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 WoW - Onde Tudo Começa

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David D. Jones
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   03.11.15 17:14





Uma forte chuva se dá início. As pessoas, apressadas por serem pegas desavisadas correm pelas ruas onde grandes poças começam a se formar, trovões teimam em roubar a cena da forte chuva que outrora parece desacelerar conforme o trovejar. Os carros desaceleram seus motores, os condutores parecem se tornar mais prudentes quando a chuva se faz presente. Uma correria se dá início em qualquer uma das cidades em que nossos futuros heróis....ou anti heróis estão. Correria esta que logo cessa, as pessoas que já saíram de seus trabalhos já tomaram seus carros, ônibus e motos ou ainda qualquer meio de locomoção que utilizem para resguardarem-se em suas casas. O dia na semana não é importante, o horário não faz qualquer diferença. Há apenas o dia e a noite. Uma estranha queda de temperatura se faz presente e uma brisa gélida parece percorrer toda a cidade ou local ermo que nossos voluntários, ainda que desconhecendo seu futuro possam estar.



Tema - Chuva


Pouco a pouco a chuva diminuí seu ímpeto em lavar toda a região e o que começou com uma verdadeira tempestade se tornou uma garoa leve e fria. Tudo começa com uma ave rasgando os céus, um corvo negro longe de seu típico habitat. Suas asas batem freneticamente enquanto observa a cidade. Os carros parecem a ave como pequenos pontos, como se fossem de brinquedo, as pessoas parecem formigas em meio as grandes construções de concreto e ferro, vidros e telhas, onde quer que nossos futuros heróis ou anti-heróis estivessem, a ave os encontraria.






Conforme suas asas farfalhassem abruptamente em meio a alta altitude, o enegrecido corvo recolheria suas asas para próximo do corpo enquanto a fria brisa galgava para tornar-se uma forte ventania em sua fase e em uma posição aerodinâmica a ave descera, descera tão bruscamente que suas penas pareciam esvoaçar com o violento vento que se propagava até enfim chegar ao seu destino. Quando estava próximo do solo, o corvo abriu suas asas com intuito de amenizar a queda livre e então, planando a ave viu enfim seu alvo.


Inicialmente um homem e depois, uma bela mulher. A ave aproximou-se lentamente, diminuindo o farfalhar de suas asas. Onde quer que estivessem, o corvo se aproximaria. Em apartamentos, ele bicaria o vidro com intuito de chamar a atenção, em casebres com janelas entreabertas pelo desaviso da chuva ele impetuosamente avançaria até chegar naquele que era seu interesse. A ave, ao aproximar-se, pousou e permaneceu algum tempo a fitar seu alvo, seus olhos passavam rapidamente em seus corpos e observavam ao redor em uma velocidade impressionante enquanto abria suas asas lentamente, querendo se livrar da chuva que a havia ensopado. O animal emitiu um grunhido e então, uma energia esverdeada pareceu circundá-lo violentamente. A ave rodopiou ainda em solo, e o que parecia ser um pequeno espetáculo de luz verde pareceu expandir-se, gradativamente assumindo uma silhueta humana e por fim, revelando-se um homem de idade já avançada pela expressão em sua face que já demonstrava sinais claros de uma vida inteira, um longo cavanhaque branco escapava de seu rosto agora levemente encoberto por um capuz de cor da terra ao qual apenas um adorno em suas ombreiras reunindo-se ao centro de seu peito por uma jóia avermelhada chamava atenção ainda mais do que as penas de alguma ave negra que adornava ainda mais a vestimenta.




O homem pouco a pouco assumia uma postura ereta, pousando um cajado feito de alguma árvore, porém, pouco detalhado  e chamativo apenas pelo seu tamanho, ao qual o homem parecia utilizá-lo como apoio.


[ ???] – Minhas sinceras desculpas por incomodá-lo(a) a esta hora...não...a hora não é importante agora...ou deveria então dizer a esta chuva? O homem pausou suas palavras, erguendo sua face de maneira imponente enquanto seus olhos já cansados da vida percorriam agora aos olhos humanos o individuo a sua frente. – Meu nome...é o que deve estar pensando...não é importante...mas...devo dizer-lhe..e devo pedir para não mencioná-lo a ninguém...ao menos...fora da realidade. Me chamo Medivh...em suas terras talvez deva me considerar um profeta? Talvez... Repetiu-se novamente. – Preciso de ajuda. Em uma realidade diferente da sua o mundo perecerá, todo ele, absolutamente todo ele cairá se nada for feito. Em uma realidade diferente onde as mais diferentes criaturas habitam sendo elas bondosas ou cruéis saídas propriamente dos contos mais fantasiosos que possam imaginar residem estão sendo ameaçadas por uma sombra que recobre meu mundo. Não tenho motivos para cobrar-lhe auxílio mas venho em busca de ajuda exterior onde tantos outros de meu mundo recusaram a acreditar, taxando-me de um profeta errante e bêbado, no entanto, rogo por sua ajuda pois falhei com a humanidade uma vez.
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David D. Jones
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   03.11.15 17:19

O homem pausou suas palavras e então pareceu tentar ficar ainda mais ereto, como se não estivesse mais acostumado com aquela velha forma mas logo continuou. – Não posso estar em mais de dois lugares ao mesmo tempo...minhas habilidades não permitem que o faça, por isso, preciso de olhos e ouvidos e força de pessoas como vocês...e sei que...um pedido não pode ser realizado se nada for oferecido em troca. Seja a experiência de um mundo novo...riquezas...poder e até mesmo servidão seja o que procuram posso oferecer, no entanto, se aceitarem me ajudar nem mesmo suas vidas poderei guardar mas preciso de ajuda e caso não o façam irei me retirar.  O homem suspirou, arfando ar para seus pulmões enquanto segurava firmemente seu cajado, fechando ambas as mãos sobre o mesmo. –...eu tentei avisar o Reino Humano...o maior deles sobre o que estaria por vir meus amigos. Tal grandioso reino é conhecido como Lordareon que é situado no continente de Azeroth. Permita mostrar-lhes meu aviso...


O já velho homem ergueu uma de suas mãos, apontando em sua direção fazendo com uma pequena centelha esverdeada partisse em sua direção lentamente como se esperasse para que fosse pega. Se isto fosse feito, a cena a seguir seria propagada em suas mentes como se fossem singelos espectadores do aviso de Medivh.




Após a cena que se propagaria em suas mentes, o homem voltaria a falar. – E então...meu aviso foi negado...e estou procurando outros para assumirem tamanha responsabilidade.....aceitam? O velho homem aguardaria uma resposta enquanto moveria novamente seu cajado com intuito de reposicioná-lo para ficar mais confortável e então, caso a resposta fosse positiva ou novas perguntas surgiriam de seus “cálices”, o homem as responderia, mas não antes de mover seu cajado novamente, de modo que uma espécie de portal se faria presente crepitando uma densa energia arcana em seu torno enquanto uma nova imagem parecia se mostrar diante de vocês. Concreto, aço, torres, castelos e uma quantidade significativa de guardas se fazia presente, era noite nesta imagem. – Explicarei a vocês tudo o que precisam saber.....




Gradativamente o portal se fecharia e então Medivh esboçaria um breve sorriso, tímido enquanto observava você. Conforme ele havia explicado, aguardaria uma resposta e convidaria o membro a encontrá-lo na igreja mais próxima no dia seguinte, também ao anoitecer quando não teriam qualquer intervenção por partes externas. Se estivessem interessados deveriam procurá-lo na igreja mais próximo de suas localidades, ele os estaria esperando. ( Vocês podem se conhecer ou não, porém, tal cena ocorre antes de vocês se encontrarem ).


Caso decidirem encontrá-lo nas igrejas mais próximas de suas localidades, já avistariam-no novamente com o portal aberto, apoiando costumeiramente sobre seu cajado com cansada expressão, no então, ao avistá-los, ele esboçaria um sorriso e um breve cumprimento com sua fronte.


[ Medivh ]- Há vários reinos humanos...sendo o mais importante deles...este do portal...Lordareon...a magnífica cidadela humana do continente de Azeroth...no entanto...há outros Reinos como Ventobravo e Altaforja..sendo o segundo regido por anões. No entanto, há vários reinos de outras raças sendo elas antigas, versadas em magias ou na comunhão com espíritos ou mesmo energias vis mas por enquanto..gostaria que acompanhassem Arthas Menethil, o jovem príncipe, filho do Rei Terenas, aquele ao qual tentei alertar sobre as sombras que percorreriam todos o mundo. Arthas está em treinamento ainda por um poderoso paladino conhecido como Uther Pendragon, regente da Ordem do Punho de Prata. Eu preciso que vocês protejam-no de qualquer problema que possa causar sua morte mas que não interfiram em suas decisões. O homem pausou brevemente e então suspirou. – Ele é jovem e impulsivo mas de bom coração, no entanto, seu destino acabará por ser aquele mais sofrido. Vocês precisam ingressar nas fileiras da guarda de Arthas e precisam acompanhá-lo até certo ponto, preciso que comecem como singelos soldados de sua guarda para ganharem sua confiança e então acompanhá-lo...certamente seu mentor, Uther, terá grande estima por vocês.
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David D. Jones
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   03.11.15 17:25

Medivh ergueu uma de suas mãos lentamente e fez com que dois orbes se desvencilhassem de um primeiro, formando duas imagens e em seguida uma nova divisão, porém, desta vez formando uma terceira. – O primeiro..de aparência jovial e cabelos aloirados é Arthas Menethil, Princípe e Sucessor do Rei Terenas II, Rei de Lordareon.




[ Medivh ]- O segundo é Uther Pendragon, Paladino Regente da Ordem do Punho de Prata, a serviço do Rei de Lordareon...experiente em batalhas e exímio utilizador da luz, suas decisões muitas vezes são sábias e prudentes.





[ Medivh ]- E em terceiro...está Jaina Proudmoore, uma maga de energias arcanas e gélidas, filha de Antonidas Proudmoore, membro do mais poderoso conselho de magos conhecido como Kirin-Tor. Ela é uma grande...............................amiga de Arthas Menethil, assim como Uther. O homem pausou e logo continuou. – Eu tentei alertar o mentor dela antes do Rei mas ele me tomou como um profeta errante, rindo de minhas propagações, no entanto, graças a sua desconfiança, ele enviou sua aprendiz, que está a caminho de Lordareon e deverá chegar em torno de 2 dias.  Infelizmente, não poderei acompanhá-los em sua jornada mas irei orientá-los conforme deverão prosseguir...peço por cautela e prudência...nem tudo é o que parece ser futuros heróis..tomem cuidado pois a sombra que assola Azeroth ( o mundo ao qual vocês estão indo ) nem sempre assume formas grotescas. Apresentem-se a Uther Pendragon, ele encontra-se na estalajem de Lordaeron, não se preocupem, tomei meios de influenciá-lo quanto a chegada de vocês ao alistamento da Ordem do Punho de Prata mas lembrem-se, seu foco é Arthas Menethil, filho do Rei de Lordareon. Alistem-se e continuem a jornada. Não se preocupem em se sentirem perdidos no Reino de Lordareon, logo irão partir em direção ao norte. Uther irá conduzi-los pelo caminho e logo Arthas os encontrará.






WoW – Onde Tudo Começa



O grupo atravessa o portal conjurado, cada um de seu próprio lado, visto que toda a convocação causada por Medivh fora através de uma ilusão, o mago apenas podia estar em dois lugares ao mesmo tempo e em um certo lugar, ele estava se fazendo extremamente necessário, mas isso, deixaremos a um outro momento.




Ao atravessarem o portal, as luzes dos vários postes iluminam fracamente onde estão. O gostoso cheiro de carne assada invade suas narinas enquanto podem escutar algumas vozes falando sobre rondas noturnas e a exaustão dada aos conflitos que estão ao redor do grandioso Reino de Lordaeron. Medivh esboça um breve sorriso ao verem que atravessaram completamente o portal. Não há náuses ou dores de cabeça, apenas um único passo e estariam em um mundo completamente diferente, um mundo ao qual apenas haviam ter ouvido falar em literaturas, contos e outros meios que utilizavam ou ainda, quando crianças. Medivh suspirou profundamente e então virou-se aos futuros heróis erguendo uma de suas mãos apontando em direção a uma bela construção. Um casebre rústico feito de madeira e concreto, várias pessoas circundam ao redor enquanto risos e piadas parecem ser ouvidos de dentro da construção. Ao entrarem, se o fizerem, depararam-se com a seguinte imagem.




Em uma mesa, sentado ao canto está um homem de idade já avançada, trajando uma pesada armadura enquanto ergue um grande caneco, sorvendo seu conteúdo em uma grande golada, deixando até mesmo que algumas gotas respingassem em sua barba, sendo imediatamente retirada com as costas de suas mãos.  Ao avistarem-nos, o homem levanta-se brevemente colocando uma de suas mãos ao peito em sinal de cumprimento enquanto um largo sorriso é demonstrado em sua face.


[ Uther ]- Pela Luz! Até que enfim vocês chegaram, eu os estava esperando! Exclamou o homem enquanto apontava em direção as duas cadeiras. – Sei que tinham seus afazeres e eu apenas tenho que me desculpar por mandar chamarem vocês tão tarde da noite já que não precisam fazer rondas.


Última edição por David D. Jones em 21.01.16 13:36, editado 1 vez(es)
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David D. Jones
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   03.11.15 17:27

I N F O R M A Ç Õ E S


Peço desculpas pelo tamanho da introdução MAS espero que gostem. Podem fazer quantas perguntas quiser, sobre o que quiserem, preparem-se para viajar pelo portal pois uma vez que atravessarem-no será um tanto quanto difícil retornar. Façam quantas perguntas quiserem que eu responderei.


Dei um passo inicial com Uther, o homem da imagem que Medivh revelou a vocês. Ele foi levemente influenciado por Medivh que acredita que vocês já são membros da Ordem do Punho de Prata, devendo acompanhá-lo em uma missão fora das muralhas do Reino de Lordaeron.


A missão de vocês nesse post é irem até a estalagem, só há uma, em Lordaeron para encontrar com Uther, como ainda está de noite, aliás, quase amanhecendo, terão o tempo que forem necessários para se alistarem na Ordem do Punho de Prata. Preparem-se, a aventura vai começar!


Deixarei o prazo em aberto desta vez pois mais jogadores que talvez se interessem em ler poderão postar nessa rodada. Obrigado a todos. Se tiverem alguma sugestão, crítica ou dúvidas podem fazê-la pelo chat ou a Medivh, enquanto ele está com vocês. XD

Obs: poderiam postar no chat o que acharam da minha longa introdução? XD
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   08.11.15 16:15


Minha vida tem andado muito louca nos últimos tempos, muitas aventuras em lugares aos quais não pertenço, porém na última das viagens, que eu estava morta, sim, morta, consegui voltar. Nesta aventura conheci pessoas que jamais esquecerei, uma delas é Wade, um maluco de colã, mas que salvou minha vida e me ajudou a não desistir. Andando pelo rua vou olhando os lugares para certificar-me que realmente estou em casa, uma chuva fora de hora começa, aperto o passo, não estava longe de casa.

Alcanço a soleira de entrada do prédio e passo mão pelo cabelo e depois pelo rosto, suspiro, desde o sumiço de Ioran sinto-me muito sozinha. Subo as escadas, não é seguro ir de elevador quando se esta chovendo, moro no quarto andar, alguns lance e estava e casa. Abro a porta e olho ao redor, olhei o canto preferido de Ioran e sorri, um sorriso triste. Tirei meu sobretudo e dirigi-me para o quarto, sentei na cama e tirei a bota, quando me preparava para tirar a calça ouvi um barulho na janela, puxei a cortina e assustei ao ver um corvo bicando a janela, como se me pedisse para entrar. Depois de tudo que passei, nada me surpreenderia, abri a janela. O pássaro entrou e ara minha surpresa transformou-se em um homem. Sua voz era rouca e passava a ideia de sabedoria. Meu quarto não era grande e a única coisa que nos separava era minha cama de casal. Ele me faz um convite, olho para ele e toco onde é solicitado. Um filme se passa em minha mente, impressionante. Por segundos olhei o homem e confesso que estava encantada, parecia que a solidão me impulsionava a ser cada vez mais desafiadora, mais ousada.

- Porque acha que eu estou à altura do que precisa? Não tenho nenhum dom especial! Sabe alguma coisa sobre mim que eu não saiba? Ao passar pelo portal, estarei vestida como um dos de lá? Poderei voltar para casa?

Andei até meu guarda-roupas, abri uma gaveta e peguei uma meia. Encarei o homem.



- Aceito seu convite, este lugar está frio demais sem a companhia do meu gato. Pode me esperar no local combinado.

Ajeitei as coisas para que não perdesse minha morada enquanto estivesse fora. A igreja não ficava longe da minha casa, mas eu nunca havia entrado nela. Lá chegando percebi que havia um outro rapaz, pisquei algumas vezes ao reconhecer que era o mesmo que estiverá comigo em minha última viagem, movi a cabeça num cumprimento e falei baixo.

- Oi, novamente juntos, que coincidência heim!

O homem já estava lá e seu portal estava aberto, ele nos apresenta aquele que devemos proteger, um príncipe, movo meus lábios num sorrisinho debochado imaginando como eu poderia proteger alguém com aquele físico, mas mantive meu silencio apenas ouvindo as palavras do homem, após ele terminar perguntei sem rodeios.

- Alguma chance de você perder o controle que exerce neste Pendagron? Se isto acontecer o que acontece conosco? E os outros? Como você tem certeza que não desconfiarão do que você fez com Uther? Se perguntarem de onde somos, o que respondo?

Mesmos em receber resposta, adentrei o portal e ao pisar no lugar dei uma boa olhada em tudo, era fantástico. A tal estalagem não estava longe, olhei Nick e falei com um sorriso.

- Vamos, afinal ele nos aguarda.

Caminhei na direção do lugar e entrei, nunca tinha visto nada como aquele lugar, tão arcaico e o cheiro não era dos melhores, odeio carne. Meus olhos pousaram no homem que me foi apresentado por Medivh, postei-me como uma guerreira e falei.

- Demoramos, senhor? Será uma honra para nós fazermos parte da Ordem Punho de Prata, servir o rei sempre foi meu maior desejo.

Fiquei de pé aguardando o que viria depois, todo era novo e a novidade dava-me animação, só a saudade que

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Nick Bartowski
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   13.11.15 1:18

Ele resolveu dar um tempo de missões depois das ultimas, seu corpo estava bem dolorido e ainda tinha pequenas fraturas da ultima transformação, tinha sido chamado para outra missão na Shield mas tinha algum tempo até responde o chamado, talvez algo sobre os guardiões. O dia passou de maneira rápida, a chuva permaneceu e foi aumentando gradativamente, uma boa oportunidade para abrir a velha garrafa de vodka que ficava na estante, não tinha que se preocupar com ressaca já que todo o álcool era evaporado de seu sistema antes que pudesse fazer efeito, isso graças a temperatura elevada de seu corpo. Estava no secundo copo e na segunda pagina, digitava de forma lenta e pensando bem no que poderia colocar naquele documento, Nick gostava de escrever nas horas vagas, eram pequenos contos de uma vida pacata, onde ele podia sonhar um dia conseguir voltar para casa, algo que era impossível já que sua realidade havia sido destruída. Demorou algumas horas para a garrafa chegar ao fim, já havia escrito trinta paginas, apagado e refeito muita coisa e mesmo depois da decima leitura ainda achava que podia melhorar, era tarde quando sua concentração foi rompida pelo pássaro do lado de fora da janela. Uma mão espectral surgiu no recinto, abrindo uma fresta grande o suficiente para deixar que o pássaro entre, Amaterasu fechou a janela logo em seguida. - Isso vai ser interessante. - Nick só entendeu quando o pássaro tomou uma forma humana.

O homem era aparentemente velho, portava um cajado e trajava vestimentas medievais, começou a falar sobre um mundo que provavelmente estava no fim e que precisava da ajuda, ele parecia falar sempre no plural o que Nick pode interpretar que era uma mensagem para outra pessoa também, algo sério. - Entendo... - Ele fez uma pausa antes de dar sua resposta, era muita coisa para processar, ao lado do homem a deusa apareceu novamente, ainda em forma espectral. - Ele aceita! - Nick ficava realmente irritado quando ela tentava empurra-lo para esses tipo de situações. - Amaterasu, já falei que ... - Ela o interrompeu agora com a voz autoritária da deusa do sol. - Lembre-se do que aconteceu com o nosso mundo, Nicolas. Você prometeu a si mesmo nunca mais deixar aquilo acontecer, não importa qual fosse o mundo, é por isso que você está nos guardiões, é por isso que se juntou aquela ordem para proteger esse universo. - Lembrar das coisas ruins que tinha acontecido com ele nos últimos anos o abalava bastante, Amaterasu tinha razão mas mesmo assim não tinha nem um tipo de conhecimento sobre o outro mundo, na verdade não tinha conhecimento sobre nem um dos mundos que salvou. - Tudo bem, irei aceitar seu convite, talvez vocês possam em auxilar com alguma coisa. - Ainda tinha que localizar os cavaleiros do apocalipse, já fazia algum tempo desde calico, talvez fosse hora de colocar sua caçada em pratica. - Encontro você no local marcado, Mago.

O amanhecer se aproximava, Nick deixou a chuva passar para ir ao local, foi andando mesmo pois tinha virado a noite e não queria gastar mais forças usando seus poderes, colocou seus trajes de combate tradicionais, o manto negro por cima do quimono de mesma cor e Amaterasu presa em suas costas, dessa vez amarada por uma corda, pois estava ficando cada vez mais pesada (Até os meros pensamentos sobre seu peso fazem a deusa ferver como nunca) Foi o primeiro a chegar e o portal que tinha aparecido em sua casa estava lá novamente, não gostava de igrejas por muitos motivos, não importa em que universo religião era sempre um problema, chegou essa conclusão depois de estudar um pouco a história do seu novo mundo, que não era tão novo agora depois de quase 3 anos nele. O mago esperou mais um pouco e para minha surpresa uma conhecida seria sua companheira de equipe, outra guardiã. - Olá! Dessa vez vamos tentar não morrer - A ultima missão tinha sido uma coisa bem assustadora, ele ainda tinha um frio na espinha quando lembrava da mescla da consciência do negro com sua tomando poder, mas afastou o sentimento voltando a ouvir o mago que os guiaria ao outro mundo, sua explicação era rápida, ele pegou os pontos principais da missão e então partiram.

Helena era do tipo questionadora, ela queria saber onde estava se metendo antes de entrar com tudo na missão, pelo menos assim ele interpretou, talvez devesse ser mais assim. " Você deveria ser mais assim. " Amaterasu sabia quando ser irritante. Eles ultrapassaram o portal e logo em seguida estavam no outro mundo, foi a viagem mais rápida da vida de Nick e para sua surpresa não passou mal, gostaria que todas as viagens interdimensionais fossem tão suaves quanto aquela. Eles teriam que encontrar o tal Arauto da Luz, Uther. A estalagem não ficou tão distante de onde eles tinham "aterrissado" mas ficou um pouco preocupado já que ambos estavam com vestimentas comuns do mundo de onde vinham, ali naquele mundo medieval, armaduras eram algo prevalente, isso não seria um problema na hora do combate mas poderia ser ruim na hora do disfarce. O cheiro de carne assando e de bebida mal fermentada infestava o ar, eles sentiram isso a uns bons metros de distância mas ali dentro era bem mais forte, não aparentava ter muita gente, especialmente por ser aquela hora, a garota pereceu convincente em seu discurso, Uther já os aguardava então eles tinham que entrar de forma firme no jogo. - O mesmo vale para mim, senhor. -
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David D. Jones
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   16.11.15 17:48

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David D. Jones
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   16.11.15 17:52

Helena


A pergunta da jovem e bela Helena não havia pego o velho homem desprevenido. Medivh conteve um sorriso, tudo estava indo como o planejado no entanto, até certo ponto. O homem ergueu uma de suas mãos levando-a até seu branco cavanhaque, não tardando em sua resposta para a jovem.  


[ Medivh ]- O futuro é sempre incerto...jovem Helena, no entanto, eu costumeiramente sou acometido por visões do que podem acontecer no futuro e certamente você estará destinada a grandes coisas e certamente já passou por situações que nunca imaginaria passar, sendo esta mais uma. Não precisará estar trajada como eles, cada um traja o que quer e o que pode, vestes estranhas aos olhos humanos são costumeiramente aceitas dada a divergência de costumes. Medivh pausou por um breve instante mas logo continuou.- Poderá voltar sim para casa. Limitou-se a apenas confirmar as palavras da jovem, no entanto, sua imagem gradativamente pareceu fragmentar-se, ele estava deixando o lugar.


Nick


Medivh havia se manifestado perante Nick Bartowski, alguém cujo havia aparecido nas estranhas previsões do homem. Por sorte não demorara muito para que o rapaz ficasse convencido graças ao convite que havia feito e certamente, as palavras finais de Nick perante o velho homem só fizeram com que assim que desse de costas a Nick um singelo sorriso brotasse a sua face. Pouco antes de desaparecer, tendo sua imagem fragmentada aos poucos até dissipar-se, Medivh o respondeu de maneira serena. – Já fui um mago, hoje sou algo.....diferente. E então, desaparecera.
Helena e Nick




Após o encontro da dupla, ao qual já se conheciam, um singelo sorriso brotou a face de Medivh que assentiu com a cabeça em sinal de cumprimento, no entanto, antes que pudessem partir, Helena se manifestou fazendo com que os orbes do velho homem se voltassem para a garota e posteriormente se direcionassem a Nick.


[ Medivh ]- Não exerço completo controle sobre Uther Pendragon. Apenas uma leve influência sobre este paladino, A Luz nele é forte e seu espírito imbatível, no entanto, essas terras de Azeroth estão completamente condenadas e Uther ainda não sabe disso.....mas saberá. Não há preocupação quanto a influência, ele apenas está inclinado a aceitarem vocês, serão apenas aspirantes a Ordem de Punho de Prata e a origem de vocês será desconhecida para Uther então...eventuais perguntas poderão e serão feitas pelo paladino. Não se preocupem caso perguntas típicas de reino, a quem servem e coisas do tipo forem questionadas, Uther se preocupará com vocês assim como os demais e qualquer pergunta delicada feita a vocês serão replicadas pelo próprio paladino.  Medivh cessou enfim sua fala, erguendo uma de suas mãos apontando em direção ao portal já conjurado pelo homem. – Terei de mostrar a vocês o porquê esta terra estará perdida e porquê deverão salvá-la...agora... Medivh pausou brevemente suas palavras, suspirando de maneira profunda e então finalmente falando.- Apressem-se...o portal não ficará aberto por muito tempo.


“ Meu tempo aqui está acabando..” pensou Medivh.
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   16.11.15 17:57

Helena e Nick finalmente atravessariam o portal caso ambos não tivessem mais perguntas porém Medivh não os acomparia, fazendo com que o portal fosse fechado assim que a dupla atravessada. Helena e Nick então seguiriam em direção a estalagem onde Uther estava, levantando-se logo em seguida para cumprimentá-los. A primeira a se manifestar fora Helena, questionando-o sobre certa demora ao qual Uther, por sua vez, esboçou um largo sorriso mal contendo a gargalhada que veio em seguida.


[ Uther ]- Ora ora...não se preocupem com atrasos mas devo confessar que chegaram bem na hora meus amigos! Exclamou o homem logo continuando. – Tenho certeza que o Rei Terenas II irá apreciar em muito a ajuda de vocês e todos os demais paladinos da ordem, ainda que eles sejam um pouco diferentes do padrão. Disse o homem de considerável idade enquanto piscava para Nick e Helena, certamente as vestes da dupla eram diferentes mas nada que poderia se tornar um inconveniente ao grupo. – Bem, apresentem-se por favor e a propósito...onde estão meus modos! Exclamou um segunda vez enquanto pegava novamente a grande caneca que parecia estar próxima e então, molhou a garganta acabando com o conteúdo. – Meu nome é Uther Pendragon, Paladino da Ordem Punho de Prata e superior de vocês nessa incursão, agora, vamos indo, estamos um pouquinho atrasados. Sorriu Uther direcionando-se lentamente aos fundos da estalagem, o homem fez sinal para Helena e Nick esperarem e então retornou com alguns pertences, uma enorme marreta cujo cabo parecia ser quase do tamanho da estatura do homem e um grande livro cujo peso parecia ser igualmente equiparado a armadura. Adornos em ouro e prata recobriam o grande martelo assim como a armadura de Uther que virou-se a dupla enquanto apoiava a imensa arma em seus ombros. – Por favor me sigam! Disse ele em bom humor.


Uther então seguiria para fora da estalagem. Helena e Nick poderiam contemplar mais rapidamente o lugar composto e construído através de um mesclo de madeira e concreto, pessoas completamente diferentes das que estavam acostumados, vestes, objetos e afins. Assim que saíssem pela porta da estalagem, avistariam dois guardas trajando armaduras e grandes marretas igualmente a Uther, porém sem o grande livro do paladino ou a armadura confeccionada em ouro e prata. Assim que Uther fora avistado com os ditos “ calouros”, o homem que aparentasse ser mais algo se manifestaria com uma grossa voz.


[ ??? ]- Lorde Uther, as tropas da Ordem do Punho de Prata estão prontas para a partida. Vejo que há dois novos membros com o senhor.


[ Uther ]- Sim, sim. Vamos partir imediatamente Razor, alerte os oficiais para seguirem ao portão principal de Lordaeron.


[ Razor ]- Pelo jeito o senhor está bem protegido por esses dois....calouros. Disse o homem em tom hostil, desviando o olhar para Helena e Nick.


[ Uther ]- Você já foi iniciante um dia Razo. Pela Luz, não atormente os novatos! Exclamou Uther em tom brando.


[ Razor ]- Ahahaha..estou apenas brincando. Me perdoem pela brincadeira, sou Razor, segundo em comando da Orde....ah quer saber, dos paladinos, pronto. Disse o homem abrindo um singelo sorriso. Razor era robusto e alto, claramente o peso da idade não havia se abatido em si, ao contrário de uther, no entanto, após as proferições, o homem partiu juntamente com o guarda que o acompanhava. Uther, mantendo o bom humor sorriu e seguiu em outra direção, acenando para a dupla o acompanhar.


[ Uther ]- Razor sempre gostou de assustar os ingressantes da ordem mas não se preocupem, ele é uma ótima pessoa. Assim que as tropas chegarem ao portal principal de Lordaeron iremos partir e então eu explicarei a vocês a situação do reino.


Não demoraria muito para que o trio chegasse aos imensos portões de Lordaeron, a chuva já havia cessado pouco antes do trio sair da estalagem então não haveria qualquer problema ao seguirem até os portões. Não demoraria mais do que 15 minutos para que cerca de 20 homens e mulheres se aproximassem também dos portões, todos eles trajando armaduras parecidas com a de Razo sem o típico livro ou a grande arma confeccionada em ouro. Adornando as vestes de tais homens e mulheres estavam a trajar tabardos com um símbolo em forma de leão em seus peitos. Razo seria o primeiro a se manifestar.


[ Razor ]- Lorde Uther, todos estamos aqui, 20 paladinos da Ordem do Punho de Prata....não...22. Disse Razor esboçando um breve sorriso, este que fora compartilhado por Uther. Em meio aos membros da ordem, haviam cavalos ao qual utilizariam como montaria e outros que seriam utilizados para levar certas provisões como carnes, legumes e demais mantimentos. Razo não tardaria em aproximar-se de dois cavalos e trazê-los em direção a Nick e Uther, oferecendo-os as redéas de ambos. – Como se chamam? Indagou Razo. Após a resposta da dupla, entregaria a rédeas dos animais a Nick e Helena. – Este é Trovão e esta aqui Safira, eles serão seus companheiros de agora em diante então vocês terão que cuidar de suas montarias como se fossem membros da família. Disse o homem sorrindo.


[ Uther ]- Paladinos da Ordem do Punho de Prata, estaremos partindo agora para a resolução dos problemas do Reino, creio que todos sabem a causa então apenas peço para que a Luz nos acompanhe. Por Lordaeron! Vociferou Uther tendo como resposta urros. O grupo estava partindo.


Helena e Nick deveriam acompanhar Uther, sendo seguidos mais atrás por Razo e seu parceiro. Uther esboçaria um breve sorriso a dupla antes de começar a explicar para onde estariam indo.
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David D. Jones
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   16.11.15 18:03

[ Uther ]- Bem rapaz...e senhorita. Estamos seguindo para uma cidade não muito distante do Reino de Lordaeron, é uma cidade pequena onde há poucos guardas para sua proteção. Recentemente recebemos informações de que um acampamento orc havia sido montado próximo a cidade e isso fez com que o Rei Terenas ficasse preocupado sobre as atividades dessas criaturas selvagens. Nossa missão será bem simples, vamos apenas ver como a cidade está e talvez descobrir o que esses orcs estão tramando. Uther ergueu uma das mãos levando até sua cumprida barba, logo tornando a falar. – Ah, como pude me esquecer! Exclamou o homem. – O príncipe Arthas irá nos encontrar mais tarde, ele está vindo de um último treinamento e irá nos auxiliar. Peço para que sejam cordiais com o príncipe. Disse Uther.


( Neste Momento vocês podem fazer quaisquer perguntas  Uther. )



A caminhada do grupo de paladinos demoraria algumas horas ao qual já poderiam avistar a pequena cidade como uma silhueta no horizonte. O sol estava forte no entanto, momento ou outro os paladinos passavam cantis e garrafas com água entre seus membros. Entre a caminhada e as breves pausas que faziam em algum lago ou algo do gênero, Uther falava a Helena e Nick.


[ Uther ]- Bem, creio que não teremos muitos problemas na cidade vizinha de Lordaeron mas vocês como aspirantes precisam saber que os orcs não são criaturas amistosas.


[ Razo ]- Aliás, Lorde Uther, nem um pouco, não é? Uther assentiu sua fronte se virando para Helena e Nick.


[ Uther ]- Vocês devem ter apenas ouvido falar neles em livros enquanto treinavam em bonecos de treinos, no entanto, vou explicar o pouco que sei dessas criaturas bestiais. Os orcs são seres de peles verdes....okay..nem sempre tem cores esverdeadas, algumas são marrons e outros azuis...isso define claramente sua pureza. Antes que perguntem como funciona essa pureza, creio que deva ser critério de linhagem pois dizem que muitos orcs a muitas luas atrás eram aliados de demônios e com isso, consumindo o sangue dos mesmos, eles tinham suas peles avermelhadas sendo os efeitos.... desastrosos. Mas voltando ao assunto. Uther já se aproximava novamente do cavalo, subindo no mesmo com uma agilidade que não condizia com sua armadura ou idade. – Eles são seres de aproximadamente 2, 3 metros de altura, força claramente sobrehumana e uma selvageria assustadora. Por sorte, suas armas são rústicas e suas táticas quase sempre previsíveis. Eles não possuem um líder em específico como nós...sendo Rei Terenas Menethil II o Rei de Lordareon e Arthas seu sucessor, no entanto, há outro príncipe de Ventobravo( ou Stormwind como preferirem ), que perdeu seus pais desaparecendo logo em seguida. Os orcs possuem líderes tribais de cada bando, podendo serem desafiados e confrontados quando não estão em tempo de guerra...


[ Razor ]- Lorde Uther! Exclamou o segundo em comando. – Olhe!!! Vociferou o homem.


Assim que todos direcionassem seus olhos para a última colina antes da cidade poderiam ver uma quantidade significativa de fumaça, o cheiro de carne poderia ser sentido a léguas, no entanto, era um cheiro estranho aos vários membros da Ordem do Punho de Prata mas não Uther que entredentes disse. – Paladinos da Ordem do Punho de Prata, preparem-se para defenderem nosso povo! Exclamou em um tom de voz completamente diferente enquanto encrava Helena e Nick. – Tome cuidado vocês dois, se possível fiquem próximos a mim e a Razor, acredito que a cidade esteja sendo atacada. Não demorou muito para que todos se aprontassem. Caso Helena e Nick tivesse  alguma exigência ou pedido, poderiam fazer. – POR LORDAERON! Vociferou Uther atiçando seu pesado cavalo em direção as colinas. Sua grande marreta foi deixada ao lado do corpo um pouco afastado de seu cavalo, Uther decidiu avançar. – VAMOS! QUE A LUZ NOS GUIE!


Não demoraria muito para que o grande pelotão avançasse em direção aos portões da pequena cidade. Conforme o grupo se aproximava de maneira impetuosa, diversos picos de fumaça podiam ser notados e gradativamente, gritos e lamentos, de alguma forma, o súbito ataque parecia ter acabado. Uma jovem mulher aproximou-se de Helena rapidamente.


[  ??? ]- Graças aos céus, a luz pareceu ouvir nossas preces, vocês vieram nos ajudar? Indagou a mulher.  Uther, por sua vez, permaneceu em silêncio, deixando que um semblante minimamente pesaroso fosse acometido em sua face enquanto outro habitante do lugar pareceu se aproximar, dessa vez de Uther.


[ ??? ]- Senhor Pendragon, fomos pegos totalmente desprevenidos, orcs invadiram o acampamento e levaram vários de nossos suprimentos, os poucos guardas que tinham foram mortos por aquelas aberrações e..... Disse o homem já em prantos enquanto virava-se para o grupo. – Eles levaram alguns de nossos irmãos!


[ Uther ]- O QUE?! Exclamou Uther. – Como isso é possível, orcs não fazem prisioneiros!


[ ??? ]- Meu senhor...as peles deles eram vermelhas como sangue e de seus olhos estranhas faíscas emanavam. Por favor, salve nossos irmãos.


Uther permaneceu em silêncio por alguns instantes enquanto saltou do cavalo de maneira rápida. Ele ergueu uma de suas mãos pesadas e apontou em direção a dois membros da Ordem do Punho de Prata.



( Uther Pendragon )
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David D. Jones
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   16.11.15 18:09

O velho paladino então ergueu uma de suas mãos apontando em direção ao cidadão. Um brilho amarelado pareceu emanar do corpo de Uther consideravelmente até restringir-se em uma pequena centelha no centro de sua mão, sendo direcionada ao cidadão rapidamente. Cortes superficiais pareciam fechar assim como arranhões já não incomodavam, gradativamente a vermelhidão de possíveis pancadas e afins pareciam desaparecer.


[ Uther ]- Zan e Karila, sigam os rastros desses orcs imediatamente, não o enfrentem em hipótese alguma, apenas sigam e procurem saber onde o acampamento deles está situado.


[ ??? ]- Sim, Lord Uther. Disseram ambos em tom uníssono.


[ Uther ]- O resto de vocês, curem os habitantes que estão feridos e procurem sobreviventes, ajudem-nos na organização da cidade. Razor, Darius, Helena e Nick, estabeleçam nossas defesas e vejam o que podem usar para um possível ataque desses orcs, vamos defender essa cidade.


E então, todos receberam suas funções e partiram. Darius e Razor fizeram um breve sinal para Nick e Helena o seguirem, eles seriam os primeiros a adentrarem a cidade.


( Razor )


( Darius )


O Avanço em Stornhold





Stornhold era uma pacifica cidade vizinha de Lordaeron. A maioria de seus habitantes eram agricultores e camponeses. A guarda na cidade era pequena em relação as outras cidades visto que Stornhold nunca fora atacada antes. Seus habitantes, sempre pacíficos, eram consistentes de mais de 40 familias entre homens, mulheres e crianças e sempre que podiam estavam em clima de festa, mas não naquele inicio de tarde. Darius e Razor avançariam até os portões traseiros da cidadela, haviam canhões tombados, armamentos espalhados por todo o lugar e várias torres de observações danificadas. Alguns picos de incêndio emanavam de estábulos e celeiros, fazendo com que os próprios habitantes se mobilizassem para pegar água de poços, fontes ou mesmo de uma pequena nascente que havia próximo a pequena cidade.  O caos havia se instaurado completamente no lugar assim como várias outras construções também pareciam ter sido danificadas. Darius, aquele ao qual possuía longos cabelos aloirados suspirou profundamente, lamentando o que havia acontecido com outrora festiva cidade, mas não se manifestou, ao contrário de Razor.


[ Razor ]- Esses malditos orcs....porquê atacaram? Porquê mantiveram prisioneiros? Eles acham mesmo que podem enfrentar a nós, paladinos?


[ Darius ]- Razor, eles não sabiam de nossa chegada mas algo que me intriga é o fato de possuírem peles vermelhas, algo que só lemos sobre, seria a lenda verdadeira?


Razor permaneceu em silêncio por alguns instantes, não demoraria até que o paladino, ajeitando brevemente o peitoral de sua armadura erguesse uma arma semelhante a de Uther, apoiando-a sobre seus ombros começasse a falar sobre a lenda.


[ Razor ]- Dizem os registros que, a muitos invernos atrás os Orcs invadiram Azeroth, não sendo uma raça nativa deste mundo, e então, não somente ele mas demônios o acompanhavam. Dado aos benefícios raciais desses malditos, ao também consumirem o sangue dos demônios que o acompanhavam sua força já sobrehumana triplicaria e com isso as atrocidades que eles cometeram desde a Primeira Grande Guerra entre os humanos e orcs. Razor suspirou profundamente. – Acha mesmo que os demônios estão por ai? Coordenando seus servos como marionetes? Um sorriso breve surgiu a face de Razor. – Não creio que tais criaturas bestiais tenham alguma forma de trazer os demônios de volta uma vez que eles foram repelidos  completamente e erradicados de Azeroth.


[ Darius ]- Não creio que os habitantes de Stornhold iriam mentir sobre determinado assunto Razor, acho que sua falta de fé nas palavras dos habitantes está clara ou você acha que apenas os paladinos possuem palavras válidas?


Razor suspirou e virou-se em direção a Darius em desaprovação. Nada mais foi dito e Razor começava a tentar preparar alguma defesa, desde o aceno a Darius para levantarem alguns canhões que haviam sido derrubados.
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   16.11.15 18:11

I N F O R M A Ç Õ E S


Razor Devanier : Segundo em comando de Uther Pendragon. Aparentemente possui cerca de 30,35 anos de idade, robusto e de cabelos curtos. Costumeiramente adora assustar novatos e parece ser um tanto quanto temperamental.


Darius Mograine: Iniciado na Ordem do Punho de Prata, possui grande estima por Uther Pendragon graças a seu pai, um nobre Cavaleiro da Lâmina de Ébano cuja espada possui uma grande fama entre os humanos.


Stornhold: Cidade onde a Ordem do Punho de Prata iniciou uma incursão.


Orcs: Raça de seres tribais extremamente fortes. Possuem várias cores dadas a sua linhagem e quase sempre são agressivos com relação aos humanos.


Stormwind ( ou Ventobravo ): Um Reino que fora atacado a algumas décadas. A família real fora morta e seu filho ficou desaparecido desde então. O Reino foi reconstruído mas permanece sem herdeiro.


Altaforja: Reino dos Anões


A Luz: Uma entidade ou senso de espírito que garante força aos paladinos para causarem danos ou curá-los. Todos os humanos são suscetíveis a luz desde que suas ações não perturbem a conduta dos paladinos.


Medivh: Outrora um poderoso mago, outrora possuído por um demônio, agora, nem mesmo o próprio velho sabe o que se tornou. Conhecido como alcunhas de Viajante Errante, Corvo ou mesmo como O Profeta.


E ai pessoal, tudo bem? Espero que sim e também espero que estejam gostando da quest. Peço desculpas pelo tamanho das postagens mas, se quero que vocês se afeiçoem a alguns personagens ou npc’s criados por mim, tem de haver um diálogo e como sei que vocês podem não conhecer a história de warcraft então estou tentando seguir parte da cronologia para que não fiquem perdidos com relação aos termos como paladinos, luz, orcs e afins. Espero que estejam gostando.


Pessoal, mais uma adorável vez, não irei colocar um prazo específico embora acredite que 10 dias são ótimos mas como estamos em final de ano e tudo o mais, sei que muitos estão querendo salvar as notas no colégio ou faculdade ou mesmo com afazeres mais sérios, então não se preocupem com prazo, mas não extrapolem. Se passar de 16 dias sem ninguém postar vou encerrar a quest. O tema muito me agrada mas gosto de compromisso. Obrigado Nick e Helena \o Sem vocês eu não poderia estar tocando essa quest! \o/

obs: pessoal, se puderem postar na quest os equipamentos que estão consigo eu ficaria feliz \o/

SE MAIS ALGUÈM QUISER ENTRAR NA QUEST ME MANDE MP PARA QUE EU POSSA DAR UMA FUNÇÃO ESPECIFICA. OS 2 PRIMEIROS QUE ENTRARAM SÃO CONSIDERADOS PALADINOS DA ORDEM DO PUNHO DE PRATA. OUTROS MEMBROS SERÃO DIRECIONADOS PARA OUTROS TIPOS DE GRUPOS. OBRIGADO!
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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   22.11.15 17:55


As palavras enigmáticas de Medivh ainda faziam eco em minha mente, se o lugar estava condenado, como poderíamos salvá-lo? Antes do homem desaparecer perguntei mais uma vez.

- Você nos acompanhará? Sabe se meu poder é útil para eles?

Atravessei o portal e Uther mostrou-se um homem simpático e quando se apresentou para mim, dei um passo à frente e falei com firmeza.

- Helena, a seu dispor, sem ser muito inconveniente, mas o senhor teria, por acaso, um escudo para me fornecer?

Aguardaria a resposta do homem, mas antes disto ele nos convidou a segui-lo para fora da estalagem e então conhecemos Razor, um homem de aparência madura e que trazia na voz certo ar de brincadeiras. Quando este se apresentou, após uma piadinha, refiz o que fiz antes e falei de forma firme.

- Prazer, sou Helena.

Estendi a mão na direção do homem, não sabia se era assim que se cumprimentavam, mas este era o meu jeito de apresentar-me. Peguei minha montaria, passei a mão pelo pescoço da égua e a olhei nos olhos, ao passar o dedo pela montaria, saberia quem havia montado a égua antes de mim ( se existe algo a saber, depende do narrador). Aprendi a montar em cavalos numa terra de magia, Wade me ajudou, não era tão boa. Observei a leveza com que Razor montou seu animal e perguntei sem cerimonia.

- Sua armadura é feita do que? Há quanto tempo está nos Paladinos?

Seguia trotando, seguindo Razor de perto. Quando Uther passa informações importas, aguardei este terminar de falar e perguntei baixo.

- Orcs saqueiam as cidades em busca de alguma coisa especial? E porque o príncipe virá para fazer esta ronda?

Talvez eu estivesse sendo inconveniente, mas tudo ali era novidade para mim. Cavalgávamos debaixo de um sol forte, acho que nunca havia bebido tanto água em toda minha vida. Uther nos passava informações valiosas, minha pele branca ardia naquele sol escaldante, suas explicações eram claras e tentei imaginar um Orc. Olhei para Razor.

- A pele dos Orcs é difícil de penetrar? Se você chamar um Orc para m combate, pode liderar sua tribo? Os Orcs dos quais já ouvi falar, eram bem burros, estes também são?

Razor nos alerta e ao olhar para onde ele aponta meu coração se acelera. A fumaça subia do lugar, seguindo o exemplo dos outros acelerei minha montaria e ao chegar ao portão do lugar a cena era triste, mas nada mais triste que a expressão das pessoas. Fui pega de surpresa quando um dos moradores aproximou-se de mim, olhei para ela e falei baixo.

- Acalme-se, estamos aqui e faremos o nosso melhor.

Eu agora observava o lugar, tentava entender o que se passava ali quando ouvi a voz alarmada de Uther, ao que parecia as coisas estavam realmente bem diferente do que as usuais, como Medivh nos havia tido, tudo já estava perdido. Encarei Razor por breves segundos, mas o que veio depois disto me fez não desgrudar os olhos do homem. Eles tinham poder de cura? Aproximei-me de Nick e falei baixo.

- Ao que parece, novamente, estou num lugar onde sou a única que não possui nenhum superpoder, chato isto.

Voltei a minha postura e ouvi as ordens de Uther, aproximei-me de Darius, falei baixo.

- Diga-me o que fazer, não sou boa nesta coisa de criar defesa e sou desprovida de encantos. Devo arrumar um lugar seguro para as pessoas? Ou talvez juntar as armas? Estas coisas ajudariam?

Estava bastante deslocada, mas tinha muita vontade de ajudar e havia feito uma promessa ao homem que me convocou.
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Nick Bartowski
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   25.11.15 0:30

A estalagem continuava mesmo naquela hora do dia, Uther permanecia de bom Humor e bebendo quando eles chegaram, se apresentou propriamente para então poder direciona-los as primeiras diretrizes de seus afazes como novos recrutas. Nick permaneceu calado maior parte do tempo, não tinha muitas duvidas, só se manifestaria se tivesse que usar armaduras ou itens que restringissem sua velocidade, ponte chave de sua força, além de poder causar problemas com seus poderes. Logo mais estavam na base dos Punho de Prata, Uther encontrou o segundo em comando, seu nome era Razor e ele tinha um pouco de senso de humor apesar da aparência séria. - Sou Nickolas, prazer em conhece-lo. - Fez uma referência desajeitada, caso perguntasse ele apenas diria que era costume em sua terra natal.

Não muito depois eles estavam partindo na direção da cidade vizinha, Uther explicava sobre os Orcs, as criaturas bestiais que tinham a cor esverdeada, em alguns casos até marrom e Azul, e sobre o rei e suas preocupações quando a cidade, um acampamento Orc perto de uma cidade não podia resultar em algo bom, Nick pensou, mas também achou que talvez estivesse sendo racista, não conhecia os Orcs sem sua natureza, apenas tinha a noção humana de o quão bestiais eram. - O principe está na linha de frente? isso não é... digo, perigoso? - Talvez naquele mundo morrer em batalha fosse algo glorioso, assim como os nórdicos.

Bem antes de chegarem a cidade Nick pode sentir um ar pesado, um cheio familiar, seus olhos se tornaram chamas singelas, ninguém perceberia, aquilo indicava que sua visão de calor estava ativada e ele conseguiria ver até mesmo pequenas chamas a grandes distâncias, assim que foi avisar a Uther percebeu que o paladino já estava notando. Todos se direcionaram para o local, Nick também junto com sua montaria que se chama trovão, poderia ser chama o nome do cavalo, mas isso era o de menos naquele momento critico.

Chegaram na cidade e o caos já tinha tomado conta de todo o lugar, gritaria de dor e desespero, pessoas correndo e chorrando, casas queimadas, pessoas mortas, Nick pode ver uther pela primeira vez aborrecido, ele logo usou de seus poderes para curar uma mulher aos prantos, as feridas dela foram se fechando de maneira gradual e não parecia doer de nem uma forma. Helena falou bem ao seu lado, ele respondeu logo em seguida. - Habilidade já é o bastante nessas Aventuras. - Uther passou a designar tarefas para os paladinos da ordem, Nick deu um passo a frente. - Se me permite Uther, gostaria de acompanhar Zan e Karila, consigo rastrear os Orcs de maneira eficaz. - Era possível que ele conseguisse levando em consideração a temperatura corporal dos Orcs, ele assumiria que as criaturais bestiais fossem bem maiores que os humanos e tivessem um metabolismo mais ativo, isso significava mais temperatura corporal, facilitaria a  procura de Nick contanto que ele seguisse os rastros. - Eu... Tenho técnicas mágicas envolvendo temperaturas, posso dizer a quantidade de inimigos que vamos enfrentar e até a quantidade de prisioneiros que eles fizeram. - Ele tentou seu o mais convincente possível, assim poderia entrar no acampamento do Orcs e salvar o pessoal, não sabia o quão poderosos esses seres eram mais ele tinha que fazer algo.

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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   27.11.15 17:17

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David D. Jones
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   27.11.15 17:24

Helena / Nick


Antes da jornada da bela e jovem Helena se dar início, a indagação da garota alcançou a ciência de Medivh que pouco antes de desaparecer a olhou de soslaio, esboçando um breve sorriso. Sua voz, gradativamente ecoava pelo lugar em resposta a Helena. – Estarei sempre os vigiando...mas não...irei intervir...eu já falhei com a humanidade uma vez...não ocorrerá novamente. E então, a silhueta humana do homem desaparecera como se nunca estivesse ali.


Helena havia atravessado o portal e após comunicar-se com Uther Pendragon, apresentando-se, questionou-se o homem de meia-idade sobre um escudo para proteger-se, aguçando a curiosidade do paladino que não questionou. – Ahhhh sim, sim, vejamos o que nossos paladinos tem consigo...só peço para que aguarde um pouco. Disse o homem sendo mais uma vez gentil.


Durante o início da jornada dos heróis, Nick fora o que menos manifestou-se, apenas projetando-se claramente quando necessário, sendo Helena aquela que indagou Razor sobre sua armadura, fazendo com que Razor, apesar de madura idade esboçasse um breve sorriso.


[ Razor ]- Ao contrário de Uther, minha armadura é feita de aço...aço de Altaforja, creio que já tenha ouvido falar das resistentes confecções dos anões, não? Indagou Razor esboçando um breve sorriso. Não esperava um retorno de Helena.


Mais a frente, antes da tropa de paladinos se deparar com a cidade Stornhold, Uther Pendragon parecia passar algumas informações referente aos orcs inicialmente, sendo imediatamente indagado por Helena em sequência ao qual o próprio paladino não hesitou em responder a jovem prontamente.


[ Uther ]- Ahhhh jovem Helena, quem sabe. Relatos que temos fora que um corvo surgiu em nosso mundo trazendo a danação a ele, ele trouxe os orcs a esse mundo, eles buscam tudo, recursos, comida, alicerces de nossas edificações bem construídas para construir a deles mas eu temo mais é que a motivação deles seja simplesmente pelo combate já que não possuem um líder como nós. Uther após isso, moveu suas pernas com intenção de atiçar seu cavalo e avançar mais a frente.


Razor, por sua vez escutou a pergunta de Helena, permanecendo em silêncio por alguns instantes e logo esboçando um breve sorriso.


[ Razor ]- Bem...creio que com um escudo será difícil penetrar a pele deles. Disse rindo enquanto retirava algo que parecia adornar seu cavalo, entregando-o a Helena. Era um escudo que possuía um belíssimo adorno em forma de leão, seu tamanho claramente poderia proteger desde as coxas da garota ao seus ombros, porém, assim que Helena pegasse o escudo poderia perceber que o mesmo não pesava quase nada. – Espero que seja do seu agrado, paladina. Esse escudo foi forjado pelos anões de Altaforja, um presente que recebi de uma batalha mas....não faz muito meu gênero. Disse rindo.- A pele dos orcs não é tão difícil de penetrar mas, a quantidade de ferimentos que se deve causar neles pra fazer um cair...AHHH isso sim é problema, mas, na cabeça fica tudo mais fácil. Disse rindo.




Mais a frente, tanto Helena quanto Nick questionaram a vinda do príncipe Arthas, no entanto, certamente seria estranho um príncipe fazer rondas ou mesmo seguir com soldados para uma pequena cidade, mas ainda assim, Uther resolveu responder-lhes rapidamente.


[ Uther ]- Arthas Menethil....que rapaz complicado. Disse enquanto passava uma das mãos em seus cabelos. – Ele acabou de terminar o treinamento dos paladinos assim como vocês, sendo um jovem realmente promissor, porém, há um problema ainda maior do que orcs circundando por ai. Recentemente recebemos uma visita de um mago errante que avisou que essas terras estavam condenadas...ahahaha. Uther riu a princípio mas logo assumiu uma postura séria. -...depois disso recebemos relatos de que os orcs estão se movendo ao redor de Lordaeron mas não estão atacando, eles parecem estar...de mudança, algo que em muito me intrigou, orcs são extremamente territoriais, algo ou alguém está os motivando e se não bastasse, recebemos relatos...e devo dizer...relatos de que uma grande ameaça está percorrendo todo o continente de Azeroth mas eu não tenho certeza. Enfim, Arthas foi enviado por seu pai para que possa revigorar os soldados que estão a muito longe de casa e também se tornar um guerreiro tal qual seu pai já foi um dia. Disse Uther com certo pesar nas palavras, certamente ele tinha grande estima pelo Rei Terenas Menethil.


Pouco tempo depois o grupo avançou sobre Stornhold ao qual Helena e Nick pareceram receber diretrizes provindas de Uther, no entanto, sendo Helena a primeira a se manifestar perante seu parceiro sobre superpoderes, recebendo a resposta de seu companheiro quase que imediatamente e em sequência o questionar de Nick a Uther, pedindo para acompanhar a dupla de paladinos que iria fazer o rastreio do lugar.


[ Uther ]- Ah..claro, creio que três paladinos serão o suficiente para rastrear esses orcs. Tomem cuidado e não enfrentem essas bestas, vamos assegurar a vida dos habitantes e localizar o acampamento dessas feras. Que a Luz os proteja. E então, o trio Zan, Karila e Nick deveriam partir.

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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   27.11.15 17:28

Helena




Ao aproximar-se de Darius e indaga-lo, um tênue sorriso surgiu a face do homem.


[ Darius ]- Não se preocupe, sei como deve ser difícil estar em campo pela primeira vez. Disse o homem logo em sequência fazendo um gesto para que Helena o acompanhasse. – Bem, vamos montar algumas barricadas para atrapalhar o avanço dos orcs casos eles ataquem. Meu pai disse uma vez que isso ajudava em um ataque pois eles se atrapalhavam em uma corrida. Disse enquanto passava uma das mãos em sua barba gentilmente. – Vamos recolher alguns destroços e então vamos coloca-los nos meios das ruas, pode ser ? Disse ele aproximando-se de um amontoado de caixotes, movendo-os com certa dificuldade.


Não demorou muito para que Helena fosse chamada agora por outro homem, parecido com Darius no entanto com a armadura claramente diferente.


[ ??? ]- Pode me ajudar com esse aqui..esse rapaz está ferido. Disse o homem em tom firme. – Não sou desse tipo de especialização, será que poderia curá-lo? Um malicioso sorriso pareceu surgir a face do homem enquanto ele encarava Helena com os olhos firmes e estreitos. – Desculpe a brincadeira..eu sei que você e o seu amigo não são daqui. Aliás, vocês não são paladinos são? Indagou o homem. – Me chamo Thassarian, muito prazer, não pude deixar de ouvir o seu comentário com o rapaz de cabelos estranhos. Só vou lhe dar um conselho, disse Thassarian apontando em direção a perna do rapaz que parecia com um corte superficial mas ainda assim o suficiente para fazer com que o rapaz gemesse de dor.


O homem deitou o rapaz no solo e então movimentou um grande livro que estava as suas costas, segurando com ambas mãos e então, folheando algumas páginas enquanto momento ou outro desviava o olhar para Helena. – Não fique preocupada, não irei contar nada a ninguém, mas meu conselho é...confie na luz e acredite nela e só então, faça. Disse o homem com palavras firmes. Um brilho que mais pareceu ser uma centelha emanou do corpo de Thassarian logo após ele fechar o livro e colocar uma das mãos sobre a perna do rapaz. A luz emanou de seu corpo e chegou a Helena que poderia sentir-se revigorada caso a caminhada a tivesse exaurido ou o calor a estivesse incomodando, incertezas, dúvidas, tudo desapareceria em um instante e a dúvida sobre ter ou não poder seriam extintas. –Acredite. Após retirar a mão da perna do rapaz o ferimento havia se curado, apenas estando sujo a perna do rapaz pelo qual um filete de sangue escorrera. – Basta acreditar e você será capaz de fazer.


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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   27.11.15 17:34

Enquanto isso
Nick


Nick havia partido com os outros dois paladinos a cavalo, o trio permaneceu em silêncio por um tempo considerável até a mulher saltar de maneira abrupta de sua montaria. O galope não havia levado mais do que vinte minutos e logo o trio pôde se ver adentrando uma curta floresta que havia próximo. Suas árvores, embora afastadas uma das outras possuíam troncos grossos e vívidos, a vegetação rasteira encobria quase todo o lugar e os cavalos não passariam qualquer dificuldade em passar pelo terreno, em dado momento, o trio passou por um pântano, pouco antes da paladina saltar de sua montaria. Assim que a paladina saltou do animal, inclinou-se em uma agilidade incrível apesar da armadura pousando uma das mãos no solo rapidamente.






[ Karila ]- A trilha está fresca e há algumas pegadas ligeiramente apagadas, eles tentaram usar arbustos para disfarçar...eu diria que...há de 2  5 humanos com eles.....Nickolas, se você é realmente capaz de sentir altas temperaturas a uma considerável distância, será que poderia fazê-lo agora?


( Karila )


[ Zan ]- Que estranho..nunca vi orcs com prisioneiros antes, o que será que estão tramando? Indagou o paladino enquanto agitava as rédeas de sua montaria para avançar.- Vamos descobrir onde essas bestas estão e vamos relatar a Uther o mais rápido possível.




( Zan )


Caso Nick utilizasse seus poderes, poderiam sentir uma grande temperatura vinda do norte. Se sua precisão fosse ainda mais clara em distinguir os pontos provenientes de calor poderia notar que haviam cerca de 18 focos de calor e um maior ainda. Nick havia achado o acampamento sem qualquer problema mas sua concentração lhe custaria parte de sua atenção, atenção está que poderia apenas ser notada quando o corpo de Karila caiu ao solo bem atrás dele, inerte. A paladina estava morta. Enfim, Nick havia encontrado um orc.


[ ??? ]- O PRIMEIRO CAI PELA GLORIA DE NOSSO SENHOR! A criatura urrou de maneira feroz enquanto movimentava seu corpo de maneira hábil em desvencilhar-se de arbustos. A criatura havia se ocultado no pântano e com isso escapado ao senso de Nickolas. A criatura vagamente humanoide possuía cerca de 2,5 de altura, portando uma lâmina um pouco maior que seu corpo, calvo, com duas grandes presas escapando dentre seus lábios retorcidos. Suas orelhas eram pontudas e apenas parte de seu corpo estava recoberto por armaduras. A criatura possuía uma pele avermelhada com símbolos encobrindo todo o seu corpo. Ele não era um típico orc como relatado, enfim, os habitantes de Stornhold estavam certos.


( JUBEI’THOS ( BOSS ) )


[ ??? ]- JUBEI’THOS! MATARÀ TODOS VOCÊS PELA GLÓRIA DO MEU SENHOR! A criatura visou movimentar novamente sua lâmina e fora desta vez que Zan projetou-se com uma grande espada para parar o ímpeto da criatura. As pernas do paladino fraquejaram pelo golpe massivo da criatura fazendo com que ele ficasse de joelhos. –MAIS UM CAIRA! GROARRR!! O orc em total contraste com seu tamanho em peso movimentou sua lâmina de maneira rápida e mortal, Zan não teve qualquer chance de bloquear ou se movimentar. Neste momento os olhos do orc cintilou em um brilho vil esverdeado enquanto o corpo de Zan caía inerte ao solo igualmente ao da paladina.


[ JUBEI’THOS ]- GRRRRRRR, VOCÊ É O PROXIMO! Urrou a criatura enquanto apoiava no resguarde de sua lâmina uma nova vez visando girá-la, porém, desta vez de encontro a Nickolas. – SANGRE!!!
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David D. Jones
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   27.11.15 18:08

Enquanto isso
Helena



Helena juntamente com Darius, Razor e Thassarian haviam montado algumas barricadas pelas ruas de Stornhold assim como Darius e Razor haviam levantado alguns canhões que haviam sido derrubados e Thassarian havia curado alguns feridos. Tudo parecia ocorrer perfeitamente como dito por Uther até que a voz de um paladino ecoa pelo lugar.


[ ??? ]- O Príncipe! Arthas está aqui! Vociferou o paladino.


[ Uther ]- Paladinos da Ordem do Punho de Prata, ouçam minha voz! Exclamou Uther. – Vamos dar as boas vindas ao Princípe.


Não demorou muito para que Arthas cruzasse os portões de Stornhold juntamente com 8 cavaleiros as suas costas. Assim que o paladino adentrou o lugar imediatamente saltou do cavalo e fora em direção a Uther.


[ Arthas ]- Uther Pendragon...


( Arthas Menethil )


[ Uther ]- Arthas Menethil...


[ Arthas ]- Vamos deixar de formalidades meu mentor. Disse Arthas esboçando um breve sorriso enquanto Uther se aproximava do rapaz lhe dando um abraço fraternal.


[ Uther ]- Está certo rapaz.
Disse sorrindo. – O que aconteceu a seu pai para enviá-lo aos campos de batalha? Indagou Uther sorrindo.


[ Arthas ]- Ele acredita que sob sua companhia eu terei mais paciência Ahahaa...


A dupla sorriu enquanto Arthas fez uma breve reverência aos paladinos da Ordem, sorrindo logo em seguida.


[ Uther ]- Acho que seu pai está um pouco errado jovem príncipe...heh


[ Arthas ]- Certamente que está, não é?
Ele devolveu o novo sorriso. – Uther...eu percebi que vocês estão se preparando para uma guerra, o que está acontecendo?


[ Uther ]- Orcs atacaram Stornhold e levaram alguns prisioneiros com eles. Um habitante disse que esses orcs possuíam peles vermelhas.


[ Arthas ]- Mas Uther, os peles vermelhas não são orcs infectados pelos demônios?


Uther permaneceu em silêncio por alguns instantes, apenas confirmando o que Arthas havia dito, no entanto, não os haviam visto ainda.


[ Arthas ]- Entendo, Cavaleiros de Lordaeron, protejam o perímetro e principalmente os habitantes de Stornhold, hajam como suporte aos paladinos por hora.


[ Uther ]- Arthas. Enviei três paladinos para localizarem o acampamento orc, quero que você lidere o ataque assim que eles retornarem.


[ Arthas ]- E-eu..?


[ Uther ]- Sim Arthas. Assim como você se tornou paladino a pouco tempo, tenho certeza que sua experiência lhe será útil, eu mesmo o treinei e a luz é forte em você. Quero que faça isso.


[ Arthas ]- Sim, Lord Uther, com sua permissão, gostaria de levar 4 paladinos para a incursão ao acampamento orc.


[ Uther ]- Claro Arthas...lhe faço uma sugestão. Razor, Helena, Thassarian, Darius, acompanhem Arthas assim que os batedores retornarem. Um dos paladinos irá mostrar o caminho do acampamento, Arthas.


[ Arthas ]- Muito bem, Lord Uther. Thassarian, Helena, Razor e Darius, caminhem comigo por favor. Quero lhes contar algo que Uther ainda não revelou. O príncipe Arthas esboçou um breve sorriso enquanto iniciava uma breve caminhada pela pequena cidade de Stornhold. – Isso deverá também ser passado para apenas um dos paladinos que irá nos guiar até o acampamento. Meu real motivo de estar aqui não é os orcs. Disse em tom sério. – Vocês não devem ter ouvido falar mas....os humanos de Azeroth estão gravemente doentes. Arthas suspirou. – Uma nova praga está assolando Azeroth. Toda ela. Os humanos estão doentes, suas peles ficam com a tonalidade esverdeada, tosses, náuseas. Esses foram os relatos de diversas cidades que temos recebidos constantemente. Por isso fui escalado por meu pai para verificar esses reinos pois os Magos de Kirin Tor acreditam que a praga possa ter alguma natureza mágica...ou mesma vil. As palavras de Arthas saíam ásperas. Se aquilo fosse verdade, talvez os humanos fossem extintos. -...não tivemos relatos de nenhuma morte ainda ou mesmo sabemos o porquê da disseminação dessa doença. Para isso, uma maga dos Kirin Tor irá nos encontrar próximo a outra cidade que vocês deverão me acompanhar, tivemos relatos de que lá a disseminação dessa doença está fraca e como somos agraciados pela Luz talvez sejamos imune. Disse Arthas em algumas palavras quando seus lábios pronunciaram quase que instantaneamente o nome da maga que estaria por vir. – Jaina Proudmoore...Balbuciou. – Bem, é isto o que eu queria passar, alguma pergunta senhores...e senhorita?


[ Darius ]- Senhor Príncipe...se for de natureza mágica...


[ Arthas ]- Arthas, apenas...sem formalidades meus irmãos. Se esta praga tiver naturezas mágicas, mobilizaremos todo o conselho de Kirin Tor para acabar com isso. Quem sabe o que pode acontecer.
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David D. Jones
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   27.11.15 18:08

I N F O R M A Ç Õ E S


Prazo para os Jogadores: 07/12/2015


Prazo para o Narrador: 09/12/2015


Obs: Se postarem antes a atualização vem antes. =DDDDD Obrigado!
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Nick Bartowski
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   27.11.15 19:38

Nick não tinha andado de cavalo muitas vezes, sentia umas dores nas pernas por conta de passar tanto tempo no animal, mas tinha que manter controle da postura, afinal de contas estava como um dos paladinos, qualquer problema seria reportado a Uther e ele teria que lidar com mais complicações. Depois de algum tempo de trote, Karila indicou que eles parassem, logo depois de um pântano, na entrada da floresta. A moça conseguiu seguir a trilha e indicou que talvez eles devessem chegar a localização dos inimigos, era ai que Nick entraria em cena. - Entendido. - Ele desceu de trovão foi um pouco mais para frente de seus companheiros, assim nada que estivesse na sua frente atrapalharia na detecção. Seus olhos voltaram a ser fogo e ele pode sentir várias pessoas, não poderia distinguir Orcs de humanos com a exceção de um que tinha uma intensidade muito maior. - Parece que sã... - Sua detecção foi interrompida quando o Corpo de Karila caiu sobre o seu, não podia ver seu rosto mas ela sangrava de forma preocupante, sem movimentos, seus olhos se voltaram para Zan mas esse já tinha recebido o golpe fatal também, jazia aos pés do Orc gigante.

Nick pulou par atrás antes que a lamina de seu inimigo o atingisse, mesmo sem atenção o suficiente o garoto ainda era muito mais veloz que seu inimigo, sacou Amaterasu e empunhou para frente usando apenas uma das mãos, o monstro era bem maior que ele e parecia ter uma musculatura muito forte, Nick talvez não aguentasse levar um golpe dele, não podia usar fogo na floresta pois isso despertaria o interesse dos companheiros de seu inimigo, acabaria iniciando um incêndio preocupante, mesmo que pudesse controlar as chamas ainda sim iria ser difícil não chamar atenção. Lembrou que Razor falando sobre atacar a cabeça dos Orcs, eram fortes o bastante para receber espadadas, isso era evidente pela falta de armadura, Nick pensou rápido e deixou o poder fluir nas duas mãos e bateu palmas com toda sua força, o fogo acumulado criaria um clarão forte o bastante para cegar seu inimigo por um tempo, isso era o suficiente para Nick atacar de forma efetiva. O pirocinetico usou de sua velocidade estrondosa para acertar a barriga do inimigo duas vezes e correr para uma das arvore perto, seus primeiros golpes eram unicamente para saber o quão resistente o inimigo era, já no ar Nick deixou que o fogo invadisse sua espada criando o molde de uma marreta de fogo concentrado, não sabendo muito bem quanto acumulou Nick desce o acumulado com toda sua força no meio da cabeça do Orc cego, queria nocautear eu inimigo com um único golpe.


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Helena Mayer
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   27.11.15 22:17


Antes [..]

As palavras de Medihv me pegaram em cheio, mas de certa forma deram-me alívio, estávamos ali por nossa conta, aliás por minha conta, pois a indiferença do “colega” de outra missão deixou claro que não éramos uma equipe.

Durante[...]

Razor me explica o material de sua armadura, tento não fazer cara de surpresa ao ouvir falar em anões, pois os únicos que eu conhecia era os sete da história da Branca de Neve, dou um sorriso amarelo e respondo.

- Ahh! Claro, eu sabia, mas nunca tinha colocado os olhos em uma.

Virei-me para Uther e ouvi sua resposta aminha pergunta, não que eu tenha entendido, mas agora sabia exatamente que os tais Orcs vermelhos não eram nada do que eu imaginava. Antes que pudesse ir fazer o que me ordenaram fazer, Razor deu-me o que solicitei, um escudo que com certeza me protegeria, ouvi suas palavras e minha vontade foi tirar a arma que levava comigo e mostrar a ele, mas segurei-me. Peguei o escudo e me preparei para não fazer feio, pois pelo tamanho deveria pesar muito, mas qual foi minha surpresa perceber que era leve, muito leve, posicionei o escudo à frente do corpo, deixei apenas meus olhos a mostra.


- Obrigada Razor, espero poder retribuir algum dia!

Segui para o que me ordenaram, estava trêmula, confesso, ajeitei o escudo da forma que deu e então recebi o comando de Darius. Segui seu exemplo e falei baixo.

- Você não imagina como é complicado ser novata e acredito que algo está realmente errado por aqui, não é verdade?

Olhei o homem e ajeitei tudo como ele solicitou, colocava as coisas em forma de trincheiras e olhei o horizonte, soltei um suspiro e continuei, o sol estava muito forte. Enquanto executava minha tarefa, outro paladino aproximou-se e para minha surpresa solicitou que eu curasse o rapaz que estava com ele, encarei-o assustada, mas tentei disfarçar, porém parecia que ele sabia mais de mim do que eu imaginava.

- Obrigada por guardar meu segredo, tenho uma dívida com você. Sou Helena, a seu dispor.

O rapaz, assim como todos os outros com quem tive contato, foi extremamente gentil e disse-me que assim como ele, eu seria capaz de curar pessoas, meus olhos brilharam com esta possibilidade. Prestei atenção em suas palavras e também no que ele fazia, no livro que segurava. Quando ele terminou senti-me refeita, nem o calor me incomodava mais. Ante que eu pudesse dizer qualquer coisa, alguém gritou que o príncipe estava ali, olhei para o local indicado.
Era realmente um príncipe e pelo visto, realmente muito querido por Uther.

Mantive-me próxima de Thassarian, o movimento que ele fizesse para saudar o príncipe, eu iria repetir. Sua voz ecoava firme pelo campo e me distrai fazendo ligações mentais com as palavras que ouvi de Uther, Medivh e só voltei à realidade quando o príncipe começou a falar sobre a doença que acometia os humanos. Olhei todos ali tentando decifrar suas feições, perguntei baixo para Thassarian.

- Se for magia, seremos imunes? E diga-me, se eu puder saber, claro. De onde vem este poder de cura? E porque você tem certeza que sou capaz de utilizá-lo?

Espere a respostas, mas o que veio depois me deixou de perna bamba. Eu seguiria com o príncipe numa incursão no acampamento Orc? Estava ferrada. Olhei Thassarian.

- Que eu realmente seja capaz, e que meu escudo seja útil, de verdade.


Automaticamente levei a mão até a arma que levava na coxa, estava bem camuflada, continuei ao lado de Thassarian, decidi que só sairia do lado dele, se ele me mandasse sair. Olhei Darius e Razor, todos haviam sido muito gentis comigo, mas seria assim no campo de batalha? Será que eu conseguiria combater Orcs? A ideia de ver uma maga também me deixava apreensiva. Perguntei para Thassarian, baixo, pois ele saia que eu não era dali e isto me deixava mais relaxada para perguntar.

- O que é conselho de Kirin Tor? É o nome de alguém?

Olhei meio sem graça para ele, e acho que estava fazendo perguntas demais.
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   28.11.15 16:14

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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   28.11.15 16:19

Nick



O rapaz de cabelos claros enfim havia se deparado com um orc, não sendo este um qualquer, era um orc vil, que sofrera a corrupção diretamente por demônios. Sua força havia aumentado, sua ferocidade havia aumentado, praticamente todos os seus atributos haviam superado a capacidade de um simples orc. Com uma violência sem tamanha, a criatura projetou-se para fora do pântano quase de maneira imperceptível, ceifando duas vidas antes mesmo que Nickolas pudesse ter alguma chance de defender seus companheiros caídos, no entanto, o garoto agiu de forma rápida e mortal. Graças as suas habilidades sobre-humanas, o rapaz irradiou um clarão abruto sendo capaz de cegar o brutamontes tempo o suficiente para que pudesse agir. A criatura titubeou alguns passos cambaleando para trás enquanto com uma das mãos tentava esfregar seus olhos rapidamente com o intuito de livrar-se daquela maldição. A criatura agiu de tal maneira a tentar balançar sua enorme espada de um lado a outro chegando até mesmo a arrancar algumas lascas de árvores próximas, Nickolas havia obtido sucesso. O forasteiro paladino agiu com ímpeto conseguindo golpear a criatura em seu abdome fazendo com que o orc urrasse de maneira gutural com as duas estocadas que levara de Nick.


[ Jubei’thos ]- GROARR!!! MAL-DI-TO! Vociferou a criatura pouco antes de Nickolas agir de maneira quase mortal para o orc. Com sucesso, Nick deixou que as chamas recobrissem sua lâmina visando ir de encontro ao orc ferido. As estocadas que Nick havia causado na criatura criaram duas grandes fendas na barriga do orc ao qual um líquido de cor indescritível pareceu emanar da criatura. Nick partiu em direção ao orc.


[ ??? ]- Arako Friens Daiens... Uma voz ecoou pelo lugar quase que em um sussurro, de maneira estranha, a descida do herói certamente ceifaria a vida do brutamonte, no entanto, no momento certo, tais palavras agiram como uma convocação. As chamas emanadas e criadas por Nickolas foram retiradas de sua lâmina sendo sugadas em uma outra direção. A espada de Nick havia perdido as chamas que a envolviam que acumularam-se em uma espécie de vórtice partindo de encontro ao dono do sussurro, no entanto, a Lâmina de fogo concentrado pelo herói desceu sob o ombro daquele que visava matar, atingindo o orc de maneira violenta em seu ombro esquerdo, no entanto, assim que a lâmina atingira o corpo da criatura, o fio de corte não propagou-se no corpo da criatura de maneira suficiente para que Nick retirasse a espada e neste momento a criatura já enfurecida agiu.


[ Jubei’Thos ]- GROAR! A criatura em um ápice de fúria agarrou o corpo do rapaz visando arremessa-lo em direção ao pântano com uma força descomunal pouco antes do corpo ceder fazendo com que o mesmo ficasse de joelhos.


[ Jubei’Thos ]- VOU COMER SUA CARNE HUMANO! VOCÊ FEDE! Urrou a criatura.


Caso Nickolas desviasse o olhar em direção do que havia acontecido com sua lâmina veria uma silhueta humana com uma longa barba branqueada. Ao redor de tal silhueta que parecia portar duas grandes adagas em sua cintura o solo havia morrido completamente e os olhos de tal “homem” revelavam-se completamente brancos.


[ ??? ]- Jubei’Thos...akronak varush mogat! Vociferou o homem em tom sério quase que em completa autoridade sob a criatura. Uma energia esverdeada pareceu circular o corpo do brutamontes. Seus ferimentos pareciam fechar de maneira violenta fazendo com que o orc rugisse de dor, era como se uma suposta cura estava sendo realizada mas fazendo com que seu alvo sofresse uma agonia indescritível. Lentamente, o orc de pele rubra ergueu uma de suas mãos levando até a espada que pertencia Nicholas, a retirando sem nenhum esforço de seu corpo. Caso Nick olhasse atentamente ao ferimento causado pela sua espada contemplaria que pouco a pouco o tecido que afetava a região na pele do orc se entrelaçaria e juntaria a pele visto que o ferimento fora causado no ombro da criatura.


[ ??? ]- Ora ora, nunca havia visto um humano portar tais chamas...a menos que seja um mago. Muito interessante, muito interessante. Jubei’thos, retorne ao acampamento agora e aguarde a presença de todos de Stornhold. Apenas esses ratos imundos como sacrifício ao mestre não serão suficientes. Preciso de todos reunidos em um só lugar. Jovem paladino, retorne ao seu senhor e diga que estaremos esperando-os, inclusive você.


Jubei’thos ergueu-se com certa dificuldade após as palavras do homem, apoiando ambas as mãos ao solo enquanto erguia seu imenso corpanzil encarando Nickolas com seus olhos flamejantes.


[ Jubei’thos ]- Encontrarei você na batalha humano! Vociferou a criatura antes de dar as costas a Nick. Enquanto isto, a silhueta do homem esboçou um breve sorriso mantendo seus orbes brancos sob Nickolas.




[ ??? ]- Azok Norok Inferos! Disse o homem realizando um breve momento circular enquanto entoava a mesma frase várias e várias vezes fazendo com que gradativamente uma aba em chamas surgisse entre Jubei’thos e Nickolas, ao qual poderia reconhecer claramente sendo as chamas que envolviam sua espada. – Retorne paladino, a hora de morrer não será agora, haverá lugar para deitar-se em sono profundo. E será mais breve do que pensas, recolha os corpos enquanto ainda pode e traga-os ao combate, tenho certeza que os espíritos desses dois paladinos estarão em sua cerimônia de descanso eterno....Disse enquanto um singelo sorriso em sua face revelava dentes pútridos e amarelos.




Última edição por David D. Jones em 29.11.15 20:07, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: WoW - Onde Tudo Começa   28.11.15 16:24

Helena




Helena havia enfim conhecido o princípe Arthas Menethil, ao que deveria ser objetivo de sua missão. Gradativamente uma empatia havia se dado início entre Thassarian e Helena, ao qual o próprio paladino manifestou-se após o discurso de Arthas, mantendo-se ligeiramente afastado dos outros paladinos para que pudesse responder a indagação de Helena a si. Thassarian ergueu uma das mãos até seus cabelos, visando jogá-los para trás enquanto gesticulava para que Helena se aproximasse um pouco mais, um ouvinte já havia sido o bastante.


[ Thassarian ]- Bem, Helena. Estamos contando com isso, por isso estão enviando uma maga para nos acompanhar. Disse ele em tom gentil. – O poder de cura ao qual pergunta vem da Luz, ela nos resguarda e protege, nos guia e até mesmo nos ajuda a combater o mal deste mundo. Veja.. Thassarian ergueu uma grande marreta, típica dos paladinos. A mesma possuía um aspecto grosseiramente confeccionado, no entanto, não deixava de ser bela. Era muito semelhante a de Arthas.Conforme Thassarian empunhava sua arma a mesma pareceu emanar luz, circundando-se de uma aura dourada. Helena até mesmo poderia sentir certa afeição pela arma ou mesmo um estado de paz que nem mesmo a garota poderia descrever. – Essa é a Luz...ela nos protege, revigora e pode curar. Até mesmo o aliado mais ferido pode ser curado graças a Luz e a dedicação de um paladino. Disse o homem esboçando um breve sorriso. Thassarian em seguida deixou o martelo de lado e então retirou uma pequena adaga por detrás da placa que protegia seu peito. – Tome, acho que você não vai se adequar a uma arma tão grande mas desde que acredite na Luz poderá fazer coisas incríveis incluindo aumentar o fio de corte de sua arma mas, se tudo der errado, conte com a Luz para protege-la.




Gradativamente as palavras de Arthas chegavam aos ouvidos de todos ali e um singelo sorriso brotou a face de Thassarian e que aumentou quando a garota pareceu perguntar o que era Kirin Tor. Thassarian até mesmo tentou conter uma risada.


[ Thassarian ]- Bem..bem...ahaha...desculpe...desculpe mesmo. Bem, o Kirin Tor é digamos...um grupo de magos poderosos. Raramente eles treinam aprendizes e quando o fazem é porquê a magia é forte nessa pessoa. A senhorita Jaine Proudmoore é uma maga aprendiz do Kirin Tor. Seu líder, Antonidas ensinou ela pessoalmente o que sabe mas certamente um mago passa a vida inteira estudando, claro que, depende de sua afinidade, alguns deles possuem afinidades com chamas, outros ainda com o arcano e alguns magos se dedicam a estudar a manipulação gélida. Eu já tentei isso antes mas não tenho talento algum para magia, diferente da Luz que me acolheu. Disse enquanto apoiava agora o martelo em seus ombros. – E dizem rumores.... Thassarian abaixou ainda mais o tom de voz. -...que Arthas e Jaina tiveram um romance.


Neste momento, um urro gutural ecoou pelo lugar. Arthas imediatamente estreitou seus olhos igualmente todos os paladinos. Em instantes os olhos de Arthas cruzaram com os de Uther.


[ Arthas ]- Uther, devem ser os batedores. Paladinos e 4 Cavaleiros, Preparem-se! Vociferou Arthas.


[ Uther ]- Arthas, aguarde o retorno dos batedores, eles vão trazer informações mais claras do que está ocorrendo e onde está o acampamento.


[ Arthas ]- Desculpe Uther mas ficar parado e não fazer nada não faz meu gênero, você sabe disso. Paladinos, vamos, agora! Enquanto falava, Arthas já parecia ter montado em seu cavalo. – Por Lordaeron, Pelos Paladinos da Ordem do Punho de Prata. Por Stornhold! Vamos! Vociferou Arthas já partindo em direção ao qual o grupo de paladinos havia ido.


Uther permaneceu em silêncio, fechando os olhos e então suspirando de maneira profunda enquanto via Arthas, os paladinos e cavaleiros partirem.


[ Thassarian ]- Vamos Helena, fique atrás de mim. Disse o homem já deixando sua arma em um dos punhos.
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