso de Hoshi.

— Mata não, machucar sim.

Ele tenta torcer o pulso de Hoshi e assim levar o garoto para seu chefe.


Última edição por Catarina Oshua em 16.08.14 17:59, editado 1 vez(es)
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   16.08.14 17:58

Olá, como estão? Espero que bem!

Dúvidas postem no chat, por favor!

Prazo para os jogadores postarem: 23/08/2014

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Reiner Braun
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   17.08.14 0:48

Reiner havia conseguido com êxito subir em cima de uma das várias construções que havia em Albarracin, entretanto, havia logo escolhido um local para se dirigir, uma direção pelo qual talvez valia a pena seguir. O soldado da muralha inclinou-se e saltou, acionando seu dispositivo para alcançar uma outra construção e então dirigir-se em direção a muralha de Albarracin. Conforme permanecia em um breve vôo até a próxima construção, havia notado que os policiais haviam escutado o som metálico propagado por seus ganchos perante a construção antiga da muralha, mas por sorte, a cobertura soturna o favoreceu se perfazendo com que um leve sorriso brotasse na face do rapaz. " Perfeito", pensou soldado.


Assim que Reiner transpôs a muralha violentamente, tentou avistar algo que poderia favorecer sua investigação executando precisamente dois saltos utilizando seu equipamento como base, para tentar enxergar o mais longe possível, sem sucesso algum inicialmente pois a escuridão assim como havia o favorecido outrora, fornecia uma clara desvantagem neste momento, a visão mundana de Reiner não conseguia alcançar nada mais do que o comum. " Droga...melhor descer, não consigo enxergar nada...se ainda estivesse durante o dia..." pensou o soldado enquanto utilizava-se novamente de seus ganchos retráteis para aparar-se entre duas árvores esparsas, produzindo um breve tranco em seu corpo. - Tsc. E então, o soldado descera, pousando normalmente na terra.- E agora...o que devo fazer. Vou ter que procurar a pé mesmo..se eu utilizar meu equipamento de forma descuidada, quando eu realmente precisar poderei estar em problemas.


Reiner então permaneceu a vagar pelo lugar em passos lentos e silenciosos, seus instintos lhe indicava para sair dali, mas Reiner não poderia largar a missão daquela forma enquanto duas crianças são sequestrada por um bando de ladrões, entretanto, conforme caminha em procurando alguma pista ou algo do gênero até deparar-se após caminhar alguns momentos, uma espécie de trilha, uma marca de pneu no solo que ainda propagava-se em decorrência de cinco dias se perfazendo com que Reiner fizesse imediatamente analogia de que o veiculo era pesado e que na região não havia sequer chovido nos dias anteriores. O soldado imediatamente acelerara seus passos, enquanto seguia a pequena trilha de pneus demarcados no solo. Em decorrência a grossura e a profundidade das marcas, o soldado imediatamente elencou tratar-se de um veiculo grande e cumprido, ademais com um grande peso. - Será que são eles...? O soldado acompanhou a trilha por alguns metros até deparar-se dom o rio que outrora havia visto, porém, o soldado não saberia sequer precisar porquê a trilha acabara por ali.- Será que eles atravessaram de alguma forma...? Segundo a concepção do soldado, haviam algumas hipóteses a serem elencadas, a primeira seria o fato de que o veiculo poderia ter submergido de alguma forma, a segunda hipótese seria o fato dele ter atravessado o rio e a terceira a ultima, o carro poderia ter sido jogado no rio de forma pelo qual não poderiam sequer rastrear o mesmo. O soldado permanecera pensativo por alguns momentos, tentando criar uma linha estratégica para poder prosseguir, entretanto, onde estaria Annie?


Reiner permaneceu parado por alguns instantes, até escutar um ruído que chamou-lhe a atenção, se perfazendo com que o soldado aloirado se virasse em direção ao barulho, talvez fosse algum animal do gênero, porém, para seu desprazer, não o era. Imediatamente notara um homem alto, de altura equiparada a dele, magérrimo e com uma aparência verdadeiramente deturpada, o homem aproximou-se rapidamente de maneira pelo qual Reiner recuara alguns passos enquanto um cheiro desprezível invadia suas narinas fazendo Reiner esboçar uma expressão verdadeiramente enojante enquanto o homem lhe proferia.


— Você não quer atravessar o rio, não mesmo.


" Então eles passaram do rio.." pensou o soldado. Reiner estreitou os olhos rapidamente, não precisava ser nenhum gênio para imaginar que o homem com estranhas vestes e uma estranha peculiaridade fosse associada ao circo, o soldado imediatamente notou a súbita prontificação do estranho homem em abrir sua bocarra e propagar uma rajada ácida em direção a Reiner que imediatamente saltou para trás retirando sua lâmina do resguarde triangular colocando-a a frente de parte da rajada ácida se perfazendo com que imediatamente o soldado mantivesse sua lâmina em direção ao solo se perfazendo com que alguns respingos caídos proveniente de sua arma caísse sob os cascalhos típicos da região ao qual uma pequena fumaça se condensava levemente e então, a próxima demonstração fora a arma de Reiner ao qual parecia corroer-se imediatamente. O soldado então acionou um pequeno botão do resguarde de sua lâmina, fazendo a mesma, acoplada anteriormente se soltasse, caindo no solo. Reiner executou uma breve movimentação ao levar o resguarde de sua arma à caixa retangular presa a sua coxa, recolhendo uma das 4 lâminas novas.


-Esperto...quis acabar comigo em apenas um movimento. Interessante..vamos lá então. Reiner imediatamente inclinou-se virando sua cintura em direção as árvores e acionando o botão de seu dispositivo, se perfazendo com que um novo gancho retrátil se fizesse presente em direção a uma das várias árvores e então, em decorrência a acionar de outro botão, o corpo de Reiner seria puxado imediatamente em direção a mesma. Reiner visaria se afastar o máximo possível da criatura que havia se colocado a sua frente, embora ela fosse de longa distância, Reiner queria testar a capacidade da rajada da criatura, isto é, a quantos metros o homem era capaz de propagar sua rajada. - Vamos, tente me acertar! Vociferou Reiner enquanto tentava estudar a movimentação da criatura, embora o mesmo se assemelhasse a um zumbi, claramente o soldado notara que a capacidade de movimentação do homem era rápida, porém, Reiner possuía seu equipamento e não havia sequer utilizado o gás proveniente do cilindro de seu DMT para afastar-se do mesmo. A idéia de Reiner era utilizar-se de sua velocidade sem o gás do DMT para testar seu oponente para só então agir.


Caso obtivesse êxito em estudar préviamente a movimentação de seu inimigo ou mesmo a capacidade de sua rajada, seria a vez de Reiner contra-atacar. O soldado tentaria localizar duas árvores próximas de seu oponente, ou, se na melhor das hipóteses, tivesse obtido êxito em fazer a criatura vir atrás dele, Reiner utilizaria um de seus ganchos retratéis para mirar próximo ao homem, em uma das árvores que, segundo a concepção do soldado, seria imediatamente sacrificada em decorrência a rajada ácida da criatura, porém, seria proposital. Reiner então visaria utilizar-se em simultaneidade seu gancho, em outra árvore, para desta forma, distrair seu oponente com um dos ganchos e pegar impulso com o outro. " Vou acabar com ele...rápido" pensava Reiner enquanto tentava realizar tal movimento sacrificando um de seus ganchos retratéis para obter êxito em seu ataque contra o homem.


Em decorrência a isso, Reiner caso conseguisse partiria em direção ao homem, mirando na altura de seu peito duas lâminas que portava em cada mão, desta forma, visando interromper o ar que passaria nos pulmões da criatura e impedi-lo de ter forças de projetar aquela horrível rajada.



Caso obtivesse êxito em seu ataque, Reiner imediatamente voltaria em direção ao homem, que provavelmente estaria caído, consideravelmente ferido e então, o soldado da muralha ergueria sua perna direita, pisando sobre o peito do homem violentamente.- Me diga agora, onde estão as crianças! Diga logoooo... Conforme a tonalidade da voz de Reiner se propagava, o mesmo pisava mais firmemente sobre o peito do homem.- Anda logo ou mato você, viva hoje para se vingar amanhã e faça alguma coisa de util nessa droga de vida que você, onde estão as crianças!


Caso Reiner não objetivasse êxito e passasse direto por seu oponente, dispararia seu gancho restante para ocultar-se nas sombras soturnas da floresta, desta forma, tentando utilizar as árvores para tentar confundir sua posição perante o inimigo.- Droga, n-não consegui.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   17.08.14 12:50

Hoshi corria e então, notou que não estava sozinho quando notou a presença de alguém ali com o mesmo e perdeu o equilíbrio um pouco, quase caindo no chão, portanto deu um pulo rápido para trás ficando distante dele e o olhando, a julgar pelo seu rosto e a forma de falar, era uma pessoa bem bruta, burra e facilmente manipulada, como uma marionete e Daisuke sorriu um pouquinho e colocou as mãos para trás e, de sua mão direita que ficava os aneis, esticou o dedo que fica entre o do meio e o mindinho e ficava apenas olhando aquele brutamonte que ia em sua direção e Daisuke ia andando um pouco para trás.

Hahaha, mestre? Que mestre cara? Onde ele fica? Me conte isso e eu vou lá no seu "chefe".

Disse, tentando manipular o mesmo para conseguir uma resposta.

                         

Independente da resposta que o mesmo lhe daria, Daisuke apenas andava para trás, conforme ele vinha em sua direção e, quando ele já estaria perto, Daisuke apenas abaixava a cabeça um pouco, dando um sorrisinho.

Machucar não..

Imediatamente quando disse essas palavras, o mesmo desapareceu da visão daquele homem e no mesmo segundo, já aparecera atrás do mesmo com uma velocidade montra epreparado para dar um soco e, antes que ele notasse a sua presença, Daisuke dava um forte soco em suas costas e, como o mesmo tinha uma força desumana, daria uma enorme dor no mesmo e, dependendo de sua resistência, o local ficaria roxo.

                         

                         

E então, cairia em pé no chão e dava saltos rápidos para trás, olhando para o mesmo, com o apenas um dedo da sua mão direita levantado.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   18.08.14 17:15

* Amaya, assim que recebe a informação que precisava, achava ainda mais estranho tudo aquilo. Porém não se incomodava muito com aquilo, apenas agradecia mentalmente o rapaz e, assim que chegava perto o suficiente do portão dito pelo guarda, parava, olhava em volta para ver se não havia nenhum policial por perto e, por fim, equipava-se novamente, colocando suas armas em lugares de fácil acesso. Assim que chegava no portão, notava-o trancado, porém, com o uso de uma adaga, conseguia abri-lo facilmente. Seguia então na direção do rio, podia sentir a presença dele cada vez mais perto. Assim que o rio ficava visível, notava um certo alvoroço que lhe parecia briga. Só conseguia dar mais alguns passos na direção do rio até sentir um frio da espinha. Sem poder ter qualquer reação, era envolvida por algo que lhe parecia tentáculos e a erguia. Tentava olhar para a mulher que a erguia, da forma que podia, e fazia pouco-caso com a frase da mulher, apenas pensando em como faria para sair dessa, caso ela a soltasse. Assim que pensava em uma solução, a mulher a soltava, a fazendo cair em queda livre. Aos poucos se virava, vendo a mulher armando-se contra si. Apesar de cair com rapidez, a menina parecia ver tudo em câmera lenta. Quando chegava a uns 2 metros do chão, concentrava-se no rio e, com suas habilidades de dominadora, o fazia explodir na sua direção, fazendo com que fosse bem difícil localizá-la no meio da água, ficando assim no centro deste jato sendo mantida no meio, tentando distrair um pouco a “mulher polvo”. O jato do meio não a erguia tanto e, com um pouco da água, fazia um cubo de gelo bem grosso abaixo de seus pés, fazendo com que ficasse sendo mantida em uma certa altura com a força do jato da água. Assim que se equilibrava, Amaya então concentrava-se em um pouco mais de água do rio e mandava um jato consideravelmente rápido na direção da mulher, porém cuidava para pressionar a água para que ela ficasse fervente. Considerando que sua investida deu certo e a mulher desviou, usava o jato de água que a “escondia” na direção da mulher, porém transformava a água em diversas flechas pontudas, visando assim matar a mulher, mas já preparando-se mentalmente caso alguma coisa desse errado. Não sabia ao certo por que a mulher a atacara tão repentinamente, considerando que era apenas uma andarilha, porém não a queria com vida para lhe responder. *

| Merda... Não queria encrenca agora... |
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   21.08.14 9:55

Reiner age de forma brilhante, mas com sua ação acaba por sacrificar uma de suas lâminas. Usando sua astucia tática, Reiner escolhe observar e agir para saber mais sobre o inimigo, porém antes de Reiner ter esta ideia o mentor daquelas criaturas já havia observado todos eles e observado de forma profunda, na mente. Diferente do que esperava Ácido não age como Reiner ensejava. Assim que o soldado afastou para as árvores, a criatura paralisou-se e apenas observou as ações de Reiner. Quem olhava de longe tinha certeza que o observado observa o observador. A cabeça da criatura movia-se devagar como se fizesse cálculos e quando Reiner a subjugou algo inesperado aconteceu. Algo que ninguém jamais esperaria, pois a surpresa é a melhor das armas. A criatura, com nítida dificuldade para respirar, retira algo do bolso e joga para cima.




Confetes começam a cair e os pedaços de papel grudam à pele Reiner. O soldado da muralhe sente o corpo estranho e de repente um puxão. A criatura arfa com dificuldade e diz com sua voz mole.

— Morra homem das facas.

Reiner não sabia explicar o que aconteceu, mas agora tinha certeza que o Circo pegou as crianças e que não enfrentava um palhaço qualquer. Da escuridão Reiner sente o corpo cair acelerado. Ele sentia o ar frio e não sentia cheiro nenhum até que ouve barulho de queda d’água. Sim, Reiner estava caindo em queda livre direto ao paredão de uma cachoeira. Ao redor havia árvores e água, muita água. Os olhos do soldado não viam nada, pois a escuridão era densa. O que faria o soldado? Para ele entender o palhaço era habilidoso em várias artes e uma delas era o teleporte através de confetes, coisa de palhaços. A criatura havia teleportado Reiner para o último lugar onde esteve, ele estava em Taruel e ironicamente bem próximo de onde estavam as crianças, porém resta saber se o soldado teria habilidade para sobreviver a queda. A altura de Reiner do solo era de 200 metros e ele caia a uma velocidade de mais ou menos 120 quilômetros por hora.

Hoshi não permitiu ser pego pelo brutamontes a sua frente e usando suas habilidades táticas ele conseguiu desferir um soco covarde as costas do seu oponente, porém as vezes explorar os recursos ao redor é mais inteligente que atacar sem saber o que se está atacando. O homenzarrão a sua frente era burro, mas não era lento e sabia muito bem explorar suas habilidades físicas. Ele sente o soco de Hoshi, mas o mesmo não causa tanta dor, a pele deste era espessa e bem resistente, Hoshi pode sentir isto ao tocar o mesmo. Lembramos que estava escuro, mas o brutamontes estava acostumado ao escuro. Ainda deitado ele olha os cascalhos. Não sabia qual era o plano de Hoshi, mas assim como Hoshi ele também tinha seus segredos. Com uma rapidez extrema o homem lança uma flor inofensiva na direção de Hoshi, nem mesmo se Hoshi tentasse repetir sua façanha de desaparecer daria certo, pois a flor o pegaria assim que ele se materializasse de novo. Quando a flor toca o corpo de Hoshi uma gosma instantânea cobre seu corpo e em segundos o rapazinho marrento é reduzido a uma múmia gelatinosa.

O que prendia o corpo de Hoshi era resistente ao fogo, objetos perfurantes. Só havia uma coisa que podia desfazer aquele casulo e ironicamente ele estava próximo ao que podia lhe libertar. A gosma era na verdade um ser vivo que se alimentava de ossos, mas ele recusava a carne. A gosma liberava uma toxina que acelerava o processo de putrefação da carne, era um processo lento. Metal não durava muito e os olhos eram os primeiros a serem corroídos. A gosma levava quinze minutos para começar o processo de putrefação. A primeira ação era impedir que o sangue circulasse. Para o sangue era um processo rápido. Hoshi sentia um gosto horrível na boca. Sentia como se estivesse engolindo macarrão espaguete sem mastigar. A gosma descia por sua garganta, seu caminho era o coração do rapaz. O brutamontes pega o saco que era Hoshi e o lança longe do rio. Para sorte de Hoshi ele cai na mesma direção em que foi Reiner. Ou Hoshi livrava-se da gosma ou morreria. Água era a fraqueza da gosma. Hoshi estava encaixado em um galo de árvore.


Amaya conseguiu não se machucar, mas também estava em seu habitat natural, água. A mulher de cabelos longos e elásticos livrou-se das investidas de Amaya e quando a garota transformou a água em flechas mortais duas atingiram a mulher, porém nada que atirasse de combate. Com um belo sorrisso ela disse debochada.

— Ah! Então é verdade. Você será uma ótima atração para o circo, só preciso te adestrar, mas antes você vai curar minhas feridas.

Enquanto falava os cabelos da mulher levantavam, como se estivessem eletrificados. Das pontas surgiram bolas negras. Estas se viraram na direção de Amaya. Na escuridão a menina podia ver fagulhas de pura energia.

Ao contrario do que Amaya esperava, a mulher afasta-se da margem. Sem aviso os cabelos esticam, como se fossem feitos de borracha. Os cabelos da mulher envolvem o corpo de Amaya e liberam uma carga de 220 volts. Não era uma carga alta, mas Amaya estava dentro da água e isto aumentaria a potência da descarga. De onde estava a mulher grita.



— Aquilo que não me mata, me fortalece! Os cortes foram profundos, você terá que me dar muito de si.

Os cabelos da mulher envolviam o corpo de Amaya mais forte e a garota precisava livrar-se, com urgência, daquele apertão.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   21.08.14 10:01

Olá, como estão? Espero que bem!

Dúvidas postem no chat, por favor!

Prazo para os jogadores postarem: 27/08/2014

Prazo para eu atualizar: 30/08/2014
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Reiner Braun
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   21.08.14 20:23

Reiner havia se movimentado com extrema destreza, o som metálico proveniente dos ganchos retráteis do equipamento que o soldado portava eram notáveis, como se uma corda metálica promulgasse um som verdadeiramente agoniante. O vento parecia passar contra a face do soldado da muralha violentamente enquanto o homem loiro mantinha seu olhar estreito e uma expressão verdadeiramente séria enquanto utilizava-se das árvores ao redor ao qual favoreciam sua movimentação para atacar seu oponente. Reiner após alguns instantes, circundando seu oponente rapidamente decidira atacá-lo, partindo violentamente em direção ao estranho homem com extrema velocidade. Um único erro de cálculo fez com que o soldado errasse a trajetória de suas lâminas, atingindo o estranho sobrehumano superficialmente, mas o suficientemente rápido para derrubá-lo de maneira violentamente. Em apenas alguns momentos, Reiner o bombardeava de questões enquanto mantinha um dos pés fixos sobre o peito da criatura, porém, não sentia pisar sobre um corpo comum, equiparadamente aos titãs ou aos humanos, era algo completamente diferente, mas ainda assim, a voz grossa de Reiner propagava-se de seus lábios como uma verdadeira ameaçada, Reiner visava matá-lo entretanto, precisaria retirar o máximo de informações que pudesse de seu inimigo. - Anda logo ou mato você, viva hoje para se vingar amanhã e faça alguma coisa de util nessa droga de vida que você, onde estão as crianças!


As palavras que evadiam-se da boca do soldado da muralha saíam em um tom perigoso enquanto mantinha ambas as mãos portando ameaçadoramente suas lâminas duplas enquanto encarava atentamente sue oponente que permanecia a olhá-lo atentamente. O soldado arfava consideravelmente em conformidade as suas palavras que evadiam-se de seus lábios de maneira tão exasperada e então, Reiner contemplou uma nítida dificuldade do oponente respirar, talvez em decorrência de estar pressionandos eu peito de maneira tão agressiva. O soldado hesitou momentaneamente, relaxando sua postura um pouco porém, sem deixar de fazer alguma força perante seu oponente. O homem pareceu movimentar-se, retirando algo de seu bolso, Reiner acreditou ser algum tipo de informação, já que o homem parecia totalmente subjulgado, apenas parecia. Inesperadamente, o homem jogou algo para o alto, o suficiente para que Reiner recuasse dois passos rapidamente, erguendo suas lâminas enquanto colocava-as a frente do corpo em forma de X, de maneira a proteger-se, apenas uma reação instintiva que não o protegeria para o que viesse a seguir. O item que fora jogado ao alto por seu oponente eram confetes de festas, se perfazendo com que Reiner arqueasse uma de suas sobrancelhas. -M-mas o que...con...fetes? Reiner permaneceu um tanto quanto atônito, realmente o que acontecera por parte do "palhaço" fora o suficiente para lhe causar espanto, ainda mais o que estaria por vir.


Conforme os confetes esvoaçavam pelo ar, titubeando de um lado a outro, começaram a juncionarem-se a pele de Reiner que imediatamente recuou mais alguns passos, tentando afastá-los enquanto desferir golpes a esmo, tentando afastar com sua lâmina levemente retangular o máximo de tiras que pudesse, sem sucesso, elas pareciam possuir alguma espécie de poder estranho conforme se juntavam a pele do soldado que imediatamente perdeu o equilibrio indo ao chão rapidamente. -QUE DROGA! O QUE VOCÊ FEZ?! Vociferou Reiner enquanto sentia sua visão sendo completamente turvada pelos confetes se perfazendo com que Reiner acelerasse ainda mais alguns cortes a esmo de maneira intermitente enquanto com apenas uma das mãos, tentava retirar os confetes que estavam turvando sua visão. - Fique longe monstro! Vá para longe! Vociferava Reiner enquanto escutava as palavras finais de seu inimigo, Reiner sentia-se tonto enquanto tentava afastar-se o máximo possível, não sabia o que era aquele poder, o desconhecido se resumia em temor para o soldado. As palavras de seu inimigo invadiram-lhe a mente como um grande pesar.


- Morra homem das facas.


Reiner pensou em retrucar, entretanto sua boca fora celada por mais um conjunto de confetes e então, o homem perdera completamente o senso de equilibrio e senso de direção, entretanto, sua jornada havia chegado ao fim? Reiner sentiu a escuridão em cheio em seu corpo, não via nada, havia perdido completamente o senso de estabilidade até sentir a drástica e agoniante sensação de estar caindo. Reiner sentia indiretamente o vento transpassar-lhe o corpo ainda que os confetes estivessem revestindo quase que inteiramente seu corpo. - O que está acontecendo?! Estou...caindo?!


A resposta de Reiner estaria por vir. Em conformidade a sensação de estar caindo, os confetes pouco a pouco começavam a desprender-se do corpo do soldado, como Reiner estava caindo de fronte ao solo, sua visão fora a primeira coisa de voltou e a expressão de espanto e desespero imediatamente voltou a face de Reiner, seu temor havia voltado em uma enorme escala enquanto ele próprio tentava movimentar-se. Fora a desvantagem de ter sido teleportado de alguma forma, o resguarde de suas lâminas balançavam violentamente conforme o soldado caía violentamente. Reiner sentia o vento atingir-lhe agressivamente a face, porém, o que viria depois rasgava-lhe a alma, seria este o fim do soldado perdido da muralha? O momento de quando havia formado-se no 104 esquadrão de proteção perante a muralha lhe vinha a mente, incluindo a presença de seu grande amigo, Berltholtd, certamente se ele estivesse ali, talvez fosse mais fácil ter concluído aquela missão, seria o fim para Reiner Braun?


Reiner tentou executar rapidamente um giro, tentando apoderar-se dos reguardes de suas lâminas que estavam atados a sua cintura por um firme fio de metal. Caso Reiner conseguisse pegá-los em pleno ar, os guardaria nas duas caixas retangulares na região de suas coxas. Posteriormente a isto, Reiner tentou executar um giro em pleno ar, não seria dificil e então, acionaria o gás de seu cilindro, apertando um pequeno botão no resguarde de sua lâmina tão firmemente que o botão chegaria a trincar de tanta força, de maneira pelo qual, o gás seria liberado do cilindro em seu cóccix violentamente, sem hesitar, sem resguardá-lo, liberando-o totalmente, de maneira a tentar diminuir sua velocidade de queda. -DROGA! Vociferou enquanto procurava com o dedo indicador mais dois botões logo abaixo do que havia trincado desta forma, visando soltar os dois ganchos retráteis, visando atingir violentamente o penhasco ao qual estava caindo, talvez, o gás que o impulsionaria conseguisse reduzir sua velocidade ademais o único gancho retrátil que havia soltado, já que o outro estava danificado. O gancho sairia violentamente da caixa retangular, visando alcançar uma das árvores que circundavam o lugar, certamente o único gancho retrátil não seria suficiente para sustentar completamente o peso do homem, entretanto, Reiner retirou então, suas duas lâminas de resguarde visando encrává-las violentamente nas rochas da cascata, ao qual certamente a força da água o derrubaria, entretanto, se diminuísse suficientemente sua velocidade em queda livre, Reiner não via problema algum em cair sobre a água, seu corpo naturalmente aguentaria e ele talvez não sairia com sérios danos.


Caso Reiner conseguisse realizar esta façanha, certamente a pancada proveniente da água o deixaria ferido, entretanto, não a ponto de inutilizá-lo completamente. O soldado da muralha havia esvaziado completamente seu cilindro de gás e seu gancho retrátil restaria danificado, ademais duas lâminas em conjuntos danificadas, restando apenas mais duas em decorrência ao equipamento que o homem tinha consigo, logo seus equipamentos restariam inuteis em decorrência a esta situação. O soldado, caso tivesse sorte em não perder a consciência, nadaria até a margem do rio o mais rápido que pudesse, não deveria ser dificil retornar a superficie após livrar-se do cilindro de gás e seu casaco, deixando seu corpo relativamente mais leve. Reiner imediatamente descartaria parte de seu equipamento direito, ao qual comportava um dos ganchos retráteis, ele restaria inutil agora e então, o soldado nadaria até a margem.


Ofegante, Reiner arrastaria seu corpanzil um pouco acima da margem, tomando fôlego e notando que seu braço esquerdo restaria ferido, ademais suas duas pernas na região da coxa, pois certamente a pancada proveniente da água haveria de ter feito com que seu próprio equipamento metálico o machucasse, principalmente as caixas retangulares. Arfando ainda, Reiner ergueu-se com alguma dificuldade, livrando-se das duas caixas retangulares após repor a lâmina dupla nos dois resguardes que também restavam danificados. - Dr-droga...eu não vou deixar...barato... Reiner titubeou alguns passos, a perca de noção cominada com a queda livre haviam feito com que o soldado perdesse parte de sua capacidade de equilibrio que certamente retornaria aos poucos. - Aquele...palhaço...disse...algo..sobre o rio....então...após cruzá-lo....estarei perto das crianças...? Preciso tentar.... Reiner caminhou novamente até a água proveniente do rio, saltando em direção ao mesmo rapidamente e nadando com alguma dificuldade visando atravessá-lo, visto que, a correnteza proveniente de uma grande cascata é difcil de atravessar, caso o soldado da muralha observasse claramente uma árvore ao alcance de seu gancho retrátil, Reiner o dispararia para auxiliá-lo a cruzar o rio.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   22.08.14 18:06

* Amaya quase sentia-se animada quando nota que a acertara, porém, logo perdia qualquer vestígio de animação quando as feridas não a faziam esboçar qualquer reação. Assim que escutava a frase da mulher, notando os cabelos eletrificados desta, percebia que aquela batalha seria pior do que ela imaginou. Ficava um tanto desnorteada quando notava eletricidade ser gerada da mulher, o que a fazia ser envolvida pelos cabelos desta novamente. Assim que recebia a carga, sentia como se voltasse ao passado, relembrando todo aquele treinamento que tivera *

( Se seu elemento é água, deve se preparar pra enfrentar seu pior inimigo... A eletricidade... Ou o que você faria? Morreria logo no primeiro ataque? Não... Pupila minha não cairia sem batalhar até esgotar suas últimas forças... Perecerá somente quando eu permitir... )

* Lembrava então de rajadas fortíssimas de eletricidade percorrerem por seu corpo, enquanto sua mestra a olhava de forma sádica *

* Apesar das lembranças ruins, que só a traziam rancor, a menina sabia que tinha que reagir. Podia aguentar por algum tempo, mas sabia que teria que usar muito mais do que seus dons e habilidades para matar aquela mulher. Sabia que esta estava envolvida com o circo, o que a dava ainda mais vontade de matá-la. Apesar de tomar o choque, a menina manipulava a água novamente, fazendo com que parte da água se transformasse em algo que parecia uma lâmina, e desferia um ataque aos cabelos da mulher, visando assim libertar-se. Ainda presa, mesmo com os braços imobilizados, conseguia alcançar algumas estrelas ninja em um de seus compartimentos, arremessando-as somente com o movimento do pulso na direção da mulher, para que, de alguma forma, essa se desestabilizasse. Sabia que, muito provavelmente, a mulher polvo desviaria, pois o lançamento somente com seu pulso não gerava tanta velocidade em suas armas, porém não tinha muito o que fazer naquele instante, mal conseguia pensar, devido a dor que sentia nos ossos por conta da eletricidade que a percorria. Caso conseguisse se livrar dos cabelos da mulher, respiraria fundo e pegaria o yo-yo que estava em seu bolso, em movimentos rápidos, lançar ia-o na direção de algumas árvores, pretendo-o de forma que ficaria uma grande teia de um material altamente cortante, visando assim fazer com que a mulher não pudesse usar muito de seus cabelos, dando-lhe algum tempo para pensar em algo. *

| Droga... Preciso fazer algo... |
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   22.08.14 21:21

Hoshi estava preparado para a luta, achava que seria um bom treino para ele mesmo e se surpreendeu com a resistência do mesmo e apenas ficou a alguns metros dele, esperando ver a reação dele com o golpe e esperando que ele viesse para o mano a mano, porém, se surpreendeu com a flor que o mesmo arremessara e, como Daisuke tinha os olhos preparados para velocidade e pelo mesmo ser rápido também, conseguiu enxergar a flor e o garoto estava de costas para o rio e, por ter um pouco de noção, saberia que ninguém, por mais que seja um deficiente mental, jogaria uma flor sem ter uma habilidade por trás disso, Daisuke pensava que seria explosivo e essas coisas e já estava na mente que iria usar a água para criar uma nova habilidade e ver se daria certo e, quando a flor fora arremessada, Daisuke deu um salto rápido para trás, chegando até o rio, mas não conseguiu desviar da flor, pois ela superou a velocidade que Daisuke achou que tinha e o mesmo olhou para ela, desesperado e notou que uma gosma cobriu totalmente o seu corpo quando ela tocou o mesmo.

GWAAAAAAAAA-

Gritou o garoto, sentindo o seu corpo todo ser coberto pela gosma e fechava os olhos, desesperado e sentiu o corpo ir ficando mais dolorido por causa da mesma que estava, praticamente, o mumificando e aquela gosma entrando pela sua boca, abafando o grito que o mesmo dera pelo susto e sua garganta e sua boca ficando um pouco dolorida, sentindo um pouco de queimação, mas, por sua sorte, ou azar, o mesmo caiu com um passo a frente do rio e tombou para trás, caindo no mesmo e afundando naquela água que, por sua sorte, era não muito rasa.

lu... Bj... Glu...

Gaguejava o mesmo, com o corpo suando, dolorido e não sabendo o que iria ocorrer dali pra frente. Será que iria morrer?

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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   02.09.14 13:37

Atualização virá até amanhã, me perdoem o atraso.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   03.09.14 9:12


Reiner usou de toda sua habilidade para livrar-se da armadilha arquitetada quase que brilhantemente por Ácido. O homem zumbi caminhou lentamente na direção onde estava o motor home, ele sentia fome. Esforçou-se muito para subjugar Reiner, fora o ácido de sua garganta o homem não tinha outra habilidade, era lento, sua condição física lhe proporcionava aquilo e quanto mais rápido se livrassem daqueles intrusos mais rápido ele comeria e se havia algo que motivava Ácido era a comida. Instinto básico de sobrevivência e o palhaço sempre lhe proporcionava comida.

Após a queda, Reiner utilizou-se de sua habilidade de sobrevivência e alcançou a margem do rio. Com extrema dificuldade, pois estava ferido, saiu da água e tingiu a parte onde estava com seu sangue. O corte na coxa era profundo, mas por sorte não havia atingido a femoral. Lentamente o enorme homem caminhou e então ouviu ruído de passos. Rapidamente Reiner se escondeu, pois estava machucado e cansado. Seus olhos já haviam se habituado ao escuro e então Reiner pode ver com nitidez o andar lento de Ácido. Reiner tinha duas opções, observar o homem e encontrar o motor home ou atacar o homem de surpresa e assim subjuga-lo pelas costas. Enquanto se decidia, Reiner ouviu ruídos atrás de si. Ao vira-se se deparou com olhos vermelhos brilhantes e posteriormente caninos brancos. Eram lobos, e estavam famintos.


Hoshi lutava por sua vida e rapidamente moveu o corpo no galho da arvore, a mesma não sustentou seu peso e quebrou fazendo com que o rapaz caísse com força nos cascalhos que norteavam o rio que estava a alguns metros, mas Hoshi precisava chegar lá. Sua corrente foi corroída pelo ser vivo, pois o metal era a primeira coisa a perecer perante a reação química da criatura. Parte dos botões de sua roupa também. A gosma já estava alcançando o coração do rapaz, suas garras gelatinosas já começavam a entupir a aorta direita e foi então que Hoshi, finalmente, caiu na água. A criatura guinchou se petrificando. Hoshi estava livre da criatura, mas agora estava entregue a violência da correnteza e indo diretamente para a queda d´água. Na margem algo observava Hoshi. Um deles sussurrou, devido ao barulho da água Hoshi não ouviu o que disseram.


— O Polegares é burro. Bem feito, vai ficar sem comer.

Se Hoshi escapasse da correnteza violenta teria visitantes famintos a lhe esperar. O garoto só podia contar com sua força física, pois sua corrente foi destruída pela criatura gelatinosa. Polegares caminhou na mesma direção que Ácido, se caso Reiner escolhesse seguir Ácido vislumbraria atrás deste Polegares. O homem era grande, forte e com aparência débil. Por algum motivo inexplicável os dois não ouviam a luta de Reiner com os lobos.


Amaya lutava bravamente, mas sua inocência fora sua condenação. A garota era resistente, mas água, eletricidade e metal eram coisas que não deviam ser usadas juntas. Sua estratégia não funciona. Ao enviar suas estrelas ninjas na direção da mulher estas foram repelidas pela eletricidade que provinha dos cabelos da mulher. Mortrança apertava cada vez mais o corpo de Amaya. Fios únicos do cabelo da mulher moveram-se com sutileza na direção do ouvido e nariz da garota. Fazia cócegas. Os fios seguiam lentamente. Seguia até os orifícios que faziam a ligação de ouvidos e narina e então a mulher liberou uma descarga de 360 volts. A água ajudou a intensificar a descarga e então Amaya não teve mais forças e perdeu os sentidos. A mulher, sabe se lá porque, puxou a garota até a margem e deixou ali. Aproximou-se dela e pegou a mochila da garota. Pegou tudo que considerou ser mortífero, deixou apenas o yo-yo da garota. Amaya estava desacordada e seu corpo estava debilitado. Seus músculos estavam comprometidos, isto não duraria muito tempo, dependeria da constituição física e resitencia da garota. A mulher leva tudo de Amaya, deixando apenas seu yo-yo. Assim como os demais ela caminha na direção do motor home. Estava saciada. Amaya lhe alimentou, mas precisava doar parte de sua energia a seu mestre.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   03.09.14 9:18

Olá, como estão? Espero que bem. Bom tenho um pedido a fazer. Gosto de dar liberdade de jogabilidade aos jogadores, porém eu tenho uma linha de raciocínio pra seguir e preciso que algumas coisas vocês sigam. Solicito leiam, releiam a atualização e se caso tiverem dúvida me avisem. Um aviso, as dificuldades colocadas estão sendo impostas por vocês. Sou apreciadora das estratégias e avessa ao uso do poder. Quanto mais poderes usarem mais difícil será vencerem meus NPC'S. Acho que usar poder em demasia tira a graça das narrações. Qualquer dúvida, crítica, reclamação, utilizem o chat e não tenham medo de expor o que pensam acerca da minha narração, estamos aqui para nos divertir e se vocês não estiverem se divertindo, eu preciso saber e com certeza farei o meu impossível para melhorar. Agradeço desde já e até próxima atualização.

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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   04.09.14 20:57

Reiner havia se machucado consideravelmente na região da coxa, um corte que parecia ser profundo ou talvez mesmo superficial, o soldado da muralha não saberia precisar, porém, conforme havia se lançado uma nova vez na água, sentira a adrenalina proveniente do ocorrido anteriormente se esvair, parte de seu equipamento havia se danificado seríamente e o rapaz não possuía sequer alguma peça de reposição para seu DMT. A água conforme parecia provir ainda com alguma força em decorrência a enorme cascata atingia seu corpo e o soldado parecia sentir como se várias agulhas estivessem perfurando a região que havia sido injuriado, se perfazendo com que Reiner demonstrasse uma expressão verdadeiramente desgostosa com a situação. - Tsc... Mesmo diante de tal situação, a cada braçada que Reiner se perfazia em dar naquele rio segundo sua concepção estaria cada vez mais próximo das crianças e salvá-las era sua verdadeira intenção, entretanto, uma dúvida ainda pairava em sua mente, onde estaria Annie? Aquele não era o momento e muito menos o local para pensar na garota, ela sabia se virar. Reiner propagou-se em mais algumas braças, utilizando-se de força extra pois sua perna estava injuriada e o equipamento pesava, entretanto, a cada movimentação, o soldado da muralha persistia.


Ainda a cruzar o rio, Reiner passou seus olhos rapidamente para o que havia do outro lado da margem, observando algumas árvores que repousavam sob a beira da mesma, ao qual, mediante um cálculo mental, Reiner acreditou que seu único gancho retrátil restante conseguiria atingir uma das árvores e auxiliá-lo a retirar-se da água e assim o vez, procurando com alguma dificuldade o mecanismo proveneinte em uma das caixas retangulas, agora totalmente encobertas pela água, Reiner acionara o botão proveneinte da mesma fazendo com que um gancho retrátil outrora muito utilizado se evadisse do mecanismo, indo de encontro a uma árvore, porém, a força da água se fazia presente, reduzindo então em muito a força de disparo do gancho, o gás no cilindro as suas costas havia acabado e Reiner simplesmente acompanhou a trajetória do gancho que pelo visto não fora forte o suficiente para transpassar o tronco de uma grossa árvore, mas fora o suficiente para enroscar-se nas grossas raízes que pareciam propagarem-se fora da terra. O soldado da muralha, tentou puxar o gancho retrátil com uma das mãos, notando-o firme, Reiner apenas cedeu o corpo, a força proveniente da correnteza como ponto A ademais o gancho retrátil como ponto B e o corpo de Reiner, sem oferecer resistência como ponto C seria facilmente levado a margem, não haveria mais necessidade do soldado gastar mais energia, ele precisa sair da água urgente.


Após alguns minutos em cruzar o rio, Reiner recolheu seu gancho retrátil rapidamente, permanecendo com ambas as mãos apoiadas na margem enquanto permanecia atônito, encarando o solo como se estivesse perdido em um breve devaneio, sua mente tentava traçar uma estratégia, entretanto, para onde seu oponente havia ido? Reiner havia abaixado sua guarda? Ele não era capaz de encontrar uma dupla de crianças que foram raptadas? Reiner permaneceu ali por alguns instantes, até deparar-se que a parte ao qual ainda estava na água, mantinha-se tingida de vermelho. [red]- Droga...pelo jeito foi profundo... [/red] Reiner imediatamente engatinhou totalmente para fora d'água, livrando-se rapidamente do cilindro que estava as suas costas, livrou-se também de uma das caixas retangulares, guarnecendo as duas lâminas restantes em apenas uma das caixas e livrando-se então de um dos resguardes ao qual encontrava-se já danificado. Após alguns minutos na margem, Reiner erguera uma das mãos imediatamente até sua camisa, utilizando-se de sua força para rasgar um pedaço proveniente da mesma levando-a a contornar-lhe sua coxa direita, amarrando logo em seguida de maneira pelo qual visaria tentar estancar o sangramento. - Droga...por sorte não devo ter atingido a femoral... Com algum impulso, Reiner levantou-se, titubeando alguns passos em decorrência de sua perna de apoio ser a direita, porém, logo começou a adiantar seus passos em meio a uma nova extensão da floresta.


Reiner não precisou caminhar muito, não havia sequer notado rastros de movimentação por entre o solo ou mesmo alguma demarcação nas árvores, porém, o que chamara a atenção do soldado da muralha fora o clássico ruído de passos, se perfazendo com que o soldado forçasse sua perna direita e então avançasse para a esquerda de maneira pelo qual visou ocultar-se junto a uma árvore com grossa estrutura, de maneira pelo qual não fosse visto pelo causador do ruído. Reiner tentou esgueirar-se enquanto estreitava os olhso para observar quem estava se aproximando, ao qual mal pôde conter sua expressão de surpresa ao avistar o homem ao qual havia quase o matado. " Vou flanqueá-lo...dessa vez não manterei a guarda baixa..assim ele me dirá onde estão o resto da láia dele", pensou o soldado enquanto simplesmente escutara uma espécie de grunhido atrás de si, virando-se bruscamente deparando-se então com uma matilha de lobos, que obviamente não eram comuns em decorrência a tonalidade de seus olhos.- Não...acredito...


O soldado então virou-se de fronte, apoiando suas costas no tronco da árvore, ainda mantendo seu olhar estreito, sua expressão agora tornar-se-ia séria e seu corpo parecia enrigecer consideravelmente em decorrência a tensão.- Não tenho outro jeito...terei de usar aquilo. Reiner adiantou-se alguns passos enquanto simplesmente levava sua mão direita lentamente a sua coxa ferida, passando a mão levemente sobre o ferimento ao qual havia enlaçado com um pedaço de tecido proveniente de sua camiseta branca. [red]- Vou resolver isso agora...não vou morrer aqui...eu sou um guerreiro e vou sobreviver! Urrou Reiner enquanto violentamente visou apertar o ferimento proveniente de sua coxa, fazendo com que um grito totalmente furioso provisse de Reiner.


- AHHHHHH! Imediatamente uma espécie de fumaça ao qual mais equiparava-se ao vapor emanava do corpo de Reiner que tornar-se-ia completamente avermelhado, emanando um brilho que parecia ser abafado quase que em sua totalidade pela densa fumaça. O corpo de Reiner começava a emanar-se com um crescimento muscular em alta aceleração, porém, novas camadas de musculos pareciam crescer repentinamente pelo corpo do soldado, não somente em seu braço.


Em decorrência a isto, o corpo de Reiner parecia começar a ser encoberto por uma massa de carne e nervos, as ligações e terminais nervosos pareciam se refazer igualmente em livros de ciências, ossos começavam a surgir ao redor do soldado, assim como uma espécie de urro ensurdecedor parecia propagar-se da névoa. Uma couraça parecia surgir por cima dos ossos, músculos e demais terminações nervosas, uma couraça levemente bege recobriam o corpo quase que na totalidade do estranho acontecimento. Reiner havia adquirido cerca de quatro metros de altura, seus pés afundavam violentamente sobre o solo enquanto a criatura parecia apoiar-se na árvore, com o intuido de entortá-la, isto é, fazê-la aprofundar-se para dentro do solo em decorrência ao seu peso excessivo. -AHHHHHHH O vapor parecia começar a dissipar-se enquanto a criatura urrava, porém, uma quantidade significativa de vapor parecia evadir-se da boca do soldado da muralha.



Uma grotesca voz parecia escapar por entre a grotesca criatura que Reiner havia se tornado, uma voz que enquanto era propagada, Reiner visava forçar sua mão contra a árvore, visando "afastá-la" de seu caminho, tombando-a. - PALHAÇO.. Imediatamente, Reiner recuou sua perna esquerda visando afundá-la no solo consideravemente, arrastando-a com facilidade, Reiner havia se tornado um titã, caso os lobos fossem normais, poderiam mordê-lo com força caso conseguissem se aproximar do soldado da muralha, apenas encontrariam uma dura couraça protegendo-o. Após recuar uma das pernas, Reiner pegara impulso ao qual visaria iniciar uma brutal corrida em direção a ácido enquanto seus olhos pareceriam cintilar em um tom amarelado. - Grrr!!!!!!



A idéia de Reiner não era de trombar com Acido, mas sim, utilizar-se de sua força brutal para que assim que se aproximasse do lento palhaço, desferir um violento chute no soldado, visando arremessá-lo o mais longe que pudesse e com extrema violência. Certamente, caso o acertasse, o impacto contundente iria injuriá-lo, entretanto, certamente o dano maior seria proveniente do local que Acido atingisse.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   05.09.14 22:16

Daisuke conseguiu entrar na água e viu que logo aquele ser se pretrificou e largou do corpo de Daisuke que o mesmo balançou o corpo fora para jogar o resto que estava ali fora e estava sem respirar por causa da água, um pouco desesperado e sabendo que estava sendo levado pela correnteza e sua roupa estava um pouco estragado, pelo menos a roupa que estava por cima de sua original e suas correntes um pouco arranhadas, porém, ainda útil, por ter sido feita por uma material divino e não simples metal. Tudo que Daisuke precisava agora é se manter calmo e o mesmo se concentrou, prendendo a respiração o máximo que conseguia e, debaixo da água, vendo uma pedra grande em seu caminho, antes que ele chegasse na queda d'água, o mesmo colocou as suas mãos sobre aquela pedra e segurou forte, levantando o próprio corpo e então, se jogou para cima com toda a força que tinha, saindo daquela correnteza, porém, não saia tão alto por causa da pressão da água, mas era o bastante para ele se salvar.



Ao estar no ar, soltou a sua corrente da lâmina, cujo era uma corrente normal, mas com uma lâmina na ponta e ficou coberto de uma aura laranja e, manobrando a corrente, a lançou em uma árvore que tinha ali perto e ela aumentava o seu tamanho até chegar na tal árvore, enrolar nela e a lâmina prender nela e logo o mesmo puxava a lâmina de volta e, por estar presa a árvore, o corpo do garoto que foi puxado em direção a mesma e, chegando perto, ele soltou a lâmina e a corrente voltou ao seu estado normal e o garoto caiu girando no chão e ficou deitado ali, com os cabelos molhados e o corpo também, e estava um pouco fraco por causa de ser atingido pela tal gosma e, então, veio pensamento a sua mente.

Eu sou tão fraco assim...? Sério mesmo...? Eu ia morrer de uma maneira tão tosca...?



Entrar em uma missão assim para... Fracassar tão rápido? Sério mesmo..?

Disse o garoto, com os olhos recebendo uma coloração escarlate e o seu corpo sendo dominado por aquele ódio que os pensamentos que estava tendo traziam a tona. Hoshi virou o seu corpo para o lado e, com os olhos em estado escarlate, socou o chão com uma força bruta que criou um buraco no chão, onde socou e logo ele se colocou de joelhos, socando o chão com a sua outra mão, deixando um buraco ali no local também.

SÉRIO QUE EU VOU FRACASSAR ASSIM TÃO FÁCIL?

Disse a bateu a cabeça com força no chão, criando um buraco maior ali no local, portanto, não sentia dor e ficou rangendo os dentes, com raiva e as imagens do que acontecera viam em sua mente e ele fechava os olhos, se levantando e soltando um grito gutural, com a aura de sua corrente expandindo e criando um buraco grande, porém, não muito fundo no chão abaixo de Daisuke.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH!!



Gritou Hoshi, expulsando todo o seu ódio e logo a aura de suas correntes desaparecia e o garoto apenas abaixava a cabeça, deixando os braços jogados e olhava para frente, se lembrando que tinha que seguir esse rio para chegar a algum lugar e seus olhos continuavam em escarlate e o mesmo encarava para lá com um olhar de ódio.

Vou matar qualquer um que impedir meu processo nessa missão... Qualquer um...



E então, começou a correr em uma velocidade desumana, seguindo o caminho daquele rio, chegando a deixar fumaça para trás quando começou a correr.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   07.09.14 0:08

Polegares, Mortrança e Ácido caminhavam ritmados na direção do motor home, tinham certeza que haviam liquidado seus oponentes, mas por aquilo Ácido não esperava. O urro de Rainer ressoou pela floresta escura, um urro de fazer tremer até os mais ousados. Do motor home o palhaço ouviu o urro, mas não se abalou. Ácido estava na mira de Reiner. O chute fez o ser voar muitos metros. O corpo de Ácido parou apenas ao se chocar com uma árvore de tronco mais denso. Da boca do homem um sangue verde e vermelho. Os lábios do homem nem gemiam e a vida já havia se despedido dele. Polegares também ouviu o urro assim como Mortrança, mas os dois não estavam próximos. Num instinto de pura sobrevivência os dois correm na direção do motor home, algo os puxava para o lugar. Era o palhaço que reclamava seus servos. Ele já havia sentido a morte de Ácido e aquilo o enfraqueceu um pouco.

Mortrança voltou a seguir a margem do rio, estava um tanto tonta pois absorveu muito de Amaya. Correndo a mulher chocou-se com Hoshi. O encontrão fez a mulher cair afastada de Hoshi, mas Hoschi não caiu. Ela ficou de pé e sacudiu os cabelos. Sorriu e disse animada.

— O loirinho. Polegares deveria ter dado um jeito em você, o que faz aqui?

Ela esticou os cabelos na direção do garoto, estava lotada de energia e usaria isto para nocautear Hoshi e leva-lo para seu mestre. A mulher olhava Hoshi enquanto as bolas nas pontas de seus cabelos giravam em velocidade alta. Pequenas faíscas surgiam dali. O barulho era o mesmo que se ouve quando um cabo de alta tensão se rompe. A mulher corre na direção de Hoshi, seu objetivo era executar o trabalho que Polegares não foi capaz de finalizar.

Reiner em seu tamanho avantajado chegou rapidamente a área do motor home e para sua surpresa uma tenda de circo estava montada ali.



Uma lona escura ostentava uma cruz no alto. Desta cruz um som melancólico tomou conta do lugar. A música adentrava os ouvidos de Reiner e tentavam hipnotizá-lo. O palhaço estava fascinado por Rainer, por seu tamanho, lhe daria alimento para quase um ano, ele tiraria as tão sonhadas férias. A música invadia os tímpanos do titã Reiner e a sensação era de que até as árvores estavam seguindo a sinfonia. Conseguiria o titã resistir àquela melodia?


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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   07.09.14 0:23

Olá, como estão? Espero que bem!

Dúvidas postem no chat, por favor!

Prazo para os jogadores postarem: 13/09/2014

Prazo para eu atualizar: 16/09/2014
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   07.09.14 16:25

Daisuke corria com raiva em seus olhos e, ouviu um grito ressoando na floresta e tinha certeza que alguma coisa acontecera ali perto e decidiu seguir esse urro, portanto, sem que percebesse, bateu conta alguma coisa e deu um impulso para trás, porém, caiu em pé no chão, diferente do ser no qual ele bateu. Imediatamente uma aura laranja cobria o seu corpo e a aura tinha uma aparência da várias lâminas e Daisuke apenas ficou a observando, e aquela aura era um sinal de que havia ativado sua corrente da lâmina.

Hum...



Disse e observava a mesma, com atenção, por seus olhos estarem vermelhos, todos os atributos físicos de Daisuke aumentaram 2x vezes, tanto força como velocidade e por isso, o mesmo conseguia enxergar qualquer detalhe daquela mulher com clareza e pensar alguma coisa antes que ela agisse e quando viu seus cabelos se mexendo e as bolas nas pontas mostrando faíscas e produzindo um mesmo barulho de um cabo de tensão rompido e Daisuke já haveria deduzido o que era, e Hoshi já se preparou e, olhava atentamente aquele cabelo. Graças a velocidade de seu corpo, conseguia enxergar aquilo em estilo câmera lenta, podendo ler os movimentos do mesmo e Daisuke então, soltou a corrente da cura de seu dedo mindinho e enrolou ela no braço e logo a sua aura ficou uma mistura de laranja com verde e ele pensou em uma estratégia.

"Tem um rio aqui... E pelo visto, só sai eletricidade dessas bolas de seu cabelo. Ainda bem que ativei a corrente da cura, pois, se ela soltar uma descarga eletrica em mim, a corrente vai me curar e eu ainda continuarei me movendo, mesmo sentindo a dor da eletricidade e vou concentrar a corrente da lâmina em minha mão e cortar o seu cabelo e então, jogá-la no rio com um chute forte.... Caso isso não funcione, então, usarei minha velocidade para partir ela ao meio. Espero que dê certo" - Pensou.

Daisuke então se agaixou e pegou uma pedra pequena no chão e encarou a mulher e então, em uma velocidade bem rápida, tacou a pedra com força na mulher, apenas para distrair ela um pouco, portanto, a pedra não iria acertar e Daisuke aproveitou disso para correr em sua direção e, concentrou a energia da sua corrente da lâmina em sua mão, fazendo um formado de espada em seus dedos e o resto de seu corpo ficou coberto por aquela aura verde da cura e, correndo em sua direção, conseguira ler os movimentos de seus cabelos, por estar em uma velocidade desumana, sendo assim, conseguiria com êxito desviar delas e, quando já estava indo para sua frente, ia passando a mão pelos seus cabelos, cortando eles rapidamente com sua mão que estava coberta da energia da lâmina, porém, sem tocar naquelas bolas que pareciam gerar eletricidade e, quando já haveria cortado tudo, o mesmo desaparecia da frente daquela mulher, deixando apenas fumaça ali e reaparecia no mesmo instante atrás dela, executando um forte chute em suas costas e rápido, podendo deixar um roxo e um machucado bem grande e doloroso e, com o impulso, a mulher voaria no rio, sendo pega pela correnteza e assim, encerrando aquela luta.



Adeus.

Falou o garoto e prosseguiu o seu caminho, correndo em direção aquele urro que ouvira antes, esperando que nada mais o atrapalhasse.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   07.09.14 16:58

Reiner havia assumido uma forma que lhe garantia força, que garantia-lhe proteção, desde que a dose intermitente de fúria e capacidade destrutiva lhe fossem inerentes a destruição causável, esta era a verdadeira essência de Reiner Braun, conhecido e hostilizado como o Titã Encouraçado.


Reiner havia se transformado pois não havia mais sequer chance de sobrevivência ali, o palhaço ao qual havia se encontrado anteriormente quase retirara sua vida, se perfazendo com que o soldado da muralha danificasse grande parte de seu equipamento para manter-se a salvo, entretanto, aquela situação, cercado por lobos as suas costas e um perigoso palhaço a sua frente se perfaziam em um grande risco a sua vida, entretanto, não somente a ela, mas sim, as crianças ao qual eram o objetivo central da missão, o soldado não poderia perder mais tempo. Reiner havia se transformado e com um ímpeto violento, lançado-se em direção a Acido, que parecia estar completamente desatento com relação a aquilo, entretanto, o urro ensurdecedor proveniente da criatura, trataria de chamar a atenção do inimigo. Reiner imediatamente correra em direção ao palhaço, seu corpanzil demasiadamente pesado afundava gradativamente a cada passo dado em corrida em direção a criatura. Reiner com êxito, atingira o homem com um poderoso chute composto exclusivamente por força física cominado com um brutal impacto no corpo da criatura, Reiner estava completamente enfurecido. Reiner apenas contemplou enquanto cessou seus passos, arrastando seu corpanzil por alguns metros para parar o brutal ímpeto para observar o corpo de Acido ser arremessado vários metros, chocando-se violentamente contra uma árvore de tronco mais denso, seu corpo caíra inerte em solo, morto.

A expressão sádica que Reiner demonstrou era algo que apenas ele notaria pois estava adentro a uma espessa e dura armadura, se perfazendo com que os musculos e nervos provenientes do titã se movessem enquanto conectados a face de Reiner. - Um já foi... Disse para si mesmo enquanto lentamente inclinou-se, afastando uma segunda vez a perna esquerda para trás, afundando-a um pouco no solo, começando uma nova corrida para o local que acreditava ter sido a trajetória feita por Acido. Um urro abafado pela carapaça de sua mandibula poderia ser ouvido, algo abafado e até mesmo..aterrador.


Instantes Mais Tarde



Reiner, em sua forma titã, tentava evadir-se de algumas árvores para não chocar-se de forma brutal com as mesmas e causar algum dano em seu corpo tiã, o soldado da muralha não ensejava perder a estabilidade do corpanzil de 4 metros. Reiner não tardou, graças a distância coberta pelo seu corpo em chegar no local final do real objetivo de sua missão. Assim que a grotesca criatura avistou uma grande tenda de circo, com uma cruz que outrora havia notado apenas nos panfletos provenientes da apresentação do circo, o soldado da muralha e agora monstro, sabia exatamente que estava no local certo, até um som melodioso parecia propagar-se do lugar, ao qual Reiner não saberia exatamente precisar, mas escutava-o ainda assim, havia notado a lona escura proveneinte da tenda do circo, aquilo seria quase que impossível encontrá-la durante a noite, a camuflagem natural graças a floresta lhe faria algo verdadeiramente perfeito. Reiner permanecia brevemente enebriado graças a melodia, as árvores pareciam seguir em conformidade com a sinfonia, não precisava ser nenhum gênio para notar que a mesma apenas confirmava a hipotese de horas mais cedo, ao qual o policial, enebriado havia claramente sido hipnotizado de alguma forma, música, talvez? O titã imediatamente chacoalhou sua fronte, como se quiesse retornar ao normal, não seria obviamente o suficiente. O soldado da muralha então, fez com que a carapaça em sua boca se abrisse rapidamente.


Assim que a mesma se abrira, revelando dois arcos mandibulares enormes, uma quantidade significativa de favor parecia evadir-se da boca do titã enquanto um rugido gutural parecia provir do mesmo, algo que a criatura não precisava de pulmões para mantê-lo, esta era a essência proveniente de um titã, vapor, subsistência própria, os únicos pontos fracos da criatura eram simples, a região da nuca e o dano excessivo faria trincar a carapaça, podendo levar o soldado da muralha a exaustão completa. - AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!


Reiner urrava violentamente enquanto passo a passo visava aproximar-se da tenda, o indicio básico de urrar de maneira gutural, grotesca e temerosa era simples, o ruído que chegaria aos tímpanos de Reiner por dentro da couraça confundiria a melodia proveniente da tenda, desta forma, elencando um ponto para que os demais membros da missão pudessem retornar assim como se tornaria, ainda que não propositalmente alguma espécie de ponto de referência, se soubessem como preciar a localidade do ruído. Posteriormente, Reiner visaria aproximar-se da tenda a sua frente, entretanto, não tentaria investir violentamente com a mesma, pois não sabia dizer se as crianças estariam realmente ali, entretanto a idéia inicial do soldado era livrar-se de todo e qualquer empecilho que poderia surgir.


Caso conseguisse, Reiner utilizaria de suas mãos para agarrar uma parte da lona proveniente da tenta e puxá-la, isto sim, violentamente de maneira a revelar a criatura o que estaria por debaixo da mesma, obviamente, o som estaria mais intenso e certamente o interesse inicial do soldado da muralha e agora um verdadeiro monstro, seria acabar com os efeitos sonoros.-AHHHHH.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   08.09.14 21:34

Reiner usou um de seus variados dom para esquivar-se da melodia, mas a força que impulsionava aquela melodia era muito mais forte que o vapor de Reiner. E sem que o titã percebesse uma névoa envolvia sua canela e subia devagar por sua perna. Ela seguia mansa e firme subindo por Reiner. Quando o gigante arrancou a lona do circo vislumbrou uma máquina. Tubos e vapor.


O vapor subiu até o rosto de Reiner e enfiou-se por sua narina, boca. Seguiu até onde estava o que ela queria. Dentro do titã o vapor encontrou o Reiner real, uma voz sussurrou na névoa.


— Fascinante, fascinante, vamos dê-me o que desejo.

Reiner sente o corpo, a mente serem invadidos por uma sensação deliciosa. Os níveis de serotonina são regulados de forma a dar uma sensação de felicidade em Reiner. A sensação aumenta até o titã sentir alegria extrema e uma vontade gigante de gargalhar invade o gigante. Reiner não consegue se segurar e solta gargalhadas altas. As gargalhadas fazem a máquina brilhar em verde intenso. Mangueiras fazem a ligação dela com uma outra máquina e nesta o palhaço está deitado e em sua cabeça um capacete cheio de fios. Os olhos do palhaço brilhavam em verde. Quanto mais Reiner gargalhava, mais fraco ele ficava. Mais sentia o corpo pesado, as pernas bambas. Se o titã não desfizesse aquela ligação seria mais uma  perecer nas mãos do palhaço. O palhaço se fortalecia com a energia de Reiner. Próximo dali estava o motor home e lá dentro as crianças ainda dormiam. O palhaço não abriria mãos delas, mesmo com a chegada inesperada de Reiner e sua transformação. Afinal, quanto mais, melhor.

Hoshi, como sempre, não da oportunidade para seu oponente, mas diferente do que esperava a mulher não oferece resistência. Ela se deixa vencer, tinha coisas mais importantes a fazer. Assim que Hoshi a joga dentro da água ela usa seus cabelos, que não são tão facilmente cortados, nem mesmo por objetos divinos, e agarra-se a margem e sai da água. Ela está bem forte e encontra seu companheiro, Polegares. As gargalhadas de Reiner podem ser ouvidas de onde estão, até mesmo Hoshi era capaz de ouvi-las. Mortrança vira-se para Polegares e diz com um sorriso indecifrável.

— Vamos, temos trabalho a fazer.

Os dois caminham na direção do motor home, cada um pega uma criança e as amarra em uma maca, milagrosamente as crianças não acordam. Algemas com tubos são conectadas a seus corpos. Um cilindro transparente é conectado as algemas e Mortrança sorri.

— Vamos tirar férias.

A mulher conecta uma agulha em sua veia e uma essência verde começa a encher o cilindro. As crianças ainda dormem. Polegares está de vigia, qualquer um que ousar se aproximar do motor home será eliminado.


Última edição por Catarina Oshua em 08.09.14 21:53, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   08.09.14 21:37

Olá, como estão? Espero que bem!

Dúvidas postem no chat, por favor!

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