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 Circo de Horrores

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AutorMensagem
Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Circo de Horrores   17.07.14 23:18

A música era melancólica, mas por alguma razão tocava o interior das pessoas. O carrinho com o megafone no topo entrava por todas as ruas onde era possível passar. Anunciavam o dia da estreia e o local onde estariam. Era uma sexta feira. A tarde estava gostosa, a temperatura local era de 27º. Quando o carrinho parou no meio da praça onde ficavam localizados os bares, todos olharam admirados. Era um carrinho negro e o megafone enchia o lugar com sua música envolvente. O carrinho seguiu seu caminho e as pessoas que estavam ali se sentiam diferentes e todas tinham uma certeza, às 20 horas estariam no local combinado.

Cartazes foram espalhados pela cidade de Albarracin. A novidade encantou crianças e aguçou a curiosidade dos adultos e velhos. O cartaz era um tanto sombrios, mas talvez por isto tenha despertado o fascínio dos moradores daquele lugar.

A tenda foi montada em um lugar deslumbrante da cidade. A lona não era colorida, como a da maioria dos circos, ao contrário era de um marrom estranho e no topo havia algo que lembrava uma cruz, mas não era uma cruz.


Toda cidade estava ali, pois a mesma era pequena. As bizarrices foram anunciadas e a cada palavra do locutor invisível, a plateia delirava. A primeira delas foi o homem unha. Sua habilidade? Um vômito ácido que destruía qualquer tipo de material. Ao contrário do esperado, a plateia caiu na gargalhada e alguns até estavam sentindo-se mal de tanto rir. Um elefante, que fingia esmagar um home usando um colan, apresenta-se apaticamente, mas mesmo este arranca gargalhadas entusiasmadas da plateia. E por último a atração principal. O palhaço!

A pintura dava ao seu olhar uma tristeza profunda. Ele rodava bolinhas na mão e andava engraçado com seus enormes sapatos. Ele olhava para a plateia e apenas isto era o bastante para todos rirem de forma intensa.  

Ninguém percebia, mas enquanto todos se divertiam, a cidade era saqueada. Comida, material de higiene, joias, dinheiro e bebidas. Muita quantidade destes produtos eram retirados de casas, restaurantes, hotéis e pousadas. No circo o palhaço solicita duas crianças para serem seus ajudantes, muitas levantam as mãos, mas apenas um menino de mais ou menos 13 anos, cabelos vermelhos e sardas e uma menina de cabelos negros, pele bronzeada e altura mediana são escolhidos. Ambos são encobertos por um lençol e somem. A plateia gargalha e aplaude com entusiasmo. O palhaço despede-se e ninguém da falta das duas crianças.

O circo se retira. Em minutos a lona se desfaz e a plateia se deixa ficar ali, estirada, estavam cansados demais para qualquer tipo de reação. Não estavam mortos, mas era como se estivessem. Não tinham vontade de sair daquela posição apática.

Cinco dias depois

— Não aceitarei isto, de maneira nenhum! Sem contato, sem pedido de resgate? Claro que sabiam que ele estaria lá. Como pode não se lembrar do que aconteceu? Você está doente?

O homem indagava furiosamente a uma mulher apática que tinha olheiras fundas demais. A cinco dias ela estava estranha e todos tentavam entender o que houve em Albarracin. A polícia local nãos e lembrava de nada, mas o filho de uma figura importante no meio político havia sumido. Ele e sua prima deveriam ser encontrados, imediatamente. O homem não quis envolver a polícia. Seguindo o conselho de uma pessoa próxima contratou freelances. Quatro se apresentaram e receberam informações vagas. Deveriam explorar a cidade de Albarracin, só lá saberiam por onde começar. Era uma caçada e quem desvendasse as pistas primeiro, ganharia o melhor prêmio.
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   17.07.14 23:23

Instruções:

* Neste primeiro momento quero apenas que viajem para Albarracin. Chegando lá levantem o máximo de informação que puderem. Explorem a cidade. Quem quiser saber mais sobre a cidade acesse aqui.

* A forma como viajarão é escolha de vocês. Albarracin fica na Espanha. Qualquer dúvida, exponham-na no chat, pode ser a dúvida de outro jogador.

* Prazo para postagem: 24/07/2014

* Prazo para eu atualizar: 27/07/2014

Desejo que se divirtam.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   18.07.14 1:30

1:00 da manhã, Daisuke estava em seu apartamento, com as pernas em cima da mesa do computador, balançando a cadeira para trás, olhando para o PC, mexendo em sua rede social favorita, no tédio e sem nada pra fazer.

Que téeeeeedio.... Acho que irei viajar para algum lugar legal, tenho dinheiro para isso.... Há, já sei! Irei para aquela cidade Albarracin, na Espanha, na qual eu vi ontem no PC... Belezaaa!! Eu sei falar a língua deles mesmo...

Disse, com um sorriso no rosto, falando consigo mesmo e logo, por ser um lutador famoso, tinha muitos seguidores em seu perfil de sua rede social e, postando lá que ia para essa cidade, desligou o computador e foi dormir, ansioso para o amanhã, no qual iria para essa cidade.


               

Acordou e enfim, deu um pulo da cama, ansioso e foi correndo em direção ao banheiro, tomou um banho, colocou sua roupa de sempre, uma camiseta branca de manga longa, uma calça grande e ambos eram brancos e sapatilhas azuis e, por cima, colocou um sobretudo azul com listras amarelas. Andou até a escrivaninha de seu quarto e pegou seus aneis que tinha suas correntes e os colocou nos dedos e as correntes automaticamente se esconderam embaixo da manga de Daisuke e o mesmo sorriu, as colocou para previnir, vai que teria que usar lá e pegou seu celular, colocando ele no bolso e partiu.

Yes! Albarracin, aí vou eu, baby!


                               

Estralou as costas e os dedos e saiu correndo de seu apartamento, pegando o elevador e dando tchau pra tiazinha que era guarda dos apartamentos e foi em bora em direção ao aeroporto da cidade e pegou o seu avião em direção a Espanha. Dormiu a maior parte da viagem e a parte que não estava dormindo, ficava observando o céu. Ao chegar na Espanha, desceu do avião e ergueu as mãos ao céu e gritou.

IIIIIIIIIIIHUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUULLLLLLLL

Deu um sorriso, enquanto várias pessoas o encaravam, como se ele fosse louco e o mesmo sorriu e saiu correndo, para pegar um ônibus que ia para Albarracin e, depois de ter pego, enquanto andava, ficava observando a paisagem e quando chegou lá, saiu do ônibus e começou a passear pela cidade, procurando um parque para aproveitar a vista, pois, quando chegou lá, já era pôr do sol e, enquanto andava pela cidade, ouvia algumas pessoas reclamando, dizendo sobre algum roubo, algo parecido, mas Daisuke, como sempre, resolveu ignorar e, chegando no paerque, se sentou no gramado e começou a observar o pôr-do-sol, até que ouviu o seu celular tocar e o número era desconhecido e Daisuke se perguntou algo.

Quem está me ligando?

Disse e enfim, atendeu o seu celular.

Alô?




(???) - Você é o famoso lutador, Hoshi Daisuke? Esse número estava em uma rede social de tal.
( Daisuke ) -Sim, sou. O que quer comigo?
(???) - Como fiquei sabendo que iria vir para essa cidade, queria lhe convocar para uma missão. Se encontre comigo. Vou estar em xxx.
( Daisuke ) - Entendido.

Terminou Daisuke e desligou a ligação, indo para tal local e se encontrando com o homem e mais três pessoas no qual ele convocou. Recebeu a informação e agora saberia o que fazer e, terminando toda aquela conversa, logo se retirou dali e foi andar pela cidade e perguntando as pessoas o que elas sabiam, perguntando para qualquer pessoa e, chegou em uma pessoa qualquer que andava na rua da cidade..

( Daisuke ) - Ei, você ficou sabendo sobre 2 crianças desaparecidas?
( ??? ) - Sim, fiquei.
( Daisuke ) - Você tem uma noção de quem são essas crianças?
( ??? ) - Bem, a 5 dias atrás teve um circo aqui na cidade e um palhaço chamou duas crianças para uma apresentação e fez elas desaparecerem, do nada. Todo mundo riu, mas não se ouviu mais falarem dessas crianças... É a única coisa que sei sobre. Desculpe.
( Daisuke ) - Tudo bem, tudo bem. Obrigado.

Disse Daisuke e saiu andando, com a mão sobre o queixo, pensativo.

( Daisuke ) - Um palhaço.... Hum...
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   18.07.14 15:24

Um bom tempo havia se passado e muitas coisas acontecido com Reiner e Annie, que estavam ainda na mesma situação; vivendo juntos. Foi difícil, mas Leonhardt se permitiu aceitar, aos poucos, que precisava muito daquela pessoa que encarava junto dela as dificuldades do dia a dia. Sozinha seria tudo mais difícil, entediante... O que seria dela se ele não a aborrecesse de vez em quando?

Então eles estavam, enfim, juntos de verdade em todos os sentidos subjetivos da palavra. Só foi preciso que a loura aceitasse seus sentimentos e tudo deslanchasse para um relacionamento nem tão amoroso assim. Annie ainda era Annie, mas havia melhorado. Reiner ainda era Reiner e nada daquilo aconteceria se não fosse sua insistência e seus delírios de que ela morreria sem ele ou algo assim. Braun sempre foi dado mesmo, dramático e festeiro. Leonhardt, loba solitária. Logo, eles realmente não eram um casal inspirador com direito a ''just married'' na traseira do carro, mas se gostavam de qualquer forma. O importante era que Annie conseguira substituir sua enorme vontade de ficar reclusa pela vontade de ter alguém ao seu lado, e esse era o primeiro grande passo.

Era sábado de manhã. Reiner provavelmente ainda estava no sétimo sono, mas Annie já tinha acordado às cinco, saído para comprar pão, voltado, feito e tomado café, resolvido o sudoku de nível difícil do jornal, se aquecido, saído para correr até os limites do bairro e voltar, mandar um engraçadinho que assobiou se foder, revidar com um soco no queixo, subir até o loft novamente, fazer exercícios de flexibilidade, tomar uma ducha e assistir o canal de culinária no mudo. Quando Reiner tivesse acorado, Annie eventualmente diria:

- Ei, Reiner. Vamos viajar de novo. - Não era exatamente uma pergunta ou uma enquete. Ela percebeu que não aguentava aquela casa e tinha economias para poder rodar por aí... De novo. Agora que ela estava livre das muralhas, havia percebido o quanto aquele mundo era pequeno. Uma vez indo morar no ''mundo lá fora'', só queria definitivamente conhecê-lo.

Eles embarcaram e desembarcaram do avião no mesmo dia para o lugar que Annie colocou na cabeça. Não tinha um motivo especial para ir à Albarracin, ela só queria. Era como uma grávida acordando na madrugada doida para comer repolho com Nutella. Só queria, por mais esquisito que fosse. E queria naquele momento.

Após terem se instalado em uma pousada, saíram novamente para um passeio. As casas se pareciam com as de sua terra natal, sem muita ostentação, mas eram charmosas. A cidade, sendo pequena, era bem limpa, mas também um tanto silenciosa. Não que estivesse deserta; a pequenez da cidade provavelmente aproximava naturalmente as pessoas. Mas... Não é que Annie era enérgica demais, mas sim que, de fato, o povo dali se mexia feito zumbi, quase sem iniciativa para realizar qualquer atividade. Talvez a única pessoa a volta deles que não estava estranha fosse um policial dentro de uma viatura que os encarava constantemente.

Então aquela era Albarracín... Situada a 1.200 quilômetros acima do nível do mar, enraizada em um vale, seu ar era naturalmente rarefeito e o acesso a ela dificultado. O casal caminhou pelas ruas incrivelmente silenciosas e aos poucos seguiu para uma floresta, que em seu interior abrigava um riacho. Annie decidiu andar até o começo dele, ouvindo cada vez mais o barulho de uma queda d'água. Quando chegou, simplesmente estava diante de algo que nunca havia sido mencionado antes nas muralhas: uma cachoeira.

Leonhardt se virou e olhou para Braun, vendo sua reação. Ela esboçou um leve sorriso, mas se levantou de repente. Tinha visto uma movimentação suspeita em uma das árvores, além de ouvir um barulho.

- Apareça logo. Não tem para onde fugir. - Annie estava atenta como uma leoa, em sua posição de combate. O policial se rendeu e saiu, com as mãos na cabeça.



- Oi, eu não quero causar estardalhaço. Só preciso da ajuda de vocês. São forasteiros, não? Porque quem é da casa acabou se dando um pouco mal... Ouçam...

Depois de poucos momentos o casal teve que deixar a magia daquele lugar e se concentrar em uma nova aventura que estaria começando a partir de já. Saqueamento fantasma e massivo em uma única noite, crianças de certo poder desaparecidas, quase certo que foram raptadas...

- Por isso nos deram aquele atendimento horroroso na pousada. O que será isso... - Murmurou Annie, pensando na melhor ideia de como começar a procurar por pistas.
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Reiner Braun
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   19.07.14 23:42

Os dias tornaram-se meses, pouco a pouco grassando um tempo que Annie e Reiner a muito pareciam ter ultrapassado o deles. Annie, outrora aprisionada em um cristal para que a humanidade que achavam em dado momento que haviam sido afunilados adentro a três grossas muralhas não obtivessem informações do que o trio de titãs hostilizados, Bertholtd, Reiner e Annie possuíam como seu real objetivo. Desde que Reiner perdera outro fragmento de suas memórias, passando a vagar em um deserto até estranhamente encontrar Annie, pelo qual se uniram e então conseguiram improvisar, afinal, a vida era cheio de improvisos, de situações que nunca nenhum humano pudesse coordenar.


O tempo havia se passado e a relação da dupla havia de alguma forma se estreitado, Annie, antes de uma forma reclusa e até por vezes um pouco antipática, parecia nutrir uma certa afeição por Reiner, ainda que ambos tivessem firmado uma ligação quando decidiram lutar contra titãs mas que, de alguma forma, a verdadeira natureza de seus objetivos fossem reveladas, estavam apenas escondidas em um local escuro de seus corações, entretanto, sem Reiner ou Annie possuirem a capacidade de voltarem para sua terra natal, tinham de improvisar, em um lugar que não conheciam, aprendendo os costumes, as maneiras de lidar com cada situação, era tudo novo para ambos mas no fim, o tradicionalismo ao qual a dupla estava acostumada fora abandonada para uma nova maneira de viver.


Havia amanhecido a pouco, era sábado, Reiner encontrava-se totalmente adormecido, o bico que começou a realizar alguns meses atrás havia tornado-se uma relação empregatícia de sucesso, isto é, Braun tinha horário de entrada e saída e normalmente, ser segurança de um lugar totalmente badalado estava sujeito a conflitos, ao menos, quase todas as noites Reiner se envolvia em uma briga, dificil quem conseguisse ganhar do rapaz de quase dois metros de altura, ao qual não parecia ser problema algum para Annie derrubá-lo, afinal, a garota era bem mais hábil que ele em combate corpo-a-corpo.  Annie sempre levantava-se mais cedo que o homem, que acordava beirando o meio dia, logo sendo questionado pela loira enquanto esfregava os olhos levemente, bocejando ainda, estava cansado, mas não deixou de atender as palavras da garota. - Ahn....viajar de novo? Logo agora que eu consegui um emprego fixo...Annie...não descobrimos nada de como voltar as muralhas ainda..... Reiner hesitou, ainda um tanto quanto aéreo por ter acabado de acordar, porém, não levou mais do que alguns instantes para que ele assumisse sua racionalidade normal, esboçando um breve sorriso. - Vamos viajar...não precisa nem falar nada, estou cansado desse lugar mesmo. Depois retornamos...mas para onde vamos?


A dupla havia seguido no mesmo dia para o aeroporto, Annie não disse nada inicialmente para Reiner sobre o local para o qual iriam, ao qual o grandalhão fora praticamente arrastado pela garota até o aeroporto após arrumarem as coisas, embarcando com a destinação final para Albarracin, ao qual Reiner mesmo não fizera nenhuma objeção mas questionava-se a todo momento o por quê dela não ter lhe dito logo de cara, será que ela estava com tanta vontade assim de direcionar-se àquele lugar? Horas mais tarde, a dupla havia com sucesso se instalado em uma pousada, não esquentando o lugar ou mesmo descansando em decorrência a viagem, logo saindo para um passeio com novamente Reiner sendo arrastado pela garota, ainda que de uma forma de coação, Reiner gostava da loira, ela parecia que com o tempo havia se tornado mais comunicativa do que realmente era, e aquilo o agradava.


Conforme a dupla vagava por entre as ruas daquela pequena cidade, Reiner notava a arquitetura do lugar, ao qual assemelhava-se em muito com sua terra natal, se perfazendo então com que o rapaz esboçasse um breve sorriso inicialmente, virando-se para Annie enquanto caminhavam pelo lugar. - Isso é nostálgico...me faz lembrar de nossa terra natal, não acha? Ao menos...antes da desgraça acontecer. Reiner sorrira, já fazia tempo que a tragédia contra a humanidade havia ocorrido, mas ainda assim, o rapaz não importava-se em falar, Reiner era um guerreiro e não poderia se dar ao luxo de lamentar sobre sua terra natal mas ainda assim, queria voltar para a mesma. Conforme a dupla seguiu seu caminho de forma aleatória, depararam-se com uma cachoeira, algo que apenas ele havia lido sobre nos livros que Armin portava na época, mas nunca havia sequer visto uma. Esboçando um breve sorriso, Reiner notou a movimentação rápida da garota ao qual Reiner também não hesitou em se armar, movimentando-se rapidamente na direção de Annie, ao qual parecia assumir uma postura de combate.


[ Reiner Braun ]-..... Ficou em silêncio, Annie já havia dito tudo o que precisava e se fosse necessário um conflito, ele certamente participaria, porém, logo um policial havia saído detrás de uma das árvores, parecendo um tanto quanto encabulado, Reiner recordou-se do homem algum tempo atrás, quando estava encarando ele e Annie quando saíram do check in do aeroporto. - Ajuda...? Você está nos confundindo com alguma coisa policial? Reiner permanecia atento, em silêncio, escutando o relato do policial quanto ao que havia acontecido naquela cidade, fazendo com que Reiner mesmo ficasse surpreso, por isso havia notado as pessoas gradativamente lentas naquele lugar, mas ainda assim, ele apenas olhou para Annie de soslaio, esboçando um breve sorriso. - Sem problemas, policial. Vamos averiguar isso. De fato, a investigação deveria ocorrer como de melhor forma a dupla conseguisse, ainda que o policial justificasse sua posição, a dupla estava sendo contratada de certa forma por baixo dos panos. - Annie, só nos resta tentarmos saber de alguma informação desse desaparecido, ou seja, devemos ir ao último lugar que ele frequentou...

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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   20.07.14 23:25

| Era um fim de tarde meio nublado. Amaya já não sabia onde estava, pois andava sem direção por tantos dias que, talvez por costume, seu cérebro não conseguia absorver mais nada. Notando seu cansaço a menina de cabelos azuis decidia, por fim, sentar-se em frente a uma grande árvore. Tentava reconhecer o lugar, porém nunca o viu antes, porém era em demasia bonito.
Admirando ao redor, a menina escutava o canto dos pássaros, apitos de trens ao longe e o assovio da brisa que, levemente, bagunçava seus cabelos.
Após algum tempo ali sentada a menina nota algumas pessoas passando pelo local, deviam estar indo para suas respectivas casas. Sem querer, acabava ouvindo algo sobre crianças desaparecidas de alguém famoso, apesar de parecer pessoas meio distantes, como se não entendessem o que aquilo significa, porém não dava muita importância. Talvez seu cérebro realmente tenha parado de funcionar depois de tanto andar sem rumo, pois, em geral, esse é um tipo de assunto que a deixa perplexa. Porém ali ela ficava, remexendo em sua bolsa, procurando suas adagas para lustrar. |


~Humm... Aqui é tão calmo... Talvez deva ficar por um tempo... Relaxar a mente... Já não aguento mais andar...~

| Ao que pensava isso, repentinamente um homem para na sua frente. Não parecia grande coisa, mas estava uniformizado, como se servisse à polícia. A menina apenas o encarava esperando que ele se pronunciasse. Visto que a menina ficava calada, o rapaz em sua frente suspirava e dizia: |

-Hum... Sei que não me conhece... Mas... Estou vendo que você possui armas... Talvez seja útil por aqui... Não me entenda mal... Mas... Sou subordinado de um homem muito rico... E ele está a procura de crianças desaparecidas... Ninguém se lembra do que aconteceu... Mas acho que tem algo a ver com algum tipo de circo... Me desculpe, mas você precisa nos ajudar... Não temos muitas pessoas... Mas garanto que a recompensa é grandiosa...-

| A menina ficava espantada com a notícia/pedido que o rapaz a dava. Finalmente seu cérebro conseguiu absorver alguma coisa que não fosse mover os pés um após o outro repetidamente. Mas não tardava a responder, levantava-se, guardando suas coisas dentro da mochila novamente e dizia: |

-Olha senhor... De fato não o conheço... E na verdade nem mesmo sei onde estou... Mas estou disposta a ajudar... Não visando somente a recompensa... Fiquei realmente preocupada com essas crianças... Não se preocupe... Posso não ser a melhor pessoa pra resolver um caso, mas ajudarei no que for preciso, ok?-

| Amaya então sorria para o rapaz que retribuía ao sorriso. Nesse instante então ele a encaminhava para mais perto da cidade, onde ela poderia recolher mais informações e, quem sabe, achar quem pudesse ir com ela nessa jornada. |
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   24.07.14 21:27


O motorhome seguia pelas estradas tortuosas de Teruel. Albarracín já havia ficado para trás. O barulho do motor era constante e causava uma monotonia terrível. O motorista tinha os lábios cheio de cicatrizes. Ele dirigia quase que roboticamente. A certa altura ele deu seta e entrou por um atalho. A noite começava a tomar conta do lugar e o farol iluminava, precariamente, a estrada. La dentro duas crianças dormiam serenamente. Suspiravam, pareciam estar sonhando. Ainda era cedo para se estar dormindo, mas o mover lento d veículo dava sono.

Uma mulher de cabelo vermelho e grande estava próxima as crianças. Um outro homem estava jogado no sofá e dormia tranquilo, a baba escorria pelo canto de sua boca.

Olhando, com tristeza, através da janela, um palhaço observava a escuridão. De repente o veículo parou. O motorista abriu a porta que separava a cabine do motorista e falou, com extrema dificuldade.

— Não da pra seguir em frente, choveu e o rio está cheio, teremos que acampar aqui.

O palhaço nada diz. Se levanta e toca os cabelos dos garotos. Sua mão está ressecada. Ele olha para os trê se diz de forma tranquila.

— Ficaremos aqui até o amanhecer. Rios são lugares perfeitos para desovar corpos.

O palhaço levantou e saiu do veículo. Esticou-se e olhou ao redor, ainda restava um pouco de luz, mas a escuridão prevalecia. Sentou-se no gramado e tirou o chapéu. Sua cabeça tinha vários caroços. Por baixo daquela maquiagem algo terrível estava encoberto. As vezes ele se cansava daquilo, mas não tinha coragem de tirar a própria vida, era um covarde e no fundo era divertido. Há muito tempo não conseguia fazer vítimas tão tenrinhas. A energia delas garantiria pelo menos seis meses, mas tinha que ter cautela.

Enquanto isto em Albarracín.

Cada um dos freelancers agiu de uma forma. Reiner e Annie decidiram investigar o local onde o circo esteve antes, para isto consultaram o cartaz que dizia, claramente, onde o circo estaria. Após andarem pela cidade e seguirem mapas encontram o lugar. Era uma clareira afastada da cidade. O lugar era bonito. Dois morros, que lembravam cogumelos, davam ao lugar o toque final. Reiner e Annie seguiram até o local e lá andaram e observaram minuciosamente tudo. Não acharam nada relevante. O local nem parecia ter abrigado um circo. Não havia lixo ou marcas no chão.

Os dois se sentaram na grama e tentavam bolar algo, mas nada vinha em suas mentes.

Daisuke havia conseguido mais informações. Alguém falou do circo, do palhaço, das crianças. Ele juntou todas aquela informações e foi ter-se em um bar. O lugar estava tão apático que parecia ser mais um velório. O rapaz pediu uma bebida e foi ai que seu olhar caiu sobre o cartaz do circo. Lá haveria de achar alguma resposta. O garoto pagou sua bebida e seguiu para o local indicado. O dono do bar lhe explicou como chegar lá. Daisuke aproximou-se devagar e foi surpreendido pela presença de Annie e Reiner. Não se conheciam. Estavam ali pelo mesmo motivo, mas não seriam parceiros.

Amaya não sabia onde estava e muito menos o que fazia ali, fora abordada por um dos funcionários que contratou os freelancers. Um dos contratados, em outra cidade, teve um problema e não pode apresentar-se. As armas da menina chamou a atenção do homem. Após ela dizer que não se interessava somente pelo dinheiro o homem franziu a testa e disse de forma ríspida.

— Não me interessa o que lhe move, interessa apenas que você se comprometa a encontrar as crianças. Sabemos apenas que a cidade recebeu a visita de um circo, há cinco dias. Suspeitamos deste circo, mas não sabemos para onde ele foi. Fiquei sabendo do circo através deste folheto, quem sabe lhe ajude.

Amaya pega o folheto e assim como os outros decide seguir para o local onde o circo fora armado. La chegando percebe a presença de Annie, Reiner e Daisuke.

Indiretamente os quatros estavam ali pelo mesmo motivo, mas não havia espaço para um trabalho em equipe. Seria agraciado pelo valor, apenas aquele que trouxesse as crianças vivas. O tempo que tinham era aquela noite. E nenhum deles sabia para onde o circo poderia ter ido. A cidade estava perturbada. Muitos perderam bens inestimáveis.

Após alguns minutos, que cada um usou da forma que melhor lhe agradou, um ruído é ouvido atrás de um dos montes. Todos ficam alerta. Uma senhora, cujo semblante denotava sabedoria mágica, olhou para todos ali presente e disse de forma quase hipnótica.


— O que buscam já está longe daqui, o tempo é curto. O mal ainda não sabe, mas a criança é especial. Se apressem!

A mulher vira de costas e segue de volta para a cidade. Os quatros precisavam saber dos limites da cidade. Saber das cidades, vilas, matas. Nada melhor que procurar na cidade. Ali era um ponto turístico, não faltariam informações sobre os arredores.



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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   24.07.14 21:30

Olá, como estão? Espetro que bem. Desejo que curtam a atualização e divirtam.

Dúvidas, postem no chat da quest. Críticas, elogios, sugestões, também.

Prazo para postarem: 31/07/2014

Prazo para eu atualizar: 03/08/2014.

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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   26.07.14 1:25

Hum.... Vou pesquisar o mapa daqui com meu celular pra ter mais ideias de onde procurar....

Disse Daisuke com o celular na mão durante aquela noite e, usando sua rede 3G, pesquisou o mapa de Albarracin e salvou uma foto do mesmo em seu celular e, foi andando pela cidade, até que achou um bar enquanto andava pela cidade e aquilo o chamou atenção, normalmente bares tem vários gritos, risadas, porém, aquele estava calado e isso chamou a atenção de Daisuke. Estava com sede e tinha algumas moedas, então foi lá comprar alguma bebida para tirar o seco de sua garganta. Entrou no bar e olhou o mesmo, em vez de bar, parecia mais era um velório... Mas Daisuke resolveu ignorar aquilo e foi em direção ao balcão e falou.

Ô tio, quanto que é uma Kuat?

Disse Daisuke e, sabendo do preço, pagou o moço e ele o entregou a Kuat, no qual Daisuke se sentou sobre um banco e enquanto bebia, pensava e quando o mesmo foi abrir a boca para falar alguma coisa, olhou na parede um pôster sobre um tal de circo. Circo? Era isso! Daisuke andou em direção ao pôster e o observou atentamente e, agora, por ter olhado todo o pôster, teve uma ideia de onde seria, mas por não querer errar, olhou para o dono do bar e acenou com a mão, mostrando que queria falar algo.

( Daisuke ) - Moço, onde foi esse tal circo que teve aqui na cidade? Pode me explicar o local?

( Dono do bar ) - Claro! Aqui na cidade tem um lugar famoso que, creio que conheça, é onde fica as dois montes em formatos de cogumelos. Foi lá onde houve o tal circo. Conhece?

( Daisuke ) - Sim, valeu!

Sorriu Daisuke e saiu correndo do bar, jogando a lata vazia da Kuat no lixo e saiu correndo em direção ao lugar. Demorou alguns minutos para chegar lá, pois Daisuke não demonstrava ter tanta pressa assim, afinal, a pressa é inimiga da perfeição. Chegando lá perto se assustou com a presença de Reiner e Annie, porém, não deu muita moral e ficou andando algum tempo por ali perto, tentando pegar qualquer informação, seja de pegada ou qualquer coisa. Com o tempo passando, Daisuke, junto com os outros que estavam ali, notou a presença de uma velha e Daisuke ouviu atentamente a mesma e a olhou no fundo dos olhos e pensou um pouco.

Hu....

Após isso, notou que a velha deu as costas e andou em sua direção.

Ei, espera!

Disse Daisuke que, colocou a mão no ombro da senhora e ligou seu celular e pegou a foto do mapa daquela cidade e mostrou para a velha senhora. A mulher olhou para o mesmo, esperando alguma fala de Hoshi e o jovem sorriu, olhando para ela.

( Daisuke ) - Você sabe quem levou essas duas crianças? Onde elas foram? Pode me dar alguma localização nesse mapa?
( Mulher ) - Sim, aqui.

A mulher colocou o dedo no mapa, apontando para algum lugar e Daisuke deu um sorriso e apontou o dedo pra ela em sinal de positivo e agradeceu e olhou novamente em seu mapa, onde a mulher tinha apontando e mordeu o dedão a procura de respostas, um habito comum de Daisuke e, observando o mapa, viu que era para tal lado e desligou a tela do celular e guardou no bolso e começou a correr em direção a esse local, com a esperança de encontrar alguma coisa.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   27.07.14 1:29

Reiner havia percorrido alguns lugares juntamente com sua parceira até finalmente descobrirem a localização do assentamento do circo outrora, após a localização de um cartaz que fornecia a propaganda do mesmo em si, ao qual Reiner visou analisá-lo para melhor compreensão,suspirando profundamente enquanto tentava obter o máximo de informações que pôde com a utilização do cartaz, até virar-se para Annie esboçando um breve sorriso. - Não será nada fácil localizar esses caras, não acha? È como se tivessemos que procurar uma agulha num palheiro ou algo do gênero, o que acha de irmos inicialmente para onde o circo estava? Quem sabe podemos reunir alguma informação daquele lugar... Reiner manteve um breve sorriso estampado em sua face, certamente Annie haveria de concordar consigo.


Conforme Reiner andava pelas ruas da pequena cidade, o rapaz tratou de parar um casal que ali parecia transitar calmamente, não parecia ter sequer sinais de exaustâo ou algo do gênero, nem mesmo a apaticidade que outrora o homem avistara, sendo advertido por Annie momentos atrás. Reiner esboçou um breve sorriso enquanto posicionava-se lentamente a frente do casal. - Com licença, poderiam me informar onde fica este endereço? Reiner havia visado retirar o cartaz de uma parede na esquina passada e então, tratou de mostrá-lo ao casal que havia explicado o local para o qual a dupla deveria seguir. Reiner agradeceu e virou-se para sua parceira, sempre demonstrando um típico sorriso em constraste com sua cara um tanto quanto fechada. - Annie...dê uma olhada nesse cartaz, consegue observar mais alguma coisa? Reiner entregou o cartaz a garota, tentando dar uma última olhada no mesmo, Reiner visava encontrar traços da programação, algo que idealizada quantos participantes do circo haviam, algum tipo de informação sobre as próximas apresentações, algo pertinente ao veículo que utilizavam ou ainda assim, alguma forma de entrar em contato com o pessoal do circo.


Após algum tempo, Reiner havia chegado juntamente com sua parceira no local ao qual o circo havia se estabelecido em outro momento, observando claramente uma clareira afastada da cidade, da civilização em si, um lugar bonito, trazendo a tona até mesmo alguma visão da terra natal dele e Annie, entretanto, era apenas isto, a dupla parecia procurar minuciosamente alguma informação relativa, ao qual o local nem mesmo parecia ter tido alguma agraciação da presença de um circo, não havia lixo, panfletos de próxima apresentação ou alguma informação relevante, se perfazendo com que Reiner franzisse o cenho, desviando o olhar momentaneamente para Annie, notando a chegada demais alguns individuos, mas apenas fazendo um sinal para Annie também observá-los. - Concorrentes? Annie, algo me diz que o tipo de pessoa que nos contratou, também contratou outros, mas ainda assim, poderemos ter problemas com eles, acha melhor eliminá-los agora? Reiner esboçou um breve sorriso, certamente não seria fácil mas momento ou outro, um conflito haveria de acontecer. - De qualquer forma, acho melhor começarmos a nos mover. Alguns minutos se passaram e um ruído fora escutado, atraindo completamente a atenção de Reiner, uma senhora de meia idade parecia surgir ali, proferindo algumas baboseiras, segundo a concepção de Reiner, óbvias de mais se perfazendo com que o homem de certa forma encarasse a mulher com desdém. Obviamente o circo não estava ali, mas ainda assim, a certeza havia sido confirmada, antes apenas uma mera especulação para Reiner e Annie, mas agora a certeza se fazia presente, o circo parecia estar com as crianças, ao menos, era essa a especulação de Reiner e então, até mesmo Annie seria capaz de ter sacado a especulação da velha mulher. Reiner notou a aproximação de um dos concorrentes que parecia saber qual direção seguir, mas ainda assim, Reiner havia resolvido tomar um outro caminho. - Annie, lembra da formação que realizamos na muralha...quando titãs? Reiner hesitou por um breve momento, mas logo retomou suas palavras.- Eu sugiro nos separarmos, se temos concorrentes, o melhor a fazer é dobrar nossa área de atuação.


Reiner ergueu uma das mãos até a região da nuca, coçando-a brevemente enquanto parecia pensar em uma estratégia.- Bem...segundo o que especula o panfleto, as apresentações são curtas, certo? As atrações principais são várias então podemos utilizar como base que é um veiculo grande, portanto, precisamos achar um mapa dessa cidade, ruas, vielas, estradas principais, aeroportos e portos. Reiner pemaneceu em silêncio, apenas observando de soslaio a velha afastar-se. - Quer tentar perguntar alguma coisa àquela velha? Vamos procurar um mapa da cidade, já podemos excluir vielas e ruas pequenas...devemos especular um caminhão para a movimentação deles? De qualquer forma...hum...Senhora, espere! Vociferou Reiner.


- Por caso a senhora tem alguma noção de onde este " mal" possa ter seguido ou então, sabe qual o tipo de veiculo que eles utilizavam, placa, características ou algum local de apresentação que eles ainda irão atuar na cidade? Reiner hesitou, será que ela tinha alguma resposta que poderiam ajudá-los? - Annie, deixarei isto com você, eu vou a um lugar, tenho uma idéia de como localizá-los, mas não esqueça, vamos fazer como a formação da muralha. Annie saberia exatamente do que Reiner estava falando e certamente, saberia o que fazer. O grandalhão simplesmente ergueu uma das mãos pousando suavemente na cabeça de sua companheira, esboçando um breve sorriso.- Estou indo.



Reiner despediu-se de Annie e então seguiu em direção a cidade em passos rápidos e silenciosos, visando movimentar-se o mais rápido possivel quanto sua condição lhe permitiria, o homem visaria questionar a primeira pessoa que encontrasse.- Olá, desculpe o incômodo mas poderia me informar por favor onde fica o departamento de trânsito da cidade? Reiner aguardaria a direção imposta a ele e então seguiria em direção a construção estipulada, seguindo exatamente as coordenadas que lhe seriam oferecidas.


Momentos Mais Tarde


Caso Reiner chegasse com êxito ao Departamento de Trânsito da cidade, buscaria o atendimento da recepcionista do local, aproximando-se gentilmente do balcão, assentindo sua cabeça afirmativamente e sorrindo. - Oi, uma informação, sou novo por aqui e acabei por me perder do meu grupo, estivemos na ( Nome do local ao qual o Circo havia se apresentado ), e eu saí para fazer algumas compras e acabei sendo assaltado, será que poderia me ajudar por favor? Eles devem estar desesperados atrás de mim, poderia por favor, caso houver, me fornecer alguma filmagem das ruas da cidade, ou alguma coisa que possa me ajudar a encontrá-los, eu não sei o que fazer, me ajude por favor. Eu trabalho com eles apenas a alguns meses, se puder me ajudar eu ficaria muito feliz, eu estou até trajado ainda como eles, por sorte levaram apenas meu aparelho celular e alguns pertences, mas eu estou bem eu não se eles já partiram ou algo do tipo, eu só gostaria de saber se você tem algum cadastro de veiculo deles, poderia me ajudar, por favor, ( moça ou moço ), me ajude. Reiner faria obviamente uma verdadeira cena de teatro, afinal, ele era um tanto quanto ótimo em enganar as pessoas, talvez poderia dar certo, caso conseguisse alguma informação relevante dos sistemas de segurança, vigilância ou cadastros de veiculos que adentraram recentemente a região, certamente cidades pequenas costumam provir um cadastro sobre, quem sabe o soldado da muralha objetivasse alguma sorte, caso ao contrário, o soldado simplesmente pediria a localização de um mapa da região detalhado, com estradas principais que possibilitam a saída da cidade, porto, aeroporto e demais meios de locomoção.


Mais tarde


Caso objetivasse alguma informação de cunho relevante, Reiner buscaria por alguma pessoa que parecesse apática, questionando-a caso conseguisse encontrá-la referente ao circo que havia se aproximado 5 dias atrás.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   27.07.14 14:25


Se a dupla não fizesse o que o policial havia proposto, talvez ninguém mais poderia ser contratado para tal naquela situação.

- O circo é móvel, e precisa de permissões para usar os espaços que escolhe. O prefeito, talvez, que obviamente está interessado em resgatar as crianças. E se é a primeira vez que o circo aparece aqui, precisou de patrocínio no mínimo. - Annie apontou para um logotipo no canto do cartaz.

''Patrocinado por:

Fundação ABC (A BrinCar)''

- O prefeito com certeza deve estar atrás da fundação. Deve ter sido algum representante dela que fechou o negócio, e esse representante conhece a quadrilha. Como já estamos cinco dias atrasados não há necessidade de agir desesperadamente agora. Eles já devem ter saqueado outro lugar parecido com esse em geografia, que demore a receber notícias de que há uma quadrilha travestida de circo nos arredores.

Reiner contatou um casal e perguntou o endereço do circo. Eles estavam rapidamente fazendo progresso. Não seria difícil completar aquela missão, talvez. Uma boa investigação desmistificava qualquer ''crime perfeito''.

- Caminhões com a marca do circo. Os artistas não viajariam em algo assim. A quadrilha deve estar viajando por outra rota em algum veículo que não seja chamativo como esses, mas temos que observar o lugar antes.

Dito e feito, e o casal chegou ao local onde a confusão havia começado, e estava limpo. Tudo o que viam eram outras pessoas talvez igualmente chocadas com a falta de pistas. Outros contratados.

- Você gosta de confusão até demais. Quando for realmente necessário nós iremos apelar para aquilo. - Depois de algum tempo, a dupla fora surpreendida por uma senhora, que obviamente não diria muito mais do que uma frase enigmaticamente clichê. Mas aquelas senhoras sempre tinham razão em tudo. Ela já estava se afastando, e Annie assentiu quando Reiner pensou em chamá-la. Certo tempo depois Reiner decidiu que seria melhor eles dividirem aquelas tarefas. - Está certo. - A loura sentiu a mão pesada dele em sua cabeça. Era um gesto carinhoso. Leonhardt a tirou de sua cabeça e se posicionou na frente de Braun, esperando que ele fizesse algo a mais. Ela não diria o que queria nem sob tortura.



Depois do que acontecesse ou deixasse de acontecer, Annie concentraria sua atenção na senhora, esperando que ela dissesse algo a mais.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   28.07.14 0:13

| Amaya, ao receber o panfleto do rapaz que a contratara, seguia na direção do local onde o circo fora armado, pedindo informação a alguns moradores para lá conseguir chegar.
Ao que chegava, a menina se deparava com mais três pessoas que pareciam procurar a mesma coisa que ela, porém decidia por não falar com nenhum deles, talvez por um pouco de timidez, ou por pensar que, talvez, ninguém quisesse se ajudar, principalmente quando se tratava de uma busca visando recompensa.
Começava então a observar o local, procurando por algo que talvez fizesse sentido, porém, aparentemente não havia nada de incomum, até se surpreender com um barulho vindo de suas costas. No momento em que virava via a tal senhora, ouvia a frase que esta dizia atentamente, o que a deixava um tanto mais curiosa. Quando ia se manifestar para perguntar algo, notava que duas pessoas se aproximavam da idosa e a perguntavam coisas. Esperava pela possível resposta da senhora, já que estava um tanto perto dos demais, enquanto pensava no que faria a seguir. |


~ Que estranho... Se ela sabe de algo, por que dar uma pista tão vaga... Mas enfim... Talvez depois de rondar por aqui, seria melhor falar com os cidadãos daqui... Quem sabe alguém saiba de algo...~

| Passava então a observar o panfleto. Será que poderia resolver algo daquele porte? |
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   29.07.14 8:45



Devagar, a cidade de Albarracín ia voltando ao normal. Os bares e restaurantes reabriram suas portas e a contra gostos muitos descobriram que foram roubados. O departamento de polícia estava lotado de B.O, porém ninguém tinha uma descrição dos assaltantes. Eram reclamações de todos os tipos, mas ainda assim, mesmo irritadas as pessoas ainda estavam lentas, muitas ainda se sentiam como mortas e estas com certeza não iriam, jamais, voltar ao normal.

Hoshi foi um dos primeiros a usar os recursos disponíveis e por sorte evoluiu bastante em sua busca. A noite já havia chegado ao local quando o garoto conseguiu obter a informação que necessitava da senhora. Ela olhou o aparelho, tirou os óculos de dentro da blusa e olhou com mais cuidado e então apontou na direção de Teruel. O garoto agradece e sai correndo, parecia ter ganho na loteria, mas seria seguro seguir por um lugar desconhecido sem um guia? A pé? Assim que Hoshi começou a se afastar da cidade ouviu um psiu. Alguém o chamava. Estava muito escuro e não dava para ver bem. Ela falou baixinho.

— Não é seguro seguir a noite pela estrada, existem muitos perigos invisíveis. Se quiser lhe dou abrigo, em troca, quero apenas comida.

Hoshi não via quem falava, mas sabia que era uma garota, não teria mais que 16 anos. Ela estava oculta em meio a rochas. O que o rapaz faria? De Albarracín até Teruel era uma grande jornada para ser feita a pé.

Reiner conclui que o mais correto seria separar pra conquistar, como na guerra. Reiner não esperou a resposta da senhora, incumbiu Annie de obter mais informações. Seguiu sozinho para a cidade. No caminho deparou-se com uma pequena loja de souvenir. Havia de tudo lá dentro e a pessoa que estava lá parecia bem mais animada que as outras. Após a pergunta de Reiner a garota abaixou e pegou algo embaixo do balcão. Ela lhe sorriu.


Você tem jeito que gosta de esportes radicais. Minha loja foi a menos saqueada, acho que quem nos roubou não estava interessado nas lembranças do lugar. Só levaram o dinheiro. Tome. – A garota entregou a Reiner uma espécie de caderninho — Ai você vai encontrar todas as informações que precisa sobre a região. Os aventureiros gostam deste ai por causa do bônus que está na página 75. Espero que seja útil. O departamento de trânsito fica depois daquele beco, a esquerda.

Renier seguiu o caminho e enquanto andava abriu o caderninho na página indicada e para sua surpresa era um senhor bônus. Era como fases secretas de um jogo. Havia coordenadas e desenhos de cavernas. Lugares que só podem ser acessados por quem tem disposição para andar. Chegando ao departamento de trânsito o mesmo ainda estava aberto e uma senhora, de uns 45 anos, estava sentada à frente de um computador. Sua expressão não era das melhores. Reiner chama sua atenção e a mulher leva alguns segundos para responder. Ela se levanta e fica próxima a Reiner. Responde ao seu cumprimento e ouve, com atenção, toda a história de Reiner. Quando o rapaz menciona assalto os olhos dela se iluminam.

— Você se lembra dos assaltos? Tem um retrato falado? Quem sabe nos ajuda a localizar quem foram os safados que nos saqueou, pode fazer isto?

Por esta Reiner não esperava e estava nas mãos do rapaz livrar-se daquela enrascada.

A parceira de Reiner, Annie, foi quem ouviu a resposta da pergunta feita por ele. A mulher encarou Annie por alguns segundos e disse, com sua voz áspera.

— O mal seguiu para Teruel, mas ainda não chegou lá. A casa é móvel e as crianças estão dormindo...

Era uma resposta vaga e confusa, cabia a Annie ligar os pontos e matar esta charada. Em contra partida, as suposições que fazia ao observar o cartaz não faziam sentido. O circo era itinerante, não foi contratado por ninguém e o homem que tentava resgatar as crianças não havia se dado ao trabalho de pedir ajuda a ninguém da cidade, pois ninguém ali, ou talvez a maioria, não se lembrava do Circo ou das crianças. Só quem não estava no lugar na hora do anúncio do mesmo se lembraria de alguma coisa. Todos os moradores passaram por uma espécie de “leucotomia”. O cartaz dizia muito pouco sobre o circo. Era preciso um olhar atento para “ver” o palhaço. Era um cartaz sombrio e não parecia ser um local apropriado para crianças.


Annie tinha duas opções, ir atrás da mulher, que já se afastava e fazer mais perguntas ou seguir de volta para acidade e compartilhar com seu companheiro Reiner as palavras vagas da mulher.  

Amaya fora a que esteve mais perto da senhora, mas por inércia, causada, possivelmente, por sua timidez não perguntou nada. Como a mesma não disse nada de consistente nem para Reiner muito menos para Annie a menina decidiu voltar para cidade. Enquanto caminhava pela trilha escura ouviu um ruído e novamente a senhora surgiu à frente da garota. Ela era meio curvada e sua voz era áspera. Ela parou na frente de Amaya e disse.

— Teruel, se quiser salvar as crianças siga para lá, mas tenha cuidado, existem muitos perigos a espreita.

Amaya deveria encontrar meios de seguir até Teruel. Um mapa, uma bussola e talvez um guia seriam bem vindos.


Última edição por Catarina Oshua em 29.07.14 21:33, editado 2 vez(es)
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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   29.07.14 8:46

Prazo para postagem: 02/08/2014

Prazo para eu atualizar: 07/08/2014
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   29.07.14 22:30

Reiner havia sido o segundo a agir, ao menos, referente à busca pelo circo que havia se assentado naquela região a cerca de 5 dias atrás, ao qual na concepção do homem, ao qual se fazia presente, a quantos dias o circo havia se distanciado daquele lugar? Talvez o local já houvesse sido limpo ou mesmo, algum evento que havia ocorrido a cinco dias não deixar nem mesmo alguma pista a não ser alguns cartazes espalhados pela cidade, entretanto, Reiner não poderia perder mais tempo.


O homem inicialmente havia adentrado alguma tipologia de loja de souveniers, ao qual parecia ter conseguido um mapa local da região com os principais pontos mais utilizados ou ao menos, um grande bônus para que ele próprio pudesse conseguir traçar alguma rota pertinente, porém, a direção para o qual o circo havia seguido ainda era um mistério para o soldado da muralha que escutava atentamente as palavras da garota, mantendo-se em silêncio enquanto tentava demonstrar um singelo sorriso. - Entendo, você será que poderia me informar mais alguma coisa, se a sua loja foi a menos furtada, o que levaram das outras lojas...se não for muita intromissão minha, é que desde que cheguei nesse lugar, achei as pessoas um tanto quanto estranhas e apáticas a mim, você é a garota mais simpática que encontrei até agora. A pele de Reiner corou brevemente, ele não estava flertando com a garota, porém, se houvesse alguma possibilidade do soldado descobrir o que mais havia sido levado, talvez pudesse realizar uma ligação entre as coisas furtadas e as crianças que haviam sido levadas, mas de alguma forma não haviam dúvidas, o circo era o culpado, ao menos, eles deveriam ter certamente informações sobre as crianças levadas. - Eu gosto muito de escaladas, por isso esse equipamento todo, eu agradeço em muito a sua ajuda,de verdade senhorita...... Reiner aguardou pelo nome da mesma. - Meu nome é Reiner, eu ficarei algum tempo na cidade, se precisar de mim, estarei hospedado num hotel a algumas quadras daqui. Reiner cumprimentou a garota, esboçando um breve sorriso e então, visou sair do estabelecimento de souveniers.


Reiner então seguiu seu caminho em passos apressados enquanto lentamente abria a tipologia de flyer que havia lhe sido entregue pela garota de momentos atrás, ao qual pareciam haver diversas coordenadas dos locais próximos, algo como cavernas, lugares aos quais pareciam ser acessados tão somente a pé ou com auxilio de algum equipamento, por sorte, Reiner portava um equipamento perfeito para se propagar nestes lugares de dificil acesso, mas ainda assim, o homem não hesitou em querer verificar as regiões "florestais" do mapa, ao qual possuiam uma grande região ou mesmo as pequenas e mais improváveis, Reiner não descartaria sequer a mínima possibilidade. - Muito bem. Vamos lá.


Reiner direcionou-se assim que a garota havia lhe direcionado ao lugar, ao departamento de trânsito, ao qual imediatamente ao chegar na recepção, havia levemente tentado tirar o pigarro de sua garganta enquanto colocava uma das mãos a frente de seus lábios para tentar atrair a atenção da senhora que aparentava ter cerca de uns 40 anos de idade. Reiner não hesitou em fornecer a mesma seu melhor sorriso e então, ter um pequeno diálogo quando a mulher resolvera, de inicial má-vontade, atendê-lo, mas que porém, não pareceu ater-se as informações que ele mesmo havia solicitado.  Assim que a senhora parecia indagá-lo sobre o falso assalto que sofrera, Reiner não pôde deixar de conter uma ligeira surpresa na expressão da mulher que havia mudado drásticamente. - Bem, eu fiz um boletim de ocorrência mas..como eu disse, faço parte do circo que esteve no ( Local de Apresentação do Circo ), e cheguei até mesmo a me apresentar mas quando eu saí, meus colegas não estava mais lá, digamos que eu seja um prestador de serviço terceirizado mas para falar a verdade......quem me assaltou foram eles, e eu quero localizar eles. Reiner hesitou, será que seria sensato dizer isto a alguém que ele mal conhecia? - Sabe...eles..eles... Reiner ficou em silêncio apoiando ambas as mãos no balcão da recepção e inclinando sua cabeça brevemente em direção ao balcão, encobrindo sua face com ambas as mãos. - Eles levaram meu filho....por favor me ajude...eu preciso de alguma pista sobre esse maldito circo..  


Reiner conforme mantinha ambas as mãos em sua face, tratou de discretamente em meio a seus lamúrios esfregar seus olhos, visando deixá-los avermelhados nem que fosse um pouco e então, erguer sua face novamente encarando a mulher de maneira atenta. - Desculpe por ter mentido....eu trabalhei sim para eles mas levaram meu filho e agora nem mesmo no celular ele atende, por favor senhora, me ajude.  Caso a mulher se comovesse com a falsa encenação de Reiner, o homem forneceria alguns dados para a mesma, caso houvesse algum sistema de câmeras de vigilância, Reiner tentava ser o mais convincente possível enquanto mantinha um olhar verdadeiramente determinado com relação a mulher, sua expressão séria delineava suas intenções reais em achar o objetivo da missão, nem que ele próprio tivesse de mentir quantas vezes fossem necessárias. - Eles me contratam apenas para alguns eventos, mas eu nunca sequer viajei com eles, nem mesmo sei qual o veículo mas....sei que eles estiveram ( novamente o local do circo, dia da apresentação e horário caso houver no cartaz ), se tiver alguma coisa que possa me ajudar, filmagem, fotos, qualquer informação para me ajudar....a senhora parece ser ótima em investigação...pela curiosidade...será que pode pelo amor de Deus me ajudar?


Reiner mantinha sua expressão levemente lamentativa enquanto encarava a mulher, caso ela o ajudasse, ele a agradeceria em muito e sairia do estabelecimento, caso o questionasse novamente sobre retrato falado ou demais situações, ele simplesmente responderia o seguinte. - Eu já fiz o boletim de ocorrência....já dei o retrato falado mas é dificil localizarem pessoas que estavam utilizando-se de máscaras e maquiagens de palhaços na noite em que meu filho foi levado...mas...eu vou tentar algum outro lugar...obrigado pela ajuda...


E então Reiner sairia do lugar procurando algum cartaz que certamente haveria de estar espalhado por ali, talvez Reiner tivesse se lembrado de algo em comum que o havia chamado a atenção. Caso encontrasse o cartaz, Reiner olharia fixamente para a cruz que haveria de estar em cima do grande toldo do circo que parecia sombrio demais para até mesmo para ele. - Cruz...e aquela mulher parecia se referir a algum mal.....será que.... Reiner suspirou pesadamente, não custava tentar. O rapaz questionaria outro habitante transeunte sobre uma igreja e para lá seguiria, não custava investigar sobre as pistas do local. Caso encontrasse algum padre ou equiparado, questionaria ele sobre a cruz presente no cartaz do circo que a cerca de 5 dias atrás havia se feito presente.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   30.07.14 9:21

Daisuke corria em direção a Teruel, o garoto era rápido, portanto, não usou toda sua velocidade para evitar fadiga durante a missão. Com um sorriso no rosto, seguia correndo, sorrindo, se divertindo com aquela missão, sem nenhum medo, durante a noite e não estava nem se importando com o que teria de enfrentar, portanto, enquanto corria, bem do seu lado ouviu um psiu, alguém lhe chamando, porém, como aquilo não estava nos planos de Daisuke, levou um baita susto.

AAAAAAHHHHHSHARAVANAMARA!

Gritou, era acostumado a falar palavras sem noção quando se assustava e deu um pulinho de bicha para o lado, com a mão no coração acelerado por causa do susto.

Quer me matar do coração? ;-;

Disse Daisuke, porém, deu uma risada e coçou os seus cabelos, olhando para a garota com um sorrisinho e logo depois ouviu o que ela disse e sua expressão se tornou séria, enquanto a olhava.

( Daisuke ) - Hm... Tudo bem, eu aceito. Mas tenho algumas perguntas a te fazer. Portanto, desculpe, não preciso de abrigo, apenas de alguma ajudinha sua. Mas vou te pagar uma comida, se quiser!
( ??? ) - Tudo bem... E obrigada.

Daisuke deu um sorriso e chegou mais perto da garota, a expressão em seu rosto era de humildade, portanto, ficou um pouco séria e fria agora e, seus olhos ficaram vermelhos em uma cor bonita e bem escarlate, chegando a brilhar um pouco naquele escuro e Daisuke, então, conseguiu ver o rosto da garota claramente com esses olhos ameaçadores.

( Daisuke ) - Porém... Se tentar me matar ou fazer alguma coisa do tipo comigo, vai ser a pior esolha da sua vida.




Terminando de falar isso, seus olhos voltaram a cor normal e Daisuke olhou para ela e seguiu para algum lugar, bar, qualquer lugar que vendesse algo para comer para pagar para a garota, tinha algum dinheiro em seu bolso.

( Daisuke ) - Ei, garota, qual o seu nome?

Disse Daisuke, com um sorriso no rosto, tentando enxergar ela naquele escuro.

( Daisuke ) - Eu tenho algumas perguntinhas a te fazer... Sabe como chegar rápido no tal.. Teruel?Preciso ir rápido para lá, estou no meio de uma missão... O que você sabe sobre o caso das duas crianças desaparecidas aqui na cidade? E sobre aquele circo que teve aqui na cidade, o que foi? E pode me guiar para Teruel? Desculpe-me tantas perguntas, eu preciso ser rápido.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   30.07.14 19:35

Uma das suposições de Annie, então, estava realmente correta: o alvo fugia a cinco dias de carro. Que merda! Mas ainda bem que a loura havia aprendido algumas coisas realmente significativas naquele mundo depois de estar morando nele há quase um ano: dirigir.

E ela dirigiria para... Teruel?

- Nós já estamos em Teruel. - Disse Annie mais para si do que para a velha, e foi embora. Ela ainda estava disposta a arrumar um carro dos bons.

Teruel... Ela havia comprado passagens no mesmo dia e sabia do que estava falando. Albarracín ficava em Teruel que ficava em Teruel, na Espanha. Ambas província e capital.

Leonhardt se encontrou com o policial que havia chegado ali com a viatura. Ele perguntou como estava indo o rumo da investigação.

- O rumo é imprevisível, por assim dizer. - Ela entrou na viatura e seguiu com ele para a direção onde Reiner havia ido. Vendo os estabelecimentos, ela não fazia ideia de para qual acabara indo até ver o departamento de trânsito. O policial parou no local e Annie perguntou: - Tem certeza de que não sabe mais nada? Você é o que mais deve ter informação por aqui.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   31.07.14 0:13

| Amaya ficava um tempo apenas observando os que interagiam com a idosa, porém, ao que vira que não obteve nada de relevante, preferiu se afastar e seguir o caminho que a levava de volta para o centro da cidade. No meio do caminho, sabe-se lá de onde, a velha surgira a sua frente, o que a fazia gritar por um momento, sentindo-se meio idiota por ter se assustado novamente com a mesma anciã. Ouvia as palavras dela cuidadosamente, e, antes que essa desaparecesse novamente, perguntou para a senhora |

- Hey! Entendi, Teruel... Certo... Mas a senhora sabe como chego lá? Não conheço nada por aqui... A única coisa que tenho comigo é uma bússola, mas não sei se está funcionando muito bem, ela é antiga... E que tipo de perigos? -

| A menina aguardava pela resposta da senhora, mas já lhe ocorria que, muito provavelmente teria de voltar para a cidade, teria que arranjar alguma coisa, já que a mulher não aparentava portar nada do que ela precisaria para chegar ao seu destino, considerando que não conhecia nada do lugar. |

~ Será que devo avisar àquela outra menina...? Talvez, mas não é hora de pensar sobre isso... Primeiramente tenho que arranjar uma forma de chegar até lá sem me perder...~
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   07.08.14 9:44

Reiner arrumou uma forma arriscada de livrar da saia justa que se meteu. Antes de sair da loja de souvenir a moça lhe responde, com o mesmo sorriso de antes.

— Prazer, Reiner, meu nome é Melinda e fiquei sabendo que ladrões roubaram a cidade, mas me pergunto como agiram tão rápido? Levaram alimentos, joias e dinheiros. Boa sorte em sua busca.

A garota observou Reiner sair da loja e deu de ombros, a cidade estava cheia de pessoas estranhas, mas aquele ali era o mais estranho de todos. Tentava se lembrar do que havia acontecido, mas nada vinha a sua lembrança, as vezes uma tristeza teimava em lhe agarrar, mas Melinda ligava a música alta nos ouvidos e deixava a mente viajar.

Reiner caminhou até o departamento de trânsito e lá usou toda sua arte do engodo, mas não deu muito certo. Quando Reiner falou de Circo, filho, a mulher o olhou desconfiada e afastou-se do balcão sentando novamente na cadeira.

— Circo? Não me lembro de nenhum circo, pergunto-me de o senhor foi mesmo assaltado, pessoas que mentem estão escondendo algo. Diga-me o senhor, o que está realmente procurando em Albarracín?

A mulher encarou Reiner, seu olhar agora era desconfiado, aguardava a resposta de Reiner.
Reiner responde que não está mentindo, que já fez boletim de ocorrência e também um retrato falado. A mulher não olha mais para ele e o convida a se retirar. Reiner assim o faz, antes de sair agradece a mulher, mas esta não o responde.
Assim que Reiner se afasta do lugar a mulher liga o rádio de fala, bem baixo.

— Suspeito, repito, suspeito. Homem alto, cabelos loiros. Leva consigo, ao que parece, equipamento para escalada. Fiquem atentos, pois ele me pareceu saber bem mais do que diz saber.

A mulher desliga o rádio e volta sua atenção para o computador, analisa as imagens do bar mais famoso do lugar. Congela a imagem e olha a data, aquilo estava errado, porque não havia nada após aquele dia? Será que a cidade passou cinco dias adormecida? Em partes, parecia que sim, pois a cidade foi saqueada e ninguém conseguia dizer como aquilo aconteceu. O que mais deixava Rubena triste era terem violado o túmulo dos amantes de Albarracín. Uma espécie de ácido desfigurou o rosto das amantes de pedra. Quem seria torpe ao ponto de fazer algo como aquilo?




Reiner caminhava pelas ruas, já escuras, de Albarracín. Procurava por pistas, mas ali não encontraria nada, precisaria sair da cidade, pois o tempo estava passando. Quando virou uma rua que saía em um beco mal iluminado, Reiner depara-se com um policial. O homem apontava uma arma para Reiner e fala em tom áspero.


— Não se mexa ou atiro em você. Quero que me diga quem é você, o que quer em Albarracín e como sabe do Circo? Responda agora ou acerto-lhe a testa, sem dó e não estou brincando e também não tenho medo do seu tamanho, quanto maior o tamanho, maior a queda.


O policial parecia falar a verdade e talvez a falta de reposta colocasse os que sabiam da existência do Circo em alerta. Ninguém na cidade sabia da vinda do Circo, apenas a senhora era exceção. Mesmo que houvessem cartazes espalhados pela cidade os moradores do lugar pareciam não perceber nada, estavam todos num estado alterado de consciência.

Daisuke não recebeu muito bem a hospitalidade que lhe foi oferecida, mas isto era compreensível, pois estavam lidando com o desconhecido. Quando o rapaz se aproxima da garota e faz com que seus olhos brilhem em vermelho intenso a menina encolhe os braços e acende uma lamparina. Daisuke agora podia ver exatamente a garota. Era magra, bem magra. Sua pele estava enrugada, parecia ter ficado tempo demais dentro d’água. Ela estava assustada e pelas roupas, Daisuke, podia deduzir que não era uma garota que não tinha casa. Pela altura e tom de voz parecia ter uns 13 anos ou talvez 15, estava meticulosamente vestida, mas estava suja. Ela afastou-se dele e falou em tom amedrontado.

—Se não precisa de abrigo, também não preciso de sua comida. Alguém me ensinou que nunca devo ficar devendo favor a ninguém. Pode ir embora, você não precisa de mim e nem eu de você.

Falando isto a garota sumiu novamente na escuridão, deixando Daisuke sozinho. Aquela garota poderia ter ajudado Daisuke. A menina seguiu com a lamparina apagada até uma caverna, sentou e encolheu os joelhos e começou a chorar. Não se lembrava de como foi parar ali, apenas lembrava, vagamente, de um palhaço e de ter rido demais, rido tanto que perdeu o sentido.


Annie seguia seu caminho e misteriosamente conseguiu carona com um policial até o centro da cidade. Enquanto seguia para a cidade na companhia do policial ouviu a comunicação pelo rádio. Não falavam a localização exata do suspeito, mas Albarracín não era um lugar grande. Após ouvir o chamdo pelo rádio o policial parou o carro e solicitou que a garota se retirasse. Annie ainda faz mais uma pergunta e o policial lhe responde em tom rápido.

— Parece que as coisas estão começando a caminhar, mas quem é a senhorita mesmo? A cidade recebe turistas demais, mas nunca passamos por algo assim, estes saques em massa. Não tenho permissão para responder suas perguntas, caso seja alguém ligada ao meio investigativo procure por Rubena ali no departamento de trânsito. Com sua licença.

O policial arranca o carro e segue para um ponto mais afastado da cidade. A ideia era armarem um cerco para que o suspeito fosse interrogado antes de alcançar a parte mais isolada da cidade, caso alcançasse e seguisse o rio seria mais difícil captura-lo.
Enquanto Annie seguia para o departamento de transito, um jipe quase lhe atropela. O condutor freia bruscamente e para bem perto da garota. O condutor do veículo olha pra Annie e diz num tom meio tedioso.



— Malz ai gata, quer carona?

Se Annie queria um carro, ali estava sua chance.

Amaya aproveitou bem sua chance e a pergunta certa a senhora. A idosa lhe encarou por segundos, como quem tentasse lembrar o que era uma bússola. A velha sorriu e disse tranquila.

— A noite guarda segredos, muitos deles ruins e outros nem tanto. Siga o rio que fica atrás da muralha.

A velha apontou para parte mais íngreme da cidade.



— Atravesse-o e estará em Taruel, mas tenha cuidado, pois o sugador de almas esta faminto e uma garota com dons especiais como os seus o alimentaria por muito tempo.

A velha some antes que Amaya pudesse agradecer. A menina precisa fazer sua escolha, acreditar na senhora ou tentar descobrir mais coisas antes de seguir viagem. Apenas uma coisa é certa, Alabarracín não lhes forneceria mais pistas.

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Catarina Oshua
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   07.08.14 9:52

Instruções

O desenvolver da aventura depende da ação de cada um. Assim sendo sempre utilizarei o que postarem, mesmo que não tenha absolutamente nada ver com a história que bolei. O que cada um fizer para seguir em frente tentarei, ao máximo, dar sequência, só não esperem que altere minha história e ideia para agir como desejam, como já tenho um esquema bolado, vai ser trabalhoso mudar tudo. Por exemplo se inserirem NPC que não tem nada ver com a quest o usarei, mas darei um jeito de serem dispensados o mais rápido possível. Espero que não se chateiem com isto. Dúvidas utilizem o chat. Agradeço por terem postado e espero que se divirtam.

Prazo para os jogadores postarem: 16/08/2014

Prazo para eu atualizar: 21/08/2014
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   07.08.14 18:27

* Após o término da frase da senhora, antes que pudesse perguntar qualquer coisa, esta desaparecia, o que a fazia ficar um tanto sem saber o que fazer. A mulher aparentava saber demais, porém falava muito misteriosa. Amaya ficava pensativa por um momento, sem saber ao certo se deveria ou não acreditar no que esta lhe dizia. Depois de alguns minutos ponderando o que fazer, decidia por seguir as informações da anciã. Por mais misteriosa que fosse, era a única pista que tinha e, provavelmente, a única que teria. Muito intrigada pelas frases da mulher, tirava a mochila das costas e começava a se equipar com algumas de suas armas, supondo que seria uma viagem perigosa. A medida que tirava suas adagas da mochila e ia as colocando nos suportes que tinham em suas pernas, pensava consigo mesma *

~ Quem diabos será esse tal sugador de almas? Ou o que, né... E como ela poderia saber que tenho dons especiais? Não me conhece e nem mesmo lhe mostrei qualquer sinal de poder... Mas enfim... Deve ter falado por falar... Rio atrás da muralha, hã... Preciso ir logo... Não quero mais perder tempo aqui... ~

* Afrouxava então levemente a corda que prendia sua katana em suas costas, colocava algumas estrelas ninja nos bolsos do short e, no bolso de sua blusa, colocava sua arma favorita, o yo-yo. Em seguida, recolocava a mochila nas costas e olhava na direção do monte, que a levava até a muralha. Respirava fundo e então começava a correr na direção deste. Sabia que talvez fosse uma emboscada , porém tinha que arriscar, pelo menos algum elemento surpresa ela possuía. Levava então a mão por um momento ao cordão, apertava-o de leve e em seguida o soltava, correndo ainda mais rapidamente a seguir. Não queria usar suas habilidades, por costumar ficar muito cansada após o uso, tendo as vezes até que dormir devido a isso, por mais que esse método fosse o mais rápido. Apesar de correr rapidamente, a menina mantinha-se atenta ao seu redor, mantendo sempre as mãos próximas a alguns objetos que foram espalhados por seu corpo, desejando não precisar usar nada daquilo, para que não atrasasse ainda mais sua jornada. *

- Eu sei que consigo chegar lá em pouco tempo... Vamos lá perninhas... Não me abandonem!! Hehe... -
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Reiner Braun
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   07.08.14 22:13

Reiner havia direcionado-se ao departamento de trânsito da cidade, tentando agir o mais rápido que pôde, porém, havia reunido algumas informações no estabelecimento de outrora que poderia talvez mudar o curso da breve investigação que estaria realizando para encontrar as crianças que foram raptadas. Em síntese das informações que havia adquirido, todas as informações colhidas apontavam para o circo, ao menos, em decorrência ao rapto das crianças, os saques de jóias, alimentos e dinheiro, porém, aquela era apenas uma conclusão não muito fundamentada. Reiner então decidira seguir ao departamento de trânsito, pensando em uma história em questão de segundos que talvez fosse convincente, ainda mais para a velha mulher que havia encontrado na recepção do lugar, entretanto, assim que questionou a mulher a mesma havia o tratado com desdém, não recordando-se de nenhum circo que havia estado na cidade. " Que estranho...mas segundo o cartaz...5 dias...o circo estava aqui a 5 dias, como ela não lembra de circo algum...e agora está me questionando se realmente fui assaltado...mentiroso...mulher maldita", Reiner estreitou seus olhos, esboçando uma reação verdadeiramente de asco com relação a mulher, como ela poderia agir de uma maneira tão fria diante do rapto de seu " filho"? Reiner ssimplesmente tentou explicar a ela que ele não estava emntindo, que havia manifestado-se com um boletim de ocorrência e também realizado um retrato falado de quem desconfiava de ser o raptor de seu pseudo-filho, porém, a mesma apenas o convidou a se retirar, se perfazendo então com que Reiner a agradecesse, ainda que sua expressão dissesse outra coisa extremamente diferente. O rapaz simplesmente virou-se, caminhando para fora do lugar, tentando juntar os pontos que havia reunido até certo momento.


" Bem...primeiramente....dinheiro...jóias e alimentos foram roubados em grande escala...depois duas crianças foram também raptadas e as pessoas parecem ainda agir de forma apática....ao menos..aquela mulher que encontrei no departamento de trânsito nem sequer recorda-se do circo...e o fato estranho é...muitas lojas foram furtadas e ninguém parece sequer desconfiar de quem sejam os assaltantes...a mulher de outrora referiu-se a um grande mal.....droga...droga...onde posso chegar com isso...para se ter furtado essas coisas em grande escala...posso presumir que estão em um veiculo grande...de viagem...um caminhão...ou um trailer quem sabe...com certeza para se fazer isso com tantas lojas na cidade...deve-se ter um bom pessoal...treinado...mas como eles fizeram isso...as pessoas não desconfiaram de nada...era para estar um caos um roubo tão grande assim....algum tipo de poder...será que eles tem poderes dessa forma...? " Reiner tentava traçar um vinculo mental cheio de hipoteses conforme caminhava pelas ruas de Albarracin, o sol parecia recolher-se rapidamente, o tempo estava acabando para o soldado, as ruas e vielas da cidade tornar-se-iam escuras e durante a noite, nada lhe parecia fazer com que ele ficasse favorecido com as informações, a atitude da mulher que outrora o havia atendido havia se tornado suspeita, ela havia tornado-se apática de uma momento a outro e aquilo se perfazia com que Reiner franzisse seu cenho, um tanto quanto desconfiado com a situação, será que eles se referiam com algum tipo de poder sobrenatural que agia como uma espécie tipologica de apagão mental, ou quem sabe, segundo a concepção de Reiner uma espécie de dormência apática? O soldado não sabia exatamente o que pensar e as informações que havia recolhido até o momento referiam-se apenas ao que havia sido levado da cidade, porém, nada sobre as duas crianças lhe fora revelado, nem mesmo o veículo que portavam, deixando Reiner um tanto quanto com ausência de fé em localizar as crianças, será que Annie estaria dando sorte? Reiner então decidiu prosseguir pelas redondezas do lugar, visando então recolher mais alguma informação, havia avistado outrora uma tipológica cruz que provavelmente tornar-se-ia uma pista, mas nada efetiva, quem sabe em uma espécie de abadia, o soldado encontrasse alguma informação verdadeiramente útil, mas fora enquanto perdido em seus passos, o rapaz tornou a virar uma rua, deparando-se com um beco mal iluminado, encontrando-se então com um homem apontando ao que parecia uma Calibre 12 de repetição com iluminação acoplada, ao menos, fora o que Reiner atentou-se naquele momento antes de erguer ambas as mãos ao alto, escutanto atentamente as palavras proferidas pelo policial.


[ Policial ]— Não se mexa ou atiro em você. Quero que me diga quem é você, o que quer em Albarracín e como sabe do Circo? Responda agora ou acerto-lhe a testa, sem dó e não estou brincando e também não tenho medo do seu tamanho, quanto maior o tamanho, maior a queda.


A primeira reação de Reiner fora o espanto imediato, sua expressão de surpresa era algo evidente, ao qual seu instinto inicial fora erguer as mãos imediatamente.- Fique...calmo...por favor. O olhar de Reiner estreitou-se rapidamente, conforme em uma rápida análise, observava o policial, parecia estar sendo muito agressivo com relação a apenas uma singela abordagem. " Bem..a garota com quem falei inicialmente achou que eu fosse um fã de esportes radicais, entretanto, com quem falei sobre o circo fora.....aquela mulher do departamento! " - Meu nome é Nichol Hassan, senhor policial, por favor fique calmo, o que eu fiz de errado? " Preciso ganhar tempo....mas...se aquela mulher disse que não recordava-se em nada sobre o circo...estaria ela mentindo e então esse policial.....de alguma forma sobre o poder dos integrantes do circo? Droga, droga..se for isso..estou em péssimos lençois. " pensou Reiner enquanto mantinha ambas mãos erguidas, olhando atentamente para o policial. - Eu estou em Albarracin apenas a passeio, sou um amante de esportes radicais, acabei de sair de uma loja de artigos esportivos e depois do departamento de trânsito, eu queria simplesmente saber alguma rota alternativa para chegar aqui...por favor, pode verificar nessas duas caixas retangulares na minha lateral, estou com panfletos de escaladas, estava querendo ir para uma região bem dificil....por favor senhor...a única coisa que sei sobre algum circo é o fato de que vi alguns cartazes, sempre quis ver um circo. " Será que ele está sobre o efeito de alguma habilidade do circo...ou na pior das hipoteses é alguém do circo...ele está muito nervoso para um policial...será que ele sabe alguma coisa...droga..qual enrascada eu me meti..." Reiner hesitou por um breve momento, fazendo um simples gesto, sem mover-se bruscamente para apontar para a caixa, ao qual por sorte envolvia alguns mapas e demais catálogos de lugares ao qual o acesso somente poderia ser a pé. - Não me entenda a mal senhor policial, não foi sequer minha intenção, o que eu fiz de errado? Reiner tentava desdobrar-se da melhor forma possível, entretanto, idéia de Reiner seria inicialmente fazê-lo hesitar ou abaixar a arma assim que ele dissesse que ele próprio não sabia nada sobre o circo, mas ainda assim, porque desconfiariam tanto de um circo? Sendo que lhe fora informado que a policia não deveria ser envolvida de forma alguma, Reiner assim que avistasse o homem hesitar com sua arma, acionaria um botão no resguarde de sua lâmina do DMT. A apertar do botão faria com que o gancho disponível no DMT se impulsionasse violentamente para a frente, a pontaria de Reiner era clara, o policial, assim que o DMT atravessasse o corpo do policial, Reiner dispararia o segundo gancho do DMT, desta vez, em direção a construção, o beco ao qual estava, e então, acionaria o campo retrátil logo após a garra abrir-se, desta forma, puxando o policial e Reiner fazendo com que o soldado se suspendesse no ar, causando um grande tranco no policial em questão, certamente o tranco proveniente causaria um grande estrago no policial, porém a intenção de Reiner não era a de matá-lo, ao menos, não naquele momento. Caso obtivesse sucesso, Reiner recolheria os ganchos retratéis e pisaria sobre o peito do policial, visando chutar sua arma para longe caso o mesmo não tivesse a soltado com o ferimento que Reiner visou infligir.



- O que sabe sobre o circo, policial? Me diga tudo o que você sabe, o veiculo que estão conduzindo, a direção que estão seguindo, qualquer informação que tiver, tenho certeza que fora aquela mulher do departamento de trânsito que o chamou, o que está acontecendo por aqui? Conforme as palavras de Reiner saíam, o soldado visava pisar ainda mais sobre o ferimento do policial, visando fazer com que o mesmo falasse. - Ande, fale logo, não tenho a noite inteira! Vociferou Reiner enquanto encarava o policial, porém, o soldado não era tolo o suficiente para permanecer naquele lugar, certamente o policial receberia reforços. Caso o policial soubesse de alguma coisa, Reiner imediatamente voltaria pelo local que havia adentrado o beco utilizando-se de seu equipamento DMT para escalar alguma construção alta o mais rápido que pudesse, logo após matar o policial atravessando-lhe com uma das lâminas de titãs em sua testa.  Caso a tática do DMT inicialmente com os ganchos falhasse, Reiner apenas fugiria do beco, e olharia o mapa após subir em uma construção, visando assim observar no mapa as áreas que haveria de ter matas fechadas ou densas.  " Se eles colheram muitos alimentos, certamente acredito que devem estar indo em direção ao "interior"", pensou Reiner enquanto observava os mapas que havia recebido na loja de artigos esportivos.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   08.08.14 21:52

Ei, espera! Garota!!

Disse Daisuke, notando que ela fugiu e começou a correr atrás dela mas de uma forma imperceptível para a garota, coçando os cabelos e suspirando para si mesmo e notou que ela entrou em uma caverna e, escondido por fora da caverna, notou que ela começou a chorar e coçando os cabelos, entrou naquela caverna que tinha um pouco de luz por causa da lamparina da menina.

Garota, voce não vai ficar devendo favores a ninguém não, eu te pago uma comida só por voce responder as minhas perguntas! É simples...

Disse Daisuke, tentando acalmar a garota e sentou com pernas de índio em sua frente e tentou passar a mão em seus cabelos, acariciando e mostrando a ela estar calmo e logo dava um sorriso meio fraco para ela.

Acalmou...?




Enfim, me diga, garota...

Disse Daisuke e segurou as mãos dela com carinho, a olhando nos olhos, mostrando estar confiante.

O que você sabe sobre um circo que teve ultimamente em Albarracin? O que voce sabe sobre duas crianças sequestradas? Por favor, me diga tudo que sabe sobre isso... Estou em uma missão e preciso de qualquer ajuda!
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   12.08.14 23:22

Amaya ficou perdida e um pouco sem ação diante a informação da senhora, mas seguiu para o local indicado. Após uma hora e meia conseguiu, enfim, alcançar o topo do morro. Lá havia um muro de dois metros e meio de altura, após o muro Amaya encontraria uma trilha que lhe levaria até o rio mencionado pela senhora. Um detalhe deve ser levado em consideração, policiais estavam ali. Amaya ouve o rádio de um deles, estavam armando um cerco contra um suspeito loiro e muito alto. Os policiais se comportavam de forma estranha. Usavam armas com lanternas acopladas e muitas vezes os fachos de luz passavam próximo da garota. Apesar de não estarem interessados em Amaya, a garota se tornaria um alvo caso fosse pega escalando um muro. Cabia a garota arrumar uma alternativa para lidar com este imprevisto.

Reiner fica surpreso com a abordagem do policial e usando da sua mais profunda sinceridade ele explica tudo o que está acontecendo. Reiner nota que o policial, devagar, vai baixando a guarda. Era estranho, pois o homem continuava o encarando, mas seu olhar parecia passar por Reiner, estava perdido. O policial abaixa a arma e sacode a cabeça algumas vezes até que Reiner pronuncia a palavra circo novamente. O homem endurece o corpo, mas já era tarde. A oportunidade que Reiner esperava apareceu. Agindo com extrema velocidade, Reiner consegue subjugar o policial e este é pego de surpresa. Reiner nota a confusão mental do homem, mas este acaba por lhe dar uma pista preciosa.

— Rio....após o rio...

Não era uma grande pista, mas com certeza daria um norte a Reiner. Pelo mapa Reiner percebe que atrás da muralha que circunda parte da cidade havia um rio o problema agora era lidar com os vários guardas que estavam ali, agindo da mesma forma estranha que o anterior.
Hoshi fica um pouco sem graça ao ver a reação da garota e a segue até seu esconderijo. Estando lá o garoto percebe que menina está chorosa e bem aflita. Ela cita coisas que interessa ao garoto. Hoshi aproxima-se devagar e volta falar coam garota. A garota, por sua vez, enxuga os olhos e o encara aborrecida.

— Não quero sua comida, nem nada que venha de você, mas se quer saber do Circo, siga para o rio. Agora saia daqui.

A menina estava muito chateada e Hoshi não conseguiria mais nada com ela.
Annie viu no rapaz que quase a atropelou a chance de sair da cidade e ir atrás do que havia descoberto. Com sua seriedade usual a garota adentra o jipe e o motorista da a partida. Ele olha e pergunta distraído.

— Pra onde vamos moça?

Annie não diz nada e o motorista volta perguntar, mas ela permanece quieta, estava pensando. Num movimento rápido ela encosta um objeto perfurante na altura do rim do rapaz e diz baixo, com sua usual voz tediosa.

— Saia.

O rapaz destrava a porta e pula. A garota pega a direção e segue para a estrada principal de Albarracin. Após uma hora a garota percebe que o automóvel ficou sem combustível. Percebe também que está próxima a uma parte de mata fechada do lugar. Marcas recente de pneus. Usando seu faro Annie adentra o lugar e caminha sorrateira, seguindo as marcas de pneus. Annie era observada, mas nãose dava conta disto. De repente, sem aviso, ela recebe um golpe forte na nuca e cai de joelhos. O pescoço da garota é envolvido por tentáculos vermelhos. Eles apertam o pescoço de Annie com vigor. Apertam até se certificarem que a garota está morta. Um palhaço se aproxima e toca o pescoço de Annie. Levanta-se e diz sombrio.


— Faltam apenas três. Um deles, o loirinho das correntes, tragam vivo.

O palhaço segue para o interior da floresta. No motorhome as duas crianças repousavam tranquilamente.
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MensagemAssunto: Re: Circo de Horrores   12.08.14 23:38



Muralha em Albarracín. Onde estão Amaya e Reiner.
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